POLUIÇÃO E DEGRADAÇÃO
AMBIENTAL
Grupo:
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• Karina Alves
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• Isabelle Barreto
• Roseane Olive...
Balneabilidade
Introdução
Balneabilidade trata-se da qualidade das águas
destinadas à recreação de contato primário, sendo o
contato dire...
O parâmetro indicador básico para a classificação das praias quanto a sua balneabilidade em
termos sanitários é a densidad...
Corpos d'água contaminados por esgoto doméstico ao
atingirem as águas das praias podem expor os banhistas a
bactérias, vír...
Considerando-se as diversas variáveis intervenientes na balneabilidade das praias e sua
relação com a possibilidade de ris...
A faixa litorânea do Estado da Paraíba constitui
uma das principais fontes de turismo da região, e
que nos últimos tempos ...
Como consequência verifica-se um acelerado
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Atualmente, alguns trechos de praias e rios
apresentam crescente contaminação de origem
fecal; áreas protegidas pela legis...
A SUDEMA realiza monitoramento semanalmente
nas praias localizadas no município de João Pessoa,
Lucena e Pitimbú, devido e...
RELATÓRIO SEMANAL N. º 06/2014
CARACTERIZAÇÃO SÓCIO AMBIENTAL DA ZONA COSTEIRA DA PARAÍBA
Apresenta uma diversidade de paisagens composta por: praias, fa...
Resolução CONAMA n 274/2000
Estabelece as condições ideais, de balneabilidade para os diversos corpos hídricos,
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CONAMA n 274/2000 – art 1
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A resolução estabelece os métodos de
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CONCLUSÃO
De acordo com os fatores citados anteriormente o que causa maior influência na balneabilidade
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  1. 1. POLUIÇÃO E DEGRADAÇÃO AMBIENTAL Grupo: • Danyella Alves • Karina Alves • Ingrid Honório • Isabelle Barreto • Roseane Oliveira • Pedro Ricardo
  2. 2. Balneabilidade
  3. 3. Introdução Balneabilidade trata-se da qualidade das águas destinadas à recreação de contato primário, sendo o contato direto e prolongado com a água (natação, mergulho, esqui-aquático, etc) e onde a possibilidade de ingerir quantidades apreciáveis de água é elevada.
  4. 4. O parâmetro indicador básico para a classificação das praias quanto a sua balneabilidade em termos sanitários é a densidade de coliformes fecais. Diversos são os fatores que condicionam a presença de esgotos nas praias. Fatores que influem na Balneabiliade Existência de sistemas de coleta e disposição dos despejos domésticos gerados nas proximidades Existência de córregos afluindo ao mar Afluência turísica durante os períodos de temporada Fisiografia da praia Ocorrência de chuvas Condições de maré
  5. 5. Corpos d'água contaminados por esgoto doméstico ao atingirem as águas das praias podem expor os banhistas a bactérias, vírus e protozoários. Crianças e idosos, ou pessoas com baixa resistência, são as mais suscetíveis a desenvolver doenças ou infecções após terem nadado em águas contaminadas. Aspectos da Saúde Pública
  6. 6. Considerando-se as diversas variáveis intervenientes na balneabilidade das praias e sua relação com a possibilidade de riscos à saúde dos freqüentadores, é recomendável: Cuidados a serem tomados Não tomar banho nas águas das praias que forem classificadas como Impóprias Evitar o contato com os cursos d’água que afluem às praias Evitar o uso das praias que recebem corpos d’água cuja qualidade é desconhecida; após a ocorrência de chuvas de maior intensidade Evitar a ingestão de água do mar, com redobrada atenção para com as crianças e idosos, que são mais sensíveis e menos imunes do que os adultos
  7. 7. A faixa litorânea do Estado da Paraíba constitui uma das principais fontes de turismo da região, e que nos últimos tempos vem-se registrando um aumento significativo dessa atividade. O turismo vê-se favorecido pelo clima tropical quente e úmido que oferece ao visitante. Balneabilidade na Paraiba
  8. 8. Como consequência verifica-se um acelerado processo de crescimento urbano, associado com a construção de hotéis, restaurantes, centros comerciais e de lazer. A disposição de lixo próximo aos corpos d’água, lançamento de esgoto in natura, além do mau uso do solo vem favorecendo a degradação e contaminação dos recursos hídricos costeiros. Balneabilidade na Paraiba
  9. 9. Atualmente, alguns trechos de praias e rios apresentam crescente contaminação de origem fecal; áreas protegidas pela legislação ambiental como mangues e matas, diariamente estão devastados e ocupados desordenadamente fazendo desses recursos naturais palco da destruição ambiental. Balneabilidade na Paraiba
  10. 10. A SUDEMA realiza monitoramento semanalmente nas praias localizadas no município de João Pessoa, Lucena e Pitimbú, devido estas estarem localizadas nos centros urbanos com maior fluxo de banhistas. O monitoramento dos demais municípios do litoral paraibano é realizado mensalmente. Monitoramento das Águas - SUDEMA
  11. 11. RELATÓRIO SEMANAL N. º 06/2014
  12. 12. CARACTERIZAÇÃO SÓCIO AMBIENTAL DA ZONA COSTEIRA DA PARAÍBA Apresenta uma diversidade de paisagens composta por: praias, falésias, estuários, mangues, restingas e remanescentes de mata atlântica. O clima da região litorânea é quente e úmido, temperatura média anual de 26ºC, com máxima de 33ºC e mínima de 21ºC e precipitação pluviométrica variando entre 600 e 800mm ao ano
  13. 13. Resolução CONAMA n 274/2000 Estabelece as condições ideais, de balneabilidade para os diversos corpos hídricos, classificando as águas doces, salobras e salinas essencial à defesa dos níveis de qualidade, avaliados por parâmetros e indicadores específicos, de modo a assegurar as condições de balneabilidade.
