Prova3358

1.535 visualizações

Publicada em

Publicada em: Educação
0 comentários
1 gostou
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
1.535
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
2
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
11
Comentários
0
Gostaram
1
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Prova3358

  1. 1. CONCURSO PÚBLICO – 2002 PROVA PROFESSOR I - MATEMÁTICA INSTRUÇÕES1. Você receberá do fiscal o material descrito abaixo: a) uma folha destinada às respostas das questões formuladas na prova; b) este caderno com o enunciado das 40 questões, sem repetição ou falha, tendo no título o nome do cargo ao qual você concorre.2. Verifique se o material está em ordem, se seu nome e seu número de inscrição são os que aparecem na Folha de Respostas; caso contrário, notifique imediatamente o fiscal.3. Ao receber a Folha de Respostas, é obrigação do candidato: a) conferir seu nome e número de inscrição; b) ler atentamente as instruções no verso da Folha de Respostas; c) assinar o verso da Folha de Respostas.4. As questões são identificadas pelo número que se situa acima do seu enunciado.5. Reserve os 20 (vinte) minutos finais para marcar a Folha de Respostas.6. O rascunho no Caderno de Questões não será levado em consideração.7. Quando terminar, entregue a Folha de Respostas ao fiscal.8. O tempo disponível para esta prova será de 3 (três) horas.
  2. 2. PORTUGUÊS 2 A crônica de Vinícius de Moraes NÃO manifesta: O exercício da crônica (A) o compromisso do cronista com o seu ofício. (B) a angústia do cronista em relação à sua produção textual. Escrever prosa é uma arte ingrata. Eu digo prosa fiada, como (C) a aceitação crescente da crônica por parte do público leitor de faz um cronista; não a prosa de um ficcionista, na qual este é jornais. levado meio a tapas pelas personagens e situações que, azar dele, criou porque quis. Com um prosador do cotidiano, a coisa fia mais (D) o apontar aspectos limitativos exteriores que perturbam a 5 fino. Senta-se ele diante de sua máquina, acende um cigarro, olha atividade do cronista. através da janela e busca fundo em sua imaginação um fato (E) o escrever sobre a fugacidade do cotidiano para salvar do qualquer, de preferência colhido no noticiário matutino, ou da esquecimento o fato efêmero. véspera, em que, com as suas artimanhas peculiares, possa injetar um sangue novo. Se nada houver, resta-lhe o recurso de olhar em 310 torno e esperar que, através de um processo associativo, lhe surja No trecho “Escrever prosa é uma arte ingrata. Eu digo prosa fiada, de repente a crônica, provinda dos fatos e feitos de sua vida como faz um cronista” (L.1-2), o segundo período estabelece com o emocionalmente despertados pela concentração. Ou então, em primeiro uma relação de: última instância, recorrer ao assunto da falta de assunto, já (A) condição (B) comparação bastante gasto, mas do qual, no ato de escrever, pode surgir o (C) explicação (D) contraste15 inesperado. (E) concessão Alguns fazem-no de maneira simples e direta, sem caprichar demais no estilo, mas enfeitando-o aqui e ali desses pequenos 4 achados que são a sua marca registrada e constituem um tópico A palavra mesmo pode apresentar vários significados. Seu valor infalível nas conversas do alheio naquela noite. Outros, de modo significativo em “se ele é cronista mesmo” (L.49) repete-se em uma20 lento e elaborado, que o leitor deixa para mais tarde como num das alternativas abaixo. Assinale-a. convite ao sono: a estes se lê como quem mastiga com prazer (A) Ele está mesmo mais magro. grandes bolas de chicletes. Outros ainda, e constituem a maioria, “tacam peito” na máquina e cumprem o dever cotidiano da crônica (B) Fui assaltado mesmo em frente de casa. com uma espécie de desespero, numa atitude ou-vai-ou-racha. Há (C) Mesmo ele fez boa prova.25 os eufóricos, cuja prosa