Teoria conhecimenco platao_aristoteles

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Teoria conhecimenco platao_aristoteles

  1. 1. Platão (427 - 348 a.C.) Teoria das Idéias
  2. 2. Platão - Teoria das Idéias Postula que existem entidades: Eternas Unas Imutáveis (imóveis)
  3. 3. Platão - Teoria das Idéias a Idéia do Belo, ou a Beleza em si; a Idéia da Virtude, ou a Virtude em si;a Idéia da Justiça, ou a Justiça em si, etc.
  4. 4. Platão - Teoria das IdéiasTudo aquilo que é belo, virtuoso ou justo, éassim porque participa da respectiva Idéia.
  5. 5. Platão - Teoria das Idéias As Idéias (ou Formas) sãoparadigmas, modelos que conferem ordem, estabilidade e unidade àmultiplicidade e mutação incessante de todas as coisas.
  6. 6. Platão - Teoria das Idéias As Ideias são: Fonte do conhecimento verdadeiroe causa necessária de tudo aquilo que existe.
  7. 7. Platão - Teoria das IdéiasSão entidades mais reais que os seres sensíveis, isto é, mais fundamentais.
  8. 8. Platão - Teoria das IdéiasSão entidades independentes dos seres sensíveis.
  9. 9. Platão - Teoria das IdéiasSão invisíveis aos sentidos, mascognoscíveis pela inteligência.
  10. 10. Platão - Teoria das Idéias Dois Mundos:O mundo sensível – em eterna alteração Munda das Ideias (“Hiperurânio”)
  11. 11. Platão - Teoria das Idéias Ideia do Bem Idéias Nóesis Mundo Conhecimentointeligível Objetos Dianóia matemáticos Objetos Crença sensíveis (pítsis) Mundo Opiniãosensível Sombras, Imaginação imagens (eikasía )
  12. 12. Platão - Teoriadas Idéias Características das Idéias Existe uma Idéia correspondente para cada multiplicidade que tem uma propriedade em comum. Uma coisa tem uma propriedade em virtude departicipar da Idéia correspondente a esta propriedade. Toda coisa sensível tem uma propriedade e a sua contrária (oposta). Nenhuma Idéia tem sua propriedade contrária (ou sua negação). A Idéia é diferente da coisa sensível que participa da Forma. Toda Idéia de uma propriedade tem esta propriedade (auto-predicação). Toda Idéia é em si. As Idéia são fonte do conhecimento. Toda Idéia é Uma/Una.
  13. 13. Platão - Teoria das Idéias
  14. 14. Platão - Teoria das Idéias 3 “Provas” da existência das ideias: 1) O conhecimento e a ciência existem e tem que ter umobjeto, logo esse objeto existe. Mas esse objeto não pode ser as coisas sensíveis pois essas se encontram em umperpétuo estado de alteração, enquanto que o objeto das ciências deve ser permanente. Há, pois, realidades eternas e imutáveis, que denominamos ideias
  15. 15. Platão - Teoria das Idéias 3 “Provas” da existência das ideias 2) Ainda que cada homem dentro do conjunto dehomens é homem, e cada animal é animal, no entanto nenhum sujeito particular equivale em absoluto a seu predicado geral, já que o predicado possui maiorextensão que o sujeito. De que resulta que existe certa realidade exterior e independente das coisas particulares, predicável do mesmo modo de todos os indivíduos correspondentes. Essa unidade da pluralidade, que é eterna e separada dessa, recebe o nome de Ideia.
  16. 16. Platão - Teoria das Idéias 3 “Provas” da existência das ideias 3) Quando pensamos homem ou cavalo, nosso pensamento tem um objeto que não éafetado pela a destruição de nenhum homem ou cavalo particular, nem de um conjunto deles. Logo, há algo independente dos indivíduos particulares, e isso é a ideia.
  17. 17. Platão - Teoria das Idéias Anamnesis: Ménon 81a-e Fédon 72e-77a
  18. 18. Platão - Teoria das Idéias Natureza da alma: Fedro 246a-251a
  19. 19. Platão - Teoria das Idéias Graus de conhecimento: Ménon 96e-97c Crátilo 440ad República 509d-511e (diagrama da linha) República 514a-525b (alegoria da caverna)República 531d-535e (dialética como ciência suprema)
  20. 20. Platão - Teoria das Idéias Evolução da TF:Eutifron 5ce; Ménon 71d-72d; Hipias Maior 286c-287d; Crátilo389ad; Fédon 100c; Crátilo 339d; Banquete 210c-212a; Fédon78c-79a (essências inteligíveis x particulares sensíveis); Fédon 100ce (causalidade das Formas); Fédon 102d-103a (Formas contrárias se excluem); República 596a (relação entre Formas); República 506d-509 (o Bem e a analogia do Sol).
  21. 21. Platão - Teoria das Idéias Crítica do Parmênides: Do que há Formas? 130ae O que é a participação? 130e-131e a Forma 130ab 3 Formas-pensamento 132bc Formas-paradigmas 132d-133aSeparação ontologia-epistemologia 133b-135b
