LINFÓCITOS T
Os linfócitos T possuem receptores em sua membrana com 3 funções específicas na
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O TCR é o receptor de membrana responsável pelo
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O TCR é formado por duas cadeias polipeptídicas (αβ ou γδ) com uma
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O TCR não é secretado, é ancorado na membrana dos linfócitos T aonde fará o
reconhecimento do complexo peptídeo-MHC
(Sinap...
As proteínas CD3 e ζ estão associadas de forma não covalente ao
heterodímero αβ do TCR e quando este reconhece o peptídeo ...
Parte pequena dos linfócitos T em humanos possuem
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Essas células ainda não têm sua função
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Moléculas Acessórias de Células T
Ligam-se especificamente a outras moléculas na membrana de APCs, células endoteliais e m...
Moléculas Acessórias de Células T
CD4 e CD8
Responsáveis pela estabilização do complexo Peptídeo-MHC-TCR, participando da transdução de sinal após o
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CD28 e CTLA-4
CD28 – quando se liga a B7-1/B7-2 na APC, é responsável pelo Segundo
Sinal, completando a ativação do linfóc...
CD28 e CTLA-4
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CD45 e CD2
CD45 possue duas isoformas principais, CD45RA (linfócitos T virgens) e CD45 RO
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Integrinas
Os domínios extracelulares das integrinas ligam-se ao citoesqueleto e a outras integrinas na membrana
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Integrinas
Ocorre aumento de afinidade das integrinas do linfócito T após o reconhecimento
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Selectinas
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Ligam-se especificamente a carboidratos de...
Outras moléculas acessórias importantes
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MATURAÇÃO DE LINFÓCITOS T
MATURAÇÃO DOS LINFÓCITOS
O processo envolve três processos básicos:
1- proliferação das linhagens precursoras
2- Expressão...
MATURAÇÃO DOS LINFÓCITOS
A expressão dos genes para receptores de antígenos determina a sobrevivência (Seleção Positiva) o...
MATURAÇÃO DOS LINFÓCITOS
Seleção Negativa e Seleção Positiva
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Um loci para codificação da cadeia alfa
Um loci para codificação da cadeia beta
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MATURAÇÃO DOS LINFÓCITOS
MATURAÇÃO DOS LINFÓCITOS
Exemplo: 35 genes para V de beta, 10 para D de beta e 5 para J de beta
35 x 10 x 5 – 1750 tipos d...
MATURAÇÃO DOS LINFÓCITOS
MATURAÇÃO DOS LINFÓCITOS
MATURAÇÃO DOS LINFÓCITOS
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MATURAÇÃO DOS LINFÓCITOS T
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MATURAÇÃO DOS LINFÓCITOS B
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Dois tipos diferentes de Linfócitos B
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ICSA17 - TCR, receptores de linfócitos T e maturação de linfócitos

  1. 1. LINFÓCITOS T
  2. 2. Os linfócitos T possuem receptores em sua membrana com 3 funções específicas na resposta imunológica: Reconhecimento específico do antígeno, transdução de sinais e adesão intercelular
  3. 3. O TCR é o receptor de membrana responsável pelo reconhecimento do antígeno apresentado pelo MHC
  4. 4. O TCR é formado por duas cadeias polipeptídicas (αβ ou γδ) com uma região N terminal variável, um domínio Ig constante, uma região transmembrânica e um curto domínio intracitoplasmático)
  5. 5. O TCR não é secretado, é ancorado na membrana dos linfócitos T aonde fará o reconhecimento do complexo peptídeo-MHC (Sinapse Imunológica)
  6. 6. As proteínas CD3 e ζ estão associadas de forma não covalente ao heterodímero αβ do TCR e quando este reconhece o peptídeo associado ao MHC, estas proteínas transduzem os sinais que levam à ativação do LT
  7. 7. Parte pequena dos linfócitos T em humanos possuem receptores do tipo γδ Essas células ainda não têm sua função completamente definida Nos animais existe uma população maior dessas células, as quais estão relacionadas a respostas contra antígenos não protéicos Estão muito concentrados em epitélios, nos chamados linfócitos T intra-epiteliais.
  8. 8. Moléculas Acessórias de Células T Ligam-se especificamente a outras moléculas na membrana de APCs, células endoteliais e matriz extracelular Não apresentam regiões variáveis e não são polimórficas Estão envolvidas com o processo de sinalização para o interior dos linfócitos e na ativação/regulação da Resposta Imune Relacionadas ao aumento da adesão Linfócito T / APC e passagem para linfócitos para o tecido e retenção das células nesses.
  9. 9. Moléculas Acessórias de Células T
  10. 10. CD4 e CD8 Responsáveis pela estabilização do complexo Peptídeo-MHC-TCR, participando da transdução de sinal após o reconhecimento do antígeno (primeiro sinal) Participam de forma crucial do processo de maturação dos linfócitos T
  11. 11. CD28 e CTLA-4 CD28 – quando se liga a B7-1/B7-2 na APC, é responsável pelo Segundo Sinal, completando a ativação do linfócito CTLA-4 – Presente na membrana de linfócitos T ativados, também se ligam a B7-1/B7-2 na membrana de APCS, inibindo a ativação do linfócito, e participando dessa forma da regulação da resposta imunológica
  12. 12. CD28 e CTLA-4 CD28 no Linfócito T não ativado se liga a B7-1 ou B7-2 na APC – ativação CTLA4 no linfócito T já ativado liga-se a B7-1 ou B7-2 na APC - regulação Outra molécula reguladora – PDL-1, que se liga a PD-1 no Linfócito B - regulação
  13. 13. CD45 e CD2 CD45 possue duas isoformas principais, CD45RA (linfócitos T virgens) e CD45 RO (linfócitos T de memória). Suas funções não estão ainda esclarecidas, podendo estar envolvidos com a maturação e ativação do linfócito T CD2 – liga-se ao LFA-3 de leucócitos, promovendo tanto a adesão intercelular quanto a sinalização, induzindo a produção de citocinas.
