A 5 esterilização e desinfecção

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A 5 esterilização e desinfecção

  1. 1. ESTERILIZAÇÃO E DESINFECÇÃO UNIVERSIDADE ESTADUAL DO PIAUÍ – UESPI CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE – CCS FACULDADE DE CIÊNCIAS MEDICAS – FACIME COMPONENTES: ANDRESSA GISLANNY ROMULO DIAS
  2. 2. Esterilização • Destruição total de todos os micróbios; • Uso de esterilizantes físicos, de vapor de gases e químicos; • Os esterilizantes físicos são os métodos mais comuns de esterilização;
  3. 3. Esterilizantes físicos • Filtração;  Útil parar remoção de fungos e bactérias do ar, ou de soluções; • Radiação ultravioleta ou ionizante;
  4. 4. Esterilizantes físicos
  5. 5. Esterilizantes de vapor de gases • Óxido de etileno – extrema toxidade; • Gás formaldeído – substancia carcinogênica; • Vapores de peróxido de hidrogênio – esterilização de instrumentos; • Gás plasma - eficaz e sem derivados tóxicos; • Dióxido de cloro – desnatura proteína por oxidação e sem toxicidade.
  6. 6. Esterilizantes de vapor de gases
  7. 7. Esterilizantes químicos • Ácido peracético – agente oxidante e não toxico; • Glutaraldeído – cuidado ao manusear.
  8. 8. Esterilizantes químicos
  9. 9. Desinfecção É o processo que elimina todos os microorganismos ou objetos inanimados patológicos, com exceção dos endosporos bacterianos;
  10. 10. Desinfecção
  11. 11. Níveis de Desinfecção • Alto Nível: destrói todos os microorganismos com exceção a alto número de esporos.  Indicação: área hospitalar; • Médio Nível: elimina bactérias vegetativas, a maioria dos vírus, fungos e microbactérias.  Indicação: para UBS, creche, asilos , casa de repouso; • Baixo Nível: elimina a maioria das bactérias, alguns vírus e fungos, mas não elimina microbactérias.  Indicação: nutrição;
  12. 12. Tipos de Desinfecção • Álcool; • Compostos biclorados; • Formaldeído; • Peróxido de hidrogênio; • Compostos iodados; • Glutaraldeídos; • Fenóis; • Radiação UV; • Pasteurização.
  13. 13. Álcool • São utilizados os alcoóis etílico e isopropílico. São bactericidas rápidos, não agindo, porém, contra os esporos bacterianos. • Sua concentração ótima dá-se entre 60 e 90% por volume. Suas propriedades são atribuídas ao fato de causarem desnaturação das proteínas quando na presença de água. Observa-se também ação bacteriostática pela inibição da produção de metabólitos essenciais para a divisão celular rápida.
  14. 14. Compostos Biclorados • Geralmente usam-se os hipocloritos, de sódio ou cálcio, apresentando estes amplo espectro de atividade antimicrobiana, com baixo custo e ação rápida. • Acredita-se que estes produtos agem por inibição de algumas reações enzimáticas-chave dentro das células, por desnaturação de proteína e por inativação do ácido nucléico.
  15. 15. Formaldeído É usado como desinfetante ou esterilizante nas formas gasosa ou líquida. É comumente encontrado como formalina, sendo esta sua diluição aquosa a 37%. A formalina é um bactericida potente. Tem seu uso limitado por se tratar de composto cancerígeno. Age alcalinizando determinados grupos das proteínas e das purinas.
  16. 16. Peróxido de Hidrogênio Agem produzindo radicais hidroxila livres que atacam a membrana lipídica, o ácido desoxirribonucléico e outros componentes essenciais à vida da célula. É usado como desinfetante em concentração de 3%, para superfícies não orgânicas.
  17. 17. Compostos Iodados • É um combinado de iodo e um agente solubilizante, ou carreador. 0 exemplo de solução mais usada é a polivinilpirrolidona iodada, que mantém as propriedades desinfetantes do iodo sem características tóxicas ou irritantes. • O composto iodado penetra a parede celular dos microorganismos, rompendo a estrutura e a síntese das proteínas e do ácido nucléico.
  18. 18. Glutaraldeídos • Sua solução aquosa necessita de pH alcalino para eliminar esporos bacterianos. • Age alterando os ácidos desoxirribonucléico e ribonucléico, bem como a síntese protéica dos microorganismos.
  19. 19. Fenóis Em altas concentrações, os fenóis agem como veneno protoplasmático , penetrando e rompendo a parede celular por precipitação de proteínas. Em baixas concentrações, causa morte celular por inativação dos sistemas enzimáticos essenciais à manutenção da integridade da parede celular.
  20. 20. Radiação UV Radiação UV (240 a 280nm) pode inativar microorganismos, estando em processo de investigação quanto à sua aplicabilidade em salas de cirurgia e em infecções de feridas em período pós-operatório.
  21. 21. Pasteurização A proposta da pasteurização é destruir os microorganismos patogênicos, sem, no entanto, eliminar os esporos bacterianos. É uma alternativa para a desinfecção de equipamento de terapia respiratória e de anestesia, sendo porém menos eficiente que a desinfecção por agentes químicos.
  22. 22. OBRIGADA!!!

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