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Ponto de equilíbrio

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Contabilidade Gerencial e de Custos

Ponto de equilíbrio

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PONTO DE EQUILÍBRIO 
O ponto de equilíbrio equivale ao lucro variável. É a diferença entre o preço de venda unitário do produto e os custos 
e despesas variáveis por unidade do produto. Isto significa que, em cada unidade vendida, a 
empresa terá um determinado valor de lucro. Multiplicado pelo total das vendas, teremos a contribuição marginal total 
do produto para o lucro da empresa. Em outras palavras, Ponto de Equilíbrio significa o faturamento mínimo que a 
empresa tem que atingir para que não tenha prejuízo, mas que também não estará conquistando lucro neste ponto. 
É muito comum encontrarmos empresários que afirmam saber o que significa Ponto de Equilíbrio. Alguns realmente 
sabem, outros pensam que sabem e têm aqueles que literalmente não fazem a menor idéia do que venha ser Ponto 
de Equilíbrio. Se soubessem o quão importante é o conhecimento deste indicador para a sobrevivência de um 
empreendimento, jamais se permitiriam desconhecê-lo. Muitas micro e pequenas empresas não conseguem 
completar um ano de vida, em alguns casos pelo completo desconhecimento do ramo de atividade a que se 
propuseram, e , na maioria dos casos, por completo descontrole administrativo. O descontrole administrativo é tão 
grave que as vezes o executivo se ilude pensando que está obtendo lucros em suas operações, mas na verdade, 
acabam quebrando sem saber o motivo. Por incrível que pareça, acreditam que se as receitas forem iguais às 
despesas fixas ( aluguel do imóvel, salário do pessoal, condomínio, combustível, material de expediente, pró-labore, 
etc ) estarão pelo menos " tocando o negócio e empatando " , como se diz na gíria, não obtendo, nem lucro , nem 
prejuízo. A falência é uma questão de tempo. 
Ponto de Equilíbrio é um dos indicadores contábeis que informa ao executivo o volume necessário de vendas, no 
período considerado, para cobrir todas as despesas, fixas e variáveis, incluído-se o custo da mercadoria vendida ou 
do serviço prestado. Este indicador tem por objetivo determinar o nível de produção em termos de quantidade e ou 
de valor que se traduz pelo equilíbrio entre a totalidade dos custos e Retângulo de cantos arredondados: DIRETORIA 
das receitas. Para um nível abaixo deste ponto, a empresa estará na zona de prejuízo e acima dele, na zona da 
lucratividade. É o mínimo que se deve alcançar com receitas para que não amargue com prejuízo. 
Figura 07 - Ponto de Equilíbrio 
Conforme se pode observar a figura acima, o Ponto de Equilíbrio é o ponto onde a linha da Receita cruza com a linha 
do custo total. Para se calcular o Ponto de Equilíbrio, necessário se faz é o conhecimento do conceito de Margem de 
Contribuição. Para Padoveze (1997,p.257), representa o lucro variável. É a diferença entre o preço de venda unitário 
do produto e os custos e despesas variáveis por unidade de produto. Significa que em cada unidade vendida a 
empresa lucrará determinado valor. Multiplicado pelo total vendido, teremos a contribuição marginal total do produto 
para a empresa. Margem de Contribuição, nada mais é do que os resultados positivos, obtidos através da Receita, 
menos os Custos Variáveis. Este resultado, que é a Margem de Contribuição, deverá ser igual aos Custos Fixos para 
que se chegue ao Ponto de Equilíbrio. 
Fórmula do Ponto de Equilíbrio : PE = Custos Fixos / % Margem Contrib. 
5.1 - Descobrindo % da Margem de Contribuição 
Demonstração de Resultado da empresa " XYZ " 
ITEM VALORES % 
Receita R$ 100.000,00 100 % 
( - ) Custos Variáveis R$ 65.000,00 65 % 
= Margem de Contribuição R$ 35.000,00 35 % 
( - ) Custos Fixos R$ 28.000,00
= Resultado 
R$ 7.000,00 
5.2 - Ponto de Equilíbrio Contábil 
É o mínimo que deveremos vender num determinado período de tempo para que nossas operações não dêem 
prejuízo. Obviamente que também não estaremos conseguindo lucro. No caso da empresa acima, o Ponto de 
Equilíbrio seria: 
Custo Fixo 
PE = --------------------------- então, 
% Margem Contribuição 
R$ 28.000,00 
PE = --------------------------- => PE = R$ 80.000,00 
35 % 
Então, R$ 80.000,00 é o mínimo, aproximadamente, que esta empresa tem que vender para conseguir bancar a sua 
estrutura, ou seja, para não amargar com prejuízo. 
Verificação: 
Demonstração de Resultado do PE da empresa " XYZ " 
ITEM VALORES % 
Receita R$ 80.000,00 100 % 
( - ) Custos Variáveis R$ 52.000,00 65 % 
= Margem de Contribuição R$ 28.000,00 35 % 
( - ) Custos Fixos R$ 28.000,00 
= Resultado R$ 0,00 
5.3 - Ponto de Equilíbrio Econômico 
É o Ponto de Equilíbrio com um lucro desejado. Poderá acontecer de, no processo de elaboração orçamentária, a 
diretoria determine um Ponto de Equilíbrio com um lucro desejado. Vamos ver o cálculo, tomando como exemplo a 
demonstração da empresa " XYZ ", considerando que a diretoria determinou um lucro desejado de R$ 6.000,00, 
acima do Ponto de Equilíbrio: 
PE = R$ 28.000,00 + R$ 6.000,00 => PE = R$ 97.142,86 
35 % 
Verificação: 
Demonstração de Resultado do PE da empresa " XYZ " 
ITEM VALORES % 
Receita R$ 97.142,86 100 % 
- ) Custos Variáveis R$ 63.142,86 65 % 
= Margem de Contribuição R$ 34.000,00 35 % 
( - ) Custos Fixos R$ 28.000,00 
= Resultado R$ 6.000,00 
5.4 - Ponto de Equilíbrio Financeiro 
É quando dentro dos Custos Fixos, existem variações patrimoniais que não significam desembolsos para a empresa, 
mas que, de acordo com os Princípios Contábeis, estas variações devem figurar no resultado do exercício, sendo 
confrontados com as receitas, porque contribuíram para a constituição da mesma. Exemplo clássico é a depreciação. 
Usando o mesmo exemplo anterior, sem o lucro desejado, vamos imaginar que dentro dos custos fixos exista um 
valor de R$ 2.000,00 referente à depreciação. Eliminando-se a depreciação, o Ponto de Equilíbrio cai. 
