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Desafios da Ciência Digital e Sistemas de Informação para a Pós-Graduação

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Desafios da Ciência Digital e Sistemas de Informação para a Pós-Graduação

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Apresentação realizada no Seminário Internacional de Sistemas de Informação para a Pós-Graduação, na CAPES, em 23/05/2018. o Objetivo foi apresentar o estudo sobre as plataformas nacionais de sistemas de informação, como contribuição ao Consórcio formado por CAPES, CNPq, IBICT e RNP para adoção do sistema ORCID e participação no Programa europeu EuroCRIS.

Apresentação realizada no Seminário Internacional de Sistemas de Informação para a Pós-Graduação, na CAPES, em 23/05/2018. o Objetivo foi apresentar o estudo sobre as plataformas nacionais de sistemas de informação, como contribuição ao Consórcio formado por CAPES, CNPq, IBICT e RNP para adoção do sistema ORCID e participação no Programa europeu EuroCRIS.

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Desafios da Ciência Digital e Sistemas de Informação para a Pós-Graduação

  1. 1. Desafios da Ciência Digital e o papel dos Sistemas de informação da Pós-Graduação Seminário Internacional Sistemas de informação para a pós-graduação 23 de maio de 2018 Capes, 22 e 23/05/2018 Roberto C. S. Pacheco Universidade Federal de Santa Catarina
  2. 2. AGENDA 1. Quem somos ? Nossas lentes sobre as plataformas de informação em CTI 2. Como estão nossos sistemas de informação para a PG ? Estudo de caso: Plataformas Sucupira 3. O que é Ciência Digital ? Bases Conceituais, Definição e Características 4. Qual deve ser a estrutura de dados das plataformas ? Arquitetura integrada, interoperável e promotora de coprodução 5. Que aprendizados levamos e que oportunidades temos? O que pode ajudar no avanço das cooperações Eurocris e ORCID?
  3. 3. AGENDA 1. Quem somos ? Nossas lentes sobre as plataformas de informação em CTI 2. Como estão nossos sistemas de informação para a PG ? Estudo de caso: Plataformas Sucupira 3. O que é Ciência Digital ? Bases Conceituais, Definição e Características 4. Qual deve ser a estrutura de dados das plataformas ? Arquitetura integrada, interoperável e promotora de coprodução 5. Aprendizados e oportunidades O que pode ajudar no avanço das cooperações Eurocris e ORCID?
  4. 4. NOSSAS LENTES Como nossa trajetória influencia as visões aqui discutidas? https://www.pinterest.co.uk/pin/199706564696014504/
  5. 5. 22 anos de Projetos CRIS GT Capes 1998-2004 2004-2011 2005-2007 2011-2012 2016-2017 2009-2011 1997 1996
  6. 6. EUROCRIS Universidade do Minho 2001 – Florianópolis, Brasil
  7. 7. ORCID Workshop NSF e NIH Janeiro de 2011 Reconhecimento ao Lattes Janeiro de 2010
  8. 8. AGENDA 1. Quem somos ? Nossas lentes sobre as plataformas de informação em CTI 2. Como estão nossos sistemas de informação para a PG ? Estudo de caso: Plataforma Sucupira 3. O que é Ciência Digital ? Bases Conceituais, Definição e Características 4. Qual deve ser a estrutura de dados das plataformas ? Arquitetura integrada, interoperável e promotora de coprodução 5. Aprendizados e oportunidades O que pode ajudar no avanço das cooperações Eurocris e ORCID?
