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O Novo Ecossistema
da Informação, Comunicação e
Articulação da Sociedade
Esta é a crise que economistas e políticos ignoram. Na perspectiva
econômica, seu primeiro sinal aparece na década de 70 com a
disparada dos preços do petróleo. As instituições e entidades que
regulam a sociedade foram ultrapassadas por ela. A revolução
tecnológica estava em curso. A nova plataforma de informação,
comunicação e articulação da sociedade estava em formação. A
formulação da frase acima é de 2000.
Hoje, a informação está presente em nossas vidas em
todos pontos, a todo momento.
A McKinsey não se distingue como uma empresa de consultoria
inovadora. É conservadora. No seu último relatório sobre social
media, ela faz este desenho e conclui que as empresas que estão
fora deste universo estão fora do mercado.
As previsões da McKinsey
O sistema de educação que impera no mundo nasceu e amadureceu
em função da era industrial. Emula a linha de produção: crianças
divididas por idade e recebendo uma carga de informação
enciclopédica. Muitas vezes, este processo mata eventuais vocações
na infância.
O desafio que temos pela frente é ensinar a aprender. No mundo
em rede, o aprendizado é um processo sem fim.
Plataformas como a Coursera (https://www.coursera.org/)
carregam dezenas de universidades norte-americanas com
centenas de cursos. Neste primeiro ano de atividade já tem mais 1
000 000 de alunos em mais de 90 países. Por meio de uma
parceria (http://gigaom.com/video/coursera-amara-captions/)
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traduzir os cursos para cerca de 30 línguas. Nos EUA há um esforço
do governo para entender estas plataformas.
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SaaS ou Software como Serviço
O software é oferecido como serviço, assim, o usuário não
precisa adquirir licenças de uso para instalação ou mesmo
comprar computadores ou servidores para executá-lo. Nesta
modalidade, no máximo, paga-se um valor periódico - como se
fosse uma assinatura - somente pelos recursos utilizados e/ou
pelo tempo de uso
PLATAFORMAS INFORMACIONAIS GLOBAIS
Facebook [que provê conexões], Amazon [conteúdo, acima de tudo], Twitter
[sincronização], Microsoft [produtividade], Apple [experiência de uso], Google
[organização de informação], e Salesforce [informaticidade corporativa em
larga escala].
Há três anos, menos de 50% das 500 maiores empresas da Fortune
usavam alguma ferramenta/mídia social. Hoje, o índice é este. Isso
não significa que as empresas estão organizando suas redes sociais
na rede com as ferramentas/mídias sociais (facebook, twitter,
youtube, blog, tumblr, google+, instagram, delicious, linked in,
pinterest, sulia, memolane, sccop.it, paper.li etc etc etc). Elas
começam a usar algumas ferramentas.
Grau de satisfação das 500 maiores empresas listadas pela
Forbes com ferramentas/mídias da rede. Importante:
ferramentas, não processos de relacionamento em redes sociais
A rede e suas ferramentas permitem e fomentam novas
arquiteturas de negócios e de relacionamento social e político.
Nenhuma empresa, entidade e instituição poderá fugir desta
estrutura
O mercado ainda procura transferir modelos analógicos para o
mundo digital, o que não funciona. Não existem dois mundos. O
mundo digital é uma extensão do analógico e nenhum dos dois
sobreviveria sem o outro. A convergência dos dois é a condição para
a emergência e amadurecimento da era do conhecimento.
As pequenas e médias empresas não tiverem acesso num primeiro
momento à informática no lato sensu. O processamento na nuvem,
que gera infinitos serviços a custo baixos, tráz este segmento da
economia para o centro do processo. Além das ferramentas de
produtividade, a rede permite composições entre elas e com o
mercado impossíveis de serem realizados no mundo analógico.
O facebook representa um momento da rede. Não será eterno. A
globalização privilegia antes de tudo o glocal.
A globalização privilegia antes de tudo o glocal
O Brasil tem cerca de 6 milhões de PMEs formais.