PE = R$ 28.000,00 - R$ 2.000,00 => PE = R$ 74.285,71 
35 % 
Verificação: 
Demonstração de Resultado do PE da empresa " XYZ " 
ITEM VALORES % 
Receita R$ 74.285,71 100 % 
( - ) Custos Variáveis R$ 48.285,71 65 % 
= Margem de Contribuição R$ 26.000,00 35 % 
( - ) Custos Fixos R$ 26.000,00 
= Resultado R$ 0,00
5.5 - Limitações da Análise do Ponto de Equilíbrio 
Apesar de o Ponto de Equilíbrio ser uma ferramenta fundamental na Administração Financeira, este coeficiente não 
é exato, sendo passível de alguma diferença no decorrer do período. E isso é fácil de explicar. O Custo Fixo, na 
realidade ele não é fixo como se diz. Ele tem esta denominação, de custo fixo, porque ele não varia de acordo com 
as vendas, por isso que é chamado de custo fixo. Porém, os custos que o compõem, na realidade variam de acordo 
com o desperdício administrativo. Por exemplo, a energia elét rica, o gasto com comunicações, com combustível e 
outros gastos considerados fixos, se não houver controle, eles sempre estarão variando e, com eles variando, o Ponto 
de Equilíbrio também variará. Por isso , este coeficiente tem seu valor aproximado. Mas apesar disso, o Ponto de 
Equilíbrio é uma ferramenta extremamente importante na Administração Financeira. 
FORMAÇÃO DO PREÇO DE VENDA 
Um dos grandes problemas que as micro e pequenas empresas enfrentam hoje é a perfeita determinação do preço 
das suas mercadorias. Atualmente, o mercado brasileiro é composto por empresas de grande, médio e pequeno 
porte, como também as microempresas e os informais (ambulantes), que têm em comum a participação em um 
mesmo segmento de mercado. As estruturas operacionais destas empresas é que determinarão o real preço de 
venda de seus produtos, independentemente do mercado. A que tem menor estrutura operacional, mais enxuta, muito 
provavelmente conseguirá colocar uma mercadoria a um preço mais competitivo, talvez, bem abaixo do preço de 
mercado. Isso é semelhante à concorrência entre um ambulante e um magazine. Por que o ambulante consegue 
precificar abaixo do preço do magazine sendo a mesma mercadoria? Porque o ambulante não tem estrutura 
operacional e o magazine possui uma estrutura de gastos que tem custos tributários, financeiros, comissões, salários, 
telefone, aluguel, energia elétrica, dentre tantos outros. Este tipo de concorrência está presente entre as várias 
empresas que compõem um mesmo segmento de mercado. Este conjunto de gastos pesa na hora da precificação e 
certamente deverá ser cuidadosamente inserido no preço de venda. 
Alem de preço de venda, os micro e pequenos empresários precisam estar atentos às estratégias que são utilizadas 
pelas empresas para conquistar o mercado, dentre as quais destacam-se as seguintes abaixo; 
6.1 - Estratégias de Preços Distintos 
Diferentes preços para diferentes compradores: 
 Desconto em um Segundo-Mercado 
Preços diferenciados para mercados diferentes devido ao excesso de estoque. Pretende-se desovar os estoques 
num mercado secundário com preços reduzidos. 
 Desnatação 
A desnatação envolve a fixação de um preço relativamente alto na vida de um produto. Ex: Micro, Kit gás, etc. O 
preço é sistematicamente reduzido à medida que o tempo passa. 
 Desconto Periódico e Randômico 
Descontos periódicos são os previsíveis, como os realizados pelas companhias telefônicas. Ex: Oi nos finais de 
semana, Embratel idem, etc. Os descontos randômicos são oferecidos ocasionalmente. Ex: Montadoras de 
veículos. 
6.2 - Estratégias de Preços Competitivos 
 Igualando a Estratégia da Competição 
A organização estabelece preços iguais aos de seus competidores, mudando a competição para outras áreas. Ex: 
Qualidade do produto. 
 Cotar por Baixo do Preço da Competição 
Colocando o preço abaixo da concorrência fará com que os estoques girem mais e este giro recuperará a margem 
perdida. Esta estratégia derruba a concorrência. Ex: Lojas Americanas com as ofertas relâmpagos de peças íntimas 
 Líderes de Preços e Seguidores 
Organizações com grande fatias no mercado determinam o nível de preço, devido à qualidade, tradição, etc. 
Organizações mais fracas, concorrentes, o seguirão. 
 Preço de Penetração 
Colocação de um produto novo no mercado com um preço baixo com a intenção de ganhar mercado. Mais tarde, o 
preço tende a aumentar. Ex: FIAT 147. 
 Preço Predatório 
São preços estabelecidos, teoricamente, por tradição. Podem até dificultar a entrada de concor rentes devido à 
margem de lucro estar atrelada ao mercado. Ex: Preço do cafezinho ( Pé-duro ), Preço do Jornal, etc. 
 Preço Inflacionário 
Com a inflação, a empresa aumenta o preço dos produtos e depois passa a usar falsos descontos para atrair os 
compradores. Ex: Mercado atual. 
6.3 - Estratégias de Precificação por Linha de Produtos 
Maximizar os lucros para o total dos produtos da linha e não diferencia-los 
 Preço Cativo 
É a estratégia de colocar um determinado aparelho a um preço baixo, porém, para que funcione, necessita de 
acessórios e estes compensam a falta de lucro no aparelho básico. Ex: Aparelho de barba Mack III da Gillete. 
 Preço Isca e Preço Líder 
É o método de atrair clientes para compras de itens de baixo preço com a intenção de que ele compra os outros 
com preços mais elevados. EX: Ofertas relâmpagos das Lojas Americanas.
 Preço Pacote e Múltiplas-Unidades de Preços 
É quando o preço de uma unidade sai mais cara do que o conjunto todo. 
6.4 - Método de Formação de Preços (Mark Up) 
O Mark Up ou taxa de marcação como é também conhecido, é um multiplicador aplicado sobre o custo de um bem 
ou serviço para a formação do preço de venda. Esse multiplicador é obtido através de uma fórmula que insere os 
impostos sobre venda, despesas financeiras, comissões sobre as vendas, despesas administrativas, despesas de 
vendas, outras despesas e a margem de lucro desejada. É um índice muito utilizado para precificação, mas requer 
um conhecimento, por parte do micro e pequeno empresário, da estrutura operacional do empreendimento. 
Aplica-se um multiplicador de tal forma que os demais elementos formadores do preço de venda sejam adicionados 
ao custo, a partir desse multiplicador. 
O micro e pequeno empresário poderão utilizar o mark up genérico ou por produto. O correto seria o multiplicador por 
produto, pois cada produto tem a sua margem de lucro já determinada e margens diferentes acarretarão em 
multiplicadores diferentes, mesmo que os demais gastos sejam iguais. 
É um índice aplicado sobre o custo de um bem ou serviço para a formação do preço de venda. Esse índice é tal que 
cobre os impostos e taxas aplicadas sobre as vendas, as despesas administrativas fixas, as despesas de vendas 
fixas, os custos indiretos fixos de fabricação, os custos financeiros e o lucro desejado. 
FÓRMULAS 
Markup: 100 / (100 - (% + ...... +)) 
A representação na fórmula destes símbolos, (% + ... +), significa que será composta pelo somatório de impostos 
sobre venda, despesas financeiras, comissões sobre vendas, despesas administrativas, despesas com venda s, 
outras despesas e a margem de lucro desejada. Todos estes itens serão comparados ao faturamento e convertidos 
em percentuais. Todos os componentes do mark up são determinados através de relações percentuais médias sobre 
preços de vendas e, a seguir, aplicados sobre o custo dos produtos. 
