Prejeto green belt rodrigo roque

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Prejeto green belt rodrigo roque

  1. 1. Projeto de Redução de Horas Extras na Central deServiços MNGreen Belt: Rodrigo Roque Champion MBB – Master Black Belt Geraldo Wagner - RCN Edurado Marcondes Central de Serviços - MN Agosto 2009
  2. 2. Road Map Definição Estabelecer os CTQ’s dos clientes Define D Definir o projeto a ser desenvolvido Coletar dados de desempenho do processo Medição Análise do sistema de medição Cálculo da Capabilidade M Levantamento de potenciais causas básicas (x’s) de variação Análise Identificar os X’s óbvios Analyze A Identificar os X’s não óbvios Melhoria Improve Tomar ações sobre o processo I Controle Controlar os poucos X’s Vitais CAgosto 2009 Passar o projeto para osEngenharia – CS MN Célula de donos do processo
  3. 3. Definição Levantamos com o setor de Controle da Central de Serviços, os valores de horas extras pagas no ano de 2008 e 2009 para conhecimento dos valores.jan/08 fev/08 mar/08 abr/08 mai/08 jun/08 jul/08 ago/08 set/08 out/08 nov/08 dez/08 Valor Valor Valor Valor Valor Valor Valor Valor Valor Valor Valor Valor153.072,44 105.641,88 131.098,90 181.728,78 153.014,60 162.636,95 135.212,23 159.892,73 189.463,69 161.334,02 145.584,13 150.000,00jan/09 fev/09 mar/09 abr/09 mai/09 jun/09 jul/09 ago/09 set/09 out/09 nov/09 dez/09108.039,41 145.817,75 130.169,83 189.953,17 172.653,40 246.485,65 173.661,37 - - - - - Com parativo Horas Extras - Jan/08 à Jul/09 300.000,00 250.000,00 200.000,00 Hora Extra 150.000,00 Média 100.000,00 50.000,00 - fev/08 nov/08 dez/08 fev/09 nov/09 dez/09 abr/08 abr/09 jan/08 jun/08 ago/08 out/08 jul/08 jan/09 jun/09 ago/09 out/09 jul/09 mar/08 mai/08 set/08 mar/09 mai/09 set/09 Agosto 2009 Célula de Engenharia – CS MN
  4. 4. Definição do Problema• Problema Atualmente, a Central de Serviços possui um volume elevado de Horas Extras ocorrendo um grande impacto financeiro. Em muitos serviços que não foram planejados a realização em regime de HE, as mesmas ocorreram e muitas das vezes mesmo que Previsto, o Realizado foi acima.• Unidade Um dia de trabalho• Oportunidade Cada dia de trabalho• Defeito - Todo dia que ocorreu Hora Extra• Y do projeto y= Horas Extras Define Agosto 2009 Célula de Engenharia – CS MN
  5. 5. Critical To Quality - CTQ VOZ DO CLIENTE (VOC) REQUERIMENTO METRICA (CTQ) ESPECIFICACAOTemos que ter um volume máximo de Horas % em relação a HE em relação a Margem < 5% da MargemExtras em relação a Margem Margem Solicitado pelo = Previsto pelo Cliente Cliente Horas Extras devem ocorrer apenas a HE somente quando quantidade necessária necessário Previsto no = Orçado OrçamentoConclusão:Definimos com o Cliente do processo quais sãoos CTQ’s do projeto. Com seus respectivosrequisitos e métricas. DefineAgosto 2009 Célula de Engenharia – CS MN
