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Cuidados na Saúde
Mental
Formação de Técnico de Auxiliar de Saúde
Formadora: Fanny Fernandes
UFCD 6579
Principais objetivos :
Identificar o conceito de saúde mental.
Identificar as principais alterações e perturbações mentais.
Identificar alterações do comportamento, pensamento, humor e comunicação.
Identificar as especificidade dos cuidados de alimentação, higiene, conforto e eliminação em
indivíduos com alteração da saúde mental.
Explicar que as tarefas que se integram no âmbito da intervenção do/a Técnico/a Auxiliar de Saúde
terão de ser sempre executadas com orientação e supervisão de um profissional de saúde
Avaliação
Participação – 20%
Trabalho de Grupo – 50%
Ficha de avaliação – 30%
Saúde...
Segundo a Organização Mundial de Saúde
(OMS)
“ Um estado de bem-estar físico, mental e social, e
não é apenas a ausência de doença ou dor”
 O que significa saúde mental?
 O que é importante para se ter uma vida saudável mentalmente?
Saúde mental…
Segundo OMS
“O estado de bem-estar no qual o indivíduo realiza
as suas capacidades, pode fazer face ao stress
normal da vida, trabalhar de forma produtiva e
frutífera e contribuir para a comunidade em que se
insere”.
Doença
mental vs.
Saúde
mental
Doença mental
Perturbações e
desequilíbrios mentais,
disfunções associadas
angústias, sintomas e
doenças mentais
diagnosticáveis.
Saúde mental
É a forma como as
pessoas reagem às
exigências da vida e modo
como harmonizam os seus
desejos, capacidade,
ambições, ideias e
emoções.
Saúde física ≠ Saúde mental
- O ser humano é constituído pelo corpo e mente, e cada uma destas componentes tem necessidades
próprias, que devem ser colmatadas para termos uma vida equilibrada e estabilizada.
- O desequilíbrio de uma delas acarreta o mau funcionamento geral desse organismo.
Saúde
Física
Saúde
Mental
A saúde mental e a saúde física estão interligadas e são
interdependentes, tornando-se cada vez mais evidente que a
saúde mental é indispensável para o bem-estar geral dos
indivíduos.
Uma boa qualidade de vida depende destes dois factores e é um
processo contínuo e consciente do indivíduo no sentido de
procurar gratificação nas suas atividades, comportamentos e
pensamentos positivos.
Saúde física
Bom
funcionamento do
organismo e das
suas funções vitais
Saúde mental
Capacidade que o
individuo tem de
se adaptar de
forma flexível
diante de conflitos,
angustias
experienciadas
por si.
A saúde física e mental mantêm uma relação de reciprocidade, estão interligados e
são interdependentes. Ambas são de extrema importância
Em suma:
A Saúde Metal está relacionada à forma como as pessoas reagem às
exigências da vida e ao modo como harmonizam seus desejos,
capacidades, ambições, ideais e emoções...
Todos nós temos momentos na vida em que nos podemos sentir em baixo,
andar angustiados, stressados pelas mais diversas razões. :
- Resultados escolares que não nos satisfazem.
- Relações com quem nos está próximo se deterioram e há conflitos.
- Fase da vida em que as mais pequenas coisas nos parecem
problemáticas.
Estas são respostas normais face aos
problemas da vida:
- para a maioria das pessoas estes
sentimentos passam ao fim de algum tempo,
- para outras pessoas tal não …. podendo vir a
transformar-se num problema
mais ou menos grave.
“Mente sã corpo são ”
Auto-observação ajuda-nos a evitar a auto justificação e a ficarmos presos a padrões
de comportamento que não funcionam para nós.
Temos de priorizar, nutrir relacionamentos, e permitir estarmos abertos ao exterior.
Podemos nos relacionar não como quem achamos que deveríamos ser, mas como
quem realmente somos, e assim dando a nós mesmo a possibilidade de criar laços
com os outros. Podemos buscar o “stresse bom” para manter as nossas mentes e
corpos preparados para qualquer adversidade.
DOENÇAS MENTAIS
São situações patológicas, diagnosticadas
apenas por profissionais de saúde
especializados, algumas necessitam de
intervenções diferenciadas.
Alteração da nossa organização mental, que
leva a que a pessoa não consiga exercer ou
exerça com dificuldade os seus papéis
sociais (familiares, relacionais, ou atividades
do quotidiano), incapacitando-as e
podendo existir sofrimento.
Anamnese
Ana (remontar) mnesis(memória)
O objetivo dessa técnica é o de organizar e sistematizar os dados do paciente, de forma
tal que seja permitida a orientação de determinada ação terapêutica com a respetiva
avaliação da sua eficácia; o fornecimento de subsídios para previsão do prognóstico; o
auxílio no melhor atendimento ao paciente, pelo confronto de registos situações futuras.
Muitas vezes, não se consegue ter todo o material
numa única entrevista, principalmente em
instituições em que o número de pacientes e a
exiguidade do tempo de atendimento se tornam
fatores preponderantes.
No corte longitudinal, podemos localizar
os registos das histórias pessoal,
familiar e patológica.
Deve ser mantido um equilíbrio entre
neutralidade, respeito e solidariedade
ao paciente. O paciente deve perceber
o interesse do entrevistador e não o seu
envolvimento emocional com a sua
situação.
No corte transversal, enquadraríamos a queixa
principal do sujeito, a história da sua doença
atual e o exame psíquico que dele é feito.
Anamnese
 Identificação do paciente;
 Motivo da consulta ou queixa que o traz ao
médico ou terapeuta; a história da doença atual;
 História pessoal;
 História familiar;
 História patológica;
 Exame psíquico;
 Síntese psicopatológica;
 Hipótese de diagnóstico nosológico.
Exame físico / objetivo
 Consciência
 Atenção memoria
 Orientação
 Consciência do Eu
 Afetividade e humor
 Pensamento (linguagem e
 Juízo de valor
 Sensoperceção
 Psicomotricidade
 Vontade
As alterações
mentais
poderão ser
visíveis ao
nível:
Comportamento
Pensamento
Humor
Comunicação
E PODEM SURGIR EM ÉPOCAS
ESPECIFICAS DO
DESENVOLVIMENTO HUMANO:
Infância Adolescênci Adulto 3ª Idade
Sinais de alarme:
Marcada alteração na
personalidade (maneira de
ser);
Alteração evidente nos
hábitos (sono, alimentação
Demasiada irritabilidade,
hostilidade ou mesmo
comportamento violento.
