SlideShare uma empresa Scribd logo

O Papel do Médico Generalista na Detecção do Câncer

Exposição da Mesa Redonda "O que o estudante de graduação deve saber sobre Cancerologia" - I Congresso Acadêmico de Cancerologia (I CONAC), promovido pela Liga Paraibana para o Estudo do Câncer (Oncoliga), João Pessoa - PB, Brasil.

1 de 26
O PAPEL DO MÉDICOO PAPEL DO MÉDICO
GENERALISTA NAGENERALISTA NAGENERALISTA NAGENERALISTA NA
DETECÇÃO DO CÂNCERDETECÇÃO DO CÂNCER
Profa. Rilva Lopes de Sousa-Muñoz
rilva@ccm.ufpb.br
SINAIS DE ALARME PARA
DIAGNÓSTICOS DE CÂNCER
SÃO MAIS ACESSÍVEIS AO
GENERALISTA
A investigaçãoA investigação
começa na
atenção
primária…
- Alta frequência de hipóteses
diagnósticas da doença
Câncer e Atenção PrimáriaCâncer e Atenção Primária
- Uma pequena minoria tem
câncer
- Câncer com sintomas inespecíficos
- Sinais de alarme em doenças benignas
- Grande variabilidade da apresentação
clínica
• DESAFIO:
Distinguir a
minoria com
doenças
O PAPEL DO CLÍNICO GENERALISTA NA DETECÇÃO DO CÂNCER
doenças
graves da
maioria com
quadros
autolimitados
O PAPEL DO CLÍNICO GENERALISTA NA DETECÇÃO DO CÂNCER
• Trata-se de um quadro
grave/urgente?
• Há necessidade de um
diagnóstico preciso?
• Que risco o paciente corre?
FUNÇÃO DE FILTROFUNÇÃO DE FILTRO
• Gatekeeper:• Gatekeeper:
Porteiro
GERVAS, J. ; FERNANDEZ, M. P. El fundamento científico de la función de filtro del médico general. Rev. bras.
epidemiol. 9 (1): 147-149, 2006 .

Recomendados

Thiết kế mở vỉa và khai thác than quặng, Mỏ Thiếc gốc Kỳ Lâm - Gửi miễn phí q...
Thiết kế mở vỉa và khai thác than quặng, Mỏ Thiếc gốc Kỳ Lâm - Gửi miễn phí q...Thiết kế mở vỉa và khai thác than quặng, Mỏ Thiếc gốc Kỳ Lâm - Gửi miễn phí q...
Thiết kế mở vỉa và khai thác than quặng, Mỏ Thiếc gốc Kỳ Lâm - Gửi miễn phí q...Dịch vụ viết bài trọn gói ZALO: 0909232620
 
Phap luat ve chao ban chung khoan
Phap luat ve chao ban chung khoanPhap luat ve chao ban chung khoan
Phap luat ve chao ban chung khoanpink0909
 

Mais conteúdo relacionado

Semelhante a O Papel do Médico Generalista na Detecção do Câncer

O Plano de Atenção Oncológica do Estado do Rio de Janeiro
O Plano de Atenção Oncológica do Estado do Rio de Janeiro O Plano de Atenção Oncológica do Estado do Rio de Janeiro
O Plano de Atenção Oncológica do Estado do Rio de Janeiro Oncoguia
 
Rastreamento cancer de_prostata
Rastreamento cancer de_prostataRastreamento cancer de_prostata
Rastreamento cancer de_prostataCarlos Marcello
 
Apresentação_Marina_Simone_outubro evidsau (1).pptx
Apresentação_Marina_Simone_outubro evidsau (1).pptxApresentação_Marina_Simone_outubro evidsau (1).pptx
Apresentação_Marina_Simone_outubro evidsau (1).pptxpatrucua
 
Tumores malignos de cólon e reto
Tumores malignos de cólon e retoTumores malignos de cólon e reto
Tumores malignos de cólon e retoJacqueline Menezes
 
Análise retrospectiva epidemiológica e de resultados do tratamento de pacient...
Análise retrospectiva epidemiológica e de resultados do tratamento de pacient...Análise retrospectiva epidemiológica e de resultados do tratamento de pacient...
Análise retrospectiva epidemiológica e de resultados do tratamento de pacient...Andreza Rochelle do Vale Morais
 
1.tumores em cabeça e pescoço
1.tumores em cabeça e pescoço1.tumores em cabeça e pescoço
1.tumores em cabeça e pescoçoGlauson Chaves
 
A Força da Mídia em Articulação com a Voz do Paciente - CÂncer no Brasil - Dr...
A Força da Mídia em Articulação com a Voz do Paciente - CÂncer no Brasil - Dr...A Força da Mídia em Articulação com a Voz do Paciente - CÂncer no Brasil - Dr...
A Força da Mídia em Articulação com a Voz do Paciente - CÂncer no Brasil - Dr...Oncoguia
 
