CARLOS DRUMMOND                         DE ANDRADE          Carlos Drummond de Andrade, um dos mais importantes poetasbras...
CARLOS DRUMMOND DE                             ANDRADE          A poesia de Carlos Drummond de Andrade caracteriza-se pela...
BIBLIOGRAFIA           Poesia              • As Impurezas do           • Eu, etiqueta (1984)• Alguma Poesia (1930)        ...
BIBLIOGRAFIA• 50 poemas escolhidos pelo   • O pintinho (1988)            • 70 historinhas (1978)  autor (1956)            ...
AS SEM RAZÕES DO AMOREu te amo porque te amo.      Eu te amo porque não amoNão precisas ser amante,      bastante ou de ma...
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  1. 1. CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE Carlos Drummond de Andrade, um dos mais importantes poetasbrasileiros, nasceu em Itabira – Rio de Janeiro (Brasil), em 31 de outubro de 1902. Formou-se em farmácia em 1925 fundando no mesmo ano “A Revista”para divulgar o modernismo brasileiro. Em 1926 começa a lecionar Geografia e Português no Ginásio Sul-Americano de Itabira. Entre 1934 e 1945 colaborou como jornalista literário nocorreio da manhã brasileiro. Em 1930 publica seu primeiro livro, "Alguma Poesia”que marcou o inicio da segunda fase poética do modernismo. Em 1946 recebe oprémio pelo Conjunto de Obra, da Sociedade Felipe dOliveira. Moreu em 1987, doze dias depois da morte da sua filha, Maria JulietaDrummond de Andrade, também escritora.
  2. 2. CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE A poesia de Carlos Drummond de Andrade caracteriza-se pela riqueza eexpressividade da linguagem e do tema, acompanhados de senso de humor, o seutraço principal. Na sua poesia destacam-se vestígios modernistas como a . Tem umaatitude desprovida de referência e de marcas, livre da História Segundo Afonso Romano de Sant’anna a poesia de Drummondestabelecia-se na ética “eu x mundo” que se ramifica em três atitudes: Eu maior que o mundo; Eu igual ao mundo; Eu menor que o mundo. No final dos anos 80 o erotismo passou a ser um dos grandes temas nosseus livros.
  3. 3. BIBLIOGRAFIA Poesia • As Impurezas do • Eu, etiqueta (1984)• Alguma Poesia (1930) Branco (1973) • Amar se aprende• Brejo das Almas (1934) • Menino Antigo (Boitempo amando (1985) II) (1973) • Poesia Errante (1988)• Sentimento do Mundo (1940) • A Visita (1977) • O Amor Natural (1992)• José (1942) • Discurso de Primavera e • Farewell (1996)• A Rosa do Povo (1945) Algumas Sombras (1977)• Claro Enigma (1951) • Os ombros suportam o • O marginal Clorindo mundo(1935)• Fazendeiro do ar (1954) Gato (1978) • Futebol a arte (1970)• Quadrilha (1954) • Esquecer para • Naróta do Coxordão (1971)• Viola de Bolso (1955) Lembrar (Boitempo III) (1979) • Da utilidae dos animais• Lição de Coisas (1964) • A Paixão Medida (1980) Antologia poética• Boitempo (1968) • Caso do Vestido (1983) • A última pedra no meu• A falta que ama (1968) caminho (1950)• Nudez (1968) • Corpo (1984)
  4. 4. BIBLIOGRAFIA• 50 poemas escolhidos pelo • O pintinho (1988) • 70 historinhas (1978) autor (1956) Prosa • Contos plausíveis (1981)• Antologia Poética (1962) • Confissões de Minas (1944) • Boca de luar (1984)• Antologia Poética (1965) • Contos de Aprendiz (1951) • O observador no• Seleta em Prosa e • Passeios na Ilha (1952) escritório (1985) Verso (1971) • Tempo vida poesia (1986) • Fala, amendoeira (1957)• Amor, Amores (1975) • Moça deitada na • A bolsa & a vida (1962)• Carmina grama (1987) • Cadeira de balanço (1966) drummondiana (1982) • O avesso das coisas (1988) • Caminhos de João• Boitempo I e Boitempo • Auto-retrato e outras Brandão (1970) II (1987) crônicas (1989) • O poder ultrajovem e mais 79• Minha morte (1987) textos em prosa e verso (1972) • As histórias das Infantis muralhas (1989) • De notícias & não-notícias• O Elefante (1983) faz-se a crônica (1974)• História de dois • Os dias lindos (1977) amores (1985)
  5. 5. AS SEM RAZÕES DO AMOREu te amo porque te amo. Eu te amo porque não amoNão precisas ser amante, bastante ou de mais a mim.e nem sempre sabes sê-lo. Porque amor não se troca,Eu te amo porque te amo. não se conjuga nem se ama. Amor é estado de graça Porque amor é amor a nada,e com amor não se paga. feliz e forte em si mesmo. Amor é dado de graça, Amor é primo da morte, é semeado no vento, e da morte vencedor,na cachoeira, no eclipse. por mais que o matem (e matam)Amor foge a dicionários a cada instante de amor.e a regulamentos vários. Carlos Drummond de Andrade, in O Corpo

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