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 Cool Vendors in Platform and Integration Middleware, March 2008
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 Foco nos processos de negócio ao invés
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uniPaaS – Princípios
 Proporcionar a máxima compatibilidade com as
tendências líderes de mercado
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Lógica de Negócios Livre de Código
O Poder da Escolha
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 Uma tela online para calcular o custo de frete
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Conclusões
 A Mobilidade para Processos de negócios tende a
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Mobile Ria Para Aplicacoes Para Negocios

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Desenvolvimento de Aplicações Móveis RIA para Cloud Computing

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Mobile Ria Para Aplicacoes Para Negocios

  1. 1. Rich Internet Application (RIA)Rich Internet Application (RIA) para Aplicações de Negóciospara Aplicações de Negócios Aplicações Móveis para o Mundo de Negócios. Forum Mobile+ / 08 e 09/09/2010 – Converge Comunicações
  2. 2. www.magicsoftware.com.brwww.magicsoftware.com.br www.twitter.com/magicsoftwarebrwww.twitter.com/magicsoftwarebr blog.magicsoftware.com.brblog.magicsoftware.com.br Rodney Antonio RepulloRodney Antonio Repullo CEO Magic Software BrasilCEO Magic Software Brasil rodney.repullo@magicsoftware.com.brrodney.repullo@magicsoftware.com.br
  3. 3. Agenda  Quem é a Magic?  Cenário Atual  O que é Cloud Computing e SaaS?  Porque estamos indo nessa direção?  O que é RIA?  Evolução dos dispositivos clients e browsers  Arquitetura das Aplicações RIA  PaaS (Plataform as a Service)  Visão da Magic Software para a Construção de Aplicações de Negócios Móveis  Construção de Aplicação de Negócios com RIA de ponta a ponta  Encerramento, Perguntas & Respostas
  4. 4. Magic Software Enterprise  Empresa International de Software fundada em 1986  Parte do Formula Group & Emblaze Group – $400M (Nasdaq: FORTY e BLZ)  NASDAQ : MGIC (IPO em 1991)  500 Colaboradores  4 Laboratórios P&D (Israel, USA, India e Japão)  Presente em em mais de 50 países  Mais de 1.5M de usuários  Mais de 2.500 Parceiros de Software
  5. 5. Milhares de Clientes Mundialmente
  6. 6. Família de Soluções da Magic Software A Plataforma de Aplicações uniPaaS habilita as empresas a desenvolver ou melhorar todo tipo de aplicação de negócios e executá-la como: Full Client, RIA, Mobile, Web, Batch or SaaS. iBOLT Integration Suite oferece integração e transformação de dados livre-de-código, roteamento de mensagens e orquestramento de processos de negócios entre aplicações.
  7. 7. A Nuvem (The Cloud)
  8. 8. O que é Cloud Computing (computação em nuvem)?  Serviços de software prestados através da internet.  Não há instalação de software/hardware nas instalações dos clientes  Eles simplesmente recebem uma URL e começam a trabalhar  Mobilidade, Agilidade, maior interação  A Nuvem pode ser publica, privada ou híbrida / Para aplicações de negócios tende a iniciar pela privada.  SaaS (Software como Serviço) é um modelo comercial que implementa o Cloud Computing 8
  9. 9. Crescimento Explosivo de Web 2.0 Players
  10. 10. Crescimento Explosivo de Web 2.0 Players
  11. 11. Crescimento Explosivo nas Funcionalidades da Web 2.0
  12. 12. Demanda da Web 2.0 Cria Novas Expectativas para Aplicações de Negócios  Os novos usuários móveis são os colaboradores das empresas.  Usuários esperam uma interface rica e com acesso ilimitado  Mobilidade é chave (notebook, netbooks, tablets e smartphones)  Expectativa por funcionalidade completa para as transações de negócios que exigem sua interação  Agilidade na execução dos processos de negócios  Interação em tempo real