  6. 6. Mapeamento do Processo Identificamos 35 entradas que existem no processo e os respectivos CTQ’sEtapas do Processo Projeto Executivo e Detalhado Cronograma Receber Encaminhar Levantamento de Elaborar Aprovação Passagem de Gestão de pasta Para Solicitação do Analise Técnica PCP Trabalho Planejamento Execução Campo Orçamento do Cliente Recursos Oficina Cliente E-mail Solicitação do Orçamento Cotações Comerciais Pedido do Cliente Desenho / Croqui Desenho / Croqui Pasta OC OC Pasta RSE Parada de Produção Croquis/ Desenhos RSE Aprovada Levantamento de Campo OC Presença da Oficina Planilha Detalhada Planilha Detalhada Materia Prima Pedido Solicitação Cliente Eventual Aprovada Controle Geral do Projeto Controle Geral Controle Geral Controle Geral Material Comerial Eventuais Dados Técnicos Reserva de Material Protocolo Técnico Planilha Detalhada Desenho / Croqui Desenho / Croqui Mão de ObraEntradas Protocolo Técnico Protocolo Técnico Reserva Impressa Reserva de Material Reserva de Material Ferramentas Verbal Kwon How do Orçamentista Planilha de Orçamento Protocolo Técnico Protocolo Técnico RM Sistemas Histograma Apontamentos RM Definição de Datas Cotações Comerciais Escopo Prazo de Escopo Prazo de Protocolo Técnico Entrega dos Entrega dos Eventuais Lista de MateriaisCTQs Clareza de Escopo Clareza de Escopo Escopo Definido Aprovação Rápida Tempo de Análise Crítica Escopo Definido Escopo Definido Cotação Atualizada Descrição Técnica Tempo Cadastro Prazo (Execução) Prazo (Execução) Prazo Elaboração Análise Crítica Precisa Tempo de Programção Prazo (Execução) Exatidão Cotação Atualizada Tempo Elaboração Orçamento Forma de Pagamento Máquina Parada Prazo (Execução) Exatidão Entendimento Apontamento Diário Priorização de Compra Falta de Priorização Cotação Atualizada Tempo p/ Planejam. Escopo Definido Disponibilidade de Equipamento do Cliente Conclusão: No Mapeamento do Processo, definimos todas as etapas referentes, e identificamos os possíveis X’s que podem influenciar nosso Y. Além de identificar os CTQs de cada etapa do processo. Define Agosto 2009 Célula de Engenharia – CS MN
  7. 7. Matriz de Causa e Efeito Rating of Importance to 8 5 8 10 5 8 4 7 6 9 10 10 8 7 8 7 5 8 7 8 8 Customer 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 Tempo de Programção Priorização de Compra Análise Crítica PrecisaProcess Inputs Tempo Análise Crítica Disponibilidade Equip. Tempo Planejamento Prazo de Elaboração Falta Documentação Falta de Priorização Apontamento Diário Cotação Atualizada Tempo Elaboração Forma Pagamento Aprovação Rápida Prazo (Execução) Descrião Técnica Tempo Cadastro Máquina Parada Clareza Escopo Entendimento Orçamento do Cliente CTQs of Customer Exatidão Correta Total 1 E-mail 9 9 1 125 2 RSE 9 9 3 9 213 3 Pedido 1 6 1 9 118 4 Eventuais 9 6 1 9 9 0 9 290 5 Protocolo Técnico 9 9 1 6 9 0 9 9 0 0 9 9 6 0 560 6 Verbal 9 9 1 125 7 Solicitação do Orçamento 9 3 10 187 8 Parada de Produção 1 1 10 113 9 Cotações Comerciais 9 6 6 3 9 9 6 35110 Croquis/ Desenhos 9 9 9 6 6 9 9 0 0 3 1 1 9 44411 Solicitação Cliente 9 9 9 162 Conclusão:12 Dados Técnicos 9 6 9 14713 Kwon How do Orçamentista 10 10 10 6 234 Na Matriz de Causa e14 Pedido do Cliente 9 72 Efeito conseguimos15 RSE Aprovada 9 7216 Eventual Aprovada 9 72 pontuar as entradas17 Reserva de Material 9 3 0 0 3 120 em relação aos CTQ’s Levantamento de Campo1819 Controle Geral do Projeto 9 6 6 6 9 9 9 1 3 3 3 1 0 66 380 para que possamos20 OC 9 3 9 9 0 0 9 9 0 396 priorizar e selecionar21 Planilha Detalhada 9 9 9 3 9 6 6 3 0 420 os X’s que influenciam22 Reserva