Redes de Computadores Prof. Rodrigo Cesar Benaglia Piovesana [email_address] 2012 Versão 4.0
..tchau marcão! Vai tarde!
Bibliografia Básica e recomendada <ul><li>Tanenbaum, Andrew S. Redes de Computadores. Rio de Janeiro: Editora Campus, 1997...
Fatos Históricos e curiosidades <ul><li>Advento da telegrafia marco ZERO das comunicações modernas (sec. XIX) </li></ul><u...
Estrutura do Sistema Telefônico <ul><li>Alexander Graham Bell (1876) </li></ul><ul><li>Grande demanda pela invenção </li><...
Central de Comutação
Estrutura do Sistema Telefônico <ul><li>Hoje, 1 par de cobre liga um ponto ate uma central digital </li></ul><ul><li>1 a 1...
Estrutura do Sistema Telefônico <ul><li>WLL – Wireless Local loop </li></ul><ul><ul><li>Brasil: Antiga Vesper (adquirida p...
Estrutura do Sistema Telefônico <ul><li>Sistema digital </li></ul><ul><ul><li>Vantagens: </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Pe...
Redes Digitais de Faixa Estreita <ul><li>1984 – ISDN </li></ul><ul><li>Principal Serviço: Voz e conferências. </li></ul><u...
Redes Digitais de Faixa Estreita <ul><li>Canais: </li></ul><ul><ul><li>A – Canal Telefônico analógico </li></ul></ul><ul><...
Redes Digitais de Faixa Estreita <ul><li>Para usuário doméstico é oferecido um pacote de comunicação de 144Kbps (2B+D), so...
ISDN <ul><li>Modem PCI para computadores </li></ul><ul><li>2 canais de 64 kbps </li></ul><ul><li>1 canal analógico </li></ul>
ISDN <ul><li>Telefone Digital ISDN </li></ul>
Redes Digitais de Faixa Larga <ul><li>N-ISDN (ou faixa estreita) </li></ul><ul><li>Foi o elaborado o B-ISDN, voltado para ...
Problemas nas Redes Digitais <ul><li>Problemas: </li></ul><ul><ul><li>Não pode usar 1 par trançado </li></ul></ul><ul><ul>...
Modelo de referência OSI (O pen Systems Interconnection )   <ul><li>Modelo criado pela ISO para haver uma padronização em ...
Modelo de referência OSI <ul><li>7 camadas: </li></ul><ul><ul><li>Física </li></ul></ul><ul><ul><li>Enlace </li></ul></ul>...
Meios Físicos <ul><li>Objetivo é transmitir um fluxo bruto de bits </li></ul><ul><li>Temos vários meios físicos, cada um c...
Meio Magnético <ul><li>Forma mais comum utilizando uma fita/disco magnético entre computadores </li></ul><ul><li>Não é tão...
Base teórica  <ul><li>Analise de Fourier </li></ul><ul><ul><li>Qualquer função periódica estável, com periodo T pode ser c...
Base teórica <ul><li>Nyquist e Claude Shannon </li></ul><ul><ul><li>Para reconstruir um sinal arbitrário precisamos de dua...
Cabo Coaxial <ul><li>Dois tipos de cabos </li></ul><ul><ul><li>50 Ohms (transmissões digitais) </li></ul></ul><ul><ul><li>...
Cabo Coaxial <ul><li>Construção e blindagem proporcionam: </li></ul><ul><ul><li>Alta Largura de Banda </li></ul></ul><ul><...
Cabo Coaxial <ul><li>A – Revestimento de Plástico </li></ul><ul><li>B – Tela de Cobre </li></ul><ul><li>C – Isolador diaét...
Cabo Coaxial
Cabo Coaxial
Cabo Coaxial
Cabo Coaxial de Banda Larga <ul><li>Podem percorrer ate 100 Km devido a sinalização analógica </li></ul><ul><ul><li>Para t...
Cabo Coaxial de Banda Larga <ul><li>Cabo único, como informação volta ao transmissor? </li></ul><ul><ul><li>2 opções: </li...
Cabo Coaxial de Banda Larga <ul><ul><li>90% das casas da Holanda possui TV a cabo </li></ul></ul><ul><ul><li>80% nos EUA <...
Par Trançado <ul><li>É um dos tipos mais usados para conectar computadores </li></ul><ul><li>Pode ser de dois tipos: </li>...
Par Trançado <ul><li>Capacidade de transmissão: </li></ul><ul><ul><li>Cat .  1 - 1Mbps  </li></ul></ul><ul><ul><li>Cat .  ...
Par Trançado
Fibra óptica <ul><li>Estruturas dielétricas com geometria cilíndrica. </li></ul><ul><li>A energia luminosa propaga-se num ...
Fibra óptica <ul><li>Evolução através da retirada das impurezas do material: Sílica. </li></ul><ul><li>Distância de transm...
Fibra óptica
Fibra óptica
Fusão de Fibra optica
Fusão de Fibra optica
Fusão de Fibra optica
Fusão de Fibra optica
Fusão de Fibra optica
Fusão de Fibra optica
Modem <ul><li>Mo dulador –  Dem odulador </li></ul><ul><li>Realizar um trabalho/pesquisa sobre o assunto. </li></ul>
Telecomunicações sem Fio <ul><li>Fatos Históricos: </li></ul><ul><ul><li>James Clerk Maxwell, 1865, previu a capacidade de...
Telecomunicações sem fio <ul><li>O número de oscilações por segundo de uma onda eletromacgnética é chamada de frequência, ...
Telecomunicações sem fio <ul><li>Ondas de 1 MHZ tem quase 300 m. </li></ul><ul><li>Ondas de 30 Ghz tem 1 cm. </li></ul><ul...
Transmissão de Rádio <ul><li>Fácil de Gerar </li></ul><ul><li>Percorrem longas distâncias </li></ul><ul><li>Penetram nos p...
Curiosidade <ul><li>Em 1970 a GM equipou os Cadillacs com freios que impediam o travamento das rodas (controle por computa...
Transmissão de rádio
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Telefones sem fio <ul><li>Mobilidade </li></ul><ul><li>Estação base e um telefone </li></ul><ul><li>Utilizavam frequências...
Telefones  Celulares <ul><li>Rádios telefones móveis eram somente para comunicações militares e marítimas, nas primeiras d...
AMPS <ul><li>Sistema Analógico </li></ul><ul><li>Criado/Instalado em 1992 pela Bell Labs. </li></ul><ul><li>100Km -> 10 cé...
TDMA <ul><li>Sistema Digital </li></ul><ul><li>Desenvolvido pela grande demanda </li></ul><ul><li>Compatível com o AMPS </...
CDMA <ul><li>Técnica que utiliza o espalhamento espectral do sinal. </li></ul><ul><li>Todos falam/Todos escutam, mas somen...
GSM <ul><li>É o padrão mais utilizado no mundo </li></ul><ul><li>Foco em segurança e portabilidade </li></ul><ul><li>Cartã...
Antenas
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Redes  de Computadores <ul><li>Número Grande de computadores isolados (Acesso a dados centralizados) </li></ul><ul><li>Con...
Topologia Fisica <ul><li>Topologia física esta relacionada em como serão conectados os meios de transmissão de bits. </li>...
LAN – MAN - WAN Distância Localização Exemplo 0,1 m Placa do circuito Equipamento 1 m Sistema Equipamento 10 m Sala Rede L...
