Layout

5.984 visualizações

Publicada em

Publicada em: Tecnologia
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Layout

  1. 1. Layout
  2. 2. Modo pelo qual se arranja os textos e as ilustrações nas páginas.
  3. 3. Layout As funções primárias do layout são: guiar a atenção do leitor para o exato ponto de partida e, daí, levá-lo através do anúncio, na seqüência desejada + compreensiva + sugestiva clima afetivo
  4. 4. Finalidades Básicas 1 - Atrair a atenção; 2 - Dirigir a vista do leitor de modo fácil e adequado; 3 - Manter e reforçar o interesse; 4 - Criar atmosfera atrativa e adequada.
  5. 5. Dinâmica dos elementos de um anúncio 1 - Princípio do equilíbrio: Distribuição agradável do peso, pode ser: Formal = simétrico Informal = assimétrico PONTO DE REFERÊNCIA 6 princípios fundamentais para um bom layout 1
  6. 6. Centro ótico
  7. 7. Equilíbrio
  8. 8. Dinâmica dos elementos de um anúncio 2 - Princípio da direção visual: O leitor começa fixando o olho no ângulo superior esquerdo e vai descendo progressivamente em diagonal da esquerda para direita e de cima para baixo. 2
  9. 9. Dinâmica dos elementos de um anúncio 3 - Princípio das proporções: A divisão do espaço do anúncio fixado em três seções horizontais. Quando a força de um dos elementos é mais vigorosa do que as outras o anúncio é mais atrativo sob o ponto de vista artístico. 3
  10. 10. Princípio das proporções
  11. 11. Dinâmica dos elementos de um anúncio 4 - Princípio da unidade: O diretor de arte deve evitar que os elementos do anúncio pareçam estar cada um por sua conta, pois o anúncio deve possuir uma unidade. 4
  12. 12. Dinâmica dos elementos de um anúncio 5 - Princípio do contraste: Conseguir a atenção do leitor. Evitar a monotonia. 5
  13. 13. Veja – Nas próximas semanas, as escolas estaduais de São Paulo se tornarão as primeiras no país a ter metas acadêmicas a cumprir – e a ser premiadas com mais dinheiro caso consigam atingi-las. Quais resultados a senhora espera alcançar com tais medidas? Maria Helena – O objetivo é criar incentivos concretos para o progresso das escolas, a exemplo da bem-sucedida experiência de outros países do mundo desenvolvido, como Inglaterra e Estados Unidos. Eles não inventaram nenhuma fórmula mirabolante, mas, sim, conseguiram pôr em prática sistemas capazes de distinguir e premiar, com base em critérios objetivos, as escolas com bom desempenho acadêmico. As pesquisas mostram que, em todos os lugares onde uma política de reconhecimento ao mérito foi implantada, a educação avançou. No Brasil, esse é um debate novo e, infelizmente, ainda contraria uma parcela dos educadores. Veja – Qual é exatamente o motivo das críticas ao novo sistema?Maria Helena – Em pleno século XXI, há pessoas que persistem em uma visão sindicalista ultrapassada e corporativista, segundo a qual todos os professores merecem ganhar o mesmo salário no fim do mês. Essa velha política da isonomia salarial passa ao largo dos diferentes resultados obtidos em sala de aula, e aí está o erro. Ao ignorar méritos e deméritos, ela deixa de jogar luz sobre os mais talentosos e esforçados e, com isso, contribui para a acomodação de uma massa de profissionais numa zona de mediocridade. Por isso, demos um passo na direção oposta. Veja – Os professores se queixam de salários baixos. A senhora dá razão a eles? Maria Helena – Na comparação com outros profissionais no Brasil e também com professores de escolas particulares, um conjunto de pesquisas já demonstrou que os salários dos docentes na rede pública chegam a ser até mais altos. Esse é um fato, ancorado em números. Apesar disso, acho, sim, que faz parte das atribuições do estado criar estímulos financeiros à carreira, de modo a valorizá-la e conseguir atrair mais gente boa para as escolas públicas. O que não se pode fazer é defender aumento de salário indiscriminado para professor ruim, desinteressado ou que mal aparece na escola. Quem merece mais dinheiro no fim do mês são os bons professores e aquelas escolas públicas capazes de oferecer um raro ensino de qualidade, apesar das evidentes dificuldades. Princípio do contraste