  9. 9. Novembro de 2015: GTE-CAPES SI da PG Portaria 141 13/11/2015 Análise dos sistemas de informação que afetam a PG Avaliação da Plataforma Sucupira Aprimoramento Sucupira Interlocução com Comunidade Científica Relatório Final Objetivos
  10. 10. BasesConceituais Quais as dimensões de Análise? • Gestão Pública (NSP) • E-Gov e Governo Aberto • Processos • Dados • PSI, ASI, GSI • Governança
  11. 11. O que é o SNPG Atores ou Componentes Instituições, organizações e indivíduos relacionados à pós-graduação (atuantes no sistema de CTI do País). Ex. estudantes, docentes, coordenadores, técnicos, pró-reitores, IES, CAPES, CNPq, FINEP, CAPES, MEC, Editoras, INPI, IBICT, CGEE, RNP. Estrutura Relacionamentos e infraestrutura compartilhados pelos atores institucionais e individuais da pós-graduação. Ex. Credenciamento CAPES, Avaliação CAPES, Fomentos CNPq/FAP/FINEP/CAPES, Orientações, Egressos, Rede RNP, etc. Ambiente Condicionantes de contexto ao funcionamento desse sistema, incluindo marco regulatório e planos setoriais. Ex. PNPG, Leis, Regimentos, Economias regionais e nacional, Política industrial Mecanismos Indutores que oferecem dinâmica a esse sistema, como a avaliação, fomento e operação. Ex. Avaliação CAPES, Editais e Chamadas de Fomento, Processos seletivos dos PPGs, Fomento a projetos das IES, Eventos científicos
  12. 12. Plataforma Sucupira – Dimensões de análise É uma nova e importante ferramenta para coletar informações, realizar análises e avaliações e ser a base de referência do Sistema Nacional de Pós- Graduação - SNPG. Manual da Sucupira Visão da Comunidade acadêmica Benchmark com sistemas internacionais e nacionais Demandas futuras à PG (Demais GTs)
  13. 13. Visão da Comunidade acadêmica Benchmark com sistemas internacionais e nacionais Em relação a demandas futuras à PG (Demais GTs) COMO ESTÁ A PLATAFORMA SUCUPIRA?
  14. 14. Documentos dos Seminários de Acompanhamento 41 áreas de avaliação
  15. 15. Classificação dos Relatos Cada Relato sobre a Plataforma Sucupira foi classificado segundo: • Natureza (se crítica, elogio ou sugestão) • Dimensão de análise (Modelo de dados, recursos e serviços ou usabilidade) • Subdimensão (área a que se dirige o relato dentro de cada dimensão) • Detalhe (classificação do conteúdo específico do relato feito pela área)
  16. 16. Relatos por área 1 Ensino 83 2 Enfermagem 56 3 Artes e Música 24 4 Astronomia e Física 16 5 Ciências Ambientais 16 6 Medicina III 15 7 Filosofia 9 8 Ciência da Computação 7 9 Ciências Biológicas II 7 10 Medicina Veterinária 7 11 Interdisciplinar 6 12 Biotecnologia 5 13 Ciência de Alimentos 5 14 Direito 5 15 Farmácia 5 16 Antropologia 4 17 Ciências Biológicas III 4 18 História 4 19 Química 4 20 Engenharias I 2 21 Psicologia 2 22 Ciência Política e Relações Internacionais1 23 Economia 1 24 Educação Física 1 25 Engenharias IV 1 26 Geografia 1 27 Matemática 1 28 Materiais 1 29 Nutrição 1 30 Serviço Social 1 31 Sociologia 1 32 Teologia 1 33 Zootecnia e Recursos Pesqueiros 1 34 Economia 0 35 Engenharias I 0 36 Engenharias IV 0 37 Geografia 0 38 Nutrição 0 39 Serviço Social 0 40 Sociologia 0 41 Teologia 0 290 relatos
  17. 17. Natureza dos relatos 144 Sugestões Pedidos de abertura para atualização de dados, ampliação de serviços, modificação em modelo de dados, funcionalidades, simplificações e demais solicitações sobre a Plataforma. 139 Críticas Dificuldades, instabilidades, incompletudes e outros problemas enfrentados na plataforma 7 Elogios Reconhecimentos sobre ajuda da equipe CAPES, transparência trazida pela plataforma e acesso aos dados da pós-graduação 290 relatos