Par trançado, lembra dele? <ul><li>4 pares: </li></ul><ul><ul><li>BA/A - BL/L - BV/V - BM/M </li></ul></ul><ul><ul><li>Pad...
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Instalação Física
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O QUE NÃO FAZER!!!!
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Modelo de Referência TCP/IP <ul><li>Baseado no modelo OSI </li></ul><ul><li>Suprimiu algumas camadas, mas unificou outras ...
OSI x TCP/IP
Camada de Enlace <ul><li>Camada 2 do modelo OSI </li></ul><ul><li>Vários padrões e equipamentos </li></ul><ul><ul><li>Ethe...
PPP <ul><li>Point-to-point protocol </li></ul><ul><li>Conexão serial </li></ul><ul><li>PPPoE (over ethernet) e PPPoA (over...
Frame-Relay <ul><li>Frame-relay é um meio de comunicação orientado a conexão </li></ul><ul><li>Linha privada virtual perma...
Frame-Relay
ATM – Asynchronous Transfer Mode <ul><li>Utiliza comutação de células! </li></ul><ul><li>Não há um fechamento de sinal ent...
ATM – Asynchronous Transfer Mode <ul><li>Meios comuns de transmissão: </li></ul><ul><ul><li>Fibras ópticas </li></ul></ul>...
ATM – Asynchronous Transfer Mode <ul><li>Ideia básica: </li></ul><ul><ul><li>Transmitir os dados em tamanhos fixos, chamad...
ATM – Asynchronous Transfer Mode <ul><li>Vantagens: </li></ul><ul><ul><li>Taxa constante </li></ul></ul><ul><ul><li>Veloci...
ATM <ul><li>Switch ATM </li></ul><ul><li>MSS (Nortel) </li></ul>
ATM <ul><li>Taxa de 155 Mbps </li></ul><ul><li>http://www.necel.com/comm/en/atm/d98412 </li></ul>
Rodrigo Cesar Benaglia Piovesana  [email_address] Rede Nacional de Pesquisa
Redes Ethernet <ul><li>Surgiu em 1972 – Xerox – cabo coaxial e taxa de 2.94 mbps </li></ul><ul><li>Network Alto Aloha – pr...
Como funciona? <ul><li>Três elementos: meio físico, regras de controle de acesso ao meio e o quadro ethernet. </li></ul>
Características <ul><li>Opera a 10 Mbps </li></ul><ul><li>Quadros de 64 a 1518 bytes </li></ul><ul><li>Endereçamento pelo ...
Características da subcamada MAC <ul><li>Modo de transmissão: half-duplex/Full-duplex </li></ul><ul><li>Encapsulamento par...
Half/full Duplex
Regras de controle de acesso ao meio <ul><li>Half-duplex: uma estação transmite a outra fica em silêncio. O controle fica ...
Meios de transmissão
Fast Ethernet? <ul><li>Manteve o padrão ethernet, formato do quadro, tamanho, mecanismo de detecção de erro. </li></ul><ul...
Já no full-duplex… Não existe diferenciação em quem está enviando ou recebendo. Banda de 200 Mbps.
1 e 10 Gigabit ethernet <ul><li>Pesquisar meios de transmissão, pois funcionamento é o mesmo. </li></ul><ul><li>Fabricante...
Equipamentos e comandos <ul><li>Switches (comutadores – não usual) </li></ul><ul><li>Diversos modelos e fabricantes </li><...
Pesquisa <ul><li>Qual a função do comando ARP? Pequisar todas as suas funções, qualquer sistema operacional possui estes c...
Camada de Rede <ul><li>Camada Complexa </li></ul><ul><li>Possibilita a conectividade e seleção de caminhos entre dois sist...
ARPANET <ul><li>ARPA (Advanced Research Projects Agency) – Divisão do Pentágono </li></ul><ul><li>1957 – Guerra Fria </li>...
NSFNET <ul><li>NSF (National Science Foundation) </li></ul><ul><li>Criou sua própria rede – Dificuldade de acesso a rede d...
INTERNET <ul><li>Surgiu da união entre a ARPANET e a NSFNET </li></ul><ul><li>Basicamente interconexão entre gateways com ...
INTERNET
TCP/IP <ul><li>Endereçamento IP </li></ul><ul><li>Endereçamento de 32 bits, divididos em 4 octetos. </li></ul><ul><li>De 0...
Classe de endereçamento <ul><li>Nós temos dois componentes no endereçamento, número de rede e o número de host. </li></ul>...
Conversão de Endereço <ul><li>10000111.10111010.00001000.10101010 </li></ul><ul><li>10010100.10101110.01000100.10101001 </...
Classe de endereçamento <ul><li>Classe A – 1 à 126… </li></ul><ul><li>Classe B – 128 à 191… </li></ul><ul><li>Classe C – 1...
Subredes? <ul><li>1 -  Considere o endereço de rede da classe &quot;C&quot;  198.100.20.0/24  da empresa norte-americana T...
Resolução exercício 1 <ul><li>1 – 255.255.255.240 ou 28 </li></ul><ul><li>2 – 16 subredes – 192.168.20.0 (se for tabalhar ...
Camada de Transporte <ul><li>Fornece serviços para a camada superior (sessão) e usa os serviços da camada inferior (rede) ...
Camada de Transporte <ul><li>Os dados são recebidos na forma de TSDU (Transport Service Data Unit) – contém informações so...
 
Camada de Transporte <ul><li>A ISO define dois protocolos de transportes </li></ul><ul><ul><li>Serviços Orientados a conex...
Orientado a Conexão <ul><li>O objetivo dessa modalidade do protocolo de transporte (com conexão) é prover a qualidade de s...
Classes de serviços <ul><li>Classe 0: classe simples </li></ul><ul><li>Classe 1: classe com recuperação básica de erros </...
Formato das TPDU  <ul><li>Todas as TPDU devem conter um número inteiro de octetos que são numerados a partir de 1 e na ord...
Estabelecimento de Conexão <ul><li>De forma bem ampla, uma conexão de transporte tem por objetivos trocar dados entre as e...
Estabelecimento de Conexão
<ul><li>Para o estabelecimento de uma conexão de transporte, um usuário de transporte solicita o estabelecimento de uma co...
Estabelecimento de Conexão <ul><li>Pode conter outros parâmetros que estão na parte variável da TPDU, tais como:  </li></u...
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Estabelecimento de Conexão <ul><li>No caso específico da classe 4, este mecanismo apenas de pedido e confirmação não é o s...
TCP/UDP TCP – Transmission Control Protocol UDP – User Datagram Protocol
TCP Orientado à conexão Ponto a ponto Confiabilidade Full duplex Entrega ordenada (da aplicação) Controle de Fluxo (ack)
TCP 3 Fases Estabelecimento Transferência Término da conexão
TCP
TCP
TCP
TRANSFERÊNCIA DE DADOS  Pesquisar sobre a transferência de dados na camada de transporte utilizando TCP.
UDP Protocolo não confiável Fluxo de bytes sem inicio e sem fim Serviço sem conexão Serviços de Broadcast e Multicast
UDP
Camada de Sessão Permite que diferente aplicações estabeleçam uma sessão de comunicação para troca de informações. Nesta s...
Camada de Apresentação Responsável pela formatação de dados e é a responsável pelo encapsulamento das informações em pacot...
Camada de Aplicação Sétima camada do modelo OSI Aplicações em Geral Cada uma utiliza um protocolo especifico para o seu fu...
Protocolos Http Smtp Ftp Ssh Telnet SIP RDP
INTRANET <ul><li>Rede Corporativa de dados ou voz </li></ul><ul><li>Pode ser  usada  para inter-conectar setores distantes...
