SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 42
Causas e consequências de quedas
de idosos
Causas
As causas mais comuns relacionadas às quedas de
pessoas idosas na comunidade são:
• Relacionadas ao ambiente.
• Fraqueza/distúrbios de equilíbrio e marcha.
• Tontura/vertigem.
• Alteração postural/hipotensão ortostática.
• Lesão no SNC.
• Síncope.
• Redução da visão.
Fatores de Risco
• Os fatores de risco podem ser divididos em
intrínsecos e extrínsecos:
• Fatores intrínsecos: são aqueles relacionados ao
indivíduo, levando à instabilidade postural. São
responsáveis por cerca de 70 % dos incidentes de queda.
• Fatores extrínsecos: são aqueles relacionados ao
ambiente que cerca o indivíduo. São responsáveis por
30% dos incidentes de queda.
Fatores intrínsecos
• Idosos com mais de 80 anos;
• Sexo feminino;
• Imobilidade;
• Quedas precedentes;
• Equilíbrio diminuído;
• Marcha lenta e com passos curtos;
• Baixa aptidão física;
• Fraqueza muscular de MMII e
MMSS (and. gripe);
• Alterações cognitivas;
• Doença de Parkinson;
• Poli farmácia;
• Uso de sedativos, hipnóticos e
ansiolíticos.
Fatores extrínsecos
• Ambientes inseguros e mal iluminados, mal planejados
e mal construídos,com barreiras arquitetônicas
representam os principais fatores de risco para quedas.
• A maioria das quedas acidentais ocorre dentro de casa
ou em seus arredores, geralmente durante o
desempenho de atividades cotidianas como caminhar,
mudar de posição, ir ao banheiro.
• Cerca de 10% das quedas ocorrem em escadas sendo
que descê-las apresenta maior risco que subi-las.
Fatores que agravam a ocorrência
de lesão na queda:
Os riscos domésticos mais comuns que devem ser objeto de atenção das
equipes de Atenção Básica são:
Fatores que agravam a ocorrência de
lesão na queda:
• Ausência de reflexos de proteção;
• Densidade mineral óssea reduzida – osteoporose;
• Desnutrição;
• Idade avançada;
• Resistência e rigidez da superfície sobre a qual se cai;
• Dificuldade para levantar após a queda
Quedas com impacto direto sobre quadril e punho têm maior
probabilidade de resultar em fraturas. Quando há uma
superfície intermediária, por exemplo, uma cadeira, a
probabilidade de ocorrer fratura diminui, bem como com
aqueles que conseguem reduzir a energia da queda,
segurando-se.
Exame Físico e complementar
Deve se minucioso,detendo-se principal nos sistemas
cardiovascular, neuroligico e músculo, esquelético.
• Exame físico convecional: (hidratação, anemia, estado
nutricional).
• Sinais vitais (pressão arterial deitado, sentado de pé
após cinco minutos para verificar hipotensão postural).
• Exame neurologico: atento aos sinais de localização,
avaliando o estado mental de orientação e equilibrio
com oteste de romberg pode indicar alteraçãona função
vestibular e empurrão enterno.
• Testar força muscular e estabilidades da articulações
da folha.
• Pesquisa de trauma oculto (cabeça, coluna, costela,
pelve e quadril).
• Exame dos pés: Os testes para avaliação mais
detalhados do equilíbrio e mancha são necessários para
um diagnóstico mais preciso, não só da causa da queda
mas também do estado funcional do paciente, um bom
teste é o paciente levantar-se da cadeira e percorrer 3
metros e sentar-se novamente,
Dados clínicos e diagnóstico de
causas que podem levar a quedas
Prevenção de quedas
• A promoção da Saúde inclusa no programa de
prevenção de quedas é de uma grandeza ímpar, apesar
dia prevenção primária não ter se mostrado efetiva em
indivíduos da comunidade, as medidas especificadas a
seguir tem impacto positivo na saúde na qualidade de
vida dos idosos. A prevenção secundária é mais eficaz e
por isso a necessidade de um rastreamento dos idosos
que necessitam dessa intervenção.
Medidas práticas para minimizar as quedas e suas
consequências entre as pessoas idosas
• Educação para o autocuidado.
• Utilização de dispositivos de auxilio à marcha (quando
necessário) como bengalas, andadores e cadeiras de
rodas.
• Utilização criteriosa de medicamentos evitandose, em
especial, as que podem causar hipotensão postural.
• Adaptação do meio ambiente (residência e locais
públicos):
• Acomodação de gêneros alimentícios e de outros objetos
de uso cotidiano emlocais de fácil acesso, evitando-se a
necessidade de uso de escadas e banquinhos.
• Sugerir a colocação de um diferenciador de degraus nas
escadas bem como
• iluminação adequada da mesma, corrimãos bilaterais
para apoio e retirada de tapetes no inicio e fim da
escada.
• Colocação de pisos anti-derrapantes e barras de apoio
nos banheiros, evitar o uso de banheiras, orientar o
banho sentado quando da instabilidade postural e
orientar a não trancar o banheiro.
Avaliação geriátrica ampla com
medidas corretivas de quedas enfoque
• Na função cógnita;
• No estado psicológico (humor deprimido);
• Na capacidade funcional de executar as AVD (atividade
de vida diária);
• Na condição socioeconômica;
• Racionalização de uso de medicamentos/identificação
de efeitos colaterais, doses e combinações inadequadas)
• Redução de consumo de bebida alcoólica.
• Avaliação da acuidade visual com testes de visualização
de letras ou sinais de perto e a distância.
• Avaliação nutricional para correção dos distúrbios
nutricionais.
Exercícios fisioterapêuticos e atividade
física (inclusive idosos frágeis)
• A melhora do equilibro e da mancha;
• Ao fortalecimento da musculatura proximal dos
membros inferiores;
• Aumento da amplitude articular;
• Ao alongamento e aumento da flexibilidade muscular;
• As atividades especificas para pacientes em cadeira de
rodas;
• A identificação dos pacientes que caem com frequência
encorajando-os a superarem o medo de novas quedas.
Exercícios aeróbicos, que são úteis e
podem:
• Aumentar a expectativa de vida;
• Aumentar a independência funcional;
• Diminuir o risco de cardiopatia, fratura, ostoporose e
depressão.
Tipos de intenversão
Os tipos de intervensão demonstra na tabela que
é mais eficaz é uma intervenção trínplice?
• Exercícios físico;
• Melhora da acuidade visual;
• Controle do lixo ambiental
• Isso comprova que na maioria das vezes, as causas das
quedas é multifatorial.
Intervensão Redução da taxa
anual de quedas
Nº de pacientes
tratados para
previnir a queda
Exercícios 6,9 % 14 %
Visão 4,4 % 23 %
Correção dos Riscos
dosméticos
3,1 % 32 %
Exercício + visão 11,1 % 9 %
Exercício + correção de
riscos domésticos
9,9 % 10 %
Visão + correção de riscos
domésticos
7,4 % 14 %
Exercício + visão correção de
riscos domésticos
14 % 7 %
Consequência da queda
O estudos demonstram que a queda ocorrida entre os
idosos traz sérias conseqüências físicas, psicológicas e
sociais, reforçando a necessidade de prevenção da queda,
garantindo ao idoso melhor qualidade de vida,
autonomia e independência.
Acarretando sérios consequências sendo uma fratura de
