Heart Team – Seguimento           nos Doentes Cardiológicos Seguimento Centrado na Medicina Geral e FamiliarRubina Correia...
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Vigilancia do doente cardiológico em Medicina Geral e Familiar

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Apresentação no Congresso Nacional de Cardiologia, Vilamoura, Portugal 2012

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  • : A consulta de Medicina Geral e Familiar não é centradaexclusivamente na doença. O foco da nossa actuação é colocado na pessoa e nasua família, havendo espaço privilegiado para a promoção dasaúde e prevenção da doença.Afinalquem o doentecardiologico– permite-nosumareflexão á volta do status de doença versus Pre-doençaque é controverso…. E queavizinha campo de investigação e discussãofutura
  • Ondepara a saudecardíaca??IMC <25; actividadefisicaadequada; dietasaudavel; colest <200 pa >120-80 glicemia <100Avaliaram 1933 pessoas entre 45 e 75 anos------ apenas 1 participantecumpriaOscritériosapenas 1 emquase 2000 apresentavasaudecardiaca idealConclusion—The prevalence of ideal cardiovascular health is extremely low in a middle-aged community-based studypopulation. Comprehensive individual and population-based interventions must be developed to support the attainmentof the AHAs 2020 Impact Goal for cardiovascular health. (Circulation. 2011;123:850-857.)
  • A demanda de cuidados desaude- numa pop representativa de td as idades e géneros1000 pessoas 800 reportamsintomasapenas 327 consideramprocuraroscuidadosmédicose destas217 procuramosseumfamiliae só 21 destes1000 é q chegamao hospital
  • Atendendo a isto – sim o papel está muito do nosso lado!!!!
  • reduz a incidência da doença (isto é, a taxa de aparecimento de novos casos de doença numa determinada população e num determinado período de tempo).Aquimuito se tem falado e discutido a nível do uso do score e do uso de terapeuticamedicaemprevençãoproimáriasen do aqui as estatinas um temaaindamuitocontroverspoocomomostrasumaultimarevisão da cochrane .
  • prevalência da doença (proporção de indivíduos com a doença num determinado momento).
  • Revisãosistemática da cochrane"For every 100 patients with elevated cholesterol levels who take statins for five years, a myocardial infarction will be prevented in one or two patients," they write. "Preventing a heart attack is a meaningful outcome. However, by taking statins, one or more patients will develop diabetes and 20% or more will experience disabling symptoms, including muscle weakness, fatigue, and memory loss."
  • É ao nível dos Cuidados de Saúde Primários (CSP) quea prevenção cardiovascular tem especial relevo pois a capacidade de intervir no controlo dos factores de risco está amplificada pela proximidade à comunidade. A relação que o médicode família estabelece cpermite-lheconhecer em detalhe o seu contexto biopsicossocial e os seusestilos de vida. Com essa informação é facilitada a tarefa deavaliar o risco e assim intervir de acordo com aestratificação efectuada. As recomendações europeias para aprevenção cardiovascular resultam do trabalho de uma taskforce criada entre a Sociedade Europeia de Cardiologia e outrasorganizações médicas entre as quais a Sociedade Europeia deMGF (ESGPFM /WONCA Europe). instrumentocriado em colaboração multidisciplinar conciliam todas as componentes e dimensões imprescindíveis à abordagem global daprevenção cardiovascular.2012/24/03 ACC 2012: More than 80% of first myocardial infarction admissions had undiagnosed modifiable risk factorDm; dislipidemiaouhtanãodiagnosticadasSource: 2012 American College of Cardiology Annual Meeting, Chicago, Illinois, March 24-27, 2012.
  • Um artigorecente da jamacolocouemevidência a importancia dos cspnosganhosemsaude
  • Artigo de 2012a evidência em nível individual que a presença de atributos da atenção primária está associado a menor mortalidade - Acesso, Integralidade do cuidado, e Medicina Centrada na Pessoa.
