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FACULDADE SANTO AGOSTINHO – FSA
COORDENAÇÃO DO CURSO DE NUTRIÇÃO
DISCIPLINA: Nutrição e Dietética do Adulto e do Idoso
PROFESSOR: Ma. DANIELA FORTES
OSTEOPOROSE
ACADÊMICOS:
José Ronildo
Rossana Madeira
Jocelia Lima
Thais Indiara
O QUE É OSTEOPOROSE?
• Os osso estão em constante processo de renovação, já
que são formados por células chamadas osteoclastos
encarregadas de reabsorver as áreas envelhecidas e
por outras, os osteoblastos, cuja função de produzir
ossos novos.
• Esse processo permanente e constante possibilita a
remodelação do osso quando ocorrem fraturas e
explica por que a mais ou menos a cada dez anos o
esqueleto humano se renova por inteiro.
SINTOMAS
• A doença progride lentamente e raramente apresenta sintomas antes que
aconteça algo de maior gravidade como uma fratura
OSTEOPENIA
• É o estágio intermediário entre o osso normal e o osteoporótico, pode ser
definida como uma pré–osteoporose.
• Os ossos tornam-se mais frágeis, e se não for rapidamente tratada, pode
evoluir para osteoporose.
TIPOS DE OSTEOPOROSE
• A forma primária da osteoporose classifica-se em:
• Tipo I : de alta reabsorção óssea, decorrente de uma atividade
osteoclástica acelerada - a osteoporose pós menopausa, geralmente
apresentada por mulheres mais jovens, a partir dos 50 anos.
• Tipo II : de reabsorção óssea normal ou ligeiramente aumentada, associada
a uma atividade osteoblástica diminuída, com formação óssea diminuída -
a osteoporose senil ou de involução, mais frequente nas mulheres mais
idosas, a partir dos 70 anos, e também no homem.
• A osteoporose pós-menopausa ou Tipo I:
• está associada à insuficiência estrogênica do climatério, ou condições que induzem
precocemente ao hipoestrogenismo (diminuição de estrógenos).
• Prevalente em mulheres caucasóides, geralmente nas duas primeiras décadas após
o início da menopausa, sendo que as primeiras alterações já se demonstram cerca
de 3 a 5 anos antes do término do período menstrual.
• Durante o período de perimenopausa, a perda de massa óssea pode aumentar em
um grupo de mulheres classificadas como perdedoras rápidas, podendo atingir, por
ano, até 5% do volume ósseo total do organismo.
• Tipo II, senil ou de involução:
• Acomete indistintamente homens e mulheres acima dos 70 anos, em ambos os tipos
de ossos, trabecular e cortical. Em decorrência deste fato podem ocorrer fraturas,
não apenas na coluna vertebral, como também na pelve, ossos longos, costelas,
quadril e punho.
* motivos: trauma de uma queda ou um acidente de carro ;
enfraquece os ossos devido à osteoporose ou até mesmo a
propagação de um tumor na espinha .
FRATURA DE MIOR GRAVIDADE NO
IDOSO
• A fratura do quadril é um quadro bem mais grave e complicado. Não basta imobilizar o osso
para curar uma fratura do colo do fêmur.
• O tratamento deve ser feito através de cirurgia, com colocação de placas, parafusos ou
próteses metálicas, e a recuperação completa é bem lenta, podendo durar vários meses.
Muitos pacientes não conseguem voltar a andar e tornam-se dependentes de ajuda para
executar suas atividades comuns de vida.
• Como essa lesão corre habitualmente em pacientes idosos e já com algumas
doenças associadas, a taxa de complicações graves a curto e médio prazo é alta,
fazendo com que a mortalidade durante o intervalo de 1 ano após fratura chegue a
20%.
Fratura
no colo
do
fêmur
Artroplastia de superfície
PRÓTESE DE
RECAPEAMENTO OU
RESSURFACING
FRATURA DE
PELVE
COMO DIAGNOSTICAR ?
• O diagnóstico correto desta doença via de regra passa por uma boa anamnese e
um bom exame clínico onde, dados como uma história familiar, perda de altura,
abaixa ingesta de cálcio na infância, falta de esporte na juventude, sedentarismo,
menopausa precoce, uso de determinadas medicações, e a existência de doenças
associadas já permitem ao clínico um primeiro diagnóstico.
COMO DIAGNOSTICAR?
• Outros métodos muito utilizados:
• DENSITOMETRIA ÓSSEA:
• Baseia-se na análise computadorizada, de um feixe puntiforme de radiação
gama, é medida a quantidade de fótons que passam pelo corpo do paciente
podendo ser calculada através de formula matemática a relação de
emissão/absorção.