  13. 13. Demanda da Web 2.0 Cria Novas Expectativas para Aplicações de Negócios Uma aplicação de negócios real no Cloud Computing / Web 2.0 tem que proporcionar respostas a todos esses Requisitos de forma simultânea RIA = Rich Internet Application
  14. 14. O que é uma Rich Internet Application (RIA)?  RIA roda através da internet .  Experiência rica do usuário / Interface Agradável e com alta Interatividade.  Instalado em um único servidor centralizado / Modelo Cloud Computing 14
  15. 15. O que é uma Aplicação RIA voltada a negócios?  Experiência rica do usuário – aparência e funcionalidades de aplicações desktop  Ideal para usuários avançados com grande volume de entrada de dados.  Alto nível de manipulação de Dados / Interação com Bancos de Dados. 15
  16. 16. The Client Continuum  Mainframes & Terminals – Dumb Client (Burro)  ClientServer - Fat Client (Gordo)  The Web Browser – Thin Client (Magro)  Rich Internet Applications – Fit Client (Sarado)
  17. 17. O Melhor dos Mundos
  18. 18. A Evolução de funcionalidades do Browser
  19. 19. Metodologia de uso de RIA como Client separado do Server
  20. 20. Metodologia de uso de RIA como Client separado do Server  Arquitetura fragmentada  Requer multiplos skills de profissionais e tecnologias  Metodologia de desenvolvimento extremamente complexa  Alto custo de desenvolvimento e manutenção  Algumas soluções estão limitadas pelo browser
  21. 21. Categorias de Produtos (RIA/Cloud/SaaS)  RIA Client Technologies  Adobe Flex  Microsoft Silverlight  Ajax  JavaFx  Terminal Clients  Citrix  Ericom  GoGlobal  Platform as a Service (PaaS)  Force.com (of SFDC)  Coghead, Longjump  BungeeConnect  Google App Engine  Amazon  Magic Software  SaaS Enabled Application Platform (SEAP)  Cordys  Magic Software (em 2011)
  22. 22. uniPaaS / Visão da Magic Software para o Desenvolvimento de Aplicações de Negócios Móveis
  23. 23. Cobertura dos Analista  Gartner  Cool Vendors in Platform and Integration Middleware, March 2008  The Impact of SaaS on Application Servers and Platforms, July 2008  Hype Cycle for Application Infrastructure, July 2008  Hype Cycle for Software as a Service, July 2008  Key Issues for Middleware Technologies for Composite Applications, July 2008  Software as a Service: Key Findings for Vendors, Oct 2008  Reference Architecture for Multitenancy: Enterprise Computing "in the Cloud“, Dec 2008  Magic Quadrant for Application Infrastructure for Back-End Application Integration Projects, Dec 2008  Magic Quadrant for Application Infrastructure for SOA Composite Application Projects, Dec 2008  Magic Quadrant for Application Infrastructure for New Systematic SOA Application Projects, Dec 2008  MarketScope for Ajax Technology and RIA Platforms, Dec 2008  Key Issues for Platform Middleware, Jan 2009  Magic Quadrant for Business Process Management Suites, Feb 2009  A Summary of Magic Quadrants for Application Infrastructure, March 2009  Application Infrastructure for Cloud Computing: An Emerging Market, Apr 2009  Forrester  Market Momentum: Middleware Software Market, Sep 2008  Drive BPM Initiatives To Higher Business Value, Oct 2008  Platform-As-A-Service Is Here; Can It Help You? Feb 2009  Platform-As-A-Service Is Here: How To Sift Through The Options, Apr 2009  Cloud Computing: Can It Help You? May 2009
  24. 24. uniPaaS – Princípios  Foco nos processos de negócio ao invés de questões tecnológicas  Tecnologia livre de código, baseada em uma abordagem meta-dados  Protege & alavanca seus investimentos de TI existentes 24
  25. 25. uniPaaS – Princípios  Proporcionar a máxima compatibilidade com as tendências líderes de mercado  Oferecer um único paradigma de desenvolvimento que trata tanto o lado Client quanto o lado Servidor da aplicação  Fornecer uma solução para dispositivos móveis  Ser o primeiro fornecedor a prover uma gama completa de soluções para desenvolvimento de aplicações de negócio. 25
