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NEUROPSIQUIATRIA
GERIÁTRICA COM AS
REDES SOCIAIS E
MÍDIA PODE SER
ÚTIL?
Rubens De Fraga Júnior
Você esta interessado em obter informações
sobre informações sobre Rinite Alérgica.
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205.000 sites sobre Rinite Alérgica?
Qual deles você ia acessar?
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Qual deles você deve confiar?
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86 % dos brasileiros com acesso a
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MÉDICO PACIENTE
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MÉDICO PACIENTE
Anderson, Eysenbach, and Rainey,2003
A EVOLUÇÃO DA RELAÇÃO
MÉDICO PACIENTE
Anderson, Eysenbach, and Rainey,2003
DIRETRIZES PARA QUALIDADE DOS
SITES DE SAÚDE
1996 - Health on the Net Foundation
1999 - Medscape “The Ethics of the Medica...
INICIATIVAS PARA CONTROLE
DE QUALIDADE
WEB 2.0
&
A PRÁTICA MÉDICA
O QUE É?
O QUE É A WEB 2.0?
‘Web 2.0 é
uma revolução
digital na qual
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Tim O'Reilly (2006)
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Do paciente
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Colar a URL na caixa e clicar em adicionar.
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Formato de entrada diária
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CLINICAL CASES &
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CONSENSO: WIKIS
Um tipo de website que permite aos
próprios visitantes facilmente adicionar,
remover, editar ou modificar ...
MAIS WIKIS
Medicine Portal – Wikipedia
http://en.wikipedia.org/wiki/Portal:Medicine
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EDITANDO WIKIS
Wikis representam um consenso sobre as autoridades –
o conhecimento de muitas pessoas pode ser considerado
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WIKIS MÉDICAS
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Web 2.0 & medicine, Giustini – April 2007
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WEB 2.0 : A WEB COMO
PLATAFORMA
Capacidade de otimizar o
conhecimento coletivo.
Descentralizar e
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REDES SOCIAIS E
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FUTURA I
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Melhora no custo
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Melhora do manejo de
doenças c...
IMPLICAÇÕES NA PRÁTICA
FUTURA II
Barreiras a serem vencidas:
Facilitar a capacidade do
paciente localizar e
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O profissional deve aprender o vasto
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NA
NEUROPSIQUIATRIA
GERIATRICA
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PACIENTE
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REDES SOCIAIS COLOCAM
NOVOS DILEMAS ÉTICOS A
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de cidadãos. Twitter tem mais de 300 milhões de
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Uma pesquisa realizada por Bosslet e
Cols. em 2011 constatou que 93,5% dos
estudantes de medicina, 79,4% dos residentes, e...
MÉDICOS NO HAITI!
Uma missão humanitária porto-riquenha no Haiti
tornou-se um foco de polemica depois da divulgação
no fac...
PRESENÇA ONLINE SEGURA
1. Realizar pesquisas periódicas na
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PRESENÇA ONLINE SEGURA
3. Reconhecer que o público para
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COMO SE TORNAR
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1. USAR A WEB PARA
APRENDER E MANTER-SE
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2. USAR A WEB PARA
EDUCAÇÃO DO PACIENTE
A educação do paciente através de diagramas:
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3. USAR A WEB PARA
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Começar por um site gratuito (WordPress.com
Blogger.com). Criar uma ...
O RISCO DA UTILIZAÇÃO DA
MIDIA SOCIAL POR PARTE
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CONSELHOS PARA UTILIZAÇÃO
DAS MIDIAS SOCIAIS PELOS
MÉDICOS
Escreva como se o seus pacientes estivessem
lendo seu blog todo...
A parceria entre
neuropsiquiatria
geriátrica com as
redes sociais e mídia
pode ser útil?
Rubens De Fraga Júnior
SIM!!!