• Medições que matematicamente apresentem redução de mais de 2,5 (dois e
meio desvios padrões) para baixo da normalidade, convencionou-se rotulá-las
como indicativas de Osteoporose.
Ultrassonometria do
calcâneo
OUTROS MÉTODOS
• ULTRA SONOMETRIA ÓSSEA;
• RX, HISTOMORFOMETRIA e PROVAS LABORATORIAIS
PREVENÇÃO
• É preciso saber que o cálcio deve ser ingerido desde a infância como
uma “poupança ” para evitar futuras fraturas.
• No caso dos idosos, devem prevenir seguindo as seguintes recomendações:
• Fazer refeições ricas em cálcio e vitamina D.
• Manter uma rotina de atividades físicas regulares.
• Não beber em excesso e não fumar.
• Evitar o consumo de muito sal ou cafeína, pois eles podem levar a perda de
cálcio pelo organismo.
• Tomar sol sem filtro solar por pelo menos 15 minutos ao dia, antes das 10 horas
ou após às 15 horas.
• Manter um peso corporal saudável.
QUANTIDADE DE CÁLCIO A SER
INGERIDA
ALIMENTOS RICOS EM CÁLCIO
A IMPORTÂNCIA DA VITAMINA D
• A vitamina D tem um papel muito importante, ela é a responsável por carregar o
cálcio para dentro do osso e por isso faz parte do tratamento de quem tem
osteoporose ou osteopenia. suas principais fontes são: óleo de peixe, ovos, queijos
gordos e alguns alimentos enriquecidos.
TRATAMENTO
Medicamentos
Existem várias medicações indicadas para o
tratamento da osteoporose, que individualizadas
a cada caso. Os mais usados são os bisfosfonatos
e o carbonato de cálcio e suplementação de
cálcio e vitamina D.
Em casos mais graves, as cirurgias como a
cifoplastia , usado para tratar fraturas por
compressão dolorosa na coluna vertebral.
Cifoplastia
CURIOSIDADES
Eu me
remexo
muito!
Cuide do seu esqueleto!
Obrigado!
REFERÊNCIAS
• http://www.osteoprotecao.com.br/pt_calcio.php?skey=a0adc26ef35037a0
35f685d8556e0066
• http://www.abc.med.br/p/vida-
saudavel/38563/osteoporose+o+que+fazer+para+prevenir.htmLl

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  • 1. FACULDADE SANTO AGOSTINHO – FSA COORDENAÇÃO DO CURSO DE NUTRIÇÃO DISCIPLINA: Nutrição e Dietética do Adulto e do Idoso PROFESSOR: Ma. DANIELA FORTES OSTEOPOROSE ACADÊMICOS: José Ronildo Rossana Madeira Jocelia Lima Thais Indiara
  • 2. O QUE É OSTEOPOROSE? • Os osso estão em constante processo de renovação, já que são formados por células chamadas osteoclastos encarregadas de reabsorver as áreas envelhecidas e por outras, os osteoblastos, cuja função de produzir ossos novos. • Esse processo permanente e constante possibilita a remodelação do osso quando ocorrem fraturas e explica por que a mais ou menos a cada dez anos o esqueleto humano se renova por inteiro.
  • 3.
  • 4. SINTOMAS • A doença progride lentamente e raramente apresenta sintomas antes que aconteça algo de maior gravidade como uma fratura
  • 5. OSTEOPENIA • É o estágio intermediário entre o osso normal e o osteoporótico, pode ser definida como uma pré–osteoporose. • Os ossos tornam-se mais frágeis, e se não for rapidamente tratada, pode evoluir para osteoporose.
  • 6. TIPOS DE OSTEOPOROSE • A forma primária da osteoporose classifica-se em: • Tipo I : de alta reabsorção óssea, decorrente de uma atividade osteoclástica acelerada - a osteoporose pós menopausa, geralmente apresentada por mulheres mais jovens, a partir dos 50 anos. • Tipo II : de reabsorção óssea normal ou ligeiramente aumentada, associada a uma atividade osteoblástica diminuída, com formação óssea diminuída - a osteoporose senil ou de involução, mais frequente nas mulheres mais idosas, a partir dos 70 anos, e também no homem.