  18. 18. 0 2 4 6 8 10 12 14 Relatórios Importação de CVLattes Instabilidade Transparência Geração de planilhas Novo Módulo Cultura de preenchimento Qualidade dos dados Indicadores Integração com fontes externas Backup automático Exportação de dados Imagens e vídeos Produção intelectual Apresentação de dados Base de dados Corpo docente Entrada de dados Preenchimento automático Projetos Proposta do Programa Regra de cadastro Recursos e serviços Relatos sobre Recursos e Serviços 80 relatos 0 2 4 6 8 10 12 14 16 18 20 Relatórios Preenchimento de dados Compatibilidade Lattes Abertura da Plataforma Processamento de dados Qualis Instabilidade Interoperabilidade com outros sistemas Detalhamento Docentes Perda de dados Autores Coautores Comunicação com os programas Desafios à coprodução Esclarecimentos Importação de dados discentes Novos recursos Produção técnica Projetos Repositório Segurança Tempo médio de bolsistas Trabalhos de conclusão Vinculação de Produção Intelectual Detalhamento de Recursos e Serviços 80 relatos
  19. 19. Relatos sobre a Usabilidade 0 2 4 6 8 10 12 14 16 Qualidade dos dados Entrada de dados Produção intelectual Enquadramento Ajuda Cultura de preenchimento Instabilidade Manuseio de dados Serviços externos Acesso a docentes Apresentação de dados Corpo discente Corpo docente Dificuldade de uso Geração de planilhas Preenchimento automático Projetos Usabilidade 62 relatos 0 2 4 6 8 10 12 14 16 Preenchimento de dados Abertura da Plataforma Livros e capítulos Processamento de dados Relatórios Detalhamento Esclarecimentos Participantes externos Artigos Docentes Instabilidade Produção técnica Qualis Autores Classificação de produção Discentes DOI Eventos Múltiplos usuários Orientador de tipologia Período de atualização Produtos educacionais Resumos de produção intelectual URL de acesso Visita Detalhamento dos relatos quanto à Usabilidade 62 relatos
  20. 20. 0 5 10 15 20 25 30 35 Produção intelectual Corpo docente Egressos Proposta do Programa Corpo discente Importação de CVLattes Projetos Qualidade dos dados Instabilidade Disciplinas Regra de cadastro Inserção social Redes Trabalhos de conclusão Bancas Examinadoras Base de dados Bolsas Candidatos Cultura de preenchimento Entrada de dados Grupo de pesquisa Inserção internacional Participantes Externos Relatórios Modelo de Dados Relatos que impactam no Modelo de Dados 148 relatos 0 10 20 30 40 50 60 Detalhamento Processamento de dados Compatibilidade Lattes Preenchimento de dados Autores Nomenclatura Esclarecimentos Livros e capítulos Participantes externos Perda de dados Linhas de pesquisa Novos recursos Relatórios Vinculação de Produção Intelectual Artigos Eventos Graduação Produção técnica Projetos Qualis Aplicabilidade do produto Bolsas Campo Resumo/Completo Coordenação Docentes DOI Identificação Instabilidade Natureza do acesso Produção intelectual Tempo médio de bolsistas Tipo de acesso ao produto Detalhes das propostas que afetam modelo de dados 148 relatos
  21. 21. Relatos por dimensão de análise MODELO DE DADOS (148) Relatos que envolvem atualização na estrutura de dados ou nas regras de qualidades de dados da Plataforma. RECURSOS E SERVIÇOS (80) Relatos relativos à importação do Lattes, transparência, instabilidades, relatórios, exportação de dados, entre outros recursos e serviços. USABILIDADE (62) Relatos sobre sistema de ajuda, manuseio e qualidade de dados e cultura de preenchimento.