“Altos e baixos” extremados Ansiedade excessiva
Ideias estranhas
Abuso de álcool ou drogas
Perda da habilidade para
lidar com os problemas
atividades do dia-a-dia
Pensar ou falar em suicídio
Tristeza prolongada ou
apatia
ALTERAÇÕES DO COMPORTAMENTO
Atitude
É uma maneira organizada e coerente de pensar, sentir e reagir em relação a pessoas e acontecimentos ocorridos no nosso dia-a-dia.
Comportamento
É o conjunto organizado das operações selecionadas em função das informações recebidas do ambiente através das quais o indivíduo integra as suas tendências
As perturbações mentais e do comportamento originam comportamentos que impedem ou dificultam o desempenho das funções pessoais e sociais do indivíduo, de forma sustentada
recorrente.
Ex.: Doença de Alzheimer
Alterações de comportamento
Infância, adolescência, adulto e velhice
Os sinais mais comuns da alteração do comportamento são:
Agitação - movimentação excessiva e despropositada, que pode variar desde uma
leve inquietude até ações violentas e agressivas
Confusão - estado de comprometimento mental levando a redução da compreensão,
coerência e da capacidade de raciocínio.
Delírio - é um estado agudo de confusão com comprometimento cognitivo desencadeado por
afeção neurológica ou clínica, de carácter grave, com duração de horas a dias.
ALTERAÇÕES DO PENSAMENTO
Conceito
Juízo
Pensamento
Elemento puramente
cognitivo estrutura do
pensamento
Relação significativa
entre os conceitos Operação mental que nos permite
aproveitar os conhecimentos adquiridos
na da vida social e cultural, combiná-los
logicamente e alcançar uma outra nova
forma de conhecimento
ALTERAÇÕES DO PENSAMENTO
Todo esse processo começa com a sensação e termina com o raciocínio dialético, onde uma ideia se
associa a outra e, desta união de ideias nasce uma terceira. O pensamento lógico consiste em
selecionar e orientar esses conceitos, tendo como objetivo alcançar uma integração significativa, que
possibilite uma atitude racional perante as necessidades do momento.
(Ex: Esquizofrenia
)
Conceito Juizo Pensamento
ALTERAÇÕES DO HUMOR
O humor é naturalmente variável durante o dia em todas as pessoas.
Se tivermos muitos momentos stressantes e desgastantes num único dia é natural que,
quando esse dia chegue ao fim, estejamos sem energia, cansados e tristes. Não
devemos, contudo, confundir tristeza com depressão. A tristeza é um sentimento que
pode aparecer por algum motivo qualquer e depois de algum tempo ela passa.
Depressão:
 Os episódios típicos de cada um dos três graus de depressão (leve, moderado ou grave), o paciente
apresenta um rebaixamento do humor, redução da energia e diminuição da atividade. Existe
alteração da capacidade de experimentar o prazer, perda de interesse, diminuição da capacidade
de concentração associadas em geral à fadiga, mesmo após um esforço mínimo.
 Observa-se, em geral, problemas do sono e diminuição do apetite. Existe quase sempre uma
diminuição da autoestima e da autoconfiança, e frequentemente ideias de culpabilidade e ou de
indignidade, mesmo nas formas leves.
Distimia
Característica essencial está no humor cronicamente deprimido, que ocorre na maior parte do dia por pelo menos dois anos. Os indivíduos descrevem o
seu humor como triste ou “na fossa”. Em crianças, o humor pode ser irritável ao invés de deprimido, e a duração mínima exigida é de apenas um ano.
 Durante os períodos de humor deprimido, pelo menos dois dos seguintes sintomas adicionais estão presentes:
 Apetite diminuído ou hiperfagia;
 Insônia ou Hipersónia;
 Baixa energia ou fadiga;
 Baixa autoestima;
 Fraca concentração ou dificuldade em tomar decisões;
 Sentimentos de desesperança.
 Os indivíduos podem notar a presença proeminente de baixo interesse e de autocrítica,
frequentemente vendo a si mesmos como desinteressantes ou incapazes. Como estes sintomas se
tornam uma parte tão presente na experiência quotidiana do indivíduo (por exemplo: “Sempre fui
assim", "É assim que sou"), eles em geral não são relatados, a menos que diretamente investigados
pelo entrevistador.
Transtorno Bipolar:
A alternância de longos períodos depressivos com manias é a tónica dessa patologia. Os
indivíduos com esse transtorno apresentam durante algumas ocasiões uma elevação do humor
e aumento da energia e da atividade (hipomania ou mania), e em outras, um rebaixamento do
humor e de redução da energia e da atividade (depressão).
ALTERAÇÕES DA
COMUNICAÇÃO
 Comunicação é um mecanismo através do qual existem e se desenvolvem as
relações humanas, capacidade de comunicar e de se relacionar com os
outros.
 Comunicar, através de qualquer meio, é colocar em comum, é partilhar, e em
geral faz-se através da linguagem (e não confundir com língua ou idioma).
 Linguagem é função cerebral que permite a qualquer ser humano adquirir e
utilizar uma língua.
 A comunicação humana, faz-se de forma verbal e não verbal, tanto em
crianças como em adultos.
 “A fala representa a expressão do pensamento”
 Um aspeto muito importante a ter em conta nos doentes com perturbações
mentais é a alteração da sua capacidade de comunicação, o que pode tornar
a comunicação com estes doentes um desafio. Perante esta situação,
geralmente os profissionais de saúde e/ou familiares ficam impacientes. É
assim importante que estes se informem sobre quais os problemas de
comunicação mais comuns com estes doentes, dependendo também do tipo
de doença mental por forma a ter uma melhor ideia de como lidar com estas
alterações.
Existem vários tipos de perturbações mentais, e só através da
análise da doença específica é que o técnico necessita
direcionar a sua forma de comunicar, tendo em conta a
especificidade da alteração mental. o Dificuldades em encontrar a palavra certa durante
uma conversa;
o Dificuldades em compreender o significado das
palavras;
o Dificuldades em manter a atenção durante longas
conversas;
o Perda do raciocínio durante uma conversa;
Foquemo-nos nos problemas de
comunicação mais comuns causados pela
Doença de Alzheimer:
Foquemo-nos nos problemas de
comunicação mais comuns causados pela
Doença de Alzheimer:
o Dificuldades em referir passos de atividades
comuns como cozinhar, vestir, etc.;
o Problemas em abstrair-se de barulhos de
fundo como os da televisão, rádio, outras
o conversas, etc.;
o Frustração quando não conseguem
comunicar;
o Ser muito sensível ao toque, ao tom e
volume da voz.
