Bahia Conjuntura primeiro semestre 2012

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Bahia Conjuntura Econômica no primeiro semestre 2012

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Bahia Conjuntura primeiro semestre 2012

  1. 1. Conjuntura Econômica Bahia 1S2012
  2. 2. AGRICULTURAPANORAMA E PERSPECTIVAS Rendimento médio por hectare cresceu em Amendoim, Feijão, Girassol e Milho. Perda de produtividade em Sorgo, Arroz, Mamona e Soja. Somente em Soja e Algodão a área plantada cresceu. Somente em Girassol a produção aumentou
  3. 3. AGRICULTURAPANORAMA E PERSPECTIVAS
  4. 4. AGRICULTURA Seca nos EUA Seca nos EUA prejudica as safras de milho e soja, afetando o preço internacional das Bolsas de Mercadorias, modificando os mercados futuros, alterando as perspectivas futuras de produção na Bahia.
  5. 5. AGRICULTURAPANORAMA E PERSPECTIVAS Primeira safra de feijão de Irecê, Sudoeste e Bom Jesus da Lapa, o Sertão Produtivo e o Nordeste do Estado muito afetadas pela seca. Segunda safra pode vir a ser afetada. Safra brasileira reduzida, implicou aumento do preço até Junho. Oeste representa 99% da produção baiana de algodão que é a segunda maior do Brasil. Mamona perdeu mais de 60% da produção devido a estiagem em Irecê, maior região produtora do estado. Apesar de maior produtora nacional, produtividade é metade da de MG e SP.
  6. 6. AGRICULTURA PANORAMA E PERSPECTIVAS No meio da colheita de Algodão, Plano de Safra 2012/13 lançado. UmCafé, Cacau, Cana-de-açúcar e da 1ª bilhão para custeio e investimento safra de milho. Financiamentos rurais Calendário Agrícola Bahia. desembolsados. Jan Meses de maior concentração 11/mar 12. Fonte: BACEN Elaboração: SEI- CAC.
  7. 7. AGRICULTURA PANORAMA E PERSPECTIVAS Oeste correspondeSeca a 93% da Preços de Milhoatingiu produção de e Sojatodo o grãos do sustentaram aSemi Estado rentabilidadeÁrido Irecê, Não foi suficiente Sertão para aumentar AGRICULTURA Vale do São Francisco Produtivo área plantada. e Nordeste Dificuldades para perderam expansão do safra produto no curto Oeste como prazo. resultado da Seca Extremo S
  8. 8. Comércio Varejista PANORAMA E PERSPECTIVASVolume de Vendas Comércio Varejista 2011 2012 Bahia Jan 11-Maio 12 Classes e gêneros No Ano Mensal(2) No Ano(3) Part.(%) Comércio Varejista* 7,1 8,9 9,5 100,0 1 - Equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação -27,5 38,9 19,4 1,8 2 - Outros artigos de uso pessoal e doméstico 5,7 16,8 11,5 4,2 3 - Combustíveis e Lubrificantes 6,5 11,4 13,2 18,0 4 - Hipermercados, Supermercados, produtos Alimentícios, Bebidas e Fumo 1,9 8,1 8,5 44,0 4.1 - Hipermercados e Supermercados 1,8 6,9 6,8 - 5 - Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos 10,5 7,2 5,4 5,0 6 - Móveis e Eletrodomésticos 17,6 6,3 12,1 19,0 7 - Livros, jornais, revistas e papelaria 18,2 4,5 -18,5 0,7 8 - Tecidos, Vestuário e Calçados 8,2 2,4 5,7 7,3 9 - Veículos, Motos e Peças -0,6 0,6 3,8 - 10 - Materiais de construção 1,1 5,3 7,1 - Fonte: IBGE/ PMC. (*) O indicador do comércio varejista é composto pelos resultados das ativ. Numeradas de 1 a 8. 1 Dados deflacionados pelo IPCA. 2 Variação observada no mês em relação ao mesmo mês do ano anterior 3 Variação acumulada observada até o mês do ano em relação ao mesmo período do ano anterior.
