Relatório de observação de Jogo

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Relatório de observação de Jogo

  1. 1. Relatório de Jogo Competição III Divisão_Serie E Data 24-FEV-2008 Jogo A.C.CACEM vs U.D.SANTANA Rogério Martinho, 2008
  2. 2. SITUAÇÃO ACTUAL / ANÁLISE COMPARATIVA DE CLUBES Situação Actual do Clube - BOMBARRALENSE Situação Actual do Clube - U.D. SANTANA Evolução Classificativa Evolução Classificativa Estatistica Estatistica 1 Empate(s) 1 Vitoria(s) Ranking: 9 Séries Ranking: 3 Séries 3 jogo(s) sem derrota(s) 1 jogo(s) sem derrota(s) Pontos 34 Maior Derrota 0-3 vs Sintrense_F Pontos 41 Maior Derrota 1-4 vs Oriental_FJogos Realizados 23 Jogos Realizados 23 Maior Vitória 5-2 vs Cartaxo_C Maior Vitória 4-0 vs Elvas_C Pontos/Jogo 1.48 Pontos/Jogo 1.78 Golos 25-29 Golos 34-22 8 vitorias 3 empates e 0 Golos/Jogo 1.09:1.26 Golos/Jogo 1.48:0.92 derrotas em casa. Dos 22 Observações Observações Vitórias 9 (39,13%) Vitórias 11 (47,83%) golos sofridos apenas 5 7 (30,43%) 4 (17,39%) foram em casa. Derrotas Derrotas Rogério Martinho, 2008 2
  3. 3. ANÁLISE NOTACIONAL III DIVISÃO SERIE E ÉPOCA 2007/2008 22ª JORNADA Tempo de Jogo : 49 + 50 TU CA CV R GL FC FS CR CT PB RB FJ (1) LOCAL DE FINALIZAÇÃO MARCADORESNº JOGADOR 3 0 7 1 9 11 23 8 5 16 1 Score Autor T 1 Marco 90 2 2 Ricardo Jardim 45 21 1 2 3 2 1 1 - 0 Nº 10 15 4 Varandas 90 90 1 1 4 2 - 0 Nº 10 56 5 Ferdinando 90 1 1 2 2 - 1 Nº 8 70 3 Pires 90 1 2 1 3 1 - 8 Prioste 90 1 2 2 1 3 - 6 Thiery 85 20 2 2 - 7 Daniel 90 1 2 6 5 1 -10 Gonçalinho 75 1 1 3 1 1ª Parte 2ª Parte -11 Miguel Patricio 90 2 2 4 2 Remates 3 4 - 9 Anderson 90 1 1 1 Golos 0 116 Bruno Abreu 45 1 1 414 Daniel Martins 15 1 A.C.CACEM 2 S.C. ESTRELA 115 Roberto 5 OBSERVAÇÕES Treinador: Gil Cunha Campo: Campo de Relva natural de dimensões médias, quer em largura quer em comprimento. Relva humida, promovendo grande velocidade à bola(2) FALTAS COMETIDAS FALTAS SOFRIDAS (3) ACÇÕES OFENSIVAS (4) RECUPERAÇÕES DE BOLA A.C. CACEM 6 2 5 2ª P + + + 6 3 5 1ª P Remates 6 10 4 11 2ª P Cantos 3 + + + 8 2 11 1ª P Foras-de-jogo 3 LEGENDA: TU - T. Utilizado R - Remate FS - Fal.Sofrida - Corredores Laterais Árbitro: CA - C. Amarelo GL - Golo CR - Cruzamento PB - Perca de Bola - Sector Ofensivo Nuno RodrigoRogério Martinho, 2008 Auxiliares: CV - C. Vermelho FC - F. Cometida CT - Canto RB - Recup. de Bola - Sector Médio Filipe Gonçalves 3
  4. 4. CARACTERIZAÇÃO E ANÁLISE DO PROCESSO OFENSIVO 25 21 20 1ª PARTE Cor. Esq. Cor. Cen. Cor. Dir. TOTAL 15 14Acções ofensivas 8 2 11 21 11Criação de Situações de Finalização 6 3 5 14Situações de Finalização (Remate) 0 3 0 3 10 8Concretização do Golo 0 0 0 0 6 5 5 3 3 3 2 0 0 0 0 0 0 0 Cor. Esq. Cor. Cen. Cor. Dir. TOTAL 1ª PARTE Gráfico 1. 27 25 24 21 2ª PARTE 18 Cor. Esq. Cor. Cen. Cor. Dir. TOTAL 15 13Acções Ofensivas 10 4 11 25 11Criação de Situações de Finalização 6 2 5 13 12 10Situações de Finalização (Remate) 0 4 0 4 9Concretização do Golo 0 1 0 1 6 5 6 4 4 4 2 3 1 1 0 0 0 0 0 Cor. Esq. Cor. Cen. Cor. Dir. TOTAL 2ª PARTE Gráfico 2. 4
  5. 5. CARACTERIZAÇÃO E ANÁLISE DO PROCESSO OFENSIVO 50 46 45 40 ANÁLISE GLOBAL 35 Cor. Esq. Cor. Cen. Cor. Dir. TOTAL 30 27Acções ofensivas 18 6 22 46 25 22Criação de Situações de Finalização 12 5 10 27 18 20Situações de Finalização (Remate) 0 7 0 7Concretização do Golo 0 1 0 1 15 12 10 10 6 7 7 5 5 1 1 0 0 0 0 0 Cor. Esq. Cor. Cen. Cor. Dir. TOTAL ANÁLISE GLOBAL Gráfico 3. 2,17 15,22 41,30 TOTAL %Acções Ofensivas 46 100Sector Medio 19 41,30Criação de Situações de Finalização 27 58,70Situações de Finalização (Remate) 7 15,22Concretização do Golo 1 2,17 58,70 Gráfico 4. Rogério Martinho, 2008 5
