O slideshow foi denunciado.
Seu SlideShare está sendo baixado. ×

Convivendo com multiplos problemas de saude

Anúncio
Anúncio
Anúncio
Anúncio
Anúncio
Anúncio
Anúncio
Anúncio
Anúncio
Anúncio
Anúncio
Anúncio
Carregando em…3
×

Confira estes a seguir

1 de 81 Anúncio
Anúncio

Mais Conteúdo rRelacionado

Diapositivos para si (20)

Semelhante a Convivendo com multiplos problemas de saude (20)

Anúncio

Mais de Rubens Junior (18)

Mais recentes (20)

Anúncio

Convivendo com multiplos problemas de saude

  1. 1. Convivendo com múltiplos problemas de saúde: o que os idosos devem saber
  2. 2. • À medida que temos uma vida mais longa, nos tornamos mais propensos a desenvolver diferentes tipos de problemas de saúde. • Um desafio que os idosos em particular enfrentam é viver com múltiplos problemas de saúde. Mais da metade dos idosos acima de 60 anos têm três ou mais problemas médicos, como doenças cardíacas, diabetes, câncer ou artrite. • Descobrir o melhor tratamento para vários problemas de saúde pode ser um pouco complicado.
  3. 3. • Por exemplo, a prescrição de medicamentos para um paciente com múltiplos problemas de saúde é mais complicada do que quando o paciente tem somente um problema de saúde, pois um medicamento que pode ser útil no tratamento de um problema de saúde e pode piorar o outro. • É por isso que tanto os pacientes quanto os profissionais de saúde têm um papel a desempenhar na busca da melhor solução para esses problemas. • Aqui estão algumas dicas para dividir com seu médico quando você tem vários problemas crônicos de saúde.
  4. 4. 1940 2000 Paradoxo da Medicina Atual Avanços na Medicina: Medicamentos Tecnologia Educação Aumento das Doenças Crônicas: Câncer Doenças do coração Doenças articulares Doenças neurológicas
  5. 5. DOENÇAS CRÔNICAS 50 milhões de brasileiros tem pelo menos uma doença crônica (DC). 50% destes tem mais de uma DC
  6. 6. IMPORTÂCIA DAS DOENÇAS PARA O IDOSO  Co-morbidade: 3,5 - 4,8 - 6,2 Diag/Pac  Polifarmácia: nenhum < 20 %  Limitações decorrentes: físicas mentais sociais
  7. 7. DOENÇAS NÃO TRANSMISSIVEIS • Presença de doenças altamente incapacitantes mas de relativa baixa letalidade como demência, depressão, OA, incontinência urinária • Doenças crônicas: HAS, ICC, ICo, FA, varizes, DM ,AVC, DPOC, Ins. Vascular periférica, Ins. Renal, catarata, glaucoma, surdez
  8. 8. OUTRAS DOENÇAS • Saúde oral : 65% de edêntulos • GI : Constipação intestinal, diverticulose, colelitíase • Neoplasias: mama, cólon, pulmão, próstata, estômago, pele, linfo ou mieloproliferativas • CV : hipotensão ortostática, dislipidemia, TEP • Dermato : Úlceras de decúbito, xerodermia • Incontinência : urinária/fecal
  9. 9. OUTRAS DOENÇAS • Infecções: pneumonia, infecção urinária, erisipela, tuberculose,influenza • Uro : Hiperplasia prostática benigna, disf. sexual • Neuro : Insônia • Endocrino : Hipo e hipertireoidismo, hiperparatireoidismo • Hemato : Anemia • Outros : hiponatremia, def. de B12
  10. 10. O Que limita o idoso? O PROCESSO NATURAL DE ENVELHECIMENTO X AS DOENÇAS CRÔNICAS
  11. 11. QUAL É O IMPACTO? • Doenças causam complicações e agravos • Incapacitação física e mental • Demanda maior de assistência médica de urgência e internação • Propedêutica e terapêutica mais cara
  12. 12. • O idoso utiliza mais drogas porque tem varias doenças : – Doenças Cardiovasculares – Artrite – Doenças Gastrointestinais – Disfunções Miccionais Polimedicação no Idoso: Por que?
  13. 13. Polimedicação no Idoso Por definição…. • “Muitas Drogas” • O uso de mais medicações do que está clinicamente indicado ou recomendado – 5 ou mais medicações
  14. 14. Obtenha o máximo de informações sobre as opções de tratamento possíveis
  15. 15. Você deve dividir com seu médico suas opções de cuidado e assumir um papel ativo na decisão de qual tipo de tratamento você gostaria. Por exemplo, você deve perguntar ao seu médico quanto tempo cada opção de tratamento pode levar para funcionar, pois alguns tratamentos podem levar mais tempo do que outros para mostrar benefícios.
  16. 16. • Você também deve decidir se quer tomar todas as suas decisões de cuidados por conta própria ou incluir outras pessoas no processo de tomada de decisão. • Podem incluir cônjuges, membros da família ou amigos. E você deve sempre informar seu médico imediatamente se tiver dúvidas ou preocupações, se quiser interromper o tratamento ou se quiser tentar algo novo.
  17. 17. Certifique-se de que seu médico entende suas prioridades para atendimento