  9. 9. Comércio Varejista PANORAMA E PERSPECTIVAS Taxa de Inadimplência: Pessoas Físicas Operações de crédito Bahia: jan./11 – jun./12 crescem muito em 2012 6.0 6.0 6.1 6.0 6.0 6.1 e inadimplência de pessoas físicas estável, 5.4(%) 5.4 5.5 5.1 apesar de alta. 5.0 5.0 4.8 5.0 5.1 5.1 Índice de Atividade do Comércio(*) 4.9 Brasil: jan./11 – jun./12 fev fev set jan/11 out nov dez abr jun abr jun mar maio ago mar jan/12 jul Operações de Crédito: P. Físicas e Jurídicas Bahia(*): jan./11 – maio./12
  10. 10. IPCA em Salvador Ligeira aceleração do IPCA no IIT12, principalmente por causa dos preços monitorados. Entre os principais itens: Alimentação, Habitação e Saúde Na comparação IIIT11/IIT12: 1. IPCA menor 2. Queda dos preços em artigos de residência, Vestuário, Tran sportes e Comunicação.Fonte: IBGE, BACEN
  11. 11. Movimentação de Pessoas e CargasMovimentação de Pessoasno Aeroporto de Salvador Bahia: jan./11 – jun./12 Movimentação de Cargas portos da CODEBa Bahia: jan./11 – maio/12
  12. 12. Consumo de Energia Elétrica DesaceleraçãoTaxa de crescimento do consumo de Energia Elétrica na Bahia: Taxa de crescimento do jan./11 – maio/12 consumo industrial de Energia Elétrica na Mensal No Ano Bahia: jan./11 – 4.9 maio/12 2.3 1.8 1.3 1.0 (%) -0.1 -0.9 -1.4 -1.3 -1.4 -1.6 -1.6 -2.1 -2.0 -2.5 -2.6 -2.4 jan/11 fev fev jan/12 nov maio maio jun ago set mar abr mar abr jul out dez Fonte: Coelba, Chesf Elaboração: SEI-CAC
  13. 13. Produção de Cimento Nordeste Acelerado Produção de cimento nas regiões. Jan-jun/12 Jun(1000 ton) jun/12/jun 11 Jan-jun/12 Jan-jun/11/Jan- jun 2011 2011 2012 2011 2012Norte 303 301 -0,8% 1.622 1.771 9,2%Nordeste 941 1.050 11,6% 5.496 6.574 19,6%Centro Oeste 654 637 -2,7% 3.280 3.635 10,8%Sudeste 2.797 2.561 -8,4% 15.271 16.083 5,3%Sul 790 780 -1,2% 4.530 4.941 9,1%Venda Mercado 5.485 5.329 -2,8% 30.199 33.004 9,3%InternoExportação 2 1 -50,7% 21 16 -23,9%Venda Total 5.487 5.330 -2,8% 30.220 33.020 9,3%
  14. 14. Emprego Formal PANORAMA E PERSPECTIVASSaldo Admitidos e Desligados com Carteira No mês de Junho, há Assinada Bahia: jan./11 – jun./12 mais desligados que admitidos nos setores de Administração Pública, Construção Civil e Serviços. Nos setores de agropecuária, indústria de transformação e comércio o número de admitidos supera os desligados. O dinamismo de criação de novos postos é muito maior nas Micro e Pequenas empresas do que nas médias e grandes.
