Desafios da redacao

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Desafios da redacao

  1. 1. p 4 o No - irr/ /f/ í/ / z/ / I/. ¡// /// r/ I. / // r/ /z / u/z/ yn/ / / QL/ .. ORXOOGACDRDO / »rank/ r #uz/ W uma. ) / r ? kr 2, / kr / /r'/ ?nA/ 'Ç/ /r o; zw/ › / f / x/ /Jy/ ;nova/ ya / -/ j/ z / /ru/ zr, r/ /)/ /// // /1 , , / / d, , . í . jr / ÁJ/ r / iãir/ ' r. ; . l/Y/ ' r / .›- 11// r zu/ zÍàr/ ,xyk , ,,. h r w. - . - . s. . r/ /á/ /A / L _É / r/Í/ l/ /l/ /íf/ V/z/ I/z, _ . _ É( ___ñ_ [E ___ 4 7 _z _ , _, _ _ 3,; _/ A / /'/ ./Í x ai, n_ / n/Í¡ * / .__. ' 14"? r mf . r " v” ' ' , n ' « _f í y 1_ y _ "' É a? ? í» N _f É! ! _ “ N I: " _ V. ; - l , _ . r/ rz 1/ ; «gn/ iria 'í/ I. , f . o_ f» rj / Sr/ z. . 2: A . l V! Í' F7 ' / m/z. - Á%? //z/ / r/ /zu/ /zn /7 / // r z/ Ç// xx/ ,r-xzz/ ,w , ,/' / r// zzz/ /z/ .ü/ /h/ z, r/ .p/ /r/ I / // //W%n/ ,w v z. /'/ /y/ r/líll/ 'l'/ /wl'l x/ /z/ z/ m// z/ / k// y// zr/ /xêr 7m»- . r /7 / Án-x l/ fÃr 2,/ , . r . V 2/ N. v' É: (v ' 3-, 1 u v «o r «o 4 ? eo [ÍÊ%3'Ç. -13ÍF&= ÍI' Í / V// z/l/ z// f/P/ /z/ T7, ¡Jy/ Zy_ / _ z/ Ê, , ,_, .,_ z , u / // ./, . , ,,. .. _ __ 4 _ _ @Lantrzruro Lam _va e rgorwzmíaíaaçzxzp «. ,›e>: .í (Vl /1/_0/1.) %/ .// //'; .4 ff. ) /1/.12/6¡ 1,1' " gvvrterçí , ; .a, F57!! «o *Numa @caída ? a EMIIQíÍÓICVÚ-L' , _, ,. R, r / r ? .Á/ /I/ / / x N/ Í_ - Á/ // z// /// /.'/ //'/ .Í/ «mx/ Zz : L ^* ”/ Reecfa ão~ »ao waoüííwwfm = “*-«'›° - 4 Í e. L › u' ' ›. . "É 4'. ' i ; v' .4 . ;im ku” #ll/ fill / '// /// . ' 7x/ I/ r/I/ .1//7/ r N / /// 7//1/ 1'/ r/ 'Hr/ «ÁÕ/ 'U uu à à' Ju / w. m . 2 *~ , e F; aT'_tJ'FL-. ,'? > [oraroafâ r/ z/. J/ r/ /z/ .A/ r/ / N/ #yr/ n z-xz/ /x/ k/; à / 2/4 , ,h/ ,Jí . . ' / z/r/ #Jr/ Ê/z/ /l/ z/ / z/r. r/ 1//1 k/ Á x7 r/ x , n 11// z/ v// l// xr/ /V N , /x/ 5/ . . o . - / /' / JV / /7'/ / . )// / 'ñ/ /z/ /v / z/. z / z/ z/ /z/ x/z/ zw# u' . ' / r/ r// J/í/ r/C / r/ r/ /z/ .u/ /Ík/ r/ r /24/5/ x. ) . u / f/z _ou z. / o 7K/ K/ ;f/ Í/ 7/0 / l/. l Á/ /z / kr/ .u/ /rr/ /J ra; // V'¡/ //'/ ,,›, ¡§_› _m rx/ 'zzr/ x/zr? r/ 'z/ z/I, /-/ 1/1 / z/. A/ / z/ j/ /í z x/ ,u/ ,n/ /z/ x/z f'
  2. 2. org. Verônica Gonça Ives DESAFIOS DA REDAÇÃO Grupo Desafio Editorial Recife 2013
  3. 3. Todos os direitos Ieseivados. Nenhuma parte desta edição pode ser utilizada ou reproduzida em qualquer meio ou forma, seia mecânico, eletrônico, fotocópia, gravação etc. - nem apropiiada ou estocada em sistema de banco de dados, sem a expressa autorização da editora. Diretor Editorial _lose Carlos de Lima Direção Geral José Alventino Lima Filho Organização Verônica Gonçalves Supervisão Maria Goretti França Projeto Gráñco Alynne Cavalcante Diagramação Alynne Cavalcante Capa Alynne Cavalcante Revisão Verônica Gonçalves Gilson Oliveira Dados GONÇALVES, Verônica. Des-años da Redação. Recife: Novamente Cultural LTDA, 2013. ISBN 978-85.636l]5.IÍI4-7 1. Português - Redação l CDD 8380469 Índice para catálogo sistemático l. Português: Redação 8'Í'8.| Í'469 2. Redação: Português 8'Í'8.| Í!469 Av Manoel Borba, 767 Boa Vista | Recife-PE Cep: 5|ÇI'Cl7C'-IC'C3'<Í> wwwgmpodesafiocombr E D l T o R u A L sac@gmpodesaño. coin. br 9788563605057
  4. 4. O livro Desaños da Redação, atualizado conformeo novo Acor- doOrtográfico, reúne, analisa e explica assuntos que permitem ao estudante visualizar e conhecer profundamente os segredos do processo de elaboração de textos, o que proporcionará um melhor desempenho nas avaliações de seleção do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), e de ou- tros tipos de concurso. Nosso objetivo é contribuir para o sucesso dos estudantes, o li- Vro, possui uma linguagem m0- derna, clara e objetiva, tem o seuconteúdo formado por, entre outros importantes recursos, um apresentação amplo e diversificado conjunto de interpretações de textos, ede técnicas de redação, bem como um abrangente leque de preciosas dicas para a produção de uma boa redação. O estudante conta, ainda, com uma rica seleção de exercícios extraídos das provas dos vestibu- lares, O também concorre para do- tar a obra de grande importância, tornando-a uma vital ferramenta de ensino aprendizagem. Completo e de fácil compre- ensão, o livro Desafios da Reda- ção é, em suma obra indispensá- vel para o estudante.
  5. 5. E D I T O R I A L
  6. 6. Apresentação . ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... . . .3 Vamos conhecer a reforma ortograñca . ... ..8 Introdução . ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... _.18 Teoria da redação . ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... . , .19 Gêneros textuais: .. ... ... ... ... ... ... ... ... . _.20 Reportagem ________________________ _ .20 notícia . ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... .. . .20 carta ao leitor . ... ... ... ... ... ... .. . .20 tutorial . ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... . . .20 bula de remédio . ... ... ... ... ... . _.20 história em quadrinhos ______ _.21 editorial . ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... _.21 entrevista . ... ... ... ... ... ... ... ... ... . .21 receita . ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... _.21 propaganda . ... ... ... ... ... ... ... ... _.21 charge . ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... _.22 biografia . ... ... ... ... ... ... ... ... ... .. . .22 anedota . ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ..22 texto argumentativo . ... ... ... . _.23 carta argumentata . ... ... ... ... .. _.23 Gêneros literarios: .. ... ... ... ... ... ... ... . _.23 Narrativa . ... ... ... ... ... ... ... ... ... _.23 comédia . ... ... ... ... ... ... ... ... ... .. _.24 novela . ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... _.24 conto ___________________________________ _.24 ensaio . ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... _.24 drama . ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... _.24 acróstico . ... ... ... ... ... ... ... ... ... . _.24 crônica . ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... . . .25 crônica narrativo-descritiva . ... ... ... .. . .25 elegia . ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... . . .25 canção . ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... .. . .25 tragédia . ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... _.26 farsa . ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... _.26 tragicomédia . ... ... ... ... ... ... ... . . .26 lírico . ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... .. _.26 vilancete . ... ... ... ... ... ... ... ... ... .. _.26 épico ____________________________________ _.26 idílio . ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... .. _.27 ode . ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... . _.27 sátira . ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... .. _.27 acalanto . ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... _.27 epitalânia ____________________________ _.27 poesia de cordel . ... ... ... ... ... . _.27 fábula . ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... _.27 gazal . ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... .. _.27 romance _____________________________ _.28 balada . ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... _.28 haicai . ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... . _.28 soneto . ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... .. _.28 Tipos de composição textual: .. ... _.29 Tabela __________________________________ _.29 relato . ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... . _.29 relatório . ... ... ... ... ... ... ... ... ... .. _.29 resumo . ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... . _.30 textos descritivos . ... ... ... ... . _.32 textos explicativos . ... ... ... .. _.32 textos injuntivos . ... ... ... ... ... _.32 textos dialogais . ... ... ... ... ... .. _.33 As partes da redação . ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... . _.34 Introdução _____________________________________ _.34 D esenvolvirnento . ... ... ... ... ... ... ... ... . . .34 C onclus ão . ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... . . .34 Qualidades básicas da redação: .. ._.35 Unidade . ... ... ... ... ... ... ... ... ... .. _.35 coerência _____________________________ . .35 ênfase . ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... _.35 Itens importantes na produção da redação: .. ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... . _.35 Visual . ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... _.35 estética ________________________________ _.35
  7. 7. tema . ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... _.35 título . ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... .. _.35 Correção: ________________________________________ _.36 Clareza . ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... . _.36 concisão . ... ... ... ... ... ... ... ... ... .. _.37 originalidade . ... ... ... ... ... ... ... . _.37 elegância . ... ... ... ... ... ... ... ... ... . _.37 coesão _________________________________ _.37 Forma e conteúdo . ... ... ... ... ... ... ... ... _.38 Montagem dos esquemas: .. ... ... ... . _.38 Organização das ideias . ... . _.38 O início da redação: .. ... ... ... ... ... ... .. _.41 Citações . ... ... ... ... ... ... ... ... ... .. _.42 dados estatísticos . ... ... ... ... .. _.42 jus tiñcativas . ... ... ... ... ... ... ... .. . .42 exemplos . ... ... ... ... ... ... ... ... ... _.42 comparações . ... ... ... ... ... ... ... . . .42 Sugestão de temas . ... ... ... ... ... ... ... ... _.43 Leitura e produção textual . ... ... ... ... ... ... ... . _.45 Leitura, interpretação e produção textual: .. ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... _.45 Procedimentos de leitura _____________ _.45 Construção da redação . ... ... ... ... ... . _.46 Como escrever bem . ... ... ... ... ... ... ... _.46 Conceitos do escrever bem . ... ... .. _.46 Sugestões para produção de texto . ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... .. _.47 O que fazer para escrever bem . ... .48 Tipos de texto . ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... _.49 Produção textual . ... ... ... ... ... ... ... ... .. _.49 Como fazerum texto coeso . ... ... .. _.50 Os fatores da coerência . ... ... ... ... .. _.53 Defeitos textuais: .. ... ... ... ... ... ... ... ... . _.55 Ambiguidade . ... ... ... ... ... ... ... _.55 obscuridade . ... ... ... ... ... ... ... ... _.55 cacofonia . ... ... ... ... ... ... ... ... ... _ .55 pleonasmo . ... ... ... ... ... ... ... ... . _.56 eco . ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... .. _.56 gerundismo . ... ... ... ... ... ... ... .. _.56 clichê . ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... . _.56 prolixidade . ... ... ... ... ... ... ... ... . _.56 As funções da língua . ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... . _.57 O estudo da língua . ... ... ... ... ... ... ... . _.57 Língua falada e língua escrita . ... .. _.57 Língua escrita e mensagem . ... ... ... _.57 As funções da língua escrita . ... ... . _.58 Descrição: .. ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... _.60 Denotativa . ... ... ... ... ... ... ... ... . .60 conotativa . ... ... ... ... ... ... ... ... .. _.61 qualidades da boa descrição _____________________________ _.61 Narração: .. ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... . _.61 Questionamentos . ... ... ... ... . . .61 formas de narrar o enunciado . ... ... ... ... ... ... ... .. _.62 Interpretação de texto . ... ... ... ... ... ... ... ... ... .. _.63 Conceito . ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... . _.63 A intenção textual . ... ... ... ... ... ... ... ... _.64 O sentido lógico e o sentido simbólico das palavras . ... ... ... ... ... . _.65 Graus de compreensão dos textos . ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... .. _.65 Figuras de linguagem . ... ... ... ... ... ... _.64 Modelos de redação . ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... _.72 Redação escolar . ... ... ... ... ... ... ... ... ... . _.72 Redação comercial: .. ... ... ... ... ... ... ... _.73 Regras . ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... .. _.73 carta comercial . ... ... ... ... ... .. _.74 certiñcado ___________________________ _.74 ata . ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... _.75 circular . ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... . _.76 contrato . ... ... ... ... ... ... ... ... ... .. . _ 76 procuração . ... ... ... ... ... ... ... ... . _.77 parecer ________________________________ _.78 recibo . ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... _.78 relatório . ... ... ... ... ... ... ... ... ... .. _.79
  8. 8. currículo . ... ... ... ... ... ... ... ... ... . _.80 Redação oñcial: .. ... ... ... ... ... ... ... ... ... _.81 Oficio . ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... _.82 Redação nos vestibulares . ... ... ... ... ... ... ... ... _.83 Erros recorrentes . ... ... ... ... ... ... ... ... . _.83 Comentarios de redações . ... ... ... .. _.84 Propostas de temas . ... ... ... ... ... ... ... . _.92 Melhores redações . ... ... ... ... ... ... ... ..102 Exercícios de vestibulares _____________________ . .108 Apêndice . ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... . . .1 1 5
  9. 9. descños da redacao Vamos conhecer a reforma ortográfica Este não é o primeiro e, com certeza, também não sera o último Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa. Muitos, certamente, “estranham" o fato, pois possuir duas grafias oñciais mostra-se excessivamente problemático para uma língua. Em diversos âmbitos (Legal, Técnico-científico, Comércio Exterior, entre outros) diversos problemas podem ocorrer por co11ta de divergências e falsos entendimentos por haver mais de uma grafia oficial_ Tão utópica quanto necessaria, e', muitas vezes, uma uniformização ortogrãñca para tornar a intercomunicação social mais abrangente e clara, sem as nuances do tempo e do espaço_ Muitos agora podem pensar que o problema se centra então na variação linguistica, o que não é verdade, antes a variação linguistica é prova de que a língua em si está sempre se transformando ao longo do tempo e que isso faz parte de um processo natural a todas as linguas_ Na realidade, exemplificando, existem duas forças que moldam uma lingua: os falantes que, através do uso, puro e simples, transformam e adequam a lingua a sua realidade, cada grupo em seu meio social, e por outro lado, existe a necessidade de uniformização para que os grupos possam se compreender e se comunicar_ > >VGJCI Alfabeto O alfabeto da Língua Portuguesa, anteriormente composto por 23 letras, possui agora 26. Todas têm as formas maiúscula e Veja abaixo as letras (desta- cadas) que voltaram a fazer parte do nosso alfabeto. l-aA 7-gG 13-mM 19-sS 25-yY 2-bB 8-hH 14-nN 20-tT 26-zZ 3-cC 9-iI 15-00 21-uU 4-dD IO-j] 16-pP 22-vV 5-eE ll-kK 17-qQ 23-wW 6-fF 12-1L 18-rR 24-xX
  10. 10. ?mais 'If-ía _invite _latas as «qpiltmuum _uvn «aglíluian uam-nt _l_n*›, u_n_¡a: çnrtâ-xníirso: its grama-n: : (um ; u ¡r-rbâ', its . ngm Í J. lf¡_l. |.l'§*~*-Í* i em_ : night-x Jílljlbnjílc): a_ *rw ntuichucflan its . l.l, ta~íflílct its aum: ~ Llliiijíllauír' ; tail ibzz-ungpil-; sc âvwnv r ágar/ uniao¡ _intra/ if_ . àmmüíitmq vo_ ízmm lltiilüiw/ ¡Imaviiràn/ tu' _Mw 14ml ñ nai/ mímica . ànr A . aii mia/ ir C Ie »filiganlívw _inn-Je sil'. Gift-gain, _braiírnnitau (si); 915a í Tag» a n: Kfallüênllliih . iguais ils 4n, l.li. x»anor~? iür» g a J _nuns vw im 'ununzn íim ¡muíftgffn-u _MT-them (i4 a, el, a *J _l_l__ttl_l_liâ, l_lrcii__ , uv mim ih: íhgnnísw dhtuituniv ; w _Lullíilíkà pñzrr-rtagglk: : farei/ í I'm: a , finkgeiraü _fvtzkgznâ r- : nqraetmajiiamf- ! mw 'tcigzll : mai: sine 2 : um: 44min; xunmigi-izu» , Éb: ('-›_n; qg_›1la: ,IIItÚÍ/ i' bahia); _no mui: : ih: «<«». tu«s›un_u_Ii: -w l É¡ mu_ amics" swucítaui M : És na. : . llKllIÍluÍhR _lj "la3xaruíla_uis›_u_n_xiiuió at¡ usuais_ _nrartiltnoíjuiikw raw 312m", _piaui- mu' a. o_iu«iii, li, nun; nr-is Lkvrhxêüyfxíl a aallauulüíziliuçn; já. , aqui-flu, 0mm: inner im _ouikvnru _Iii &ru; gpr- 4. _latim i! â : lillljpijí amanita: i ? LICllllltlâáiülíkl_ E. ,Iemu›, n.u_napi-ib'ts| . aulimíiiqnp; u: kr›, nx«: '›, unn_n. m;x ; lui . tlwillitlõlé azia-reunia: : _na Mingau: _P'V; I;SÍI§; LI. ͧ> m. , ! Alili¡pliljjílõl_l_liü_l, l_lõl, l_iii il¡ «err-um _ícmtquu arqlíggzu m ; film Ê: (a_n, n,¡_a1l«ri , Alitnaxr / .áhrizrãjiíni ; ami 7 v, )i: ¡¡(4í1›z¡. _lúàlI/ 'Níinz f _lv/ franquia fi/ Iiaia* ñ _Lai/ ão (fm: ,Anil/ aim 7 . Anilha 'gilí”llili'lá' 7 l, ati”lll'll« LR¡ _n_n. naén_n_n_u› isrmtnfn» , IJ_HIJ]Í3lÇlJ_›-:1i : w : nunk ífutugiílucên (entre-jà ; tua 3.¡ ° I . lama. e aaqtllítllñíkk oil-s _ÍHÍRQà . l_l_lilti_l_l, l:"~ que 312m: ,-¡a_x: ia_uga-. I.n; :e _Pujilllglñm §1›: a_n, nx, e1l«z mr' _iai/ lia_ Ji* . »-'. 'í¡zI. ê/a¡, ›“¡aín¡¡¡a if uunvnai; ,lvbll/ Iar'
  11. 11. dosõios do redocüo v-Í Homofonia em certos grafemas consonânticos (Dromíoeza de : errar / efrax gae ¡eplerenfaoz o¡ rom' da¡ ranma/ am) Não houve nenhuma alteração em relação aos grafemas consonânticos, lembrando que a sua utilização é determinada pela história das palavras. Abaixo seguem alguns exemplos de grafemas consonânticos: Ch e X: C/ aaze. Cole/ vão, Erhebzzobai: Bexga, Ameixa, Xadieg G e J: Adagzo, Afgema, Falange, _Lya/ m jzma, lona/ área S, Ss, C, Ç e X: Amza, Aiperxão, Anexo. Benexxe. Acerto, Obeeear: Mayada. Mama, Aa- xzYzo. M áxzmo. S, X e Z (Final de sílaba): Ademar: Eyez/ Jan lim/ zoar; Ene/ Não, Fe/ zzme/ zfe, I/ ?s/ ogmeafe. S, X e Z (Final de palavra): A/ zax, A/ razer Arroz Arroz, M afzg, Giz S, X e Z (Meio de palavra): Nazrzro, Dz/ aaera, Aàízgema, Buzina, Exaberanfe. I oexorazeZ “V” i-. H inicial e ñnal Emprega-se a letra h em razão da origem e / ou etimologia da palavra (be/ Zee. hoje. homem. bamor) e também nas interjeições, pelo uso consagrado (I-Iã? Haia. ) Supnme-se a letra h, apesar da etimologia, em palavras como ema, mas atenção para o adjetivo: berbáreo . V' -_. Crase é a fusão da preposição a com o artigo a e é assinalada mediante o uso do acento grave ( " Ha crase sempre que o termo antecedente exija a preposição a e o termo conse- quente aceite o artigo a. Veja: Fui a cidade. Quando não ocorrem essas duas condi- ções, não há crase. Veja: Conheço a cidade. Nesse caso, faltou a primeira condição. Para saber se uma palavra aceita ou não o artigo, basta verificar se pode usar da antes dela ou se basta usar de. Exemplos: V277/ da Ba/ Jzia. Voa à Bahia. E7227¡ de São Paulo. Voa a São Paa/ o.
  12. 12. descflos do redacao V '-1 Vogais nasais Quando ocorrem em fim de palavra, seguidas ou não por hífen, utiliza-se o diacríti- co (~) para a representação. Exemplo: a ñnal: Gú-Bnefaa/ ya. m em ñm de palavra: olarim. n em fim de palavra com vogal diferente de a seguida de s: xemZfo/ Lr Recado: No segundo grupo, as terminações ãtonas ia e io ligadas a substantivos: negam ou negooezo Final ãtono em palavras latinas não deve ser empregado: mofo e não ozâfa. v . , . . . . Terminados em oar possuem o quando a sílaba tonica recai sobre o radical: aben- çoar ~ abeayoo. Terminado em uar possuem u na sílaba tônica: area/ War - aee/ mm. Il -1 Vogais átonas Em sílaba atona deve-se empregar e, i, o ou u: ,Dean/ aa goela, lzmzar. awaeme. Entretanto, de acordo com a terminação da palavra esta regra sofre algumas varia- ções, conforme segue abaixo: eio / eia escreve-se com e: eandeezro (ra/ ideia), areal (areia). 'v' i-: Ditongos Os ditongos orais não sofreram qualquer modificação em sua regra, seja em posição atona ou tônica: mediu, cacau, caixote.
  13. 13. ,HA t. 9 J Italy": lt "? =|- Ma. . 5;_ âli '- ii ; xaríiayaatni «mama : igual: k? ih¡ 21013,* k ; ,151 _Ç/ flhom mam_ lavrada: tgpôtlnu . levanta : rw-Luli: ç _ ~_ qjnun, i_tít~ê~ : ia ôI_l_l~| (-“)]_l'§§ill_l; an_ t n_ . ll dia : ílklbki @brava-ag 1,514,111!, 11111111719, j _Pampa um íÍT-! Jjjãtls mma: : «aiii-ss “xr-isaui-_siaxit-; s sua ! im at): a uaiwlíLlkmwatv : l j ! pla a; _Ítaíljjrtt _nas ijaãzlüi_ a n_ 'i em; 'tu~:1m'¡bx1l_ní›: ,aninha ›. ~ í~ê›_¡_u. n_u-_¡_n_i «em il» “la-Jürgen, :ma , irtilisieg igualitária; :Êta íüiq¡ 4m: ç nau: arrastar-italia: m¡ as. : fat: Ílf-r, iu, am_ ur. . na¡ m. i BJJQAp_liL34b-Í1i EW _UEM 11v: !Íül-: lllgí: Muniz» 41 , Olíjjiuüjltt ¡llàlêkitjit ika l 15: t? .grxsvnfrz _à_ 'lügãÍl 7- px-_nííà : m: : liIüs-: iai m¡ 'iavlfunuihc ÍMÍÊ 11¡- 1141;; c" i , ILKGJJIÍÍJWÍPA unliw . im Itu-gun: lili/ Im , fi/ hm «uma is ; um çílíííw ; lundi dia _ngaiâíiia oxaaíaiiar @tn íllíllmlñuvg» e a _tratar-rs _eu , oiaumvm , uiiunll its . Luílnmniftvteez tIi/ 'IÚI/ Iou 11111101111: õljjgllllilg-ê ã ñmlljiuívl-à' IPE" 'IÍUJÍÊIC' íkn; ;nr/ Simoni 1141111119: a jp. . raaujknao. : 'Éh/ aq '“I11¡v'¡¡14› çzulfnmkulñvtv~ em f' , tavam dia ruihmníxvn: :: um _lllgjllõlfil ÍW-rlf. j : Í: É- . a-Fm-íiliíê ÊA1rp1ñ3=M~Ii axaaulrr» ííjjnltllãilõàãx, _uma ; wnn_l~ss›. zcitâítns ii'- wrigeil ficarem ai_ a, ci ç Çíaofinuiha: ': iarángggctunías em _L _u s¡ . u, a. “A ? na k. ue. _kilâuv amggnxaua: gprs , ut * plural* ; nueva : i p! ?¡Éíiliêligiíüjjãn j _Nick «irritam ta: e vii; Í-I_U_Ig_p›Ii§g_Jf. ›~'1i #um j 5161:. , pau: : éñíarrapxtíiun; a 3'” plasma» íte em» ç âLÍIhHÊ. 1 ', atuam¡ esírraninislazxvi~ é «anita ¡Hiareiu canil¡ iii» 33" , Master-sat 'tt sangria» _nraiâuíiiií 'í _ ii: : iudlxmIívr-a a (ht 3*' , oxt-kwtnt its : img-Ilan: íkrr _nusiuartlis glimníkvtr- i'm vtajbrv» pr» 1^r| ::'aí tir: nv-rsíui “Für _raqáÍer-uso; _nunk mentir» m; uli. l_l. íli›z(~í~ u? ” _oannmciíitsuian iaaatn_s_i_n. ih» em; ou: 407111¡ ma_ a : n: : üigliillliil: ,oalisnvamw l . r C 7 d À , ãlaalll-: lgülitñ tap_r-iza_n, n_ni gerir. , : ugliumuti el» ÍiLliIÇIJii3I~ atingia: Ilüialíhn: : _gates louvar¡ e _gana ¡fmrggvztúm/ J* ; tatu [mean 111. . nüayiiu/ ñaqt j: _palm (au/ virem); d; ;bw M? ! OIT-HI lhaíhq* e ! nf-lim [az1ilivz(g1í7r~ 1a ga" ¡q! ;um pvzlhivmilüxq* e ; nim fil/ i" 711]* L Im _ijuüiljtui 'ía 153,03%¡ , iÉl-Ç a¡ arngput-igtl aut-ru V' ; rtãímrt ; uma _paijelvnnn ili-i›, ç.o_x: igaui›. n 1!. 1 x