“A IMAGINAÇÃO É MAIS
IMPORTANTE DO QUE O
CONHECIMENTO "
Albert Einstein
http://weblogdofraga.blogspot.com
Geripar@hotmail.com
A parceria entre neuropsiquiatria geriátrica com as redes sociais  e mídias pode ser útil
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A parceria entre neuropsiquiatria geriátrica com as redes sociais e mídias pode ser útil

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AS REDES E MIDIAS SOCIAIS NO CONTEXTO DA NEUROPSIQUIATRIA GERIATRICA

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A parceria entre neuropsiquiatria geriátrica com as redes sociais e mídias pode ser útil

  1. 1. A PARCERIA ENTRE NEUROPSIQUIATRIA GERIÁTRICA COM AS REDES SOCIAIS E MÍDIA PODE SER ÚTIL? Rubens De Fraga Júnior
  2. 2. Você esta interessado em obter informações sobre informações sobre Rinite Alérgica. O que encontrara quando acessar o Google?
  3. 3. 205.000 sites sobre Rinite Alérgica? Qual deles você ia acessar? O primeiro? Qual deles você deve confiar?
  4. 4. Um artigo sobre o tema... “Avaliação das informações sobre rinite alérgica em sites brasileiros na rede mundial de computadores (Internet)”. SILVA, Leonardo Victor España Rueda; MELLO JR., João Ferreira de  e  MION, Olavo. Profs. Fac. Medicina da USP Rev. Bras. Otorrinolaringol. 2005, vol.71, n.5, pp.
  5. 5. Foram analisados 173 sites brasileiros; 84% foram reprovados em termos de QUALIDADE! 24,3% continham “informações inexatas”! Conclusão do Artigo “Tanto a qualidade em geral de grande parte dos sites brasileiros que abordam o tema "rinite alérgica", quanto à qualidade das informações por eles divulgadas, são insuficientes para satisfazer a médicos e pacientes”.
  6. 6. As informações divulgadas nos websites analisados são incorretas, incompletas, desatualizadas e pobres em embasamento científico. Portanto, alerta-se para o perigo de obtenção de informações incorretas sobre doenças e sugere-se a criação de mecanismos de disseminação de informações corretas sobre as enfermidades, na internet, aproveitando esta ferramenta útil para a prevenção e o controle das mais variadas doenças no Brasil. (Malafaia 2011) Arquivos Brasileiros de Ciências da Saúde, v.36, n. 2, p. 72-8, Mai./Ago. 2011
  7. 7. CIBERCONDRI@ Cibercondria: São preocupações infundadas sobre a queixas comuns, com base em resultados de pesquisa de literatura on-line. A Cibercondria é causa de preocupaçãoo de médicos e pacientes. Os resultados de uma pesquisa online podera desencadear “transtornos de ansiedade” no paciente! Wikipedia
  8. 8. 1 pesquisa no google 2 resultados 3 surfando pelas paginas da web 5 Pesquisa “tumor cerebral” = ANSIEDADE 4 pesquisa “abstinencia à cafeina Dor de cabeçaDor de cabeça Tumor cerebralTumor cerebral Abstinencia à cafeinaAbstinencia à cafeina CIBERCONDRI@
  9. 9. “Não existem padrões para a informação na web que possam assegurar que toda esta informação é precisa e temprecisa e tem utilidadeutilidade”
  10. 10. SERA QUE EXISTE UM CONTROLE DE QUALIDADE PARA SITES DE SAÚDE? INTERNET 3 bilhões de usuários em 2015 O brasil tem 120 milhões de usuários em 2015NA WEB NINGUEM SABE QUE VOCE É UM CÃO!
  11. 11. Mais de 100.000 páginas eletrônicas em saúde! acadêmicos periódicos online sites governamentais sites de sociedades médica sites de instituições de saúde sites de contribuição individual sites relacionados à indústria sites comerciais A SAÚDE NA INTERNET
  12. 12. O ACESSO À WEB… 86 % dos brasileiros com acesso a internet, buscam orientações sobre saúde, medicamentos e temas relacionados. 45% procuram se informar sobre hospitais e 41% querem conhecer na internet experiências de outros pacientes com determinado problema de saúde. No entanto, somente um quarto das pessoas verifica as fontes das informações de saúde disponíveis na internet.