Impressa 9 9 9 0 9 9 34223 Planilha de Orçamento 1 1 9 9 140 o processo.24 Histograma 1 3 9 10725 Presença da Oficina 9 6 10 20226 Apontamentos RM 10 0 9 10 23227 Escopo 10 0 3 10 18428 Prazo de Entrega dos Materiais 0 9 9 3 6 9 9 0 37229 Definição de Datas 9 6 9 0 18330 Lista de Materiais Cadastrados 9 9 9 3 9 30031 Pasta 3 9 9 0 9 22232 Materia Prima 6 6 9 6 9 26133 Material Comerial 6 6 9 9 9 28534 Mão de Obra 3 9 9 10 6 27835 Ferramentas 3 3 6 9 9 225 Define 1336 1152 490 200 215 432 210 330 190 400 216 350 488 350 300 240 252 200 264 64 96 Total Agosto 2009 Célula de Engenharia – CS MN
  8. 8. Gráfico de Pareto Conclusão: Trazendo os valores da Matriz de Causa e Efeito e plotando as mesmas no Pareto, priorizamos 70% das entradas que são suspeitas. DefineAgosto 2009 Célula de Engenharia – CS MN
  9. 9. Resumo da Fase Define EntradasMapa do Processo 35Matriz Causa e Efeito - Pareto 16 .FMEA .Análise gráfica dos dados .Análise estatística dos dados Define Agosto 2009 Célula de Engenharia – CS MN
  10. 10. Road Map Definição Estabelecer os CTQ’s dos clientes D Definir o projeto a ser desenvolvido Coletar dados de desempenho do processo Medição Análise do sistema de medição Cálculo da Capabilidade M Levantamento de potenciais causas básicas (x’s) de variação Análise Identificar os X’s óbvios A Identificar os X’s não óbvios Melhoria Tomar ações sobre o processo I Controle Controlar os poucos X’s Vitais CAgosto 2009 Passar o projeto para osEngenharia – CS MN Célula de donos do processo
  11. 11. Levantamento Levantamos com o setor de Controle da Central de Serviços, os valores de horas extras pagas no ano de 2008 e 2009 para conhecimento dos valores.jan/08 fev/08 mar/08 abr/08 mai/08 jun/08 jul/08 ago/08 set/08 out/08 nov/08 dez/08 Valor Valor Valor Valor Valor Valor Valor Valor Valor Valor Valor Valor153.072,44 105.641,88 131.098,90 181.728,78 153.014,60 162.636,95 135.212,23 159.892,73 189.463,69 161.334,02 145.584,13 150.000,00jan/09 fev/09 mar/09 abr/09 mai/09 jun/09 jul/09 ago/09 set/09 out/09 nov/09 dez/09108.039,41 145.817,75 130.169,83 189.953,17 172.653,40 246.485,65 173.661,37 - - - - - Com parativo Horas Extras - Jan/08 à Jul/09 300.000,00 250.000,00 200.000,00 Hora Extra 150.000,00 Média 100.000,00 50.000,00 - fev/08 nov/08 dez/08 fev/09 nov/09 dez/09 abr/08 abr/09 jan/08 jun/08 ago/08 out/08 jul/08 jan/09 jun/09 ago/09 out/09 jul/09 mar/08 mai/08 set/08 mar/09 mai/09 set/09 Agosto 2009 Célula de Engenharia – CS MN
  12. 12. Levantamento Conclusão: Verificamos que os valores pagos pela Central de Serviços descrevem uma Normal, sendo o mês de Junho de 2009 ocorrendo uma elevação saindo como um Outlier.Agosto 2009 Célula de Engenharia – CS MN
  13. 13. Levantamento Conclusão: Outro ponto identificado é que o processo de Horas Extras está sobre controle estatístico.Agosto 2009 Célula de Engenharia – CS MN