  14. 14. Integrinas Os domínios extracelulares das integrinas ligam-se ao citoesqueleto e a outras integrinas na membrana de APCs e células endoteliais. Mediam a adesão do linfócito T às APCs, às células endoteliais e à matriz extracelular
  15. 15. Integrinas Ocorre aumento de afinidade das integrinas do linfócito T após o reconhecimento do peptídeo e em resposta a ação de quimiocinas. Ocorre aumento de expressão de integrinas nos linfócitos T ativados. São responsáveis pela retenção dos linfócitos nos tecidos linfóides e nos sítios periféricos aonde esteja ocorrendo processo inflamatório
  16. 16. Selectinas Glicoproteínas que regulam a migração dos leucócitos para os tecidos Ligam-se especificamente a carboidratos de glicoproteínas presentes na membrana de células endoteliais de vênulas E-Selectina e P-Selectina – responsáveis pela migração de linfócitos T de memória para os tecidos com processos inflamatórios
  17. 17. Outras moléculas acessórias importantes CD44 – expressa principalmente pelos linfócitos T de memória e é responsável pela retenção dessas células nos tecidos com processo inflamatório CD40 Ligante (CD40L) – liga-se ao CD40, ativando essas células (macrófagos, dendríticas, Linf. B) - fundamental para a produção de anticorpos por Linf. B e para a ativação da fagocitose em macrófagos FAS Ligante (CD95) – ao se ligar ao FAS, induz a apoptose do linfócito T CD4, participando da regulação da resposta imune. Também participa do mecanismo de citotoxicidade do Linfócito T CD4.
  18. 18. MATURAÇÃO DE LINFÓCITOS T
  19. 19. MATURAÇÃO DOS LINFÓCITOS O processo envolve três processos básicos: 1- proliferação das linhagens precursoras 2- Expressão dos genes para receptor de antígeno 3- Seleção do repertório de linfócitos maduros AQUISIÇÃO DE COMPETÊNCIA FUNCIONAL DOS LINFÓCITOS E DELEÇÃO DOS AUTO-REATIVOS
  20. 20. MATURAÇÃO DOS LINFÓCITOS A expressão dos genes para receptores de antígenos determina a sobrevivência (Seleção Positiva) ou deleção (Seleção Negativa) dos clones de linfócitos Processo baseado em dois fatores: 1- A expressão correta do receptor 2- A especificidade do receptor, se para self ou não self
  21. 21. MATURAÇÃO DOS LINFÓCITOS Seleção Negativa e Seleção Positiva
  22. 22. MATURAÇÃO DOS LINFÓCITOS Cada clone de linfócito T possue um TCR específico para determinado peptídeo Não seria possível ter um gene direcionado para cada TCR com determinada especificidade. Teríamos milhões de genes somente para produzir TCRs diferentes Para resolver esse problema, ocorre recombinação somática nos genes que codificam para a região vairável do TCR, durante o processo de maturação do linfócito T Como explicar – Análise Combinatória
  23. 23. MATURAÇÃO DOS LINFÓCITOS Um loci para codificação da cadeia alfa Um loci para codificação da cadeia beta Uma região para codificação da região variável da cadeia alfa Uma região para codificação da região variável da cadeia beta Segmentos V, D e J na cadeia beta e Segmentos V e J na cadeia alfa N genes para codificar segmentos V, D, J em ambas as cadeias Recombinação aleatória dos genes – é escolhido um gene V, um D e um J na cadeia beta e um V e um J na cadeia alfa, o qual é unido com o gene das região constante
  24. 24. MATURAÇÃO DOS LINFÓCITOS
  25. 25. MATURAÇÃO DOS LINFÓCITOS Exemplo: 35 genes para V de beta, 10 para D de beta e 5 para J de beta 35 x 10 x 5 – 1750 tipos de cadeia 40 genes para V de alfa, 10 para J de alfa 40 x 10 – 400 tipos de cadeias alfa Como o TCR final é formado de uma cadeia alfa com uma cadeia beta, temos 1750 x 400 chances de formar TCRs diferentes, consequentemente 70000 mil chances de formar TCRs diferentes Com inserções, deleções, inversões... Podemos chegar a 1016 tipos de TCRs diferentes...
  26. 26. MATURAÇÃO DOS LINFÓCITOS
  27. 27. MATURAÇÃO DOS LINFÓCITOS
  28. 28. MATURAÇÃO DOS LINFÓCITOS
  29. 29. MATURAÇÃO DOS LINFÓCITOS
  30. 30. MATURAÇÃO DOS LINFÓCITOS T
  31. 31. MATURAÇÃO DOS LINFÓCITOS T
  32. 32. MATURAÇÃO DOS LINFÓCITOS B
  33. 33. REARRANJO DOS GENES PARA FORMAÇÃO DA IG DE SUPERFÍCIE DE LINFÓCITOS B
  34. 34. Dois tipos diferentes de Linfócitos B B1 e B2

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