  13. 13. A TRANSFORMAÇÃO DA RELAÇÃO MÉDICO PACIENTE Uma mudança no papel do paciente de recebedores passivos de cuidados médicos para tornarem-se individuos ativos e participantes de seu cuidado de saúde Anderson, Eysenbach, and Rainey (2003)
  14. 14. A EVOLUÇÃO DA RELAÇÃO MÉDICO PACIENTE Anderson, Eysenbach, and Rainey,2003
  15. 15. A EVOLUÇÃO DA RELAÇÃO MÉDICO PACIENTE Anderson, Eysenbach, and Rainey,2003
  16. 16. A EVOLUÇÃO DA RELAÇÃO MÉDICO PACIENTE Anderson, Eysenbach, and Rainey,2003
  17. 17. A EVOLUÇÃO DA RELAÇÃO MÉDICO PACIENTE Anderson, Eysenbach, and Rainey,2003
  18. 18. DIRETRIZES PARA QUALIDADE DOS SITES DE SAÚDE 1996 - Health on the Net Foundation 1999 - Medscape “The Ethics of the Medical Internet” 2000 - AMA “Guidelines for Medical and Health Information Sites on the Internet” Guidelines for Medical and Health Information Sites on the Internet Principles Governing AMA Web Sites. JAMA. 2000;283:1600-1606
  19. 19. INICIATIVAS PARA CONTROLE DE QUALIDADE
  20. 20. WEB 2.0 & A PRÁTICA MÉDICA
  21. 21. O QUE É?
  22. 22. O QUE É A WEB 2.0? ‘Web 2.0 é uma revolução digital na qual a internet é a plataforma.’ Tim O'Reilly (2006)
  23. 23. DEFINIÇÃO DE WEB 2.0 A web como Plataforma Informação como Força Arquitetura de Participação Uma forma simplificada de apresentar conteúdo
  24. 24. WEB 1.0 vs. WEB 2.0 Web 1.0 : Usuários seguem links para os conteúdos Web 2.0 Usuários comentam, editam e criam conteúdos A web 2.0 é um conteúdo criado pelo usuário, para o usuário
  25. 25. WEB 1.0 vs. WEB 2.0
  26. 26. Web 1.0  Web 2.0 Web 1.0  Web 2.0 Portal, como o Yahoo Pesquisa, como o Google PUBLICAÇÕES (Websites)  Participações (Blogs,Facebook,Linkedin) Estático , estacionado no website  Dinâmico, RSS , Podcast, website segue você. Britannica Online  Wikipédia Diretórios, Favoritos  Tags – De.licio.us MS Word Google Docs Propagandas como Doubleclick  Google AdSense
  27. 27. VOCE NÃO PODE COMPRAR A WEB 2.0 NUMA LOJA! MAS VOCE PODE USA-LA AGORA
  28. 28. CARACTERISTICAS DOS APLICATIVOS WEB 2.0 http://en.wikipedia.org/wiki/Web_2.0 Usuários possuem dados em um site e exercem controle sobre estes dados. Uma arquitetura de participação e de democracia que encoraja os usuários a agregarem valores aos aplicativos .Uma rica, interativa, interface .