  • Prof reino unido há quase 10 nos em q a proposito de gerir o risco cv nos csp– onde se tem de controlar o rsico cv e onde se tem capacidade de diminuir os eventos cv a tónica o grande papel esta agora nas inyervenções de primeira linha
  • Para aquele doente a vermelho que se identificou como o nosso doente cardiológico do inico desta apresentação
  • A organização do sistema de saude tem actuar ao seu mais alto nível coexistindo uma coordenação de cuidados se traduza em mais ganhos em saúde cardiovascular
  • DIALOGO
  • E este importanteartico da jama dá-nos conta da importância, para a segurança do doente e para a continudade de cuidados que A COMUNICAÇÃO EM DIFEReNTES NÍVEIS DE CUIDADOS ocorra da melhor maneira permintindo maiores ganhos em saude
  • Tempos actuais obrigam-nos a repensar as nossas actuaisGanhos de saúdeGestão Racional de recursos
  • Partilha de informação clínica- tecnologia; sist. de informação tem de garb uma salto em termos de troca de informa em terma de plataformas educativas• Normas de Orientação Clínica comuns - Recomendações ClinicasEm paralelo, verifica-se recentemente umapreocupação redobrada em relação aos elevadoscustos associados a muitas das terapêuticasrecomendadas, resultantes da introdução denovas tecnologias e motivando um escrutíniocuidadoso da sua relação custo-benefícioNovos farmacosantiagregantes mais dispendiosos ter q haver por parte da tutela uma avaliação custo beneficio versus n de consultas vswarfarinaCriterios de referenciação- discutidos e trabalhaados entre csp\\css de mdo a todos entendermos as dificuldades de cada lado
  • Reuniões de Consultadoria Bons resultados: Os primeiros resultados mostraram q a estrategia permitiu reduzir o nº de pedidos de consulta em 78 %
  • Estes são os resultados que nos esperamos q sejam alcançados com bons os cuidados partilhados – heartt team
  • A maioria dos doentes cardiológicos apresentam alguma destas patologias… e
  • Deficil gerir os varios componentes deste processoDomaras feras gerir as dificuldadesAs vezes um exercico de verdadeira coragem
  • Promover adesão á terapeutica--- faz parte do papel do medico de familia avaliar e reforçar se a medicação esta a ser cumprida e ate entendida e por vezes ocorre o doente espera pela consulta com medico de familiaantes de tomar a medicação IMPORTANTE CAPACITAR O DTECapacitação – as indicações precisas de quando em q situaõesdeve recorre ao medico vs 112
  • A nossa grande area de actuação aproveitando aA nossa proximidade aos doentes o nosso Vinculo e influencia neles é a nivel de mudana d ecomportamentosTrna-seImptmudar consciências--- se é q elas estão na mente ou no coração???
  • Encvolver o dtenaidentificaçaõ e estratificação de risco – existeestudos a documentarqueestaparticipação do dtenestecalculopermiteumamaiorconsciencialização e adesão a estasmuddanças
  •  Nos centros de saúde existem profissionais dediferentes áreas que cooperam no sentido de alcançar osobjectivos da prevenção cardiovascular.– nutricionistas profissionais ligados ao exercico enfermeiros
  • Fillhoses???? Apesar do papael dos triglicerideosmanter-se controverso no risco cv
  • Metanálise do BMJ 2012/17/04A promoção de atividades físicas no tratamento primário é eficaz?Tipo de artigo: META-ANALYSISArtigo de Paul Haines, Excerpta MedicaDe BMJ. 2012;344;e1389.PMID 22451477
  • Termino com uma imagem do não deve acontecer na partilha d ecuidados de saude e no trabalho em equipa pk estamos no mesmo barco e devemos remar no mesmo sentido.