fêmur a mais frequente quando um grande impacto
negativo na independência a reabilitação pós-queda,
pode ser demorada e pode haver acamamento
prolongado levando a complicações maiores ainda como
tromboembolismo venoso, úlceras por pressão e
incontinência urinária.
Ressaltando que a lenda fratura de fêmur a mais
frequente temos outras seguidas pelo rádio clavícula e
outras como coluna, úmero, escápula, patilha e nariz,
Após a ocorrência de fraturas a consequência mais citada
foi o medo de voltar a cair, após queda alguns idosos
relatos surgimento de doenças tais como acidente
vascular cerebral, osteoporose, pneumonia, artrite,
infecção do trato urinário e cardiopatia,
Conseqüências apresentadas pelos idosos após a queda,
Ribeirão Preto, 2000.
Síndrome pós-queda
• É o medo de voltar a cair ou síndrome pós-queda, é a
segunda maior consequência de meio do pós-queda,
pode trazer consigo não só somente o medo de novas
quedas mas também de se machucar, se hospitalizados
sofre mobilizações ter declínio de saúde, tornam-se
dependente de outras pessoas para o autocuidado e
para realizar atividades de vida diária,
• Essas atividades que antes não eram realizadas com
tanta dificuldade, passaram apresentar um problema
para os idosos, as atividades prejudiciais foram:
• deitar;
• levantar-se da cama;
• caminhar;
• tomar banho;
• Ajudar e finanças;
• Cortar unhas dos pés, ajudar nas compras e levar
transporte coletivo, subir escada.
Morte acidental
• É a quinta causa de óbito na população idosa e as
quedas apresentam dois terços destes acidentes. Ex:
causas de morte, após hospitalização por quedas:
pneumonia, infarto do miocárdio e tromboembolismo.
OSTEOPOROSE
Osteoporose
• A osteoporose é definida como uma doença sistêmica
progressiva que leva à uma desordem esquelética,
caracterizada por força óssea comprometida,
predispondo a um aumento do risco de fratura. Força
óssea, primariamente, reflete integração entre
densidade e qualidade óssea (NIH Consensus
Conference 2001).
Possíveis Causas de Osteoporose
Secundária
• Uma formação óssea adequada nas duas primeiras
décadas de vida é fundamental para se evitar a
osteoporose, sendo que o pico da massa óssea é atingido
entre a adolescência e os 35 anos de idade, sendo 20 a
30% maior nos homens e 10% maior nos negros. A
genética contribui com cerca de 70% para o pico de
massa óssea, enquanto o restante fica por conta da
ingestão de cálcio, exposição ao sol, exercícios físicos e
época de puberdade aproximadamente 60% da massa
óssea são formados durante o desenvolvimento
puberal.
Fatores de risco para osteoporose e
fraturas ósseas maiores e menores
Diagnóstico: História Clínica
• É fundamental a história clínica minuciosa com
investigação dos fatores de risco para a osteoporose e
para fraturas. Deve-se considerar a avaliação de
mulheres na pós-menopausa que apresentam um ou
mais fatores de risco citados anteriormente e após os 65
anos independentemente da presença de fatores de risco.
Diagnóstico: Exame Físico
Os seguintes itens são de fundamental importância na
avaliação de pessoas com osteoporose:
• Estatura.
• Peso corporal.
• Hipercifose dorsal.
• Abdômen protuso.
• Outras deformidades esqueléticas.
• Sinais físicos de doenças associadas à osteoporose como, por
exemplo, exoftalmia
• (hipertireoidismo), deformidades e edema articular (artrite
reumatóide), fáscies
• cushingóide etc.
Diagnóstico: Avaliação laboratorial
Deve ser dirigida principalmente à exclusão das doenças
que causam perda óssea e para avaliar os distúrbios do
metabolismo mineral que também contribuem para isso:
• Hemograma completo, dosagem de TSH, VHS, dosagens de cálcio
e fósforo, uréia e creatinina plasmática, fosfatase alcalina total
(serve para avaliar a presença de defeitos na mineralização ou
osteomalácia, especialmente nos idosos), e análise urinária.
• Em todos os homens com osteoporose, deve-se avaliar as
possibilidades de hipogonadismo, com as dosagens de testosterona
e de gonatrofinas, e de alcoolismo como causas secundárias,
Diagnóstico: Avaliação por imagem
No diagnóstico por imagens, são utilizadas radiografias e a
densitometria óssea.
O exame radiográfico pode mostrar diminuição da densidade óssea,
porém, só detectam alterações quando a perda for superior 30%,
sendo baixa sua sensibilidade diagnóstica.
É indicado para a avaliação das fraturas.
A densitometria óssea é o exame de referência para o diagnóstico da
osteoporose realizada pela avaliação da coluna lombar e do colo do
fêmur, e antebraço, quando se deseja acompanhar a eficácia do
tratamento, pode-se repetir o exame dentro de 24 meses.
Indicações de Realização de
densimotria óssea
Prevenção e Tratamento da Osteoporose
• A prevenção deve começar na infância com a realização
de exercícios com freqüência regular, associada à uma
dieta rica em cálcio e exposição regular ao sol
(vitamina D), além da melhoria das condições de
equilíbrio e visão.
• O tratamento da osteoporose também inclui dieta,
atividade física, exposição solar, além das medidas
preventivas de quedas e uso de medicamentos.
Promoção da Alimentação Saudável
• É necessário adotar uma alimentação equilibrada,
porém voltada para a oferta dos componentes (oligo-
elementos) essenciais na síntese óssea como as calorias,
o cálcio, a pró-vitamina D, o Magnésio, Zinco, Boro,
vitamina K e vitamina C diariamente.
• Cálcio
• Vitamina D
Cálcio
Todas as pessoas se beneficiarão de uma dieta rica em
cálcio ou da sua suplementação para manutenção da
saúde em geral, e, em particular do tecido ósseo.
• Crianças de 3 e de 4 a 8 anos necessitam,
respectivamente, de 500mg e 800mg de cálcio por dia.
• A necessidade diária de cálcio dos adolescentes de
ambos os sexos é de 1300mg.
• Para mulheres com osteoporose é preconizado o
consumo de 1500mg ao dia, associados a 400-800 mg
de vitamina D.
Vitamina D
• A vitamina D pode ser adquirida por meio da
alimentação, medicação e exposição ao sol, no mínimo
15 minutos, em horários e durante períodos adequados
(início da manhã e final da tarde).
Práticas Corporais/Atividades Físicas
• Hábitos saudáveis como uma regular prática
corporal/atividade física, são de grande importância
para a manutenção da densidade mineral óssea e para o
tratamento da osteoporose.
• Especificamente os exercícios aeróbicos e com peso
(musculação), têm sido associados com manutenção e
ganho da massa óssea em mulheres na pós-menopausa,
deve-se evitar exercícios de alto impacto pelos ricos de
fraturas que podem acarretar.
Terapia Hormonal
• A Terapia Hormonal não deve ser considerada de
primeira escolha isoladamente no tratamento da
osteoporose estabelecida, mas poderá ser útil quando
associada a um bisfosfonado. A avaliação das indicações,
contra-indicações, dos riscos e benefícios da utilização
desse tratamento necessita de análise individualizada.

