Alunos: Jefferson Schissler
Kharoline Dallagnol
Patrik Piery
Rubens Calegari
TiagoTonello
O uso de ERP e CRM no suporte à
...
Gestão de Demanda
 Tem por objetivo coordenar e controlar todos os fatores da
demanda para que o sistema produtivo possa ...
Principais atividades da Gestão de
Demanda
 1) PREVER A DEMANDA: Previsão de futuras vendas não
deixando a falta de produ...
 4) PRAZOS DE ENTREGA: É necessário que se haja um
planejamento para o prazo de entrega seja cumprido e que passe
confian...
 6)PLANEJAR NIVEL DE SERVIÇOS AOS CLIENTES:
Prever a necessidade do seu cliente, para que se possa se
programar com o aum...
Modelo de referência em Gestão de
Demanda para MTS
 Planejar e controlar a produção
 Gerir a demanda
 Subprocessos da G...
Gestão do relacionamento com
clientes (CRM)
 Conhecido como marketing com clientes;
 É uma estratégia empresarial que pe...
CRM
 Está associado ao desenvolvimento de ações para conquistar
novos clientes, manter os atuais,e até mesmo, abrir mão d...
Funcionalidades existentes no CRM
 São agrupadas em operacionais, analíticas e colaborativas;
 Possuem o aspectos de: au...
ERP (Planejamento de recursos da
empresa)
 Os ERP tiveram origem na década de 70 nos MRP
(planejamento de requisição de m...
ERP (Planejamento de recursos da
empresa)
 Começou a existir uma interação entre os sistemas de gestão
da manufatura e os...
Principais características dos sistemas
ERP:
 ESTRUTURA: Os sistemas ERP são compostos por uma base de dados central
apoi...
Resultados da aplicabilidade dos sistemas
CRM e ERP no processo de negócio gestão de
demanda em ambientes de produção Make...
 Cada matriz foi estruturada de forma que as atividades do
modelo fossem listadas nas linhas da tabela, enquanto que as
f...
A mensuração foi baseada na avaliação subjetiva dos
pesquisadores, o que pode ser valorizado pela experiência
que possuem ...
 Cobertura Parcial: a funcionalidade ajuda a execução da
atividade, mas não a satisfaz por completo, ou seja, o uso da
fu...
 Não Cobre/Não se aplica: A funcionalidade não auxilia
ou não se aplica à atividade proposta.
Os resultados obtidos a partir das matrizes citadas foram
então analisados. Tendo em vista as descrições elaboradas
sobre ...
Essa análise foi elaborada a partir do cálculo da porcentagem
de atividades de cada subprocesso da Gestão da Demanda,
que ...
O uso de ERP e CRM no suporte à gestão da demanda em ambientes de produção Make-to-Stock
O uso de ERP e CRM no suporte à gestão da demanda em ambientes de produção Make-to-Stock
O uso de ERP e CRM no suporte à gestão da demanda em ambientes de produção Make-to-Stock
O uso de ERP e CRM no suporte à gestão da demanda em ambientes de produção Make-to-Stock
O uso de ERP e CRM no suporte à gestão da demanda em ambientes de produção Make-to-Stock
Próximos SlideShares
Carregando em…5
×

O uso de ERP e CRM no suporte à gestão da demanda em ambientes de produção Make-to-Stock

693 visualizações

Publicada em

  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

O uso de ERP e CRM no suporte à gestão da demanda em ambientes de produção Make-to-Stock

