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Papel das decisões.

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Fala sobre quão importante são as nossas decisões e que temos de ter a certeza da meta escolhida

Publicada em: Educação
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Papel das decisões.

  1. 1. O papel das decisões: a certeza da M eta escolhida 11º CTA Raúl Viana Custaldino Barreto
  2. 2. Índice • Introdução • O Papel das Decisões • Tipos de tomada que tomamos decisões • A certeza da meta escolhida • Conclusão
  3. 3. Introdução • Como sabemos a vida é feita de decisões, decisões que podem ter más ou boas consequências, ou seja, as decisões podem nos levar a metas felizes ou metas infelizes. • Neste trabalho abordaremos um tema que envolve a vida social de um ser humano.
  4. 4. O Papel das decisões na vida • P apel: Emprego, função, uso. • Decisões: Ato ou efeito de decidir; determinação, resolução, deliberação. • A pessoa total e concreta é o sujeito do comportamento ético. Mas nenhuma Homem nasce pessoa feita; mas sim nasce pessoa a fazer-se. Todo o sujeito encontra-se dentro de um conjunto de circunstancias de base que condicionam o seu comportamento.
  5. 5. • Assim, pode-se afirmar que o ser humano vive e desenvolve o seu projeto existencial dentro dos seguintes padrões: • Tempo: O ser humano encontra-se inscrito no tempo e viver inscrito no tempo implica que as suas decisões morais encontrem-se situadas em três dimensões: Presente, passado e futuro.
  6. 6. • Espaço: O ser humano é um ser no mundo, ou seja, um ser em relação intima com o meio em seu redor (clima, paisagem, horas por dia, alimentação, etc…). Por isso o seu comportamento moral estará dependente do espaço em que ele está inserido.
  7. 7. • Grupo: A pessoa e a comunidade (formadas por pessoas diferentes) são sujeitos de valores morais e comportamentos éticos em implicação mútua. A existência humana é um “ser com”. O ser humano realiza-se na relação que estabelece com os outros.
  8. 8. • Sexualidade: Sexualidade aqui refere-se a “condição sexuada”. A condição sexuada tem repercussão na vivência do sujeito, isto é, ser do sexo masculino ou feminino implica diferentes modos de comportamento. O sujeito que vive moralmente é condicionado pelo facto de “ser homem” ou “ser mulher”.
  9. 9. • Caráter: é a natureza de cada um, é a maneira de ser de cada um. Cada pessoa atua moralmente a partir do seu caráter; cada pessoa tem o seu fator de “inteligência”, ou seja, tem a sua capacidade discernimento (capacidade de distinguir o certo do errado) das consequência dos atos, na aprendizagem moral e na resolução de conflitos.
  10. 10. • Ser pessoa é ser capaz de se inclinar sobre si mesmo (refletir) e, a partir desse ato, ter a faculdade de sair de sí mesmo.
  11. 11. • As pessoas têm a liberdade para a escolha (maioria), podem tomar as decisões de acordo com as suas opções. Assim podemos falar de dois tipos de opções, baseadas no nosso projeto de vida: • Opções circunstanciais: São opções que se enquadram no nosso projeto geral para a vida. (exemplos: Levantar-me a esta ou àquela hora, lavar os dentes, participar naquela reunião ou não).
  12. 12. • Opções fundamentais: são opções que estruturam o projeto geral para vida (ter filhos, casar-se, preparar-se para determinada profissão, etc…). A opção fundamental concretiza-se em atitudes. Cada ato denuncia atitudes; cada ato transparecem opções fundamentais.
  13. 13. Tipos de tomadas de decisões • Decisão Baseada no Instinto: A tomada de decisão baseada no instinto está associada ao nível celular (DNA) e relacionada, principalmente, a questões de sobrevivência. Por exemplo, os bebês sabem instintivamente como sugar, como chorar quando suas necessidades não são atendidas, e como sorrir para ganhar atenção. Ninguém os ensinou a fazer isso.
  14. 14. • Decisão baseada em Crenças Subconscientes: Na tomada de decisão baseada em crenças subconscientes, nós reagimos sem reflexão, mas com base nas memórias pessoais.
  15. 15. • Decisão Baseada em Crenças Conscientes: Se quisermos tomar decisões racionais, precisamos deixar para trás a tomada de decisão baseada em crenças subconscientes e mudar para a tomada de decisão baseada em crenças conscientes. Nesse tipo de decisão, a ação é consequência do pensamento.
  16. 16. • Decisão Baseada em Valores: Nós tomamos decisões baseadas em valores, para que possamos criar o sentimento que queremos experimentar. Se valorizamos a confiança, tomemos decisões que nos permitam expressar e sentir a confiança. Se valorizamos a responsabilidade, tomemos decisões que nos permitam expressar e sentir a responsabilidade.
  17. 17. • Decisão Baseada na Intuição: O que é diferente nesse tipo de decisão é que não existe uma tentativa, tanto consciente quanto subconsciente, de criar significado. A intuição nos permite criar um futuro baseado na emergência do ser (eu superior). Decisão inconsciente.
  18. 18. A certeza da meta escolhida Certeza: Qualidade do que é certo, conhecimento exato. M eta: Alvo, mira, objetivo. O ser humano tende para a realização plena da sua existência. Contudo, a realidade demonstra que esse desejo de plenitude não se pode realizar apenas dentro dos limites das capacidades humanas, necessariamente finitas.
  19. 19. • Por isso, só Deus é resposta aos anseios mais profundos da felicidade ilimitada que habitam o coração humano; só ele poderá conduzir cada pessoa à sua plena realização. • Ao ser humano cabe acolher a imensidão infinita de Deus e com ele estabelecer uma relação de intimidade.
  20. 20. A ética cristã define-se por centrar o sentido de agir humano na convicção de que a vida possui um rumo, um horizonte, que lhe é conferido pela morte e ressurreição de Jesus Cristo, que desafia a segui-lo. Segui-lo significa, para além de uma escolha concreta de vida (opção vocacional), adquirir um novo olhar sobre a criação, sobre o mundo, sobre as pessoas.
  21. 21. Segundo a ética cristã, a escolha é «entre o ser e o ter», isto é, entre procurar possuir mais e mais, reduzindo tudo a dimensão de objeto (incluindo os seres humanos), ou ser cada vez mais, descobrindo um dom transcendente, proveniente de Deus, que importa respeitar, proteger e contemplar, « para maior gloria de Deus».
  22. 22. A ética cristã não distrai os seres humanos do mundo, não os aliena, não os expulsa do coração da vida, mas desafia-os a tornarem o mundo mais habitável: local e tempo em que tudo é respeitado na sua autêntica natureza, em que se manifesta uma correta hierarquia de valores e em que tudo é visto à luz do seu sentido ultimo.
  23. 23. Conclusão As decisões tem um papel muito importante na vida, através de apenas uma decisão a meta do ser humano pode ser escolhida. E que a ética cristã é uma ética que tem como uma meta ou finalidade o bem comum. Esta ética possui uma correta pirâmide de valores. :D

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