  18. 18. • Decida quais os resultados do tratamento são importantes para você. Por exemplo, você pode querer permanecer o mais independente possível pelo maior tempo possível. • Devido a isso, você pode preferir um tratamento com menos efeitos colaterais, mesmo que esse tratamento não possa prolongar sua vida. • você deve perguntar ao seu médico como as diferentes opções de tratamento afetarão os aspectos da sua vida como seu nível de independência ou dor.
  19. 19. Faça perguntas sobre riscos e benefícios do tratamento
  20. 20. • A maioria dos medicamentos e outros tratamentos têm benefícios e riscos. • Converse com seu médico sobre possíveis benefícios de cada tratamento, bem como possíveis desvantagens, como aumento dos riscos de incapacidade, novos problemas de saúde e pior qualidade de vida. • Compreender todos os prós e contras de cada tratamento irá ajudá-lo a decidir qual é a melhor opção para você.
  21. 21. Comunique seu profissional de saúde imediatamente se um tratamento não parece estar funcionando ou está lhe causando problemas
  22. 22. • Como não existem muita pesquisa sobre idosos com múltiplas doenças, seu médico pode não conseguir prever exatamente como um tratamento afetará você. • Por isso, é muito importante que você ou seu cuidador informe imediatamente seu médico, se um tratamento não estiver funcionando ou causando efeitos colaterais. • Não esconda de seu médico se você não está tomando a medicação, se você está com dificuldades para adquirir a medicação e se está tomando doses maiores que a que foram solicitadas.
  23. 23. Fale se seu plano de tratamento é muito complicado para administrar
  24. 24. • Estudos descobriram que quanto mais complicadas são as instruções de tratamento, maior a probabilidade de os pacientes pararem de seguí-las. • Fale para o seu médico se o seu tratamento se torna muito complicado ou difícil de seguir. E certifique-se de entender todas as instruções antes de sair do consultório. • Peça-lhes para ajudar você com instruções tão simples e fáceis de seguir quanto possível.
  25. 25. Aproveite ao máximo os tratamentos que causam poucos ou nenhum efeito colateral
  26. 26. • Seu plano de tratamento deve atender às suas necessidades e preferências, ao mesmo tempo em que você obtém os maiores benefícios e a menor quantidade de riscos. • Entre outras coisas, seu médico deve ser capaz de informá-lo sobre opções de tratamento não medicamentosos - e como usá-los quando possível - para evitar interações potencialmente perigosas entre medicamentos, bem como outros efeitos colaterais potenciais. • Pergunte ao seu médico se existem opções não medicamentosas para pelo menos alguns dos seus sintomas.
  27. 27. Como falar com seu médico: dicas sobre como melhorar a comunicação
  28. 28. • Uma boa comunicação entre você e seu médico é essencial para sua saúde. Isso pode ser um desafio a ser realizado em uma visita de tempo curto. • É importante compartilhar todas as informações sobre você e sua saúde. • E é importante que eles expliquem o que você precisa fazer para se manter o mais saudável possível, de uma maneira que você entenda.
  29. 29. Faça uma lista
  30. 30. • Anote seus objetivos para a visita e as coisas sobre as quais você mais deseja falar com o seu médico. Tente manter sua lista nos 2-3 itens mais importantes. Também crie e mantenha um registro pessoal de saúde. • Anote todos os seus problemas de saúde passados e atuais, e qualquer cirurgia ou outros tratamentos que você fez. Observe os nomes de todos os medicamentos que você tomou que causaram efeitos colaterais indesejados. mantenha este registro atualizado e leve-o à sua visita.
  31. 31. Traga suas medicações na consulta, vitaminas e fitoterápicos
  32. 32. • Coloque todos os medicamentos prescritos, medicamentos de venda sem prescrição médica, ervas, vitaminas e outros suplementos em uma sacola e leve-os à sua visita. • Dessa forma, seu médico saberá exatamente o que você está tomando, quando e com quais doses. Isso é importante porque algumas drogas, ervas e suplementos podem interagir com medicamentos que seu médico pode prescrever.
  33. 33. Traga uma caneta e um papel
  34. 34. • Leve papel ou caderno para sua consulta, para que você possa anotar o que seu médico lhe diz. • Se você tiver dificuldade para lembrar mais tarde, poderá rever suas anotações.
  35. 35. Considere ir acompanhado com um familiar ou amigo próximo
  36. 36. • Um membro da família ou amigo próximo irá a consulta fornecendo informações que você possa esquecer ou ignorar. • Se você quiser discutir algo em particular, você sempre pode pedir ao seu parente ou amigo para sair da sala enquanto faz isso.