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Aula saude do idoso
Aula saude do idosoAula saude do idoso
Aula saude do idosomorgausesp
 
QUALIDADE DE VIDA geriatria e gerontologia
 QUALIDADE DE VIDA geriatria e gerontologia  QUALIDADE DE VIDA geriatria e gerontologia
QUALIDADE DE VIDA geriatria e gerontologia Stefane Rayane
 
Fisiologia do envelhecimento
Fisiologia do envelhecimentoFisiologia do envelhecimento
Fisiologia do envelhecimentoAndré Fidelis
 
Gigantes da Geriatria
Gigantes da GeriatriaGigantes da Geriatria
Gigantes da GeriatriaDany Romeira
 
Manual de prevenção de quedas da pessoa idosa
Manual de prevenção de quedas da pessoa idosaManual de prevenção de quedas da pessoa idosa
Manual de prevenção de quedas da pessoa idosaJeandson Barbosa
 
Enfermagem atencao saude idoso
Enfermagem atencao saude idosoEnfermagem atencao saude idoso
Enfermagem atencao saude idosoCíntia Monique
 
Velhice e Envelhecimento - Profa. Rilva Muñoz / GESME
Velhice e Envelhecimento - Profa. Rilva Muñoz / GESMEVelhice e Envelhecimento - Profa. Rilva Muñoz / GESME
Velhice e Envelhecimento - Profa. Rilva Muñoz / GESMERilva Lopes de Sousa Muñoz
 
Conceitos++básico geriatria
Conceitos++básico geriatriaConceitos++básico geriatria
Conceitos++básico geriatriaMadaisa Sousa
 
Apresentação saude do idoso coletiva
Apresentação saude do idoso coletivaApresentação saude do idoso coletiva
Apresentação saude do idoso coletivaCarla Couto
 
NIT PORTAL SOCIAL - SAÚDE DO IDOSO
NIT PORTAL SOCIAL - SAÚDE DO IDOSONIT PORTAL SOCIAL - SAÚDE DO IDOSO
NIT PORTAL SOCIAL - SAÚDE DO IDOSONit Portal Social
 
Enfermagem em Geriatria Saúde do Idoso
Enfermagem em Geriatria   Saúde do IdosoEnfermagem em Geriatria   Saúde do Idoso
Enfermagem em Geriatria Saúde do IdosoMaria Dias
 
Infarto Agudo do Miocárdio
Infarto Agudo do MiocárdioInfarto Agudo do Miocárdio
Infarto Agudo do MiocárdioDanielle Alexia
 
Clínica Médica II (parte 1)
Clínica Médica II (parte 1)Clínica Médica II (parte 1)
Clínica Médica II (parte 1)Will Nunes
 
Desidratação no Idoso
Desidratação no IdosoDesidratação no Idoso
Desidratação no IdosoAmanda Thomé
 
Saúde do Idoso - Transtornos psiquicos
Saúde do Idoso - Transtornos psiquicosSaúde do Idoso - Transtornos psiquicos
Saúde do Idoso - Transtornos psiquicosJúnior Maidana
 

Mais procurados (20)