procura sempre infundir vida e alegria em (D) Mesmo sonolento, foi à festa. seus leitores e há os tristes, que escrevem com o fito exclusivo de (E) Moram no mesmo prédio. desanimar o gentio não só quanto à vida, como quanto à condição humana e às razões de viver. Há também os modestos, que 5 ocultam cuidadosamente a própria personalidade atrás do que Assinale a alternativa que melhor justifica o emprego das primeiras30 dizem e, em contrapartida, os vaidosos, que castigam no pronome reticências ocorrentes em “É... Não há nada a fazer com Fulano...” na primeira pessoa e colocam-se geralmente como a personagem (L.48-49). principal de todas as situações. Como se diz que é preciso um (A) Servem para marcar suspensão provocada por hesitação de pouco de tudo para fazer um mundo, todos estes “marginais da quem fala. imprensa”, por assim dizer, têm o seu papel a cumprir. Uns afagam35 vaidades, outros as espicaçam; este é lido por puro deleite, aquele (B) Servem para assinalar suspensão provocada por sentimento por puro vício. Mas uma coisa é certa: o público não dispensa a de raiva do personagem. crônica, e o cronista afirma-se cada vez mais como o cafezinho (C) Servem para realçar a forma verbal é. quente seguido de um bom cigarro, que tanto prazer dão depois (D) Servem para indicar a continuidade da fala do personagem. que se come. (E) Servem para traduzir o término de uma oração.40 Coloque-se porém o leitor, o ingrato leitor, no papel do cronista. Dias há em que, positivamente, a crônica “não baixa”. O cronista 6 levanta-se, senta-se, lava as mãos, levanta-se de novo, chega à Assinale a alternativa em que NÃO ocorrem termos coordenados janela, dá uma telefonada a um amigo, põe um disco na vitrola, relê entre si. crônicas passadas em busca de inspiração ⎯ e nada. Ele sabe (A) “Com um prosador do cotidiano, a coisa fia mais fino.” (L.4-5)45 que o tempo está correndo, que a sua página tem uma hora certa (B) “Senta-se ele diante de sua máquina, acende um cigarro...” (L.5) para fechar, que os linotipistas o estão esperando com impaciência, que o diretor do jornal está provavelmente coçando a (C) “este é lido por puro deleite, aquele por puro vício.” (L.35-36) cabeça e dizendo a seus auxiliares: ⎯ “É... Não há nada a fazer (D) “Ele sabe que o tempo está correndo, que a sua página tem com Fulano...” Aí então é que, se ele é cronista mesmo, ele se uma hora certa para fechar...” (L.44-46)50 pega pela gola e diz: ⎯ “Vamos, escreve, ó mascarado! Escreve (E) “...no afã de dar uma boa impressão ao diretor e ao secretário uma crônica sobre esta cadeira que está aí em tua frente! E que do jornal.” (L.56-57) ela seja bem feita e divirta os leitores!” E o negócio sai de qualquer maneira. 7 O ideal para um cronista é ter sempre uma ou duas crônicas Assinale a alternativa em que o termo grifado NÃO apresenta o adiantadas. Mas eu conheço muito poucos que o façam. Alguns valor circunstancial indicado entre parênteses.55 tentam, quando começam, no afã de dar uma boa impressão ao (A) “Alguns fazem-no de maneira simples e direta...” (L.16) − modo diretor e ao secretário do jornal. Mas se ele é um verdadeiro (B) “...que ocultam cuidadosamente a própria personalidade...” cronista, um cronista que se preza, ao fim de duas semanas estará (L.28-29) − modo gastando a metade do seu ordenado em mandar sua crônica de (C) “...aquele por puro vício.” (L.35-36) − causa60 táxi ⎯ e a verdade é que, em sua inocente maldade, tem um certo prazer em imaginar o suspiro de alívio e a correria que ela causa (D) “Escreve uma crônica sobre esta cadeira...” (L.50-51) − causa quando, tal uma filha desaparecida, chega de volta à casa paterna. (E) “Mas se ele é um verdadeiro cronista... ao fim de duas (Vinícius de Moraes. Para viver um grande amor. 1962.) semanas estará gastando a metade do seu ordenado...” (L.57-59) − tempo 1 Assinale a