Relatórios e orientaçõesEstimados colegas gestores, coordenadores, professores e secretários eadministrativos das Escolas ...
Não serão mais usados conceitos, tais como: Insatisfatório (I),Satisfatório (S), Bom (B), Ótimo (O) ou Excelente (E) ou ai...
clara de construção do conhecimento, à medida que o faz refletirsobre a sua aprendizagem, conseqüentemente refletir sobre ...
Devemos não perder de vista, que os adultos e jovens matriculados em nossas unidadesescolares, aí estão, justamente, porqu...
Próximos SlideShares
Carregando em…5
×

Relatórioavaliação eja2[1]

3.201 visualizações

Publicada em

  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Relatórioavaliação eja2[1]

  1. 1. Relatórios e orientaçõesEstimados colegas gestores, coordenadores, professores e secretários eadministrativos das Escolas que atendem a Modalidade EJA.Informamos, que o resultado final para as escolas que ofertam amodalidade EJA será expresso por relatório descritivo e comresultado anual, Aprovado, ou Retido para todas as áreas doconhecimento, de acordo com cada situação. Constarão também os“em construção”, desistente e PASE, os quais deverão ser empregadosconforme descrição a seguir:Aprovado: utilizar o termo para o estudante que apresentardesenvolvimento satisfatório na construção do seu conhecimento,de acordo com os objetivos propostos no planejamento das áreas,na fase cursada;Retido: da mesma forma que deverão utilizar o termo para aqueleque não apresentar desenvolvimento satisfatório na construção doconhecimento das áreas, na fase cursada;Em construção: termo utilizado para apontar um resultado parcial.O termo será utilizado para designar que o relatório está sendoconstruído durante bimestre/semestre, conforme PPP da UnidadeEscolar.Constarão, ainda, mais dois campos, contendo os termos:Desistente: para designar o aluno evadido.PASE (Progressão com apoio de serviço especializado): utilizadopara a Educação Especial/EJA.Para as escolas que ofertam a modalidade EJA, o relatório descritivoserá apenas um para todas as áreas do conhecimento, comresultado final da fase cursada, portanto, não cabe mais naproposta e, inclusive, no sistema a construção de relatórios pordisciplinas.
  2. 2. Não serão mais usados conceitos, tais como: Insatisfatório (I),Satisfatório (S), Bom (B), Ótimo (O) ou Excelente (E) ou aindaoutros utilizados nos documentos manuais da escola.Para a construção do Relatório sugerimos os seguintesprocedimentos:Antes de tudo, o corpo docente deverá se reunir com aorientação da coordenação pedagógica, conforme período definidono PPP, seja por bimestre ou não, para realizar o Conselho deClasse, com vistas a analisar o desenvolvimento da construção doconhecimento dos seus estudantes. Registrar no caderno de campoa situação de cada estudante nas áreas e ata do conselho.Para os estudantes que apresentarem dificuldades na construção doconhecimento, a escola deverá agendar Plantões Pedagógicos –são espaços pedagógicos que contém alguma semelhança com aantiga sala de reforço, todavia inclui um atendimento específico ediferenciado. Está dentro da carga horária semanal do professor edo aluno. Pode ser organizado de acordo com a realidade local eocorrer antes ou depois do horário previsto para as aulas, ou seja,das 18 às 19 ou das 22 às 23 h – Neles, sugere-se trabalhar comesses estudantes outra proposta metodológica, até superar asdificuldades diagnosticadas levantadas pelo Conselho de Classe.Dessa forma, o relatório descritivo individual (estudantes) seráconstruído gradativamente e concluído somente no final do anoletivo;Após a realização de cada Conselho de Classe, o professor emconjunto com a coordenação escolar ou equipe técnica deveráconversar com os estudantes de cada turma individualmente ou empequenos grupos, conforme o caso e realidade, acerca de como foio seu desenvolvimento na construção do conhecimento, durante operíodo considerado pela avaliação. A partir desta avaliação é quese convoca os educandos que apresentarem dificuldadesna aprendizagem para os Plantões Pedagógicos. O que nãoimpede ou exclui a convocação de estudantes, antes da realizaçãodeste Conselho, nos casos diagnosticados individualmente peloprofessor da(s) disciplina(s). Não nos esqueçamos de que odiálogo com o aluno, por si só, já contribui para o desenvolvimentona construção do seu conhecimento, portanto, é um momentomuito significativo do ato pedagógico. Este diálogo é uma situação