Aula saude do idoso
Aula saude do idosoAula saude do idoso
Aula saude do idoso
 
Saude do idoso
Saude do idosoSaude do idoso
Saude do idoso
 
Saúde do idoso
 Saúde do idoso Saúde do idoso
Saúde do idoso
 
SAÚDE DO IDOSO: ENFERMAGEM
SAÚDE DO IDOSO: ENFERMAGEMSAÚDE DO IDOSO: ENFERMAGEM
SAÚDE DO IDOSO: ENFERMAGEM
 
QUALIDADE DE VIDA geriatria e gerontologia
 QUALIDADE DE VIDA geriatria e gerontologia  QUALIDADE DE VIDA geriatria e gerontologia
QUALIDADE DE VIDA geriatria e gerontologia
 
Saúde do Idoso
Saúde do IdosoSaúde do Idoso
Saúde do Idoso
 
Fisiologia do envelhecimento
Fisiologia do envelhecimentoFisiologia do envelhecimento
Fisiologia do envelhecimento
 
Gigantes da Geriatria
Gigantes da GeriatriaGigantes da Geriatria
Gigantes da Geriatria
 
Manual de prevenção de quedas da pessoa idosa
Manual de prevenção de quedas da pessoa idosaManual de prevenção de quedas da pessoa idosa
Manual de prevenção de quedas da pessoa idosa
 
Enfermagem atencao saude idoso
Enfermagem atencao saude idosoEnfermagem atencao saude idoso
Enfermagem atencao saude idoso
 
Velhice e Envelhecimento - Profa. Rilva Muñoz / GESME
Velhice e Envelhecimento - Profa. Rilva Muñoz / GESMEVelhice e Envelhecimento - Profa. Rilva Muñoz / GESME
Velhice e Envelhecimento - Profa. Rilva Muñoz / GESME
 
Conceitos++básico geriatria
Conceitos++básico geriatriaConceitos++básico geriatria
Conceitos++básico geriatria
 
Apresentação saude do idoso coletiva
Apresentação saude do idoso coletivaApresentação saude do idoso coletiva
Apresentação saude do idoso coletiva
 
NIT PORTAL SOCIAL - SAÚDE DO IDOSO
NIT PORTAL SOCIAL - SAÚDE DO IDOSONIT PORTAL SOCIAL - SAÚDE DO IDOSO
NIT PORTAL SOCIAL - SAÚDE DO IDOSO
 
Enfermagem em Geriatria Saúde do Idoso
Enfermagem em Geriatria   Saúde do IdosoEnfermagem em Geriatria   Saúde do Idoso
Enfermagem em Geriatria Saúde do Idoso
 
Infarto Agudo do Miocárdio
Infarto Agudo do MiocárdioInfarto Agudo do Miocárdio
Infarto Agudo do Miocárdio
 
Clínica Médica II (parte 1)
Clínica Médica II (parte 1)Clínica Médica II (parte 1)
Clínica Médica II (parte 1)
 
Gigantes Da Geriatria
Gigantes Da GeriatriaGigantes Da Geriatria
Gigantes Da Geriatria
 
Desidratação no Idoso
Desidratação no IdosoDesidratação no Idoso
Desidratação no Idoso
 
Saúde do Idoso - Transtornos psiquicos
Saúde do Idoso - Transtornos psiquicosSaúde do Idoso - Transtornos psiquicos
Saúde do Idoso - Transtornos psiquicos
 

Semelhante a Causas e consequências de quedas de idosos

Exercicio de Saude do Idoso .pptx
Exercicio de Saude do Idoso .pptxExercicio de Saude do Idoso .pptx
Exercicio de Saude do Idoso .pptxIzabelVieira8
 
Seminário cuidado ao idoso
Seminário cuidado ao idosoSeminário cuidado ao idoso
Seminário cuidado ao idosoLaíz Coutinho
 
Osteoporose slide com refer
Osteoporose slide com referOsteoporose slide com refer
Osteoporose slide com referRossana Martins
 
Osteoporose reumatoguia
Osteoporose reumatoguiaOsteoporose reumatoguia
Osteoporose reumatoguiaReumatoguia
 
PCDT M.S - Osteoporose
PCDT M.S - OsteoporosePCDT M.S - Osteoporose
PCDT M.S - OsteoporoseANAPAR
 
6_-_Doencas_osteomusculares_e_quedas.pptx
6_-_Doencas_osteomusculares_e_quedas.pptx6_-_Doencas_osteomusculares_e_quedas.pptx
6_-_Doencas_osteomusculares_e_quedas.pptxGeniViana
 
SAÚDE DO IDOSO ENFERMAGEM 4
SAÚDE DO IDOSO ENFERMAGEM 4SAÚDE DO IDOSO ENFERMAGEM 4
SAÚDE DO IDOSO ENFERMAGEM 4Gustavo Henrique
 
61700575 caso-clinico
61700575 caso-clinico61700575 caso-clinico
61700575 caso-clinicoAlba Andrade
 
Osteoporose tudo o que precisa de saber sobre esta doença óssea silenciosa.pdf
Osteoporose tudo o que precisa de saber sobre esta doença óssea silenciosa.pdfOsteoporose tudo o que precisa de saber sobre esta doença óssea silenciosa.pdf
Osteoporose tudo o que precisa de saber sobre esta doença óssea silenciosa.pdfPill Reminder
 
Gonartrose - revisão bibliográfica
Gonartrose - revisão bibliográficaGonartrose - revisão bibliográfica
Gonartrose - revisão bibliográficaNay Ribeiro
 
Estudo dirigido gabarito
Estudo dirigido gabaritoEstudo dirigido gabarito
Estudo dirigido gabaritoElter Alves
 
Fisiologia do envelhecimento marcelo
Fisiologia do envelhecimento  marceloFisiologia do envelhecimento  marcelo
Fisiologia do envelhecimento marceloSione Leiras
 
Saúde- Sandra Amorim.pptx
Saúde- Sandra Amorim.pptxSaúde- Sandra Amorim.pptx
Saúde- Sandra Amorim.pptxEunice Santos
 

Semelhante a Causas e consequências de quedas de idosos (20)

Exercicio de Saude do Idoso .pptx
Exercicio de Saude do Idoso .pptxExercicio de Saude do Idoso .pptx
Exercicio de Saude do Idoso .pptx
 
