CN7 - Fósseis

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Formação de fósseis. Importância dos fósseis.

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CN7 - Fósseis

  1. 1. Fósseis Prof. Ana Rita Rainho
  2. 2. O que é um fóssil? o Fósseis são: o Restos de seres vivos o ou vestígios da sua atividade o que ficaram preservados nas rochas. Prof. Ana Rita Rainho 2Ciências Naturais 7
  3. 3. Fósseis Somatofósseis o São fósseis de partes do corpo dos organismos. o Ex: conchas, dentes, folhas Icnofósseis o São fósseis de vestígios deixados pelos seres vivos. o Ex: ovos, pegadas, pistas de reptação. Prof. Ana Rita Rainho Ciências Naturais 7 3
  4. 4. As trilobites, animais marinhos protegidos por carapaças, viveram no passado, durante a era Paleozoica (de 542 M.a. a 251 M.a.) Quando se deslocavam nos fundos marinhos, as trilobites deixavam pistas de reptação, as Cruziana. 3/15 Somatofósseis Icnofósseis
  5. 5. Somatofósseis Conchas Prof. Ana Rita Rainho 5Ciências Naturais 7
  6. 6. “Cluster” de amonites Prof. Ana Rita Rainho 6Ciências Naturais 7
  7. 7. Insecto preservado em âmbar Crânio de Einiosaurus Prof. Ana Rita Rainho 7Ciências Naturais 7
  8. 8. Fóssil de peixe (Devónico) Prof. Ana Rita Rainho 8Ciências Naturais 7
  9. 9. Fóssil de tubarão do Jurássico Prof. Ana Rita Rainho 9Ciências Naturais 7
  10. 10. Icnofósseis o São vestígios da actividade dos seres vivos. Podem ser pegadas, rastos, ovos, coprólitos, etc. Coprólito Ovos de dinossauro Prof. Ana Rita Rainho 10Ciências Naturais 7
  11. 11. Coprólito Ovo de dinossauro Prof. Ana Rita Rainho 11Ciências Naturais 7 Os icnofósseis dão-nos informações sobre o modo como os animais viviam. Como se deslocavam, como ou do que se alimentavam, como se reproduziam, etc.
  12. 12. Pegada de Megalosaurus (Cabo Mondego) Pistas de dinossauro na Pedreira do Galinha (Leiria) Prof. Ana Rita Rainho 12Ciências Naturais 7
  13. 13. Pegada de Megalossauro (Cabo Mondego) Prof. Ana Rita Rainho 13Ciências Naturais 7
  14. 14. Prof. Ana Rita Rainho Ciências Naturais 7 14 Informações dadas pelas pegadas dos dinossauros
  15. 15. Pistas de reptação – foram feitas por animais rastejantes à medida que se deslocavam Prof. Ana Rita Rainho 15Ciências Naturais 7 Icnofóssil e esquema representativo da pista de reptação deixada por uma trilobite. Sentido do movimento link
  16. 16. Processo de Fossilização
  17. 17. Processo de Fossilização 1. O organismo morre 2. Com o tempo, é enterrado e as partes moles são decompostas 3. As partes duras são progressivamente substituídas por minerais 4. Ao fim de algum tempo o fóssil é exposto e descoberto 17
  18. 18. Não é fácil formar-se um fóssil! o Normalmente após a morte os organismos são decompostos. o Partes moles são menos resistentes e desaparecem, partes duras resistem mais mas acabam por desaparecer também. o É mais provável a formação de fósseis em ambientes aquáticos. o O enterramento é mais rápido; o O corpo fica protegido de necrófagos. Prof. Ana Rita Rainho Ciências Naturais 7 18
  19. 19. Condições que favorecem a fossilização o Há condições ambientais e do ser vivo que facilitam a fossilização dos organismos tais como: o possuírem partes duras – ossos, conchas, dentes; o serem envolvidos rapidamente por sedimentos finos (mais fácil em ambiente aquático); o estarem protegidos do contacto com o ar e com a água; o estarem sujeitos a temperaturas baixas. Prof. Ana Rita Rainho 19Ciências Naturais 7