Preço de Venda : Custo Unitário X Mark Up 
Calculado o preço de venda da mercadoria através da fórmula do mark up, o micro e pequeno empresário terão 
certeza de que dentro do seu preço de venda estarão incluídos todos os gastos de sua empresa como também a 
margem de lucro desejada. 
Exemplo empresa Imaginária: 
Faturamento médio mensal R$ 100.000,00 
Despesas Fixas médias mensais R$ 20.000,00 = 20% 
Custo Unitário Produto sem ICMS R$ 20,00 
ICMS 17,00 % 
Simples EPP 5,40 % 
Comissão 4,00 % 
Propaganda 2,50 % 
Frete despesa 1,65 % 
Perdas Estimadas 1,50 % 
Financeiras 5,00 % 
Margem Desejada 5,00 % 
Mark Up: 100 / (100 - ( 17 + 5,4 + 4 + 2,5 + 1,65 + 1,5 + 5 + 5 + 20 )) 
Mark Up: 100 / (100 - 62,05) = 100 / 37,95 = 2,6350 < /STRONG > 
Preço de Venda = R$ 20,00 X 2,6350 = R$ 52,70 < /STRONG > 
CONSIDERAÇÕES FINAIS 
Quando se fala em Finanças Empresariais, necessariamente temos que recorrer à CONTABILIDADE. Como a própria 
história nos diz, até mesmo o homem das cavernas se utilizava dela para controlar o seu patrimônio por meio de 
controles arcáicos. E a história vem provando que a sociedade depende dos registros contábeis, quer no campo 
governamental, empresarial ou mesmo familiar. Ora, se até o homem das cavernas utilizava a contabilidade, por que 
uma empresa não se utilizaria dela como ferramenta de tomada de decisão para analisar o passado, controlar o 
presente e fazer orçamentos para o futuro? Foi-se o tempo em que o contador era o homem que apenas calculava 
os impostos e a folha de pagamento da empresa. Hoje ele é um aliado fortíssimo do empresário fornecendo relatórios 
que podem ser analisados e, a partir daí, elaborar uma avaliação acerca das condições financeiras da empresa. 
Através da Análise de Balanços, a contabilidade disseca as Demonstrações Financeiras e informa aos usuários a 
real situação patrimonial da empresa. Sem dúvida nenhuma, a contabilidade é uma ferramenta que auxilia muito na 
administração das finanças empresariais. 
Como se pode observar, a contabilidade é um instrumento fundamental para que se possa administrar com eficiência 
um empreendimento. De posse desta gama de informações contábeis, o administrador poderá planejar o futuro 
desejado para a sua MPE onde serão traçadas as metas e objetivos com vistas aos resultados. Este planejamento 
será controlado pela contabilidade através de seus registros possibilitando ao administrador tomar decisões certas 
em tempos hábeis. 
De posse das informações contábeis poder-se-á realizar uma boa ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA na empresa. O 
gerenciamento eficiente do Capital de Giro proporcionará à empresa melhores condições para disputar o mercado 
com suas concorrentes. O controle dos principais itens do Ativo Circulante, tais como as disponibilidades, estoques
e contas a receber, proporcionarão maior flexibilidade à empresa diante da concorrência ou das turbulências que o 
mercado proporciona. 
O Fluxo de Caixa é um instrumento que proporcionará uma visão futurística ao administrador financeiro das entradas 
e saídas de recursos possibilitando que o mesmo tome decisões acerca das finanças da empresa antecipadamente, 
quer nas sobras de recursos ou nas faltas. 
O PONTO DE EQUILÍBRIO é um dos indicadores contábeis que informa ao administrador o volume necessário de 
vendas, no período considerado, para cobrir todas as despesas, fixas e variáveis, incluído-se o custo da mercadoria 
vendida ou do serviço prestado. Este indicador tem por objetivo determinar o nível de produção em termos de 
quantidade e ou de valor que se traduz pelo equilíbrio entre a totalidade dos custos e das receitas. Para um nível 
abaixo deste ponto, a empresa estará na zona de prejuízo e acima dele, na zona da lucratividade. É o mínimo que 
se deve alcançar com receitas para que não amargue com prejuízo. Por conseguinte, o Ponto de Equilíbrio é um dos 
indicadores que lhe auxiliará na administração do seu negócio. Existem vários outros indicadores contábeis de suma 
importância para uma boa administração de um empreendimento, tais como os Índices de Solvência, de 
Endividamento, de Rentabilidade, de Lucratividade, Capital de Giro, etc. 
Existem empresas de grande, médio e pequeno portes, como também as microempresas e os informais, que têm em 
comum, a participação de um mesmo segmento de mercado, mas o que elas têm de diferente são as suas estruturas 
operacionais. Estas estruturas operacionais é que determinarão o real PREÇO DE VENDA de seus produtos, 
independentemente do mercado. A que tem menor estrutura, mais enxuta, certamente conseguirá colocar uma 
mercadoria a um preço mais competitivo, talvez, bem abaixo do preço de mercado. Isso é semelhante à concorrência 
entre o camelô e um magazine. Por que o camelô consegue precificar abaixo do preço do magazine, sendo a mesma 
mercadoria? Porque o camelô não tem estrutura operacional e o magazine tem custos tributários, financeiros, 
comissões, salários, telefone, aluguel, energia elétrica, dentre tantos outros. Este tipo de concorrência está presente 
entre as várias empresas que compõem um mesmo segmento de mercado. Este rol de gastos pesa na hora da 
precificação e certamente deverá ser cuidadosamente inserido no preço de venda. 
Para o ponto de equilíbrio contábil são levados em conta os custos fixos contábeis relacionados com o funcionamento 
da empresa. 
Para o ponto de equilíbrio contábil são levados em conta os custos fixos contábeis relacionados com o 
funcionamento da empresa. 
Ponto de equilíbrio é o valor ou a quantidade que a empresa precisa vender para cobrir o custo das mercadorias 
vendidas, as despesas variáveis e as despesas fixas. 
Ponto de equilíbrio é o valor ou a quantidade que a empresa precisa vender para cobrir o custo das 
mercadorias vendidas, as despesas variáveis e as despesas fixas. 
No ponto de equilíbrio, a empresa não terá lucro nem prejuízo. No ponto de equilíbrio, a empresa não terá lucro nem 
prejuízo. 
O ponto de equilíbrio é calculado das seguintes formas: O ponto de equilíbrio é calculado das seguintes formas: 
1. Ponto de Equilíbrio em Valores: 1. Ponto de Equilíbrio em Valores: 
Valor total das despesas fixas, dividido pela % da margem de contribuição. Valor total das despesas fixas, 
dividido pela % da margem de contribuição. 
Exemplo: Exemplo: 
- Valor total das despesas fixas = R$ 5.000,00; - Valor total das despesas fixas = R$ 5.000,00; 
- % margem de contribuição = 30%; - % margem de contribuição = 30%; 
- Ponto de Equilíbrio: R$ 5.000,00 / 30% = "R$" 16.666,67. - Ponto de Equilíbrio: R$ 5.000,00 / 30% = "R$" 
16.666,67. 