Seminário cuidado ao idoso
Seminário cuidado ao idosoSeminário cuidado ao idoso
Seminário cuidado ao idoso
 
Osteoporose slide com refer
Osteoporose slide com referOsteoporose slide com refer
Osteoporose slide com refer
 
Osteoporose reumatoguia
Osteoporose reumatoguiaOsteoporose reumatoguia
Osteoporose reumatoguia
 
Osteoporose
OsteoporoseOsteoporose
Osteoporose
 
PCDT M.S - Osteoporose
PCDT M.S - OsteoporosePCDT M.S - Osteoporose
PCDT M.S - Osteoporose
 
Osteoporose trabalho CIT
Osteoporose trabalho CITOsteoporose trabalho CIT
Osteoporose trabalho CIT
 
Doenças Osteoarticulares
Doenças OsteoarticularesDoenças Osteoarticulares
Doenças Osteoarticulares
 
DISCIPLINA FRATYRA FEMUR.docx
DISCIPLINA FRATYRA FEMUR.docxDISCIPLINA FRATYRA FEMUR.docx
DISCIPLINA FRATYRA FEMUR.docx
 
Osteoporose
OsteoporoseOsteoporose
Osteoporose
 
6_-_Doencas_osteomusculares_e_quedas.pptx
6_-_Doencas_osteomusculares_e_quedas.pptx6_-_Doencas_osteomusculares_e_quedas.pptx
6_-_Doencas_osteomusculares_e_quedas.pptx
 
SAÚDE DO IDOSO ENFERMAGEM 4
SAÚDE DO IDOSO ENFERMAGEM 4SAÚDE DO IDOSO ENFERMAGEM 4
SAÚDE DO IDOSO ENFERMAGEM 4
 
61700575 caso-clinico
61700575 caso-clinico61700575 caso-clinico
61700575 caso-clinico
 
Osteoporose tudo o que precisa de saber sobre esta doença óssea silenciosa.pdf
Osteoporose tudo o que precisa de saber sobre esta doença óssea silenciosa.pdfOsteoporose tudo o que precisa de saber sobre esta doença óssea silenciosa.pdf
Osteoporose tudo o que precisa de saber sobre esta doença óssea silenciosa.pdf
 
Osteoporose
OsteoporoseOsteoporose
Osteoporose
 
Aula osteoporose para não ortopedistas
Aula osteoporose para não ortopedistasAula osteoporose para não ortopedistas
Aula osteoporose para não ortopedistas
 
Gonartrose - revisão bibliográfica
Gonartrose - revisão bibliográficaGonartrose - revisão bibliográfica
Gonartrose - revisão bibliográfica
 
Estudo dirigido gabarito
Estudo dirigido gabaritoEstudo dirigido gabarito
Estudo dirigido gabarito
 
Fisiologia do envelhecimento marcelo
Fisiologia do envelhecimento  marceloFisiologia do envelhecimento  marcelo
Fisiologia do envelhecimento marcelo
 
Saúde- Sandra Amorim.pptx
Saúde- Sandra Amorim.pptxSaúde- Sandra Amorim.pptx
Saúde- Sandra Amorim.pptx
 

Mais de Nome Sobrenome

Globalização e desemprego
Globalização e desempregoGlobalização e desemprego
Globalização e desempregoNome Sobrenome
 
Doenças transmitidas por alimentos
Doenças transmitidas por alimentosDoenças transmitidas por alimentos
Doenças transmitidas por alimentosNome Sobrenome
 
Tecnologia Brasileira Reduz Tempo em Combate a Incêndios
Tecnologia Brasileira Reduz Tempo em Combate a IncêndiosTecnologia Brasileira Reduz Tempo em Combate a Incêndios
Tecnologia Brasileira Reduz Tempo em Combate a IncêndiosNome Sobrenome
 
Glúten: Slide informativo
Glúten: Slide informativoGlúten: Slide informativo
Glúten: Slide informativoNome Sobrenome
 
Questionário de Informática básica
Questionário de Informática básicaQuestionário de Informática básica
Questionário de Informática básicaNome Sobrenome
 
Paródia Redes de Computadores
Paródia Redes de ComputadoresParódia Redes de Computadores
Paródia Redes de ComputadoresNome Sobrenome
 
Incontinência Urinária e Fecal
Incontinência Urinária e FecalIncontinência Urinária e Fecal
Incontinência Urinária e FecalNome Sobrenome
 
Desejando a palavra de deus
Desejando a palavra de deusDesejando a palavra de deus
Desejando a palavra de deusNome Sobrenome
 

Mais de Nome Sobrenome (11)

Globalização e desemprego
Globalização e desempregoGlobalização e desemprego
Globalização e desemprego
 
Doenças transmitidas por alimentos
Doenças transmitidas por alimentosDoenças transmitidas por alimentos
Doenças transmitidas por alimentos
 
Tecnologia Brasileira Reduz Tempo em Combate a Incêndios
Tecnologia Brasileira Reduz Tempo em Combate a IncêndiosTecnologia Brasileira Reduz Tempo em Combate a Incêndios
Tecnologia Brasileira Reduz Tempo em Combate a Incêndios
 
Glúten: Slide informativo
Glúten: Slide informativoGlúten: Slide informativo
Glúten: Slide informativo
 
Questionário de Informática básica
Questionário de Informática básicaQuestionário de Informática básica
Questionário de Informática básica
 
Paródia Redes de Computadores
Paródia Redes de ComputadoresParódia Redes de Computadores
Paródia Redes de Computadores
 
Hipertensão
Hipertensão Hipertensão
Hipertensão
 
Campos tropicais
Campos tropicaisCampos tropicais
Campos tropicais
 
Região sul do Brasil
Região sul do BrasilRegião sul do Brasil
Região sul do Brasil
 
Incontinência Urinária e Fecal
Incontinência Urinária e FecalIncontinência Urinária e Fecal
Incontinência Urinária e Fecal
 
Desejando a palavra de deus
Desejando a palavra de deusDesejando a palavra de deus
Desejando a palavra de deus
 