  14. 14. Veja – Nas próximas semanas, as escolas estaduais de São Paulo se tornarão as primeiras no país a ter metas acadêmicas a cumprir – e a ser premiadas com mais dinheiro caso consigam atingi-las. Quais resultados a senhora espera alcançar com tais medidas? Maria Helena – O objetivo é criar incentivos concretos para o progresso das escolas, a exemplo da bem-sucedida experiência de outros países do mundo desenvolvido, como Inglaterra e Estados Unidos. Eles não inventaram nenhuma fórmula mirabolante, mas, sim, conseguiram pôr em prática sistemas capazes de distinguir e premiar, com base em critérios objetivos, as escolas com bom desempenho acadêmico. As pesquisas mostram que, em todos os lugares onde uma política de reconhecimento ao mérito foi implantada, a educação avançou. No Brasil, esse é um debate novo e, infelizmente, ainda contraria uma parcela dos educadores. Veja – Qual é exatamente o motivo das críticas ao novo sistema? Maria Helena – Em pleno século XXI, há pessoas que persistem em uma visão sindicalista ultrapassada e corporativista, segundo a qual todos os professores merecem ganhar o mesmo salário no fim do mês. Essa velha política da isonomia salarial passa ao largo dos diferentes resultados obtidos em sala de aula, e aí está o erro. Ao ignorar méritos e deméritos, ela deixa de jogar luz sobre os mais talentosos e esforçados e, com isso, contribui para a acomodação de uma massa de profissionais numa zona de mediocridade. Por isso, demos um passo na direção oposta. Veja – Os professores se queixam de salários baixos. A senhora dá razão a eles? Maria Helena – Na comparação com outros profissionais no Brasil e também com professores de escolas particulares, um conjunto de pesquisas já demonstrou que os salários dos docentes na rede pública chegam a ser até mais altos. Esse é um fato, ancorado em números. Apesar disso, acho, sim, que faz parte das atribuições do estado criar estímulos financeiros à carreira, de modo a valorizá-la e conseguir atrair mais gente boa para as escolas públicas. O que não se pode fazer é defender aumento de salário indiscriminado para professor ruim, desinteressado ou que mal aparece na escola. Quem merece mais dinheiro no fim do mês são os bons professores e aquelas escolas públicas capazes de oferecer um raro ensino de qualidade, apesar das evidentes dificuldades. Princípio do contraste
  15. 15. Dinâmica dos elementos de um anúncio 6 - Princípio da harmonia: I - Força visual e clareza. II - Resultado da observação dos princípios anteriores. 6
  16. 16. Ilustração
  17. 17. Ilustração Características de uma boa ilustração: 1 – Aumenta o rendimento do texto não ilustrado. 2 – Deve ser uma parábola, uma metamorfose das coisas. 3 – “Uma boa foto vale mais do que mil palavras”.
  18. 18. Funções da Ilustração 1. Aumentar o índice de atenção do anúncio. 2. Tornar o anúncio mais aprazível à vista. 3. Induzir à leitura do texto. 4. Estimular o desejo pela coisa anunciada. 5. Engrandecer a coisa anunciada. 6. Demonstrar ou reforçar afirmações feitas no texto. 7. Identificar o produto ou a marca. 8. Formar atmosfera adequada.
  19. 19. O que é um bom anúncio? 1. É aquele que o cliente aprovou. 2. Que seja lembrado quanto pelo consumidor quanto pelos profissionais das agências. 3. Que vende sem chamar atenção para si mesmo. 4. Surpreender e superar. Em vez de dizer: que anúncio bem feito o consumidor diz: ...eu não sabia disso... 5. Sentir o cheiro do povo e ver se o anúncio surtiu efeito.
  20. 20. Eficiência do anúncio • Ele deve preencher os seguintes requisitos: 1. Ser original > destaque 2. Ser oportuno > atual 3. Ser persuasivo > credibilidade 4. Ser persistente > incutindo hábito 5. Ter motiviação > necessidades e desejos > sonho em realidade
  21. 21. + Em criação faça mais + Se você precisa de 1000 palavras faça 2000. Depois corte violentamente. (John Caples)
  22. 22. Aproach • É o tratamento dado ao anúncio. • É a maneira usada para se alcançar um objetivo. • É a abordagem ou enfoque que será dado ao anúncio.
  23. 23. Fonte: Armado Santa’Anna Propaganda, Teoria, Técnica e Prática.

×