  3. 3. clara de construção do conhecimento, à medida que o faz refletirsobre a sua aprendizagem, conseqüentemente refletir sobre asdificuldade para superação das mesmas.A escola deverá elaborar o relatório parcial para o aluno que solicitara transferência antes do término do ano letivo. Este Relatório terácomo base os apontamentos do caderno de campo do professor emcada área, registrado no Conselho de Classe. A transferência deveconter, anexada, uma cópia do relatório.Quanto ao diário de classe, este ainda aparece no sistema, pordisciplina, mas já estamos estudando sua parametrização por Áreado Conhecimento. Espera-se breve.PS – Para este ano, as Escolas que se organizaramsemestralmente, deverão construir parcialmente o relatório porsemestre, porém o registro irá ocorrer apenas ao final do ano letivo,com o resultado final Aprovado ou Retido, conforme a situação epossivelmente, já disponibilizados os resultados PASE e Desistente.Aproveitamos a ocasião para ponderar acerca da classificação ereclassificação, haja vista que ambos ainda continuam produzindo muitasduvidas no chão das nossas escolas e, esta última, constituindo uma causa amais à evasão escolar.Classificação e ReclassificaçãoA classificação é utilizada conforme a Legislação em vigor exclusivamente nos casosem que o aluno não tem como comprovar sua escolaridade, independente do motivo.Neste caso, consta de uma avaliação para posicionar o aluno no segmento e fasecorrespondente a escolarização ou construção do conhecimento realizada.Algumas dúvidas tem sido recorrentes em nossa Gerência como, por exemplo, acerca dareclassificação. Gostaríamos de pedir aos colegas professores, desempenhando funçãoem sala de aula diretamente ou não, que não confundam a reclassificação com exame demassa. A reclassificação É UMA EXCEÇÃO dentro da legislação que serve paracorrigir eventuais “defasagens” entre a escolarização oficial e o conhecimento dosjovens e/ou adultos. Portanto, NÃO É A REGRA, logo, não é para todos osestudantes, como, infelizmente, algumas escolas tem posto em prática, entendendo,equivocadamente, que pode estar auxiliando seus alunos.Deve ser utilizada quando o coletivo de professores da Fase a partir de uma observação,a priori da Área, entender que um(a) estudante já construiu os conhecimentos, que estãoou/e estarão sendo trabalhados em um determinado período de tempo, em nosso casoespecífico, de uma fase.
  4. 4. Devemos não perder de vista, que os adultos e jovens matriculados em nossas unidadesescolares, aí estão, justamente, porque não tiveram acesso a ela em na idade, que algunschamam de “própria”, a essa escolaridade dita formal e aos conhecimentos, que sãotratados na escola. Notemos que não trabalhamos com notas, portanto não há anecessidade de elaboração de uma PROVA ESPECIAL embora esta possa serrealizada. Entendemos que a necessidade da realização de Prova, pressupõe dúvida arespeito do/a estudante a ser ou não reclassificado/a. Tal situação depõe contra o próprioprocesso. Se houver a menor dúvida sobre a construção do conhecimento por parte deum/a educando/a, é porque o mesmo não a construiu.Quando a reclassificação ocorrer, mais importante do que qualquer outra coisa é oregistro minucioso sobre o processo e especialmente das exigências legais que oprocesso encerra. Tal registro consta de um RELATÓRIO ou DOSSIÊ, muito bemdescrito acerca da vida escolar do aluno e ai sim RECLASSIFICÁ-LO, por mérito e nãodevido exclusivamente à consumação de uma PROVA. Porém, note-se que estes casossão raros, pois se as pessoas não puderam estudar é porque estes “conhecimentos”, emgeral, estão ausentes. A RECLASSIFICAÇÃO é produto de um processo de avaliação enão de um momento pontual desta. Quando houver este caso específico, ou seja, deum(a) estudante que de fato comprovar ter construído os conhecimentos equivalentes afase que estiver cursando e, somente neste, caso. Muitos casos simultâneos dereclassificação podem representar “um tiro no pé”, à medida que pode dar a entender,por exemplo, que os nossos alunos não precisam da escola para aprender osconhecimentos que são próprios dela.Não há uma data preestabelecida, no entanto (não esquecendo que ela é para unspoucos), por uma questão de coerência, não deve ser realizada nem ao início e nem apartir da metade do ano letivo. É neste sentido, que as regras de negócios “aconselham”que ela seja feita - e quando de fato houver a necessidade de realizá-la – ao finaldo primeiro bimestre.O aluno só pode ser reclassificado uma vez por ano e neste caso não terá prejuízo decarga horária. A equipe entende que o maior número de reclassificações seja produto damatrícula extraordinária e não de outras situações como se tem presenciado.

×