Câncer de Rim
Câncer de RimCâncer de Rim
Câncer de RimOncoguia
 
Estadiamento do Câncer.pptx
Estadiamento do Câncer.pptxEstadiamento do Câncer.pptx
Estadiamento do Câncer.pptxMIRIAN FARIA
 
Diagnóstico e tratamento do câncer de mama
Diagnóstico e tratamento do câncer de mamaDiagnóstico e tratamento do câncer de mama
Diagnóstico e tratamento do câncer de mamaOPERAGATEAU
 
Câncer de Ovário - Solange Sanches
Câncer de Ovário - Solange Sanches Câncer de Ovário - Solange Sanches
Câncer de Ovário - Solange Sanches Oncoguia
 
Aula 1: Dr. Luiz F. Lopes (Dir. do Hospital Infantojuvenil)
 Aula 1: Dr. Luiz F. Lopes (Dir. do Hospital Infantojuvenil)  Aula 1: Dr. Luiz F. Lopes (Dir. do Hospital Infantojuvenil)
Aula 1: Dr. Luiz F. Lopes (Dir. do Hospital Infantojuvenil) Hospital de Câncer de Barretos
 
Acoes deteccao
Acoes deteccaoAcoes deteccao
Acoes deteccaoLucia Tome
 

Semelhante a O Papel do Médico Generalista na Detecção do Câncer (20)

O Plano de Atenção Oncológica do Estado do Rio de Janeiro
O Plano de Atenção Oncológica do Estado do Rio de Janeiro O Plano de Atenção Oncológica do Estado do Rio de Janeiro
O Plano de Atenção Oncológica do Estado do Rio de Janeiro
 
Rastreamento cancer de_prostata
Rastreamento cancer de_prostataRastreamento cancer de_prostata
Rastreamento cancer de_prostata
 
Detecção Precoce do Câncer Infantil
Detecção Precoce do Câncer InfantilDetecção Precoce do Câncer Infantil
Detecção Precoce do Câncer Infantil
 
Sinais e Sintomas do Câncer Infantil
Sinais e Sintomas do Câncer InfantilSinais e Sintomas do Câncer Infantil
Sinais e Sintomas do Câncer Infantil
 
Apresentação_Marina_Simone_outubro evidsau (1).pptx
Apresentação_Marina_Simone_outubro evidsau (1).pptxApresentação_Marina_Simone_outubro evidsau (1).pptx
Apresentação_Marina_Simone_outubro evidsau (1).pptx
 
Tumores malignos de cólon e reto
Tumores malignos de cólon e retoTumores malignos de cólon e reto
Tumores malignos de cólon e reto
 
Análise retrospectiva epidemiológica e de resultados do tratamento de pacient...
Análise retrospectiva epidemiológica e de resultados do tratamento de pacient...Análise retrospectiva epidemiológica e de resultados do tratamento de pacient...
Análise retrospectiva epidemiológica e de resultados do tratamento de pacient...
 
Rm mamas
Rm mamasRm mamas
Rm mamas
 
1.tumores em cabeça e pescoço
1.tumores em cabeça e pescoço1.tumores em cabeça e pescoço
1.tumores em cabeça e pescoço
 
Câncer do colo do útero
Câncer do colo do úteroCâncer do colo do útero
Câncer do colo do útero
 
A Força da Mídia em Articulação com a Voz do Paciente - CÂncer no Brasil - Dr...
A Força da Mídia em Articulação com a Voz do Paciente - CÂncer no Brasil - Dr...A Força da Mídia em Articulação com a Voz do Paciente - CÂncer no Brasil - Dr...
A Força da Mídia em Articulação com a Voz do Paciente - CÂncer no Brasil - Dr...
 
Aula screening abril2014
Aula screening abril2014Aula screening abril2014
Aula screening abril2014
 
Câncer de Rim
Câncer de RimCâncer de Rim
Câncer de Rim
 
Estadiamento do Câncer.pptx
Estadiamento do Câncer.pptxEstadiamento do Câncer.pptx
Estadiamento do Câncer.pptx
 
024
024024
024
 
Diagnóstico e tratamento do câncer de mama
Diagnóstico e tratamento do câncer de mamaDiagnóstico e tratamento do câncer de mama
Diagnóstico e tratamento do câncer de mama
 
Câncer de Ovário - Solange Sanches
Câncer de Ovário - Solange Sanches Câncer de Ovário - Solange Sanches
Câncer de Ovário - Solange Sanches
 
Aula 1: Dr. Luiz F. Lopes (Dir. do Hospital Infantojuvenil)
 Aula 1: Dr. Luiz F. Lopes (Dir. do Hospital Infantojuvenil)  Aula 1: Dr. Luiz F. Lopes (Dir. do Hospital Infantojuvenil)
Aula 1: Dr. Luiz F. Lopes (Dir. do Hospital Infantojuvenil)
 