  14. 14. desoños da redocóo ) >V<9JG Acentuação das vogais tônicas grafadas i e u das palavras oxítonas e paroxí- tonas Não se emprega o acento nos seguintes casos: i e u tônicas não seguidas de l, m, n, nh, r e z: pair, jazida', paul, min/ Ja, mim. i e u precedidas de ditongo crescente: faiz/ m, baiana, baiana. os ditongos iu e ui precedidos de vogal: dir/ raíz! , ; um Recebem acento apenas nos seguintes casos: verbos terminados em air e uir se combinam a formas pronominais encliticas: alm- í-Zo, porJuí-/ a-ár i e u tônicos precedidos de ditongo, em posição ñnal ou seguidos de s: Piauzj raiz/ im > >V<->J°C| Acentuação gráfica das proparoxítonas A regra de que todas as proparoxítonas são acentuadas foi mantida > >V<9J°C| Emprego do acento grave Basicamente este acento marca a contração entre preposição, artigo definido femi- nino e pronomes demonstrativos femininos: à - a @nepjwz ), àquele - agbrvp) + aquele 601v”. demos ) ) >VGJ°C| Supressão dos acentos em palavras derivadas Não se empregam acentos em palavras derivadas que sofrem o acréscimo do sufixo mente e/ ou quando ocorre a mudanças da sílaba tônica, também em decorrência de acréscimo de sufixo: dinâmico - dinamíramenfe, rbcpéu - cbqDeugí/ zba
  15. 15. me: gut-sí xe). ” . ,ilillílíliiísi , v aííilhggujvuiízmt: egàzrzlitititauÍÍbizi/ qjg iàbiizeyLaitg, e_ . , 'ñl§3;t. ;s'z jfiíyàím. '“ r : Élí-'jçpkllàxvijih uaig_n_r. ,ç›ts afaguatiiasrp; iañ: gçm; .anna. :azia _ Wii/ im. :2›¡›¡'ra_; . 'a¡-'i4l°¡'! i. ! gti/ a gia/ fika. 'ÍiI¡¡! j._ ' “ nha¡ âfíljgátíg_ . winrar. ?if/ lira ? Ecs -_ uma": 43h51: _ __. ¡, 1__ i _it tlllflílltllítlfl; Q2131'. ›«illt_ü; l_ullkii i _Iumxíta a aqgnttwfta õltülllrõlllií' : It- guiam; ;iIll/ 'NÍlâIÍíI/ 'ÍÂf/ ith : Iagglljiílé- ¡1la, ¡;n_r-1_uiv* : qa _amam _exala _tlliltiljlun vmgail warn_ gprs (nf) r _nuruc“t. . * _lllil, llaí~3151111311153 tatu; _arm enrínlnâtnrw¡ muro-Junta¡ m¡¡r~›¡ixr4“wz¡mi, .yqnyiuemízw/ Ia¡ , ânc- pnlkvuw _iuajruuêkzs _or-ñas fura? ) @R uíl_rpll. i_n; n_t a ; muy guunjxiiv u¡ ; nsfínuarn_ct , ong u; JJ ç en. 'tugall , taeáirt-¡filt , iii-iu úwri/ ¡ui/ ravzlqíg. _jrzuuqfíiaitztq úübE/ IÍ/ P-'AYJIIÚÍÍ ~ _Age , onlnnvraw íulêaulíkt: ,or-Ilan rnjilàãitiñ 9I§<(ik1i<kíÍ-Ç tuliõríle~n tn Mük$14I_l_I_¡'-›J, I”l-5); ÇíOIÍGI-a_ : um: 'Aloe-Mulan Jardineira; _Mina illéililçilii_llãilillliiljllílllií ! ÍFÊÀIJJ qmail _lt-I'm ; r- 'inruali üãgllllílñ' dia_n_ora_i_lí«ir azawriiuaiíqííanía *punitiva/ via 'ÍIIYMWIÍÍIIÀ aki/ num Q_la, n_n_¡e›, ur2 _ums-nai icqpiniríkxits guüuuír. : «Slim it. mm» ttmaugtfxas: ill! ) qua¡ i üilgllllalv? ç jÍI“'II/ ÍlIiÀ'›'I“ 'â "IIIWMÉH , :: rm at; .Jay-sui inqpxy-glurerta Açu. ; 431m3!” 4,03, _o . Nim Í= Ei§_I_I, MI_gq(~'Iü: _nun anti): .. gm _ramaíhau , híííam : ugiuxalhw ; ultimate ia, ¡,¡, n›, §1an»aíhn em; unir _› i luminaria» _ami mrigzil nziunâíqnqaa ç : Ii/ gliuzniww/ 'n zmdiwgyi. eu ; meant . FÉ-ui, :Iô ¡Lugprlargax ~' _Mimi . DMR puíhvütw Luuíauíhne _italian p›1i1_ñ: (~'›= ¡Íf-Is* ô 1a, ; , uíilluggn um: msm: i'm: pa. um: ¡ill! apta » 5613161111' dlá, ajc_na›1iv _iÉl““ , atum _atvntzilíí »fui ; ciurult iram u¡ ? Hill/ Z í u: ,tníñàllttí u: Rujllltxâjl; ;Fins- : r- iíugp›_¡iy¡q4- ~' #iii-ui , uu um» íkuwzákw , Ínyljâljldlgübslaa ai); “Qllílí r qu¡ : pts » _puirílixu ÍHÀÍÀJJÀIRL em; 'Install e seguram" t-lit-rn_n_uag_nirz= :ü ; unem ; ter s m¡ . z, *mas MfJ, IB| ›,HIJ, IÍiL: &leur-un; eu 311mm: !I/ 'Iñí/ WJÍQJÃI/ sía, iii'l›v""li"ítltÍlqL4lqíltt, nmwurzmzzu, 71:11h- . raiar i , Agglllmteaa Í-¡ü-"W . tuaierqrnx reg; .L qilanptiit<i~ QII-IÍDZQÉV* "linjitlllllti an, 'Icigzil e : aszgntuáiu sl. la_u, n,na; o_li~. » ¡ vivi-Jill íÍÍí-Lr-ruia: _WlnúmMa/ g amargar/ mm¡ zgvtriilzíiaváíitls naddnazyíby . '›'
  16. 16. desoños dc¡ redacao > >VGJ°C| Trema Inteirarnente suprimido, quer em substantivos, quer em verbos, flexionados ou não; a única ressalva que se faz é para nomes estrangeiros e seus derivados: Muller_ 77m/ - ! mano ) >V<9J°C| Hífen na ênclise, na tmese e com o verbo haver Tanto na ênclise (quando o pronome pessoal átono se posiciona depois do verbo) como na mesóclise/ tmese (quando o pronome oblíquo atono se posiciona entre o radical e as desinências do futuro do presente e do futuro do pretérito) prega-se o hífen: adoro-lo, enziar-/ be-emor Nos verbos querer e requerer as formas corretas são: qué-lo e mqué-lo, que estão em desuso. Entretanto, o uso consagrou: quere-op) e reguene-opr) Quando ocorre próclise (quando o pronome pessoal átono se posiciona antes do verbo), os elementos das formações também recebem hífen: rio-lo; inclusive as formas pronominais enclíticas do advérbio eis: eis-me, ei-lo. O hífen não é empregado para ligar a preposição de às formas monossilabicas do presente do indicativo do verbo haver: hei de, hás de. ) >VC9J°C| Apóstrofo Emprega-se o apóstrofo para separar graficamente preposições e conjuntos vocabu- lares distintos que sofreram contração (junção de dois vocábulos em que um ter- ceiro se forma) ou aglutinação (perda de delimitação vocabular entre os elementos que passam a constituir um único vocábulo fonético): JO; Lusíada. : Igualmente à regra anterior, para separar grañcarnente formas pronominais maiúsculas referentes a entidades religiosas: confio IfE/ e. Utilizado também para marcar a elisão (a vogal ñnal átona desaparece diante da inicial vocalica da palavra seguinte) das vogais finais o e a das palavras santo e santa quan- do acompanham nome próprio: Sant'Ana, I ! bo de Sonfiatgo. Seguindo esta mesma regra sempre que houver, em nomes próprios de pessoas, a elisão do o final do primeiro elemento, rega-se o apóstrofo: PedfA/ znrer.
  17. 17. desõios da redacao Evidentemente, pode-se, também, optar pela grafia desses nomes sem o uso do apóstrofo. Não se emprega o apóstrofo na combinação da preposição de e em nos seguintes casos abaixo listados: Formas do artigo definido: do, da Formas pronominais: de¡¡e¡. doa/ zela Formas adverbiais: daam, da/ z Tais combinações são permitidas apenas se formarem uniões perfeitas, conforme ci- tado anteriormente, ou por duas formas vocabulares, quando estas não constituírem uniões perfeitas: de am - dam, de afgam - da/ _g/ na, de oer/ ro - doafro, de ora azaafe - do~ ¡azaafe Da mesma forma não se emprega o apóstrofo na fusão da preposição de com a for- ma imediata, deve-se escrever as duas separadamente, conforme segue abaixo: de + o, a, o¡ a¡ (artigos) / o a, oI, a¡ (pronomes) / pronomes e advérbios (começados por vogal) + infinitivo Exemplo: a jfm de e/ e compreender; por fama de aaa¡ e¡fa7e¡; em »mv/ de de o / Jomem ¡er morfal v-Í' Maiúsculas e minúsculas A letra inicial maiúscula é utilizada: Nos usos correntes de todos os vocábulos da língua Nos nomes de dias, meses e estações do ano Nas palavras fulano, sicrano e beltrano Nos pontos cardeais, mas não nas abreviaturas Podem seguir em letra maiúscula ou não os vocábulos da mesma indicação bibliográ- fica, exceto para nomes próprios: M eazónia¡ Pam/ ma¡ de Bra¡ Cuba¡ oa M emórza¡ pod/ vma¡ de Bra¡ Cabar A I / z/¡he Cam de Ra mem¡ ou A Z/ ¡ufne ea¡a de Ramaw, a indicação bibliográfica sempre deve estar em itálico. E da mesma forma facultativo grafar com letra maiúscula os domínios do saber, cur- sos e disciplinas: Pomagzzâ¡ -porraçgaeír Lzferafara¡ Moderna¡ - lzferafzaa¡ moderna¡ Também facultativo é o uso de maiúsculas em início de versos, categorizadores de lo- gradouros públicos, de templos, de edificios: ma ou Raa da Lzberríade, ,Da/ dao ou Palácio da (Ia/ fara, ;gre/ a ou Igreja do Bon/ fm.
  18. 18. descflos da redacao Emprega-se a letra maiúscula inicial em: Antropônimos reais ou fictícios: Bra/ rea de aeze, D _Qazxofe de / a Mane/ aa, Pedro M arqae¡ Topônimos reais ou fictícios: São Paulo, Ar/ âafzda. Nomes de seres antropomorfizados ou mitológicos: Odia, Adamanoz: Nomes de instituições: I / Ufzfafo de Pe/ Uõe¡ e Apomafadorza¡ da Pierzdêaeáa Social Nomes de festas e festividades: Nara! , Pamoa, Ramada Títulos de periódicos, que devem ser grafados em itálico: Fo/ ba de S. Pan/ o Pontos cardeais ou equivalentes: No7de¡fe - N ordene do Bmn/ Siglas, símbolos ou abreviaturas internacionais ou nacionalmente regulados com mai- úsculas não apenas iniciais, mas também mediais ou finais: ABL ou ONU. V í: i Í Divisão silábica Aplica-se a divisão silábica de acordo com a soletração, ou seja, não se leva em conta nenhum aspecto etimológico para a separação das sílabas. Entretanto, existem alguns casos especíñcos, que estão abaixo listados: bl, br, cl, cr, dr, ñ, fr, g1, gr, pl, pr, ti, tr, vr são indivisíveis: a-b/ a-/ Z-zo, ¡e-az-a-yão. Caso ocorram com m ou n, o grupo se separa da consoante anterior: ramJaaZ-ax za¡- m-eão. Se o encontro consonantal não for divisível, a separação se dá sempre antes da última consoante: aaHea-Jeão, faagaré-azo. Atenção! encontros consonantais que resultam da junção de b ou d e outra consoan- te: ab-/ e-_ga-fão. ad-re-aa/ m e n, enquanto consoantes nasais, se dividem da consoante em seguida: ad-aIZ-reÍ-LeZ. ara-arpão Vogais consecutivas que não pertençam a ditongos decrescentes: o-ra-yão, ea-dez-ra A translineação deve ocorrer, por clareza gráfica, sempre que a partição coincidir com o final de um dos elementos: -afever ¡eneaa-/ o-eazo¡ Não se separam: qu e gu não se separam da vogal ou ditongo que os segue: ambígao, qaazrqaer:
  19. 19. desoios da redacao LEITURA, INTERPRETAÇÃO E MÚLTIPLAS LINGUAGENS -'. * capacidade de ler, compreender e interpretar enunciados e textos dos mais va- , riados tipos, verbais e não verbais, nas mais distintas áreas do conhecimento, Ãké uma das maiores exigências do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e dos vestibulares para ingresso nas universidades do Brasil. Dessa forma, faz-se neces- sário tomar contato com textos descritivos, informativos, literários e argumentativos, assim como com gráficos, tabelas, charges, mapas e outros recursos didáticos O que os exames pretendem é verificar se os estudantes dominam as diversas formas de linguagem. Portanto, é de esperar que apareçam questões que proponham a compa- ração de diferentes formas de comunicação. Ler, compreender e interpretar um texto requer alguns procedimentos básicos, como decodificar as informações Verbais (escritas) e não verbais (imagens), ativar conheci- mentos prévios, localizar e comparar ideias centrais, inferir, conhecer o sentido das palavras (vocabulário), perceber a intertextualidade (o “diálogo” com outros textos), entre outros. Um texto é uma unidade de sentido construida por ideias que podem ser expostas por meio de palavras e / ou imagens, mas que precisam concordar com um conjunto de elementos que possibilitem justamente o entendimento dessas ideias, como: Coesão (a perfeita articulação das informações por meio dos chamados conectivos ou nexos gra- maticais - conjunções, pronomes etc), Coerência (a relação harmônica das situações, dos acontecimentos ou das ideias) ', Contexto (formado pelo enunciador ou “emissor” e suas intenções e pelo enunciatário ou “receptof”, inseridos em um espaço e tempo) , Estilo e marcas linguísticas.