  29. 29. PACIENTES MÉDICOS PESQUISADORES Science 2.0 Peer-review 2.0 Personal Health Record 2.0 Virtual Communities (peer-to-peer) Professional Communities (peer-to-peer) Health 2.0 HealthVault Google Health HealthBook Sermo WebCite CiteULike Medting WiserWiki eDoctr BioWizardDissect Medicine E-learning PLoS One BMC JMIR Wikis Blogs RSS RDF, Semantic Web Virtual Worlds Web 2.0 Technologies & Approaches XML AJAX Revolution Health PatientsLikeMe PeerClip Connotea ALIVE HealthMap caBIG Doctorshangout.com Asklepios Gunther Eysenbach. Medicine 2.0: Social Networking, Collaboration, Participation, Apomediation, and Openness J Med Internet Res 2008; 10(3):e22 http://dx.doi.org/ 10.2196/jmir.1030 DOI:10.2196/jmir.1030 MEDICINA 2.0 A PRÓXIMA GERAÇÃO
  30. 30. APOMEDIAÇÃO Uma novo termo sócio-técnico Para descrever uma mudança de “porteiros” para a "rede“. Uma abordagem para identificar informações relevantes e confiáveis
  31. 31. Informação Do paciente Evidência externa Informação Geral de saúde Informação Pessoal De saúde Literatura médica Midia de massa Internet Prontuario de saúde Informação Confiavel E relevante PACIENTE Prontuario eletrônico da saúde do paciente Conhecimento Médico APOMEDIAÇÃO MÉDICO ou INTERMEDIADOR IrrelevanteIrrelevante “Apomediadores” Eysenbach, 2008
  32. 32. Gunther Eysenbach. Credibility of Health Information and Digital Media: New Perspectives and Implications for Youth. In: Miriam J. Metzger & Andrew J. Flanagin (eds.). Digital Media, Youth, and Credibility. MacArthur Foundation Series on Digital Media and Learning. MIT Press 2008 http://www.mitpressjournals.org/doi/pdf/10.1162/dmal.9780262562324.123 Desintermediação "através de tecnologias digitais (ignorando o porteiro) Os agentes que substituem os intermediários no contexto de mídia digital podem ser chamados de "apomediadores" Enquanto o intermediário tradicional é o "expert", apomediadores consistem em uma comunidade mais ampla, incluindo especialistas, professores, colegas e afins, que estão ligados em rede em um ambiente digital, ou ferramentas de rede ("Web 2.0"). DEFININDO APOMEDIAÇÃO
  33. 33. EXEMPLOS DE APOMEDIAÇÃO Pesquisador Revistas cientificas Comunicando Resultados de Pesquisa a Outros pesquisadores Médico Intermediarios Acesso a MBE = Apomediadores Outros Pesquisadores Outros médicosPaciente Profissionais De saúde Acesso a informações relevantes Outros pacientes
  34. 34. Saúde 2.0 e Medicina 2.0 são termos que representam as possibilidades entre os cuidados de saúde, e Web 2.0. Saúde 2.0 é o uso de um conjunto específico de ferramentas de Web (RSS, blogs, wikis, e midias sociais) por atores no cuidados de saúde, como médicos, pacientes e cientistas. Utilizam os princípios de “open source” e geração de conteúdo pelos usuários, a fim de personalizar os cuidados de saúde, colaborar e promover a educação para a saúde. SAÚDE 2.0 E MEDICINA 2.0 J Med Internet Res 2010;12(2):e18) doi:10.2196/jmir.1350
  35. 35. CRITICAS A MEDICINA 2.0 Economist, The. 2007. Health 2.0 : Technology and society: Is the outbreak of cancer videos, bulimia blogs and other forms of “user generated” medical information a healthy trend? The Economist, September 6: 73-74 As limitações para Médicos utilizarem o Google como ferramenta de diagnóstico, que pode ser eficaz apenas para condições com sintomas e sinais únicos. Existem preocupações sobre os efeitos de da obtenção de informações online por pacientes, como a idéia de que os pacientes podem demorar para buscar assistência médica. A qualidade do conteúdo gerado pelo usuário levando a desinformação.
  36. 36. COMO EU UTILIZO A MEDICINA 2.0?