Apresentação-1.pptx
Apresentação-1.pptxApresentação-1.pptx
Apresentação-1.pptx
 
Acoes deteccao
Acoes deteccaoAcoes deteccao
Acoes deteccao
 

Mais de Rilva Lopes de Sousa Muñoz

Introdução à Estatística Inferencial - Parte 1
Introdução à Estatística Inferencial - Parte 1Introdução à Estatística Inferencial - Parte 1
Introdução à Estatística Inferencial - Parte 1Rilva Lopes de Sousa Muñoz
 
A RELAÇÃO MÉDICO-PACIENTE ATRAVÉS DOS TEMPOS
A RELAÇÃO MÉDICO-PACIENTE ATRAVÉS DOS TEMPOSA RELAÇÃO MÉDICO-PACIENTE ATRAVÉS DOS TEMPOS
A RELAÇÃO MÉDICO-PACIENTE ATRAVÉS DOS TEMPOSRilva Lopes de Sousa Muñoz
 
ORIGEM E EVOLUÇÃO DO CONSENTIMENTO INFORMADO NA PRÁTICA MÉDICA
ORIGEM E EVOLUÇÃO DO CONSENTIMENTO  INFORMADO NA PRÁTICA MÉDICAORIGEM E EVOLUÇÃO DO CONSENTIMENTO  INFORMADO NA PRÁTICA MÉDICA
ORIGEM E EVOLUÇÃO DO CONSENTIMENTO INFORMADO NA PRÁTICA MÉDICARilva Lopes de Sousa Muñoz
 
Elaboração e Publicação de um Artigo Científico Original - GESME
Elaboração e Publicação de um Artigo Científico Original - GESMEElaboração e Publicação de um Artigo Científico Original - GESME
Elaboração e Publicação de um Artigo Científico Original - GESMERilva Lopes de Sousa Muñoz
 
Velhice e Envelhecimento - Profa. Rilva Muñoz / GESME
Velhice e Envelhecimento - Profa. Rilva Muñoz / GESMEVelhice e Envelhecimento - Profa. Rilva Muñoz / GESME
Velhice e Envelhecimento - Profa. Rilva Muñoz / GESMERilva Lopes de Sousa Muñoz
 
Validade e Reprodutibilidade de Exames - Profa. Rilva Muñoz - GESME
Validade e Reprodutibilidade de Exames - Profa. Rilva Muñoz - GESMEValidade e Reprodutibilidade de Exames - Profa. Rilva Muñoz - GESME
Validade e Reprodutibilidade de Exames - Profa. Rilva Muñoz - GESMERilva Lopes de Sousa Muñoz
 
Medicina Baseada em Evidências - GESME - Profa. Rilva
Medicina Baseada em Evidências - GESME - Profa. RilvaMedicina Baseada em Evidências - GESME - Profa. Rilva
Medicina Baseada em Evidências - GESME - Profa. RilvaRilva Lopes de Sousa Muñoz
 
Noções de Exame Neurológico - Parte II - Profa. Rilva
Noções de Exame Neurológico - Parte II - Profa. RilvaNoções de Exame Neurológico - Parte II - Profa. Rilva
Noções de Exame Neurológico - Parte II - Profa. RilvaRilva Lopes de Sousa Muñoz
 
Pesquisa Qualitativa: Uma Introdução. Profa. Rilva
Pesquisa Qualitativa: Uma Introdução. Profa. RilvaPesquisa Qualitativa: Uma Introdução. Profa. Rilva
Pesquisa Qualitativa: Uma Introdução. Profa. RilvaRilva Lopes de Sousa Muñoz
 

Mais de Rilva Lopes de Sousa Muñoz (20)

Introdução à Estatística Inferencial - Parte 1
Introdução à Estatística Inferencial - Parte 1Introdução à Estatística Inferencial - Parte 1
Introdução à Estatística Inferencial - Parte 1
 
A RELAÇÃO MÉDICO-PACIENTE ATRAVÉS DOS TEMPOS
A RELAÇÃO MÉDICO-PACIENTE ATRAVÉS DOS TEMPOSA RELAÇÃO MÉDICO-PACIENTE ATRAVÉS DOS TEMPOS
A RELAÇÃO MÉDICO-PACIENTE ATRAVÉS DOS TEMPOS
 
História da Saúde Pública no Brasil
História da Saúde Pública no BrasilHistória da Saúde Pública no Brasil
História da Saúde Pública no Brasil
 
História da Saúde Pública - Parte 1
História da Saúde Pública - Parte 1História da Saúde Pública - Parte 1
História da Saúde Pública - Parte 1
 
História da Teoria Microbiana das Doenças
História da Teoria Microbiana das DoençasHistória da Teoria Microbiana das Doenças
História da Teoria Microbiana das Doenças
 