Comunicação com
os doentes de
Alzheimer
 É, portanto, difícil compreendê-los, mas também
estes se fazerem compreender. Assim é essencial que
os familiares e/ou profissionais de saúde “aprendam”
a comunicar e a lidar com estes doentes, de forma a
tornar o dia-a-dia menos stressante e a melhorar a
sua relação com o doente.
 Para uma eficaz comunicação é essencial criar um
ambiente positivo para a interação com o doente,
sendo importante tratá-lo de forma amável e, acima
de tudo, com respeito.
 Muitas vezes a atitude e a linguagem corporal são
mais importantes que as próprias palavras, podendo
então utilizar por exemplo, expressões faciais e
contato físico, para auxiliar a transmissão da sua
mensagem e a demonstrar os seus sentimentos e
afetos.
Facilitar a comunicação com o doente
Tentar optar sempre por palavras simples e frases curtas, falar calma e pausadamente, bem como utilizar um tom de voz baixo e suave
. Nunca deve falar com estes doentes como se tratassem de bebés, ou falar destes como se não estivessem presentes
Limitar as distrações e o barulho (exemplos: desligar o rádio e a televisão, fechar as cortinas, etc.) de modo a focar a atenção do doente no que lhe está a dizer.
Estabelecer contacto visual e chamar o doente pelo nome, garantindo que antes de falar com este tem a sua atenção.
Facilitar a comunicação com o doente
Como estes doentes apresentam dificuldades em reconhecer familiares e amigos, pode começar
a conversa apresentando-se, ou seja, relembrando-o de quem é.
Ser paciente e permitir que o doente tenha tempo para responder às questões, ouvindo-o
atentamente. Acima de tudo não o interromper mesmo que saiba aquilo que ele está a tentar
dizer.
Simplificar as questões colocadas ao doente. Fazer uma pergunta de cada vez, optar por
questões cuja resposta é “sim” ou “não”, ou então fazer a pergunta de forma a limitar as opções
de resposta.
Facilitar a comunicação com o doente
Se o doente estiver com dificuldades em encontrar a palavra correta ou a comunicar um pensamento, auxiliar gentilmente a
se fornecendo-lhe as palavras que ele está à procura, isto se o doente parecer estar aberto à ajuda
Quando o doente começar a ficar perturbado, tentar mudar o assunto de conversa ou o ambiente.
•Muitas vezes estes doentes sentem-se confusos e ansiosos o que os pode levar a recordar de coisas que nunca ocorreram. Aqui é
importante tentar não os convencer de que estão errados, mas sim confortá-los e apoiá-los, caso o assunto não seja de risco.
Facilitar a comunicação com o doente
•Se o doente parecer triste, encorajar a expressão dos seus sentimentos, e mostrar
que é compreendido.
Usar o humor sempre que possível, pois pode ajudar a libertar a tensão e ser uma
boa terapia! Ter para com estes doentes uma atitude carinhosa e tranquilizadora
Estar sempre atento a possíveis problemas de audição e visão do doente que
afetar a comunicação
Alimentação
O hábito alimentar pode estar alterado em vários
transtornos.
Um dos sintomas mais frequentes na depressão é a
falta de apetite, acompanhada da perda de peso.
Mas pode ocorrer que o aumento de apetite e a
pessoa ganhe peso, o que é chamado de
depressão atípica
Anorexia: preocupação
exagerada com o peso, há
comportamento obstinado
para perda de peso, seja com
dietas exercício físico
extenuantes
Bulimia: tem compulsão
alimentar, ingerem uma
quantidade de alimentos
muito grande e depois tem
comportamentos purgatório
(vomito)
Alimentação
A Nutrição não é um substituto aos cuidados
essenciais, como o uso de medicamentos e
psicoterapia, mas um complemento importante já que
uma alimentação equilibrada pode ajudar sim na
regulação de alguns componentes bioquímicos
envolvidos na saúde do cérebro.
Os hábitos alimentares inadequados como uma dieta
rica em açúcares refinados e gorduras saturadas
pode prejudicar a função cerebral geral pois
estimulam processos inflamatórios que são nocivos e
contribuem para a depressão e ansiedade.
 Por outro lado, muitos outros nutrientes estão
diretamente associados com os processos
bioquímicos do cérebro (benéficos para a
prevenção e auxilio no tratamento de transtornos
mentais), tais como:
Vitamina D: melhora dos quadros de depressão, desempenha papel importante na formação e crescimento saudável dos neurônios,
principalmente no desenvolvimento do cérebro durante a gestação. Também previne doenças neurodegenerativas – como Alzheimer.
Vitaminas do complexo B: São essenciais para a produção de neurotransmissores do Sistema Nervoso Central (SNC). A B12 em
específico auxilia a manutenção da saúde neurológica, previne a demência e melhora o estado cognitivo.
Triptfano: É um aminoácido que se converte em serotonina, que é um neurotransmissor responsável pela sensação de bem-estar,
essencial no combate à depressão e ansiedade e que regula os processos de comportamento e regula as emoções
Minerais como zinco e magnésio: Aumenta o tempo de vida e a saúde das células do Sistema Nervoso Central, ajuda a prevenção
de depressão e ansiedade; Auxilia o metabolismo da serotonina, ajuda no combate da depressão e ajuda na regulação e na
do sono.
Ácidos graxos ômega-3 e ômega 6: Ajuda na saúde das membranas cerebrais e na regulação de substâncias importantes para a
modulação de neurotransmissores. A ciência já provou sua efetividade no tratamento de esquizofrenia.
Eliminação
Encoprese
Evacuação repetida de fezes
em locais inadequados
(roupa, chão), sendo um
acto involuntário.
Enurese
Micção repetida, diurna ou noturna, em roupas,
cama.
Higiene
A falta de asseio está muitas vezes associada à falta de
autoestima, e a um transtorno mental.