  1. 1. Alunos: Jefferson Schissler Kharoline Dallagnol Patrik Piery Rubens Calegari TiagoTonello O uso de ERP e CRM no suporte à gestão da demanda em ambientes de produção Make-to-Stock
  2. 2. Gestão de Demanda  Tem por objetivo coordenar e controlar todos os fatores da demanda para que o sistema produtivo possa ser utilizado com eficiência para que todos os prazos de entrega sejam cumpridos.
  3. 3. Principais atividades da Gestão de Demanda  1) PREVER A DEMANDA: Previsão de futuras vendas não deixando a falta de produtos atingir a empresa.  2) COMUNICAR COM O MERCARDO: Coleta de dados do mercado analisando informações, estar sempre em contato com os clientes  3) INFLUENCIAR A DEMANDA: Deve ser pesquisado para se conseguir melhor utilização dos recursos , por exemplo, quando a oferta de um produto esta mais alta que sua procura.
  4. 4.  4) PRAZOS DE ENTREGA: É necessário que se haja um planejamento para o prazo de entrega seja cumprido e que passe confiança para o consumidor , levar em conta recebimentos de matérias-primas para a produção , e também o sistema produtivo da empresa.  5) PRIORIZAR E ALOCAR: Satisfazer toda a demanda dos clientes, se não for possível escolher a que atender e qual terá que esperar.
  5. 5.  6)PLANEJAR NIVEL DE SERVIÇOS AOS CLIENTES: Prever a necessidade do seu cliente, para que se possa se programar com o aumento do estoque e confiabilidade nos prazos de entrega.  7)PLANEJAR A DISTRIBUIÇÃO: Ter um bom plano de logística para que a distribuição dos produtos sejam feitos no prazo de entrega contratado.  8)CONTROLES DO PROCESSO:Acompanhamento de todo esse processo é fundamental para controle das atividades, com objetivo de avaliar e interpretar os resultados obtidos, permitindo assim um plano corretivo se for necessário
  6. 6. Modelo de referência em Gestão de Demanda para MTS  Planejar e controlar a produção  Gerir a demanda  Subprocessos da Gestão de Damanda
  7. 7. Gestão do relacionamento com clientes (CRM)  Conhecido como marketing com clientes;  É uma estratégia empresarial que permite às empresas selecionar e administrar seus clientes com a finalidade de maximizar seu valor a longo prazo;  Meio de edificação das estratégias e processos com o cliente, apoiado pelo software apropriado;
  8. 8. CRM  Está associado ao desenvolvimento de ações para conquistar novos clientes, manter os atuais,e até mesmo, abrir mão dos que não trazem retorno  Busca maior fidelização dos clientes existentes
  9. 9. Funcionalidades existentes no CRM  São agrupadas em operacionais, analíticas e colaborativas;  Possuem o aspectos de: automoção de marketing, automoção da força de vendas, suporte e serviço ao cliente
  10. 10. ERP (Planejamento de recursos da empresa)  Os ERP tiveram origem na década de 70 nos MRP (planejamento de requisição de material)  Esse sistema era utilizado somente para o controle das necessidades no setor Fim da manufatura como compra dos componentes conforme a necessidade da produção, mas ao ser integrado o controle das necessidades de outros setores como recursos humanos e equipamentos todos ligados a manufatura, passou a ser chamado planejamento de recursos da manufatura (MRP II);
  11. 11. ERP (Planejamento de recursos da empresa)  Começou a existir uma interação entre os sistemas de gestão da manufatura e os sistemas de outros setores da empresa, sendo criados outros módulos no sistema MRP, os quais passaram a atender as necessidades de informação para todos os processos internos da empresa, ultrapassando o escopo da manufatura aumentando a abrangência do sistema, que passou a denominar-se ERP.
  12. 12. Principais características dos sistemas ERP:  ESTRUTURA: Os sistemas ERP são compostos por uma base de dados central apoiada por vários Módulos de aplicativos.  GENERALIDADE: Um sistema ERP deve ser capaz de suportar uma variedade de estruturas organizacionais e deve ser adequado a uma vasta gama de tipos de organizações.  Arquitetura cliente/ servidor: uma definição ampla de arquitetura de software cliente/servidor classifica como “cliente” um software que pode solicitar um serviço e, como “servidor” um software que pode fornecer um serviço.  Baseado em modelos de referências das melhores práticas de negócio:Ele é genérico, ou seja, é um sistema que pode ser aplicado a inúmeros setores e industrias diferentes, por isso deve-se baseado nas melhores práticas de negócio já existentes no mercado.
  13. 13. Resultados da aplicabilidade dos sistemas CRM e ERP no processo de negócio gestão de demanda em ambientes de produção Make- to-Stock Com o intuito de analisar e organizar as atividades do modelo de referência de Gestão de Demanda que podem ser executadas com o auxílio das funcionalidades encontradas nos sistemas estudados, duas matrizes "atividades do modelo versus funcionalidades do sistema" foram desenvolvidas (uma para o sistema CRM e outra para o sistemaERP).
  14. 14.  Cada matriz foi estruturada de forma que as atividades do modelo fossem listadas nas linhas da tabela, enquanto que as funcionalidades do sistema, em suas colunas. Para a junção de cada linha-coluna, foi elaborada uma avaliação quanto ao grau de cobertura que a funcionalidade do sistema proporciona à atividade do modelo de referência.
  15. 15. A mensuração foi baseada na avaliação subjetiva dos pesquisadores, o que pode ser valorizado pela experiência que possuem na implementação dos sistemas em questão, e adotou os seguintes critérios:  CoberturaTotal: significa que a funcionalidade do sistema cobre totalmente a execução da atividade;
  16. 16.  Cobertura Parcial: a funcionalidade ajuda a execução da atividade, mas não a satisfaz por completo, ou seja, o uso da funcionalidade não garante o sucesso da atividade que é, normalmente, suportada por demais funcionalidades existentes em sistemas complementares ou por atividades de execução humana; e
  17. 17.  Não Cobre/Não se aplica: A funcionalidade não auxilia ou não se aplica à atividade proposta.
  18. 18. Os resultados obtidos a partir das matrizes citadas foram então analisados. Tendo em vista as descrições elaboradas sobre o suporte das funcionalidades encontradas nos sistemas SAP CRM e SAP R/3 – SD às atividades do modelo de Gestão de Demanda para ambientes Make-to-Stock, uma nova análise foi realizada de forma a visualizar graficamente a possível aplicação de tais sistemas no processo estudado.
  19. 19. Essa análise foi elaborada a partir do cálculo da porcentagem de atividades de cada subprocesso da Gestão da Demanda, que são suportadas pelas funcionalidades encontradas nos sistemas. Para isso, foi desenvolvido um indicador, denominado "IA – Índice de Aplicabilidade das Funcionalidades", que almeja apresentar um valor percentual do suporte das ferramentas a cada um dos subprocessos existentes no modelo.

×