Último

RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO I.pdf
RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO I.pdfRELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO I.pdf
RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO I.pdfHELLEN CRISTINA
 
Altas habilidades/superdotação. Adelino Felisberto
Altas habilidades/superdotação. Adelino FelisbertoAltas habilidades/superdotação. Adelino Felisberto
Altas habilidades/superdotação. Adelino Felisbertoadelinofelisberto3
 
Homens Trans tem Caderneta de Pré-Natal especial / Programa Transgesta - SUS
Homens Trans tem Caderneta de Pré-Natal especial / Programa Transgesta - SUSHomens Trans tem Caderneta de Pré-Natal especial / Programa Transgesta - SUS
Homens Trans tem Caderneta de Pré-Natal especial / Programa Transgesta - SUSProf. Marcus Renato de Carvalho
 
Crianças e Adolescentes em Psicoterapia A abordagem psicanalítica-1 (2).pdf
Crianças e Adolescentes em Psicoterapia A abordagem psicanalítica-1 (2).pdfCrianças e Adolescentes em Psicoterapia A abordagem psicanalítica-1 (2).pdf
Crianças e Adolescentes em Psicoterapia A abordagem psicanalítica-1 (2).pdfivana Sobrenome
 
relatorio de estagio de terapia ocupacional.pdf
relatorio de estagio de terapia ocupacional.pdfrelatorio de estagio de terapia ocupacional.pdf
relatorio de estagio de terapia ocupacional.pdfHELLEN CRISTINA
 
Treinamento NR 18.pdf .......................................
Treinamento NR 18.pdf .......................................Treinamento NR 18.pdf .......................................
Treinamento NR 18.pdf .......................................paulo222341
 
relatorio ciencias morfofuncion ais.pdf
relatorio ciencias morfofuncion  ais.pdfrelatorio ciencias morfofuncion  ais.pdf
relatorio ciencias morfofuncion ais.pdfHELLEN CRISTINA
 

Último (7)

RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO I.pdf
RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO I.pdfRELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO I.pdf
RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO I.pdf
 
Altas habilidades/superdotação. Adelino Felisberto
Altas habilidades/superdotação. Adelino FelisbertoAltas habilidades/superdotação. Adelino Felisberto
Altas habilidades/superdotação. Adelino Felisberto
 
Homens Trans tem Caderneta de Pré-Natal especial / Programa Transgesta - SUS
Homens Trans tem Caderneta de Pré-Natal especial / Programa Transgesta - SUSHomens Trans tem Caderneta de Pré-Natal especial / Programa Transgesta - SUS
Homens Trans tem Caderneta de Pré-Natal especial / Programa Transgesta - SUS
 
Crianças e Adolescentes em Psicoterapia A abordagem psicanalítica-1 (2).pdf
Crianças e Adolescentes em Psicoterapia A abordagem psicanalítica-1 (2).pdfCrianças e Adolescentes em Psicoterapia A abordagem psicanalítica-1 (2).pdf
Crianças e Adolescentes em Psicoterapia A abordagem psicanalítica-1 (2).pdf
 
relatorio de estagio de terapia ocupacional.pdf
relatorio de estagio de terapia ocupacional.pdfrelatorio de estagio de terapia ocupacional.pdf
relatorio de estagio de terapia ocupacional.pdf
 
Treinamento NR 18.pdf .......................................
Treinamento NR 18.pdf .......................................Treinamento NR 18.pdf .......................................
Treinamento NR 18.pdf .......................................
 
relatorio ciencias morfofuncion ais.pdf
relatorio ciencias morfofuncion  ais.pdfrelatorio ciencias morfofuncion  ais.pdf
relatorio ciencias morfofuncion ais.pdf
 