A higiene deve ser feita com relação ao corpo e ao meio
ambiente, e mantida nas melhores condições, sendo, até
mesmo, importante para a parte emocional do ser
humano.
Compreende o estudo das diversas fases da evolução do
indivíduo, este deve ocupa-se dos cuidados que deve ter
com o corpo, vestuário, alimentação, trabalho físico
como mental.
Sono e Repouso
Repouso e higiene são necessidades básicas do corpo,
essenciais para a saúde.
 Manter o corpo bem oxigenado (atividade física, bom ar
ambiente e respiração profunda), bem hidratado (2 a 4
litros de água por dia),
 Bem nutrido (uso de bastante vegetais),
 Desintoxicado (isento de substâncias artificiais),
 Exercitado (caminhada rotineira).
Ter uma distração, uma higiene mental, ter amigos,
conversar sobre assuntos agradáveis, evitando os
desagradáveis, sorrir, distrair-se, estar alegre. Servir ao
próximo, dentro das suas possibilidades, é uma condição
que gera muita satisfação e bem-estar. Estas práticas
fortalecem a pessoa e a tornam mais resistente aos
problemas.
O repouso físico
FÍSICO e MENTAL e ambos devem ser observados.
Observe o repouso adequado para o seu corpo. Após o
almoço, é muito bom para a sua saúde que você faça um
pequeno repouso depois do almoço. Vai descansar o corpo,
recuperar os desgastes da manhã, e preparar o corpo para mais
um período de trabalho. Vai melhorar o rendimento no trabalho
e até melhora o relacionamento entre as pessoas, diminui os
acidentes, melhora a qualidade da produção.
A Noite é para descansar e dormir. Jante cedo e coma pouco no
jantar. Evite fazer trabalhos, ver filmes ou fazer leituras
stressantes à noite. Prepare-se para dormir mantendo-se
relaxado, sem estímulos que lhe deixem agitado. Vá para a
cama apenas na hora de dormir. Um banho morno ajuda a
relaxar.
O fim-de-semana tem uma importância muito grande, serve
também como um repouso para nossa mente. As férias,
também devem ser usadas para recuperar o organismo dos
desgastes da vida. Tire férias que sirvam para relaxar e
descansar e não para cansar mais ainda.
Cuidar em saúde mental
Técnico/a auxiliar de Saúde.
Técnico Auxiliar de Saúde, o profissional que sob
a orientação de profissionais de saúde com
formação superior, auxilia na prestação de
cuidados de saúde aos utentes.
A sua carreira exige não só disponibilidade e vocação,
mas também grande dedicação amor a profissão
Técnico/a auxiliar
de Saúde.
Onde trabalham:
 Funcionamento logístico de um hospital
 Centro de saúde
 Clinica
 Lar
Tarefas a desempenhas pelo/a Técnico/a auxiliar
de Saúde.
Profissão multifacetada envolve o
desempenho de várias tarefas em
simultâneo, dai ser um profissão que
exige muito de quem a prática, tanto
física como psicologicamente
Uma qualidade essencial destes
profissionais é a simpatia e a capacidade
de comunicar habilmente com os outros,
pois os clientes destes serviços são
pessoas debilitadas, sensíveis, por vezes
mesmo até pouco sociáveis, pois
necessitam toda atenção e carinho da
parte de quem os cuida diariamente.
Tarefas a
desempenhas
pelo/a Técnico/a
auxiliar de Saúde
sob a orientação
de enfermeiro/a
 Ajudar o utente nas necessidades de eliminação e
nos cuidados de higiene e conforto;
 Auxiliar o enfermeiro na prestação de conforto ao
utente e na realização de tratamentos a feridas e
úlceras;
 Auxiliar na prestação de cuidados ao utente que vai
fazer, ou fez, uma intervenção cirúrgica;
 Auxiliar nas tarefas de alimentação e hidratação do
utente, nomeadamente na preparação de refeições
ligeiras ou suplementos alimentares e no
acompanhamento durante as refeições;
 Executar tarefas que exijam uma intervenção imediata
e simultânea ao alerta do profissional de saúde;
 Auxiliar na transferência, posicionamento e transporte
do utente, que necessita de ajuda total ou parcial, de
acordo com orientações do profissional de saúde
Tarefas a
desempenhas
pelo/a Técnico/a
auxiliar de Saúde
sob a orientação
de profissional de
saúde
 Auxilia nos cuidados post-mortem (após morte) de acordo com
orientações de saúde
 Assegurar a recolha, transporte, triagem e acondicionamento de roupa da
unidade do doente
 Efetuar a limpeza e higienização das instalações/ superfícies da unidade do
utente, e de outros espaços específicos, de acordo com normas e/ou
procedimentos definidos;
 Efetuar a lavagem e desinfeção de material hoteleiro, material clínico e mat
erial de apoio clínico em local próprio, de acordo com normas e/ou
procedimentos definidos;
 Assegurar o armazenamento e conservação adequada de material hoteleir
o, material de apoio clínico e clínico de acordo com normas e/ou
procedimentos definidos;
 Efetuar a lavagem (manual e mecânica) e desinfeção química, em local apr
opriado, de equipamentos do serviço, de acordo com normas e/ou
procedimentos definidos;
 Recolher, lavar e acondicionar os materiais e equipamentos utilizados na lav
agem e desinfeção, de acordo com normas
e/ou procedimentos definidos, para posterior recolha de serviço interna ou
externa;
 Assegurar a recolha, triagem, transporte e acondicionamento de resíduos
hospitalares, garantindo o manuseamento e transporte adequado dos
mesmos de acordo com procedimentos definidos.
Tarefas a
desempenhas
pelo/a Técnico/a
auxiliar de Saúde
atividade de apoio
ao funcionamento
da unidades e
serviços
 Efetuar a manutenção preventiva e reposição de
material e equipamentos;
 Efetuar o transporte de informação entre as difer
entes unidades e serviços de prestação de cuida
dos de saúde;
 Encaminhar os contactos telefónicos de acordo c
om normas e/ ou procedimentos definidos;
 Encaminhar o utente, familiar e/ou cuidador, de
acordo com normas e/ ou procedimentos
definidos.