  6. 6. ANÁLISE DINÂMICA Sistema de Jogo Organização Ofensiva 1ª PARTE A equipa do SANTANA jogou num SISTEMA DE JOGO organizado em 4-3-3 (triângulo no meio campo), sendo que, os Medios Alas (MAs) u no processo ofensivo aparecem bem abertos nos corredores respectivos, mas a defender recuam no terreno e passam a posicionar-se mais interiormente, ficando apenas Anderson [(9),negro, alto, forte fisicamente, grande capacidade de choque, muito solicitado entre linhas mas principalmente em diagonais nos corredores] na frente. Quanto ao MODELO DE JOGO Adoptado, a equipa procura jogar um Futebol APOIOADO e ORGANIZADO, procuraram manter a posse de bola (temporizar), retirá-la da zona de pressão e colocar no corredor oposto (largura), só depois iniciar o processo ofensivo. Por vezes procuram realizar abordagens mais directas, solicitando o PL, Anderson(9) e os MAs no espaço e em diagonais nos corredores. A equipa desenvolveu o seu processo ofensivo preferencialmente pelos corredores (vide pag. 4 e 5) progredindo de forma apoiada em combinações simples e directas. A equipa demonstrou qualidade de jogo colectivo, personalidade e não revelou receio de ter a bola em sua posse. * Na 1ª fase de construção a equipa procura jogar de forma apoiada e organizada por sistema, procurando em combinações evoluir pelos corredores, explorando a velocidade e mobilidade dos MA´s e do PL, Anderson (9). Atenção ao Defesa cenral (DC), Ferdinando (5), sendo ele que realiza preferencialmente as transições directas da defesa no PL e MAs, procurando por vezes subir no terreno com a bola controlada.* Da 2ª Fase para a 3ª Fase observou-se grande eficácia, no sentido de procurar manter a posse de bola e atacar principalmente pelos corredores (maior eficácia pelo esquerdo), terminando com cruzamentos na área. Neste processo os dois MAs, Miguel Patricio [(11), estatura baixa, canhoto, muito rapido, objectivo, eficaz no 1x1] e Daniel [(7), estatura média,direito, rápido] mais o Medio ofensivo Gonçalinho [(10), muito baixo, joga bem com os dois pés, muito movel e veloz, importante nas transições, peca por se agarrar muito a bola] são importantes neste processo. Com a passagem de Pires [(3), alto, forte fisicamente, canhoto, boa capacidade de choque mas lento, muita qualidade ao nivel do passe (curto/longo) e combinações, boa visão de jogo] para o meio campo, a construção de jogo passou muitas vezes por ele, tornando-se numa peça fundamental nesta fase de construção. Neste contexto, e partindo do principio que o Santana em casa (tal como fez no Cacem) vai assumir o jogo, é importante contemplar o equilibrio ofensivo durante a fase defensiva (aproximação dos sectores/jogar em bloco) no sentido de antecipar ou interceptar as tentativas de Jogo ORGANIZADO com2ª PARTE após SUBSTITUIÇÕES constantes mudança de corredor, para depois sair em CONTRA-ATAQUE.