Causas e consequências de quedas de idosos

  • 1. Causas e consequências de quedas de idosos
  • 2. Causas As causas mais comuns relacionadas às quedas de pessoas idosas na comunidade são: • Relacionadas ao ambiente. • Fraqueza/distúrbios de equilíbrio e marcha. • Tontura/vertigem. • Alteração postural/hipotensão ortostática. • Lesão no SNC. • Síncope. • Redução da visão.
  • 3. Fatores de Risco • Os fatores de risco podem ser divididos em intrínsecos e extrínsecos: • Fatores intrínsecos: são aqueles relacionados ao indivíduo, levando à instabilidade postural. São responsáveis por cerca de 70 % dos incidentes de queda. • Fatores extrínsecos: são aqueles relacionados ao ambiente que cerca o indivíduo. São responsáveis por 30% dos incidentes de queda.
  • 4. Fatores intrínsecos • Idosos com mais de 80 anos; • Sexo feminino; • Imobilidade; • Quedas precedentes; • Equilíbrio diminuído; • Marcha lenta e com passos curtos; • Baixa aptidão física; • Fraqueza muscular de MMII e MMSS (and. gripe); • Alterações cognitivas; • Doença de Parkinson; • Poli farmácia; • Uso de sedativos, hipnóticos e ansiolíticos.
  • 5. Fatores extrínsecos • Ambientes inseguros e mal iluminados, mal planejados e mal construídos,com barreiras arquitetônicas representam os principais fatores de risco para quedas. • A maioria das quedas acidentais ocorre dentro de casa ou em seus arredores, geralmente durante o desempenho de atividades cotidianas como caminhar, mudar de posição, ir ao banheiro. • Cerca de 10% das quedas ocorrem em escadas sendo que descê-las apresenta maior risco que subi-las.
  • 6. Fatores que agravam a ocorrência de lesão na queda: Os riscos domésticos mais comuns que devem ser objeto de atenção das equipes de Atenção Básica são:
  • 7. Fatores que agravam a ocorrência de lesão na queda: • Ausência de reflexos de proteção; • Densidade mineral óssea reduzida – osteoporose; • Desnutrição; • Idade avançada; • Resistência e rigidez da superfície sobre a qual se cai; • Dificuldade para levantar após a queda Quedas com impacto direto sobre quadril e punho têm maior probabilidade de resultar em fraturas. Quando há uma superfície intermediária, por exemplo, uma cadeira, a probabilidade de ocorrer fratura diminui, bem como com aqueles que conseguem reduzir a energia da queda, segurando-se.
  • 8. Exame Físico e complementar Deve se minucioso,detendo-se principal nos sistemas cardiovascular, neuroligico e músculo, esquelético. • Exame físico convecional: (hidratação, anemia, estado nutricional). • Sinais vitais (pressão arterial deitado, sentado de pé após cinco minutos para verificar hipotensão postural). • Exame neurologico: atento aos sinais de localização, avaliando o estado mental de orientação e equilibrio com oteste de romberg pode indicar alteraçãona função vestibular e empurrão enterno.
  • 9. • Testar força muscular e estabilidades da articulações da folha. • Pesquisa de trauma oculto (cabeça, coluna, costela, pelve e quadril). • Exame dos pés: Os testes para avaliação mais detalhados do equilíbrio e mancha são necessários para um diagnóstico mais preciso, não só da causa da queda mas também do estado funcional do paciente, um bom teste é o paciente levantar-se da cadeira e percorrer 3 metros e sentar-se novamente,
  • 10. Dados clínicos e diagnóstico de causas que podem levar a quedas
  • 11. Prevenção de quedas • A promoção da Saúde inclusa no programa de prevenção de quedas é de uma grandeza ímpar, apesar dia prevenção primária não ter se mostrado efetiva em indivíduos da comunidade, as medidas especificadas a seguir tem impacto positivo na saúde na qualidade de vida dos idosos. A prevenção secundária é mais eficaz e por isso a necessidade de um rastreamento dos idosos que necessitam dessa intervenção.
  • 12. Medidas práticas para minimizar as quedas e suas consequências entre as pessoas idosas • Educação para o autocuidado. • Utilização de dispositivos de auxilio à marcha (quando necessário) como bengalas, andadores e cadeiras de rodas. • Utilização criteriosa de medicamentos evitandose, em especial, as que podem causar hipotensão postural. • Adaptação do meio ambiente (residência e locais públicos):
  • 13. • Acomodação de gêneros alimentícios e de outros objetos de uso cotidiano emlocais de fácil acesso, evitando-se a necessidade de uso de escadas e banquinhos. • Sugerir a colocação de um diferenciador de degraus nas escadas bem como • iluminação adequada da mesma, corrimãos bilaterais para apoio e retirada de tapetes no inicio e fim da escada. • Colocação de pisos anti-derrapantes e barras de apoio nos banheiros, evitar o uso de banheiras, orientar o banho sentado quando da instabilidade postural e orientar a não trancar o banheiro.
  • 14. Avaliação geriátrica ampla com medidas corretivas de quedas enfoque • Na função cógnita; • No estado psicológico (humor deprimido); • Na capacidade funcional de executar as AVD (atividade de vida diária); • Na condição socioeconômica; • Racionalização de uso de medicamentos/identificação de efeitos colaterais, doses e combinações inadequadas) • Redução de consumo de bebida alcoólica. • Avaliação da acuidade visual com testes de visualização de letras ou sinais de perto e a distância. • Avaliação nutricional para correção dos distúrbios nutricionais.
  • 15. Exercícios fisioterapêuticos e atividade física (inclusive idosos frágeis) • A melhora do equilibro e da mancha; • Ao fortalecimento da musculatura proximal dos membros inferiores; • Aumento da amplitude articular; • Ao alongamento e aumento da flexibilidade muscular; • As atividades especificas para pacientes em cadeira de rodas; • A identificação dos pacientes que caem com frequência encorajando-os a superarem o medo de novas quedas.
  • 16. Exercícios aeróbicos, que são úteis e podem: • Aumentar a expectativa de vida; • Aumentar a independência funcional; • Diminuir o risco de cardiopatia, fratura, ostoporose e depressão.
  • 17. Tipos de intenversão Os tipos de intervensão demonstra na tabela que é mais eficaz é uma intervenção trínplice? • Exercícios físico; • Melhora da acuidade visual; • Controle do lixo ambiental • Isso comprova que na maioria das vezes, as causas das quedas é multifatorial.
  • 18. Intervensão Redução da taxa anual de quedas Nº de pacientes tratados para previnir a queda Exercícios 6,9 % 14 % Visão 4,4 % 23 % Correção dos Riscos dosméticos 3,1 % 32 % Exercício + visão 11,1 % 9 % Exercício + correção de riscos domésticos 9,9 % 10 % Visão + correção de riscos domésticos 7,4 % 14 % Exercício + visão correção de riscos domésticos 14 % 7 %
  • 19. Consequência da queda O estudos demonstram que a queda ocorrida entre os idosos traz sérias conseqüências físicas, psicológicas e sociais, reforçando a necessidade de prevenção da queda, garantindo ao idoso melhor qualidade de vida, autonomia e independência.