História da Medicina no Brasil
História da Medicina no BrasilHistória da Medicina no Brasil
História da Medicina no Brasil
 
História da Cirurgia
História da CirurgiaHistória da Cirurgia
História da Cirurgia
 
História do Ensino Médico
História do Ensino MédicoHistória do Ensino Médico
História do Ensino Médico
 
Teorias de Aprendizagem em Medicina
Teorias de Aprendizagem em MedicinaTeorias de Aprendizagem em Medicina
Teorias de Aprendizagem em Medicina
 
ORIGEM E EVOLUÇÃO DO CONSENTIMENTO INFORMADO NA PRÁTICA MÉDICA
ORIGEM E EVOLUÇÃO DO CONSENTIMENTO  INFORMADO NA PRÁTICA MÉDICAORIGEM E EVOLUÇÃO DO CONSENTIMENTO  INFORMADO NA PRÁTICA MÉDICA
ORIGEM E EVOLUÇÃO DO CONSENTIMENTO INFORMADO NA PRÁTICA MÉDICA
 
História das Doenças Negligenciadas
História das Doenças NegligenciadasHistória das Doenças Negligenciadas
História das Doenças Negligenciadas
 
Semiologia Baseada em Evidências
Semiologia Baseada em EvidênciasSemiologia Baseada em Evidências
Semiologia Baseada em Evidências
 
Aula "Atestados Médicos"
Aula "Atestados Médicos" Aula "Atestados Médicos"
Aula "Atestados Médicos"
 
Elaboração e Publicação de um Artigo Científico Original - GESME
Elaboração e Publicação de um Artigo Científico Original - GESMEElaboração e Publicação de um Artigo Científico Original - GESME
Elaboração e Publicação de um Artigo Científico Original - GESME
 
Velhice e Envelhecimento - Profa. Rilva Muñoz / GESME
Velhice e Envelhecimento - Profa. Rilva Muñoz / GESMEVelhice e Envelhecimento - Profa. Rilva Muñoz / GESME
Velhice e Envelhecimento - Profa. Rilva Muñoz / GESME
 
Validade e Reprodutibilidade de Exames - Profa. Rilva Muñoz - GESME
Validade e Reprodutibilidade de Exames - Profa. Rilva Muñoz - GESMEValidade e Reprodutibilidade de Exames - Profa. Rilva Muñoz - GESME
Validade e Reprodutibilidade de Exames - Profa. Rilva Muñoz - GESME
 
Medicina Baseada em Evidências - GESME - Profa. Rilva
Medicina Baseada em Evidências - GESME - Profa. RilvaMedicina Baseada em Evidências - GESME - Profa. Rilva
Medicina Baseada em Evidências - GESME - Profa. Rilva
 
Noções de Exame Neurológico - Parte II - Profa. Rilva
Noções de Exame Neurológico - Parte II - Profa. RilvaNoções de Exame Neurológico - Parte II - Profa. Rilva
Noções de Exame Neurológico - Parte II - Profa. Rilva
 
Teoria da Amostragem - Profa. Rilva - GESME
Teoria da Amostragem - Profa. Rilva - GESMETeoria da Amostragem - Profa. Rilva - GESME
Teoria da Amostragem - Profa. Rilva - GESME
 
Pesquisa Qualitativa: Uma Introdução. Profa. Rilva
Pesquisa Qualitativa: Uma Introdução. Profa. RilvaPesquisa Qualitativa: Uma Introdução. Profa. Rilva
Pesquisa Qualitativa: Uma Introdução. Profa. Rilva
 

Último

c) A fosforilação oxidativa é a etapa da respiração celular que mais produz A...
c) A fosforilação oxidativa é a etapa da respiração celular que mais produz A...c) A fosforilação oxidativa é a etapa da respiração celular que mais produz A...
c) A fosforilação oxidativa é a etapa da respiração celular que mais produz A...azulassessoriaacadem3
 
3 – As principais características de cada tendência pedagógica, na ordem: o p...
3 – As principais características de cada tendência pedagógica, na ordem: o p...3 – As principais características de cada tendência pedagógica, na ordem: o p...
3 – As principais características de cada tendência pedagógica, na ordem: o p...azulassessoriaacadem3
 
Ainda nessa perspectiva, mencione ao menos três desafios associados à aplicaç...
Ainda nessa perspectiva, mencione ao menos três desafios associados à aplicaç...Ainda nessa perspectiva, mencione ao menos três desafios associados à aplicaç...
Ainda nessa perspectiva, mencione ao menos três desafios associados à aplicaç...apoioacademicoead
 
2. É possível a denúncia do Estado agressor junto ao Tribunal Penal Internaci...
2. É possível a denúncia do Estado agressor junto ao Tribunal Penal Internaci...2. É possível a denúncia do Estado agressor junto ao Tribunal Penal Internaci...
2. É possível a denúncia do Estado agressor junto ao Tribunal Penal Internaci...azulassessoriaacadem3
 