EXTRANET <ul><li>É o acesso externo a rede corporativa </li></ul><ul><li>Tem a finalidade de integração entre produtor / v...
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Redes De Computadores

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Versão 4.0, apresentação baseada no livro "Redes de Computadores" do autor Andrew Tanenbaum. As fotos utilizadas foram das instalações e consultorias que participei. Os desenhos são baseados em pesquisas na internet.

Publicada em: Tecnologia, Negócios

Redes De Computadores

  1. 1. Redes de Computadores Prof. Rodrigo Cesar Benaglia Piovesana [email_address] 2012 Versão 4.0
  2. 2. ..tchau marcão! Vai tarde!
  3. 3. Bibliografia Básica e recomendada <ul><li>Tanenbaum, Andrew S. Redes de Computadores. Rio de Janeiro: Editora Campus, 1997. </li></ul><ul><li>Redes de Computadores: um abordagem de sistemas, DAVIE, Bruce e PETERSON, Larry, São Paulo, Campus, 2004. </li></ul><ul><li>Yacoub, Michel. Telecomunicações: princípios e tendências. Editora Érica, 1997. </li></ul>
  4. 4. Fatos Históricos e curiosidades <ul><li>Advento da telegrafia marco ZERO das comunicações modernas (sec. XIX) </li></ul><ul><li>Cabos Oceânicos em 1866 </li></ul><ul><li>Sec. XX mais de 600 milhões de linhas </li></ul><ul><li>Radiopropagação somente no final do sec. XIX </li></ul><ul><li>Maxwell (1864) Teoria das linhas Guiadas </li></ul>
  5. 5. Estrutura do Sistema Telefônico <ul><li>Alexander Graham Bell (1876) </li></ul><ul><li>Grande demanda pela invenção </li></ul><ul><li>Conexão ponto-a-ponto </li></ul><ul><li>Bell Telephone Company (1878) </li></ul><ul><li>Comutação manual </li></ul><ul><li>Os EUA foram invadidos por centrais de comutação </li></ul><ul><li>Modelo intacto por mais de 100 anos </li></ul>
  6. 6. Central de Comutação
  7. 7. Estrutura do Sistema Telefônico <ul><li>Hoje, 1 par de cobre liga um ponto ate uma central digital </li></ul><ul><li>1 a 10 Km </li></ul><ul><li>Loop Local </li></ul><ul><li>O capital da AT&T 80% era cobre </li></ul><ul><li>Atualmente a sinalização é digital </li></ul>
  8. 8. Estrutura do Sistema Telefônico <ul><li>WLL – Wireless Local loop </li></ul><ul><ul><li>Brasil: Antiga Vesper (adquirida pela Embratel) </li></ul></ul><ul><ul><li>Telefone “fixo” com mobilidade </li></ul></ul><ul><ul><li>Transmissão via rádio </li></ul></ul><ul><ul><li>Dá suporte a Internet? </li></ul></ul>
  9. 9. Estrutura do Sistema Telefônico <ul><li>Sistema digital </li></ul><ul><ul><li>Vantagens: </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Pequena taxa de erro </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Taxa de dados maiores </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Menor custo de transmissão </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>Desvantagens: </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Atenuação </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Distorção </li></ul></ul></ul>
  10. 10. Redes Digitais de Faixa Estreita <ul><li>1984 – ISDN </li></ul><ul><li>Principal Serviço: Voz e conferências. </li></ul><ul><li>Atualmente este padrão é usado em conjunto com outros canais, pois o N-ISDN possui um taxa de 64 Kbps máxima em alguns canais. </li></ul>
  11. 11. Redes Digitais de Faixa Estreita <ul><li>Canais: </li></ul><ul><ul><li>A – Canal Telefônico analógico </li></ul></ul><ul><ul><li>B – Canal PCM digital de 64 Kbps </li></ul></ul><ul><ul><li>C – Canal digital de 8/16 Kbps </li></ul></ul><ul><ul><li>D – Canal digital de 16 Kbps sinalização </li></ul></ul><ul><ul><li>E – Canal digital 64 Kbps sinalização interna </li></ul></ul><ul><ul><li>H – Canal digital de 384, 1.536 ou 1920 Kbps </li></ul></ul>
  12. 12. Redes Digitais de Faixa Estreita <ul><li>Para usuário doméstico é oferecido um pacote de comunicação de 144Kbps (2B+D), somente EUA, no Brasil não houve este tipo de serviço oferecido para uso doméstico. </li></ul><ul><li>Com a finalidade do usuário de conectar a provedores de acesso a internet (?). </li></ul>
  13. 13. ISDN <ul><li>Modem PCI para computadores </li></ul><ul><li>2 canais de 64 kbps </li></ul><ul><li>1 canal analógico </li></ul>
  14. 14. ISDN <ul><li>Telefone Digital ISDN </li></ul>
  15. 15. Redes Digitais de Faixa Larga <ul><li>N-ISDN (ou faixa estreita) </li></ul><ul><li>Foi o elaborado o B-ISDN, voltado para grande quantidade de movimentação de dados. (B de broadband) </li></ul><ul><li>Baseado em ATM </li></ul><ul><li>É um tecnologia totalmente diferente da tecnologia usada (circuitos). </li></ul><ul><li>No Brasil é oferecido um serviço chamado de LP (linha privada), onde a empresa pode comprar até 2048MBytes de transmissão, onde são 30 timeslots de 64 Kbytes. </li></ul>
  16. 16. Problemas nas Redes Digitais <ul><li>Problemas: </li></ul><ul><ul><li>Não pode usar 1 par trançado </li></ul></ul><ul><ul><li>Trocar todos os loops por fibra óptica ou par trançado cat. 5 (4 pares) </li></ul></ul>
  17. 17. Modelo de referência OSI (O pen Systems Interconnection ) <ul><li>Modelo criado pela ISO para haver uma padronização em telecomunicações. </li></ul><ul><li>Antigamente cada empresa tinha o seu meio de comunicação. </li></ul><ul><li>Não havia compatibilidade entre as redes. Grandes Ilhas de dados. </li></ul><ul><li>Foi desenvolvido para ser mais um guia do que uma regra. </li></ul>
  18. 18. Modelo de referência OSI <ul><li>7 camadas: </li></ul><ul><ul><li>Física </li></ul></ul><ul><ul><li>Enlace </li></ul></ul><ul><ul><li>Rede </li></ul></ul><ul><ul><li>Transporte </li></ul></ul><ul><ul><li>Apresentação </li></ul></ul><ul><ul><li>Sessão </li></ul></ul><ul><ul><li>Aplicação </li></ul></ul>
  19. 19. Meios Físicos <ul><li>Objetivo é transmitir um fluxo bruto de bits </li></ul><ul><li>Temos vários meios físicos, cada um com a sua propriedade: </li></ul><ul><ul><li>Largura de banda </li></ul></ul><ul><ul><li>Retardo </li></ul></ul><ul><ul><li>Custo e facilidade de instalação e manutenção </li></ul></ul>
  20. 20. Meio Magnético <ul><li>Forma mais comum utilizando uma fita/disco magnético entre computadores </li></ul><ul><li>Não é tão sofisticado porem é o que apresenta o menor custo </li></ul><ul><li>1 fita de 8mm pode armazenar 7Gbytes de dados </li></ul><ul><li>Uma caixa de 50x50x50 pode armazenar 1000 fitas </li></ul><ul><li>7000 Gbytes / 85400s (24 Horas – Sedex 10) </li></ul><ul><li>~83,93 Mbytes/s ou 671Mbits/s </li></ul><ul><li>Qual o custo? </li></ul><ul><ul><li>R$10,00/fita </li></ul></ul><ul><ul><li>R$ 100,00 Sedex 10 </li></ul></ul><ul><ul><li>R$ 1.100,00 / 7000 Gbytes = R$ 0,15 / Gbytes </li></ul></ul><ul><ul><li>Impossível oferecer um sistema mais barato </li></ul></ul>