  • 20. Acarretando sérios consequências sendo uma fratura de fêmur a mais frequente quando um grande impacto negativo na independência a reabilitação pós-queda, pode ser demorada e pode haver acamamento prolongado levando a complicações maiores ainda como tromboembolismo venoso, úlceras por pressão e incontinência urinária. Ressaltando que a lenda fratura de fêmur a mais frequente temos outras seguidas pelo rádio clavícula e outras como coluna, úmero, escápula, patilha e nariz,
  • 21. Após a ocorrência de fraturas a consequência mais citada foi o medo de voltar a cair, após queda alguns idosos relatos surgimento de doenças tais como acidente vascular cerebral, osteoporose, pneumonia, artrite, infecção do trato urinário e cardiopatia, Conseqüências apresentadas pelos idosos após a queda, Ribeirão Preto, 2000.
  • 22. Síndrome pós-queda • É o medo de voltar a cair ou síndrome pós-queda, é a segunda maior consequência de meio do pós-queda, pode trazer consigo não só somente o medo de novas quedas mas também de se machucar, se hospitalizados sofre mobilizações ter declínio de saúde, tornam-se dependente de outras pessoas para o autocuidado e para realizar atividades de vida diária,
  • 23. • Essas atividades que antes não eram realizadas com tanta dificuldade, passaram apresentar um problema para os idosos, as atividades prejudiciais foram: • deitar; • levantar-se da cama; • caminhar; • tomar banho; • Ajudar e finanças; • Cortar unhas dos pés, ajudar nas compras e levar transporte coletivo, subir escada.
  • 24. Morte acidental • É a quinta causa de óbito na população idosa e as quedas apresentam dois terços destes acidentes. Ex: causas de morte, após hospitalização por quedas: pneumonia, infarto do miocárdio e tromboembolismo.
  • 26. Osteoporose • A osteoporose é definida como uma doença sistêmica progressiva que leva à uma desordem esquelética, caracterizada por força óssea comprometida, predispondo a um aumento do risco de fratura. Força óssea, primariamente, reflete integração entre densidade e qualidade óssea (NIH Consensus Conference 2001).
  • 27. Possíveis Causas de Osteoporose Secundária
  • 28. • Uma formação óssea adequada nas duas primeiras décadas de vida é fundamental para se evitar a osteoporose, sendo que o pico da massa óssea é atingido entre a adolescência e os 35 anos de idade, sendo 20 a 30% maior nos homens e 10% maior nos negros. A genética contribui com cerca de 70% para o pico de massa óssea, enquanto o restante fica por conta da ingestão de cálcio, exposição ao sol, exercícios físicos e época de puberdade aproximadamente 60% da massa óssea são formados durante o desenvolvimento puberal.
  • 29. Fatores de risco para osteoporose e fraturas ósseas maiores e menores
  • 30. Diagnóstico: História Clínica • É fundamental a história clínica minuciosa com investigação dos fatores de risco para a osteoporose e para fraturas. Deve-se considerar a avaliação de mulheres na pós-menopausa que apresentam um ou mais fatores de risco citados anteriormente e após os 65 anos independentemente da presença de fatores de risco.
  • 31. Diagnóstico: Exame Físico Os seguintes itens são de fundamental importância na avaliação de pessoas com osteoporose: • Estatura. • Peso corporal. • Hipercifose dorsal. • Abdômen protuso. • Outras deformidades esqueléticas. • Sinais físicos de doenças associadas à osteoporose como, por exemplo, exoftalmia • (hipertireoidismo), deformidades e edema articular (artrite reumatóide), fáscies • cushingóide etc.
  • 32. Diagnóstico: Avaliação laboratorial Deve ser dirigida principalmente à exclusão das doenças que causam perda óssea e para avaliar os distúrbios do metabolismo mineral que também contribuem para isso: • Hemograma completo, dosagem de TSH, VHS, dosagens de cálcio e fósforo, uréia e creatinina plasmática, fosfatase alcalina total (serve para avaliar a presença de defeitos na mineralização ou osteomalácia, especialmente nos idosos), e análise urinária. • Em todos os homens com osteoporose, deve-se avaliar as possibilidades de hipogonadismo, com as dosagens de testosterona e de gonatrofinas, e de alcoolismo como causas secundárias,
  • 33. Diagnóstico: Avaliação por imagem No diagnóstico por imagens, são utilizadas radiografias e a densitometria óssea. O exame radiográfico pode mostrar diminuição da densidade óssea, porém, só detectam alterações quando a perda for superior 30%, sendo baixa sua sensibilidade diagnóstica. É indicado para a avaliação das fraturas. A densitometria óssea é o exame de referência para o diagnóstico da osteoporose realizada pela avaliação da coluna lombar e do colo do fêmur, e antebraço, quando se deseja acompanhar a eficácia do tratamento, pode-se repetir o exame dentro de 24 meses.
  • 34. Indicações de Realização de densimotria óssea
  • 35. Prevenção e Tratamento da Osteoporose • A prevenção deve começar na infância com a realização de exercícios com freqüência regular, associada à uma dieta rica em cálcio e exposição regular ao sol (vitamina D), além da melhoria das condições de equilíbrio e visão. • O tratamento da osteoporose também inclui dieta, atividade física, exposição solar, além das medidas preventivas de quedas e uso de medicamentos.
  • 36. Promoção da Alimentação Saudável • É necessário adotar uma alimentação equilibrada, porém voltada para a oferta dos componentes (oligo- elementos) essenciais na síntese óssea como as calorias, o cálcio, a pró-vitamina D, o Magnésio, Zinco, Boro, vitamina K e vitamina C diariamente. • Cálcio • Vitamina D
  • 37. Cálcio Todas as pessoas se beneficiarão de uma dieta rica em cálcio ou da sua suplementação para manutenção da saúde em geral, e, em particular do tecido ósseo. • Crianças de 3 e de 4 a 8 anos necessitam, respectivamente, de 500mg e 800mg de cálcio por dia. • A necessidade diária de cálcio dos adolescentes de ambos os sexos é de 1300mg. • Para mulheres com osteoporose é preconizado o consumo de 1500mg ao dia, associados a 400-800 mg de vitamina D.
  • 38.
  • 39. Vitamina D • A vitamina D pode ser adquirida por meio da alimentação, medicação e exposição ao sol, no mínimo 15 minutos, em horários e durante períodos adequados (início da manhã e final da tarde).
  • 40.
  • 41. Práticas Corporais/Atividades Físicas • Hábitos saudáveis como uma regular prática corporal/atividade física, são de grande importância para a manutenção da densidade mineral óssea e para o tratamento da osteoporose. • Especificamente os exercícios aeróbicos e com peso (musculação), têm sido associados com manutenção e ganho da massa óssea em mulheres na pós-menopausa, deve-se evitar exercícios de alto impacto pelos ricos de fraturas que podem acarretar.
  • 42. Terapia Hormonal • A Terapia Hormonal não deve ser considerada de primeira escolha isoladamente no tratamento da osteoporose estabelecida, mas poderá ser útil quando associada a um bisfosfonado. A avaliação das indicações, contra-indicações, dos riscos e benefícios da utilização desse tratamento necessita de análise individualizada.