Relatório rodrigo roque 14 09

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Relatório rodrigo roque 14 09

  1. 1. FACULDADE PITÁGORAS I CURSO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADORELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO Comau do Brasil
  2. 2. FACULDADE PITÁGORAS II CURSO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADOALUNO: Rodrigo Michel Coutinho RoqueMATRÍCULA: 01019858TURMA: E8N1 Belo Horizonte, Setembro de 2010 SUMÁRIOFOLHA DE ASSINATURAS............................................................................................................................... V1 OBJETIVO.................................................................................................................................................... 12 APRESENTAÇÃO DA EMPRESA EM ESTUDO.................................................................................................. 2 2.1 ESTRUTURA ORGANIZACIONAL............................................................................................................................ 5 2.1.1 SERVICE...................................................................................................................................................5 Unidade de Negócios especializada na gestão de ativos industriais em que Através do Global Service, fornece aos clientes serviços que integram atividades como Planejamento, Engenharia e serviços de manutenção, análise de confiabilidade e estudos para melhoria da eficiência global de equipamentos. ....5 2.1.2 SYSTEM...................................................................................................................................................5 Unidade de Negócios especializada em sistema de automação industrial, em que desenvolver linhas de produção robotizadas, engenharia automotiva e desenvolvimento de projetos e fornecimento de máquinas para sistemas de usinagem e montagem mecânica de motores e transmissões. ........................5 2.1.3 MANUFACTURING..................................................................................................................................6 Criada recentemente, a Unidade de Negócios Manufacturing é especializada em construção, montagem e instalação de linhas produtivas voltadas ao ramo automobilístico. ...........................................................6 2.2 CÉLULA DE ENGENHARIA.................................................................................................................................... 73 PRINCIPAIS FERRAMENTAS DE PRODUÇÃO ................................................................................................. 9PARA QUE OS PROCESSOS DA COMAU, MAIS ESPECIFICAMENTE DA MANUFACTURING QUE É O ALVO DOTRABALHO, POSSAM SE DESENVOLVER DE FORMA A EVITAR PERDAS, DEFEITOS, RETRABALHOS, REFUGOS,SUPER PROCESSAMENTO, FILAS E OUTROS TANTOS QUE IMPACTAM DIRETAMENTE NA PRODUTIVIDADE ENA MARGEM FINANCEIRA DA EMPRESA, A CÉLULA DE ENGENHARIA DESENVOLVE DIVERSOS TRABALHOS
  3. 3. FACULDADE PITÁGORAS III CURSO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADOCOM O INTUITO DE MINIMIZAR OU ELIMINAR DO DIA-A-DIA ESSES AGENTES NÃO DESEJÁVEIS QUE ATUAMNOS PROCESSOS. ....................................................................................................................................... 9 3.1 ESTUDOS DE ENGENHARIA.................................................................................................................................. 9 3.1.1 Usinagem de Kevlar................................................................................................................................9 3.1.2 Cabeçotes Multiplicadores...................................................................................................................11 3.1.3 Machos Máquina..................................................................................................................................12 3.2 NOVAS MÁQUINAS......................................................................................................................................... 15 ......................................................................................................................................................................15 3.3 PRODUTIVIDADE............................................................................................................................................. 16 3.3.1 Treinamento de White Belts.................................................................................................................19 3.4 GERENCIAMENTO DA ROTINA – SICOI............................................................................................................... 20 COMO O GERENTE DO CONTRATO FICA FISICAMENTE AFASTADO DAS OFICINAS, E PARA QUE O MESMO NÃO TENHA CIÊNCIA DOS DADOS APENAS NO FINAL DE CADA MÊS NA REUNIÃO MENSAL, DESENVOLVI UM ARQUIVO QUE ESTÁ LINCADO À CADA PLANILHA DE DADOS DE CADA OFICINA. DESSA FORMA O MESMO TEM CONDIÇÕES DE ANALISAR OS DADOS E OS GRÁFICOS DAS OFICINAS DIA-A-DIA E SEM SAIR DA SALA,DO PRÓPRIO COMPUTADOR O ACESSO É REALIZADO. COM ISSO É POSSÍVEL ANALISAR QUEM SÃO AS PESSOAS QUE REALMENTE ESTÃO PREENCHENDO OS DADOS DA FORMA CORRETA E SE ESTÃO LEVANDO A SÉRIO OS CONTROLES. ......................................................................................................................................................................... 23 ........................................................................................................................................................................ 23 3.5 GESTÃO DE PROJETOS..................................................................................................................................... 244 DESCRIÇÕES DAS ATIVIDADES EXERCIDAS................................................................................................. 