2. Ponto de Equilíbrio em Quantidades: 2. Ponto de Equilíbrio em Quantidades: 
Valor total das despesas fixas, dividido pelo valor da margem de contribuição. Valor total das despesas fixas, 
dividido pelo valor da margem de contribuição. 
Exemplo: Exemplo: 
- Valor das despesas fixas = R$ 5.000,00; - Valor das despesas fixas = R$ 5.000,00; 
- Valor da margem de contribuição = R$ 6,00; - Valor da margem de contribuição = R$ 6,00; 
- Ponto de Equilíbrio em Qtde: R$ 5.000,00 / R$ 6,00 = 833 unidades. - Ponto de Equilíbrio em Qtde: R$ 5.000,00 / 
R$ 6,00 = 833 unidades. 
Em seu caso:
Preço de Venda... R$17,00 
Custo Váriável... R$12,00 
Margem de Contribuição... R$5,00 
% MC s/Preço Venda... 29,41% 
Custos Fixos... R$8.000,00 
1-) calcule o ponto de equilibrio em unidades.faça um grafico para demonstrar. 
Ponto de Equilibrio = R$ 8.000,00 / 29,41% ==> R$27.200,00 
Para calcular em unidades, basta dividir: 
Ponto de Equilibrio em R$ ==> R$27.200,00 1.600 
Preço de Venda Unitário ==> R$17,00 
Ponto de Equilibrio em Unidades: 1.600 unidades 
2-)qual é o custo total no ponto de equilibrio,quando a receita total é igual ao custo total 
?? PE ==> RT (Receita Total) = CT (Custo Total) 
Logo, se a Receita Total é R$ 27.200,00 o Custo Total também será R$ 27.200,00 
R$27.200,00 
Agora... Se a indagação for de quanto é o Custo Váriável, então é 
o Total de R$ 19.200,00 , demonstrando: 
Preço Unitário Quantidade Valores Totais 
Preço de Venda... R$17,00 1600 R$27.200,00 
Custo Váriável... R$12,00 1600 R$19.200,00 
Margem de Contribuição... R$5,00 - R$8.000,00 
Custos Fixos... - - R$(8.000,00) 
Lucro Após Custos Fixos... - - R$- 
3-)se conseguir vender 3.000 camisas por ano qual seria seu lucro liquido?(não há desconto de IRPJ) 
faça um grafico demostrando a situação. 
Preço Unitário Quantidade Valores Totais 
Preço de Venda... R$17,00 3000 R$51.000,00 
Custo Váriável... R$12,00 3000 R$36.000,00 
Margem de Contribuição... R$5,00 - R$15.000,00 
Custos Fixos... - - R$(8.000,00) 
Lucro Após Custos Fixos... - - R$7.000,00
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Ponto de equilíbrio

  • 1. PONTO DE EQUILÍBRIO O ponto de equilíbrio equivale ao lucro variável. É a diferença entre o preço de venda unitário do produto e os custos e despesas variáveis por unidade do produto. Isto significa que, em cada unidade vendida, a empresa terá um determinado valor de lucro. Multiplicado pelo total das vendas, teremos a contribuição marginal total do produto para o lucro da empresa. Em outras palavras, Ponto de Equilíbrio significa o faturamento mínimo que a empresa tem que atingir para que não tenha prejuízo, mas que também não estará conquistando lucro neste ponto. É muito comum encontrarmos empresários que afirmam saber o que significa Ponto de Equilíbrio. Alguns realmente sabem, outros pensam que sabem e têm aqueles que literalmente não fazem a menor idéia do que venha ser Ponto de Equilíbrio. Se soubessem o quão importante é o conhecimento deste indicador para a sobrevivência de um empreendimento, jamais se permitiriam desconhecê-lo. Muitas micro e pequenas empresas não conseguem completar um ano de vida, em alguns casos pelo completo desconhecimento do ramo de atividade a que se propuseram, e , na maioria dos casos, por completo descontrole administrativo. O descontrole administrativo é tão grave que as vezes o executivo se ilude pensando que está obtendo lucros em suas operações, mas na verdade, acabam quebrando sem saber o motivo. Por incrível que pareça, acreditam que se as receitas forem iguais às despesas fixas ( aluguel do imóvel, salário do pessoal, condomínio, combustível, material de expediente, pró-labore, etc ) estarão pelo menos " tocando o negócio e empatando " , como se diz na gíria, não obtendo, nem lucro , nem prejuízo. A falência é uma questão de tempo. Ponto de Equilíbrio é um dos indicadores contábeis que informa ao executivo o volume necessário de vendas, no período considerado, para cobrir todas as despesas, fixas e variáveis, incluído-se o custo da mercadoria vendida ou do serviço prestado. Este indicador tem por objetivo determinar o nível de produção em termos de quantidade e ou de valor que se traduz pelo equilíbrio entre a totalidade dos custos e Retângulo de cantos arredondados: DIRETORIA das receitas. Para um nível abaixo deste ponto, a empresa estará na zona de prejuízo e acima dele, na zona da lucratividade. É o mínimo que se deve alcançar com receitas para que não amargue com prejuízo. Figura 07 - Ponto de Equilíbrio Conforme se pode observar a figura acima, o Ponto de Equilíbrio é o ponto onde a linha da Receita cruza com a linha do custo total. Para se calcular o Ponto de Equilíbrio, necessário se faz é o conhecimento do conceito de Margem de Contribuição. Para Padoveze (1997,p.257), representa o lucro variável. É a diferença entre o preço de venda unitário do produto e os custos e despesas variáveis por unidade de produto. Significa que em cada unidade vendida a empresa lucrará determinado valor. Multiplicado pelo total vendido, teremos a contribuição marginal total do produto para a empresa. Margem de Contribuição, nada mais é do que os resultados positivos, obtidos através da Receita, menos os Custos Variáveis. Este resultado, que é a Margem de Contribuição, deverá ser igual aos Custos Fixos para que se chegue ao Ponto de Equilíbrio. Fórmula do Ponto de Equilíbrio : PE = Custos Fixos / % Margem Contrib. 5.1 - Descobrindo % da Margem de Contribuição Demonstração de Resultado da empresa " XYZ " ITEM VALORES % Receita R$ 100.000,00 100 % ( - ) Custos Variáveis R$ 65.000,00 65 % = Margem de Contribuição R$ 35.000,00 35 % ( - ) Custos Fixos R$ 28.000,00