 Auxiliar o profissional de saúde na recolha de am
ostras biológicas e transporte para o serviço
adequado, de acordo com normas e/ou
procedimentos definidos
Técnico Auxiliar de
Saúde Resumo:
 O Técnico/a Auxiliar de Saúde passa grande
parte do seu turno em intervenções aos utentes,
embora na maioria delas com supervisão da
enfermagem, é fundamental manterem um
atitude compreensiva, alegre e encorajadora,
pois algumas praticas envolvem a privacidade e
a intimidade dos clientes.
Confidencialidade na relação entre cliente e
Técnico/a auxiliar de Saúde

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Cuidados na saúde mental: identificando alterações e promovendo o bem-estar

  • 1. Cuidados na Saúde Mental Formação de Técnico de Auxiliar de Saúde Formadora: Fanny Fernandes UFCD 6579
  • 2. Principais objetivos : Identificar o conceito de saúde mental. Identificar as principais alterações e perturbações mentais. Identificar alterações do comportamento, pensamento, humor e comunicação. Identificar as especificidade dos cuidados de alimentação, higiene, conforto e eliminação em indivíduos com alteração da saúde mental. Explicar que as tarefas que se integram no âmbito da intervenção do/a Técnico/a Auxiliar de Saúde terão de ser sempre executadas com orientação e supervisão de um profissional de saúde
  • 3. Avaliação Participação – 20% Trabalho de Grupo – 50% Ficha de avaliação – 30%
  • 4. Saúde... Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS) “ Um estado de bem-estar físico, mental e social, e não é apenas a ausência de doença ou dor”
  • 5.  O que significa saúde mental?  O que é importante para se ter uma vida saudável mentalmente?
  • 6. Saúde mental… Segundo OMS “O estado de bem-estar no qual o indivíduo realiza as suas capacidades, pode fazer face ao stress normal da vida, trabalhar de forma produtiva e frutífera e contribuir para a comunidade em que se insere”.
  • 7. Doença mental vs. Saúde mental Doença mental Perturbações e desequilíbrios mentais, disfunções associadas angústias, sintomas e doenças mentais diagnosticáveis. Saúde mental É a forma como as pessoas reagem às exigências da vida e modo como harmonizam os seus desejos, capacidade, ambições, ideias e emoções.
  • 8. Saúde física ≠ Saúde mental - O ser humano é constituído pelo corpo e mente, e cada uma destas componentes tem necessidades próprias, que devem ser colmatadas para termos uma vida equilibrada e estabilizada. - O desequilíbrio de uma delas acarreta o mau funcionamento geral desse organismo. Saúde Física Saúde Mental
  • 9. A saúde mental e a saúde física estão interligadas e são interdependentes, tornando-se cada vez mais evidente que a saúde mental é indispensável para o bem-estar geral dos indivíduos. Uma boa qualidade de vida depende destes dois factores e é um processo contínuo e consciente do indivíduo no sentido de procurar gratificação nas suas atividades, comportamentos e pensamentos positivos. Saúde física Bom funcionamento do organismo e das suas funções vitais Saúde mental Capacidade que o individuo tem de se adaptar de forma flexível diante de conflitos, angustias experienciadas por si. A saúde física e mental mantêm uma relação de reciprocidade, estão interligados e são interdependentes. Ambas são de extrema importância
  • 10. Em suma: A Saúde Metal está relacionada à forma como as pessoas reagem às exigências da vida e ao modo como harmonizam seus desejos, capacidades, ambições, ideais e emoções... Todos nós temos momentos na vida em que nos podemos sentir em baixo, andar angustiados, stressados pelas mais diversas razões. : - Resultados escolares que não nos satisfazem. - Relações com quem nos está próximo se deterioram e há conflitos. - Fase da vida em que as mais pequenas coisas nos parecem problemáticas. Estas são respostas normais face aos problemas da vida: - para a maioria das pessoas estes sentimentos passam ao fim de algum tempo, - para outras pessoas tal não …. podendo vir a transformar-se num problema mais ou menos grave.
  • 11. “Mente sã corpo são ” Auto-observação ajuda-nos a evitar a auto justificação e a ficarmos presos a padrões de comportamento que não funcionam para nós. Temos de priorizar, nutrir relacionamentos, e permitir estarmos abertos ao exterior. Podemos nos relacionar não como quem achamos que deveríamos ser, mas como quem realmente somos, e assim dando a nós mesmo a possibilidade de criar laços com os outros. Podemos buscar o “stresse bom” para manter as nossas mentes e corpos preparados para qualquer adversidade.
  • 13. São situações patológicas, diagnosticadas apenas por profissionais de saúde especializados, algumas necessitam de intervenções diferenciadas. Alteração da nossa organização mental, que leva a que a pessoa não consiga exercer ou exerça com dificuldade os seus papéis sociais (familiares, relacionais, ou atividades do quotidiano), incapacitando-as e podendo existir sofrimento.
  • 14. Anamnese Ana (remontar) mnesis(memória) O objetivo dessa técnica é o de organizar e sistematizar os dados do paciente, de forma tal que seja permitida a orientação de determinada ação terapêutica com a respetiva avaliação da sua eficácia; o fornecimento de subsídios para previsão do prognóstico; o auxílio no melhor atendimento ao paciente, pelo confronto de registos situações futuras. Muitas vezes, não se consegue ter todo o material numa única entrevista, principalmente em instituições em que o número de pacientes e a exiguidade do tempo de atendimento se tornam fatores preponderantes. No corte longitudinal, podemos localizar os registos das histórias pessoal, familiar e patológica. Deve ser mantido um equilíbrio entre neutralidade, respeito e solidariedade ao paciente. O paciente deve perceber o interesse do entrevistador e não o seu envolvimento emocional com a sua situação. No corte transversal, enquadraríamos a queixa principal do sujeito, a história da sua doença atual e o exame psíquico que dele é feito.
  • 15. Anamnese  Identificação do paciente;  Motivo da consulta ou queixa que o traz ao médico ou terapeuta; a história da doença atual;  História pessoal;  História familiar;  História patológica;  Exame psíquico;  Síntese psicopatológica;  Hipótese de diagnóstico nosológico.