  20. 20. Tipos de fossilização o Conservação o Moldagem o Mineralização o Incarbonização Prof. Ana Rita Rainho 20Ciências Naturais 7
  21. 21. Conservação Total o Ocorre por enterramento rápido num meio que preserva o organismo na totalidade. Insecto preservado em âmbar Mamute preservado em gelo na Sibéria Prof. Ana Rita Rainho 21Ciências Naturais 7
  22. 22. Moldagem o O organismo deixa a sua marca (molde) nas rochas que o contêm. Molde interno Prof. Ana Rita Rainho 22Ciências Naturais 7 Molde externo
  23. 23. Moldes externos Prof. Ana Rita Rainho 23Ciências Naturais 7
  24. 24. Moldes internos Prof. Ana Rita Rainho 24Ciências Naturais 7
  25. 25. o O contramolde forma-se quando o molde externo é preenchido por outro tipo de material. Contramolde Prof. Ana Rita Rainho 25Ciências Naturais 7
  26. 26. Prof. Ana Rita Rainho Ciências Naturais 7 26 Molde externo Contramolde
  27. 27. Moldagem Um animal marinho com concha morre. As partes moles decompõem-se mas a concha resiste e é soterrada por sedimentos. Ao longo do tempo, os sedimentos preenchem a cavidade interna da concha. Por ação de agentes erosivos os moldes podem ser expostos. São depositados sedimentos no molde externo. Forma-se um contramolde.
  28. 28. Impressões É o nome que se dá aos moldes externos de estruturas muito finas Prof. Ana Rita Rainho Ciências Naturais 7 28
  29. 29. Prof. Ana Rita Rainho Ciências Naturais 7 29
  30. 30. Mineralização o Ocorre quando as partes que constituem o organismo são progressivamente substituídas por matéria mineral. Troncos de árvore “petrificados” Prof. Ana Rita Rainho 30Ciências Naturais 7
  31. 31. Prof. Ana Rita Rainho Ciências Naturais 7 31 Amonite mineralizada
  32. 32. Ossos mineralizados de dinossauro Prof. Ana Rita Rainho 32Ciências Naturais 7
  33. 33. Conchas mineralizadas de Pecten sp. Prof. Ana Rita Rainho 33Ciências Naturais 7
  34. 34. Incarbonização o É o que acontece quando os restos vegetais se transformam em carvão. Prof. Ana Rita Rainho 34Ciências Naturais 7
  35. 35. Tronco de árvore incarbonizado Restos vegetais completamente transformados em carvão Prof. Ana Rita Rainho 35Ciências Naturais 7
  36. 36. Prof. Ana Rita Rainho Ciências Naturais 7 36 Pinhas carbonizadas
  37. 37. Importância dos Fósseis
  38. 38. o Os fósseis são importantes porque nos permitem conhecer a história da Terra. Fornecem-nos informações sobre: o Os seres vivos do passado e o modo como viveram; o Os climas e ambientes do passado; o A idade das rochas. Prof. Ana Rita Rainho 38Ciências Naturais 7
  39. 39. Seres vivos do passado o Fósseis de transição – São fósseis de seres vivos que possuem características semelhantes a seres de dois grupos atuais. o São antepassados comuns aos dois grupos. Prof. Ana Rita Rainho 39Ciências Naturais 7
  40. 40. Archaeopteryx – antepassado comum às aves e répteis actuais Prof. Ana Rita Rainho 40Ciências Naturais 7
  41. 41. Prof. Ana Rita Rainho Ciências Naturais 7 41
  42. 42. Ichthyostega – antepassado dos répteis Prof. Ana Rita Rainho 42Ciências Naturais 7
  43. 43. Prof. Ana Rita Rainho Ciências Naturais 7 43 Tiktaalik – antepassado comum a peixes e répteis
  44. 44. Prof. Ana Rita Rainho Ciências Naturais 7 44