295 ANEXOS................................................................................................................................................... 306 CONCLUSÃO.............................................................................................................................................. 337 BIBLIOGRAFIA........................................................................................................................................... 34 LISTA DE FIGURASFIGURA 1: FÁBRICA DA FIAT AUTOMÓVEIS..................................................................................................... 3FIGURA 2: ÁREAS DE ATUAÇÃO COMAU MERCOSUL......................................................................................4FIGURA 3: FAMÍLIA DE ROBÔS SMART COMAU.............................................................................................. 5FIGURA 4: ORGANOGRAMA MANUFACTURING.............................................................................................. 7FIGURA 5: BLINDADO BRASILEIRO................................................................................................................ 10FIGURA 6: INSERTO APKT DE PCD................................................................................................................. 11FIGURA 7: EXEMPLO DE UMA FRESA WALTER COM NOVE FACAS DE CORTE..................................................11FIGURA 8: CABEÇOTE MULTIPLICADOR......................................................................................................... 12FIGURA 9: JOGO DE MACHO MANUAL E DESANDADOR................................................................................14FIGURA 10: MACHO MÁQUINA CANAL HELICOIDAL SEM COBERTURA DIN 371.............................................14FIGURA 11: MÁQUINA DE CORTE A LASER PRIMA MODELO PLATINO 1530...................................................15FIGURA 12: PIRÂMIDE DA HIERARQUIA DOS BELTS NA COMAU ...................................................................17FIGURA 13: ENTREGA DO CERTIFICADO DE GREEN BELT................................................................................18FIGURA 14: TREINAMENTO DE WHITE BELTS................................................................................................ 19
  4. 4. FACULDADE PITÁGORAS IV CURSO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADOFIGURA 15: PLANILHA DE DADOS SICOI EQUIPE 1908...................................................................................21FIGURA 16: GRÁFICOS SICOI EQUIPE 1908.................................................................................................... 21FIGURA 17: GRÁFICOS DE GESTÃO A VISTA EQUIPE 1908..............................................................................22FIGURA 18: GERENCIADOR DO SICOI............................................................................................................ 23FIGURA 19: CRONOGRAMA DO PROJETO..................................................................................................... 25FIGURA 20: GRÁFICO DE CONTROLE – RODAS LISAS......................................................................................25FIGURA 21:STOP TRAVA............................................................................................................................... 26FIGURA 22: CURAS VERTICAIS E TRECHOS RETOS (P+F).................................................................................26FIGURA 23: CORRENTE ................................................................................................................................ 27FIGURA 24: RODA DENTADA........................................................................................................................ 27FIGURA 25: DESVIO .................................................................................................................................. 28FIGURA 26: RODA LISA................................................................................................................................. 28
  5. 5. FACULDADE PITÁGORAS V CURSO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO FOLHA DE ASSINATURASALUNO: Rodrigo Michel Coutinho RoqueCURSO: Engenharia de ProduçãoEMPRESA: Comau do BrasilSETOR: Célula de Engenharia – ManufacturingSUPERVISOR DO ESTÁGIO: Rogério Ferreira Rezende (CCE – Coordenador deCélula de Engenharia)PROFESSOR ORIENTADOR: ___________________________ Rodrigo M. Coutinho Roque Estagiário
  6. 6. FACULDADE PITÁGORAS VI CURSO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃORELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO __________________________ Professor orientador ___________________________ Rogério F. Rezende Supervisor do Estágio
  7. 7. FACULDADE PITÁGORAS 1 CURSO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO 1 OBJETIVOEste trabalho tem como objetivo demonstrar a aplicação dos conhecimentosadquiridos através do Curso de Engenharia de Produção, e realizar o link entre oconhecimento teórico e a prática. A comunhão desses elementos possibilita aformação de um profissional capacitado para o mercado.
  8. 8. FACULDADE PITÁGORAS 2 CURSO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO 2 Apresentação da empresa em estudoA Comau tem origem em 1973 com o COnsorzio MAcchine Utensili o que significa,Consórcio de Máquinas Ferramentas e pela qual foi batizada com as respectivasiniciais, foi estabelecido em Turin, na Itália, para reunir todas as atividadescomerciais dos fabricantes envolvidos no fornecimento de equipamentostecnológicos da fábrica Togliattigrad VAZ, na Rússia.Atualmente, a Comau pertence ao Grupo Fiat onde a mesma realiza atividades degestão de ativos, utilidades e Meio Ambiente, automação de sistemas produtivosalém de construção de dispositivos de produção voltados à indústria automobilística.