1 – O nome de cada uma das tendências pedagógicas, em ordem cronológica;
1 – O nome de cada uma das tendências pedagógicas, em ordem cronológica;1 – O nome de cada uma das tendências pedagógicas, em ordem cronológica;
1 – O nome de cada uma das tendências pedagógicas, em ordem cronológica;azulassessoriaacadem3
 
Sendo assim, desenvolva um breve texto que possa evidenciar a importância da ...
Sendo assim, desenvolva um breve texto que possa evidenciar a importância da ...Sendo assim, desenvolva um breve texto que possa evidenciar a importância da ...
Sendo assim, desenvolva um breve texto que possa evidenciar a importância da ...excellenceeducaciona
 
1. Considerando todas as informações que você obteve, descritas acima, calcul...
1. Considerando todas as informações que você obteve, descritas acima, calcul...1. Considerando todas as informações que você obteve, descritas acima, calcul...
1. Considerando todas as informações que você obteve, descritas acima, calcul...azulassessoriaacadem3
 
4. Agora para analisar os resultados obtidos, você irá utilizar a classificaç...
4. Agora para analisar os resultados obtidos, você irá utilizar a classificaç...4. Agora para analisar os resultados obtidos, você irá utilizar a classificaç...
4. Agora para analisar os resultados obtidos, você irá utilizar a classificaç...azulassessoriaacadem3
 
1) Cálculo completo e o resultado da densidade corporal da Carolina. Utilize ...
1) Cálculo completo e o resultado da densidade corporal da Carolina. Utilize ...1) Cálculo completo e o resultado da densidade corporal da Carolina. Utilize ...
1) Cálculo completo e o resultado da densidade corporal da Carolina. Utilize ...azulassessoriaacadem3
 
2. Considerando todas as informações que você obteve, descritas acima, sabend...
2. Considerando todas as informações que você obteve, descritas acima, sabend...2. Considerando todas as informações que você obteve, descritas acima, sabend...
2. Considerando todas as informações que você obteve, descritas acima, sabend...azulassessoriaacadem3
 
1. Solicitar ao entrevistado uma breve apresentação da organização, mencionan...
1. Solicitar ao entrevistado uma breve apresentação da organização, mencionan...1. Solicitar ao entrevistado uma breve apresentação da organização, mencionan...
1. Solicitar ao entrevistado uma breve apresentação da organização, mencionan...excellenceeducaciona
 
Considere a imagem abaixo: Fonte: ROSA, Tomás Amado. No âmbito do Direito, a...
Considere a imagem abaixo:  Fonte: ROSA, Tomás Amado. No âmbito do Direito, a...Considere a imagem abaixo:  Fonte: ROSA, Tomás Amado. No âmbito do Direito, a...
Considere a imagem abaixo: Fonte: ROSA, Tomás Amado. No âmbito do Direito, a...azulassessoriaacadem3
 
1. Considerando todas as informações que você obteve, descritas acima, calcul...
1. Considerando todas as informações que você obteve, descritas acima, calcul...1. Considerando todas as informações que você obteve, descritas acima, calcul...
1. Considerando todas as informações que você obteve, descritas acima, calcul...azulassessoriaacadem3
 
Acróstico - Maria da Penha Lei nº 11.340, de 7 de agosto de 2006
Acróstico - Maria da Penha    Lei nº 11.340, de 7 de agosto de 2006Acróstico - Maria da Penha    Lei nº 11.340, de 7 de agosto de 2006
Acróstico - Maria da Penha Lei nº 11.340, de 7 de agosto de 2006Mary Alvarenga
 
Slides Lição 9, CPAD, O Batismo – A Primeira Ordenança da Igreja, 1Tr24.pptx
Slides Lição 9, CPAD, O Batismo – A Primeira Ordenança da Igreja, 1Tr24.pptxSlides Lição 9, CPAD, O Batismo – A Primeira Ordenança da Igreja, 1Tr24.pptx
Slides Lição 9, CPAD, O Batismo – A Primeira Ordenança da Igreja, 1Tr24.pptxLuizHenriquedeAlmeid6
 
2) Descreva os princípios fundamentais para uma prescrição de exercícios físi...
2) Descreva os princípios fundamentais para uma prescrição de exercícios físi...2) Descreva os princípios fundamentais para uma prescrição de exercícios físi...
2) Descreva os princípios fundamentais para uma prescrição de exercícios físi...azulassessoriaacadem3
 
Sobre os princípios da teoria burocrática de Max Weber e com base em suas exp...
Sobre os princípios da teoria burocrática de Max Weber e com base em suas exp...Sobre os princípios da teoria burocrática de Max Weber e com base em suas exp...
Sobre os princípios da teoria burocrática de Max Weber e com base em suas exp...azulassessoriaacadem3
 