  20. 20. redação no vestibular, ou em T. . , E qualquer tipo de concurso, certa- . Lumente, já causou muito mais hor- ror, tremores, faniquitos e bloqueios do que hoje. Dessa maneira, com o tempo, aprendeu-se a conviver com ela, mas não se descobriram os seus segredos, não assi- nalaram suas técnicas, ela não adquiriu o sabor gratificante da convivência: tornou- se conhecida, mas não intima. O vestibular exige de nós muito mais que garatujas, rabiscos, arremedos de comuni- cação verbal lançados ao papel. As falhas, sabemo-las, são de base. A reforma do ensino, com o distanciamento da cultura humanística, assolou o debilitado saber, contribuindo muito mais para um ensino pragmático que se coloca adverso “ao gos- to pelas letras”. ; E comunicarmo-nos e criar. oferecer a outrem as nossas ideias, as nossas opi- niões, as nossas experiências de vida. É mostrar a nossa cultura e personalidade. A comunicação escrita, muito mais que a oral, é o nosso autorretrato. A redação surge como um verdadeiro espelho do que somos - é o peso de nossa bagagem cul- tural. Ora, entendendo-a, mesmo que in- conscientemente, como reflexo da nossa bagagem formativa, como reflexo "do que sou”, parece-nos normal a reação instin- tiva de detesta-Ia, de abstrai-Ia de nosso dia a dia, pois seria anormal o regozijo por uma redação que nos lembrasse todas as limitações de que somos possuidores. E ainda por cima, com nosso nome e assina- descfios da redacao tura demais! Mas entenda-se o vestibular como uma grande maratona, e suponha-se que, no lugar da redação (com número de linhas e tempo definidos), exigissem dos vestibu- landos uma prova de natação, por exem- plo: “o candidato deverá nadar quinhen- tos metros em cinquenta minutos', não atingir o estabelecido implicará a atribui- ção do grau zero”. Um percentual insigni- ficante de candidatos (aqueles que fizeram da natação, desde a infância, uma prática constante) não se preocuparia em abso- luto com tal prova. Apenas, ao longo do ano preparatório, continuariam a manter a forma. Os outros, a maioria esmagadora (tal como na redação), seriam obrigados a submeter-se a treinamentos constantes e intensos, que lhes exigiriam muita força de vontade e autodeterminação em treinar mais, muito mais do que uma vez por mês, por quinzena ou por semana. Force-se, agora, um paralelo com a redação e sinta- se o quanto nos falta, não para escrever algumas linhas (como para dar algumas braçadas suficientes para atravessar a pis- cina na sua lateral), mas para escrevermos (ou nadarmos) o suficiente em técnica e correção, com limites de tempo e de nú- mero de linhas, de forma a nos possibilitar concorrer, mais do que participar, a uma vaga na Universidade. É necessário, portanto, que cada um, cons- cientizado de suas limitações e necessida- des, atire-se de corpo e alma aum trabalho de treinamento contínuo e gradativo, com
  21. 21. dioscíos da redacao vistas a melhorar a sua redação, a luz das técnicas e orientações dadas. O esforço, a dedicação, o reconhecer-se débil - mas capaz - são os elementos que, juntos, propiciarão ao aluno as condições para adquirir a autoconfiança perdida ao longo de anos sem preparo específico, re- fleticlos basicamente em bloqueios e bran- cos mentais, ou na apavorante quantidade de erros qL1e surgem após uma correção. básico que cada um venha a acreditar em si mesmo, sinta-se suficientemente capaz de, por meio de treinos contínuos, elabo- rar uma redação que atinja os padrões mí- nimos de objetividade, clareza e correção das idéias: pré-requisitos exigidos e pro- postos para a redação nos vestibulares ou nos concursos públicos. GÊNEROS Textuais Literários Os gêneros textuais são as estruturas com que se compõem os textos, sejam eles orais ou escritos. Essas estruturas são so- cialmente reconhecidas, pois se mantêm sempre muito parecidas, com caracterís- ticas comuns, procuram atingir intenções comunicativas semelhantes e ocorrem em situações específicas. Pode-se dizer que se tratam das variadas formas de linguagem. Rep( xrtagcqn É um gênero textual jornalístico de cará- ter dissertativo-expositivo. A reportagem tem, por objetivo, informar e levar os fa- tos ao leitor de uma maneira clara, com linguagem direta. N otícia Podemos perfeitamente identificar carac- terísticas narrativas, o fato ocorrido que se deu em um determinado momento e em um determinado lugar, envolvendo deter- minadas personagens. Características do lugar, bem como dos personagens envol- vidos são, muitas vezes, minuciosamente descritos. ALYIIIIE cAvALcAuY! (Íarta ; m Leitor E um gênero textual do tipo dissertativo -argumentativo que possui uma linguagem mais pessoal e leve, em que se escreve aos leitores. Vl 'uu Tri . ll É um gênero textual iíijtmtivo que consis- te num guia que tem por finalidade expli- car ao leitor, passo a passo e de maneira simplificada, como fazer algo. Bula de rcmcmlir) E um gênero textual descritivo, disserta- tivo-expositivo e injuntivo que tem por obrigação fornecer as informações neces- sárias para o correto uso do medicamento.
  22. 22. His u iria cn] qu: Llrlllliux É um gênero textual narrativo que con- siste em enredos contados em pequenos quadros através de diálogos diretos entre seus personagens, gerando uma espécie de conversação. llditrurinl E um gênero textual dissertativo-argu- mentativo que expressa o posicionamento da empresa sobre determinado assunto, sem a obrigação da presença da objetivi- dade. l3111t1°c“ist;1 É um gênero textual dissertativo-exposi- tivo que é representado pela conversação de duas ou mais pessoas, o entrevistador e o(s) entrevistado(s), para obter informa- ções sobre ou do entrevistado ou de al- gum outro assunto. Exemplo: - Ah, você já trabalhou na Casa Santo José? - Trabalhei, sim. - E quais suas atribuições la? - O quê? - Suas atribuições, tarefas, o que você fazia. .. - Bom. .. eu fazia de tudo um pouco. desafios do redacao - E o que era esse “de tudo um pou- co”? - Bom. .. para falar verdade, eu dava uma enrolada nos clientes, puxava papo, empurrava mercadoria vencida, com defeito . - Não diga! - Eu era bom nisso, viu? - E saiu por quê? - Meu chefe esta preso. - Ah, ta, e agora você pensa que vai trabalhar onde? Na Casa da Mãe Joana? Receita É um gênero textual descritivo e injLmtivo que tem por objetivo informar a fórmu- la para preparar tal comida, descrevendo os ingredientes e o preparo destes, além disso, com verbos no imperativo, dando o sentido de ordem, para que o leitor siga corretamente as instruções. Propzigancla É um gênero textual dissertativo-exposi- tivo onde há a o intuito de propagar in- formações sobre algo, buscando sempre atingir e influenciar o leitor, apresentando, na maioria das vezes, mensagens que des- pertam as emoções e a sensibilidade do mesmo. Exemplo: í "uh 'm F. qu; _ui-mr_ at; 'JI-. nzi . uu : H1 nl: _uniu-ur_ : Izntlíu ? toh-iu *ni um n: II¡'-3lll-1-': J: umha-L# ". _.. Lu. 'a -, -. ›.i_›. l ALVHIIE CAVALCANTE li)I'ÍS. Al"í(_)
  23. 23. descfios do redação (Çhatrge A charge é em geral critica e retrata mo- mentos da vida politica de um pais ou re- gião. Esse tipo de texto requer o conhe- cimento de atualidades, de associação da imagem a personagens da vida pública e política. A charge é essencialmente criti- ca e têm um carater efêmero, pois retrata o momento em que é produzida. Nesse tipo de texto, não há a obrigatoriedade de informações verbais (texto), mas, quando houver, é fundamental que se faça a asso- ciação do verbal com o não verbal. A pre- sença de humor também não é essencial, já que o foco é a crítica, na maioria das vezes de caráter politico, explorando algo que choca a sociedade. importante o re- conhecimento imediato dos personagens retratados, além do assunto polemizado. Esse gênero é amplamente divulgado pe- los jornais, já que expressa acontecimen- tos atuais. Exemplo: Me perdoem os Insensívels, mas eu sinto muito' ALVIIHE CAVALCANTE Biogruñzt Exemplo: Soirarer iiareeu em Are/ mr, proiuielme/ ire /70 ano de 47 0 a. C. Adquiiiu a rulrura #adicional dor joiem areiiienrer. aprendendo muriea, giiiárrira e _gmmárira e roriiou-re um dor piimybair" _pe/ ira- dorer da Grecia Anriga. Podemor ajíimai* gue Soirarerjiiudou o que eoii/ Jeeemor / izyfepor/ íloro- ; ía oeide/ iral Foi injíueneiado pelo eonlieiime/ iro de ourro impor/ dure jílórofo &grego; Anaxdgoizzr. Seur piimeiror errudor e _penramenror direoivem rolaie a errêiiria da iiarureza da alma humana. . Ânediglzx É uma breve história, de final e às vezes surpreendente, cujo objetivo é provocar risos ou gargalhadas em quem. .. Exemplo: Um _para rodor or diar err/ raiz¡ numa mereeaiia e dizia: - Tem eomidapaizzparor. ? E o merreeiro ierjJo/ zdia-llye: - Não, não re/ zlyo eomidapamparor. I rro re reperia dia ; por dia e tada iez incomodam mair o meireeiro. Cerro dia, o paro e/ irra e diz: - Tem eomidapamparor? - Ouie la', já errou jízrro de re dizer que não rea/ ao comida _para parar! Da próxima iez que eiirraier aqui e pediier comida _pamparor prego- re ar parar ao rbãos' No dia reguinre o paro iolra a meirearia e diz' - Tem pregar? - Pregor? Não. .. - E eomidaparaparor?
  24. 24. Tcxto . hgtiincntutivcw Caracterizam-se pelo confronto de ideias, opiniões, pontos de vista, analisados com base em argumentos sólidos e plausíveis. Encontramos esse tipo textual nos se- guintes gêneros: editoriais, artigos, proces- sos judiciários, cartas argumentativas, tex- tos de campanha comunitária e eleitoral, debates, textos de opinião, resenhas críti- cas, ensaios. Cai-tu . vhgumentntivu Nada mais é que um tipo de carta onde você ou outra pessoa expõem seu ponto de vista, e tenta convencer o leitor de que a sua opinião é a que esta correta e não as das outras pessoas. Esse tipo de carta é muito usado por jor- nalistas, pois eles têm que convencer o leitor de que entende do assunto e que o leitor deve se juntar a ele nessa causa. Exemplo: Contestação de débito [ . j Ox / anyamen/ ox zndezido¡ oeorzvemm em da fa¡ dZfene/ zfex, porem próxima, e . re Ieferem a 1m¡ nzexmo tipo deprodz/ fo paragem¡ aérea). adquiri- do de 1mm 016mm enprera. A mineração ¡Zrfemá/ Zea de m7¡ erro me ! em a crer em neg/ zgêneáaporparfe dexfe banco, uma 22g que o @Do de eomprez ¡ea/ égada derfoa de mezzpevfí/ de eomumopor* meio deve ; anão de mé/ Ízrq. do qua! ;ou fmz/ ar ba' mai¡ de 72 amor CeName/ zfe uma ; Zmp/ ex checagem da nome dorpaxrageiro¡ que em- barmmm/ embarmrão com o¡ bz/ befex e/ »yo 4mm foz debzfado em 7712/1175¡ emita/ a' e' . ru/ íeZen/ e para eomprozar o egzzíwm Í i J Exporta 25m, ?ee/ amo a zmedzafa qpumeão do descños da redacao oeorvído e Io/ áezro que o m/ or cobrado zindezida- meme me : aja dera/ Lido em dobro, ;ando depara*- ado na eonfa eommfe da gua/ foi debzifada, amar- eído ele/ aro: e eorzeeão monefáiía, no¡ femzo¡ do 5177730 42, pmzzgufo . ri/ um, do Cádzgo de Defem do COI7ft/771Zd072 que diz* 'O eomumídor" eobmdo em gua/ ma ándezzda rem dznezfo à repefzfão do zindebzfo, _por zgua/ ao dobro do gz/ epagm¡ em exeexm, anetezdo de eormfão Izzo/ zefáría e juro¡ Zegna, ira/ w bzpófexe de enganojz/ Jrzfeáze/ Í Gêneros literários Os gêneros literários classificam ou agru- pam os textos em categorias conforme suas qualidade formais. O termo gênero significa família, e agrupa textos que te- nham as mesmas características. N atrativa¡ Na Antiguidade Clássica, os padrões lite- rários reconhecidos eram apenas o épico, o lírico e o dramático. Nesta classifica- ção, no gênero épico há a presença de um narrador que fundamentalmente conta a história passada de terceiros. Isso implica certo distanciamento entre o narrador e o assunto tratado, coisa que não ocorre no gênero lírico. Os verbos e os pronomes quase sempre estão na 3a pessoa. Além disso, os textos épicos pressupõem a pre- sença de uma ouvinte ou de uma plateia, que estaria escutando o narrador. Com o passar dos anos, o gênero épico passou a ser considerado apenas uma va- riante do gênero literário narrativo, devi- do ao surgimento de concepções de prosa com características diferentes, uma diver- sidade de gêneros: o romance, a novela, o conto, a crônica, a fábula. Porém, pratica-
  25. 25. descíos do redação mente todas as obras narrativas possuem elementos estruturais e estilísticos em co- mum e devem responder a questionamen- tos, como: quem? o que? quando? onde? por que? (Çnmecliu É a representação de um fato inspirado na vida e no sentimento comum, de riso fã- cil. Sua origem grega esta ligada às festas populares. N uYcld E um texto caracterizado por ser inter- mediário entre a longevidade do romance e a brevidade do conto. Como exemplos de novelas, podem ser citadas as obras O Alienista, de Machado de Assis, e A Meta- morfose, de Kafka. Exemplo: O Alienista (Trecho) Machado de Assis "Uma reg dera/ zerado da admzazrñaçoão. o a/ Zerrzrfaproeedea a ama zarfa e/ amjfeayão do; :em enfermo; Dzzzdm-orprrmezrame/ rfe em daar e/ arxeyprzaezpazr: orfarioror e or maarox; daíparroa à; rabo/ aires, monoma- azar, de/ aior a/ ¡rez/ raeõer dezena¡ Iríojeáfo, romero/ r am errado armado e eonfmao; ana/ - Arara or / rábzfor de cada louro, ar bora¡ de aceno. a¡ azerzrãer. ar . rrmpafzar, arpa/ azrar, o¡ gexfor, a¡ rende/ rezar; zaaarria da Lida do¡ e/ yermor, _pr^cyfrro”e. r. eorfzrraex, errrzrarfd/ rezar da reze/ dedo rrrorbzda, aezdeafe¡ da zajêíaeza e da mooádade. doe/ vga¡ de oa/ ra eipéeze, anfeeed- ente¡ 17d famí/ za. ama derarra, e/ rjím. como a nãofarza o azar¡ ari/ ado oorregedor: (J A¡ C ( HIIU É um texto narrativo breve, e de ñcção, geralmente em prosa, que conta situações rotineiras, anedotas e até folclores (conto popular). Caracteriza-se por personagens previamente retratados. Inicialmente, fa- zia parte da literatura oral. Boccaccio foi o primeiro a reproduzi-lo de forma escrita com a publicação de Decamerão. Ensaio E um texto literário breve, situado entre o poético e o didático, expondo ideias, críticas e reflexões morais e ñlosóñcas a respeito de certo tema. E menos formal e mais flexível que o tratado. Consiste tam- bém na defesa de um ponto de vista pes- soal e subjetivo sobre um tema (humanis- tico, filosófico, politico, social, cultural, moral, comportamental etc), sem que se paute em formalidades como documentos ou provas empíricas ou dedutivas de ca- ráter científico. Exemplo: Ensaio Sobre a Cegueira, de José Saramago. DHIIILÍÍÍCO Trata-se do texto escrito para ser ence- nado no teatro. Nesse tipo de texto, não há um narrador contando a história. Ela “acontece” no palco, ou seja, é representa- da por atores, que assumem os papéis das personagens nas cenas. ACnÍmticn: (akros I extremidade', stikos I linha), composição lírica na qual as letras iniciais de cada verso formam, verticalmente, uma palavra ou frase.