  9. 9. FACULDADE PITÁGORAS 3 CURSO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADOFigura 1: Fábrica da Fiat AutomóveisFonte: Fiat AutomóveisSituada em 17 países, a Comau possui cerca de 12 mil funcionários ao redor domundo, sendo que mais de 6 mil deles encontram-se entre Brasil e Argentina. Aolongo dos anos, a empresa consolidou sua presença e tornou-se referência nomercado Latino Americano devido à conduta e postura perante os clientes, levandoalém da gestão de ativos, valor agregado aos processos dos mesmos.Diferente do que muitos pensam, a Comau não realiza trabalhos apenas para osetor automobilístico. A divisão Service, encontra-se em mercados de siderurgia,petroquímico, mineração e outros conforme Figura 2.
  10. 10. FACULDADE PITÁGORAS 4 CURSO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADOFigura 2: Áreas de Atuação Comau MercosulFonte: Apresentação de Boas Vindas Comau
  11. 11. FACULDADE PITÁGORAS 5 CURSO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO2.1 Estrutura OrganizacionalA Comau Mercosul possui três divisões de negócio:2.1.1 SERVICE Unidade de Negócios especializada na gestão de ativos industriais em que Através do Global Service, fornece aos clientes serviços que integram atividades como Planejamento, Engenharia e serviços de manutenção, análise de confiabilidade e estudos para melhoria da eficiência global de equipamentos.2.1.2 SYSTEM Unidade de Negócios especializada em sistema de automação industrial, em que desenvolver linhas de produção robotizadas, engenharia automotiva e desenvolvimento de projetos e fornecimento de máquinas para sistemas de usinagem e montagem mecânica de motores e transmissões.Figura 3: Família de Robôs Smart ComauFonte: Comau do Brasil
  12. 12. FACULDADE PITÁGORAS 6 CURSO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO2.1.3 MANUFACTURING Criada recentemente, a Unidade de Negócios Manufacturing é especializada em construção, montagem e instalação de linhas produtivas voltadas ao ramo automobilístico.
  13. 13. FACULDADE PITÁGORAS 7 CURSO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO2.2 Célula de EngenhariaPara o melhor desenvolvimento dos negócios da Comau, foram criadas as Célulasde Engenharia, que são setores formados por profissionais com a capacidade dedesenvolver novos processos, monitorar indicadores gerenciais de contratos,conduzir melhorias de processos através de ferramentas da qualidade, mapear asperdas existentes nos contratos entre outras atividades.No caso da Célula de Engenharia da Manufacturing, outras atividades são inclusasdevido às características diferenciadas de produção. Neste caso, esta célula éresponsável por detalhar características técnicas de novas máquinas que serãoadquiridas para o setor produtivo, desenvolvimento de novas ferramentas de corte emonitoramento de vida útil nas oficinas de Usinagem, estudos de melhoria do fluxoprodutivo auxiliando o PCP (Planejamento e Controle da Produção) além dediversos estudos de Engenharia focados na melhoria de Produtividade daManufacturing. Manufact ur ing Usinagem Caldeir aria Mont agem I nst alação Célula de Engenhar ia PCP Manut ençãoFigura 4: Organograma ManufacturingFonte: Comau do Brasil
  14. 14. FACULDADE PITÁGORAS 8 CURSO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADOA Célula de Engenharia é um suporte técnico aos problemas do dia-a-dia de todosos setores da unidade de negócios Manufacturing.