2 – A data de implantação de cada tendência pedagógica no Brasil;
2 – A data de implantação de cada tendência pedagógica no Brasil;2 – A data de implantação de cada tendência pedagógica no Brasil;
2 – A data de implantação de cada tendência pedagógica no Brasil;azulassessoriaacadem3
 

Último (20)

Namorar não és ser don .
Namorar não és ser don                  .Namorar não és ser don                  .
Namorar não és ser don .
 
c) A fosforilação oxidativa é a etapa da respiração celular que mais produz A...
c) A fosforilação oxidativa é a etapa da respiração celular que mais produz A...c) A fosforilação oxidativa é a etapa da respiração celular que mais produz A...
c) A fosforilação oxidativa é a etapa da respiração celular que mais produz A...
 
3 – As principais características de cada tendência pedagógica, na ordem: o p...
3 – As principais características de cada tendência pedagógica, na ordem: o p...3 – As principais características de cada tendência pedagógica, na ordem: o p...
3 – As principais características de cada tendência pedagógica, na ordem: o p...
 
GABARITO CRUZADINHA PATRIM E FONTES.docx
GABARITO CRUZADINHA PATRIM E FONTES.docxGABARITO CRUZADINHA PATRIM E FONTES.docx
GABARITO CRUZADINHA PATRIM E FONTES.docx
 
Ainda nessa perspectiva, mencione ao menos três desafios associados à aplicaç...
Ainda nessa perspectiva, mencione ao menos três desafios associados à aplicaç...Ainda nessa perspectiva, mencione ao menos três desafios associados à aplicaç...
Ainda nessa perspectiva, mencione ao menos três desafios associados à aplicaç...
 
2. É possível a denúncia do Estado agressor junto ao Tribunal Penal Internaci...
2. É possível a denúncia do Estado agressor junto ao Tribunal Penal Internaci...2. É possível a denúncia do Estado agressor junto ao Tribunal Penal Internaci...
2. É possível a denúncia do Estado agressor junto ao Tribunal Penal Internaci...
 
1 – O nome de cada uma das tendências pedagógicas, em ordem cronológica;
1 – O nome de cada uma das tendências pedagógicas, em ordem cronológica;1 – O nome de cada uma das tendências pedagógicas, em ordem cronológica;
1 – O nome de cada uma das tendências pedagógicas, em ordem cronológica;
 
Sendo assim, desenvolva um breve texto que possa evidenciar a importância da ...
Sendo assim, desenvolva um breve texto que possa evidenciar a importância da ...Sendo assim, desenvolva um breve texto que possa evidenciar a importância da ...
Sendo assim, desenvolva um breve texto que possa evidenciar a importância da ...
 
1. Considerando todas as informações que você obteve, descritas acima, calcul...
1. Considerando todas as informações que você obteve, descritas acima, calcul...1. Considerando todas as informações que você obteve, descritas acima, calcul...
1. Considerando todas as informações que você obteve, descritas acima, calcul...
 
4. Agora para analisar os resultados obtidos, você irá utilizar a classificaç...
4. Agora para analisar os resultados obtidos, você irá utilizar a classificaç...4. Agora para analisar os resultados obtidos, você irá utilizar a classificaç...
4. Agora para analisar os resultados obtidos, você irá utilizar a classificaç...
 
1) Cálculo completo e o resultado da densidade corporal da Carolina. Utilize ...
1) Cálculo completo e o resultado da densidade corporal da Carolina. Utilize ...1) Cálculo completo e o resultado da densidade corporal da Carolina. Utilize ...
1) Cálculo completo e o resultado da densidade corporal da Carolina. Utilize ...
 
2. Considerando todas as informações que você obteve, descritas acima, sabend...
2. Considerando todas as informações que você obteve, descritas acima, sabend...2. Considerando todas as informações que você obteve, descritas acima, sabend...
2. Considerando todas as informações que você obteve, descritas acima, sabend...
 
1. Solicitar ao entrevistado uma breve apresentação da organização, mencionan...
1. Solicitar ao entrevistado uma breve apresentação da organização, mencionan...1. Solicitar ao entrevistado uma breve apresentação da organização, mencionan...
1. Solicitar ao entrevistado uma breve apresentação da organização, mencionan...
 
Considere a imagem abaixo: Fonte: ROSA, Tomás Amado. No âmbito do Direito, a...
Considere a imagem abaixo:  Fonte: ROSA, Tomás Amado. No âmbito do Direito, a...Considere a imagem abaixo:  Fonte: ROSA, Tomás Amado. No âmbito do Direito, a...
Considere a imagem abaixo: Fonte: ROSA, Tomás Amado. No âmbito do Direito, a...
 
1. Considerando todas as informações que você obteve, descritas acima, calcul...
1. Considerando todas as informações que você obteve, descritas acima, calcul...1. Considerando todas as informações que você obteve, descritas acima, calcul...
1. Considerando todas as informações que você obteve, descritas acima, calcul...
 