  26. 26. (Çróincu É uma narrativa informal, breve, ligada a vida cotidiana, com linguagem coloquial. Pode terum tom humorístico ouum toque de crítica indireta, especialmente, quando aparece em seção ou artigo de jornal, re- vistas e programas da TV. Exemplo A mulher da sombrinha Erte e' um caro ierídico Pode ter certeza do que eu tou contar? Eu não to" mentindo, não. Aconteceu na cidade de Catende. em Pernam- buco. Uma mulher ana/ you um namorado e. não querendo que ninguém? rouberre do reu rela- cionamento, inientou um dirfarce intererrante, Elapenrou: "Para onde eu for' o poco me zé! fa' rei. I/ ou arm/ nar" um erconderyo de arre- piar”, E ercolheu, para lugar dor encontrar, o cemi- tério da cidade. Arrim, ela jícou animada com erra ideia. Querendo erconder o caro. depoir do encontro amororo, ela aparecia encobrindo o rorto com uma rombrznha. como derculpa para não tomar rereno, poir rempre raia a meia-noite. Az' o poio ria rempre aquela nzulherrairdo cemitério ar altar horar Foi derra forma que rurigru a hirtória da Mulher da Sombrinha. Conta-re que, hzye, la em Catende, ar mulhe- rer tém medo de parrar diante do cemitério à meia-noite, de rombrinha armada. Mar a corra não parou por aqui. Arperroar entenderam que o fato era muito intererrante e, ao inter de encobrir o acontecido, tranforma- ram erra ocorrência em a/ rzzçcãojfirlclórica. No tempo de Carnatal, rai um bloco do cemitério, guiadopor' uma boneca gigante. rqbrerentando aescíios da redacao a M ulher* da Somb/ inha Na epoca camara/ er- ca, tem problema não. Qualquer* um pode en- trar e rair de rombrinha do cemitério. Mar m' la' em outro tenrbo, pra iert Dizem que. depoir que a mulher' morreu, ela aparece toda noite. portando uma rombrinha, querendo arranjar namorado. S e não 17287” acreditando. LZÍ dana- do pra Catende. Todo mundo la conjirma erta hirtária. In: Gommes, Admmauro. A mulher da sombrinha e outras crônicas. Recife: Edições Bagaço, 2007. Sobre o autor: Admmauro Gommes nasceu em Xexéu, PE, aos 7 de Fevereiro de 1965. E professor da Faculdade de Formação de Professores da Mata Sul (Famasul) e escreveu 20 obras, das quais publicou dezesseis. (jróni C21 11;11^i';1ti*<, ›-descritivu Apresenta alternância entre os momentos narrativos e manifestos descritivos. Elegia: E um texto de exaltação ã morte de al- guém, sendo que a morte é elevada como o ponto máximo do texto. O emissor ex- pressa tristeza, saudade, ciúme, decepção, desejo de morte. E um poema melancó- lico. Um bom exemplo é a peça Roan e yufa, de William Shakespeare. (junção (ou (Lunligu, 'l'1'c_›'u): Poema oral com acompanhamento musi- cal
  27. 27. desõios do recloccío 'liugeelíu É a representação de um fato trágico, sus- cetível de provocar compaixão e terror. Aristóteles añrmava que a tragédia era 'íima representação duma ação grave, de alguma extensão e completa, em lingua- gem figurada, com atores agindo, não nar- rando, inspirando dó e terror”. Exemplo: Romeu e Julieta (Trecho) William Shakespeare (m) _fu/ iefa - Romeu, Romeu. ” Abs' por aue é¡ fu Ro/ neu. ? Renqga o pai. demo/ are do nome; ou enfão, .re não quireieu: jam ao nzenor que amor me fem, porque uma Capa/ em deixarei de fer logo. Romeu (a parfe) - Confznuo ouzindo-a mai¡ um pouco, ou / be rerpondo. ? ç/ 'u/ iefa - Meu inimigo e' apena¡ o feu nome. Coari/ mamas' . vendo o que el', .re aearo M onfee- f/ Jiâ fu nãoforrer _Que e' M onfeeebio? Não . rem mão. nem pe', nem mayo ou rorfo, nem parfe a/ _gunza que perfença ao eozpo. Se" ou/ ro nome. ,Que ba' num ¡imp/ er nome. ? O que rbanzanzo: roxa, Jo! ) uma ou/ ra dexzgnaçeão rena gua/ per- fume. Amm Romeu, xe não firme o nome de Ronzeu, eonierzaia a fãopreeioiapeifezfâo que dele e' . M772 fzYu/ o Romeu, 77km fez¡ nome. e, em #ora de/ e, que não eparfe aigunza de fi mermo. jim eonzigo infeira. Romeu - Sinz. Aveiro fuapa/ ana Dei-me o nome apena¡ de amor, ane/ iram¡ iebafigado. De agora em dianfe não ; em Romeu. (J lei; 11's ; l É uma pequena peça teatral, de caráter ri- dículo e caricatural, que critica a sociedade e seus costumes', baseia-se no lema latino zidendoearfigaf mam* (rindo, castigam-se os costumes). A farsa consiste no exagero do cômico, graças ao emprego de processos grosseiros, como o absurdo, as incongru- ências, os equívocos, os enganos, a carica- tura, o humor primário, as situações ridí- culas. 'Tinggieninódiu Modalidade em que se misturam elemen- tos trágicos e cômicos. Originalmente, sig- niñcava a mistura do real com o imaginá- rio. Lírico: É certo tipo de texto no qual um eu lírico (a voz que fala no poema e que nem sem- pre corresponde a do autor) exprime suas emoções, ideias e impressões em face do mundo exterior. Normalmente os prono- mes e os verbos estão em 1a pessoa e há o predomínio da função emotiva da lingua- gCIIl. ilancelez São as cantigas de autoria dos poetas vi- lões (cantigas de escarnio e de maldizer), satíricas, portanto. Épico (uu Elnupeizl): Os textos épicos são geralmente longos e narram histórias de um povo ou de uma nação, envolvem aventuras, guerras, via- gens, gestos heroicos etc. Normalmente apresentam um tom de exaltação, isto é, de valorização de seus heróis e seus feitos.
  28. 28. Dois belos exemplos são Os Lusíadas, de Luís de Camões, e Odisseia, de Homero. idílio (ou óclugn): É o poema lírico em que o emissor ex- pressa uma homenagem a natureza, às be- lezas e às riquezas que ela dá ao homem. É o poema bucólico, ou seja, que expres- sa o desejo de desfrutar de tais belezas e riquezas ao lado da amada (pastora), que enriquece ainda mais a paisagem, espaço ideal para a paixão. A écloga é um idílio com diálogos (muito rara). (_) de (nu hino ): É o poema lírico em que o emissor faz uma homenagem ã pátria (e aos seus sím- bolos), às divindades, a mulher amada, ou a alguém ou algo importante para ele. O hino é uma ode com acompanhamento musical. Sátira: É o poema lírico em que o emissor faz uma crítica a alguém ou a algo, em tom sério ou irônico. _ãcalantcgz Canção de ninar. Epilztlíxnií ; lt É um texto relativo às noites nupciais líri- cas, ou seja, noites românticas com poe- mas e cantigas. Um bom exemplo de epi- talâmia é a peça Romeu e Julieta nas noites nupciais. deScFioS do redacao Poesia de cordel: Texto tipicamente brasileiro em que se re- trata, com forte apelo linguístico e cultural nordestinos, fatos diversos da sociedade e da realidade vivida por este povo. Exemplo: O pistoleiro Severino (Trecho) Thiago Oliveira Seierino era bompirfoleiro Cabra do dedo ligeiro Barfaia um uniao firo E o _pacote era eezfeiro S em fer do' nem piedade Ele mafaiapor dinheiro Era laomem Iempanado Via/ adam e ; em morada Não _pow/ ia eeifidão Nem mir/ nei: jflbo, nada Tinba are' quem anedifarre Que ele fone alma penada Polilia fin/ aa medo dele Como fin/ Ja do eneardido Ele em de ou/ ropafamar Aeima de qualquer bandido Epelar bandai do N order/ e O mara era nzuifo femido Fábula E um texto de caráter fantástico que bus- ca ser inverossímil. As personagens prin- cipais são não humanas e a ñnalidade é transmitir alguma lição de moral. Gazzll (ou (ijzxzel): Poesia amorosa dos persas e árabes', odes do oriente médio. ' fa. ?
  29. 29. doscíos do redoccio Romance: É um texto completo, com tempo, espa- ço e personagens bem definidos e de ca- ráter mais verossímil. Também conta as façanhas de um herói, mas principalmente uma história de amor vivida por ele e uma mulher, muitas vezes, “proibida” para ele. Apesar dos obstáculos que os separam, o casal vive sua paixão proibida, fisica, adul- tera, pecaminosa e, por isso, costuma ser punido no ñnal. É o tipo de narrativa mais comum na Idade Média. Exemplo: Trirtão e Ira/ da. BLllilLlilZ Uma das mais primitivas manifestações poéticas, são cantigas de amigo (elegias) com ritmo característico e refrão vocal que se destinam à dança Haicai: Haicai é um poema de origem japonesa, que chegou ao Brasil no início do sécu- lo 20 e hoje conta com muitos pratican- tes e estudiosos brasileiros. Nojapão, e na maioria dos países do mundo, é conhecido como haiku. Exemplo: Haicai Lynn Glommy Amin¡ era ela; M açgrela Tinlrapernai tão longa; _Que alfa/ ?fdiâ a¡ em ela; 'il Sunclo: Soneto é uma composição de forma fixa, com 14 versos, dispostos em 4 estrofes, sendo dois quartetos e dois tercetos. O desenvolvimento da ideia subordina-se ao limite das estrofes, e se faz por periodos que se contém rigorosamente em cada uma das esfrofes, de forma que o fim de cada estrofe é marcado por uma pausa. As rimas geralmente seguem esse padrão: a-ba-b a-b-b-a c-d-c d-c-d. Exemplo: Soneto Alvares de Azevedo Pei/ ida. e luz da lâmpada tomaria, Sobre o leito de flores rev/ mada, Como a lua por' noite embalrarrzada. Entre a; ni/ ien; do amarela dor/ mas' Em a iirgem do 771m7' Na eiiurnajia Pela mare das âgí/ ÚJ' embalada. " Era um aryo entre nuienr d”ali'or^ada , Que em Jon/ ro¡ . re ban/ raia e re erqueeia/ Era mai¡ belas' O Jeiopaloitando. . Negros” ollro¡ aiqbalpebrar abrindo _ Formar nua¡ no leito rena/ ando. . Não te ria; de mim, meu anjo lindor' Por' ti - ai noite¡ eu ie/ ei elrorando. Por' ti - no¡ ; on/ rox nzorrerei rorvindoí
  30. 30. TIPOS DE COMPOSIÇÃO TEXTUAL Tabela As tabelas são textos concisos, mas que contêm inúmeras informações. Ao proce- der à leitura, você deve atentar para alguns elementos : 'lilulu Chama a atenção do leitor e, geralmente, indica o tema ou resume o assunto trata- do. ilikfÍxltl lixplicutix u Expõe o contexto do tema tratado. (Íx yrpn Geralmente dividido em colunas e linhas, apresenta os dados. lkrnlc: Comumente localizada embaixo e fora da tabela (como rodapé), indica a procedên- cia ou origem dos dados Exemplo: Tabela 1 - Gênero, raça e porcentagem dos que votariam em uma mulher para presidente aosdos aa redacao Relato O relato tem a ñnalidade de informar ao ouvinte ou leitor uma sequência de acon- tecimentos. Por outro lado, ao fazer um relato escrito, precisamos ter claro que os leitores não estão presentes e, portanto, o texto precisa conter todas as informações necessárias para ser compreendido por quem o lê. Além disso, precisamos fazer uso de recursos próprios da escrita, que garantam a articulação adequada entre os fatos relatados. Exemplo: _losessandro Batista de Andrade sempre foi fã dos poetas e cordelistas de sua cidade, Sertânia, a 322 quilômetros do Recife. Para reunir esses artistas, desde 2007 ele organiza o Festival Literário do Sertão (Flis), na EE Olavo Bilac, onde lecionou Lingua Portuguesa e Li- teratura. As palestras, os saraus e as po- esias do Festival fizeram com que meus alunos frequentassem mais biblioteca, conversassem sobre livros e publicas- sem um jornal com suas produções, O Nascer do Poeta, diz Josessandro, que inscreveu o Flis no Prênio Viva Leitu- ra. Ele concorreu com 904 candidatos e ganhou. A vitória o incentivou a ca- prichar no evento em 2009, que teve Grupo Social °/ o Person P1: Negros 848 24003 0' 72 7 um público recorde (três n1il pessoas). Brancos 89.8 7.9872 0. 759 lvlulheres negras 8 7 ,5 O_ 3290 0, 566 lvlulheres brancas 97,9 j_ 7524 0_ 076 Homens negros 32.4 2_ 3003 0, 7 96 Homens brancos 87, 7 O_ 0667 0, 729 Fonte: LAPOP-Brasil, 2007.