* A 4ª fase de construção não se revelou muito eficáz apesar da criação de muitas situações de finalização (60%). Apenas 15% das acções ofensivas terminaram com finalização, sendo que apenas 2%, resultou em golo. Sendo um jogo fora de casa o Santana atacou bastante, inclusive controlou e dominou o jogo em muitos dos seus momentos mas não conseguiu materializar esta supremacia. Acaba por perder o jogo devido a dois erros individuais do G.R. Marco (1) que saiu da grande área e não conseguiu interceptar a bola. Transição Ofensiva - Após conquista da posse de bola * Mudança dede atitude, é eficaz, mas procurando por sistema evoluir de forma organizada e apoiada pelos corredores laterais (maior eficácia A Mudança atitude pelo esquerdo), solicitando os três avançados e contando sempre com o apoio e subida dos DLs. Mais concretamente, e após a recuperação da posse de bola, a equipa opta por transições rapidas pelos corredores, ou entao procuraram manter a posse de bola (temporizar), retirá-la da zona de pressão e colocar no corredor oposto (largura), só depois iniciar o processo ofensivo. Neste processo Gonçalinho (10) é importante nas transições em penetração com a bola controlada, mas também em combinações com o PL e MAs. Com a passagem para o meio campo de Pires jogo nos corredoreso papel de construção de jogo ofensivo, sendo importante nas mudanças de corredor e nas * Dinâmica ao nivel do (3), este assumiu abordagens mais directas, solicitando o PL, Anderson(9) e os MAs no espaço e em diagonais nos corredores. Importante pressionar o DC, Ferdinando (5), uma vez que e este quem procura mais as transições directas no PL e MAs apartir da defesa, por vezes procura subir no terreno . * Transição efectuada pelo G.R. nos corredores, os DLs, após recuperação da posse de bola procuram solicitar os MAs, explorando a sua Na Dinâmica ao nivel do jogo velocidade e capacidade de jogo no 1x1, revelando grande tendência em apoiar e subir no respectivo corredor no sentido de criar desiquilibrios (atenção a Pires (3) e Miguel Patricio (11) quando estes estão na posição de DLE) . * Transição efectuada pelo G.R. é executada rápidamente de forma longa no Anderson (9) e Miguel Patricio (11), mas se este verificar espaço nos corredores, procura sair a jogar à mão nos DCs e DLs no sentido de surpreender o adversário explorando o espaço concedido por este 6
  7. 7. Transição elaborada com mudança de corredor Transição rapida fectuada por Pires (3) solicitando Transição directa com mudança de corredor iniciada em Pires (3) e terminando na esquerda Daniel (7) nas costas do DLE efectuada por Pires (3) a solicitar M.Patricio (11) Organização Defensiva* Equipa organizada defensivamente segundo o método Misto, num bloco Médio/Baixo, essencialmente no inicio do jogo e até sofrer o 1º golo. Após o golo a equipa apresentou-se maispressionante e com o seu bloco mais subido, assumindo as despesas do jogo (importante referir que após o golo o Cacem deixou de atacar tanto passando a jogar "ainda mais" em CONTRAATAQUE. Após a perca da posse de bola, a equipa procura bascular em função da bola, mas demonstra dificuldades quando a equipa adversária joga em Contra-Ataque e realiza mudançasrápidas de corredor. Os DLs são muito ofensivos (resultando deste facto muito espaço a explorar nas costas) e revelam dificuldades no jogo aéreo devido a sua baixa estatura[(princiaplmente M.Patricio (11)]. A defesa revela agressividade no seu processo defensivo, mas demonstra dificuldades ao nivel das coberturas e dobras defensivas com o Ferdinando [(5),direito, revela experiência, mas muito lento, pesado e dificuldades no 1x1] a dar muito espaço aos seus adversários. O principal erro observado constituiu-se na dificuldade e erros constantesde marcação ao adversário na marcação de livres e cantos (explorar este factor).