  • 7. • A osteoporose pós-menopausa ou Tipo I: • está associada à insuficiência estrogênica do climatério, ou condições que induzem precocemente ao hipoestrogenismo (diminuição de estrógenos). • Prevalente em mulheres caucasóides, geralmente nas duas primeiras décadas após o início da menopausa, sendo que as primeiras alterações já se demonstram cerca de 3 a 5 anos antes do término do período menstrual. • Durante o período de perimenopausa, a perda de massa óssea pode aumentar em um grupo de mulheres classificadas como perdedoras rápidas, podendo atingir, por ano, até 5% do volume ósseo total do organismo.
  • 8. • Tipo II, senil ou de involução: • Acomete indistintamente homens e mulheres acima dos 70 anos, em ambos os tipos de ossos, trabecular e cortical. Em decorrência deste fato podem ocorrer fraturas, não apenas na coluna vertebral, como também na pelve, ossos longos, costelas, quadril e punho.
  • 9. * motivos: trauma de uma queda ou um acidente de carro ; enfraquece os ossos devido à osteoporose ou até mesmo a propagação de um tumor na espinha .
  • 10. FRATURA DE MIOR GRAVIDADE NO IDOSO • A fratura do quadril é um quadro bem mais grave e complicado. Não basta imobilizar o osso para curar uma fratura do colo do fêmur. • O tratamento deve ser feito através de cirurgia, com colocação de placas, parafusos ou próteses metálicas, e a recuperação completa é bem lenta, podendo durar vários meses. Muitos pacientes não conseguem voltar a andar e tornam-se dependentes de ajuda para executar suas atividades comuns de vida. • Como essa lesão corre habitualmente em pacientes idosos e já com algumas doenças associadas, a taxa de complicações graves a curto e médio prazo é alta, fazendo com que a mortalidade durante o intervalo de 1 ano após fratura chegue a 20%.
  • 11. Fratura no colo do fêmur Artroplastia de superfície PRÓTESE DE RECAPEAMENTO OU RESSURFACING FRATURA DE PELVE
  • 12. COMO DIAGNOSTICAR ? • O diagnóstico correto desta doença via de regra passa por uma boa anamnese e um bom exame clínico onde, dados como uma história familiar, perda de altura, abaixa ingesta de cálcio na infância, falta de esporte na juventude, sedentarismo, menopausa precoce, uso de determinadas medicações, e a existência de doenças associadas já permitem ao clínico um primeiro diagnóstico.
  • 13. COMO DIAGNOSTICAR? • Outros métodos muito utilizados: • DENSITOMETRIA ÓSSEA: • Baseia-se na análise computadorizada, de um feixe puntiforme de radiação gama, é medida a quantidade de fótons que passam pelo corpo do paciente podendo ser calculada através de formula matemática a relação de emissão/absorção. • Medições que matematicamente apresentem redução de mais de 2,5 (dois e meio desvios padrões) para baixo da normalidade, convencionou-se rotulá-las como indicativas de Osteoporose.
  • 15. OUTROS MÉTODOS • ULTRA SONOMETRIA ÓSSEA; • RX, HISTOMORFOMETRIA e PROVAS LABORATORIAIS
  • 16.
  • 17. PREVENÇÃO • É preciso saber que o cálcio deve ser ingerido desde a infância como uma “poupança ” para evitar futuras fraturas. • No caso dos idosos, devem prevenir seguindo as seguintes recomendações: • Fazer refeições ricas em cálcio e vitamina D. • Manter uma rotina de atividades físicas regulares. • Não beber em excesso e não fumar. • Evitar o consumo de muito sal ou cafeína, pois eles podem levar a perda de cálcio pelo organismo. • Tomar sol sem filtro solar por pelo menos 15 minutos ao dia, antes das 10 horas ou após às 15 horas. • Manter um peso corporal saudável.
  • 18. QUANTIDADE DE CÁLCIO A SER INGERIDA
  • 20. A IMPORTÂNCIA DA VITAMINA D • A vitamina D tem um papel muito importante, ela é a responsável por carregar o cálcio para dentro do osso e por isso faz parte do tratamento de quem tem osteoporose ou osteopenia. suas principais fontes são: óleo de peixe, ovos, queijos gordos e alguns alimentos enriquecidos.
  • 21.
  • 22. TRATAMENTO Medicamentos Existem várias medicações indicadas para o tratamento da osteoporose, que individualizadas a cada caso. Os mais usados são os bisfosfonatos e o carbonato de cálcio e suplementação de cálcio e vitamina D. Em casos mais graves, as cirurgias como a cifoplastia , usado para tratar fraturas por compressão dolorosa na coluna vertebral. Cifoplastia
  • 24. Eu me remexo muito! Cuide do seu esqueleto! Obrigado!