  31. 31. desoios da redacao Relatório Tipo de gênero textual que tem por ob- jetivo expor a investigação de algum fato estudado, de um acontecimento e também de uma experiência cientifica. A linguagem utilizada num relatório deve ser precisa e objetiva, de acordo com o pa- drão culto e formal da língua. Apesar de ser admitido o uso da primeira pessoa do singular, alguns relatores preferem a pn- meira pessoa do plural. Para a elaboração de um bom relatório, é preciso que sejam anotadas as observa- ções ã medida que ocorrerem. Não basta alinhar os fatos. O texto deve ser objetivo, informativo e apresentável. Um relatório divide-se, geralmente, em três partes: Intrncluçãcw Aqui deve constar a indicação do assun- to, o fato investigado, a experiência feita e seus objetivos', Des e11'n]x'i111e11tr› Neste momento, relata-se mirmciosa- mente o fato investigado', C(_›11Çlu52~l4,› Exposição das inferências a que se chegou após a investigação. Dica Leeal! Divisão de um Relatório Capa: Identificação de autor (es), título do trabalho, entidade para a qual se faz o relatório, data, nome da empresa Introdução: Indica o motivo, os objetivos, os métodos utilizados e o período de realização do trabalho, Corpo: Apresentação dos fatos na ordem em que se sucederam, encerramento: conclusões, sugestões, planos', Fecho: Local, data, assinatura dos responsáveis pela elaboração do relatório. Resumo Resumir é uma de nossas atividades ver- bais maís frequentes: resumimos um ñl- me, uma festa, alguma notícia que lemos, e as sim por diante. No entanto, quando nos é solicitado fazer um resumo, a proposta parece assustadora. As diferentes situações de leitura e produ- ção de textos exigem nossa habilidade de resumir ou sintetizar ideias. Mas, como? Que critérios utilizar para diferenciar o que pode e o que deve ser mantido ou elimina- do no momento de sintetizar as ideias de um texto? Quais são as ideias principais? Quais são as secundárias? (j 01110 re s umir? Antes de proceder ao resumo, é preciso compreender o texto, nosso objeto de es- tudo, em sua totalidade: não basta distin-
  32. 32. guir as ideias principais das secundárias. O texto deve ser lido e analisado de forma cuidadosa, pois, somente após essa prati- ca, será possível identificar com segurança o tema, determinar os conceitos relevantes e os secundários, bem como identificar as informações essenciais para a compreen- são. Esses cuidados são próprios de uma leitura analítica. O passo que segue a leitura analítica é o da organização, de modo articulado, das informações essenciais, desconsiderando o que for secundário. Não se trata de sim- plesmente copiar os trechos que restaram, mas, de forma concisa, dar sentido a um novo texto. A finalidade do resumo é garantir a com- preensão do texto original, ou seja, deve conter as informa ões basicas sobre uma ç determinada questão. Não existe um mo- delo único. As informações devem aten- der ao propósito estabelecido. Recado: Resumir não é parafrasear um tex- to. São atividades complementares, mas diferentes. Resumir significa i, compreender as ideias principais do texto e distingui-las das secundárias, perceber os “núcleos” dos significados do texto e “enxugá-los” para, enfim, obter a síntese do que foi lido. Parafra- sear significa reescrever o texto com nossas palavras, como numa tradução. descños do redacao Como fazer um bom resumo? Para um bom resumo, coloque em desta- queas palavras e ideias principais. Recons- trua o texto lido, a partir de tais elementos. Verifique se existe coerência entre os pa- rágrafos da obra e do seu resumo: deve-se evitar a construção de mais de um pará- grafo. Um dos detalhes mais importantes sobre o resumo é que, diferentemente da resenha, o resumo não deve ser crítico ou interpretativo (salvo quando solicitado pelo docente), sem impressão de opiniões próprias. Etapas de um bom resumo A primeira etapa é a tomada de conheci- mento das condições do resumo: se deve obrigatoriamente ocupar um determinado espaço, ou não, e sua finalidade, para que possamos fazer uma seleção dos ponto fundamentais de forma mais coerente. A segunda etapa é a da leitura atenta, em que procuramos detectar o tema do tex- to e o encadeamento do peru amento do seu autor. Podemos, então empregar mar- cadores luminosos, a fim de que vejamos os itens basicos desse encadeamento, par- ticularmente o conector, que articulam logicamente as suas partes. Só podemos começar a tarefa de reurnir após várias lei- turas de todo o texto, destacando-se auma ideia geral e eu movimento. ou plano. A terceira etapa é a determinação do pro- ceo de resumo adotado, na dependência da estruturação do próprio texto, e o faze- mos parágrafo a parágrafo ou se por bloco - de sentido. A quarta etapa é a da reda ão do texto resumido, dando-se preferência a expres-
  33. 33. desôios do redoccío sões de extensão mais curta. A quinta e última etapa é a da revisão do trabalho, a fim de veriñcarmos se o texto produzido apresentaum todo coerente, ao mesmo tempo que realizamos correções e adaptações. Estratégias de resumo O resumo não apresenta introdução, de modo geral. Um texto resumido care- ce, em geral de introdução, salvo naqueles casos em que o autor assume o ponto de vista de outra pessoa. O resumo segue a ordem do texto. O defeito encontrado com mais frequência em textos resumido é a ausência de en- cadeamento entre as suas diversas partes. Não é suficiente somente justapor os seg- mentos textuais, mas sim indicar clara- mente quais as suas relaçõe lógicas. O resumo não deve conter elementos estranhos ao texto. Este é um conselho que deve ser seguido a risca: nunca inserir exemplos ou ideias que não estejam pre- sente no texto original. Seguindo essas dicas, você aprenderá a fa- zer um ótimo resumo! Textos Descritivos São textos que descrevem, apresentam características, utilizando dados fisicos e subjetivos de pessoas, lugares e fenôme- nos. Geralmente encontramos trechos descritivos mesclados a outros tipos tex- tuais, mas os gêneros que fazem uso da descrição pura são os folders turísticos, classificados de jornal e outros. Textos Explicativo-Expositivos São textos de caráter científico ou pedagó- gico que expõem ou explicam fatos, infor- mações ou saberes, apresentando variadas formas de conhecimento. Estão represen- tados nos relatórios, seminários, roteiros, verbetes de dicionário, palestras, notas, re- sumos, entre outros. Textos Injuntivos / Pres critivos São textos que tentam convencer por meio de ordens, conselhos, sugestões ou imposições de regra. Ditam ou orientam comportamentos. Percebemos essa tipo- logia nos gêneros leis, provérbios, propa- gandas, horóscopos, slogans, manuais de instrução, receitas culinárias, prescrições médicas, regras de jogo etc. Dica LCGaôll São vários os caminhos para se fazer um resumo, no entanto, o melhor é aquele que se descobre com a prática de leitura e de releitura. Por isso, apenas sugerimos alguns procedimentos para que você mesmo encontre seu caminho: a) leia o texto, seu objeto de estudo, pela primeira vez, sem interrupções. Você apreenderá o que o autor pretende expressar. Não se esqueça de ler o título', b) com muita atenção e mais vagarosamente, releia parágrafo por parágrafo, procure a ideia básica em
  34. 34. am laura aL m numas it: ÍQItãlu, a : t: raiungtãf-'s fartura alan. : 9;» «itbmartva ; anus iIÍ¡1llÍ4t, lllÍ-§, BJÍÍ- a ; titan-a a _iram íta muita pnnjãggmuiw: a it: 'Íâífíley afinar( uu. tam? , ~f. aan_al_i_c_niaialia, _ u; ,duras : Fim: :rgznjamatttízaíkw attliatílaaujcnaiuia , um Lllijclíill a' , tw Mullttlllkílg im# íaxíxiswt, í): !aliam _navais titan, ta: 'tatiana sw 'Ítlllítkà 'gpmjjiut _Íujüjjj , I_(Í-(! é¡Í-L*$ÍI. ÍKL ãalylhaliia ; jur- 'Ii-uefa milan. : 1I§I. §_II›í= ›iíkI_lI'la, a, :ea : xfmsíhlall tljislia, à _›_n_uur-_4a›_n_n_« ils iam-sua, :meu atr›, liziiíian_nig¡i~“xaa~g_ a2» ? Llandlilõ , Íalrxarç , uma viria*- slllilsllllwz_ um' lacuna); éh; !llta _meiu lúh ; ta , Iiamamwí-, íxsi _iam maligna _ÍÍ-¡Ílllfnlm ? ta illgltlrul 9:§p_(a›; s-#Íi›: » _fixam '°, txai. t.na'taig, lka”, lilv°lullli K*Z>), ljj¡®)]¡l¡§, ll'lir3- _tan a» _aunxít it? ttfalgllllliiis¡ ill: ai-r»›_n1'(a›. :«. “rz_ _P mariana». aqui : um _snihlvaznei ~ gula vcxuâ 1 : na àgua-wi ir. 'iaz-: im: ggnxa _ n u , _ . _ __ . _ _ _ 1 _ queimar _numkqqniaiauzl, nenem. east-uns. at. xçm. u¡ç_çlültl “à, ,Whilçn an, u* "m1 ""'°W""D"f¡- ühilkaran. A1:- urzvuw dia _rauiklfivu aníisgaran; ; gw _tatiana » , amaral , líliínjíllllllô m 1176111!? A atua 4 muiãhôhui»t ; uvxiinlmi (anna: íia ígprvn , njattixmlipuljiíiçwfii aum na: : ur; ›,¡_(9í, m«â: , ! utiliza -i @me 'Rain-At @i'- Mvxxái «ruim 4a ç, i›st= szçyrv= «›zia. êta : nI_r-Ê›j|1¡_u_v, ); : :m 41131111149 ÍÍKÍ_Í4|'_Ij4Rt»§ÍVÍVI›: IVIi i muita uulvlajerlíhiíta. &t; temer_ Í x t: _IMDB , íracqutarutau u: Írjñlüiijiklñu» p, . .~ 4.1:. _anujíjdlñvt›: ›:, at: mugfttw a n: "lamina 'r-? Lilnr i3; _lar-Ext a _Íí$-'| !§_| _|_l'Ç' a garcia: cw , inunda . ,, . . , i ! slim r. was asmualvtaui : mula much. ,lnbjugnnícu , . . 't' fa c nr vmsf mlir ¡Íííatlammí rm" irc-um Wi: eu, 'kart-sia crôgnuill a 'Iarhiílgilta : Ia “l *l ' ' ' ' " “ ” “Hi L' Çx-a , ulmíí-ll , àríru, ulL, its , tania A _ . _ A , i _ i »iakéliart alia), :mw ! ifvliiz_í_l_l, ltl, ll! lz' : s: irrf-runs: !to unuczi ~' r . . i QRÁÊRIJJÊIAÉI tan; !uma Eni-nt ; itaim a muita; dia a; u: _utaruw aum 'Kill ata _PÍÍÍIQKIIIÍ- jaütlüil- i : liI_i__'l›“7-)_Í'rv1h[ vw anggns, n;niain. lünfl›o , likñpliliitlllíliç tíitlgplilôlstttiôijlif- íi_l_lll, l_l_lõl_ííb«l›ilt. 4: , ILHLÍIJMI «um i. : Liiugna , Pautrtiuguaavia na. -z-_s i3: 'mata _Ifte _KakwpIa›¡í: n: _Êirjauazlia aailwíiianilr. ç , Atuamos 'Iamílirulflenrac : na 'UIaJLIJÍÍüJJL ajui- muuilisíhnir . aiwilltnl Í-lllili ! atual ! lÍKkYüfCHlflÍ-g * ! turu Ílilfiúlfihfê . sam : :raul mania, _atum amauví~ . lÉxr a raiar. , 'alia OlVúIlÍlüKÚ. : '- : Muita: aswsralvlan 311,1 mxêh; um, ¡t-: ê-n ? Luan its latim',
  35. 35. descños do redacao as partes da redação INTRODUÇÃO Introduzir significa "levar para dentro”. Na introdução, portanto, conduzirno-nos para dentro do tema, do assunto. A introdução apresenta a ideia que vai ser discutida (tópico frasal). nada lhe acres- centando. Ela é muito importante. Sendo o contato inicial do leitor com o texto, deve atrai-lo, despertar-ll1e o interesse. Assim, deve ser objetiva e simpática. E, sobretudo, não pode ser longa. Normalmente um ou dois períodos. O tópico frasal pode-se apresentar de várias formas: uma declaração, uma per- gunta, uma divisão, uma citação. .. Ao desenvolve-lo, é preciso ser o mais obje- tivo possível, evitando-se divagações in- úteis. Enfim, na introdução, o importante é falarmos do tema da redação, mesmo que (ou até obrigatoriamente, às vezes) ten- hamos de usar as suas palavras, ou parte delas. Lembre-se: a redação começa na linha (1), e não no tema ou no título, não havendo dessa forma repetição, pois, como repetir o que ainda não foi dito? DESENVOLVIMENTO É o corpo da redação. Sua parte principal. É aqui que aparecem as ideias, os argu- mentos, a originalidade. A introdução cor- responde ã tese. O desenvolvimento vem a ser o debate da tese. É a parte mais lon- ga. O corpo sempre há de ser maior que a cabeça e os pés. Sob pena de termos uma aberração! Apresenta cada um dos argumentos or- denadamente, analisando detidamente as ideias e exemplificando de maneira rica e suficiente o pensamento. O desenvolvimento sera a parte mais lon- ga da redação, mas não necessariamente a mais confiis a, complicada e ininteligível. E isso é o que acontece, normalmente, quan- do não se faz uma seleção de ideias prévia, quando não se sabe o que escrever antes de começar a escrever. Bem se diz: “só co- mece a escrever depois que você souber, com certeza, quais as ideias, aquilo que e sobre o que você vai escrever”. Não ha necessidade de muitas ideias (e normalmente nem espaço para isso). O importante é que, mesmo sendo poucas, as ideias sejam correta e objetivamente ex- postas. Não se deve cansar o leitor com um milhão de argumentos diferentes, nem com períodos longos e maçantes que, fa- talmente, resultam confusos. Nas redações entre 15 e 18 linhas, o desen- volvimento deve ocupar urn ou dois pará- grafos (com varios períodos dentro deles). Nas redações com número de linhas entre 20 e 25, o número de parágrafos no desen- volvimento gira em torno de 3 ou 4. CONCLUSÃO É o acabamento da redação. E, se não se deve iniciar "abruptamente” a redação, também não se pode acaba-la de súbito. A conclusão resume todas as ideias apre-