  45. 45. Seres vivos do passado o Fósseis vivos – São fósseis de espécies que permaneceram inalteradas durante milhões de anos. o Os seres que existem na atualidade são idênticos aos seus antepassados que fossilizaram. Prof. Ana Rita Rainho 45Ciências Naturais 7
  46. 46. Ginkgo biloba Exemplar fóssil Exemplar atual Prof. Ana Rita Rainho 46Ciências Naturais 7
  47. 47. Celacanto Exemplar atual Exemplar fóssil Prof. Ana Rita Rainho 47Ciências Naturais 7
  48. 48. Nautilus pompilius Exemplar atual Prof. Ana Rita Rainho 48 Exemplar fóssil
  49. 49. Ambientes do passado o Fósseis de ambiente – São fósseis de seres que viveram em ambientes muito específicos. o Permitem obter informações sobre os ambientes em que se formaram. Prof. Ana Rita Rainho 49Ciências Naturais 7
  50. 50. Os corais vivem em condições muito específicas: águas pouco profundas, bem oxigenadas e em temperaturas entre os 25 e 29º. Por isso é fácil saber em que condições o fóssil se formou. 50
  51. 51. 3/5 Pegadas de dinossauros são características de ambientes terrestres litorais. Turritella são características de águas pouco profundas ou lagunares. Corais Vivem em águas pouco profundas, com temperaturas tropicais. Amonites e belemnites Habitavam as águas mais profundas das plataformas marinhas. Consoante o tipo de fósseis que a rocha contém, assim podemos inferir a respeito do tipo de ambiente que existia naquela local quando a rocha e o fóssil se formaram – paleoambiente.
  52. 52. Idade das rochas o Fósseis de idade – São fósseis de espécies que existiram num período de tempo muito curto. o Permitem determinar a idade das rochas onde estão inseridos. Prof. Ana Rita Rainho 52Ciências Naturais 7
  53. 53. Bom fóssil de idade Mau fóssil de idade Colunaestratigráfica Os fósseis de idade correspondem a organismos com pequena distribuição estratigráfica mas que alcançaram uma grande dispersão geográfica. Fósseis de idade A distribuição estratigráfica corresponde aos estratos em que determinado fóssil aparece. Quanto mais pequena ela for, significa que menos tempo aquela espécie viveu na Terra. É por isso que permite datar a rocha. A distribuição geográfica corresponde à área geográfica em que o fóssil pode ser encontrado. Quanto maior ela for, maior a universalidade da espécie. É por isso que ela pode ser usada como referência a nível mundial.
  54. 54. As amonites viveram na Terra somente durante 185 m.A., um período muito curto quando comparado com os 4600 m.A. que a Terra tem. São identificadas com a era Mesozóica. Prof. Ana Rita Rainho 54Ciências Naturais 7
  55. 55. Algumas espécies de trilobites viveram durante poucos milhões de anos, permitindo datar as rochas onde se formaram. Prof. Ana Rita Rainho 55Ciências Naturais 7
  56. 56. Fóssil de ambiente • pequena distribuição geográfica • grande distribuição estratigráfica. Fóssil de idade • grande distribuição geográfica • pequena distribuição estratigráfica. 5/5 tempo Diversidade de ambientes Fóssil de idade Fóssildeambiente Coral Amonite
  57. 57. Resumindo: o Fósseis de transição / Fósseis vivos o Permitem perceber como foi a evolução dos seres vivos. o Fósseis de idade o Permitem saber a idade das rochas onde estão o Fósseis de ambiente o Permitem saber qual era o ambiente em que a rocha se formou. Prof. Ana Rita Rainho 57Ciências Naturais 7
  58. 58. FIM Mais material disponível em www.espacociencias.com.pt

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