alternativa que NÃO é explicitada pelo texto de Vinícius 8 de Moraes. Assinale a alternativa em que ocorre uma concordância verbal (A) O cronista aborda o fazer literário. INACEITÁVEL em relação à norma culta da língua. (B) O enfoque jornalístico da crônica está presente. (A) Pouco importavam ao cronista a crítica e o elogio. (C) O cronista deve seduzir o leitor para o seu texto. (B) Chegou à editora o texto e uma carta do cronista. (D) O cronista apregoa a mediocrização textual de certas crônicas. (C) Agradava-lhe o ritmo e o estilo do cronista. (E) O cronista focaliza a diversidade textual do gênero crônica. (D) Obrigavam-me a amizade e o dever criticar aquele seu texto. (E) Faltava-lhe, naquele dia, fatos para escrever sua crônica. 2
  3. 3. 9 14Assinale a alternativa em que a expressão grifada NÃO tem valor Maria Helena Souza Patto apresenta um importante mapeamentoadjetivo. histórico do fracasso escolar e revela-nos alguns princípios(A) “Com um prosador do cotidiano...” (L.4) explicativos ainda presentes na reflexão educacional e no(B) “...um fato (...) colhido no noticiário matutino, ou da véspera...” imaginário dos professores. A concepção que afirma que o (L.6-8) fracasso escolar é fruto de um ambiente familiar e sociocultural pobre e inibidor das potencialidades cognitivas é a teoria:(C) “...resta-lhe o recurso de olhar em torno...” (L.9-10) (A) liberal pessimista. (B) do preconceito assumido.(D) “...com uma espécie de desespero, numa atitude ou-vai-ou- (C) da carência cultural. (D) da discriminação racista. -racha.” (L.24) (E) educacional integradora.(E) “Escreve uma crônica sobre esta cadeira que está aí em tua frente!” (L.50-51) 1510 Toda disciplina possui objetivos gerais e objetivos específicos. Segundo José Carlos Libâneo, os objetivos específicos:No texto, ocorre a oração “Se nada houver” (L.9). Assinale aalternativa em que a forma verbal NÃO foi empregada de acordo (A) expressam todas as habilidades e conhecimentos que secom a norma culta da língua. espera que os alunos atinjam ao final de uma série.(A) Se nada eu vir de interessante, voltarei para casa. (B) selecionam e organizam habilidades e competências.(B) Se nada ele requiser, vai ser prejudicado. (C) indicam atitudes e convicções em relação aos conhecimentos(C) Se nada ele reouver, seu prejuízo será grande. adquiridos durante toda a Educação Básica.(D) Se nada convier a ele, paciência, em nada poderei ajudá-lo. (D) expressam o resultado esperado e que deve ser atingido por(E) Se nada compuser, ficarei frustrado. todos os alunos ao término daquela unidade didática. (E) norteiam o planejamento político e pedagógico de toda aCONHECIMENTOS PEDAGÓGICOS escola no ano letivo vigente.11 16Paulo Freire é considerado um dos grandes educadores do século Assinale a afirmativa que NÃO está de acordo com a propostaXX. A teoria do pensamento pedagógico de Paulo Freire está educacional representada na ilustração abaixo.pautada numa:(A) seriedade da ação e do planejamento docente e numa relação assimétrica entre professor e aluno.(B) concepção dialética do conhecimento, em que educador e educando apresentam uma relação dinâmica.(C) concepção positivista do conhecimento, em que a verdade a ser alcançada é o fim último do processo educativo.(D) formação educacional neutra voltada para a preparação dos indivíduos para o mercado de trabalho.(E) formação da autonomia intelectual por meio do domínio de um conjunto cartesiano de métodos de ensino.12A Lei de Diretrizes e Bases da Educação, nº 9394 de 20/02/1996,estabelece como dever do Estado uma educação pública e gratuitagarantida:(A) em toda a faixa escolar, que no Brasil vai dos 7 aos 14 anos para todos os cidadãos, envolvendo toda a Educação Básica.(B) em todo o Ensino Fundamental, mesmo para aqueles que a ele (Harper, Babette e outros. Cuidado Escola. 