  15. 15. FACULDADE PITÁGORAS 9 CURSO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO 3 Principais Ferramentas de Produção Para que os processos da Comau, mais especificamente da Manufacturing que é o alvo do trabalho, possam se desenvolver de forma a evitar perdas, defeitos, retrabalhos, refugos, super processamento, filas e outros tantos que impactam diretamente na produtividade e na margem financeira da empresa, a Célula de Engenharia desenvolve diversos trabalhos com o intuito de minimizar ou eliminar do dia-a-dia esses agentes não desejáveis que atuam nos processos.3.1 Estudos de EngenhariaComo existem processos diversos na Manufacturing, como usinagem, caldeiraria,montagens e instalações, muitos estudos de engenharia são necessários paraexecução dos trabalhos. O foco desses estudos é desenvolver soluções queatendam tecnicamente, com o menor custo benefício possíveis além de buscar amelhoria de produtividade dos trabalhos.Normalmente neste tipo de trabalho, as oficinas de deparam com o problema,contratam a Célula de Engenharia para dar início aos estudos. Outra forma muitofreqüente de solicitação é a oriunda do setor de Orçamentos, onde os Orçamentistasse deparam com certar situações que necessitam de novas soluções no mercado.Uma vez o estudo realizado os mesmo tomarão as decisões pertinentes aoorçamento que estiverem realizando.Em seguida três exemplos de estudos realizados no último ano. Ao todo foramrealizados mais de 20 estudos como os exemplos abaixo.3.1.1 Usinagem de KevlarUm dos estudos que demandou um tempo maior de pesquisa foi a necessidade deusinar um material chamado Kevlar. Este estudo foi solicitado pelo setor deOrçamentos em que nós usinaríamos placas deste material para a forração interna
  16. 16. FACULDADE PITÁGORAS 10 CURSO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADOde tanques de guerra desenvolvidos pela Comau System em parceria com oExército Brasileiro e a Iveco Latin América.Figura 5: Blindado BrasileiroFonte: Comau do BrasilDe patente da DuPont, este material é uma fibra sintética de aramida muitoresistente e leve. O kevlar é usado na fabricação de cintos de segurança, cordas,construções aeronáuticas, automóveis e coletes à prova de bala, além da utilizaçãona fabricação de alguns modelos de raquetes de tênis.O grande desafio seria usinar este material, pois o mesmo é de uma abrasividadeelevada, resistência, problema com infiltração de óleos solúveis, possui uma fumaçaque é cancerígena e o possuir custo ser elevadíssimo. Outro fator que foi dificultadorfoi a pouca bibliografia sobre o material e não poder realizar testes de usinagem poisa venda do material é controlada. Com isso partimos para estudos mais profundosde ferramentas e conversa com representantes de outros países que possuíamknow-how com o mesmo.Após muitos estudos a solução adotada foi a utilização de insertos de DiamantePolicristalino conhecido no mercado como PCD, em que este material seria odiamante sintético. Ideal para não ferrosos, estas ferramentas possuem umacapacidade muito elevada de resistência ao calor elevando a produtividade e sendouma solução viável para o problema em que encontrávamos apesar do custoelevado.
  17. 17. FACULDADE PITÁGORAS 11 CURSO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADOFigura 6: Inserto APKT de PCDFonte: Catálogo Iscar do Brasil3.1.2 Cabeçotes MultiplicadoresCom o avanço da tecnologia em ferramentas de corte utilizadas em usinagens,muitas vezes as máquinas tornam-se ultrapassadas e a aquisição de uma nova nãoseja viável.Uma das alternativas para não deixar de usufruir das ferramentas, principalmentedas de alto avanço muito utilizadas em produções de larga escala, existem nomercado cabeçotes multiplicadores que possibilitam elevar a rotação da ferramentasem modificar as características estruturais da fresadora CNC (Comando NuméricoComputadorizado).Mas qual o motivo de se elevar a rotação de máquinas?Para elevar a produtividade de uma fresadora CNC, uma das formas é a utilizaçãode parâmetros de corte mais agressivos, mais especificamente o avanço de corte.Para o cálculo do avanço, utiliza-se a fórmula f = fz x z x n em que fz é o avanço da ferramenta por faca, dado este fornecido pelo catálogo do fornecedor, z o número de faca que a fresa possui e n a rotação da máquina.Figura 7: Exemplo de uma fresa Walter com nove facas de corte
  18. 18. FACULDADE PITÁGORAS 12 CURSO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADOFonte: Walter ToolsPorém para se calcular o avanço é necessário calcular antes a rotação daferramenta e para o calculo de n utiliza-se a fórmula n = vc x 1000 dxπem que vc é a velocidade de corte que é dada pelo catálogo dos fornecedores e d odiâmetro da ferramenta.Com isso uma ferramenta que possui valores mais elevados de vc necessitam derotações mais elevadas. Se a máquina não possui capacidade técnica para trabalharnas condições necessárias utilizamos o cabeçote multiplicador que fará amultiplicação em até 10 vezes da rotação da ferramenta possibilitando a utilizaçãoda mesma.No caso do estudo dos cabeçotes multiplicadores, o item não foi adquirido, pois autilização seria baixa devido a característica de o nosso processo ser discreto.Figura 8: Cabeçote MultiplicadorFonte: Madaula3.1.3 Machos MáquinaOutro exemplo de trabalho realizado na oficina de usinagem é a mudança doconceito da utilização de machos manuais para machos máquina.
  19. 19. FACULDADE PITÁGORAS 13 CURSO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADOO macho é uma ferramenta utilizada para abrir roscas em peças já furadas. Seumaterial é comporto de aço rápido chamado HSS (High Speed Steel) e suaaplicação é a mais variada possível.A oficina possuía uma visão muito antiga com relação a utilização dos machos, comisso o impacto na produtividade e no prazo de entrega ao cliente final das peças eraelevado.Uma medição utilizando a ferramenta de cronoanalise foi realizada em algunstrabalhos que demandavam este tipo de serviço e um volume maior de forma quefosse possível medir as duas condições.