  • 16. Exame físico / objetivo  Consciência  Atenção memoria  Orientação  Consciência do Eu  Afetividade e humor  Pensamento (linguagem e  Juízo de valor  Sensoperceção  Psicomotricidade  Vontade
  • 17. As alterações mentais poderão ser visíveis ao nível: Comportamento Pensamento Humor Comunicação
  • 18. E PODEM SURGIR EM ÉPOCAS ESPECIFICAS DO DESENVOLVIMENTO HUMANO: Infância Adolescênci Adulto 3ª Idade
  • 19. Sinais de alarme: Marcada alteração na personalidade (maneira de ser); Alteração evidente nos hábitos (sono, alimentação Demasiada irritabilidade, hostilidade ou mesmo comportamento violento. “Altos e baixos” extremados Ansiedade excessiva Ideias estranhas Abuso de álcool ou drogas Perda da habilidade para lidar com os problemas atividades do dia-a-dia Pensar ou falar em suicídio Tristeza prolongada ou apatia
  • 20. ALTERAÇÕES DO COMPORTAMENTO Atitude É uma maneira organizada e coerente de pensar, sentir e reagir em relação a pessoas e acontecimentos ocorridos no nosso dia-a-dia. Comportamento É o conjunto organizado das operações selecionadas em função das informações recebidas do ambiente através das quais o indivíduo integra as suas tendências As perturbações mentais e do comportamento originam comportamentos que impedem ou dificultam o desempenho das funções pessoais e sociais do indivíduo, de forma sustentada recorrente. Ex.: Doença de Alzheimer
  • 21. Alterações de comportamento Infância, adolescência, adulto e velhice Os sinais mais comuns da alteração do comportamento são: Agitação - movimentação excessiva e despropositada, que pode variar desde uma leve inquietude até ações violentas e agressivas Confusão - estado de comprometimento mental levando a redução da compreensão, coerência e da capacidade de raciocínio. Delírio - é um estado agudo de confusão com comprometimento cognitivo desencadeado por afeção neurológica ou clínica, de carácter grave, com duração de horas a dias.
  • 22. ALTERAÇÕES DO PENSAMENTO Conceito Juízo Pensamento Elemento puramente cognitivo estrutura do pensamento Relação significativa entre os conceitos Operação mental que nos permite aproveitar os conhecimentos adquiridos na da vida social e cultural, combiná-los logicamente e alcançar uma outra nova forma de conhecimento
  • 23. ALTERAÇÕES DO PENSAMENTO Todo esse processo começa com a sensação e termina com o raciocínio dialético, onde uma ideia se associa a outra e, desta união de ideias nasce uma terceira. O pensamento lógico consiste em selecionar e orientar esses conceitos, tendo como objetivo alcançar uma integração significativa, que possibilite uma atitude racional perante as necessidades do momento. (Ex: Esquizofrenia ) Conceito Juizo Pensamento
  • 24. ALTERAÇÕES DO HUMOR O humor é naturalmente variável durante o dia em todas as pessoas. Se tivermos muitos momentos stressantes e desgastantes num único dia é natural que, quando esse dia chegue ao fim, estejamos sem energia, cansados e tristes. Não devemos, contudo, confundir tristeza com depressão. A tristeza é um sentimento que pode aparecer por algum motivo qualquer e depois de algum tempo ela passa.
  • 25. Depressão:  Os episódios típicos de cada um dos três graus de depressão (leve, moderado ou grave), o paciente apresenta um rebaixamento do humor, redução da energia e diminuição da atividade. Existe alteração da capacidade de experimentar o prazer, perda de interesse, diminuição da capacidade de concentração associadas em geral à fadiga, mesmo após um esforço mínimo.  Observa-se, em geral, problemas do sono e diminuição do apetite. Existe quase sempre uma diminuição da autoestima e da autoconfiança, e frequentemente ideias de culpabilidade e ou de indignidade, mesmo nas formas leves.
  • 26. Distimia Característica essencial está no humor cronicamente deprimido, que ocorre na maior parte do dia por pelo menos dois anos. Os indivíduos descrevem o seu humor como triste ou “na fossa”. Em crianças, o humor pode ser irritável ao invés de deprimido, e a duração mínima exigida é de apenas um ano.  Durante os períodos de humor deprimido, pelo menos dois dos seguintes sintomas adicionais estão presentes:  Apetite diminuído ou hiperfagia;  Insônia ou Hipersónia;  Baixa energia ou fadiga;  Baixa autoestima;  Fraca concentração ou dificuldade em tomar decisões;  Sentimentos de desesperança.
  • 27.  Os indivíduos podem notar a presença proeminente de baixo interesse e de autocrítica, frequentemente vendo a si mesmos como desinteressantes ou incapazes. Como estes sintomas se tornam uma parte tão presente na experiência quotidiana do indivíduo (por exemplo: “Sempre fui assim", "É assim que sou"), eles em geral não são relatados, a menos que diretamente investigados pelo entrevistador.
  • 28. Transtorno Bipolar: A alternância de longos períodos depressivos com manias é a tónica dessa patologia. Os indivíduos com esse transtorno apresentam durante algumas ocasiões uma elevação do humor e aumento da energia e da atividade (hipomania ou mania), e em outras, um rebaixamento do humor e de redução da energia e da atividade (depressão).
  • 29. ALTERAÇÕES DA COMUNICAÇÃO  Comunicação é um mecanismo através do qual existem e se desenvolvem as relações humanas, capacidade de comunicar e de se relacionar com os outros.  Comunicar, através de qualquer meio, é colocar em comum, é partilhar, e em geral faz-se através da linguagem (e não confundir com língua ou idioma).  Linguagem é função cerebral que permite a qualquer ser humano adquirir e utilizar uma língua.  A comunicação humana, faz-se de forma verbal e não verbal, tanto em crianças como em adultos.  “A fala representa a expressão do pensamento”  Um aspeto muito importante a ter em conta nos doentes com perturbações mentais é a alteração da sua capacidade de comunicação, o que pode tornar a comunicação com estes doentes um desafio. Perante esta situação, geralmente os profissionais de saúde e/ou familiares ficam impacientes. É assim importante que estes se informem sobre quais os problemas de comunicação mais comuns com estes doentes, dependendo também do tipo de doença mental por forma a ter uma melhor ideia de como lidar com estas alterações.