  21. 21. Base teórica <ul><li>Analise de Fourier </li></ul><ul><ul><li>Qualquer função periódica estável, com periodo T pode ser construída como a soma de um número de senos e co-senos. </li></ul></ul><ul><ul><li>Série de Fourier – Se o periodo T for conhecido e as amplitudes forem dadas,a função original do tempo poderá ser encontrada efetuando as somas da equação. </li></ul></ul><ul><ul><li>http://www.searadaciencia.ufc.br/tintim/matematica/fourier/fourier1.htm </li></ul></ul><ul><ul><li>Amplitude relacionada com o meio de transmissão – perde energia no tempo. O sinal seria reduzido na amplitude mas não distorcido. </li></ul></ul><ul><ul><li>Largura de banda esta relacionada com a composição do meio de transmissão (espessura e comprimento) – largura de banda é medido em frequencia. </li></ul></ul>
  22. 22. Base teórica <ul><li>Nyquist e Claude Shannon </li></ul><ul><ul><li>Para reconstruir um sinal arbitrário precisamos de duas vezes a largura de banda do sinal amostrado. </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Fórmula no livro </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>Canal sujeito a ruído aleatório (térmico) </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Relação sinal/ruído </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Fórmula no livro </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>10 Log10 S/N (S Potência e N é Ruído) </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Uma relação 10 S/N corresponde a 10 dB </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>100 S/N a 20 dB … </li></ul></ul></ul></ul>
  23. 23. Cabo Coaxial <ul><li>Dois tipos de cabos </li></ul><ul><ul><li>50 Ohms (transmissões digitais) </li></ul></ul><ul><ul><li>75 Ohms (analógicas) </li></ul></ul><ul><li>Composição: </li></ul><ul><ul><li>1 fio de cobre esticado na parte central do cabo </li></ul></ul><ul><ul><li>Envolvido por um material isolante </li></ul></ul><ul><ul><li>O isolante é protegido por uma malha solida entrelaçada </li></ul></ul><ul><ul><li>A malha é coberta por uma capa plástica </li></ul></ul><ul><li>Utilização: </li></ul><ul><ul><li>Sistema Telefônico (EUA) </li></ul></ul><ul><ul><li>Atualmente TV a cabo </li></ul></ul><ul><ul><li>Redes de computadores </li></ul></ul>
  24. 24. Cabo Coaxial <ul><li>Construção e blindagem proporcionam: </li></ul><ul><ul><li>Alta Largura de Banda </li></ul></ul><ul><ul><li>Excelente imunidade ao ruído </li></ul></ul><ul><ul><li>Distância maiores para transmissão </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>1 Km a taxa pode chegar a 1 a 2 Gbps </li></ul></ul></ul>
  25. 25. Cabo Coaxial <ul><li>A – Revestimento de Plástico </li></ul><ul><li>B – Tela de Cobre </li></ul><ul><li>C – Isolador diaétrico interno </li></ul><ul><li>D – Núcleo de cobre </li></ul>
  26. 26. Cabo Coaxial
  27. 27. Cabo Coaxial
  28. 28. Cabo Coaxial
  29. 29. Cabo Coaxial de Banda Larga <ul><li>Podem percorrer ate 100 Km devido a sinalização analógica </li></ul><ul><ul><li>Para transmitir sinais digitais em uma rede analógica, cada interface deve conter um conversor A/D e D/A </li></ul></ul><ul><li>A banda pode ser dividida em vários canais (dividos em frequências) </li></ul><ul><ul><li>Canal para Tv, outro para audio, dados,etc.. </li></ul></ul>
  30. 30. Cabo Coaxial de Banda Larga <ul><li>Cabo único, como informação volta ao transmissor? </li></ul><ul><ul><li>2 opções: </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>2 cabos paralelos </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Subsplit (5-30Mhz envia dados e 40-300Mhz recebe dados) </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Quem coordena nos EUA a faixa de frequência de operação é a FCC, no Brasil é a Anatel. </li></ul></ul></ul>
  31. 31. Cabo Coaxial de Banda Larga <ul><ul><li>90% das casas da Holanda possui TV a cabo </li></ul></ul><ul><ul><li>80% nos EUA </li></ul></ul><ul><ul><li>Alta concorrência entre operadoras de Telecom x TV na oferta de serviços de dados, voz e imagem(Triple-play) </li></ul></ul>
  32. 32. Par Trançado <ul><li>É um dos tipos mais usados para conectar computadores </li></ul><ul><li>Pode ser de dois tipos: </li></ul><ul><ul><li>UTP (Unshielded Twisted Pair) </li></ul></ul><ul><ul><li>STP (Shielded Twisted Pair) </li></ul></ul><ul><li>É o meio de transmissão mais antigo. </li></ul>
  33. 33. Par Trançado <ul><li>Capacidade de transmissão: </li></ul><ul><ul><li>Cat . 1 - 1Mbps </li></ul></ul><ul><ul><li>Cat . 2 - 4Mbps </li></ul></ul><ul><ul><li>Cat . 3 - 10Mbps * </li></ul></ul><ul><ul><li>Cat . 4 - 16Mbps </li></ul></ul><ul><ul><li>Cat . 5 - 100Mbps * </li></ul></ul><ul><ul><li>Cat . 5e - 100Mbps ou 1000Mbps * </li></ul></ul><ul><ul><li>Cat . 6 - 10.000Mbps * </li></ul></ul>
  34. 34. Par Trançado
  35. 35. Fibra óptica <ul><li>Estruturas dielétricas com geometria cilíndrica. </li></ul><ul><li>A energia luminosa propaga-se num longo cilindro central, denominado núcleo. </li></ul><ul><li>Dimensões do núcleo: </li></ul><ul><ul><li>0,001 mm em fibras monomodo. </li></ul></ul><ul><ul><li>0,1 mm em fibras multimodo. </li></ul></ul><ul><li>Trajetória é descrita pelas leis da reflexão e da refração da luz (lei de Snell –óptica geométrica para ângulos de reflexão e refração). </li></ul>
  36. 36. Fibra óptica <ul><li>Evolução através da retirada das impurezas do material: Sílica. </li></ul><ul><li>Distância de transmissão </li></ul><ul><ul><li>Monomodo (30 km) </li></ul></ul><ul><ul><li>Multimodo (2 Km) </li></ul></ul><ul><li>Principais problemas: </li></ul><ul><ul><li>Atenuação (enfraquecimento do sinal) </li></ul></ul><ul><ul><li>Dispersão (deformação do sinal) </li></ul></ul>
  37. 37. Fibra óptica
  38. 38. Fibra óptica
  39. 39. Fusão de Fibra optica
  40. 40. Fusão de Fibra optica
  41. 41. Fusão de Fibra optica
  42. 42. Fusão de Fibra optica
  43. 43. Fusão de Fibra optica
  44. 44. Fusão de Fibra optica
  45. 45. Modem <ul><li>Mo dulador – Dem odulador </li></ul><ul><li>Realizar um trabalho/pesquisa sobre o assunto. </li></ul>
  46. 46. Telecomunicações sem Fio <ul><li>Fatos Históricos: </li></ul><ul><ul><li>James Clerk Maxwell, 1865, previu a capacidade de transmissão eletromagnética. </li></ul></ul><ul><ul><li>Final do Sec. XIX, Heinrich G. Hertz, demonstrou em laboratório a propagação de ondas de rádio (poucos metros de distância). </li></ul></ul><ul><ul><li>Em 1897 M.G Marconi estabeleceu uma conexão entre um barco de reboque e uma estação terrena, a 18 milhas de distância, no canal da mancha. </li></ul></ul>