  36. 36. sentadas e discutidas no desenvolvimento, tomada uma posição sobre o problema apresentado na introdução. Portanto, é a comprovação da tese levan- tada na introdução e discutida no desen- volvimento. Ela é, a principio, retirada da melhor ideia que achamos ter no momento da reflexão inicial sobre o tema. a nossa posição em face de um problema qualquer, a sua so- lução, ou a projeção futura de consequên- cias que advirão caso não sejam tomadas as medidas que achamos necessárias (e que devem ter sido citadas no desenvolvi- mento da redação). A conclusão não deve ser muito longa, a exemplo da introdução, e deve ocupar também somente um parágrafo (ao con- trário da introdução, pode ter mais que um periodo). QUALIDADES BÁSICAS DA REDAÇAO Unidade + Coerência + Ênfase l nidadi: A unidade reside no fato de que o au- tor se fixou em uma só ideia central no decorrer de sua argumentação, em todos os parágrafos, as ideias se sucedem em or- dem sequente e lógica, todas completan- do e enriquecendo a ideia-núcleo. Não houve pormenores desnecessários, nem redundãncias, o que pode atestar o esque- ma anteriormente traçado. dogdos dd rc-ddcdo (Íocréncizz A coerência reside na associação e cor- relação de ideias dentro do periodo e de um parágrafo a outro. A conexão entre as palavras é feita pela organização do pens- amento no que se refere ao conteúdo e pelas particulas de transição que unem as ideias, tais como as expressões “no entan- J) C to , “contudo”, ligando parágrafo, con- junções, ligando as ideias dentro do perío- do. Lnllise A ênfase consiste no fato de a ideia-nú- cleo estar colocada em lugar de destaque, ocupando um parágrafo inteiro e aparecer reforçada em subideias no final do segun- do e do quarto parágrafos, e totalmente destacada da conclusão. A ênfase ã ideia principal é conseguida por meio do uso de expressões fortes e eloquentes. l'l'ENS IMfORTANTES N__A PRODUÇAO DA REDAÇAO iiSuJl (liiwlclicd) Com a redação também é assim! O impac- to (bom ou mau) que nos causa é muito importante. Lembre-se: o belo é um padrão nato e ins- tintivo em nós. E não há beleza onde não houver ordem e limpeza. Estes são os elementos que compõem a estética da redação, concorrendo para um melhor visual e correção. 'lituln 'lema Todas as iniciais do título, menos das palavras de pouca extensão, como prep- osições, artigos, conjunções etc, com ex-
  37. 37. @ (Irgsargiiçzs: dc¡ : :sddcríficz ceção do primeiro, devem ser maiúsculas: Use ponto final nos títulos, em se tratando de frase ou citação somente. Os temas de redação normais não levam ponto final. Entre o título e o contexto, deixe uma, duas ou três linhas ou espaço equivalente. Aprenda Mais! Os parágrafos devem adentrar a linha uns dois centímetros e iniciarem-se, todos, ã mesma altura. São fundamentais ã redação, pois consti- tuem o visual prático da estrutura reda- cional, apontando as três partes obrigató- rias num texto dissertativo: a introdução, o desenvolvimento e a conclusão. O número de parágrafos é variável con- forme a extensão exigida para a redação. Nas redações dissertativas, o mínimo obrigatório é de três parágrafos, o má- ximo depende da quantidade de linhas pedidas. Sugere-se que os parágrafos contenham em torno de cinco linhas cada. As ideias que se relacionam mais intimamente, que se unem por um mes- mo fio de ligação lógica, devem ñcar no mesmo parágrafo, ainda que em diversos períodos. Porém, toda vez que se mudar o fio do raciocínio, sempre que se passe para uma nova ideia que não tenha relação tão ín- tima com a anterior, deve-se iniciar linha nova. Portanto, novo parágrafo. Apenas o parágrafo inicial pode ser cons- tituído por um período (ou dois) somen- te. Os demais parágrafos (os do desen- volvimento) devem ter vários períodos, portanto, vários pontos finais. LADO INTERNO - CORREÇÃO Ao se compor uma redação, deve ser leva- da em consideração as qualidades básicas que a habitam e a distinguem das redações normais. No vestibular, o número de reda- ções ascende aos milhares, e são estas qua- lidades que vão fazer que algumas poucas se diferenciem da maioria. São, exatamen- te, estas as qualidades da redação: Correção Clareza C oncisão Originalidade Elegância Coesão 9 '7*'. . _a_ ; _ ~*. _.i;1.(. 'if_«›. transmissão mais preensível do pensamento. Quem escreve (como quem fala) deve fazer-se entendido Consiste na com- da melhor maneira possível. A Concisão concorre muito para a clareza. Para obter-se clareza, além da Concisão, cumpre: Para escrever claro é preciso pensar claro. Antes de começar a escrever, medite sobre o tema, reúna ideias, coloque-as de modo coerente. Só comece a escrever depois que você souber o que vai escrever! Dai a importância de um esquema e do rascunho. Frases curtas: periodos longos fatalmente resultam confusos. Empregar a palavra precisa: só empregue palavras simples de cujo significado você tem certeza. Evitar a ambiguidade, que é a possibilidade de mais de um sentido em uma oração.
  38. 38. Exemplo: “Car/ or ; mandou dizer afore' que eo' hafaria da- gi/ e/e negóeio no : ea eenifóiio”. No escritório de quem? No dele, Carlos, ou no de José? Isso é am- biguidade. Clareza é qualidade, obscuridade, defeito. A C (fmcisãi) Consiste no expressar os aspectos, fatos ou opiniões com o menor número de fra- ses ou palavras. Portanto, empregam-se apenas as palavras que são indispensáveis ã compreensão da mensagem. Em um texto, o que não é in- dispensável constitui prolixidade. Concisão é qualidade, prolixidade, defeito. Mais uma vez aparece aqui a necessidade do rascunho. Devemos escrever segundo o fluxo de ideias que nos vêm ã mente, sem grandes preocupações com a conci- são. Pronto o rascunho, devemos subme- tê-lo a rigoroso crivo analítico, cortando tudo aquilo que não faça falta nem impri- ma vigor. Naturalmente, só se considera qualidade aquilo que não prejudica as demais quali- dades. O excesso de Concisão redunda em obscuridade e desarmonia. -De grande valia para obter-se a Concisão é a figura da Elipse: omissão de palavras. Exemplos: Ti¡ fem foda a mzãa Tem foda razãa Nó¡ bafemo¡ nã; iezee. Den/ ro não / Jaiia ¡ii/ i- gizem. f¡ ie BJ'. Denfro, am um. Bafemo¡ m: descños dd reddcdo A Origvinulidzide Consiste em apresentar os aspectos, fatos ou opiniões de modo pessoal, sem irni- tação de processos ou particularidades alheios. Na originalidade, está a criativida- de. Pode revelar-se tanto nas ideias como nas expressões. Ideias originais são ideias próprias? ! Para isso o fundamental é escrevermos di- ferençados do linguajar comum. Escrever como se fala é cometer uma série de erros, dai que a originalidade no vestibular fica, realmente, por conta da correção. Será ori- ginal aquele qL1e escrever corretamente. . X Elcgfmciu Aos vestibulandos, basta o cuidado com o visual da redação. A limpeza, os parágra- fos, a letra bonita. Isso é elegância em re- dação. ; X coesão Um texto coeso é aquele em que as par- tes se relacionam entre si de modo claro e adequado, criando um todo com sentido, que pode ser captado pelo leitor. E como se faz um texto coeso? Usando-se corre- tamente os instrumentos da língua (usar artigos e pronomes que concordem com os nomes a que se referem, combinar os tempos verbais de modo lógico etc. ) e ob- servando se há relações de sentido entre as frases, que unidas entre si transmitem de modo claro uma informação, uma opi- nião, uma mensagem.
  39. 39. dosoíos dd roddcdo às ada de: “ele ! lie viu”, “eu o Nincauém merece! ”, “ele as- quero muito bem” sistiu o filme”. De colocação: Se é verdade que este tópico não precisa chegar ao requinte, também é verdade que não se tolerarão os exageros dos modernistas eufóricos. Assim: - Nunca comece oração com oblíquo átono: Me levaram dali para um lugar es- curo e misterioso. Te deram o recado? FORMA + CONTEÚDO Para redigirmos bem, é necessário que aliemos à criatividade ou análise de um assunto a correção e adequação de lingua- gem. Não basta elaborar uma ideia im- portante. E preciso saber expressá-la com acerto e propriedade. O estilo na redação é representado pela clareza, unidade, ênfa- se e coerência que devemos imprimir aos recursos linguisticos que traduzam nos- so pensamento. São aqueles que influem decisivamente na elaboração de uma lin- guagem escrita correta, adequada e har- moniosa, alcançada não só por meio de recursos (leitura, vocabulário, interpreta- ção de textos, conhecimento de tipos de composição), mas também por meio do conhecimento de fatos gramaticais que ordenam, disciplinam e sistematizam nos- sa lingua. em: Nincauém Merece! “à Erro ortográfico: coisas do tipo de “ãncia, pêcego, tal- vêz, xegar”. E escrever “exepicional” em vez de “excepcioi ” é sem comentários r** Importante! II Lembre-se de que não, nunca, E que, porque, quando, enquanto, se, para que etc. exigem oblíquos antes do verbo! - _jamais coloque o oblíquo depois de participio: Exemplo: Vocês tinham levantado-se mais cedo. - Depois de vírgula (ou qualquer outra pontuação), não se deve colocar pro- nome oblíquo (a não ser que sejam vír- gulas de encaixe). Exemplo: Nunca, mesmo nos piores momentos, lhe pedimos ajuda. MONTAGEM DOS ESQUEMAS $clcgziv› c n'›rg: tiii7iirj. í<'› da» lklüld* 11;1'C(l; |t¡ut(› Uma vez determinado o assunto sobre o qual iremos escrever, e necessário um momento de reflexão em torno dele e da disposição que daremos as ideias a serem utilizadas. Para isso, é necessário traçar de antemão um plano, ou seja, um esquema. As qualidades essenciais desse plano de- vem ser as mesmas utilizadas para a feitura da redação, ou seja: unidade, coerência e ênfase. Tendo o aluno o plano ou roteiro de ideias, poderá dar início a um rascunho, no qual vai expressar, por meio de frases comple- tas e parágrafos bem distribuídos, o assun- to que se propõe desenvolver. Enfrentará, então, problemas de forma,
  40. 40. porque o conteúdo, as ideias foram sele- cionadas e ordenadas no esquema. A disposição ordenada das ideias em in- trodução, desenvolvimento e conclusão é o último estágio do esquema. 'Dica Lecaal! < › ' u Correção na redação ( › Devemos seguir as normas gramaticais, com isso teremos ausência de erros. Esse negócio de sujeito no plural e o verbo no singular é dose! Portanto, muito cuidado! Procure o sujeito de cada verbo e veja se há correspondência. Sobretudo tenha cuidado quando, na oração que você escreveu, ocorre partícula “se", verbos impessoais como "haver”, “fazer” etc. No uso de regência: se você usar verbo de regência problemática (aqueles que você estudou. .. como assistir, querer etc. ), cuide da regência. Se você não tem certeza da regência de um verbo, não o use. Substitua-o por sinônimo. O problema mais frequente de regência em uma redação ou carta, oficio etc. diz respeito ao emprego das formas obliquas “O" e “Lhe”. A norma é: - “O” só para objeto direto (com verbo transitivo direto), - “Lhe” só para objeto indireto ou com valor de possessivo. ” “ñog da¡ rocírlrzcíç) Para pensar Mandamentos de uma boa redação: a Ao redigir, e importantíssimo que o candidato não cometa nenhum destes pecados transcritos a seguir, sob pena de padecer, sem indulgências, o inferno de mais um ano de espera! Veja a seguir: Escrever difícil. Não se preocupe em demonstrar cultura e conhecimento excessivos. As coisas re- almente boas e valiosas são simples. Os grandes sábios são simples. As “grandes notas” vêm de redações simples. Não quei- ra fazer experimentalismos linguísticos. Não tente neologismos léxicos ou sintáti- cos Use apenas palavras comuns. Sem cair no lugar-comum. Só recorra a um termo menos conhecido se ele se ajustar melhor no texto que um termo usual. O palavrão: Nunca! Criticar a Universidade, as autoridades, as instituições é proibido. Esse negócio de "meter a lenha" não dá pontos. aca a cri 'ca cons ru ' a : m s re os er- F ç ti “ t tiv ” o t ros e aponte soluções. Ser negativista. Em tudo há um lado bom. Procure des- cobri-lo. Aponte alternativas, saidas. Su- gira métodos e maneiras de solucionar as dificuldades e as chagas sociais. A maio- ria dos temas de vestibulares e concur- sos versa sobre “problemas sociais”. Eles querem saber o nosso posicionamento, o Q
  41. 41. desõios do redocüo que pensamos, o que achamos se conhec- emos. A nossa participação é efetivada, exatamente, por meio de nossas prováveis soluções. a forma de que dispomos para participar do contexto social. Evite definições. Elas são perigosas. Dado um tema como “A democracia”, a maioria tende a sair de- ñnindo: A Democracia é. .. Evite. O ponto final Não o esqueça. Denota desleixo. Depõe contra você e é erro! Estrangeírismo. O emprego de vocábulo que não pertença ao nosso idioma só pode ser feito quando não haja, em português, palavra de sentido correspondente. Se usada, a palavra deve vir entre aspas (“ ”) ou grifada (em itálico). Ex. : "Know-how”. A gíria Via de regra não! A menos que se trate de diálogo e entre como transcrição da lin- guagem de nível coloquial-popular. Fora dai, o uso da será interpretado como pobreza vocabular. E negativo. Não abrevie palavras. Escreva-as todas por extenso, a menos que se trate de abreviações consagradas, como, por exemplo, o “etc” Evite repetir palavras. Use sinônimos. Há repetições que enfati- zam. Mas fora o caso intencional da ên- fase, repetir revela pobreza vocabular ou desleixo. Exemplos de repetição enfática: "T/ czvzor, não f/ JOTBI. .. A ánfzinrza esfápadzda. A vzorzdade erfápearíída. M a; a mia não Jepen/ Íe/ z. ”" (Carlos Drummond de Andrade, A Rosa do Povo) Não escreva demais! No caso de não limitarem o número de linhas, não vá além de 25. Entenda que o ideal para uma redação são 20 linhas. Também não escreva “de menos”. Dado um limite mínimo (20, por exemplo), não pare nesta linha. Vá adiante uma ou duas linhas, pelo menos. Não "encha linguiça" À falta de ideias, não fique repetindo a mesma coisa com palavras diferentes! Isso é redundância, é prolixidade, é terrivel de- feito! preferível poucas linhas bem re- digidas a muitas mal escritas. Faça um tra- balho honesto! Não aumente o tamanho da letra para dar impressão que escreveu muito. Isso indispõe o avaliador. Letra estilo “bicho-de-pé”, só se vê a linha (de tão pequena), não pode. O avaliador não vai colocar lente de aumento especialmente para corrigir sua redação. Não cometa cacofonia. Que e a palavra de sentido obsceno, chulo ou ridículo, formada pela junção de sílabas entre as palavras. Exemplos: A921) e/ a Ie day/ fa foda; o¡ (flar. . . A bom dela. ..