  22. 22. O que os relatos revelam?  Transparência: a Comunidade reconhece o avanço em relação à Transparência que a Plataforma Sucupira trouxe ao SNPG.  Estrutura de dados ainda não contempla a totalidade de expectativas dos atores da PG quanto a conteúdo e serviços.  Porém, há pedidos contraditórios: +detalhamento x +simplificação  Recursos e Serviços também estão aquém das expectativas da comunidade (especialmente quanto ao acesso aos dados e quanto à geração de relatórios para os múltiplos atores da PG).  Podem ser bem mais ambiciosos do que os solicitados (especialmente quando comparados a sistemas afins)  A Visão sobre a Sucupira ainda é percebida como o “sistema de imposto de renda” da PG.  “se não preencher, sofrerei consequências” x “é o que uso para gerir minha PG”
  23. 23. Demandas dos Demais GTs x SIs Visão da Comunidade acadêmica Benchmark com sistemas internacionais e nacionais Em relação a demandas futuras à PG (Demais GTs)
  24. 24. GTs e a Ficha de Avaliação As recomendações dos GTs impactam na estruturação dos sistemas de informação do SNPG. Em relação à Ficha de Avaliação atual, há impactos transversais (em todas as dimensões) e impactos verticais (majoritariamente em uma dimensão)
  25. 25. Discentes Qualis Prêmio tese Posicionamento Atual da Sucupira Visão Atual: fluxo linear de dados, com a plenitude das fontes de informação mapeadas pelo mesmo provedor (coordenador da PG), com apoio exclusivo do serviço de dados da Plataforma Lattes. A Pró-reitoria não tem serviços específicos de acreditação e não tem conseguido ajudar os PPGs na validação de seus dados. Os CAs recebem os dados e não têm conseguido a totalidade de serviços de que necessitam. No plano tecnológico, no entanto, verifica-se a evolução tecnológica da plataforma ao longo dos anos. ADD BD Sucupira (OLTP) Coleta (Coord. PPG) Acreditação (Pró-reitoria) Avaliação (CAs CAPES) PPG Corpo Docente Corpo Discente Produção Intelectual Projetos Estrut. Curricular Responsáveis 1. A Coordenação de PG é responsável por recolher e alimentar a totalidade dos dados de seu PPG 2. A Pró-Reitoria de PG é responsável pela acreditação e envio a CAPES 3. A CAPES é responsável pela recepção, tratamento e disponibilização dos dados 4. Os CAs são responsáveis pela análise e atribuição dos conceitos 5. A CAPES torna públicos os resultados e os critérios, com acesso aos dados (ADD) Teses
  26. 26.  Modelo de dados: as sugestões implicam em novas unidades de informação (ex. eventos), novas estruturas de relações entre dados (ex. egresso) e novos detalhamentos de unidades existentes.  Recursos e serviços: as sugestões implicam em uma gama de novos serviços de informação e de conhecimento, desde controle de qualidade à geração de múltiplos relatórios e indicadores.  Interoperabilidade e integração: o alcance das visões dos GTs requer da CAPES tanto a interoperabilidade como a integração entre a Plataforma Sucupira e outras fontes de informação. O que a pesquisa revelou?
  27. 27. O que a pesquisa revelou?  Multifuncionalidade: as plataformas e-Gov não são úteis somente ao seu órgão patrocinador, mas a todo o conjunto de atores e papéis que exercem no sistema.  Abertura: os dados são bens comuns que devem ser compartilhados com a totalidade de atores do SNPG  Coprodução: a apropriação coletiva é a principal característica das soluções contemporâneas de e-Gov.  Modelo de dados deve ser um bem comum do SNPG.  Governança multi-institucional: todas as organizações devem fazer parte do processo de governança, com papéis e responsabilidades distintas, porém, complementares.  Ex.: a compatibilidade Sucupira-Lattes só será plenamente adequada se CAPES e CNPq acordarem um processo de governança.
  28. 28. AGENDA 1. Quem somos ? Nossas lentes sobre as plataformas de informação em CTI 2. Como estão nossos sistemas de informação para a PG ? Estudo de caso: Plataformas Sucupira 3. O que é Ciência Digital ? Bases Conceituais, Definição e Características 4. Qual deve ser a estrutura de dados das plataformas ? Arquitetura integrada, interoperável e promotora de coprodução 5. Aprendizados e oportunidades O que pode ajudar no avanço das cooperações Eurocris e ORCID?
  29. 29. Digital Science Pacheco, R.; Nascimento, E. and Weber, R. Digital Science: Cyberinfrastructure, e-Science and Citizen Science. In “Knowledge 4.0 - Managing Knowledge in Digital Change”. Edited by Klaus North, Wiesbaden Business School. Ronald Maier, University of Innsbruck. Oliver Haas, GIZ. 2018. Um sistema compartilhado por comunidades científicas e sociais engajadas em resolver problemas complexos baseados no bem comum e no compartilhamento de métodos, dados, informação e infraestrutura tecnológica ou metodológica.