  26. 26. Lógica de Negócios Livre de Código
  27. 27. O Poder da Escolha
  28. 28. Database Context Database Database Connection Manager Database Connection Manager Arquitetura Execução uniPaaS RIA Web Server Internet Requester IntranetIntranet eDevelopereDeveloper Java ClientJava ClientRIA ClientRIA Client XML Inactive contextInactive context Inactive contextInactive context Inactive contextInactive context Inactive contextInactive context Session Manager Session Manager Active contextActive context Active contextActive context Active contextActive context Active contextActive context
  29. 29. RIA DEMO blog.magicsoftware.com.br/riademo
  30. 30. Modelo de Desenvolvimento RIA de Ponta a Ponta
  31. 31. Metodologia Convencional de uso de RIA como Client separado do Server
  32. 32. Client Device Server Tier Communications uniPaaS RIA – Moelo de Desenvolvimento de Ponta a Ponta Application Logic
  33. 33. Adobe Flex Vs.Adobe Flex Vs. uniPaaSuniPaaS
  34. 34. A Aplicação “Exemplo”  Uma tela online para calcular o custo de frete  Requisitos:  O usuário entra com o CEP (ZIP CODE) e o peso  O Programa calcula o custo do frete  Constraints:  O cálculo do custo é uma atividade do lado servidor.
  35. 35. Adobe Flex – Aplicação executando…
  36. 36. Adobe Flex – Fluxo Requerido Client StartClient Start Get ValuesGet Values Send Values by RequestSend Values by Request Get ResultGet Result Bind Result to DisplayBind Result to Display Client EndClient End Wait for Response Server Start Extract Values Build Response (XML( Return Response Server End Get Request Calculate Costs 2fluxos distintos são requeridos para cada lado envolvido.
  37. 37. Adobe Flex - Screen Editor 39
  38. 38. Adobe Flex – The Code Editor 40 Aqui começa a complexidade
  39. 39. Adobe Flex – Código Lado Client Apresentação Chamada Lado Server Manipulação da Resposta Muito Código é requerido
  40. 40. Adobe Flex – Código Lado Server Retornando o XML Recepção de Parametros da Chamada Construção do XML De Resposta
  41. 41. Adobe Flex – Lado Server – Cálculo do Custo
  42. 42. O Mesmo usando
  43. 43. uniPaaS RIA– Aplicação executando…
  44. 44. uniPaaS RIA – O Fluxo Requerido Task StartTask Start Get ValuesGet Values Calculate Costs Bind Result to DisplayBind Result to Display Task EndTask End O Fluxo é simplificado pois não há necessidade de definção do que será executado no lado Server
  45. 45. uniPaaS RIA - Screen Editor
  46. 46. uniPaaS RIA – Binding Data
  47. 47. uniPaaS RIA – Cálculo do Custo Lógica do Lado Server A Lógica é definida na mesma Tarefa e o uniPaaS automaticamente sugere o que irá ser executado no Server e no Client
  48. 48. Resultado da Comparação  Adobe Flex  Mais de 50 linhas de scripts e códigos  uniPaaS RIA  Somente 6 linhas de operações  Agora, multiplique isso de acordo com aAgora, multiplique isso de acordo com a complexidade de uma aplicação de negócioscomplexidade de uma aplicação de negócios real…real…
  49. 49. Conclusões  A Mobilidade para Processos de negócios tende a iniciar na Cloud Privada e Híbrida  Deve-se iniciar com algumas etapas de processos apenas o que leva a soluções customizadas e não a soluções completamente móveis  O Paradigma do Desenvolvimento de Ponta a Ponta oferecido pelo uniPaaS viabiliza rápido retorno de investimento e simplifica em muito a entrada nesse cenário.
  50. 50. Como Começar com o uniPaaS Studio ?  Versão Discovery Gratuita para Download no Site  (www.magicsoftware.com.br)  Treinamento Desenvolvimento RIA – Auto-Estudo – Gratuito no Site  (www.magicsoftware.com.br)
  51. 51. Obrigado por sua participação! www.magicsoftware.com.br blog.magicsoftware.com.br twitter.com/magicsoftwareBR

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