  • 2. = Resultado R$ 7.000,00 5.2 - Ponto de Equilíbrio Contábil É o mínimo que deveremos vender num determinado período de tempo para que nossas operações não dêem prejuízo. Obviamente que também não estaremos conseguindo lucro. No caso da empresa acima, o Ponto de Equilíbrio seria: Custo Fixo PE = --------------------------- então, % Margem Contribuição R$ 28.000,00 PE = --------------------------- => PE = R$ 80.000,00 35 % Então, R$ 80.000,00 é o mínimo, aproximadamente, que esta empresa tem que vender para conseguir bancar a sua estrutura, ou seja, para não amargar com prejuízo. Verificação: Demonstração de Resultado do PE da empresa " XYZ " ITEM VALORES % Receita R$ 80.000,00 100 % ( - ) Custos Variáveis R$ 52.000,00 65 % = Margem de Contribuição R$ 28.000,00 35 % ( - ) Custos Fixos R$ 28.000,00 = Resultado R$ 0,00 5.3 - Ponto de Equilíbrio Econômico É o Ponto de Equilíbrio com um lucro desejado. Poderá acontecer de, no processo de elaboração orçamentária, a diretoria determine um Ponto de Equilíbrio com um lucro desejado. Vamos ver o cálculo, tomando como exemplo a demonstração da empresa " XYZ ", considerando que a diretoria determinou um lucro desejado de R$ 6.000,00, acima do Ponto de Equilíbrio: PE = R$ 28.000,00 + R$ 6.000,00 => PE = R$ 97.142,86 35 % Verificação: Demonstração de Resultado do PE da empresa " XYZ " ITEM VALORES % Receita R$ 97.142,86 100 % - ) Custos Variáveis R$ 63.142,86 65 % = Margem de Contribuição R$ 34.000,00 35 % ( - ) Custos Fixos R$ 28.000,00 = Resultado R$ 6.000,00 5.4 - Ponto de Equilíbrio Financeiro É quando dentro dos Custos Fixos, existem variações patrimoniais que não significam desembolsos para a empresa, mas que, de acordo com os Princípios Contábeis, estas variações devem figurar no resultado do exercício, sendo confrontados com as receitas, porque contribuíram para a constituição da mesma. Exemplo clássico é a depreciação. Usando o mesmo exemplo anterior, sem o lucro desejado, vamos imaginar que dentro dos custos fixos exista um valor de R$ 2.000,00 referente à depreciação. Eliminando-se a depreciação, o Ponto de Equilíbrio cai. PE = R$ 28.000,00 - R$ 2.000,00 => PE = R$ 74.285,71 35 % Verificação: Demonstração de Resultado do PE da empresa " XYZ " ITEM VALORES % Receita R$ 74.285,71 100 % ( - ) Custos Variáveis R$ 48.285,71 65 % = Margem de Contribuição R$ 26.000,00 35 % ( - ) Custos Fixos R$ 26.000,00 = Resultado R$ 0,00
  • 3. 5.5 - Limitações da Análise do Ponto de Equilíbrio Apesar de o Ponto de Equilíbrio ser uma ferramenta fundamental na Administração Financeira, este coeficiente não é exato, sendo passível de alguma diferença no decorrer do período. E isso é fácil de explicar. O Custo Fixo, na realidade ele não é fixo como se diz. Ele tem esta denominação, de custo fixo, porque ele não varia de acordo com as vendas, por isso que é chamado de custo fixo. Porém, os custos que o compõem, na realidade variam de acordo com o desperdício administrativo. Por exemplo, a energia elét rica, o gasto com comunicações, com combustível e outros gastos considerados fixos, se não houver controle, eles sempre estarão variando e, com eles variando, o Ponto de Equilíbrio também variará. Por isso , este coeficiente tem seu valor aproximado. Mas apesar disso, o Ponto de Equilíbrio é uma ferramenta extremamente importante na Administração Financeira. FORMAÇÃO DO PREÇO DE VENDA Um dos grandes problemas que as micro e pequenas empresas enfrentam hoje é a perfeita determinação do preço das suas mercadorias. Atualmente, o mercado brasileiro é composto por empresas de grande, médio e pequeno porte, como também as microempresas e os informais (ambulantes), que têm em comum a participação em um mesmo segmento de mercado. As estruturas operacionais destas empresas é que determinarão o real preço de venda de seus produtos, independentemente do mercado. A que tem menor estrutura operacional, mais enxuta, muito provavelmente conseguirá colocar uma mercadoria a um preço mais competitivo, talvez, bem abaixo do preço de mercado. Isso é semelhante à concorrência entre um ambulante e um magazine. Por que o ambulante consegue precificar abaixo do preço do magazine sendo a mesma mercadoria? Porque o ambulante não tem estrutura operacional e o magazine possui uma estrutura de gastos que tem custos tributários, financeiros, comissões, salários, telefone, aluguel, energia elétrica, dentre tantos outros. Este tipo de concorrência está presente entre as várias empresas que compõem um mesmo segmento de mercado. Este conjunto de gastos pesa na hora da precificação e certamente deverá ser cuidadosamente inserido no preço de venda. Alem de preço de venda, os micro e pequenos empresários precisam estar atentos às estratégias que são utilizadas pelas empresas para conquistar o mercado, dentre as quais destacam-se as seguintes abaixo; 6.1 - Estratégias de Preços Distintos Diferentes preços para diferentes compradores:  Desconto em um Segundo-Mercado Preços diferenciados para mercados diferentes devido ao excesso de estoque. Pretende-se desovar os estoques num mercado secundário com preços reduzidos.  Desnatação A desnatação envolve a fixação de um preço relativamente alto na vida de um produto. Ex: Micro, Kit gás, etc. O preço é sistematicamente reduzido à medida que o tempo passa.  Desconto Periódico e Randômico Descontos periódicos são os previsíveis, como os realizados pelas companhias telefônicas. Ex: Oi nos finais de semana, Embratel idem, etc. Os descontos randômicos são oferecidos ocasionalmente. Ex: Montadoras de veículos. 6.2 - Estratégias de Preços Competitivos  Igualando a Estratégia da Competição A organização estabelece preços iguais aos de seus competidores, mudando a competição para outras áreas. Ex: Qualidade do produto.  Cotar por Baixo do Preço da Competição Colocando o preço abaixo da concorrência fará com que os estoques girem mais e este giro recuperará a margem perdida. Esta estratégia derruba a concorrência. Ex: Lojas Americanas com as ofertas relâmpagos de peças íntimas  Líderes de Preços e Seguidores Organizações com grande fatias no mercado determinam o nível de preço, devido à qualidade, tradição, etc. Organizações mais fracas, concorrentes, o seguirão.  Preço de Penetração Colocação de um produto novo no mercado com um preço baixo com a intenção de ganhar mercado. Mais tarde, o preço tende a aumentar. Ex: FIAT 147.  Preço Predatório São preços estabelecidos, teoricamente, por tradição. Podem até dificultar a entrada de concor rentes devido à margem de lucro estar atrelada ao mercado. Ex: Preço do cafezinho ( Pé-duro ), Preço do Jornal, etc.  Preço Inflacionário Com a inflação, a empresa aumenta o preço dos produtos e depois passa a usar falsos descontos para atrair os compradores. Ex: Mercado atual. 6.3 - Estratégias de Precificação por Linha de Produtos Maximizar os lucros para o total dos produtos da linha e não diferencia-los  Preço Cativo É a estratégia de colocar um determinado aparelho a um preço baixo, porém, para que funcione, necessita de acessórios e estes compensam a falta de lucro no aparelho básico. Ex: Aparelho de barba Mack III da Gillete.  Preço Isca e Preço Líder É o método de atrair clientes para compras de itens de baixo preço com a intenção de que ele compra os outros com preços mais elevados. EX: Ofertas relâmpagos das Lojas Americanas.