  • Termino com uma imagem do não deve acontecer no verdaeiroheart team
  • Vigilancia do doente cardiológico em Medicina Geral e Familiar

    1. 1. Heart Team – Seguimento nos Doentes Cardiológicos Seguimento Centrado na Medicina Geral e FamiliarRubina CorreiaMédica de FamíliaUSF Ria Formosa – ACES Central AlgarveVice-presidenteAssociação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar
    2. 2. Seguimento Centrado naassociação portuguesa de medicina geral e familiar Medicina Geral e Familiar www.apmgf.pt• E quem é o doente cardiológico? Rubina Correia – 24 de Abril de 2012
    3. 3. Seguimento Centrado naassociação portuguesa de medicina geral e familiar Medicina Geral e Familiar www.apmgf.ptSaúde Cardíaca Ideal? Rubina Correia – 24 de Abril de 2012
    4. 4. Seguimento Centrado na associação portuguesa de medicina geral e familiarMedicina Geral e Familiar www.apmgf.pt The ecology of medical care revisited.New England Journal of Medicine; 2001: 344, 2021–5 Rubina Correia – 24 de Abril de 2012
    5. 5. Seguimento Centrado na associação portuguesa de medicina geral e familiar Medicina Geral e Familiar www.apmgf.ptAs Doença CV têm vindo a aumentarapesar dos avanços da terapêuticamédica e interventiva — daqui ressalta anecessidade de apostar em medidaspreventivasWeintraub WS, Daniels SR, Burke LE, et al. Value of Primordial and PrimaryPrevention for Cardiovascular Disease: A Policy Statement From the AmericanHeart Association. Circulation. Aug 23 2011;124(8):967-990. [Medline]. Rubina Correia – 24 de Abril de 2012
    6. 6. Seguimento Centrado na associação portuguesa de medicina geral e familiarMedicina Geral e Familiar www.apmgf.pt Rubina Correia – 24 de Abril de 2012
    7. 7. Seguimento Centrado na associação portuguesa de medicina geral e familiar Medicina Geral e Familiar www.apmgf.ptPrevenção SecundáriaRedução (controlo/tratamento) de factores de risco após oaparecimento da doençaPode reduzir a prevalência da doençaPrevenção TerciáriaIntervenção efectuada na presença de doença diagnosticada comsinais e sintomas, com a finalidade de:• reduzir os efeitos da doença sobre a funcionalidade do indivíduo• melhorar ou manter a qualidade de vida• prevenir as complicações e a deterioração prematura Rubina Correia – 24 de Abril de 2012
    8. 8. Seguimento Centrado na associação portuguesa de medicina geral e familiarMedicina Geral e Familiar www.apmgf.pt Rubina Correia – 24 de Abril de 2012
    9. 9. Seguimento Centrado na associação portuguesa de medicina geral e familiar Medicina Geral e Familiar www.apmgf.ptMedico de Família e Factores de Risco Cardiovascular • Avaliação do risco cardiovascular global – SCORE atendendo aos extremos etários • Promoção de estilos de vida saudável • Tratamento e controle dos factores de risco CV Prevenção de Eventos CV Rubina Correia – 24 de Abril de 2012
    10. 10. Seguimento Centrado na associação portuguesa de medicina geral e familiarMedicina Geral e Familiar www.apmgf.pt Rubina Correia – 24 de Abril de 2012
    11. 11. Seguimento Centrado na associação portuguesa de medicina geral e familiar Medicina Geral e Familiar www.apmgf.ptCONCLUSIONSGreater reported patient access to selected primary careattributes was associated with lower mortality. The findingssupport the current interest in ensuring that patients haveaccess to a medical home encompassing these attributes. Rubina Correia – 24 de Abril de 2012
    12. 12. Seguimento Centrado na associação portuguesa de medicina geral e familiarMedicina Geral e Familiar www.apmgf.pt Rubina Correia – 24 de Abril de 2012
    13. 13. Seguimento Centrado na associação portuguesa de medicina geral e familiarMedicina Geral e Familiar www.apmgf.pt Rubina Correia – 24 de Abril de 2012
    14. 14. Seguimento Centrado na associação portuguesa de medicina geral e familiarMedicina Geral e Familiar www.apmgf.pt Rubina Correia – 24 de Abril de 2012
    15. 15. Seguimento Centrado na associação portuguesa de medicina geral e familiarMedicina Geral e Familiar www.apmgf.pt Rubina Correia – 24 de Abril de 2012
    16. 16. Seguimento Centrado na associação portuguesa de medicina geral e familiarMedicina Geral e Familiar www.apmgf.pt Rubina Correia – 24 de Abril de 2012
    17. 17. Seguimento Centrado na associação portuguesa de medicina geral e familiarMedicina Geral e Familiar www.apmgf.pt Rubina Correia – 24 de Abril de 2012