  20. 20. FACULDADE PITÁGORAS 14 CURSO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADOA primeira condição, antes, era com a utilização dos machos manuais. Parautilização dessa ferramenta eram necessários a mão de obra do operador, umdesandador (instrumento utilizado para fixar o macho), um jogo de machos manuaise óleo de corte. O porém é a não utilização apenas de um macho, e sim um jogoque ao todo é composto por três peças, que são passados um de cada vez;Figura 9: Jogo de Macho Manual e DesandadorFonte: Site da OSGJá a situação proposta consiste na utilização de um macho que é fixado no mandrilda fresa e utiliza um ciclo de rosqueamento pré programado, além de garantimosque a rosca sairá com o mesmo centro do furoFigura 10: Macho Máquina Canal Helicoidal sem Cobertura DIN 371Fonte: Site da OSGCom a solução descrita acima, a produtividade do processo de rosqueamento elevacerca de 47% e o custo de aquisição do macho máquina é 20% menor que o jogo demachos manuais.Com este exemplo encerro os exemplos de Estudos de Engenharia realizados naCélula de Engenharia da Manufacturing. O foco dos estudos é maior na Usinagemdevido a utilização de máquinas no processo e pelo fato da Usinagem ser umgargalo no processo atualmente.
  21. 21. FACULDADE PITÁGORAS 15 CURSO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO3.2 Novas MáquinasComo havia dito anteriormente no item 2.1.2, a Manufacturing foi concebida a poucotempo, sendo uma nova estratégia de negócios da Comau do Brasil voltada para oMercosul e para outros países do mundo. As máquinas existentes na planta atualnão seriam capazes de realizar a produção almejada pela diretoria, com isso, umasolicitação de levantamento técnico para aquisição de novas máquinas foi realizadopara Célula de Engenharia, contendo características dimensionais, modelo,capacidade produtiva, acessórios, custos e valor hora para venda ao mercadoexterno. Esses documentos seriam necessários para aprovação das iniciativas deinvestimento por parte da alta diretoria.As máquinas que foram solicitadas foram:- Máquina de corte a laser- Dobradeira CN- Guilhotina CN- Máquina de corte a plasmaFigura 11: Máquina de Corte a Laser Prima modelo Platino 1530Fonte: Site Prima ItáliaAlém do desenvolvimento das características técnicas, a Célula de Engenharia ficouincumbida de promover o aceite técnico das máquinas com os fornecedores.Para o aceite da máquina a Laser, por exemplo, muitas horas de treinamento comtécnicos da Itália forma necessários, fornecedores de insumos que são necessáriospara o correto funcionamento da máquina foram desenvolvidos, criação de planosde limpeza e inspeção além de diversas outras atividades que compreenderam esteprojeto.
  22. 22. FACULDADE PITÁGORAS 16 CURSO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO3.3 ProdutividadeUma das atividades que mais me agregaram valor a minha vida profissional etambém pessoal foi ter sido parte integrante da metodologia Seis Sigma que estasendo implantada na Comau do Brasil.O Seis Sigma é uma ferramenta que foi desenvolvida pela Motorola, na década de80, com o objetivo de reduzir a taxa de falhas em seus produtos eletrônicosmanufaturados.O programa foi elaborado com o desafio do "desempenho livre de defeitos", e tinhacomo principais objetivos o aprimoramento da confiabilidade do produto final e aredução de sucata. Com este indicador, a Motorola passa a medir os defeitos emtodas as etapas de produção de forma consistente.Ela deu início na Comau do Brasil com o Master Black Belt Fabio Paiva que compoucos belts começou a plantar a semente do Seis Sigma aos poucos naorganização. Um após com a contratação do segundo Master Black Belt que possuiexperiência mundial em empresas como Ge, Motorola e instituições como MIT(Massachusetts Institute of Technology), chamado Eduardo Marcondes, umarevolução ocorreu na organização com o treinamento de diversos Green Belts,popularização da metodologia entre as áreas incluindo o cliente Fiat,mudança docomportamento e visão das pessoas para os processos, a visibilidade da diretoriapara o programa e para os belts que se destacavam.Como a Célula de Engenharia desenvolvia trabalhos voltados para melhorias deprocessos, logo veio o convite para participar do treinamento de Yellow Belt e logoem seguida o da primeira turma de Greens Belts.A metodologia na Comau é dividida em cinco etapas de evolução possível de umbelt, que são os White Belts, Yellow Belts, Green Belts, Black Belts e por fim MasterBlack Belts. Cada um possui as suas responsabilidades e conhecimentos dentro dametodologia.