  • 4.  Preço Pacote e Múltiplas-Unidades de Preços É quando o preço de uma unidade sai mais cara do que o conjunto todo. 6.4 - Método de Formação de Preços (Mark Up) O Mark Up ou taxa de marcação como é também conhecido, é um multiplicador aplicado sobre o custo de um bem ou serviço para a formação do preço de venda. Esse multiplicador é obtido através de uma fórmula que insere os impostos sobre venda, despesas financeiras, comissões sobre as vendas, despesas administrativas, despesas de vendas, outras despesas e a margem de lucro desejada. É um índice muito utilizado para precificação, mas requer um conhecimento, por parte do micro e pequeno empresário, da estrutura operacional do empreendimento. Aplica-se um multiplicador de tal forma que os demais elementos formadores do preço de venda sejam adicionados ao custo, a partir desse multiplicador. O micro e pequeno empresário poderão utilizar o mark up genérico ou por produto. O correto seria o multiplicador por produto, pois cada produto tem a sua margem de lucro já determinada e margens diferentes acarretarão em multiplicadores diferentes, mesmo que os demais gastos sejam iguais. É um índice aplicado sobre o custo de um bem ou serviço para a formação do preço de venda. Esse índice é tal que cobre os impostos e taxas aplicadas sobre as vendas, as despesas administrativas fixas, as despesas de vendas fixas, os custos indiretos fixos de fabricação, os custos financeiros e o lucro desejado. FÓRMULAS Markup: 100 / (100 - (% + ...... +)) A representação na fórmula destes símbolos, (% + ... +), significa que será composta pelo somatório de impostos sobre venda, despesas financeiras, comissões sobre vendas, despesas administrativas, despesas com venda s, outras despesas e a margem de lucro desejada. Todos estes itens serão comparados ao faturamento e convertidos em percentuais. Todos os componentes do mark up são determinados através de relações percentuais médias sobre preços de vendas e, a seguir, aplicados sobre o custo dos produtos. Preço de Venda : Custo Unitário X Mark Up Calculado o preço de venda da mercadoria através da fórmula do mark up, o micro e pequeno empresário terão certeza de que dentro do seu preço de venda estarão incluídos todos os gastos de sua empresa como também a margem de lucro desejada. Exemplo empresa Imaginária: Faturamento médio mensal R$ 100.000,00 Despesas Fixas médias mensais R$ 20.000,00 = 20% Custo Unitário Produto sem ICMS R$ 20,00 ICMS 17,00 % Simples EPP 5,40 % Comissão 4,00 % Propaganda 2,50 % Frete despesa 1,65 % Perdas Estimadas 1,50 % Financeiras 5,00 % Margem Desejada 5,00 % Mark Up: 100 / (100 - ( 17 + 5,4 + 4 + 2,5 + 1,65 + 1,5 + 5 + 5 + 20 )) Mark Up: 100 / (100 - 62,05) = 100 / 37,95 = 2,6350 < /STRONG > Preço de Venda = R$ 20,00 X 2,6350 = R$ 52,70 < /STRONG > CONSIDERAÇÕES FINAIS Quando se fala em Finanças Empresariais, necessariamente temos que recorrer à CONTABILIDADE. Como a própria história nos diz, até mesmo o homem das cavernas se utilizava dela para controlar o seu patrimônio por meio de controles arcáicos. E a história vem provando que a sociedade depende dos registros contábeis, quer no campo governamental, empresarial ou mesmo familiar. Ora, se até o homem das cavernas utilizava a contabilidade, por que uma empresa não se utilizaria dela como ferramenta de tomada de decisão para analisar o passado, controlar o presente e fazer orçamentos para o futuro? Foi-se o tempo em que o contador era o homem que apenas calculava os impostos e a folha de pagamento da empresa. Hoje ele é um aliado fortíssimo do empresário fornecendo relatórios que podem ser analisados e, a partir daí, elaborar uma avaliação acerca das condições financeiras da empresa. Através da Análise de Balanços, a contabilidade disseca as Demonstrações Financeiras e informa aos usuários a real situação patrimonial da empresa. Sem dúvida nenhuma, a contabilidade é uma ferramenta que auxilia muito na administração das finanças empresariais. Como se pode observar, a contabilidade é um instrumento fundamental para que se possa administrar com eficiência um empreendimento. De posse desta gama de informações contábeis, o administrador poderá planejar o futuro desejado para a sua MPE onde serão traçadas as metas e objetivos com vistas aos resultados. Este planejamento será controlado pela contabilidade através de seus registros possibilitando ao administrador tomar decisões certas em tempos hábeis. De posse das informações contábeis poder-se-á realizar uma boa ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA na empresa. O gerenciamento eficiente do Capital de Giro proporcionará à empresa melhores condições para disputar o mercado com suas concorrentes. O controle dos principais itens do Ativo Circulante, tais como as disponibilidades, estoques
  • 5. e contas a receber, proporcionarão maior flexibilidade à empresa diante da concorrência ou das turbulências que o mercado proporciona. O Fluxo de Caixa é um instrumento que proporcionará uma visão futurística ao administrador financeiro das entradas e saídas de recursos possibilitando que o mesmo tome decisões acerca das finanças da empresa antecipadamente, quer nas sobras de recursos ou nas faltas. O PONTO DE EQUILÍBRIO é um dos indicadores contábeis que informa ao administrador o volume necessário de vendas, no período considerado, para cobrir todas as despesas, fixas e variáveis, incluído-se o custo da mercadoria vendida ou do serviço prestado. Este indicador tem por objetivo determinar o nível de produção em termos de quantidade e ou de valor que se traduz pelo equilíbrio entre a totalidade dos custos e das receitas. Para um nível abaixo deste ponto, a empresa estará na zona de prejuízo e acima dele, na zona da lucratividade. É o mínimo que se deve alcançar com receitas para que não amargue com prejuízo. Por conseguinte, o Ponto de Equilíbrio é um dos indicadores que lhe auxiliará na administração do seu negócio. Existem vários outros indicadores contábeis de suma importância para uma boa administração de um empreendimento, tais como os Índices de Solvência, de Endividamento, de Rentabilidade, de Lucratividade, Capital de Giro, etc. Existem