  47. 47. Telecomunicações sem fio <ul><li>O número de oscilações por segundo de uma onda eletromacgnética é chamada de frequência, f , e é medida em Hz. </li></ul><ul><li>A distância entre dois pontos máximos consecutivos é chamada de comprimento de onda, letra grega lambda, λ. </li></ul><ul><li>No vácuo todas as ondas viajam na mesma velocidade, independente da sua frequência, chamada velocidade da luz, 3 x 10 8 m/s </li></ul>
  48. 48. Telecomunicações sem fio <ul><li>Ondas de 1 MHZ tem quase 300 m. </li></ul><ul><li>Ondas de 30 Ghz tem 1 cm. </li></ul><ul><li>No Brasil a entidade que regulamenta as faixas de frequência é a Anatel, nos EUA é a FCC. </li></ul><ul><ul><li>Rádios AM/FM/TV/Celulares/Companhias Telefônicas/Policia/Exército/Governo entre outros. </li></ul></ul><ul><li>No Mundo ITU-R </li></ul><ul><li>Problemas na regulamentação entre EUA/Europa-Japão, frequências diferentes. </li></ul>
  49. 49. Transmissão de Rádio <ul><li>Fácil de Gerar </li></ul><ul><li>Percorrem longas distâncias </li></ul><ul><li>Penetram nos prédios </li></ul><ul><li>São mais utilizados para comunicação </li></ul><ul><li>São Omnidirecionais </li></ul><ul><li>Transmissor e receptor não precisam estar alinhados </li></ul>
  50. 50. Curiosidade <ul><li>Em 1970 a GM equipou os Cadillacs com freios que impediam o travamento das rodas (controle por computador). Prendia e soltava ao invés de trava-los. Um belo dia um guarda de Ohio começou a usar um rádio móvel para falar com a base. Um Cadillac passou e começou a trotar! (como um cavalo). Ao ser abordado pelo patrulheiro o motorista disse que não fez nada e o carro estava se comportando estranhamente. Estava criado um mito: os cadillacs enloqueciam, mas somente nas estradas de Ohio! </li></ul><ul><li>Só depois de muito tempo verificaram que a fiação captava a frequência pelo sistema de rádio da polícia. Como uma antena! </li></ul><ul><li>Por causa desses motivos os governos tem um RÍGIDO controle no uso do espectro de frequência. </li></ul>
  51. 51. Transmissão de rádio
  52. 52. Rodrigo Cesar Benaglia Piovesana [email_address]
  53. 53. Telefones sem fio <ul><li>Mobilidade </li></ul><ul><li>Estação base e um telefone </li></ul><ul><li>Utilizavam frequências fixas (era possível escutar o vizinho) </li></ul><ul><li>CT-1 (Cordless Telephone -EUA) CEPT-1 (Europa) </li></ul><ul><li>Interferência na TV e rádios. </li></ul><ul><li>Inglaterra criou o CT-2 (que só ligava) </li></ul><ul><li>Em 1992 foi criado o padrão CT-3 ou DECT, muito próximo dos telefones celulares. </li></ul>
  54. 54. Telefones Celulares <ul><li>Rádios telefones móveis eram somente para comunicações militares e marítimas, nas primeiras décadas do século XX. </li></ul><ul><li>Em St. Louis (1946) primeiro sistema, “Aperte o botão para falar” no alto do prédio. Radioamador, Polícia, taxís, etc. </li></ul><ul><li>Em 1960, utilizava duas frequências uma para enviar e outra para receber. </li></ul>
  55. 55. AMPS <ul><li>Sistema Analógico </li></ul><ul><li>Criado/Instalado em 1992 pela Bell Labs. </li></ul><ul><li>100Km -> 10 células - 10 km - 10 canais </li></ul><ul><li>MTSC/MSC ->PSTN </li></ul><ul><li>Handoff </li></ul>
  56. 56. TDMA <ul><li>Sistema Digital </li></ul><ul><li>Desenvolvido pela grande demanda </li></ul><ul><li>Compatível com o AMPS </li></ul><ul><li>A principal diferença é a divisão do canal por 3 intervalos de tempo de acesso. </li></ul><ul><li>Com isso aumentou a capacidade de usuários. </li></ul>
  57. 57. CDMA <ul><li>Técnica que utiliza o espalhamento espectral do sinal. </li></ul><ul><li>Todos falam/Todos escutam, mas somente o que querem ouvir. </li></ul><ul><li>Diferenciação através dos níveis de potência em cada faixa de frequência. </li></ul>
  58. 58. GSM <ul><li>É o padrão mais utilizado no mundo </li></ul><ul><li>Foco em segurança e portabilidade </li></ul><ul><li>Cartão SIM e terminal móvel com um número de 15 digitos cada. </li></ul><ul><li>Utiliza a modulação 0,3GMSK e a divisão de tempo de acesso em 8 intervalos de tempo. </li></ul>
  59. 59. Antenas
  60. 60. Rodrigo Cesar Benaglia Piovesana [email_address]
  61. 61. Rodrigo Cesar Benaglia Piovesana [email_address]
  62. 62. Redes de Computadores <ul><li>Número Grande de computadores isolados (Acesso a dados centralizados) </li></ul><ul><li>Confiabilidade/Acessibilidade </li></ul><ul><li>Economia de recursos tecnológicos </li></ul><ul><li>Cliente/Servidor </li></ul><ul><li>“ Boom” em 1980, todos tinham um padrão para redes. </li></ul><ul><li>IEEE/ISO/ANSI </li></ul>
  63. 63. Topologia Fisica <ul><li>Topologia física esta relacionada em como serão conectados os meios de transmissão de bits. </li></ul><ul><li>Tipos físicos: </li></ul><ul><ul><li>Barramento </li></ul></ul><ul><ul><li>Anel – Aneis Interconectados </li></ul></ul><ul><ul><li>Estrela </li></ul></ul><ul><ul><li>Completa </li></ul></ul><ul><ul><li>Árvore </li></ul></ul><ul><ul><li>Irregular </li></ul></ul>
  64. 64. LAN – MAN - WAN Distância Localização Exemplo 0,1 m Placa do circuito Equipamento 1 m Sistema Equipamento 10 m Sala Rede Local 100 m Prédio 1 km Campus 10 km Cidade Rede Metropolitana 100 km País Rede Geograficamente Distribuída 1.000 km Continente 10.000 km Planeta A Inter-Rede
  65. 65. Par trançado, lembra dele? <ul><li>4 pares: </li></ul><ul><ul><li>BA/A - BL/L - BV/V - BM/M </li></ul></ul><ul><ul><li>Padronizaram a seqüência de cores! </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>568A </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>568B </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Além de outras normas para cabeamento estruturado, por exemplo, ligação entre andares, central de telecomunicações. (ver texto sobre cabeamento estruturado) </li></ul></ul></ul>
  66. 66. Rodrigo Cesar Benaglia Piovesana [email_address]
  67. 67. Rodrigo Cesar Benaglia Piovesana [email_address]
  68. 68. Rodrigo Cesar Benaglia Piovesana [email_address]
  69. 69. Rodrigo Cesar Benaglia Piovesana [email_address]
  70. 70. Rodrigo Cesar Benaglia Piovesana [email_address]
  71. 71. Instalação Física
  72. 72. Instalação Física
  73. 73. Instalação Física
  74. 74. Instalação Física
  75. 75. Instalação Física
  76. 76. Instalação Física
  77. 77. O QUE NÃO FAZER!!!!