  42. 42. Fé demaáx. Pensamento novo, período novo. É comum, entre os que iniciam misturar no mesmo período ideias que não se com- pletam. Tome por norma: ideia nova, pe- ríodo novo. Veja, entretanto, que isso nem sempre significa parágrafo novo! Oração subordinada sem principal, não diz nada! Não pode! Se há subordinada, tem de 11a- ver principal. Ou você já viu comandado sem comandante? Veja se entende alguma coisa: 'QI/ ando Mar/ a e/ Jegoa porque fin/ aa HIM 11m boazem que e/ a não eoo/ yeeza” 'L4 mem/ ra que erram eboraodo g/ /aodo a e/ aaazarczm : Quando el? oze. Je exfamo¡ . rem agora/ bo”, “O eadm/ /bo que e/ mfoa oa rei/ gado” Deu para entender? Por que não deu? E agora: 'Quando Mana ebego/ x, porq/ ze I'm/ aa mfo um / yomem que e/ a não ooo/ ama. dem/ adm a clama# 'i4 mem/ va. que erram chorando gua/ ado a eba- maram, foi e/ ezfa raia/ Ja”. "Q/ modo e/ Joze. xe exfamo; :em agora/ bo, ¡esfro- mo-nor"“. "O eazbiz/ /bo gire ebzr/ oz/ na ea/ yadaf/ zrou-/ be o pél) aoscños aa redacao r- importam-te! . -- i Especialmente, tome cuidado com os periodos muito longos: resultam confusos e são propícios a perí- odos incompletos, os verbos nas formas nominais - gerúndio, participio, infinito - equivalem a subordinadas: portanto, deve haver uma principal. o INÍCIO DA REDAÇÃO Você pode iniciar um assunto utilizando os seguintes recursos: LXtdos 1'el1:t, ›s1)t*x: tit, ›>. Exemplo: As primeiras manifestações de comuni- cação humana, nas eras mais primitivas, foram traduzidas por sons que expressa- vam sentimentos de dor, alegria ou espan- ÍO. l, 11141 cilucÍu) Exemplo: O assunto do (sobre). ..Pode ser analisado (ou discutido) a partir das palavras lúcidas de. ..Quando afirma que “. .7”. l ma cena dcscritixu Exemplo: O som invade a cidade. Buzinas estri- dentes atordoam os passantes. Edifícios altíssimos cobrem os céus cinzentos da grande metrópole. Uma fumaça densa e ameaçadora empresta a São Paulo o aspec- to de fotografias antigas sombreadas pela cor do tempo. a paisagem tristonha da poluição.
  43. 43. descfios da redacao lima pergunta Exemplo: Será a chamada música popular brasilei- ra verdadeiramente popular e verdadeira- mente brasileira? I'm dado geogrgíñcw) p1'C*Ci>2l1](l(Í) um fato Exemplo: Em Criciúma, no sul de Santa Catarina, oito mil homens vivem uma aventura to- dos os dias. A aventura do carvão. São os mineiros, homens que quase nunca veem o sol. i: )2t(l(, ›> estatísticos Exemplo: Naquela cidade de habitantes, cerca de frequentam as salas escolares, o que at- esta a preocupação das autoridades com o nível de instrução de seus moradores. Nztrrativnt de um ; no Exemplo: Em agosto de 1976, faleceu o ex-presiden- te Juscelino Kubitschek de Oliveira, em cuja gestão foi construída a monumental capital brasileira. O recurso da lingu-ilgem tigurada Exemplo: O jornaleiro, íilho das madrugadas frias do Sul, quebra o gelo das manhãs gaúchas com sua voz cortante e queixosa como o minuano nos pampas. I l mn frase declarzltivz¡ Exemplo: O artista contemporâneo, diante de um mundo fundamentalmente complexo e agitado, tem por missão traduzir o mais fielmente possível essa realidade. C( ›m ideias contrnstanles Exemplo: Enquanto os grandes salões de alta-cos- tura das grandes capitais exibem coleções de vestimentas suntuosas, os marginais da sociedade morrem de frio por falta de aga- salho. O importante é que na introdução de uma redação dissertativa apareça o tema, o ponto de vista, a tese, alguma referência, enfim, ao assunto da redação, dai que nada obsta que, na introdução, apareçam as pa- lavras que compõem o tema / título. Portanto, a maneira mais simples (de se vencer o tormento) de iniciar uma reda- ção, e de que todos dispõem, é falando sobre ela mesma, sobre o tema dado, o assunto pedido, o tít11lo sugerido. Não há que se inventar nada. Ele já está lá, ã nossa disposição. Dessa forma, não há por que temê-lo, mas aprecia-lo pelas vantagens que pode nos oferecer. Desenvolver o assunto de uma reda ão J podemos utilizar os seguintes recursos: Citações Dados estatísticos Jus tificativas Exemplos Comparações
  44. 44. 1 s: t? .avant : &u; a: - tunie-, niitu dia ! um : Inmuuir vox: :- . _Íã_u_| _(x›$ _m _arame : n . magnum rs ; it's e n: «culture gprs 41h11m: itens am» 31# J vttlbtsiiis. mviniatkníriiíte~ «qu» nur. : , titan ; pro #água-mera : um ¡Ilrkttgfilã ma; "lt 10.16 tia gr», l›, litlila, tljíl ¡na! :uliiíitmlikl: õífõlinrz . Ã, . _ : t ~ÍI : ÉN-IÃÍP* v « ta; *ateu* sã: : _Ítlñlliltln m. _r-vêkugffxa. _A_ _na Jiang» : um em iI'§“)5ͧtl¡it: íhuít w anvatluuáien : :um _srúo, n_ia, u,er íljgpilõkmílc = _mergulhar sin: - ílííteahtuauit- : tam: eggzigaiikt, A : :it _Ijií-iiiirni 'guns . ira iggiismiinltaajr l «tuliaí» i : n_ , huguzigapis iüí)_l_l_l"~ ilttlilllrtllüjliü* its "uu . m _, ____. j _Á_ 'frita , I_n_r-: xc'. ia_í_I_Ia. Í ¡. _¡“_. vtaxêiâl¡i9ͧit«$! ,I3,LÍ›fi! Êi§à. _à_ Ilbrarêhuita _raL1gx-: ›_Ii: v.'vei. í : prata-grava: :- aan nhjixihiíifw: i k 4! A ç El. ;iniciava ; um _lauro «sumiu , naum e. . , omitir tardias' ter' . q, íllgplülíñitllüildt tia acspntrezia. › a: _lísijgit_ 1 . t' ; Í¡_a? s;ç§i. flà't _hum LullJJÍÍ-a rir-libra: ÍÊIN>Á§ILÍÇÍÊFWÍUÊJÂÍR1LA j _A_ , hllkfãlc sb. ts1itvz-. rnsiéhrâta. í: ~ . Íué : :' tojatutinxwe~ ¡kó›. ',h. r+e: ¡.u›_aa1 ». .;Í'. oí§¡. i_'i_'« . e› "pífr ç sharing, "garsimtiieuee : Íiuiisgét o A, LI_IJ_II“I*IJÍÍ'Í¡, I,I%ÍMJ _iaiiua_ j 'i “jeliavttnui- Ê*! §_I, )_t: .!, !,. l1~f~'i: ~. _ _ j = a_ , nnlbliternfktits -. _wap-Ji qua¡ ílinlajjjpxajliu. 4_ 1m: »ilnnc alicante. yãlããriãldiil_ na» nurniÊk-gx sit: : King” ; mu : g tam¡ í : -': ,': _2u-. I<«. .a1!í= ??* j . IÓÃÍ-»Rífi 1m azkeáiaíatita uam. : j . jtxtixiar LÍQAOLÚHÂ, j ir' “_Etaçru, e;1_ici3ur. !um gñjzuítui; it: - . híxgjnnatmw r-l ailràiiikamanç . var m . Ê-Íáit-¡Lvítâurx -iiitéiiíiliiiííêítlía- 'iiã _html í-: ífàilfiltiíài i aiii it*- veiltaruagtasí* “s A i ii, , A 'ílvlfãllãki tnjinntnl v- : um: CHROME. , «nur» t¡ ; infâncias a «Viilllgbâlílã _ t' . urm_sntn_u_r_siqksa: i», m›aI_t: -›_¡1 ' l ~-ñ--iÍl. Ii_iÍIE*í_ÍI_lülgFiÍl'ê' 62km de); _m m- _ i_ 'i V, 57-: »a ¡rplliililbílíiñliifú
  45. 45. descfios do FGCICICÕO Imprensa - veículo de função social e pressiva Desemprego: gerador de violência e ten- são social “São os povos que fazem as nações. ” Que qualidades devem ser consideradas para se votar bem? O jovem atual - ativo ou alienado? Avanço tecnológico: um meio ou um fim? O futuro que nos espera (um tempo de verdade, justiça e liberdade ou de miséria e violência? ) Não devemos aprender para a escola, mas para a vida (já dizia o ditado latino). Narrativa sobre um fato qualquer, imagi- nado ou acontecido A juventude brasileira no crepúsculo do século A sociedade A liberdade A vida em outros planetas A possibilidade ou não da existência de vida inteligente fora dos limites do pla- neta terra. O amor “Tristezas não pagam dividas', o trabalho 77 paga. “A . . . . injustiça, mesmo quando atinge um só, é uma ameaça para todos. ” Um país sem memória, mais que um pais sem passado, é uma nação sem ñlturo. A liberdade não é uma dádiva, mas sim o resultado de uma conquista. O humorismo pode ser uma das melho- res formas de crítica. A rebeldia sem causa não leva a transfor- mação nenhuma. A oportunidade só chega para quem sabe reconhece-la. O problema é de todos. Escreva sobre uma situação embaraçosa da qual você foi protagonista. O mundo real A música O que você julga ser uma pessoa de bom caráter? O valor da amizade Em sua opinião, de que depende primor- dialmente o desenvolvimento do brasil? Na sua opinião, quais as causas que mais contribuíram para a angústia do homem contemporâneo? As razões por que os jovens se afastam daleitura. A familia: como você vê a situação e a atuação da família na sociedade atual? Inegavelmente a televisão esta presente na vida de todos nós. Dê sua opinião so- bre a influência desse meio de comunica- ção no comportamento das pessoas. O poder da palavra Ciência e tecnologia a serviço da sorte Analisar: “o menino é pai do homem” A belém-brasília e a integração nacional A natureza esquecida Amor universal: sentimento em extinção

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