  30. 30. Citizen science CyberTracker https://cybertrackerblog.org/category/conservation-2/ Photo Credit: Wisconsin Department of Natural Resources, CC BY-ND. Livro de Alan Irwin (1995) Coleta de amostra da qualidade da água do Rio Mississipi Rastreamento de animais na Africa https://ebird.org/home http://scistarter.com/index.html + de 400 projetos
  31. 31. Concepts Crowdsourcing: “a new paradigm for utilizing the power of “crowds” of people to facilitate large scale tasks that are costly or time consuming with traditional methods.” (Yan et al., 2009, p. 347). Collaboratories: “virtual entities that allow scientists to collaborate with each other across organizations and physical locations” (Gil et al., 2007, p. 25) Open access: is “an alternative to the traditional subscription-based publishing model made possible by new digital technologies and networked communications (…) with no expectation of direct monetary return and made available at no cost” (McLellan, 2003, p.52). Data science: “the application of quantitative and qualitative methods to solve relevant problems and predict outcomes”. (Waller and Fawcett, 2013, p. 78). Methods Community Based Monitoring (CMB): “a process where concerned citizens, government agencies, industry, academia, community groups and local institutions collaborate to monitor, track and respond to issues of common community concern” (Whitelaw et al., 2003, p. 410). Scientific workflow systems: is “a system that orchestrates and manages virtual experiments for scientists” (Rygg, Sumitomo and Roe, 2006, p. 2). Semantic e-Science: “is an approach supporting research collaboration in which all the services of data access, integration, provenance, and data processing need semantic representation”. (Le Dinh, Nomo, and Ayayi, 2015, p. 38). Linked data: was first proposed by Tim Berners-Lee (2006) to indicate how data should be published on the web (i.e., as a network of machine readable, connected data disposed on a non-proprietary format according to RDF standards). Network ontology: “is a formal specification that describes the capabilities of the network” (Koderswaran and Joshi, 2009, p. 4). It is also a “a meta-ontology that draws on established ontologies and controlled vocabularies” (Srinivasan et al., 2007, p. 325). Technologies Service-oriented computing: “is a paradigm that utilizes services as fundamental elements for application design” (Escoffier, Hall, and Lalanda, 2007, p. 474), a distributed computing and e- business processing that changed the software applications design, architecture, delivery and use (Amir and Zeid, 2004, p. 192). Cloud computing: “a model for enabling ubiquitous, convenient, on-demand network access to a shared pool of configurable computing resources (e.g., networks, servers, storage, applications, and services)”. (Mell and Grance, 2011, p. 3). Grid computing: “refers to the large-scale integration of computer systems (via high-speed networks) to provide on-demand access to data- crunching capabilities and functions not available to one individual or group machines”. (Foster, 2003, p. 81). Connectivity technologies: “Connectivity technologies are those that provide communications and connectivity between systems, including enterprise network management, videoconferencing systems (e.g. routers, VoIP, Ethernet)” (Sethi, Larson and Tafti, 2014, p. 6), mobile, IoT, and others. Pacheco, R.; Nascimento, E. and Weber, R. Digital Science: Cyberinfrastructure, e-Science and Citizen Science. In “Knowledge 4.0 - Managing Knowledge in Digital Change”. Edited by Klaus North, Wiesbaden Business School. Ronald Maier, University of Innsbruck. Oliver Haas, GIZ. 2018 – To be published.