  78. 78. O QUE NÃO FAZER!!!!
  79. 79. Rodrigo Cesar Benaglia Piovesana [email_address]
  80. 80. O QUE NÃO FAZER!!!!
  81. 81. Rodrigo Cesar Benaglia Piovesana [email_address]
  82. 82. Rodrigo Cesar Benaglia Piovesana [email_address]
  83. 83. Rodrigo Cesar Benaglia Piovesana [email_address]
  84. 84. Rodrigo Cesar Benaglia Piovesana [email_address]
  85. 89. Modelo de Referência TCP/IP <ul><li>Baseado no modelo OSI </li></ul><ul><li>Suprimiu algumas camadas, mas unificou outras </li></ul><ul><li>4 camadas: </li></ul><ul><ul><li>Host/Rede </li></ul></ul><ul><ul><li>Inter-Rede </li></ul></ul><ul><ul><li>Transporte </li></ul></ul><ul><ul><li>Aplicação </li></ul></ul>
  86. 90. OSI x TCP/IP
  87. 91. Camada de Enlace <ul><li>Camada 2 do modelo OSI </li></ul><ul><li>Vários padrões e equipamentos </li></ul><ul><ul><li>Ethernet </li></ul></ul><ul><ul><li>Atm </li></ul></ul><ul><ul><li>Frame-relay </li></ul></ul><ul><ul><li>PPP </li></ul></ul><ul><ul><li>Token Ring </li></ul></ul><ul><ul><li>FDDI </li></ul></ul><ul><ul><li>HDLC </li></ul></ul><ul><li>Detecta mas não corrige erros (ruidos na rede podem interferir na transmissão) </li></ul><ul><li>Transmite as informações no formato de quadros </li></ul><ul><ul><li>Não importa com o que está enviando </li></ul></ul>
  88. 92. PPP <ul><li>Point-to-point protocol </li></ul><ul><li>Conexão serial </li></ul><ul><li>PPPoE (over ethernet) e PPPoA (over atm) </li></ul><ul><li>LCP (link control protocol) </li></ul><ul><li>NCP (network control protocol) </li></ul><ul><li>BCP (bridge control protocol) </li></ul><ul><li>RFC 1661 </li></ul><ul><li>MLPPP (agregação de links) </li></ul>
  89. 93. Frame-Relay <ul><li>Frame-relay é um meio de comunicação orientado a conexão </li></ul><ul><li>Linha privada virtual permanente </li></ul><ul><li>Linha privada real o usuário pode utilizar sem perdas de dados. </li></ul><ul><ul><ul><li>(virtual os dados são transportados em rajadas) </li></ul></ul></ul><ul><li>O usuário é responsável pelo controle do fluxo e de erros, assim como a recuperação de dados descartados </li></ul><ul><li>MLFR (agregação de links) </li></ul>
  90. 94. Frame-Relay
  91. 95. ATM – Asynchronous Transfer Mode <ul><li>Utiliza comutação de células! </li></ul><ul><li>Não há um fechamento de sinal entre o transmissor e o receptor (circuitos) e sim os dados podem chegar de diferentes origens </li></ul><ul><li>Não há necessidade de fluxo contínuo de dados </li></ul>
  92. 96. ATM – Asynchronous Transfer Mode <ul><li>Meios comuns de transmissão: </li></ul><ul><ul><li>Fibras ópticas </li></ul></ul><ul><ul><li>Cabos coaxial ou par trançado (cat 5). </li></ul></ul>
  93. 97. ATM – Asynchronous Transfer Mode <ul><li>Ideia básica: </li></ul><ul><ul><li>Transmitir os dados em tamanhos fixos, chamados de células </li></ul></ul><ul><ul><li>As células tem 53 bytes (5 bytes cabeçalho e 48 bytes a carga) </li></ul></ul>
  94. 98. ATM – Asynchronous Transfer Mode <ul><li>Vantagens: </li></ul><ul><ul><li>Taxa constante </li></ul></ul><ul><ul><li>Velocidades altas </li></ul></ul><ul><ul><li>Velocidade ate 10 Gbps </li></ul></ul>
  95. 99. ATM <ul><li>Switch ATM </li></ul><ul><li>MSS (Nortel) </li></ul>
  96. 100. ATM <ul><li>Taxa de 155 Mbps </li></ul><ul><li>http://www.necel.com/comm/en/atm/d98412 </li></ul>
  97. 101. Rodrigo Cesar Benaglia Piovesana [email_address] Rede Nacional de Pesquisa
  98. 102. Redes Ethernet <ul><li>Surgiu em 1972 – Xerox – cabo coaxial e taxa de 2.94 mbps </li></ul><ul><li>Network Alto Aloha – primeiro nome </li></ul><ul><li>Ethernet – ether (meio físico de transporte dos bits funciona da mesma maneira que o éter funciona no envio de ondas eletromagnéticas no espaço) </li></ul><ul><li>IEEE – 1980 Padronizou com o número 802.3 – Ethernet </li></ul>
  99. 103. Como funciona? <ul><li>Três elementos: meio físico, regras de controle de acesso ao meio e o quadro ethernet. </li></ul>
  100. 104. Características <ul><li>Opera a 10 Mbps </li></ul><ul><li>Quadros de 64 a 1518 bytes </li></ul><ul><li>Endereçamento pelo Mac address (único na rede de 6 bytes -3 fabricante e 3 identificação da placa) </li></ul><ul><li>Subcamada MAC – controla a transmissão e recepção </li></ul>
  101. 105. Características da subcamada MAC <ul><li>Modo de transmissão: half-duplex/Full-duplex </li></ul><ul><li>Encapsulamento para camadas superiores </li></ul><ul><li>Desencapsulamento para camadas superiores </li></ul><ul><li>Transmissão de quadros </li></ul><ul><li>Recepção de quadros </li></ul>
  102. 106. Half/full Duplex
  103. 107. Regras de controle de acesso ao meio <ul><li>Half-duplex: uma estação transmite a outra fica em silêncio. O controle fica a cargo do CSMA/CD (Carrier Sense Multiple Access with Collision Detection), qualquer estação pode transmitir quando percebe que o meio está livre. </li></ul><ul><li>Quando duas estações simultaneamente resolvem transmitir ocorre uma colisão e os pacores são corrompidos. O pacote é retransmitido após um intervalo de tempo aleatório. </li></ul>
  104. 108. Meios de transmissão
  105. 109. Fast Ethernet? <ul><li>Manteve o padrão ethernet, formato do quadro, tamanho, mecanismo de detecção de erro. </li></ul><ul><li>Mudança mesmo foi na velocidade para 100 Mbps. </li></ul><ul><li>Modo de transmissão half ou full-duplex. </li></ul><ul><li>Não houve mudanças no método de acesso ao meio CSMA/CD para half-duplex. </li></ul>
  106. 110. Já no full-duplex… Não existe diferenciação em quem está enviando ou recebendo. Banda de 200 Mbps.
