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Bibliografia    Ensaio, Crítica, História da •    1948 - El-Rei Sebastião.     Literatura                    •   1949 - J...
O Fado nasceu um dia,             Mãe, adeus. Adeus, Maria.            quando o vento mal bulia          Guarda bem no teu...
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Poetas do século xx josé régio

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Poetas do século xx josé régio

  1. 1. Agrupamento de Escolas da Batalha 2011/2012Disciplina: PortuguêsProfessora: RosárioCunha Carlos José Drummond de Régio Andrade Trabalho Elaborado Por: Bernardo Ramos, nº2 Inês Sousa, nº12 Mariana Guerra, nº22 10ºB
  2. 2. José régio 1901 José Régio foi um poeta português, nascido em . Licenciou-se em Filologia Românica na Universidade de Coimbra em1925 com a tese “As correntes e As individualidades na moderna PoesiaPortuguesa” que em 1941 foi publicada com o título “Pequena História daModerna Poesia Portuguesa”. Em 1927 fundou a revista Presença (revolucionadora do modernismoportuguês) colaborando simultaneamente com o jornal Diário Notícias. No mesmoano iniciou-se como professor no Porto. Participou no Movimento de Unidade Democrática (MUD) apoiando ogeneral Norton de Matos na candidatura á presidência da república. Morreu em Vila do Conde – 1969.
  3. 3. José Régio O escritor José Régio dedicou-se ao . Nas suas obras falava principalmente dos problemas do conflito entre Deus e o Homem, o individuo integrado na sociedade, relações humanas/solidão, relações entre o espírito, o corpo e a ânsia humana do absoluto, critica social, entre outros temas evidenciando sempre um movimento de introspecção profunda e uma auto-análise em tom psicologista e místico. A sua poesia é bastante dramática e lírica, apresentando um “debate” entre os níveis da consciência. Nos seus ensaios estudou Camões, Raul Brandão e Florbela Espanca.
  4. 4. ObRAS Poesia • .... - Poema para a minha mãe• 1925 - Poemas de Deus e do  Ficção Diabo • 1934 - Jogo da Cabra-Cega. (-Cantico Negro). • 1941 - Davam Grandes Passeios• 1929 - Biografia. aos Domingos.• 1935 - As Encruzilhadas de Deus. • 1942 - O Príncipe com Orelhas de• 1945 - Fado (1941), Mas Deus é Burro. Grande. • 1945 a 1966 - A Velha Casa.• 1954 - A Chaga do Lado. • 1946 - Histórias de Mulheres.• 1961 - Filho do Homem. • 1962 - Há Mais Mundos.• 1968 - Cântico Suspenso. • 1973 - "Cabra Cega".• 1970 - Música Ligeira.• 1971 - Colheita da Tarde.
  5. 5. Bibliografia Ensaio, Crítica, História da • 1948 - El-Rei Sebastião. Literatura • 1949 - Jacob e o Anjo.• 1936 - Críticos e Criticados. • 1950 - Três Peças em Um• 1938 - António Botto e o Amor. Acto.• 1940 - Em Torno da Expressão • 1957 - A Salvação do Mundo. Artística. • 1958 - Benilde ou a Virgem-• 1952 - As Correntes e as Mãe. Individualidades na Moderna  Memórias e Diário Poesia Portuguesa. • 1971 - Confissão dum Homem• 1964 - Ensaios de Religioso Interpretação Crítica. • 1994 - Diário• 1967 - Três Ensaios sobre Arte. Teatro
  6. 6. O Fado nasceu um dia, Mãe, adeus. Adeus, Maria. quando o vento mal bulia Guarda bem no teu sentido e o céu o mar prolongava, que aqui te faço uma jura: na amurada dum veleiro, que ou te levo à sacristia, no peito dum marinheiro ou foi Deus que foi servido que, estando triste, cantava, dar-me no mar sepultura.Português que, estando triste, cantava. Ora eis que embora outro dia, Ai, que lindeza tamanha, quando o vento nem bulia meu chão , meu monte, meu vale, e o céu o mar prolongava, de folhas, flores, frutas de oiro, à proa de outro velero vê se vês terras de Espanha, velava outro marinheiroFado areias de Portugal, que, estando triste, cantava, olhar ceguinho de choro. que, estando triste, cantava. Na boca dum marinheiro do frágil barco veleiro, morrendo a canção magoada, diz o pungir dos desejos do lábio a queimar de beijos que beija o ar, e mais nada, Letra: José Régio que beija o ar, e mais nada. Voz: Amália Rodrigues

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