  32. 32. Connectivitytechnologies Digital Science – Visão Geral Data Exploitation Data Analysis Data Dissemination Data Creation CI eS CS Crowd sourcing Open access Data Science CBM Service oriented comp. cloud Grid Connectivit y Scientific Workflow Semantic eS Linked Data Network Ontology GridComputing CloudComputing Service oriented computing Citizen scientists Students Professors Researchers Policy makers Business people Social workers Crowdsourcing Data Science Open Access Common Information Common Knowledge Common Data Sets Network Ontologies Linked Data Collaboratories
  33. 33. Citizen Science and Transdisciplinarity • Citizen scientists training (Crabbe, 2012; Carlson, et al. 2015) • CS project management (Bonney et al., 2014) • CS data governance (Bain, 2016) • Wicked problem assessment (Pohl et al., 2017) • Collaborative consensus (Defila and Giuglio, 2017) E-Science and Cyberinfrastructure • Scientific cloud computing (Lee, 2010) • Grid computing management (Nabrzyski et al., 2012) • Crowdsourcing management (Toch, 2014; Law et al., 2017) • Scientific data management (Wilkinson et al., 2016) • Sensor networks for citizens (O´Grady et al., 2016) • Science gamification (Newman et al., 2012) Science and Technology Management • Sustainable development (Masis et al., 2009) • Multi/Inter/Transdisciplinary investment and assessment (Konig and Gorman, 2017; Huutoniemi and Rafols, 2017) • Cybermetrics and Altmetrics (Priem et al., 2012) • Transnational science (Walker, 2012) Digital Science Challenges and Trends Pacheco, R.; Nascimento, E. and Weber, R. Digital Science: Cyberinfrastructure, e-Science and Citizen Science. In “Knowledge 4.0 - Managing Knowledge in Digital Change”. Edited by Klaus North, Wiesbaden Business School. Ronald Maier, University of Innsbruck. Oliver Haas, GIZ. 2018 – To be published.
  34. 34. AGENDA 1. Quem somos ? Nossas lentes sobre as plataformas de informação em CTI 2. Como estão nossos sistemas de informação para a PG ? Estudo de caso: Plataformas Sucupira 3. O que é Ciência Digital ? Bases Conceituais, Definição e Características 4. Qual deve ser a estrutura de dados das plataformas ? Arquitetura integrada, interoperável e promotora de coprodução 5. Aprendizados e oportunidades O que pode ajudar no avanço das cooperações Eurocris e ORCID?
  35. 35. Demandas de e-Gov Contemporâneo  Multi-institucionalidade Visão de rede multi-institucional para fluxos de informação  Padronização de metadados Criação e gestão de metadados de forma coletiva às diversas organizações afetas  Dados Abertos Os dados devem estar disponíveis, em formato aberto para qualquer interessado  Coprodução Padrões e, também, serviços devem ser baseados na coprodução entre os atores interessados (e não somente no patrocínio da autoridade pública).
  36. 36. Loja APPs Acervo de Dados Digitais (ADD) – dados e serviços de informação Coprodução Enquetes Projetos PAEP PAEX Qualis Periódicos Bolsas EduCAPES Áreas do Conhecimento (CNPq, CAPES, OCDE) Periódicos CAPES Eventos IES Setores CNAE Financiadores Empresas NITsEditoras IBGE Educação Básica PTT Livros Teses Allumni RepositóriosePortais Livros & Cap. (PPG) Eventos (PPG) Artigos em Periódicos (PPG) PTT (PPG) Projetos PI Dados PPG Estrutura BD Sucupira (OLTP) Contextos Corpo Discente Projetos Teses PI Estrutura Acadêmica PPG Contextos Corpo Docente Docentes Discentes Pessoas do PPG Demais Internalização Teses (PPG) Egressos Projetos Identificação Ativ. Prof. CVs PI GPs Projetos Bolsas Integração Indicadores do PPG Indicadores Scientometrics AltMetrics Qualidade de dados Avaliação Impacto Riscos Data Science Qualis Periódicos Qualis Livros Qualis Eventos Interação com EB Egressos Qualis PTT Bases corporativas da IES Teses ISSNs ProjetosEmpresas ISBNs Livros Serviços de info. SIFAPsProjetos Bolsas Auxílios DemandasEmpresasAgentes Propriedade Intelectual Bases e sistemas afins Outras Bases CAPES Entidades emergentes Entidades derivadas Entidades referenciais Entidades canônicas Processos de informação Plataforma Integradora