  14. 14. Levantamento Horas R$* (S/ Encargos) Abril Maio Junho Abril Maio Junho Amplitude1908 684,30 357,57 299,96 15.563,18 15.507,50 11.301,80 4.261,381858 496,19 586,04 785,85 11.274,94 12.353,50 19.585,64 8.310,701870 4.958,02 5.408,46 7.500,42 97.668,01 87.909,30 121.912,07 34.002,771872 3.511,43 4.986,71 3.627,21 53.193,23 45.954,08 79.429,84 33.475,761874 132,00 105,00 61,00 2.415,64 2.244,19 2.696,10 451,911813 0,00 0,00 0,00 9.719,57 8.183,80 11.560,20 3.376,40 9.781,94 11.443,78 12.274,44 189.834,57 172.152,37 246.485,65 1908 1858 187218.000,00 MONTAR UM GRÁFICO NORMAL 25.000,00 90.000,0016.000,00 80.000,0014.000,0012.000,00 PARA 1870, COM VALORES E 20.000,00 15.000,00 70.000,00 60.000,0010.000,00 50.000,00 8.000,00 6.000,00 VOLUME EM HORAS DE HORAS 10.000,00 40.000,00 30.000,00 4.000,00 2.000,00 0,00 EXTRAS E UM IMR (1870) 5.000,00 0,00 20.000,00 10.000,00 0,00 Abril Maio Junho Abril Maio Junho Abril Maio Junho 1870 1874 1813140.000,00 3.000,00 14.000,00120.000,00 2.500,00 12.000,00100.000,00 Conclusão: 10.000,00 2.000,00 80.000,00 60.000,00 1.500,00 A Oficina 1870 possui o maior volume 8.000,00 40.000,00 1.000,00 de Horas Extras da Central de 6.000,00 4.000,00 20.000,00 500,00 Serviços. Outro ponto é que a 2.000,00 0,00 0,00 mesma trabalha muito em construção 0,00 Abril Maio Junho Abril Maio Junho e montagem ocorrendo uma Iremos Abril Maio Junho focar na mesma. Agosto 2009 Célula de Engenharia – CS MN
  15. 15. Medição dos Dias Úteis (Seg – Sex) MONTAR UM GRÁFICO NORMAL PARA 1870, COM VALORES E VOLUME EM HORAS DE HORAS EXTRAS E UM IMR (1870)Agosto 2009 Célula de Engenharia – CS MN
  16. 16. Medição dos Finais de SemanaAgosto 2009 Célula de Engenharia – CS MN
  17. 17. Levantamento• Coleta de Dados Fomos até a oficina 1870 onde realizamos o levantamento dos serviços que foram realizados em regime de hora extra. A fonte dos dados foi o RM Sistemas. Analisamos X dias, onde dentro dos mesmos encontramos Y dias que foram realizadas horas extras, e como análise inicial consideramos apenas Sim ou Não. Como oportunidade temos que dia de trabalho é uma oportunidade para defeito. De posse dos dados, calcularemos a Capabilidade atual do processo.Agosto 2009 Célula de Engenharia – CS MN
  18. 18. Capabilidade do Processo Classificar os dados conforme Variável ou Contínuo (o Y e os Xs) Conclusão: Verificamos um PPM de 806452 e um Sigma de 0,635. Dessa forma podemos concluir que quase todos os dias ocorrem Horas Extras na Oficina 1870. Temos próximo de um defeito por unidade.Agosto 2009 Célula de Engenharia – CS MN
  19. 19. Box Plot Conclusão: Existem horas extras durante a semana. Durante os finais de semana é comum este tipo de ocorrência, porém também desejamos aumentar a produtividades nestes dias.Agosto 2009 Célula de Engenharia – CS MN
  20. 20. Matriz de Níveis Nº Process Inputs Níveis 6 Protocolo Técnico Certo Errado Ñ Possui 11 Croquis/ Desenhos 22 Planilha Detalhada 21 OC 20 Controle Geral do Projeto 29 Prazo de Entrega dos Materiais 10 Cotações Comerciais 23 Reserva Impressa 31 Lista de Materiais Cadastrados 5 Eventuais 34 Material Comerial 35 Mão de Obra 33 Matéria Prima 14 Kwon How do Orçamentista 27 Apontamentos RM 36 Ferramentas 32 Pasta 2 RSE 26 Presença da Oficina 8 Solicitação do Orçamento 28 EscopoAgosto 2009 Célula de Engenharia – CS MN