  • 30. Existem vários tipos de perturbações mentais, e só através da análise da doença específica é que o técnico necessita direcionar a sua forma de comunicar, tendo em conta a especificidade da alteração mental. o Dificuldades em encontrar a palavra certa durante uma conversa; o Dificuldades em compreender o significado das palavras; o Dificuldades em manter a atenção durante longas conversas; o Perda do raciocínio durante uma conversa; Foquemo-nos nos problemas de comunicação mais comuns causados pela Doença de Alzheimer:
  • 31. Foquemo-nos nos problemas de comunicação mais comuns causados pela Doença de Alzheimer: o Dificuldades em referir passos de atividades comuns como cozinhar, vestir, etc.; o Problemas em abstrair-se de barulhos de fundo como os da televisão, rádio, outras o conversas, etc.; o Frustração quando não conseguem comunicar; o Ser muito sensível ao toque, ao tom e volume da voz.
  • 32. Comunicação com os doentes de Alzheimer  É, portanto, difícil compreendê-los, mas também estes se fazerem compreender. Assim é essencial que os familiares e/ou profissionais de saúde “aprendam” a comunicar e a lidar com estes doentes, de forma a tornar o dia-a-dia menos stressante e a melhorar a sua relação com o doente.  Para uma eficaz comunicação é essencial criar um ambiente positivo para a interação com o doente, sendo importante tratá-lo de forma amável e, acima de tudo, com respeito.  Muitas vezes a atitude e a linguagem corporal são mais importantes que as próprias palavras, podendo então utilizar por exemplo, expressões faciais e contato físico, para auxiliar a transmissão da sua mensagem e a demonstrar os seus sentimentos e afetos.
  • 33. Facilitar a comunicação com o doente Tentar optar sempre por palavras simples e frases curtas, falar calma e pausadamente, bem como utilizar um tom de voz baixo e suave . Nunca deve falar com estes doentes como se tratassem de bebés, ou falar destes como se não estivessem presentes Limitar as distrações e o barulho (exemplos: desligar o rádio e a televisão, fechar as cortinas, etc.) de modo a focar a atenção do doente no que lhe está a dizer. Estabelecer contacto visual e chamar o doente pelo nome, garantindo que antes de falar com este tem a sua atenção.
  • 34. Facilitar a comunicação com o doente Como estes doentes apresentam dificuldades em reconhecer familiares e amigos, pode começar a conversa apresentando-se, ou seja, relembrando-o de quem é. Ser paciente e permitir que o doente tenha tempo para responder às questões, ouvindo-o atentamente. Acima de tudo não o interromper mesmo que saiba aquilo que ele está a tentar dizer. Simplificar as questões colocadas ao doente. Fazer uma pergunta de cada vez, optar por questões cuja resposta é “sim” ou “não”, ou então fazer a pergunta de forma a limitar as opções de resposta.
  • 35. Facilitar a comunicação com o doente Se o doente estiver com dificuldades em encontrar a palavra correta ou a comunicar um pensamento, auxiliar gentilmente a se fornecendo-lhe as palavras que ele está à procura, isto se o doente parecer estar aberto à ajuda Quando o doente começar a ficar perturbado, tentar mudar o assunto de conversa ou o ambiente. •Muitas vezes estes doentes sentem-se confusos e ansiosos o que os pode levar a recordar de coisas que nunca ocorreram. Aqui é importante tentar não os convencer de que estão errados, mas sim confortá-los e apoiá-los, caso o assunto não seja de risco.
  • 36. Facilitar a comunicação com o doente •Se o doente parecer triste, encorajar a expressão dos seus sentimentos, e mostrar que é compreendido. Usar o humor sempre que possível, pois pode ajudar a libertar a tensão e ser uma boa terapia! Ter para com estes doentes uma atitude carinhosa e tranquilizadora Estar sempre atento a possíveis problemas de audição e visão do doente que afetar a comunicação
  • 37. Alimentação O hábito alimentar pode estar alterado em vários transtornos. Um dos sintomas mais frequentes na depressão é a falta de apetite, acompanhada da perda de peso. Mas pode ocorrer que o aumento de apetite e a pessoa ganhe peso, o que é chamado de depressão atípica Anorexia: preocupação exagerada com o peso, há comportamento obstinado para perda de peso, seja com dietas exercício físico extenuantes Bulimia: tem compulsão alimentar, ingerem uma quantidade de alimentos muito grande e depois tem comportamentos purgatório (vomito)
  • 38. Alimentação A Nutrição não é um substituto aos cuidados essenciais, como o uso de medicamentos e psicoterapia, mas um complemento importante já que uma alimentação equilibrada pode ajudar sim na regulação de alguns componentes bioquímicos envolvidos na saúde do cérebro. Os hábitos alimentares inadequados como uma dieta rica em açúcares refinados e gorduras saturadas pode prejudicar a função cerebral geral pois estimulam processos inflamatórios que são nocivos e contribuem para a depressão e ansiedade.  Por outro lado, muitos outros nutrientes estão diretamente associados com os processos bioquímicos do cérebro (benéficos para a prevenção e auxilio no tratamento de transtornos mentais), tais como:
  • 39. Vitamina D: melhora dos quadros de depressão, desempenha papel importante na formação e crescimento saudável dos neurônios, principalmente no desenvolvimento do cérebro durante a gestação. Também previne doenças neurodegenerativas – como Alzheimer. Vitaminas do complexo B: São essenciais para a produção de neurotransmissores do Sistema Nervoso Central (SNC). A B12 em específico auxilia a manutenção da saúde neurológica, previne a demência e melhora o estado cognitivo. Triptfano: É um aminoácido que se converte em serotonina, que é um neurotransmissor responsável pela sensação de bem-estar, essencial no combate à depressão e ansiedade e que regula os processos de comportamento e regula as emoções Minerais como zinco e magnésio: Aumenta o tempo de vida e a saúde das células do Sistema Nervoso Central, ajuda a prevenção de depressão e ansiedade; Auxilia o metabolismo da serotonina, ajuda no combate da depressão e ajuda na regulação e na do sono. Ácidos graxos ômega-3 e ômega 6: Ajuda na saúde das membranas cerebrais e na regulação de substâncias importantes para a modulação de neurotransmissores. A ciência já provou sua efetividade no tratamento de esquizofrenia.
  • 40. Eliminação Encoprese Evacuação repetida de fezes em locais inadequados (roupa, chão), sendo um acto involuntário. Enurese Micção repetida, diurna ou noturna, em roupas, cama.
  • 41. Higiene A falta de asseio está muitas vezes associada à falta de autoestima, e a um transtorno mental. A higiene deve ser feita com relação ao corpo e ao meio ambiente, e mantida nas melhores condições, sendo, até mesmo, importante para a parte emocional do ser humano. Compreende o estudo das diversas fases da evolução do indivíduo, este deve ocupa-se dos cuidados que deve ter com o corpo, vestuário, alimentação, trabalho físico como mental.