  37. 37. TECNOLOGIAS DA MEDICINA 2.0 Distribuição : RSS Conversa: Blogs Consenso: Wikis Compartilhar : Midias sociais
  38. 38. RSS = REALLY SIMPLE SYNDICATION
  39. 39. RSS : CONTROLADOR DO FLUXO DA INFORMAÇÃO Obtenha apenas as notícias que você quer  p. ex. medscape “É como termos um assistente pessoal que navega através de cada publicação de website ou blog, que possivelmente lhe interessa e escolhe os conteúdos para você ler depois” Ao invés de visitar 20 websites por dia, um agregador de conteudo ou feeds organiza a informação para você feedly ou netvibes
  40. 40. RSS Assinatura de pesquisas específicas na Pubmed (Alzheimer therapy) ou qualquer motor de pesquisa que agrega-se num único lugar. Assinatura de rss feeds das principais revistas médicas
  41. 41. PERSEGUIR E UNIR Encontrar rss feeds é relativamente fácil Estes ícones representam feeds rss e são encontrados em muitos blogs, sites de notícias, revistas médicas, etc Clique no ícone rss e salve o link num agregador. Cada vez que o feed é atualizado, o seu agregador irá incluir os novos ítens.
  42. 42. EXEMPLOS DE RSS FEEDS
  43. 43. EXEMPLOS DE RSS FEEDS
  44. 44. PUBMED & RSS PubMed pode realizar pesquisas em rss Adicionando um feed RSS ao seu agregador, você receberá automaticamente atualizações de sua pesquisa.
  45. 45. RESUMINDO 1. Encontre o feed que você procura. 2. Clicar no link xml ou rss . 3. Copiar a URL ou link. 4. Ir para o seu agregador. 5. Clicar na opção adicionar feed. 6. Colar o link. 7. Organizar o novo feed em pastas.
  46. 46. RSS FEED Algumas páginas oferecem botões que, ao serem clicados, adicionam um feed ao seu agregador favorito.
  47. 47. PASSO 1 : ENCONTRANDO UM FEED
  48. 48. PASSO 2 : ENCONTRANDO O LINK
  49. 49. PASSO 3 : COPIAR O LINK
  50. 50. PASSO 4 : IR AO AGREGADOR Google Reader: http://reader.google.com/
  51. 51. PASSO 5 : CLICAR EM “ADICIONAR UM FEED”
  52. 52. PASSO 6 : COLAR O LINK Colar a URL na caixa e clicar em adicionar.
  53. 53. PASSO 7 : CLASSIFICAR O FEED
  54. 54. MEDICINA 2.0 ESTA AQUI PARA FICAR!
  55. 55. APLICATIVOS DA MEDICINA 2.0 RSS BLOGS Podcast Webcast Wikis PESQUISA MÉDICA MIDIAS SOCIAIS MUNDO VIRTUAL COMUNIDADES ONLINE LIVROS ONLINE APRENDIZAGEM ONLINE ESCRITA ONLINE
  56. 56. BLOGS O que são Blogs Sites com hospedagem no "blogger" Formato de entrada diária Geralmente com estilo informal Pode conter vídeo, áudio e outros hiperlinks
  57. 57. CLINICAL CASES & IMAGES BLOG Web 2.0 & medicine, Giustini – April 2007
  58. 58. CONSENSO: WIKIS Um tipo de website que permite aos próprios visitantes facilmente adicionar, remover, editar ou modificar algum conteúdo . A filosofia aberta de muitas wikis às vezes não asssegura que os editores são bem intencionados.
  59. 59. MAIS WIKIS Medicine Portal – Wikipedia http://en.wikipedia.org/wiki/Portal:Medicine Health Lib-Wiki http://hlwiki.slais.ubc.ca/index.php? title=Main_Page Wikibooks – Health Sciences http://en.wikibooks.org/wiki/Medicine
  60. 60. EDITANDO WIKIS Wikis representam um consenso sobre as autoridades – o conhecimento de muitas pessoas pode ser considerado mais valioso e correto que o conhecimento de uma única pessoa. A Wikipédia conta com um grupo de experts para corrigir erros e melhorar o valor das fontes. Num artigo da revista Nature (15.12.2005), Wikipédia foi comparada com a enciclopédia britânica.