1980.) não tiveram acesso na idade adequada. (A) A escola deve preparar o indivíduo intelectual e moralmente; o(C) nas creches e pré-escolas, de 0 a 6 anos, e somente até o final compromisso da educação é com a cultura e a moral e não da 4ª série do Ensino Fundamental. com os problemas sociais.(D) nos dois primeiros ciclos do Ensino Fundamental, com a (B) Os conteúdos a serem transmitidos às crianças e aos jovens progressiva extensão da gratuidade até o terceiro ciclo do devem ser os conhecimentos científicos e os verdadeiros Ensino Fundamental. valores morais acumulados pelas gerações anteriores.(E) em toda a Educação Infantil e Fundamental, não contemplando (C) O diálogo entre educadores e educandos é fundamental no o ensino fundamental de jovens e adultos do noturno regular. processo de construção do conhecimento, pois é nele que ambos aprendem a entender a sociedade.13 (D) Na relação professor−aluno, deve prevalecer a autoridade doAssinale a afirmativa que NÃO corresponde à perspectiva proposta professor e a atitude respeitosa dos alunos. A falta de disciplinapelos Parâmetros Curriculares Nacionais a partir do tema provoca uma relação permissiva na sala de aula.transversal Pluralidade Cultural. (E) Ensinar e aprender dependem, sobretudo, da capacidade do(A) A valorização das características étnicas dos diferentes grupos professor de repassar os conteúdos e da capacidade dos sociais pode ser assumida como um trabalho pedagógico. alunos de assimilarem o que foi repassado.(B) As desigualdades socioeconômicas promovem relações sociais discriminatórias que permeiam a sociedade brasileira. 17 Para Coll (1994), o conceito de aprendizagem significativa é central(C) A pluralidade cultural diz respeito à possibilidade de conhecer o no processo de ensino e de aprendizagem: o aluno aprende um Brasil como um país complexo, multifacetado e, algumas conteúdo quando é capaz de atribuir-lhe um significado. vezes, paradoxal. Pois bem, atribuir significado ao que se aprende, numa perspectiva(D) A consolidação da democracia na sociedade brasileira psicopedagógica, significa estabelecer relações: depende também do respeito aos diferentes grupos e culturas que a constituem. (A) com os fatos sociais que mais têm significado para o educando.(E) A função do sistema escolar, numa sociedade multicultural, é transmitir e averiguar conhecimentos científicos e neutros. (B) entre os velhos e os novos esquemas de compreensão da realidade. (C) com os conhecimentos prévios retirados da realidade. (D) substantivas, tanto do ponto de vista moral quanto do afetivo. (E) profundas com a realidade socioeconômica. 3
  4. 4. 18 23Desde a Antiguidade até os dias de hoje, temos nos voltado a Com a crescente poluição de rios e lagos, a escassez de águaalgumas questões essenciais para pensar a educação e torna-se mais grave a cada dia. Segundo dados da ONU, nosfundamentar a prática docente. Neste sentido, a influência dos últimos 50 anos a população mundial cresceu de 50% e agrandes pensadores da humanidade na teoria educacional e nas quantidade disponível de água potável por habitante diminuiu depráticas pedagógicas tem sido fundamental. A obra “Emílio ou Da 60%. Portanto, a quantidade total de água potável disponívelEducação”, de Jean-Jacques Rousseau (1712−1778), tornou-se diminuiu de:um marco do pensamento pedagógico iluminista. (A) 10% (B) 15%Assinale a alternativa que corresponde à idéia-chave desta obra de (C) 20% (D) 30%Rousseau. (E) 40%(A) O homem nasce naturalmente bom; é o ambiente social que o degenera. 24(B) A virtude é fruto do hábito, do ensino condicionante e das O gráfico abaixo representa os principais portões de entrada de disposições inatas. turistas estrangeiros no Brasil em1996.(C) A dúvida é uma forma de pensamento, portanto duvidar é pensar. “Penso, logo existo.”(D) “Só sei que nada sei”, pois o importante é reconhecer a sua própria ignorância.