Aula 8 - Folha

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Aula 8 - Folha

  1. 1. FOLHA - ESTRUTURA GERAL
  2. 2. ORIGEM Vista geral MAC Estrutura do MAC
  3. 3. Folha - desenvolvimento
  4. 4. <ul><li>A CZ (Zona Central) consiste de células indiferenciadas que são caracterizadas pelo seu tamanho reduzido, citoplasma denso, e vacúolos pequenos. Essas células indiferenciadas têm a capacidade de se diferenciar em qualquer órgão da planta. </li></ul><ul><li>(B) Quando o Meristema Apical Caulinar (SAM) cresce, células da CZ são “deixadas para trás” e formam a PZ (Zona Periférica). Acredita-se que a posição da célula na PZ é o fator determinante para o início da diferenciação do primórdio.  Uma vez que a diferenciação se iniciou, o destino da célula está selado. Em outras palavras, somente as células da PZ são capazes de se diferenciar em folhas. </li></ul><ul><li>(C) Através de novas divisões celulares, as regiões mais velhas da PZ formam um discreto primórdio e passam a fazer parte da OZ (Zona de formação de Órgão) </li></ul>REGIÕES DO MAC
  5. 5. INÍCIO DO PRIMÓRDIO
  6. 6. MERISTEMA DO ÁPICE FOLIAR
  7. 7. EXPANSÃO LONGITUDINAL DA FOLHA
  8. 8. FORMAÇÃO DA LÂMINA
  9. 9. MORFOLOGIA FINAL DA FOLHA
  10. 10. MORFOLOGIA FINAL DA FOLHA
  11. 11. FOLHA COMPOSTA
  12. 12. AUXINAS E SURGIMENTO DO PRIMÓRDIO MAC normal Com inibidores do transporte de auxina - PIN
  13. 13. AUXINAS NO ÁPICE
  14. 14. AUXINAS NO ÁPICE – IN SITU
  15. 15. INIBIÇÃO DO TRANSPORTE Imunocitoquímica MAC – produção de auxina
  16. 16. ADIÇÃO DE AUXINAS NO ÁPICE PIN PIN Tratado com Auxina
  17. 17. HISTOLOGIA - EPIDERME <ul><li>Epiderme </li></ul><ul><li>Mesofilo </li></ul><ul><li>Sistema vascular </li></ul>
  18. 18. ESTÔMATOS ABERTURA FUNÇÃO FUNCIONAMENTO
  19. 19. CLASSIFICAÇÃO DA FOLHA QUANTO A POSIÇÃO <ul><li>Hipoestomática </li></ul><ul><li>Epiestomática </li></ul><ul><li>Anfiestmática </li></ul>
  20. 20. HISTOLOGIA - MESOFILO
  21. 21. <ul><li>Dorsiventral (bifacial) </li></ul><ul><li>Isolateral (unifacial) </li></ul><ul><li>Homogêneo </li></ul>TIPOS DE MESOFILO
  22. 22. <ul><li>HOMOGÊNEO </li></ul>
  23. 23. <ul><li>DORSIVENTRAL </li></ul>Paliçádico Lacunoso
  24. 24. <ul><li>ISOLATERAL </li></ul>Paliçádico Paliçádico Lacunoso
  25. 25. VENAÇÃO
  26. 26. RETICULADA E PARALELA
  27. 27. NERVURAS - Ordem
  28. 28. NERVURAS FINAS
  29. 29. BAINHA DO FEIXE
  30. 30. BAINHA DO FEIXE
  31. 31. CÉLULAS DE TRANSFERÊNCIA
  32. 32. CÉLULAS DE TRANSFERÊNCIA MICROSCOPIA ÓPTICA
  33. 33. TIPOS DE CÉLULAS DE TRANSFERÊNCIA <ul><li>TIPOS A e B – floema </li></ul><ul><li>TIPOS C e D - xilema </li></ul>
  34. 34. CÉLULAS DE TRANSFERÊNCIA: FUNÇÃO
  35. 35. ABSCISÃO FOLIAR
  36. 36. ZONA DE ABSCISÃO
  37. 37. FOLHAS DE GIMNOSPERMAS TIPOS
  38. 38. FOLHAS DE GIMNOSPERMAS DETALHES ANATÔMICOS
  39. 39. NÃO-CONÍFERA FOLHAS DE GIMNOSPERMAS
  40. 40. ADAPTAÇÕES AO MEIO AMBIENTE - HIDRÓFITAS
  41. 41. ESTRUTURA DA FOLHA HIDRÓFITAS - SUBMERSAS
  42. 42. ESTRUTURA DA FOLHA HIDRÓFITAS cont…
  43. 43. <ul><li>Folhas: </li></ul><ul><li>Lâmina foliar: ampla superfície, achatada, fina (alta razão superfície-volume para maximizar a fotossíntese, por causa da profundidade. </li></ul><ul><li>Tricomas: de nenhum a poucos; não necessários para diminuir a evaporatranspiração: abundancia de água. </li></ul><ul><li>Cutícula: fina se presente, sem necessidade de diminuir a evaporatranspiração: abundancia de água. </li></ul><ul><li>Epiderme: Normal; pode ser fotossintetizante. </li></ul><ul><li>Estômato: superfície adaxial da folh, normalmente salientes. </li></ul><ul><li>Hipoderme: ausente. </li></ul><ul><li>Mesofilo: pouco desenvolvido. </li></ul><ul><li>Parênquima paliçadico: poucas camadas.  </li></ul><ul><li>Aerênquima: abundante; ajuda nas trocas gasosas e flutuação. </li></ul><ul><li>Paredes celular: finas. </li></ul><ul><li>Tecido vascular: pouco desenvolvido, principalmente o xilema </li></ul>CARACTERÍTICAS GERAIS