  14. 14. CONAMA n 274/2000 – art 1 Para efeito desta Resolução são adotadas as seguintes definições: a) águas doces: águas com salinidade igual ou inferior a 0,50% b) águas salobras: águas com salinidade compreendida entre 0,50% e 30% c) águas salinas: águas com salinidade igual ou superior a 30% d) coliformes fecais (termotolerantes):
  15. 15. CONAMA n 274/2000 – art 2 As águas doces, salobras e salinas destinadas à balneabilidade (recreação de contato primário) terão sua condição avaliada nas categorias própria e imprópria. § 1-As águas consideradas próprias poderão ser subdivididas nas seguintes categorias: a) Excelente: quando em 80% ou mais de um conjunto de amostras obtidas em cada uma das cinco semanas anteriores, colhidas no mesmo local, houver, no máximo, 250coliformes fecais (termotolerantes) ou 200 Escherichia coli ou 25 enterococos por l00 mililitros;
  16. 16. CONAMA n 274/2000 – art 2 b) Muito Boa: quando em 80% ou mais de um conjunto de amostras obtidas em cada uma das cinco semanas anteriores, colhidas no mesmo local, houver, no máximo, 500 coliformes fecais (termotolerantes) ou 400 Escherichia coli ou 50 enterococos por 100 mililitros; c) Satisfatória: quando em 80% ou mais de um conjunto de amostras obtidas em cada uma das cinco semanas anteriores, colhidas no mesmo local, houver, no máximo 1.000 coliformes fecais (termotolerantes) ou 800 Escherichia coli ou 100 entreptococos por 100 mililitros.
  17. 17. CONAMA n 274/2000 – art 3 Os trechos das praias e dos balneários serão interditados se o órgão de controle ambiental, em quaisquer das suas instâncias (municipal, estadual ou federal), constatar que a má qualidade das águas de recreação de contato primário justifica a medida. § 1Consideram-se como passíveis de interdição os trechos em que ocorram acidentes de médio e grande porte, tais como: derramamento de óleo e extravasamento de esgoto, e outros § 2 A interdição e a sinalização, por qualquer um dos motivos mencionados no capute no § 1 deste artigo, devem ser efetivadas, pelo órgão de controle ambiental competente.
  18. 18. CONAMA n 274/2000 – art 4 Quando a deterioração da qualidade das praias ou balneários ficar caracterizada como decorrência da lavagem de vias públicas pelas águas da chuva, ou em conseqüência de outra causa qualquer, essa circunstância deverá ser mencionada no boletim de condição das praias e balneários, assim como qualquer outra que o órgão de controle ambiental julgar relevante. CONAMA n 274/2000 – art 5 A amostragem será feita, preferencialmente, nos dias de maior afluência do público às praias ou balneários, a critério do órgão de controle ambiental competente.
  19. 19. CONAMA n 274/2000 A resolução estabelece os métodos de avaliação bem como expressa as responsabilidades, evidenciando em seu art 12 que a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios articular-se-ão entre si e com a sociedade, para definir e implementar as ações decorrentes desta Resolução.
  20. 20. CONCLUSÃO De acordo com os fatores citados anteriormente o que causa maior influência na balneabilidade da água trata-se do despejo de coliformes fecais em áreas de recreação aquática de sistemas de coleta e tratamento de esgoto ou até mesmo sua própria ausência. Há grande necessidade de maior intervenção dos órgãos responsáveis no que tange à preservação dos nossos recursos hídricos em todos os aspectos, nisso, também está incluído a balneabilidade.

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