  107. 111. 1 e 10 Gigabit ethernet <ul><li>Pesquisar meios de transmissão, pois funcionamento é o mesmo. </li></ul><ul><li>Fabricantes que oferecem equipamentos que operam em 1 e 10 Gbits. </li></ul><ul><li>40 Gbits e 100 Gbits? </li></ul>
  108. 112. Equipamentos e comandos <ul><li>Switches (comutadores – não usual) </li></ul><ul><li>Diversos modelos e fabricantes </li></ul><ul><ul><li>Para todas as faixas econômicas </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>“ Do mão de vaca” ao “To nem ai” </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>Diversos padrões (features) implementadas nos equipamentos: como prioridade de tráfego, divisão de redes virtuais, energia pelo rede, agrupamento de links, controle de loop (STP). </li></ul></ul>
  109. 113. Pesquisa <ul><li>Qual a função do comando ARP? Pequisar todas as suas funções, qualquer sistema operacional possui estes comandos. </li></ul><ul><li>Analise de Tráfego pelo Ethereal/Wireshark de um datagrama capturado na rede </li></ul><ul><li>Analise de Tráfego do segundo pacote capturado e dizer qual informação está sendo enviada em texto plano. </li></ul>
  110. 114. Camada de Rede <ul><li>Camada Complexa </li></ul><ul><li>Possibilita a conectividade e seleção de caminhos entre dois sistemas diferentes. </li></ul><ul><li>Redes heterogêneas </li></ul>
  111. 115. ARPANET <ul><li>ARPA (Advanced Research Projects Agency) – Divisão do Pentágono </li></ul><ul><li>1957 – Guerra Fria </li></ul><ul><li>Selecionava apenas o melhores projetos </li></ul><ul><li>Troca de comutação de circuitos por pacotes </li></ul><ul><li>Implementação de redes entre universidades </li></ul><ul><li>Compartilhamento de informações </li></ul><ul><li>Redes diversas – problemas de compatibilidade </li></ul>
  112. 116. NSFNET <ul><li>NSF (National Science Foundation) </li></ul><ul><li>Criou sua própria rede – Dificuldade de acesso a rede da ARPANET </li></ul><ul><li>Adotou o TCP/IP para conectar os pontos, trabalhando com diversos tipos de redes </li></ul><ul><li>Criou o primeiro backbone TCP/IP a 56 Kbps </li></ul>
  113. 117. INTERNET <ul><li>Surgiu da união entre a ARPANET e a NSFNET </li></ul><ul><li>Basicamente interconexão entre gateways com links de grande velocidade e redundância. </li></ul>
  114. 118. INTERNET
  115. 119. TCP/IP <ul><li>Endereçamento IP </li></ul><ul><li>Endereçamento de 32 bits, divididos em 4 octetos. </li></ul><ul><li>De 00000000. 00000000. 00000000. 00000000 </li></ul><ul><li>Até 11111111. 11111111. 11111111. 11111111 </li></ul><ul><li>Ou 0.0.0.0 até 255.255.255.255 </li></ul>
  116. 120. Classe de endereçamento <ul><li>Nós temos dois componentes no endereçamento, número de rede e o número de host. </li></ul><ul><li>Rede: identifica em qual segmento de rede o host estará associado. </li></ul><ul><li>Host: identificação única do host em um segmento de rede. </li></ul>
  117. 121. Conversão de Endereço <ul><li>10000111.10111010.00001000.10101010 </li></ul><ul><li>10010100.10101110.01000100.10101001 </li></ul><ul><li>11000011.10101010.00100110.00101110 </li></ul><ul><li>11100001.11111010.01100000.01011101 </li></ul><ul><li>220.100.44.51 </li></ul><ul><li>192.168.0.100 </li></ul><ul><li>172.16.67.0 </li></ul><ul><li>10.176.57.8 </li></ul>
  118. 122. Classe de endereçamento <ul><li>Classe A – 1 à 126… </li></ul><ul><li>Classe B – 128 à 191… </li></ul><ul><li>Classe C – 192 à 223… </li></ul><ul><li>Classe D – 224 à 239… </li></ul><ul><li>Classe E – 240 à 254… (reservado para uso futuro) </li></ul>
  119. 123. Subredes? <ul><li>1 - Considere o endereço de rede da classe &quot;C&quot; 198.100.20.0/24 da empresa norte-americana Toshiba America Medical Systems. O administrador desta rede nos solicitou auxilio para criar 13 sub-redes . Prontamente, você colaborou na execução desta tarefa de consultoria e encontrou diversos valores que foram apresentados ao administrador da rede. De acordo com os valores encontrados, responda : </li></ul><ul><li>1  - Qual será a nova máscara para atender ao pedido do administrador representada nas duas notações(decimal e ciderizada) ? 2 - Quantas sub-redes serão criadas de fato ? Qual o endereço da 1ª sub-rede válida ? 3 - Quantos hosts por sub-rede serão criados ? 4 - Qual o endereço de broadcast da 2ª sub-rede válida ? 5 - Qual a faixa de endereços destinada a numeração de hosts da 3ª sub-rede válida ? </li></ul>
  120. 124. Resolução exercício 1 <ul><li>1 – 255.255.255.240 ou 28 </li></ul><ul><li>2 – 16 subredes – 192.168.20.0 (se for tabalhar com protocolos de roteamento a primeira e a última subrede tem que ser eliminada, portanto 192.168.20.16 </li></ul><ul><li>3 – 14 hosts (1 rede + 1 broadcast) </li></ul><ul><li>4 – 192.168.20.32 </li></ul><ul><li>5 – 192.168.20.49 - 63 </li></ul>
  121. 125. Camada de Transporte <ul><li>Fornece serviços para a camada superior (sessão) e usa os serviços da camada inferior (rede) </li></ul><ul><li>As operações entre as entidades adjacentes ocorrem nos “pontos de acesso de serviços”(SAP – Service Access Point). Esses pontos são denominados TSAP (Transport Service Access Point) </li></ul><ul><li>As TSAPs utilização de primitivas de servços: </li></ul><ul><ul><li>Request – Pedido de serviço </li></ul></ul><ul><ul><li>Indication – ocorrência de serviço </li></ul></ul><ul><ul><li>Response - resposta ao pedido </li></ul></ul><ul><ul><li>Confirmation – pedido completado </li></ul></ul><ul><li>Serviço Confirmado – Usa as quatros primitivas </li></ul><ul><li>Serviço Não confirmado – usa apenas as duas primeiras </li></ul>
  122. 126. Camada de Transporte <ul><li>Os dados são recebidos na forma de TSDU (Transport Service Data Unit) – contém informações sobre como deve ser usadas para serem transmitidas. </li></ul><ul><li>Os componetes da rede trocam informações denominados TPDU ( Transport Protocol Data Unit) </li></ul>
  123. 128. Camada de Transporte <ul><li>A ISO define dois protocolos de transportes </li></ul><ul><ul><li>Serviços Orientados a conexão </li></ul></ul><ul><ul><li>Serviços não-orientados a conexão </li></ul></ul>
  124. 129. Orientado a Conexão <ul><li>O objetivo dessa modalidade do protocolo de transporte (com conexão) é prover a qualidade de serviço (QOS - Quality Of Service ) necessária às aplicações. Suas principais funções são: </li></ul><ul><ul><li>mapeamento de endereços de transporte em endereços de rede; </li></ul></ul><ul><ul><li>estabelecimento de conexão; </li></ul></ul><ul><ul><li>multiplexação de conexões de transporte em conexões de rede; </li></ul></ul><ul><ul><li>segmentação e concatenação de unidades de dados; </li></ul></ul><ul><ul><li>recuperação de erros fim-a-fim; </li></ul></ul><ul><ul><li>controle de seqüência fim-a-fim sobre cada conexão de transporte; </li></ul></ul><ul><ul><li>controle de fluxo fim-a-fim sobre cada conexão; </li></ul></ul><ul><ul><li>monitoração da qualidade de serviço prestada; </li></ul></ul><ul><ul><li>transferência de dados expressos. </li></ul></ul>