  15. 15. Comércio Exterior Principais destinos das Exportações da Bahia: jan./11 – jun/12 Crise atinge pouco os principais parceiros comerciais da Bahia: China, Argentina , Estados Unidos e Antilhas Holandesas Produtos exportados pouco sensíveis à crise: Soja, Petróleo, P apel e Celulose e Químicos
  16. 16. Comércio Exterior Em 2012 as exportações de produtosbásicos cresceram muito, enquanto osindustrializados e operações especiais declinaram bastante. Só a Ásia absorveu mais exportações provindas da Bahia em 2012 em relação a 2011, apesar dos volumes também aumentarem na América Latina Principais destinos das Exportações da Bahia: jan./11 – jun/12
  17. 17. Comércio ExteriorEm 2012 todos os tipos de produtos importados pela Bahia tiveram reduzidos seusnegócios, especialmente os bens deconsumo duráveis e bens de capitalPrincipais Importações para a Bahia em termos de tipos de bens: jan./11 – jun/12
  18. 18. Finanças Publicas PANORAMA E PERSPECTIVAS O principal tributo estadual ICMS arrecadou R$1,1 bilhão em Arrecadação total anual do setor varejistajunho, crescendo 4,8% em relação e dos supermercados, Bahia, 2010 e ao mesmo mês de 2011. 2011, por tamanho do contribuinte. Arrecadação de ICMS Bahia: jan./11 – jun./12
  19. 19. Produção Industrial PANORAMA E PERSPECTIVASProdução Física industrial Bahia Maio 2012 vem perdendo folego. -0,1
  20. 20. Produção Industrial PANORAMA E PERSPECTIVAS Taxa de crescimento da produção industrial Bahia Maio 2012 por Classe e Gênero25.020.015.0 No mês10.0 5.0 Mensal 0.0 Acum ano -5.0 Ultimos 12 meses-10.0-15.0-20.0-25.0
  21. 21. Produção Industrial PANORAMA E PERSPECTIVASMaiores setores da indústria crescem menos Distribuição setorial dos na Bahia até Maio 2012 Investimentos privados previstos para Bahia 2012-2015: Total de R$ 72,5 bilhões
  22. 22. Descolamento do Nordeste e Bahia? Taxas convergem, mas há diferenças no curto prazo. Taxa de crescimento da produção Valor das Exportações Brasil e Bahiaindustrial Brasil, Nordeste e Bahia Maio Maio 2012 US$ bilhões. 2012 .
  23. 23. Descolamento do Nordeste e Bahia? Taxas convergem, mas Ceará segue tendência nacional. Índice de Atividade Econômica Bahia e Índice de Atividade Econômica Ceará eBrasil: IBC-BR e IBC-BA: jan 11- maio 12. Pernambuco: IBC-CE e IBC-PE: jan 11- maio 12.
  24. 24. Expectativas empresariais na Bahia e dos consumidores no Brasil Na Bahia, na agropecuária o indicador de No Brasil, o indicador deconfiança dos empresários declinou o ano todo. confiança dos consumidores declina desde abril.
  25. 25. Impactos da crise internacional no Brasil Efeitos dos ajustes da crise na Europa são diferenciados entre os países e dependem das políticas econômicas dos países. Fonte: FMI
  26. 26. Impactos da crise internacional no BrasilAjustes na China impactam de forma distinta seus parceiros comerciais. Fonte: FMI
  27. 27. Desaceleração do crescimento brasileiro
  28. 28. Expectativas pioram para o crescimento brasileiro
  29. 29. Desafios para a continuidade do crescimento brasileiroGrandes desafios para 2012: 1. Investimento e infraestrutura 2. Redução dos custos de logística1. Investimento e a) Portos infraestrutura b) Ferrovias2. Mercado interno c) Aeroportos3. Crédito 3. Redução dos custos de energia a) Elétrica4. Programas sociais b) Gás5. Solidez fiscal c) Petróleo6. Estabilidade da moeda7. Mercado externo Politica Macroeconômica Federal
  30. 30. Desafios para a continuidade do crescimento brasileiro: manter investimento e distribuição de renda Taxa de investimento (formação bruta de capital Taxa de crescimento da FBKf tem sido maior que o fixo), em % do PIB crescimento do PIB Fonte: Min Fazenda Aumento continuado do salário mínimo Fonte: Min Fazenda Fonte: Min Fazenda Fonte: Min FazendaPolitica Macroeconômica Manter o investimento crescendo Federal mais que o PIB
  31. 31. Desafios para a continuidade do crescimento brasileiro: manter investimento e distribuição de renda Bolsa família atinge cada vez mais pessoas Aumento do rendimento das famílias para manter aquecido o mercado interno Fonte: Min Fazenda Aumento continuado do salário mínimo Fonte: Min Fazenda Fonte: Min Fazenda Manter o processo de redução dapobreza e de disttribuição de rendaPolitica Macroeconômica Federal
  32. 32. Desafios para a continuidade do crescimento brasileiro: manter investimento e distribuição de renda Crédito Habitacionais da CEF em bilhões de reais Política cambial e de juros para manter competitividade da produção nacional Fonte: Min Fazenda Fonte: Min Fazenda Aumento continuado do salário mínimo Fonte: Min Fazenda Fonte: Min FazendaExpandir o crédito para alavancar Fonte: Min Fazenda consumo e investimentoPolitica Macroeconômica Federal
  33. 33. José Sergio Gabrielli de Azevedo Secretário de Planejamento da Bahia Obrigado www.seplan.ba.gov.br

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