empresas de grande, médio e pequeno portes, como também as microempresas e os informais, que têm em comum, a participação de um mesmo segmento de mercado, mas o que elas têm de diferente são as suas estruturas operacionais. Estas estruturas operacionais é que determinarão o real PREÇO DE VENDA de seus produtos, independentemente do mercado. A que tem menor estrutura, mais enxuta, certamente conseguirá colocar uma mercadoria a um preço mais competitivo, talvez, bem abaixo do preço de mercado. Isso é semelhante à concorrência entre o camelô e um magazine. Por que o camelô consegue precificar abaixo do preço do magazine, sendo a mesma mercadoria? Porque o camelô não tem estrutura operacional e o magazine tem custos tributários, financeiros, comissões, salários, telefone, aluguel, energia elétrica, dentre tantos outros. Este tipo de concorrência está presente entre as várias empresas que compõem um mesmo segmento de mercado. Este rol de gastos pesa na hora da precificação e certamente deverá ser cuidadosamente inserido no preço de venda. Para o ponto de equilíbrio contábil são levados em conta os custos fixos contábeis relacionados com o funcionamento da empresa. Para o ponto de equilíbrio contábil são levados em conta os custos fixos contábeis relacionados com o funcionamento da empresa. Ponto de equilíbrio é o valor ou a quantidade que a empresa precisa vender para cobrir o custo das mercadorias vendidas, as despesas variáveis e as despesas fixas. Ponto de equilíbrio é o valor ou a quantidade que a empresa precisa vender para cobrir o custo das mercadorias vendidas, as despesas variáveis e as despesas fixas. No ponto de equilíbrio, a empresa não terá lucro nem prejuízo. No ponto de equilíbrio, a empresa não terá lucro nem prejuízo. O ponto de equilíbrio é calculado das seguintes formas: O ponto de equilíbrio é calculado das seguintes formas: 1. Ponto de Equilíbrio em Valores: 1. Ponto de Equilíbrio em Valores: Valor total das despesas fixas, dividido pela % da margem de contribuição. Valor total das despesas fixas, dividido pela % da margem de contribuição. Exemplo: Exemplo: - Valor total das despesas fixas = R$ 5.000,00; - Valor total das despesas fixas = R$ 5.000,00; - % margem de contribuição = 30%; - % margem de contribuição = 30%; - Ponto de Equilíbrio: R$ 5.000,00 / 30% = "R$" 16.666,67. - Ponto de Equilíbrio: R$ 5.000,00 / 30% = "R$" 16.666,67. 2. Ponto de Equilíbrio em Quantidades: 2. Ponto de Equilíbrio em Quantidades: Valor total das despesas fixas, dividido pelo valor da margem de contribuição. Valor total das despesas fixas, dividido pelo valor da margem de contribuição. Exemplo: Exemplo: - Valor das despesas fixas = R$ 5.000,00; - Valor das despesas fixas = R$ 5.000,00; - Valor da margem de contribuição = R$ 6,00; - Valor da margem de contribuição = R$ 6,00; - Ponto de Equilíbrio em Qtde: R$ 5.000,00 / R$ 6,00 = 833 unidades. - Ponto de Equilíbrio em Qtde: R$ 5.000,00 / R$ 6,00 = 833 unidades. Em seu caso:
  • 6. Preço de Venda... R$17,00 Custo Váriável... R$12,00 Margem de Contribuição... R$5,00 % MC s/Preço Venda... 29,41% Custos Fixos... R$8.000,00 1-) calcule o ponto de equilibrio em unidades.faça um grafico para demonstrar. Ponto de Equilibrio = R$ 8.000,00 / 29,41% ==> R$27.200,00 Para calcular em unidades, basta dividir: Ponto de Equilibrio em R$ ==> R$27.200,00 1.600 Preço de Venda Unitário ==> R$17,00 Ponto de Equilibrio em Unidades: 1.600 unidades 2-)qual é o custo total no ponto de equilibrio,quando a receita total é igual ao custo total ?? PE ==> RT (Receita Total) = CT (Custo Total) Logo, se a Receita Total é R$ 27.200,00 o Custo Total também será R$ 27.200,00 R$27.200,00 Agora... Se a indagação for de quanto é o Custo Váriável, então é o Total de R$ 19.200,00 , demonstrando: Preço Unitário Quantidade Valores Totais Preço de Venda... R$17,00 1600 R$27.200,00 Custo Váriável... R$12,00 1600 R$19.200,00 Margem de Contribuição... R$5,00 - R$8.000,00 Custos Fixos... - - R$(8.000,00) Lucro Após Custos Fixos... - - R$- 3-)se conseguir vender 3.000 camisas por ano qual seria seu lucro liquido?(não há desconto de IRPJ) faça um grafico demostrando a situação. Preço Unitário Quantidade Valores Totais Preço de Venda... R$17,00 3000 R$51.000,00 Custo Váriável... R$12,00 3000 R$36.000,00 Margem de Contribuição... R$5,00 - R$15.000,00 Custos Fixos... - - R$(8.000,00) Lucro Após Custos Fixos... - - R$7.000,00
  • 7. ITENS Inicio Linha Grafico Fim Linha Gráfico VENDAS - 51.000,00 CUSTO VARIAVEL 8.000,00 44.000,00 CUSTO FIXO 8.000,00 8.000,00 PTO DE EQUIL. 27.200,00 27.200,00 - 51,000 44,000 27,200 8,000 60,000.00 50,000.00 40,000.00 30,000.00 20,000.00 10,000.00 - Inicio Linha Grafico Fim Linha Gráfico VENDAS CUSTO VARIAVEL CUSTO FIXO PTO DE EQUIL. 1.Calcular o custo unitário total, custo unitário fixo e o custo unitário variável do produto "A", tomando por base os seguintes dados: Custo fixo: R$ 200,00 / Custo Variável R$ 600,00 / Custo toptal R$ 800,00 e quantidad eproduzida 500 unidades. Ct = 800 / 500 = R$ 1,6 Cf = 200 / 500 = R$ 0,4 Cv = 600 / 500 = R$ 1,2 2. Representar na tabela abaixo, em seus diversos níveis de produção, os custos fixos, variáveis e totais (total e unitário) de uma empresa cuja capacidade máxima de produção é de dez unidades, cujo custo fixo total é de R4 1.000,00 e custo variável total de R$ 3.000,00. valores esses considerados no nivel maximo de produção. Q CF CV CT Cf Cv Ct 1 1000,00 300,00 1300,00 1000,00 300,00 1300,00 2 1000,00 600,00 1600,00 500,00 300,00 800,00 3 1000,00 900,00 1900,00 333,33 300,00 633,33 4 1000,00 1200,00 2200,00 250,00 300,00 550,00 5 1000,00 1500,00 2500,00 200,00 300,00 500,00 6 1000,00 1800,00 2800,00 166,67 300,00 466,67 7 1000,00 2100,00 3100,00 142,86 300,00 442,86 8 1000,00 2400,00 3400,00 125,00 300,00 425,00 9 1000,00 2700,00 3700,00 111,11 300,00 411,11 10 1000,00 3000,00 4000,00 100,00 300,00 400,00 Considerações: . O custo fixo unitário tende a diminuir proporcionalmente ao aumento da produção, é encontrado dividindo o custo total fixo pela quantidade produzida. . O custo variável unitário permanece igual em qualquer momento da produção, é igual ao custo variável total dividido pela quantidade produzida