(E) Não há nada no intelecto que não tenha passado antes pela experiência empírica.19“Por escola nova se deve entender, hoje, um conjunto de doutrinase princípios tendentes a rever, de um lado, os fundamentos da Fonte: Departamento de Polícia Federal/DPF – EMBRATUR.finalidade da educação; de outro, as bases de aplicação da ciência Qual dos gráficos de setores abaixo representa esses mesmosà técnica educativa. Tais tendências nasceram de novas dados?necessidades, sentidas pelo homem, na mudança de civilizaçãoem que nos achamos, e são mais evidentes, sob certos aspectos,nos países que mais sofreram, direta ou indiretamente, os efeitosda conflagração européia. Mas, a educação nova não deriva (A) (B)apenas da grande guerra. Ela se deve, em grande parte, aoprogresso das ciências biológicas, no último meio século, aoespírito objetivo, introduzido no estudo das ciências do homem.” (Lourenço Filho. Introdução ao Estudo da Escola Nova. 1930.)Após a leitura do trecho acima sobre a Escola Nova, assinale aopção que a caracteriza na prática pedagógica.(A) Trabalho em grupo, testes, ensino ativo. (C) (D)(B) Trabalho individual, ensino passivo, escola única.(C) Trabalho individual, autoridade externa, diversidade cultural.(D) Atividades em grupo, avaliação mediadora, cultura pela paz.(E) Atividades em pequenos grupos, ensino ativo, escola plural.20 (E)A avaliação deve deixar de ser um processo de cobrança para setransformar em mais um momento de aprendizagem. A essaabordagem denominamos avaliação formativa, pois avaliar aaprendizagem realizada pelo estudante significa muito mais do quesimplesmente aplicar instrumentos e medir conhecimentos.De tempos em tempos, é necessário que o professor e a instituição 25escolar comuniquem aos estudantes e às famílias o momento do Um triângulo eqüilátero T está contido em um plano P. Quantasprocesso de aprendizagem no qual se encontram os educandos. retas de P são eixos de simetria de T?Essa comunicação pode ser feita através de: (A) 1 (B) 2(A) provas, boletins e reuniões. (C) 3 (D) 4(B) históricos, testes e relatórios. (E) Mais de 4(C) relatórios, boletins e trabalhos.(D) relatórios, boletins e reuniões. O enunciado a seguir refere-se às questões de números 26 e 27.(E) boletins, provas e testes. Em um recipiente há 40 picolés: 4 de maracujá, 6 de manga, 10 deMATEMÁTICA creme e 20 de chocolate. Retirando-os aleatoriamente do recipiente, qual é o número mínimo de picolés que devem ser21 retirados para que se possa estar certo de que foram retirados peloEm um plano, a distância entre os pontos A e B é 6cm. Quantas menos três picolés:são as retas desse plano que distam 3cm de A e 3cm de B?(A) 0 (B) 1 26(C) 2 (D) 3 de mesmo sabor?(E) Mais de 3 (A) 4 (B) 922 (C) 12 (D) 23A área do município de Belford Roxo é 80km2. Qual é a área de (E) 39sua representação em um mapa cuja escala é 1: 200 000? 27(A) 4 000cm2 (B) 400cm2 de cada sabor?(C) 200cm2 (D) 40cm2 (A) 4 (B) 9(E) 20cm2 (C) 12 (D) 23 (E) 39 4
  5. 5. 28 34Considere o problema: Analise a argumentação a seguir:“Francisco aniversariou em 2 de fevereiro de 2002. O número de “Afirmo que 1 = 0,999... .anos que completou era igual à soma dos algarismos do ano emque nasceu. Em que ano nasceu Francisco?” 1 Como = 0,333... , multiplicando ambos os membros por 3,Quantas são as soluções desse problema? 3(A) 0 (B) 1 encontra-se 1 = 0,999... ”(C) 2 (D) 3 Assinale a afirmativa correta sobre a argumentação acima.(E) Mais que 3 (A) A afirmação e sua justificativa estão corretas.29 (B) A afirmação está errada, pois 3 x0,333... não é igual a 0,999....O gênio da lâmpada deu a Aladim uma incrível máquina de fabricar 1moedas. Quando se coloca na máquina uma moeda de 25 (C) A afirmação está errada, pois 3 x não é igual a 1. 