* A quando da perca da posse de bola na 2ª fase de construção, não se verifica as coberturas exigidas aosDLs no contributo ao equilibrio defensivo que se exige, uma vez que estes se encontram no apoio ao ataque. * Os DCs alternam a marcação ao PL,quando um deles marca o outro sobra,sendo que Varandas (4), direito, disputa bem os lances, mas revela algumas dificuldades ao nivel do passe, arriscando inclusive muito nos passes laterais. A equipa apresentou-se bemorganizada e posicioanada no terreno observando-se um equilibrio entre sectores, permitindo por várias vezes a conquista das 2ªs bolas. Neste processo, observa-se que Thiery [(6), estaturamédia mas marca bem e disputa bem os lances de cabeça] fixa-se mais no meio, marcando inclusive o 2º PL acompanhado por Prioste [(8), estatura media, agressivo com e sem bola] na 1ªparte. Na 2ª Parte e com a inversão do triângulo no meio campo Thiery passou a ter à sua frente, Pires (3) mais sobre a direita e Daniel Martins [(14), direito, muito alto] à esquerda. Transição Defensiva - Após perca da posse de bola* A mudança de atitude após perca da posse de bola, é rápida, uma vez que, a equipa consegue manter um bom equilibrio estrutural resultando dai um bom posicionamento no terreno. Porvezes neste processo os DLs revelam algumas dificuldades quando sobem demasiado, resultando deste factor muito espaço por explorar nas suas costas. Os MCs, Thiery (6) e Prioste (8)na 1º Parte revelaram-se importantes no equilibrio e transições defensivas ao compensar as subidas dos DLs e permitindo que Gonçalinho (10) tivesse maior liberdade no plano ofensivo. Na2ª Parte, Thery (6) continuou a ter a responsabilidade de marcar o 2º PL passando a ter à sua frente, Pires (3) mais sobre a direita e Daniel Martins [(14), direito, muito alto] à esquerda. Oprimeiro com maiores responsabilidades na construção o processo ofensivo e o segundo com maiores responsabilidades em termos defensivos, ganhando muitas bolas de cabeça. Explorar as costas dos DLs uma vez que estes sobem muito no apoio ao ataque 7
  8. 8. Esquemas Tácticos - A favor: Esquemas Tácticos - Contra Observações:Livres: *Livres laterais executados por Daniel (7) ou Gonçalinho (10) na Livres: *Nos livres laterais perto da área PONTOS FORTES: * A equipa demonstrou equilibrio estrutural,direita. A bola é colocada ao 2º poste. Na esquerda os livres são colocam 2 homens na barreira (DL+1) e os outros personalidade e não revelou receio de ter a bola em sua posse. O PL,executados por Daniel (7), sendo a bola colocada de forma tensa na marcam homem-a-homem na area na linha da Anderson (9),negro, alto, forte fisicamente, grande capacidade de choque,direcção da baliza, sendo atacada por a 5 jogadores + 1 que fica fora da muito solicitado entre linhas mas principalmente em diagonais nos barreira. Londe da area colocam 1 homem naárea para as 2ª bolas (nº 11 ou nº 10). *Livres frontais marcados pelo corredores. Segura bem a bola, e é possuidor de um remate forte.* O nº barreira.