  • 8. . O custo total unitário tende a diminuir com o aumento da produção pois é encontrado dividindo o custot total pela quantidade produzida. 3. Responda as questões a seguir: a) Quais são os custo que não variam, em função do volume de atividade? R. CUSTO FIXO b) Por que o custo total por unidade produzida é menor na produção em grande escala? R. Devido a diluição do custo fixo pela quantidade produzida, desta forma o custo total unitário é inversamente proporcional ao alimento da produção. d) Mantido o nível de produção e alterando-se o custo variável unitário de um produto, quais são os custos que sofrem alteração? R. CUSTO TOTAL e CUSTO VARIÁVEL TOTAL e) Mantido o nível de produção, a alteração do custo variável total (CV) de um produto pode ser consequencia da alteração de qual custo? R. CUSTO VARIÁVEL UNITÁRIO 4. Calcular o custo total, sabendo-se que CF= R$ 1.200,00, Q-245 e Cv = R$ 8,25 CV = 245 x 8,25 CV = 2021,25 CT = 2021,25 + 1200 CT= 3221,25 5. Classificar os custos a seguir quanto a apuração (direto e indireto) e quanto a formação (fixo e variável) 1. Combustível de máquinas de produção CUSTO VARIAVEL / DIRETO 2. Depreciações (linha reta) CUSTO FIXO / DIRETO 3. Salário de vigilantes CUSTO FIXO / INDIRETO 4. Salário da ADM CUSTO FIXO / INDIRETO 5. Matéria prima direta CUSTO VARIAVEL / DIRETO 6. Propaganda CUSTO FIXO / INDIRETO 7. Mão-de-obra direta CUSTO VARIAVEL / DIRETO 8. Frete de matéria prima direta CUSTO VARIAVEL / DIRETO 9. Honorários da diretoria CUSTO FIXO / INDIRETO 10. Supervisão CUSTO FIXO / DIRETO 11. Embalagens CUSTO VARIAVEL / DIRETO 12. Matéria prima indireta CUSTO VARIÁVEL / INDIRETO 13. Gastos de alimentação CUSTO FIXO / INDIRETO 14. Transporte de pessoal CUSTO FIXO / INDIRETO 15. Material de limpeza CUSTO FIXO / INDIRETO 16. Taxa de água de esgoto CUSTO FIXO / INDIRETO 17. Imposto predial da fabrica CUSTO FIXO / INDIRETO 18. Combustível consumido pelo ônibus de CUSTO FIXO / INDIRETO transporte dos empregados da fábrica 19. Aluguel de máquinas proporcional ao volume de produção CUSTO VARIAVEL / DIRETO 20. Água consumida na higiene pessoal dos empregados ocupados na elaboração dos produtos x e y CUSTO FIXO / INDIRETO 6. O quadro abaixo apresenta os dados apurados em um produto em certo período: Custos R$ CLASSIFICAÇÃO Energia elétrica para iluminação da fábrica 1000,00 Fixo / Indireto Depreciação dos equipamentos da fábrica 3000,00 Fixo / Direto Pessoal da limpeza geral 5500,00 Fixo / Indireto Mão de obra direta 40000,00 Variável / Direto Seguro da fábrica 10000,00 Fixo / Indireto
  • 9. Aluguél da fábrica 5000,00 Fixo / Indireto Gerência de departamento 10000,00 Fixo / Direto Materiais diretos 60000,00 Variável / Direto Seguro das máquinas da fábrica 6000,00 Fixo / Direto Combustivel de acionamento da máquinas 5000,00 Variável / Direto a) CUSTO TOTAL INDIRETO 21500,00 CUSTO TOTAL DIRETO 124000,00 B) CUSTO TOTAL FIXO 40500,00 CUSTO TOTAL VARIÁVEL 105000,00 C) Com base nos dados acima, se forem produzidos 2000 unidades acabadas, qual será o custo total por unidades? CT = 40500 + 105200 CT = 145500 Ct = 145500 / 2000 Ct = 72,75 LISTA DE EXERCICIO DE FIXAÇÃO – CVL EXERCICIO 1 A empresa Paulista de Trompetes produz um unico produto que é vendido, em media, por $ 200 cada unidade; sobre esse preço incidem impostos de 15%. Sua estrutura de custos e despesas é a seguinte : Matéria prima $ 20 a unidade Material de embalagem $ 10 a unidade Peças, partes e componentes $ 7 a unidade Salários fixos de produção $ 40.000 por período Salários da Administração $ 15.000 por período Depreciação de equipamentos de fabrica $ 10.000 por período Seguro de bens da administração $ 1.500 por período Pede-se para calcular : a) Ponto de Equilíbrio Contábil (PEC) em unidades físicas( quantidades) b) Ponto de Equilíbrio Contábil (PEC) em valor monetário( $) c) O ponto de Equilíbrio Econômico (PEE) em unidades e em valor, considerando um lucro meta de 30% da receita bruta. CDF = CUSTO E DESPESA FIXA LD= LUCRO DESEJADO MC/ un = MARGEM CONTRIBUICAO UNITARIA d) Fazer a DRE do Ponto de equilíbrio do item C.
  • 10. Resoluçao ão: EXERCICIO 2 O Hotel Porta das Maravilhas possui 100 apartamentos, todos de categoria Standard Simples. Sua estrutura de custos, despesas e receita é a seguinte:  Preço da diária por apartamentos, Líquido de tributos $150  Despesas variáveis por apartamento 10% do preço de locação.  Custos variáveis por apartamento por dia $ 90  Custos fixos anuais $ 480.000  Despesas fixas anuais $ 60.000 Pede-se calcular: a) Ponto de Equilibrio Contabil em números de diárias(quantidade). b) O Ponto de Equilibrio Contabil em valor ($) c) O ponto de equilíbrio Economico em números de diárias em quantidade e valor, considerando-se um lucro meta de 20% da receita liquida. CDF = CUSTO E DESPESA FIXA LD= LUCRO DESEJADO MC/ un = MARGEM CONTRIBUICAO UNITARIA
  • 11. Resolução EXERCICIO 3 A empresa Toshimp, produtora de televisores, tem um patrimonio liquid (PL, valor da empresa para os acionistas) de $ 12.000.000 e produz um unico modelo, de um unico tamanho. Esse produto é vendido, em media, por $ 555 a unidade, e sobre esse preço incidem impostos 10%. O Custo da matéria prima, material de embalagem, peças, partes e componentes é de $ 299, 50 por unidade; os custos fixos atingem $ 1.600.000 por período; 20% desse valor correspondem à depreciação de maquinas e equipamentos da fabrica; e as despesas fixas de administração e vendas, $ 400.000, também por período. A empresa possui uma divida de $ 600.000, de curto prazo, contraída junto a um banco comercial, para financiar seu capital circulante, a vencer no período objeto de analise. Pede-se calcular: a) O ponto de equilíbrio Financeiro (PEF) em unidades físicas (q) e em valor monetário ($) relativo a receita liquida.
  • 12. b) O ponto de equilíbrio Economico (PEE), em unidades físicas, (q), considerando que o lucro mínimo desejado pelos acionistas é de 10% do PL, já descontado o imposto de renda sobre o lucro que é de 20%. c) Qual a margem de segurança em percentual quando a empresa produzir 12000 unidades em determinado mês. d) Qual o grau de alavancagem para 14000 unidades.