3centavos, a máquina devolve cinco moedas de 5 centavos; quando (D) A afirmação está errada, pois 0,999... é menor que 1.se insere uma moeda de 5 centavos, ela devolve cinco moedas de1 centavo; quando se insere uma moeda de 1 centavo, ela devolve 1cinco moedas de 25 centavos. Se, ao ganhar a máquina, Aladim (E) A afirmação está errada, pois 0,333... não é igual a . 3possuía apenas uma moeda de 1 centavo, qual das quantias aseguir Aladim poderia obter depois de utilizar a máquina várias 35vezes? Quantos inteiros positivos são simultaneamente múltiplos de 18 e(A) $3,63 (B) $5,13 divisores de 1 620?(C) $6,30 (D) $7,45 (A) 7 (B) 8(E) $9,07 (C) 9 (D) 10 (E) 1230 36 Um dado não-tendencioso é lançado seis vezes. Se p é a probabilidade de que cada uma das seis faces do dado apareça exatamente uma vez nos seis lançamentos, podemos corretamente afirmar que: (A) p < 0,02 (B) 0,02 < p < 0,04 (C) 0,04 < p < 0,08 (D) 0,08 < p < 0,16 (E) 0,16 < pAs figuras de números 0, 1, 2 e 3 acima são formadas por 1, 5, 13 37e 25 quadrados unitários, respectivamente. Continuando o Uma copiadora pode fazer cópias com tamanhos iguais a 80%,processo, ou seja, acrescentando a cada passo um quadrado 100% e 150% do tamanho do original. Fazendo cópias de cópias,sobre cada lado livre dos quadrados já existentes, quantos qual é o menor número de vezes que devemos usar a máquinaquadrados unitários haverá na figura de número 100? para fazer uma cópia cujo tamanho seja 324% do tamanho do(A) 10 401 (B) 19 801 original?(C) 20 201 (D) 39 801 (A) 5(E) 40 801 (B) 6 (C) 731 (D) 8Em um jogo de par-ou-ímpar, entre dois jogadores, cada um delesescolhe, ao acaso, um dos seis inteiros de 0 a 5. Verifica-se, então, (E) É impossível produzir uma cópia cujo tamanho seja 324% dose a soma dos números escolhidos é par ou ímpar. Observando o tamanho do original.jogo, José concluiu que era mais provável que a soma fosse par do 38que ímpar, porque há onze valores possíveis para a soma, osinteiros de 0 a 10, e, entre eles, há seis números pares e apenas As diagonais de um losango medem 24cm e 32cm. O perímetro docinco números ímpares. losango:Assinale, a respeito da conclusão de José e da justificativa por ele (A) não pode ser determinado somente com essas informações.apresentada, a afirmativa correta. (B) vale 80cm.(A) As probabilidades são iguais; José esqueceu-se de que 0 não (C) vale 112cm. é par nem ímpar. (D) vale 150cm.(B) As probabilidades são iguais; José não observou que as várias (E) vale 160cm. somas possíveis não são igualmente prováveis.(C) A probabilidade de a soma ser par é menor que a de ser ímpar. 39(D) A probabilidade de a soma ser par é maior do que a de ser ímpar, mas não pelo motivo apresentado por José.(E) A conclusão de José e sua justificativa estão corretas.32Assinale a alternativa que mais se aproxima da quantidade debrasileiros que estão aniversariando hoje.(A) 500 000 (B) 100 000(C) 50 000 (D) 10 000 A figura mostra um quadrado emoldurado por octógonos regulares,(E) 5 000 isto é, tais que cada lado do quadrado é lado de um octógono e cada par de octógonos adjacentes tem um lado comum. Que33 polígono regular admite uma moldura de pentágonos regulares?O resto da divisão de um quadrado perfeito por 7 NÃO pode ser (A) Nenhum (B) Triânguloigual a: (C) Pentágono (D) Hexágono(A) 5 (B) 4 (E) Decágono(C) 2 (D) 1(E) 0 5
  6. 6. 40Duas vacas de raça e cinco vacas comuns produzem 270L de leiteem 3 dias, mesmo volume produzido em 9 dias por uma vaca deraça e uma vaca comum. Quantos litros de leite são produzidos porduas vacas de raça e quatro vacas comuns em 5 dias?(A) 250 (B) 300(C) 350 (D) 400(E) 450 6
  7. 7. Gabarito----------------------------------------Professor de Matematica (5a-8a serie)Portugues Geral (5 a 8) 1-D 2-E 3-C 4-A 5-A 6-A 7-D 8-E 9-C 10-BConh. Pedagogicos (5 a 8)11-B 12-B 13-E 14-C 15-D 16-C17-B 18-A 19-A 20-DMatematica (5 a 8)21-D 22-E 23-E 24-A 25-C 26-B27-E 28-C 29-D 30-C 31-B 32-A33-A 34-A 35-E 36-A 37-B 38-B39-E 40-D

×