  • 42. Sono e Repouso Repouso e higiene são necessidades básicas do corpo, essenciais para a saúde.  Manter o corpo bem oxigenado (atividade física, bom ar ambiente e respiração profunda), bem hidratado (2 a 4 litros de água por dia),  Bem nutrido (uso de bastante vegetais),  Desintoxicado (isento de substâncias artificiais),  Exercitado (caminhada rotineira). Ter uma distração, uma higiene mental, ter amigos, conversar sobre assuntos agradáveis, evitando os desagradáveis, sorrir, distrair-se, estar alegre. Servir ao próximo, dentro das suas possibilidades, é uma condição que gera muita satisfação e bem-estar. Estas práticas fortalecem a pessoa e a tornam mais resistente aos problemas.
  • 43. O repouso físico FÍSICO e MENTAL e ambos devem ser observados. Observe o repouso adequado para o seu corpo. Após o almoço, é muito bom para a sua saúde que você faça um pequeno repouso depois do almoço. Vai descansar o corpo, recuperar os desgastes da manhã, e preparar o corpo para mais um período de trabalho. Vai melhorar o rendimento no trabalho e até melhora o relacionamento entre as pessoas, diminui os acidentes, melhora a qualidade da produção. A Noite é para descansar e dormir. Jante cedo e coma pouco no jantar. Evite fazer trabalhos, ver filmes ou fazer leituras stressantes à noite. Prepare-se para dormir mantendo-se relaxado, sem estímulos que lhe deixem agitado. Vá para a cama apenas na hora de dormir. Um banho morno ajuda a relaxar. O fim-de-semana tem uma importância muito grande, serve também como um repouso para nossa mente. As férias, também devem ser usadas para recuperar o organismo dos desgastes da vida. Tire férias que sirvam para relaxar e descansar e não para cansar mais ainda.
  • 45. Técnico/a auxiliar de Saúde. Técnico Auxiliar de Saúde, o profissional que sob a orientação de profissionais de saúde com formação superior, auxilia na prestação de cuidados de saúde aos utentes. A sua carreira exige não só disponibilidade e vocação, mas também grande dedicação amor a profissão
  • 46. Técnico/a auxiliar de Saúde. Onde trabalham:  Funcionamento logístico de um hospital  Centro de saúde  Clinica  Lar
  • 47. Tarefas a desempenhas pelo/a Técnico/a auxiliar de Saúde. Profissão multifacetada envolve o desempenho de várias tarefas em simultâneo, dai ser um profissão que exige muito de quem a prática, tanto física como psicologicamente Uma qualidade essencial destes profissionais é a simpatia e a capacidade de comunicar habilmente com os outros, pois os clientes destes serviços são pessoas debilitadas, sensíveis, por vezes mesmo até pouco sociáveis, pois necessitam toda atenção e carinho da parte de quem os cuida diariamente.
  • 48. Tarefas a desempenhas pelo/a Técnico/a auxiliar de Saúde sob a orientação de enfermeiro/a  Ajudar o utente nas necessidades de eliminação e nos cuidados de higiene e conforto;  Auxiliar o enfermeiro na prestação de conforto ao utente e na realização de tratamentos a feridas e úlceras;  Auxiliar na prestação de cuidados ao utente que vai fazer, ou fez, uma intervenção cirúrgica;  Auxiliar nas tarefas de alimentação e hidratação do utente, nomeadamente na preparação de refeições ligeiras ou suplementos alimentares e no acompanhamento durante as refeições;  Executar tarefas que exijam uma intervenção imediata e simultânea ao alerta do profissional de saúde;  Auxiliar na transferência, posicionamento e transporte do utente, que necessita de ajuda total ou parcial, de acordo com orientações do profissional de saúde
  • 49. Tarefas a desempenhas pelo/a Técnico/a auxiliar de Saúde sob a orientação de profissional de saúde  Auxilia nos cuidados post-mortem (após morte) de acordo com orientações de saúde  Assegurar a recolha, transporte, triagem e acondicionamento de roupa da unidade do doente  Efetuar a limpeza e higienização das instalações/ superfícies da unidade do utente, e de outros espaços específicos, de acordo com normas e/ou procedimentos definidos;  Efetuar a lavagem e desinfeção de material hoteleiro, material clínico e mat erial de apoio clínico em local próprio, de acordo com normas e/ou procedimentos definidos;  Assegurar o armazenamento e conservação adequada de material hoteleir o, material de apoio clínico e clínico de acordo com normas e/ou procedimentos definidos;  Efetuar a lavagem (manual e mecânica) e desinfeção química, em local apr opriado, de equipamentos do serviço, de acordo com normas e/ou procedimentos definidos;  Recolher, lavar e acondicionar os materiais e equipamentos utilizados na lav agem e desinfeção, de acordo com normas e/ou procedimentos definidos, para posterior recolha de serviço interna ou externa;  Assegurar a recolha, triagem, transporte e acondicionamento de resíduos hospitalares, garantindo o manuseamento e transporte adequado dos mesmos de acordo com procedimentos definidos.
  • 50. Tarefas a desempenhas pelo/a Técnico/a auxiliar de Saúde atividade de apoio ao funcionamento da unidades e serviços  Efetuar a manutenção preventiva e reposição de material e equipamentos;  Efetuar o transporte de informação entre as difer entes unidades e serviços de prestação de cuida dos de saúde;  Encaminhar os contactos telefónicos de acordo c om normas e/ ou procedimentos definidos;  Encaminhar o utente, familiar e/ou cuidador, de acordo com normas e/ ou procedimentos definidos.  Auxiliar o profissional de saúde na recolha de am ostras biológicas e transporte para o serviço adequado, de acordo com normas e/ou procedimentos definidos
  • 51. Técnico Auxiliar de Saúde Resumo:  O Técnico/a Auxiliar de Saúde passa grande parte do seu turno em intervenções aos utentes, embora na maioria delas com supervisão da enfermagem, é fundamental manterem um atitude compreensiva, alegre e encorajadora, pois algumas praticas envolvem a privacidade e a intimidade dos clientes. Confidencialidade na relação entre cliente e Técnico/a auxiliar de Saúde