  125. 130. Classes de serviços <ul><li>Classe 0: classe simples </li></ul><ul><li>Classe 1: classe com recuperação básica de erros </li></ul><ul><li>Classe 2: classe com multiplexação </li></ul><ul><li>Classe 3: classe com recuperação de erros e multiplexação </li></ul><ul><li>Classe 4: classe com detecção e recuperação de erros </li></ul><ul><li>PESQUISAR ONDE É APLICADO CADA CLASSE! </li></ul>
  126. 131. Formato das TPDU <ul><li>Todas as TPDU devem conter um número inteiro de octetos que são numerados a partir de 1 e na ordem crescente em que são colocados na NSDU. Os bits no octeto são numerados de 1 até 8, onde o bit 1 é o de menor ordem. Na representação de números binários que usam octetos consecutivos, o octeto de menor ordem tem o valor mais significativo. </li></ul><ul><li>Podemos representar a constituição de uma TPDU, genericamente, por: </li></ul><ul><ul><li>um cabeçalho constituído de: </li></ul></ul><ul><ul><li>- um campo indicador de tamanho LI ; - uma parte fixa e - uma parte variável (se existir); </li></ul></ul><ul><ul><li>um campo de dados (se existir). </li></ul></ul>
  127. 132. Estabelecimento de Conexão <ul><li>De forma bem ampla, uma conexão de transporte tem por objetivos trocar dados entre as entidades pares, prestando serviços aos seus usuários. Permite que cada usuário verifique a disponibilidade do usuário parceiro, podendo negociar parâmetros opcionais da conexão e realizar a alocação dos recursos necessários à comunicação entre tais usuários. </li></ul><ul><li>No modo orientado à conexão, cada conexão é vista como um par de filas interconectando dois (2) TSAP. Existe uma fila para cada direção do fluxo. </li></ul>
  128. 133. Estabelecimento de Conexão
  129. 134. <ul><li>Para o estabelecimento de uma conexão de transporte, um usuário de transporte solicita o estabelecimento de uma conexão de transporte através da primitivaT-CONNECT- request , gerando uma TPDU-CR com alguns parâmetros como os que segue: </li></ul><ul><ul><li>endereço chamado (TSAP) </li></ul></ul><ul><ul><li>endereço chamador (TSAP) </li></ul></ul><ul><ul><li>proposta de classe a ser usada </li></ul></ul><ul><ul><li>crédito para o controle de fluxo (tamanho da janela) e </li></ul></ul><ul><ul><li>tipo de numeracão (normal ou estendida). </li></ul></ul>Estabelecimento de Conexão
  130. 135. Estabelecimento de Conexão <ul><li>Pode conter outros parâmetros que estão na parte variável da TPDU, tais como: </li></ul><ul><ul><li>tamanho máximo das TPDU </li></ul></ul><ul><ul><li>throughput </li></ul></ul><ul><ul><li>taxa de erro residual </li></ul></ul><ul><ul><li>atraso de trânsito </li></ul></ul><ul><ul><li>utilização dos serviços de dados expressos e de reconhecimento da camada de rede (para a classe1) </li></ul></ul><ul><ul><li>utilização de soma verificadora (para a classe 4) </li></ul></ul><ul><ul><li>especificação de tempo máximo de reconhecimento das TPDU-DT (classe 4) </li></ul></ul><ul><ul><li>tempo máximo para a realização de reassociação da conexão de transporte após falha da conexão de rede (para as classes 1 e 3) </li></ul></ul>
  131. 136. <ul><li>Quando o usuário de transporte remoto recebe a indicação de um pedido de conexão, ele envia uma T-CONNECT- response , gerando uma TPDU-CC com as respostas aos parâmetros da TPDU-CR. Logo que a entidade de transporte originadora da TPDU-CR receber a TPDU-CC, ela responderá ao seu usuário com uma T-CONNECT- confirmation . Esse mecanismo é conhecido como two-way handshake e a figura que segue o exemplifica. </li></ul>Estabelecimento de Conexão
  132. 137. Estabelecimento de Conexão <ul><li>No caso específico da classe 4, este mecanismo apenas de pedido e confirmação não é o suficiente, deve-se realizar a confirmação da confirmação. Essa última confirmação pode ser feita através de uma TPDU-DT como mostra o exemplo abaixo. Esse macanismo é conhecido como three-way handshake . </li></ul>
  133. 138. TCP/UDP TCP – Transmission Control Protocol UDP – User Datagram Protocol
  134. 139. TCP Orientado à conexão Ponto a ponto Confiabilidade Full duplex Entrega ordenada (da aplicação) Controle de Fluxo (ack)
  135. 140. TCP 3 Fases Estabelecimento Transferência Término da conexão
  136. 141. TCP
  137. 142. TCP
  138. 143. TCP
  139. 144. TRANSFERÊNCIA DE DADOS Pesquisar sobre a transferência de dados na camada de transporte utilizando TCP.
  140. 145. UDP Protocolo não confiável Fluxo de bytes sem inicio e sem fim Serviço sem conexão Serviços de Broadcast e Multicast
  141. 146. UDP
  142. 147. Camada de Sessão Permite que diferente aplicações estabeleçam uma sessão de comunicação para troca de informações. Nesta sessão é feita a transmissão de dados e quais dados serão enviados. Permite que mesmo após o desligamento ou interrupção da comunicação, os dados podem ser enviados a partir do ponto de parada.
  143. 148. Camada de Apresentação Responsável pela formatação de dados e é a responsável pelo encapsulamento das informações em pacotes. Converte a informação recebida em um formato que comum a ser usado em uma transmissão de dados. Pode haver compressão de dados e criptografia
  144. 149. Camada de Aplicação Sétima camada do modelo OSI Aplicações em Geral Cada uma utiliza um protocolo especifico para o seu funcionamento
  145. 150. Protocolos Http Smtp Ftp Ssh Telnet SIP RDP
  146. 151. INTRANET <ul><li>Rede Corporativa de dados ou voz </li></ul><ul><li>Pode ser usada para inter-conectar setores distantes geograficamente, ou a propria LAN interna. </li></ul><ul><li>A diferença é o aproveitamento desses recursos ( www/@/ftp ) </li></ul><ul><ul><li>Ex: Livro de Ponto On-line, Requisição de veículos, requisição de equipamentos. </li></ul></ul><ul><ul><li>Economia de PAPEL!!! </li></ul></ul>
  147. 152. EXTRANET <ul><li>É o acesso externo a rede corporativa </li></ul><ul><li>Tem a finalidade de integração entre produtor / vendedor / comprador / fornecedor </li></ul><ul><li>Agilizando PROCESSOS internos na empresa </li></ul><ul><ul><li>B2B – B2C </li></ul></ul>
  148. 153. Thank you for watching, if I do not see you again... Have a great life!

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