  61. 61. WIKIS MÉDICAS AskDrWiki.com FluWikie.com Ganfyd.org Wikisurgery.com
  62. 62. ASK DR WIKI Web 2.0 & medicine, Giustini – April 2007
  63. 63. GANFYD WIKI Web 2.0 & medicine, Giustini – April 2007
  64. 64. WEB 2.0 : A WEB COMO PLATAFORMA Capacidade de otimizar o conhecimento coletivo. Descentralizar e democratizar o conteúdo. Otimizar a coleta de informações pessoais. Ferramentas para localizar e organizar informações. otimizar a comunicação. Web como um meio social.
  65. 65. REDES SOCIAIS E ESTRUTURAS CEREBRAIS R. Kanai et al. 2011
  66. 66. IMPLICAÇÕES NA PRATICA FUTURA I Beneficios Melhora no custo eficacia do cuidado com a saúde Melhora do manejo de doenças crônicas Grande participação do paciente nas decisões do seu cuidado de saúde
  67. 67. IMPLICAÇÕES NA PRÁTICA FUTURA II Barreiras a serem vencidas: Facilitar a capacidade do paciente localizar e compreender as informações de saúde Assegurar a confidencialidade e a privacidade do paciente Reduzir a resistência do médico ao uso da internet pelo paciente
  68. 68. ENTÃO... O profissional deve aprender o vasto ecossistema da Medicina 2.0 Medicina 2.0 esta mudando a forma com a qual profissionais e pacientes interagem Blogs, Wikis e midias sociais ajudam os profissionais a comunicar, colaborar e participar!
  69. 69. MIDIAS SOCIAIS NA NEUROPSIQUIATRIA GERIATRICA EM 2015
  70. 70. O CICLO DA EDUCAÇÃO DO PACIENTE
  71. 71. O CICLO DA INFORMAÇÃO ONLINE & EDUCAÇÃO MÉDICA
  72. 72. REDES SOCIAIS COLOCAM NOVOS DILEMAS ÉTICOS A MÉDICOS Pesquisadores sustentam que profissionais que mantêm perfis na rede não estão preparados para lidar com pacientes no ambiente virtual
  73. 73. SERA QUE EU PRECISO ESTAR NO FACEBOK, TWITTER OU GOOGLE + ?
  74. 74. O Facebook é um "país" com mais de 1,5 bilhões de cidadãos. Twitter tem mais de 300 milhões de usuários. Google + é o serviço web que mais cresce na história e chegou a 25 milhões de usuários em apenas um mês após seu lançamento. Como um médico, você pode se perguntar: "Onde está o meu lugar em tudo isso? Eu tenho que estar no Twitter? Eu tenho que usar o Facebook eo YouTube? "A resposta é sim. A Mídia social pode proporcionar uma experiência de aprendizado focado e tempo-eficiente. Compartilhamento de notícias médicas relevantes com os pacientes a apenas um clique de distância. O primordial é proteger a privacidade do seu paciente em todos os momentos.
  75. 75. Uma pesquisa realizada por Bosslet e Cols. em 2011 constatou que 93,5% dos estudantes de medicina, 79,4% dos residentes, e 41,6% dos médicos usam redes as sociais. Os médicos eram entre os três grupos, os que​​ visitaram o perfil de um paciente ou seu membro familiar (15,5%). No entanto, a maioria dos entrevistados, 68,3%, indicou que a interação social com os pacientes foi um ato antiético. A pesquisa também descobriu que interações médico-paciente dentro das redes sociais foram tipicamente iniciado pelos pacientes. Bosslet GT, Torke AM, Hickman SE, Terry CL, Helft PR. The patient-doctor relationship and online social networks: results of a national survey. J Gen Intern Med. 2011 Jun 25.
  76. 76. MÉDICOS NO HAITI! Uma missão humanitária porto-riquenha no Haiti tornou-se um foco de polemica depois da divulgação no facebook de fotografias de médicos em poses de divertimento no meio de vítimas.
  77. 77. PRESENÇA ONLINE SEGURA 1. Realizar pesquisas periódicas na Internet, para corrigir qualquer informação errada online. 2. Manter um ceticismo saudável sobre as configurações de privacidade e assumir que as configurações podem ser alteradas sem aviso ou que a tecnologia de privacidade pode ser comprometida ou violada por hackers.