A imagem representa um projeto. Poderia representar a
estruturação de um empreendimento que se sustenta na rede e
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Um retrato de tecnologias sociais da “conservadora” McKinsey. As
empresas da era industrial são naturalmente conservadoras, o
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porto seguro para estas empresas, um referência para a
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Um retrato, num determinado momento, das conexões do
facebook. Qualquer estrutura de qualquer natureza tem
condições de ter o retrato de suas conexões a qualquer
momento por um custo adequado na rede.
Os consumidores estão adiante dos empregados de empresas
na utilização das tecnologias sociais. Os empregados de
empresas são também consumidores. São as empresas que
ficam para trás ao não permitirem ou limitarem o uso da rede
nas suas estruturas de trabalho.
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As empresas do mundo antigo que abraçaram de forma ampla e
irrestrita as tecnologias sociais são mais competitivas das que por
medo não adotam ou adotam com restrições as tecnologias
sociais. Este dado é da McKinsey, em seu relatório do final de
2012 sobre o mundo digital. Hoje, todas as empresas são também
empresas de informação. A interação e conversação foram, são e
serão os fundamentos de todas empresas.
Modelos de negócio para
empreendimentos sustentados por tecnologia
Nunca nenhuma tecnologia avançou tão rapidamente sobre o
mercado quanto a mobilidade.
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Apple e Microsoft estão trabalhando nesta direção
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Um retrato dos tradicionais meios broadcast frente às
estruturas de informação, comunicação e articulação que se
sustentam na internet, na rede. A próxima vítima do processo
de disrupção contínua será a TV.
Um centro de monitoramento da rede com uma perspectiva
global. É possível monitorar 24hs por dia todas as
ferramentas/mídias da internet. Assim como é possível
monitorar as estruturas dos meios tradicionais que atuam na
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Quartz (qz.com) é uma estrutura de processamento e distribuição de
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tem que ser construído em ambientes que permitam o
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que foi um dos pilares da era industrial, da consolidação da
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O Mercado
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A foto foi convencionada como um retrato da rede. É o mercado
qualquer que seja sua área de atuação
A mídia digital está longe de engendrar um mundo fragmentado
habitado por míopes preocupados com seus próprios interesses. Em vez disso,
está liberando em cada um de nós nosso desejo básico de compartilhar,
o que às vezes se traduz num compartilhamento de informações, ideias políticas e sociais ou
bens e serviços. O processo já começou e é de fato uma mudança paradigma;
o consumidor está se transformando num criador. E mais ainda, sendo orgânico, este
processo pode aumentar sem limites; pode crescer incrementalmente e
cada indivíduo pode acrescentar capacidade e valor ao todo.
A mídia digital está longe de engendrar um mundo fragmentado
habitado por míopes preocupados com seus próprios interesses. Em vez disso,
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processo pode aumentar sem limites; pode crescer incrementalmente e
cada indivíduo pode acrescentar capacidade e valor ao todo.
A frase do pesquisador Walter Bender é de 2006. O termo redes
orgânicas foi criado no Media Lab por volta do ano 2000. Ainda não
tinha sido cunhado o termo rede social. O futuro próximo é das
redes de nicho, plataforma com foco específico.
Jamais ousei imaginar que
tinha o direito ou o dever
de formar a opinião pública
do meu Estado. Tudo o que
fiz na minha vida foi
procurar sondar a opinião
pública e me deixar levar
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Júlio Mesquita
1862 – 1927,
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O Novo Ecossistema da Informação, Comunicação e Articulação da Sociedade

  • 1. O Novo Ecossistema da Informação, Comunicação e Articulação da Sociedade
  • 2.
  • 3. Esta é a crise que economistas e políticos ignoram. Na perspectiva econômica, seu primeiro sinal aparece na década de 70 com a disparada dos preços do petróleo. As instituições e entidades que regulam a sociedade foram ultrapassadas por ela. A revolução tecnológica estava em curso. A nova plataforma de informação, comunicação e articulação da sociedade estava em formação. A formulação da frase acima é de 2000.
  • 4.
  • 5. Hoje, a informação está presente em nossas vidas em todos pontos, a todo momento.
  • 6.
  • 7. A McKinsey não se distingue como uma empresa de consultoria inovadora. É conservadora. No seu último relatório sobre social media, ela faz este desenho e conclui que as empresas que estão fora deste universo estão fora do mercado.
  • 8.