  22. 22. Platão - Teoria das Idéias Dualismo ontológico: Teeteto 173b-177a Timeu 27d-28a; 37cd Dualismo epistemológico Sofista 248 a Teeteto 186be Político 269d; 285e-286a Filebo 61de; 58a; 62a Timeu 27d-28 a; 37cd; 51de, 51a Carta VII 342ac; 343a; 344b Leis 632cd; 895d
  23. 23. Aristóteles (384-322 a . C.)
  24. 24. Aristóteles (384-322 a . C.) Definição de conhecimento (Segundos analíticos, Cap. 2)“Estimamos possuir a ciência de uma coisa de maneira absoluta, enão (...) de uma forma puramente acidental, quando acreditamosconhecer a causa pela qual a coisa é, quando sabemos que esta causaé a da coisa, e que, além disso, não é possível que a coisa seja outraem relação ao que ela é. Evidentemente essa é a natureza doconhecimento científico. Resulta disso que o objeto próprio daciência, no sentido próprio, é alguma coisa que não pode ser outraque aquela que ela é”.
  25. 25. Aristóteles (384-322 a . C.) Definição de conhecimento (Segundos analíticos, Cap. 2) é o mesmo conhecer o que é uma coisa e conhecer a causa de elaser
  26. 26. Aristóteles (384-322 a . C.) Conhecimento:é dizer qual é a causa necessária do ser de um coisa:
  27. 27. Aristóteles (384-322 a . C.) Conhecimento: é dizer qual é a causa necessária do ser de um coisa: - verdadeira (corresponda aos fatos) - necessária (não pode ser diferente) - universal (válida para todos os objetos e todos os tempos –eterna)
  28. 28. Aristóteles (384-322 a . C.)Conhecimento: deve ser dizer qual é a causa da coisa A causa se diz em 4 sentidos: Material Formal Final (teleológica) Eficiente
  29. 29. Aristóteles (384-322 a . C.)Causas Material e Formal → causas internasCausas Final e Eficiente → causas externas
  30. 30. Aristóteles (384-322 a . C.) 4 causas – ex: lápisCausa material Do que é feito? Madeira, grafite A causa abstrata que ordena a matéria num todo, não mero agregado. Causa formal È a ideia platônica. Nos seres vivos, a “força” interna que os faz se desenvolver – a alma “Força” exterior que A máquina deCausa eficiente moldou a matéria fazer lápis Qual a inanidade, qual o Causa final Escrever propósito?
  31. 31. Aristóteles (384-322 a . C.) 4 causas
  32. 32. Aristóteles (384-322 a . C.) Causa material:Quatro elementos primordiais (“tabela periódica”):- Fogo ( luz, brilho → fogo, estrelas, Sol, Lua) - Ar (umidade, nevoeiro, nuvens) - Água (tudo o que é líquido) - Terra (tudo o que é sólido, pesado)
  33. 33. Aristóteles (384-322 a . C.) 4 causas Matéria + forma = hilemorfismoDetermina a essência de cada indivíduo
  34. 34. Aristóteles (384-322 a . C.) A alma tem três faculdades Nutritiva Sensitiva Intelectiva
  35. 35. Aristóteles (384-322 a . C.) Ex: plantas tem apenas a alma nutritiva; os animais tem alma nutritiva e sensitiva;entre os animais apenas o ser humano tem, alés dessas duas, a alma intelectiva.
  36. 36. Aristóteles (384-322 a . C.) Alma Nutritiva ou vegetativa A alma vegetativa é o princípio mais elementar da vida, ou seja, o princípio que governa e regula as atividades biológicas. Todos os seres vivos têm uma alma nutritiva,reponsável pelo seu crescimento, desenvolvimento físico e reprodução.
  37. 37. Aristóteles (384-322 a . C.) Alma SensitivaSensações, desejo e movimento.
  38. 38. Aristóteles (384-322 a . C.) Alma Sensitiva Sensação, percepção:É uma potência que torna-se sentir em atoquando em contato com o objeto sensível.
  39. 39. Aristóteles (384-322 a . C.) Alma Sensitiva Sensação, percepção:“sensação é tornar-se semelhante ao sensível” (na nutrição assimila-se a matéria) na sensação é assimilada a forma.
  40. 40. Aristóteles (384-322 a . C.) Alma IntelectivaDivide-se em intelecto passivo e ativo
  41. 41. Aristóteles (384-322 a . C.) Intelecto passivo:Tem capacidade (potência) de conhecer as formas inteligíveis que estão em potência nas coisas
  42. 42. Aristóteles (384-322 a . C.) Intelecto ativoPõe em ato as formas inteligíveis que estão empotência nas coisas e as torna compreensíveis. É imortal
  43. 43. Aristóteles (384-322 a . C.)Conhecer consiste em ter a mente “enformada” pelo objeto que a afeta. A mente se assemelha ao objeto conhecido“Não é a pedra que está na mente, mas a sua forma”
  44. 44. Tomás de Aquino (1225-1274)Em teoria do conhecimento, acompanha Aristóteles.

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