  21. 21. Road Map Definição Estabelecer os CTQ’s dos clientes D Definir o projeto a ser desenvolvido Coletar dados de desempenho do processo Medição Análise do sistema de medição Cálculo da Capabilidade M Levantamento de potenciais causas básicas (x’s) de variação Análise Identificar os X’s óbvios A Identificar os X’s não óbvios Melhoria Tomar ações sobre o processo I Controle Controlar os poucos X’s Vitais CAgosto 2009 Passar o projeto para os donos–do processo Célula de Engenharia CS MN
  22. 22. FMEA Folha: F.M.E.A ANÁLISE DE MODOS DE FALHA E SEUS EFEITOS Edição do FMEA Revisão do FMEA Projeto Preparado por: Aprovação - Célula de EngenhariaRev. 0 Rev. 0 Redução das Horas Extras Nome: Rodrigo Michel Coutinho RoqueData: 17/08/09 Data: 20/08/09 Central de Serviços MN Telefone/ Ramal: 2123-7251 FALHAS POSSÍVEIS ATUAL AÇÕES CORRETIVAS MELHORIA FORMA DE CONTROLE EXISTENTE COMPONENTE PROVIDÊNCIA DE /PROCESSO NOME DO MELHORAMENTOS PROVIDÊNCIAS PROCESSO PRODUTO RESPONSABILID OCORRÊNCIA OCORRÊNCIA EFEITO(S) DO CAUSA(S) DO GRAVIDADE GRAVIDADE DETECÇÃO DETECÇÃO RECOMENDADAS TOMADAS E MODO DE FALHA ADE E PREVISÃO RISCO RISCO MODO DE FALHA MODO DE FALHA PREVENÇÃO DETECÇÃO (OBRIGATÓRIO QUANDO DA ATUAÇÃO TEMPO DE O RISCO FOR A PARTIR REALIZAÇÃO DE 100 )Solicitação 0do Cliente 0 0 0 0 0 Analyze Agosto 2009 Célula de Engenharia – CS MN
  23. 23. Análises Y=Rendimento Y=Quilometragem Média Média (mpg) 30 (mpg) 30 20 20 Média 10 10 0 .5 1 1.5 2 A B C X=Peso do carro (toneladas) X=Marca do carro X (Fator, Variável) Tratado X (Fator, Variável) Tratado como: como: Discreto Contínuo (Atributos) •Box PlotExemplos Contínuo •Diagrama de dispersão•Comparação Médias Exemplos Y (Resposta) Y (Resposta) •Regressão Simples (t de student) •ANOVA 1 Fator Discreto (Atributos) •Pareto •Regressão Logística•Tabela Anal. Conting. Chi Quadrado: Independ. Y=Acidente Y= Morte 75 60 65 SeveridadeCausou Morte? 100 N Maior 160 115 175 % 75% de ferimento (Sim/Não) 50% o Menor 100 65 135 Yes 25% Nenhum 15 10 25 0 .5 1 1.5 2 A B C X=Peso do carro(toneladas) X=Marca do carro AnalyzeAgosto 2009 Célula de Engenharia – CS MN
  24. 24. AnálisesY=Volume de HE (hrs) 30 2 0 1 Se tivermos Y e X Contínuos 0 0 .5 1 1.5 2 X=Horas de Planejamento Y=Qtde de HE (hrs) Média Média 30 20 Média 10 Se tivermos Y Contínuo e X Atributo A B C X=Desenho Completo AnalyzeAgosto 2009 Célula de Engenharia – CS MN
  25. 25. Road Map Definição Estabelecer os CTQ’s dos clientes D Definir o projeto a ser desenvolvido Coletar dados de desempenho do processo Medição Análise do sistema de medição Cálculo da Capabilidade M Levantamento de potenciais causas básicas (x’s) de variação Análise Identificar os X’s óbvios A Identificar os X’s não óbvios Melhoria Tomar ações sobre o processo I Controle Controlar os poucos X’s Vitais CAgosto 2009 Passar o projeto paraEngenharia – CS MN Célula de os donos do processo
  26. 26. Road Map Definição Estabelecer os CTQ’s dos clientes D Definir o projeto a ser desenvolvido Coletar dados de desempenho do processo Medição Análise do sistema de medição Cálculo da Capabilidade M Levantamento de potenciais causas básicas (x’s) de variação Análise Identificar os X’s óbvios A Identificar os X’s não óbvios Melhoria Tomar ações sobre o processo I Controle Controlar os poucos X’s Vitais CAgosto 2009 Passar o projeto para os donos CS MN Célula de Engenharia – do processo

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