  78. 78. PRESENÇA ONLINE SEGURA 3. Reconhecer que o público para postagens online é exponencialmente grande e conteúdo on-line é permanente. 4. Evitar se engajar em relações com pacientes (como "amizades" Facebook), que ameaçam a dinâmica terapêutica da relação médico-paciente. 5. Seguir as orientações dos conselhos regionais e federal de medicina
  79. 79. COMO SE TORNAR MÉDICO E USUARIO DA MIDIA SOCIAL EM 3 PASSOS
  80. 80. 1. USAR A WEB PARA APRENDER E MANTER-SE ATUALIZADO Feeds de Noticias (RSS) : para atualizações alvo em revistas, sites e noticias de clinica médica. RSS significa Really Simple Syndication e é composto por atualizações a partir de um determinado site sempre que algo novo for publicado. RSS feeds podem ser separados em diferentes categorias, por exemplo, asma, rinite alérgica, etc . leitores baseados na Web (FEEDLY)são "caixa de entrada para a web”.
  81. 81. 2. USAR A WEB PARA EDUCAÇÃO DO PACIENTE A educação do paciente através de diagramas: Diagramas de web e tablets são bem recebidos pelos pacientes e médicos. Uma pesquisa em Chicago mostrou uma taxa de aprovação de 95% de aprovação no uso de tablets pelos pacientes. Vídeos para educação do paciente: podem ser visto em tablet ou netbook. Visto apartir de sites médicos ou baixadas da web. Vídeos pode ser usado para a educação do paciente antes , durante e após a visita médica, por exemplo, "o que esperar de sua consulta ao clinico geral", "como usar um inalador", etc
  82. 82. 3. USAR A WEB PARA PROMOVER SUA PRÁTICA E COLABORAÇÃO Começar por um site gratuito (WordPress.com Blogger.com). Criar uma conta no Twitter e uma página profissional no Facebook, e linkedin Instalar uma procura persistente de seu nome / no Google, Twitter, e asssinar RSS para atualizações automáticas. Você pode abordar questões sempre que elas surgirem. Use o Google Docs para colaboração em pesquisa, criação de diagramas para a educação do paciente, agenda do escritório, e planilhas.
  83. 83. O RISCO DA UTILIZAÇÃO DA MIDIA SOCIAL POR PARTE DOS MÉDICOS As redes sociais passam a ser consideradas como entrevistas ou aparições públicas de médicos. Por isso, ficam sujeitas às regras que valem para a mídia tradicional. Ou seja, um médico não poderá, em seu perfil no Facebook, divulgar endereço e telefone do consultório nem garantir bons resultados de um tratamento. O mesmo vale para blogs. O conselho entende que aO conselho entende que a aparição de médicos nesses meios deve ter caráteraparição de médicos nesses meios deve ter caráter educativo, e não de autopromoção.educativo, e não de autopromoção. RESOLUÇÃO CFM Nº 1.974/2011 (Publicada no D.O.U. de 19 de agosto de 2011, Seção I, p.241-244)
  84. 84. CONSELHOS PARA UTILIZAÇÃO DAS MIDIAS SOCIAIS PELOS MÉDICOS Escreva como se o seus pacientes estivessem lendo seu blog todos os dias. Nunca publicar qualquer informação identificável sem a permissão do paciente. Considere o uso de seu nome em seu blog e outras contas de mídia social Use um aviso, por exemplo, "Todas as opiniões expressas aqui são de seus autores”. As informações fornecidas aqui tem o propósito de educação médica. Não se pretende ser um substituto de uma consulta médica ".
  85. 85. A parceria entre neuropsiquiatria geriátrica com as redes sociais e mídia pode ser útil? Rubens De Fraga Júnior
  86. 86. SIM!!!
  87. 87. “A IMAGINAÇÃO É MAIS IMPORTANTE DO QUE O CONHECIMENTO " Albert Einstein
  88. 88. http://weblogdofraga.blogspot.com Geripar@hotmail.com

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