  23. 23. FACULDADE PITÁGORAS 17 CURSO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADOWhite Belts – São responsáveis por manter os principais indicadores dos processosatualizados e devem utilizar uma das ferramentas da qualidade no dia-a-dia deforma sustentável.Yellow Belts – São responsáveis por projetos de redução de perdas (lean),utilizando ferramentas que proporcionam a melhoria de processos através daredução das perdas como deslocamentos, atividades que não agregam valor,superprocessamento, retrabalhos, etc. O treinamento possui uma carga horária de84 horas e o belt necessita realizar um trabalho que retorne a empresa um ganhoanual de no mínimo R$50.000,00Green Belts – São responsáveis por desenvolver projetos que reduzam defeitos,sejam eles em processos administrativos ou produtivos. O Green Belts são osprimeiros instrutores, sendo capacitados a treinar e certificar White Belts naorganização. Para se tornar um Green Belt é necessário um treinamento de 120horas e realizar um projeto que retorne no mínimo R$75.000,00 ano a organização.Black Belts – São especialistas na metodologia e devem ficar focados na melhoriados processos em uma organização. Os mesmos estão capacitados a treinar GreenBelts. Não ocorreram treinamentos de Black Belts na Comau até então.Master Black Belts – Possuem o maior posto da metodologia conhecendoprofundamente as ferramentas utilizadas no método e podem treinar Black Belts. Emmuitos locais um título de Master é considerado como uma pós graduação.Para ser um belt certificado, não basta realizar o treinamento, é necessáriodesenvolver os projetos e confirmar os ganhos anuais esperados.Figura 12: Pirâmide da Hierarquia dos Belts na ComauFonte: Arquivo Pessoal
  24. 24. FACULDADE PITÁGORAS 18 CURSO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADOComo Green Belt realizei dois projetos e devido ao destaque perante aos demais, fuiconvidado pelo Master Black Belt Eduardo a auxiliar outros belts, tanto em dúvidasteóricas da metodologia, quanto na parte prática de desenvolvimento de projetos. Aotodo foram mais de 10 projetos de alta complexidade que foram auxiliados emdiversas áreas da Comau.Na foto abaixo em que ocorreu na sala da diretoria da Comau a entrega da minhacertificação e da camisa de Green Belt. Na mesma estão, da esquerda para direita,o Master Black Belt Eduardo Marcondes, Poliana responsável pela parte deTreinamentos da Comau, Fábio Paiva Master Black Belt, eu Rodrigo Roque querecebi a camisa e o certificado, o RCN da Manufacturing Geraldo Wagner, quedevido aos resultados também foi homenageado, o Sr. Paulus Guimarãesresponsável pela Divisão de Gestão do Conhecimento Comau Mundo e por fim aSrta. Verônica Salas responsável pelo Treinamento do Comau.Figura 13: Entrega do Certificado de Green BeltFonte: Arquivo PessoalAo todo, são em torno de oito Green Belts certificados, e ser deles em umaorganização como a Comau é uma grande responsabilidade e é algo que tenhoorgulho.
  25. 25. FACULDADE PITÁGORAS 19 CURSO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO3.3.1 Treinamento de White BeltsDentro da Manufacturing, para que eu pudesse ter campo e terreno para executar osprojetos de melhoria, diversos White Belts foram treinados e certificados sob minhacoordenação e passaram a enxergar metodologia e serem facilitadores dos projetos.Ao todo foram formados 25 novos belts.Devido ao elevado número de pessoas formadas, fomos elogiados por sermos noBrasil o contrato que mais treinou pessoas na metodologia.Como instrutor, o maior ganho, é quando ao final de cada treinamento, os novosbelts chegam até você e manifestam uma motivação e um sentimento de mudançade comportamento perante aos processos atuais que nos faz acreditar a cada diamais na metodologia. Alguns desses belts, voltaram a estudar depois dotreinamento, buscando uma melhoria para si.Figura 14: Treinamento de White BeltsFonte: Arquivo Pessoal
  26. 26. FACULDADE PITÁGORAS 20 CURSO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO3.4 Gerenciamento da Rotina – SICOIUma atividade realizada, que é tida como grandiosa no contrato, foi a modificaçãodo conceito de controle dos processos dentro das oficinas.Anteriormente, os chefes de equipe realizavam os fechamentos dos resultados nofinal de cada mês, em que muitas vezes, essas informações eram incorretas ouinconsistentes devido ao tempo, de mês a mês, e a pulverização dos dados ao longodo período, onde muitos desses dados não possuíam um local determinado para seralocado. Outro grande inconveniente do sistema antigo era tomar decisões tardiaspara os próximos meses, pois o mês analisado já havia passado, ou como dizem noditado popular, o leite já havia derramado.Dessa forma, utilizando os conceitos de item de verificação e de controle doProfessor Falconi, além de conceitos do gerenciamento da rotina, desenvolvi umasistemática em que os dados eram lançados diariamente em uma planilha padrãopara todas as oficinas e a mesma realizava todos os cálculos necessários e plotavaos gráficos diariamente bem como o acumulado do mês.Com isso, as oficinas tomam as decisões no dia após a alguma ocorrência, além dapossibilidade de previsões através de curvas “s”.Outro ponto interessante da planilha, que ele demonstra dia-a-dia através dautilização de cores, as informações inseridas e que ficaram fora da meta estipuladapara o dia. Com isso os gestores focalizam melhor os locais em que as ocorrênciassão maiores.