  37. 37. Durante a consulta Responda as perguntas com honestidade
  38. 38. • Responda a todas as perguntas que seu médico lhe fizer, mesmo as perguntas sobre coisas que podem deixá-lo desconfortável, como problemas de saúde mental, bebida ou sexo. • Não há nada para se envergonhar. Seu médico precisa de informações completas para prestar os devidos cuidados e tudo o que você disser é confidencial.
  39. 39. Pergunte várias vezes
  40. 40. • Certifique-se de entender o que seu médico lhe diz. Você precisa e tem o direito de entender o que seu provedor diz. É importante que você entenda todos os tratamentos recomendados por seu provedor, os riscos associados aos tratamentos e se houver outras opções de tratamento. • Se você não entender, peça ao seu médico para explicar. repita todas as instruções em suas próprias palavras. Se você tiver entendido errado, o profissional perceberá isso e explicará em palavras diferentes.
  41. 41. Peça instruções escritas
  42. 42. • Peça ao seu profissional de saúde para fazer recomendações por escrito para que você possa consultar as instruções escritas a qualquer momento
  43. 43. Fale com seu médico se você não se sentir bem, tiver alguma reação aos medicamentos ou ter esquecido algo
  44. 44. • Atualize suas anotações pessoais com qualquer nova informação. Reveja todas as instruções ou conselhos que o seu provedor lhe deu. • Ligue para seu médico imediatamente se você tem perguntas ou não entende as instruções que recebeu. Se você não se sente melhor depois da sua visita. • Ou se você parece estar tendo uma reação negativa a um novo medicamento.
  45. 45. Vacinas essenciais para idosos
  46. 46. • Alguns fatores que afetam sua saúde estão fora de seu controle. No entanto, muitos fatores de risco importantes estão ao seu alcance para prevenir doenças por exemplo. Isso inclui receber vacinas, que ajudam a protegê-lo de certas doenças. • As vacinas são alguns dos medicamentos mais seguros que existem. Embora todos os medicamentos, incluindo vacinas, apresentem a rara possibilidade de efeitos colaterais graves, para a maioria das pessoas, os riscos das doenças são muito maiores do que os riscos das vacinas. • O SUS pode fornecer essas vacinas
  47. 47. Vacina da gripe
  48. 48. • A SBGG observa que é especialmente importante para as pessoas a seguir receberem vacinas contra a gripe, porque elas correm alto risco de ter complicações graves : • qualquer pessoa com 60 anos de idade ou mais; • residentes de asilos; • pessoas com problemas graves de saúde, como doenças cardíacas, diabetes, asma, doenças pulmonares ou HIV. • Os cuidadores de idosos também devem ser vacinados para evitar a disseminação da gripe.
  49. 49. Vacina da pneumonia
  50. 50. • Protege contra bactérias pneumocócicas, que podem causar pneumonia e infecções no sangue e no cérebro. • Qualquer pessoa com 60 anos ou mais que não tenha recebido a vacina anteriormente. • Apenas uma vez, a menos que você tenha feito a vacina antes de completar 60 anos (nesse caso, você precisará de um "reforço" após cinco anos)
  51. 51. Vacina de tétano e difteria
  52. 52. • Protege contra duas infecções bacterianas potencialmente mortais. Uma segunda e diferente forma da vacina (DTP) protege contra o tétano, a difteria e a coqueluche (a tosse comprida). • Recomenda-se agora obter uma dose única da versão “DTp” (a vacina contra a tosse comprida do adulto) se tiver 60 anos ou mais e tiver contato com uma criança, ou simplesmente desejar ser protegido da tosse comprida. • Uma vez a cada 10 anos
  53. 53. Vacina de Herpes zoster
  54. 54. • Protege contra o desenvolvimento das zoster - surtos de erupções cutâneas ou bolhas na pele, por vezes intensamente dolorosas - reduzindo o risco em 51%. • Protege contra o desenvolvimento de dor crônica do zoster (também chamada de neuralgia pós-herpética), reduzindo o risco em 66%. • O CDC recomenda esta vacina para adultos com 60 anos ou mais.
  55. 55. • Quem não deve tomar a vacina de zoster: idosos que têm tuberculose ativa ou problemas com o sistema imunológico, como leucemia, linfoma, outras doenças malignas que envolvem a medula óssea ou sistema linfático, ou infecção por HIV, bem como aqueles que tomam drogas que suprimem o sistema imunológico. • A SBGG também recomenda doses adicionais - incluindo a vacina contra sarampo, caxumba, rubéola (MMR) e injeções de hepatite A e B e meningite - para idosos com maior risco de desenvolver essas doenças.
  56. 56. MUITO OBRIGADO PELA SUA ATENÇÃO!!!
  57. 57. RUBENS DE FRAGA JÚNIOR GERIPAR@HOTMAIL.COMGERIPAR@HOTMAIL.COM

×