*Nos Livres frontais colocam 5 homens 14 (muito alto) foi a substituição que se constituiu como mais valias,Nº9 (Anderson). os livres frontais mais descaidos pelo corredor direito na bareira e 2 fora da barreira para inviabilizar conquistando muitas bolas de cabeça * Grande atitude Dinâmica do MA,são executados por Pires (3) possiveis combinações. Os outros marcam M.Patricio (11) e Gonçalinho (10) , importantes nas transições ofensivas, homem-a-homem na linha da barreira. Colocam promovendoalterações no ritmo de jogo e assumindo o 1×1.* Pires (3), no o nº9 e nº11 na frente.Cantos: Executados pelo N º 7 (Daniel) na direita, sendo a bola meio campo, assumiu o papel de construção de jogo ofensivo, sendocolocada ao 1º poste e atacada por 5 jogadores e ficando fora da Cantos: Colocam o (nº 2ou8 e 3ou11) no importante nas mudanças de corredor e nas abordagens mais directas,área 2 jogador para as 2ª bolas (Nº 11 e Nº 10). Executados pelo poste do lado da marcação. O nº 9 ataca a solicitando o PL, Anderson(9) e os MAs no espaço e em diagonais nos corredores terminando com cruzamentos na área. (em especial peloNº 7 (Daniel) ou Nº 10 (Gonçalinho) na esquerda sendo a bola bola no 1º poste. Colocam o nº10 esquerdo).* Pressionar o DC, Ferdinando (5) uma vez que é este quemcolocada ao 1º poste e atacada por 5 jogadores e ficando fora da (Gonçalinho) fora da área e o nº 11 procura efectuar transições directas da defesa no PL e MAs. Thiery (6) eárea 2 jogador para as 2ª bolas (Nº 11 e Nº 7ou Nº 10). O Nº 9 (M.Patricio) e o nº7 (Daniel) na frente para Prioste (8) revelaram-se importantes no equilibrio e transições defensivas.coloca-se junto ao GR e os dois DCs sobem aos cantos. sair de forma rapida em transições. * PONTOS FRACOS: * DLs são muito ofensivos (resultando deste facto Importante não perder a bola nestas muito espaço a explorar nas costas) e revelam dificuldades no jogo aéreoLançamentos: Executados pelo lateral do respectivo corredor. situações, se acontecer impedir contra- devido a sua baixa estatura [(princiaplmente M.Patricio (11)]. A defesaPor vezes, e no sentido de surprender o adversario, o jogador Lançamentos: revela agressividade no seu processo defensivo, mas demonstramais proximo executa o lançamento rapidamente no colega livre dificuldades ao nivel das coberturas e dobras defensivas com o Ferdinandde marcação. [(5), direito, revela experiência, mas muito lento, pesado e dificuldades no 1x1] a dar muito espaço aos seus adversários. O principal erro observado constituiu-se na dificuldade e erros constantes de marcação ao adversário na marcação de livres e cantos (explorar este factor).* ESQUEMAS TÁCTICOS Canto - Direita Canto - Esquerda Canto - Estudado Canto - A Defender NÃO SE VERIFICOU Livres - Frontais Livres Laterais-DRT Livres Laterais - ESQ Lançamentos Laterais 8
  9. 9. JOGO PADRONIZADO / CIRCULAÇÕES TÁCTICASFase de Contrução de jogo (Curto) Fase de Contrução de jogo (Longo) Transição directa do advers, erro do GR a Transição rapida iniciada pelo GR iniciada pelo G.R. iniciada pelo G.R. sair da área - 1º Golo do Cacem solicitando M.Patricio (11)Organização ofensiva com mudança Nudança de corredor directa efectuada Transição directa do advers, erro do GR 1º golo do Santana - Bruno Abreu (16) de corredor por Prioste (8) a sair da área - 2º Golo do Cacem Rogério Martinho, 2008 9
  10. 10. Legenda: Anexos:Corrida sem bolaPasseCorrida com bolaJogadorJogador/SubstituiçãoBolaRemate Rogério Martinho, 2008 10

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