  27. 27. FACULDADE PITÁGORAS 21 CURSO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADOFigura 15: Planilha de Dados SICOI Equipe 1908Fonte: SICOI 1908Conforme mencionado anteriormente, os gráficos da figura 16, demonstram dia-a-dia as informações inseridas na planilha de dados, figura 15. Com os gráficos, asoficinas enxergam tendências, resultados diários, estabilidades estatísticas além dosgráficos de faturamento, que demonstram a posição da oficina no dia, e quanto elaestá dentro ou fora da meta.Dessa forma, os gestores das oficinas enxergam o problema antes do fechamentodo mês, diferentemente da situação anterior.Figura 16: Gráficos SICOI Equipe 1908Fonte: SICOI 1908
  28. 28. FACULDADE PITÁGORAS 22 CURSO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADOOutro ganho significativo para o processo, com a adoção desse novo sistema, foi areunião mensal de resultados que ocorre entre todos as áreas da Manufacturing.Nela cada responsável apresenta os resultados das dimensões do gerenciamentoda rotina da respectiva área, e demonstra as ações que foram tomadas. Durante asreuniões era observado que os dados eram discutíveis e muitos feitos apenas parareunião, fazendo com que a mesma não agregasse valor.Para que este problema fosse sanado, desenvolvi uma apresentação padrão noPowerPoint e todos os gráficos eram lincados a ela, oficina por oficina. Essaapresentação fica disponível na rede e no momento que o gestor for solicitado aapresentar os dados aos demais, basta abrir o arquivo e pedir para atualizar osdados. Com isso a apresentação é feita no momento e com os dados que foraminseridos dia-a-dia na planilha de dados. Dessa forma, fica notório os gestores queestão controlando efetivamente os processos e bem como os que não.Além de não ser possível inserir um dado construído de última hora apenas para aapresentação, pois todos eles estavam lincados entre si.Figura 17: Gráficos de Gestão a Vista Equipe 1908Fonte: Equipe 1908Os indicadores seguem o padrão das dimensões sugeridas no gerenciamento darotina através das diretrizes do professor Falconi.
  29. 29. FACULDADE PITÁGORAS 23 CURSO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO Como o gerente do contrato fica fisicamente afastado das oficinas, e para que o mesmo não tenha ciência dos dados apenas no final de cada mês na reunião mensal, desenvolvi um arquivo que está lincado à cada planilha de dados de cada oficina. Dessa forma o mesmo tem condições de analisar os dados e os gráficos das oficinas dia-a-dia e sem sair da sala,do próprio computador o acesso é realizado. Com isso é possível analisar quem são as pessoas que realmente estão preenchendo os dados da forma correta e se estão levando a sério os controles.Figura 18: Gerenciador do SICOIFonte: Comau do Brasil
  30. 30. FACULDADE PITÁGORAS 24 CURSO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO3.5 Gestão de ProjetosAtualmente, estou engajado em um grande projeto na Unidade Operativa de Pinturada Fiat Automóveis, em que o projeto tem como objetivo, aumentar a confiabilidadedos equipamentos utilizados para transporte de carrocerias no circuito da produção.Neste projeto, minha função é realizar o planejamento das atividades que serãorealizadas pelos profissionais da manutenção nos finais de semana.O projeto está sendo conduzido nos moldes do PMI, em que na estruturaorganizacional da Comau, existe o PM Academy, que coordena a metodologia,desenvolve os Templates, além de apoio aos projetos quando necessário.O escopo do projeto consiste na troca de:- 50 Rodas Dentadas- 20 Desvios- 744 metros de trilhos Power Free (P+F)- 34 Curvas Verticais Power Free (P+F)- 14 Curvas Horizontais Power Free (P+F)- 30 Stop Travas- 3700 metros de corrente- 50 Rodas Lisas- 50 Lubrificadores- 200 Travas anti-retornoO gerenciamento do cronograma está sendo realizado pelo MsProject, em que omesmo enontra-se com 4400 linhas, conforme exemplo figura 19.