  37. 37. Propostas I. QUANTO À VISÃO DE PROJETO DA PLATAFORMA SUCUPIRA  Plataforma Modularizada  Plataforma Multifuncional  Plataforma de Múltiplos Fluxos de Informação  Revisão e Ampliação de seu Modelo de Dados II. QUANTO À GOVERNANÇA  Comunidade de Padronização de dados da PG  Comitê Multi-institucional de Governança  Comitê de Acompanhamento de Custos e Investimentos III. QUANTO À ABRANGÊNCIA DOS ATORES DE CTI  Organizações acadêmicas e científicas (IES, FOPROP)  Agentes Institucionais de CTI (FAPs, CONFAP)  Empresas e Associações representativas (CNI)  Editores  Sociedades Cientificas IV. QUANTO À ABERTURA DA PLATAFORMA  Continuidade e ampliação do Programa ADD  Interoperabilidade  Integração entre sistemas de informação  Aviso automático de preenchimento (ex. preencheu lattes, alerta Coord. PPG)  Loja de Aplicativos e-Gov  Realização de Enquetes sobre a Plataforma V. QUANTO AO MODELO DE DADOS DA PÓS-GRADUAÇÃO  Revisão das Entidades Canônicas  Revisão das Entidades Referenciais  Promoção de Entidades Emergentes  Resposta a mudanças dinâmicas (ex. redes, regras) VI. QUANTO À QUALIDADE E AUDITORIA DE DADOS  Melhoria nos sistemas de captura de dados  Sistemas de conhecimento para auditoria de dados  Curadoria de dados para Entidades de Referência  Programa de Governança de Dados VII. QUANTO À AMPLIAÇÃO DA ARQUITETURA ATUAL DE SISTEMAS  Repositórios e Portais para Entidades Emergentes  Novos Serviços voltados aos PPGs  Novos Serviços voltados às IES  Novos Serviços voltados à Avaliação  Novos Serviços voltados ao Planejamento e Difusão VIII. QUANTO AO ATENDIMENTO ESPECÍFICO AOS DEMAIS GTs  Modelo de dados: Eventos, Livros, PTT, EB, AC, MP/DP  Sistemas de Informação e Conhecimento: Impacto e Risco IX. QUANTO A AÇÕES SUBSEQUENTES  Publicação e divulgação dos resultados do GT  Workshop de validação com especialistas eGov e CTI e ES  Interoperabilidade e integração de serviços via ADD (ex. IBICT, CNPq, FOPROP, CONFAP)
  38. 38. AGENDA 1. Quem somos ? Nossas lentes sobre as plataformas de informação em CTI 2. Como estão nossos sistemas de informação para a PG ? Estudo de caso: Plataformas Sucupira 3. O que é Ciência Digital ? Bases Conceituais, Definição e Características 4. Qual deve ser a estrutura de dados das plataformas ? Arquitetura integrada, interoperável e promotora de coprodução 5. Aprendizados e oportunidades O que pode ajudar no avanço das cooperações Eurocris e ORCID?
  39. 39. Difusão de Inovações: Desafios x Obrigatoriedade (“Top down”) Convencimento (“Middle-bottom up”) Ansiedade (Ameaça) Oportunidade (Convencimento) Individualidade Institucionalidade “Porque o outro demanda” “Porque serei o protagonista”
  40. 40. Resiliência e Visão de Estado 2003 - O Brasil contribuiu decisivamente para a criação de uma rede com 12 Países, incluindo Portugal, que concordaram em adotar o padrão Lattes como currículo. Já haviam mais de 200 mil currículos no formato CVLAC, com previsão de serviços de cooperação e integração de informações. A Rede ScienTI já tinha os preceitos da padronização, interoperabilidadade, soluções centradas no ser humano e cooperações multi-laterais. Faltou visão de Estado e resiliência à suas instituições... Fonte: https://pt.slideshare.net/rpacheco/metodologia-e-arquitetura-egov-como-propulsoras-de-cooperao-internacional-os-casos-da-plataforma-lattesrede-scienti-e-portal-inovao Dezembro de 2002, Florianópolis
  41. 41. Desafios da Ciência Digital e o papel dos Sistemas de informação da Pós-Graduação Seminário Internacional Sistemas de informação para a pós-graduação 23 de maio de 2018 Capes, 22 e 23/05/2018 Roberto C. S. Pacheco Universidade Federal de Santa Catarina pacheco@egc.ufsc.br

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