  44. 44. CARACTERÍTICAS ANATÔMICAS HIDRÓFITAS - EPIDERME
  45. 45. CARACTERÍTICAS ANATÔMICAS HIDRÓFITAS - EPIDERME
  46. 46. CARACTERÍTICAS ANATÔMICAS HIDRÓFITAS - MESOFILO
  47. 47. CARACTERÍTICAS ANATÔMICAS HIDRÓFITAS - MESOFILO
  48. 48. CARACTERÍTICAS ANATÔMICAS HIDRÓFITAS – TECIDO VASCULAR
  49. 49. ADAPTAÇÕES AO MEIO AMBIENTE - XERÓFITAS
  50. 50. <ul><li>Folhas: </li></ul><ul><li>Lâmina: curta, espessa, cilindrica as vezes (baixa razão superfície-volume para diminuir perda d’água). </li></ul><ul><li>Tricomas: muito; ajudam a dissipar o calor, na retenção de água. </li></ul><ul><li>Cutícula: grossa; retenção de água. </li></ul><ul><li>Epiderme: Multicelular; proteção contra perda d’água. </li></ul><ul><li>Estômatos: abundantes, surperfície abaxial; em depressões ou criptas: para melhor controle da transpiração. </li></ul><ul><li>Céluas buliformes: enrolamento da folha. </li></ul><ul><li>Folhas reduzidas a espinhos (fotossíntese no caule). </li></ul><ul><li>Folhas carnosas: estocar água. </li></ul><ul><li>Esclerênquima: abundante (evitar o murchamento da folha para manter o turgor de água). </li></ul>CARACTERÍTICAS GERAIS
  51. 51. CARACTERÍTICAS MORFO-ANATÔMICAS XERÓFITAS - CILÍNDRICA
  52. 52. CARACTERÍTICAS MORFO-ANATÔMICAS XERÓFITAS – EPIDERME – tricomas
  53. 53. CARACTERÍTICAS MORFO-ANATÔMICAS XERÓFITAS – EPIDERME – tricomas
  54. 54. CARACTERÍTICAS MORFO-ANATÔMICAS XERÓFITAS – EPIDERME
  55. 55. CARACTERÍTICAS MORFO-ANATÔMICAS XERÓFITAS – EPIDERME – cutícula
  56. 56. CARACTERÍTICAS MORFO-ANATÔMICAS XERÓFITAS – EPIDERME – estômatos
  57. 57. CARACTERÍTICAS MORFO-ANATÔMICAS XERÓFITAS – EPIDERME – Céls. buliformes
  58. 58. CARACTERÍTICAS MORFO-ANATÔMICAS XERÓFITAS – EPIDERME – Céls. buliformes
  59. 59. CARACTERÍTICAS MORFO-ANATÔMICAS XERÓFITAS – REDUÇÃO FOLIAR
  60. 60. CARACTERÍTICAS MORFO-ANATÔMICAS MESÓFITAS
  61. 61. CARACTERÍTICAS MORFO-ANATÔMICAS MESOFITICAS
  62. 62. CARACTERÍTICAS MORFO-ANATÔMICAS METABOLISMO C3 e C4
  63. 63. METABOLISMO C3 <ul><li>CLOROPLASTO: </li></ul><ul><li>SISTEMA INTERNO DE MEMBRANAS – TILACÓIDES E GRANA </li></ul><ul><li>ESTROMA </li></ul>
  64. 64. ESTROMA: CICLO DE CALVIN – REDUZIR CO 2 PARA GLICOSE E REGENERAR A RIBULOSE-1,5-BP ESTROMA
  65. 65. FIXAÇÃO DO CO 2 – RUBISCO ATIVIDADE CARBOXILASE/OXIGENASE
  66. 66. FOTORRESPIRAÇÃO ATIVIDADE OXIGENASE RESULTA NA FORMAÇÃO DO GLICOLATO
  67. 67. FOTORRESPIRAÇÃO ATIVIDADE OXIGENASE
  68. 68. FOTORRESPIRAÇÃO – MENOR FOTOSSÍNTESE LÍQUIDA
  69. 69. FOTORRESPIRAÇÃO ORGANELAS ENVOLVIDAS
  70. 70. FOTORRESPIRAÇÃO GASTO DE ENERGIA E PERDA DE CO 2
  71. 71. METABOLISMO C4
  72. 72. ÁCIDO ASPÁRTICO ÁCIDO MÁLICO ÁCIDO OXALO ACÉTICO FOSFOENOLPIRÚVICO
  73. 73. SEPARAÇÃO ESPACIAL DA RUBISCO RUBISCO SOMENTE NOS CLOROPLASTOS DAS CÉLULAS DA BAINHA
  74. 74. MALATO/ASPARTATO TRANSPORTADO PARA BAINHA CONCENTRAÇÃO DE CO 2 NA BAINHA AUMENTA
  75. 75. CLOROPLASTOS ESTRUTRALMENTE DIFERENTES CLOROPLASTOS DAS CÉLULAS DO MESOFILO CLOROPLASTOS DAS CÉLULAS DA BAINHA
  76. 76. CLOROPLASTOS ESTRUTURALMENTE DIFERENTES
  77. 77. ACÚMULO DE AMIDO NA BAINHA – TESTE COM IODO REDUÇÃO DE CO 2 SOMENTE OCORRE NA BAINHA
  78. 78. ACÚMULO DE AMIDO NA BAINHA
  79. 79. DICOTILEDÔNEAS C4
  80. 80. PLANTAS MAC – METABOLISMO ÁCIDO CRASSULÁCEO (MAC)
  81. 81. NOITE DIA PLANTAS MAC – FIXAÇÃO DE CO 2
  82. 82. SEPARAÇÃO TEMPORAL

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