  31. 31. FACULDADE PITÁGORAS 25 CURSO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADOFigura 19: Cronograma do ProjetoFonte: Projeto de Aumento de Confiabilidade 0415A nível gerencial existem gráficos de controle que são apresentados conforme figura20, e os mesmos encontram-se fixados em uma sala de reuniões de forma a vista.Cada item do escopo possui um gráfico de análiseFigura 20: Gráfico de Controle – Rodas LisasFonte: Projeto de Aumento de Confiabilidade 0415
  32. 32. FACULDADE PITÁGORAS 26 CURSO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADOAbaixo exemplos de equipamentos que foram substituídos no processo:Figura 21:Stop TravaFonte: Arquivo PessoalFigura 22: Curas Verticais e Trechos Retos (P+F)Fonte: Arquivo Pessoal
  33. 33. FACULDADE PITÁGORAS 27 CURSO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADOFigura 23: CorrenteFonte: Arquivo PessoalFigura 24: Roda DentadaFonte: Arquivo Pessoal
  34. 34. FACULDADE PITÁGORAS 28 CURSO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADOFigura 25: DesvioFonte: Arquivo PessoalFigura 26: Roda LisaFonte: Arquivo Pessoal
  35. 35. FACULDADE PITÁGORAS 29 CURSO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO 4 DESCRIÇÕES DAS ATIVIDADES EXERCIDASComo técnico de planejamento, tenho sob minha responsabilidade oficinas quenecessitam adquirir ferramentas e conhecimento para a melhoria continua dosprocessos atuais.Para o desenvolvimento da minha atividade é necessário um amplo conhecimentode ferramentas de gestão de processos e pessoas, ferramentas da qualidade,gerenciamento de processos, gestão da manutenção, teorias gerais como porexemplo a das restrições, conhecimento de programação de computadores,experiências em processos contínuos e discretos de produção bem como osprocessos que as compreendem (Usinagem, caldeiraria, etc) entre outras expertises.- Desenvolvimento de ferramentas que auxiliem as oficinas e que possam controlaras necessidades por ela levantada;- Auxilio total ao gerente da Manufacturing na melhoria da produtividade;- Especificação técnica de novas máquinas;- Desenvolvimento completo de estudos de engenharia visando o melhor custobenefício da solução que será proposta;- Treinamento de funcionário em ferramentas da qualidade;- Execução de projetos Green Belt nos processos sejam eles administrativos ouprodutivos;
  36. 36. FACULDADE PITÁGORAS 30 CURSO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO 5 AnexosComau Notícias Março 2009
  37. 37. FACULDADE PITÁGORAS 31 CURSO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADOComau notícias Junho 2010
  38. 38. FACULDADE PITÁGORAS 32 CURSO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO Recebimento do Certificado de Green BeltAnálise de Experimentos (DOE) no treinamento de Green Belt
  39. 39. FACULDADE PITÁGORAS 33 CURSO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO 6 ConclusãoCom a realização do estágio, foi possível ampliar os conhecimentos adquiridos emmatérias como Qualidade, Gestão de Projetos, Custos da Produção, Psicologia,Teoria Geral da Administração dentre muitas outras que foram lesionadas nosquatro anos de curso.Dessa forma o estágio me proporcionou vislumbrar a dimensão da atuação doEngenheiro de Produção, pois é um profissional extremamente dinâmico, que devepossuir uma visão abrangente e sistêmica dos processos das organizações, tanto noâmbito produtivo como no administrativo, buscando agregar valor, e melhorarcontinuamente pois essa é a óptica das organizações para o futuro.O mercado esta cedendo por profissionais que possuem este perfil e nós temoscondições técnicas para assumir estes cargos.
  40. 40. FACULDADE PITÁGORAS 34 CURSO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO 7 BibliografiaMANUAL DE ESTAGIÁRIO – Curso de Engenharia de Produção da FaculdadePitágoras. Belo Horizonte, 2010.COMAU NOTÍCIAS – Meses de Março 2009 e Junho 2010Arquivos pessoais e profissionais

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