  • 9. As previsões da McKinsey
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  • 11. O sistema de educação que impera no mundo nasceu e amadureceu em função da era industrial. Emula a linha de produção: crianças divididas por idade e recebendo uma carga de informação enciclopédica. Muitas vezes, este processo mata eventuais vocações na infância.
  • 12.
  • 13. O desafio que temos pela frente é ensinar a aprender. No mundo em rede, o aprendizado é um processo sem fim.
  • 14.
  • 15. Plataformas como a Coursera (https://www.coursera.org/) carregam dezenas de universidades norte-americanas com centenas de cursos. Neste primeiro ano de atividade já tem mais 1 000 000 de alunos em mais de 90 países. Por meio de uma parceria (http://gigaom.com/video/coursera-amara-captions/) com a Amra (http://www.universalsubtitles.org/en/ ), vão traduzir os cursos para cerca de 30 línguas. Nos EUA há um esforço do governo para entender estas plataformas.
  • 16.
  • 17. Tudo é social (social media) nestes novos tempos.
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  • 20.
  • 21.
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  • 24.
  • 25. SaaS ou Software como Serviço O software é oferecido como serviço, assim, o usuário não precisa adquirir licenças de uso para instalação ou mesmo comprar computadores ou servidores para executá-lo. Nesta modalidade, no máximo, paga-se um valor periódico - como se fosse uma assinatura - somente pelos recursos utilizados e/ou pelo tempo de uso
  • 26. PLATAFORMAS INFORMACIONAIS GLOBAIS Facebook [que provê conexões], Amazon [conteúdo, acima de tudo], Twitter [sincronização], Microsoft [produtividade], Apple [experiência de uso], Google [organização de informação], e Salesforce [informaticidade corporativa em larga escala].
  • 27.
  • 28.
  • 29. Há três anos, menos de 50% das 500 maiores empresas da Fortune usavam alguma ferramenta/mídia social. Hoje, o índice é este. Isso não significa que as empresas estão organizando suas redes sociais na rede com as ferramentas/mídias sociais (facebook, twitter, youtube, blog, tumblr, google+, instagram, delicious, linked in, pinterest, sulia, memolane, sccop.it, paper.li etc etc etc). Elas começam a usar algumas ferramentas.
  • 30.
  • 31. Grau de satisfação das 500 maiores empresas listadas pela Forbes com ferramentas/mídias da rede. Importante: ferramentas, não processos de relacionamento em redes sociais
  • 32.
  • 33. A rede e suas ferramentas permitem e fomentam novas arquiteturas de negócios e de relacionamento social e político.
  • 34.
  • 35. Nenhuma empresa, entidade e instituição poderá fugir desta estrutura
  • 36.
  • 37. O mercado ainda procura transferir modelos analógicos para o mundo digital, o que não funciona. Não existem dois mundos. O mundo digital é uma extensão do analógico e nenhum dos dois sobreviveria sem o outro. A convergência dos dois é a condição para a emergência e amadurecimento da era do conhecimento.
  • 38.
  • 39. As pequenas e médias empresas não tiverem acesso num primeiro momento à informática no lato sensu. O processamento na nuvem, que gera infinitos serviços a custo baixos, tráz este segmento da economia para o centro do processo. Além das ferramentas de produtividade, a rede permite composições entre elas e com o mercado impossíveis de serem realizados no mundo analógico.
  • 40.
  • 41. O facebook representa um momento da rede. Não será eterno. A globalização privilegia antes de tudo o glocal.
  • 42.
  • 43. A globalização privilegia antes de tudo o glocal
  • 44.
  • 45. O Brasil tem cerca de 6 milhões de PMEs formais.
  • 46.
  • 47. A imagem representa um projeto. Poderia representar a estruturação de um empreendimento que se sustenta na rede e tecnologias digitais
  • 48.
  • 49. Um retrato de tecnologias sociais da “conservadora” McKinsey. As empresas da era industrial são naturalmente conservadoras, o sistema econômico/financeiro as obriga a ser. A McKinsey é um porto seguro para estas empresas, um referência para a necessidade de avançar no novo mundo.
  • 50.
  • 51. Um retrato, num determinado momento, das conexões do facebook. Qualquer estrutura de qualquer natureza tem condições de ter o retrato de suas conexões a qualquer momento por um custo adequado na rede.