    18. 18. Seguimento Centrado na associação portuguesa de medicina geral e familiarMedicina Geral e Familiar www.apmgf.pt Rubina Correia – 24 de Abril de 2012
    19. 19. Seguimento Centrado na associação portuguesa de medicina geral e familiarMedicina Geral e Familiar www.apmgf.pt Rubina Correia – 24 de Abril de 2012
    20. 20. Seguimento Centrado naassociação portuguesa de medicina geral e familiar Medicina Geral e Familiar www.apmgf.ptCuidados Partilhados – Resultados • Redução atendimentos de urgência • Redução de hospitalização • Capacitação dos pacientes • Cuidados domiciliários • Resultados na evolução da doença • Orientação Comunitária • Cuidados de proximidade Rubina Correia – 24 de Abril de 2012
    21. 21. Seguimento Centrado na associação portuguesa de medicina geral e familiarMedicina Geral e Familiar www.apmgf.pt Rubina Correia – 24 de Abril de 2012
    22. 22. Seguimento Centrado na associação portuguesa de medicina geral e familiarMedicina Geral e Familiar www.apmgf.ptDoentes cardiológicos• Síndromes coronários• Pós EAM• Arritmias• Insuficiência cardíaca• Valvulopatias• Pós – cirurgia cardíaca• HTA Refratária Rubina Correia – 24 de Abril de 2012
    23. 23. Seguimento Centrado na associação portuguesa de medicina geral e familiarMedicina Geral e Familiar www.apmgf.pt Rubina Correia – 24 de Abril de 2012
    24. 24. Seguimento Centrado na associação portuguesa de medicina geral e familiar Medicina Geral e Familiar www.apmgf.pt Consulta com o Médico de Família• Avaliação do relatório de alta• Esclarecimento de dúvidas• Perceber as expectativas do paciente• Promover a adesão à terapêutica• Reforçar modificação de estilos de vida• Capacitação do paciente e cuidadores• Estabelecer plano de vigilância Rubina Correia – 24 de Abril de 2012
    25. 25. Seguimento Centrado na associação portuguesa de medicina geral e familiarMedicina Geral e Familiar www.apmgf.pt Rubina Correia – 24 de Abril de 2012
    26. 26. Seguimento Centrado na associação portuguesa de medicina geral e familiar Medicina Geral e Familiar www.apmgf.pt• Desenvolver aliança terapêutica com o paciente• Envolver o doente na identificação de factores de risco• Assegurar que o paciente compreende a associação dos estilos de vida com a doença CV• Receber compromissos do doente para alcançar a mudança de estilos de vida Rubina Correia – 24 de Abril de 2012
    27. 27. Seguimento Centrado na associação portuguesa de medicina geral e familiar Medicina Geral e Familiar www.apmgf.ptEstabelecer um plano demodificação de estilos de vidaReforçar positivamente acapacidade do paciente para mudarMonitorizar o progresso namudança de comportamentoEnvolver outros profissionais desaúde sempre que possível Rubina Correia – 24 de Abril de 2012
    28. 28. Seguimento Centrado na associação portuguesa de medicina geral e familiar Medicina Geral e Familiar www.apmgf.ptCessação tabágicaAconselhar em cada consultaControlo da pressão arterialPA < 140/90 mm HgControlo de lipidémia – LDL ; HDL;Trigl ??Dieta rica em omega 3 Rubina Correia – 24 de Abril de 2012
    29. 29. Seguimento Centrado na associação portuguesa de medicina geral e familiar Medicina Geral e Familiar www.apmgf.pt- Atividade físicaExercício pelo menos 30 min – 7 dias semana pelo menos 5xs semanaOrrow G, Kinmonth AL, Sanderson S, et al. Effectiveness of physical activity promotion based in primary care:systematic review and meta-analysis of randomised controlled trials. BMJ. 2012;344;e1389 .- Controlo do peso IMC: 18,5-24,9 - Controlo metabólico na DM Rubina Correia – 24 de Abril de 2012
    30. 30. Seguimento Centrado na associação portuguesa de medicina geral e familiar Medicina Geral e Familiar www.apmgf.pt• Estatina• Antiagregação/anticoagulação (Dupla – AAS+Clopidogrel)• iECAs/ARA• Beta-bloqueantes• Vacinação anual anti- influenza Rubina Correia – 24 de Abril de 2012
    31. 31. Seguimento Centrado na associação portuguesa de medicina geral e familiarMedicina Geral e Familiar www.apmgf.pt Rubina Correia – 24 de Abril de 2012
    32. 32. Seguimento Centrado na associação portuguesa de medicina geral e familiarMedicina Geral e Familiar www.apmgf.pt Obrigada, pela vossa atenção Rubina Correia – 24 de Abril de 2012

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