Acróstico - Maria da Penha Lei nº 11.340, de 7 de agosto de 2006
Acróstico - Maria da Penha    Lei nº 11.340, de 7 de agosto de 2006Acróstico - Maria da Penha    Lei nº 11.340, de 7 de agosto de 2006
Acróstico - Maria da Penha Lei nº 11.340, de 7 de agosto de 2006
 
Slides Lição 9, CPAD, O Batismo – A Primeira Ordenança da Igreja, 1Tr24.pptx
Slides Lição 9, CPAD, O Batismo – A Primeira Ordenança da Igreja, 1Tr24.pptxSlides Lição 9, CPAD, O Batismo – A Primeira Ordenança da Igreja, 1Tr24.pptx
Slides Lição 9, CPAD, O Batismo – A Primeira Ordenança da Igreja, 1Tr24.pptx
 
2) Descreva os princípios fundamentais para uma prescrição de exercícios físi...
2) Descreva os princípios fundamentais para uma prescrição de exercícios físi...2) Descreva os princípios fundamentais para uma prescrição de exercícios físi...
2) Descreva os princípios fundamentais para uma prescrição de exercícios físi...
 
Sobre os princípios da teoria burocrática de Max Weber e com base em suas exp...
Sobre os princípios da teoria burocrática de Max Weber e com base em suas exp...Sobre os princípios da teoria burocrática de Max Weber e com base em suas exp...
Sobre os princípios da teoria burocrática de Max Weber e com base em suas exp...
 
2 – A data de implantação de cada tendência pedagógica no Brasil;
2 – A data de implantação de cada tendência pedagógica no Brasil;2 – A data de implantação de cada tendência pedagógica no Brasil;
2 – A data de implantação de cada tendência pedagógica no Brasil;
 

