BioGeo10-sismologia

2.810 visualizações

Publicada em

Publicada em: Educação
1 comentário
6 gostaram
Estatísticas
Notas
Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
2.810
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
9
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
0
Comentários
1
Gostaram
6
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

BioGeo10-sismologia

  1. 1. Prof. Ana Rita Rainho
  2. 2.  Acumulação de tensões no interior da Terra Deformação dos materiais em consequência das forças em acção Ruptura dos materiais quando se ultrapassa o limite de elasticidade. Libertação de energia na forma de ondas sísmicas
  3. 3. Deslocação dos blocos ao longo da Falha de Santo André, na zona de Wallace Creek Por vezes após um sismo as falhas formadas podempermanecer activas, e podem originar novos sismos por acção continuada das tensões tectónicas
  4. 4. Falha formada durante o sismo de S.Francisco em 1906. Imagem da altura easpecto da falha no presente. O movimento dafalha de Santo André originou uma ruptura nosolo com cerca de 400 km de comprimento
  5. 5. Abertura da falha de Santo André durante o sismo de S.Francisco (1906)Falha formada durante o sismode Loma Prieta (1989)
  6. 6. Deformação dos carris do comboiocausada no sismo que afectouKobe, a 17 de Janeiro de 1995. Aolado, deslocamento dos terrenos aolongo do plano da falha de SantoAndré
  7. 7. Escarpa de falha ao longo da Falha da VilariçaCarta Geológica de Portugal. A negro encontram-se representadas as falhas mais relevantes queatravessam o nosso território.
  8. 8. ONDAS DE VOLUME ONDAS SUPERFICIAIS Propagam-se no interior da  Resultam da interacção das Terra. ondas de volume com a superfície. Direcção de propagação paralela ao raio sísmico.  Direcção de propagação perpendicular ao raio Atingem maiores sísmico. velocidades que as ondas  Velocidades inferiores às superficiais ondas de volume. • Ondas P (primárias) • Ondas de Love • Ondas S (secundárias) • Ondas de Rayleigh
  9. 9.  Onda de compressão Partículas vibram na mesma direcção de propagação da onda (onda longitudinal). Velocidade elevada. Propagam-se em todos os meios.
  10. 10.  Partículas vibram perpendicularmente à direcção de propagação da onda. Velocidade inferior às ondas P. Deformam os elementos do meio. Só se propagam em meio sólido.
  11. 11.  Deslocamento das partículas perpendicular à direcção de propagação mas paralelo à superfície. Trajectória das partículas com forma elíptica, contrária aos ponteiros do relógio. Simulador de ondas sísmicas
  12. 12. Sismoscópio.O primeiro foi inventado por umfilósofo chinês chamado ChangHeng. Os dragões estão orientadospelos pontos cardeais. O dragãoque libertasse uma bola do seuinterior determinava a direcção doepicentro do sismo. Para saber mais
  13. 13. Escala de MercalliEscala de Richter
  14. 14. Ponte ferroviária O sismo do Alasca. 24 de Março de 1964 Magnitude 8,5Torre de controlo do aeroporto
  15. 15. Carta de isossistas do terremoto de 1755
  16. 16. Quantidade de energia libertada A escala de Richter é logarítmica. À medida que se avança na escala, ao aumento de um grau corresponde um aumento na quantidade de energia libertada cada vez maior. Graus da escala de Richter
  17. 17. O que os sismos nos permitem inferir a respeito da dinâmica da litosfera
  18. 18. Epicentros registados delimitam as placas litosféricas
  19. 19. Proximidade de falhas activas e limite de placas favorece a ocorrência frequente de sismos
  20. 20. Possíveis estruturas geradoras de sismos na margem continental portuguesa
  21. 21. Principais falhas activas Zonas de risco sísmico Fonte: Protecção Civil
  22. 22. Instituto Português do Mar e da Atmosfera: - Últimos sismos; - Rede sismográfica completa; - Medidas a adoptar em caso de sismo.Rede sismográfica em Portugal Continental
  23. 23. Mais material disponível em: www.biogeolearning.com

×