  • 52.
  • 53. Os consumidores estão adiante dos empregados de empresas na utilização das tecnologias sociais. Os empregados de empresas são também consumidores. São as empresas que ficam para trás ao não permitirem ou limitarem o uso da rede nas suas estruturas de trabalho.
  • 54.
  • 55. Modelo de negócios de empresas de tecnologia
  • 56.
  • 57. As empresas do mundo antigo que abraçaram de forma ampla e irrestrita as tecnologias sociais são mais competitivas das que por medo não adotam ou adotam com restrições as tecnologias sociais. Este dado é da McKinsey, em seu relatório do final de 2012 sobre o mundo digital. Hoje, todas as empresas são também empresas de informação. A interação e conversação foram, são e serão os fundamentos de todas empresas.
  • 58.
  • 59. Modelos de negócio para empreendimentos sustentados por tecnologia
  • 60. Nunca nenhuma tecnologia avançou tão rapidamente sobre o mercado quanto a mobilidade.
  • 61.
  • 62. O próximo salto será consequência dos smart glasses. Google, Apple e Microsoft estão trabalhando nesta direção (http://www.businessinsider.com/the-end-of-the-smartphone- era-is-coming-2012-11)
  • 63.
  • 64. Um retrato dos tradicionais meios broadcast frente às estruturas de informação, comunicação e articulação que se sustentam na internet, na rede. A próxima vítima do processo de disrupção contínua será a TV.
  • 65.
  • 66. Um centro de monitoramento da rede com uma perspectiva global. É possível monitorar 24hs por dia todas as ferramentas/mídias da internet. Assim como é possível monitorar as estruturas dos meios tradicionais que atuam na rede. O foco do monitoramento é definido pelos seus objetivos.
  • 67.
  • 68.
  • 69. Quartz (qz.com) é uma estrutura de processamento e distribuição de informação arquitetada em função do futuro
  • 70.
  • 71. Não tem sentido criar barreiras para o seu conteúdo na rede. Ele tem que ser construído em ambientes que permitam o compartilhamento.
  • 72.
  • 73. A situação hoje da indústria, a da informação, que foi um dos pilares da era industrial, da consolidação da democracia e da economia de livre mercado. (http://www.mondaynote.com/2012/07/08/transfer-of-value/)
  • 74.
  • 75.
  • 77. O Mercado A foto foi convencionada como um retrato da rede. É o mercado qualquer que seja sua área de atuação
  • 78. A mídia digital está longe de engendrar um mundo fragmentado habitado por míopes preocupados com seus próprios interesses. Em vez disso, está liberando em cada um de nós nosso desejo básico de compartilhar, o que às vezes se traduz num compartilhamento de informações, ideias políticas e sociais ou bens e serviços. O processo já começou e é de fato uma mudança paradigma; o consumidor está se transformando num criador. E mais ainda, sendo orgânico, este processo pode aumentar sem limites; pode crescer incrementalmente e cada indivíduo pode acrescentar capacidade e valor ao todo.
  • 79. A mídia digital está longe de engendrar um mundo fragmentado habitado por míopes preocupados com seus próprios interesses. Em vez disso, está liberando em cada um de nós nosso desejo básico de compartilhar, o que às vezes se traduz num compartilhamento de informações, ideias políticas e sociais ou bens e serviços. O processo já começou e é de fato uma mudança paradigma; o consumidor está se transformando num criador. E mais ainda, sendo orgânico, este processo pode aumentar sem limites; pode crescer incrementalmente e cada indivíduo pode acrescentar capacidade e valor ao todo. A frase do pesquisador Walter Bender é de 2006. O termo redes orgânicas foi criado no Media Lab por volta do ano 2000. Ainda não tinha sido cunhado o termo rede social. O futuro próximo é das redes de nicho, plataforma com foco específico.
  • 80. Jamais ousei imaginar que tinha o direito ou o dever de formar a opinião pública do meu Estado. Tudo o que fiz na minha vida foi procurar sondar a opinião pública e me deixar levar tranquilo e sossegado pela corrente que me parecia mais acertada. Júlio Mesquita 1862 – 1927, uma cabeça de rede em qualquer época