O Papel do Médico Generalista na Detecção do Câncer

  • 1. O PAPEL DO MÉDICOO PAPEL DO MÉDICO GENERALISTA NAGENERALISTA NAGENERALISTA NAGENERALISTA NA DETECÇÃO DO CÂNCERDETECÇÃO DO CÂNCER Profa. Rilva Lopes de Sousa-Muñoz rilva@ccm.ufpb.br
  • 2. SINAIS DE ALARME PARA DIAGNÓSTICOS DE CÂNCER SÃO MAIS ACESSÍVEIS AO GENERALISTA A investigaçãoA investigação começa na atenção primária…
  • 3. - Alta frequência de hipóteses diagnósticas da doença Câncer e Atenção PrimáriaCâncer e Atenção Primária - Uma pequena minoria tem câncer - Câncer com sintomas inespecíficos - Sinais de alarme em doenças benignas - Grande variabilidade da apresentação clínica
  • 4. • DESAFIO: Distinguir a minoria com doenças O PAPEL DO CLÍNICO GENERALISTA NA DETECÇÃO DO CÂNCER doenças graves da maioria com quadros autolimitados
  • 5. O PAPEL DO CLÍNICO GENERALISTA NA DETECÇÃO DO CÂNCER • Trata-se de um quadro grave/urgente? • Há necessidade de um diagnóstico preciso? • Que risco o paciente corre?
  • 6. FUNÇÃO DE FILTROFUNÇÃO DE FILTRO • Gatekeeper:• Gatekeeper: Porteiro GERVAS, J. ; FERNANDEZ, M. P. El fundamento científico de la función de filtro del médico general. Rev. bras. epidemiol. 9 (1): 147-149, 2006 .
  • 7. Função de FiltroFunção de Filtro O PAPEL DO CLÍNICO GENERALISTA NA DETECÇÃO DO CÂNCER População geral Filtro pessoal População que procura o generalista Filtro da atenção primária População referencia- da 2% 36%0,1% Aumento de 20 x 2% Aumento de 18 x 36% Função do filtro pessoal e da atenção primária – o exemplo do sangramento retal GUSSO, G.; LOPES, J. M. C. (Org.) Tratado de Medicina de Família e Comunidade. Porto Alegre: Artmed, 2012
  • 8. • Estratégias O PAPEL DO CLÍNICO GENERALISTA NA DETECÇÃO DO CÂNCER • Estratégias “Demora permitida” Encaminhamento
  • 9. • Estratégia da “demora permitida” O PAPEL DO CLÍNICO GENERALISTA NA DETECÇÃO DO CÂNCER “demora permitida” (Prevenção Quaternária) NORMAN, A. H.; TESSER, C. D. Prevenção quaternária na atenção primária à saúde: uma necessidade do Sistema Único de Saúde. Cad. Saúde Pública . 25 (9): 2012-2020, 2009
  • 10. •Demora e O PAPEL DO CLÍNICO GENERALISTA NA DETECÇÃO DO CÂNCER •Demora e atraso diagnóstico...
  • 11. O PAPEL DO CLÍNICO GENERALISTA NA DETECÇÃO DO CÂNCER Modelo de Hansen HANSEN et al. BMC Health Serv Res 2008; 8: 49.
  • 12. Diagnóstico de câncer na atenção primária • n = 13.035 pacientes - 18 tipos de câncer - Reino Unido 82% O PAPEL DO CLÍNICO GENERALISTA NA DETECÇÃO DO CÂNCER • 82% foram encaminhados •58% após 1 consulta, 25% após 2, 9% após 3 consultas LYRATZOPOULOS, G., et al. Measures of promptness of cancer diagnosis in primary care: Secondary analysis of national audit data on patients with 18 common and rarer cancers. Br J Cancer. 2013; 19; 108(3): 686–690.
  • 13. Diagnóstico de câncer na atenção primária (Hamilton, 2010) • Médico entre a O PAPEL DO CLÍNICO GENERALISTA NA DETECÇÃO DO CÂNCER • Médico entre a expectativa do paciente e a necessidade do uso racional dos recursos Br J Gen Pract. 2010; 60(571):121-8. Cancer diagnosis in primary care. Hamilton W.
  • 14. Sinais de Alarme = diagnóstico em 90 dias • Hematúria: 17,5% (95% intervalo de confiança [IC], 16,4% - 18,6%) em mulheres / 18,3% (17,4% - 19,3%) em homens Hemoptise: 25,7% (95% CI, 23.8% - 27.8%) em O PAPEL DO CLÍNICO GENERALISTA NA DETECÇÃO DO CÂNCER • Hemoptise: 25,7% (95% CI, 23.8% - 27.8%) em mulheres / 24% (95% CI, 22.5% - 25.6%) em homens • Disfagia: 7,2% (95% CI, 16% - 18.5%) em mulheres / 22,6% (95% CI, 21% - 24.3%) em homens • Enteroragia: 4,5% (95% CI, 13.7% - 15.3%) em mulheres / 16,7% (95% CI, 15.8% - 17.5%) em homens JONES, R.; et al. Alarm symptoms and identification of non-cancer diagnoses in primary care: cohort study. BMJ 339:b3094, 2009.
  • 15. Sinais de Alarme •• Nódulo mamário, enterorragia, hematúria, tosse > 6 semanas • n = 13.777 – 20 anos ou mais – 15,3% mulheres e 12,7 homens (Dinamarca) Scand J Prim Health Care. 2010. SVENDSEN, R. P. et al. Prevalence of cancer alarm symptoms: a population-based cross-sectional study. Scand J Prim Health Care, 28(3):132-7, 2010 • Clínicos gerais interpretaram os sintomas como de alarme em 49% dos casos (Dinamarca) Ugeskr Laeger. 2010;172(41):2827-31. Symptom presentation in cancer patients in general practice. Nielsen TN
  • 16. • Acrônimos ABCD para o melanoma maligno O PAPEL DO CLÍNICO GENERALISTA NA DETECÇÃO DO CÂNCER melanoma maligno DISPEFS para dispepsia
  • 17. O PAPEL DO CLÍNICO GENERALISTA NA DETECÇÃO DO CÂNCER
  • 18. Dispepsia - DISPEFS • Disfagia, Icterícia, Sangramento, Perda de peso, Exame Físico alterado, Sono prejudicado pela O PAPEL DO CLÍNICO GENERALISTA NA DETECÇÃO DO CÂNCER alterado, Sono prejudicado pela queixa • 10% das consultas de pacientes com dispepsia – 4% dos investigados – 3 anos Scand J Gastroenterol. 2002 Sep;37(9):999-1007. 'Alarm symptoms' in patients with dyspepsia: a three-year prospective study from general practice. Meineche-Schmidt V, Jørgensen T.
  • 19. DIAGNÓSTICO E INCERTEZA SEMIOLOGIA BASEADA EM EVIDÊNCIAS: “Quantificar a incerteza” • Valorizar os achados de maior• Valorizar os achados de maior acurácia diagnóstica • Integrar as melhores evidências da literatura aos dados da anamnese e exame físico • Raciocínio Probabilístico
  • 20. DIAGNÓSTICO PROBABILÍSTICO •SENSIBILIDADE • ESPECIFICIDADE• ESPECIFICIDADE •VALORES PREDITIVOS RAZÃO DERAZÃO DE PROBABILIDADEPROBABILIDADE 20
  • 22. ACP JOURNAL CLUBACP JOURNAL CLUB www.acpjc.orgwww.acpjc.org
  • 23. EBM ON LINEEBM ON LINE http://ebm.bmj.com/http://ebm.bmj.com/
  • 26. “Medicina é a arte da incerteza e a ciênciaincerteza e a ciência da probabilidade” (Sir WILLIAM OSLER)