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  1. 1. <ul><li>Érico Abreu ® 2011 </li></ul>
  2. 2. A GALÁXIA DA INTERNET A sociedade Os Meios As Teorias
  3. 3. A SOCIEDADE <ul><li>Democracia representativa </li></ul><ul><li>Participação </li></ul><ul><li>Tecnolgia e Controle Social </li></ul>
  4. 4. DEMOCRACIA REPRESENTATIVA <ul><li>É possível entender a Internet como uma nova esfera pública? </li></ul>
  5. 5. PARTICIPAÇÃO <ul><li>Podemos entender interação como cidadania? </li></ul><ul><li>Podemos entender usuário como cidadão? </li></ul>
  6. 6. &quot;A esfera pública pode ser descrita como uma rede adequada para a comunicação de conteúdos, tomada de posição e opiniões; nela os fluxos comunicacionais são filtrados e sintetizados, a ponto de se condensarem em opiniões públicas enfeixadas em temas específicos.&quot; (HABERMAS, 1997: 92)
  7. 7. <ul><li>“ A rede é um conjunto de nós interconectados” </li></ul><ul><li>“ A rede é uma prática humana muito antiga” </li></ul>SOCIEDADE EM REDE
  8. 8. Rede significa <ul><li>Participação? </li></ul><ul><li>Colaboração? </li></ul><ul><li>Inteligência Coletiva (Levy)? </li></ul><ul><li>Ausência de hierarquia e de controle? </li></ul><ul><li>Liberdade de expressão? </li></ul><ul><li>Conteúdo gratuito? </li></ul>
  9. 9. TECNOLOGIA E CONTROLE <ul><li>A Tecnologia: </li></ul><ul><li>Produz mais democracia? </li></ul><ul><li>Oferece mais cidadania? Mais liberdade? </li></ul><ul><li>Ou mais controle? </li></ul>
  10. 10. <ul><li>Numa sociedade mais técnica, mais racional, as decisões sociais poderão ser menos ideológicas? </li></ul>
  11. 11. Linguagens artificiais <ul><li>A característica básica da sociedade informacional é sua dependência absoluta das linguagens artificiais, muitas delas construídas de modo privado e fechado, distantes da compreensão dos cidadãos que as utilizam. </li></ul>
  12. 12. <ul><li>Os softwares (sem os quais computadores são inúteis) são um conjunto ininteligível de linhas de códigos para a maioria das pessoas. </li></ul>
  13. 13. <ul><li>As pessoas utilizam como elemento essencial de seu dia-a-dia sendo expostas às determinações embutidas pelos especialistas, pelos programadores. </li></ul>
  14. 14. <ul><li>A própria privacidade, identidade e autonomia podem ser manipuladas, descobertas, apagadas, pelos softwares empregados como intermediários essenciais da vida cotidiana neste universo digital </li></ul>
  15. 15. Em resumo: <ul><li>Por trás dos códigos prevalece a vontade dos homens (de alguns) </li></ul>
  16. 16. Por exemplo: <ul><li>Três redes, três decisões </li></ul><ul><li>A rede do COS/Sem Cadastro/Free </li></ul><ul><li>A rede do Iguatemi/Cadastro/Free </li></ul><ul><li>A rede do aeroporto/Cadastro/Paga </li></ul>
  17. 17. Outro exemplo: O Google <ul><li>Os mecanismos de busca são verdadeiros serviços de utilidade pública: Classificam, hierarquizam informações... </li></ul>
  18. 18. <ul><li>... e podem, por isso, adquirir um enorme poder e influência sobre a conduta e a avaliação das pessoas. </li></ul>
  19. 19. Por serem velozes e eficientes podem gerar dependência, acomodação e falta de espírito crítico
  20. 20. Os mitos <ul><li>Da liberdade de expressão (filtros, controle da estrutura de telecomunicações) </li></ul><ul><li>Interação é diferente de Participação/Diálogo </li></ul>
  21. 21. OS MEIOS Galáxia de Gutenberg versus Galáxia da Internet
  22. 22. <ul><li>O mundo depois da escrita não foi mais o mesmo. </li></ul><ul><li>O mundo depois da internet será? </li></ul>
  23. 23. <ul><li>Escrita (Jornal) > razão,linearidade, causas/conseqüências </li></ul><ul><li>Som (Rádio) > imaginação, clima </li></ul><ul><li>Imagem (TV) > emoção, realismo </li></ul><ul><li>Escrita+som+imagem+interação= internet </li></ul>
  24. 24. <ul><li>Hipertextos + Multimídias= Hipermídias </li></ul><ul><li>Mídias (Sociais) </li></ul><ul><ul><li>Mídias = o aparato, os dispositivos </li></ul></ul><ul><ul><li>Redes Sociais= as pessoas </li></ul></ul><ul><ul><li>Mídias em Rede= as ações comunicativas dessas pessoas </li></ul></ul>
  25. 25. <ul><li>Excesso de informações </li></ul><ul><li>Narrativas fragmentadas </li></ul>
  26. 26. Novos dispositivos e conceitos <ul><li>Mobilidade </li></ul><ul><li>Convergência </li></ul><ul><li>Mídias locativas (geo referenciadas) </li></ul><ul><li>Mídias pervasivas </li></ul><ul><li>Cross-mídia (complementaridade) </li></ul>
  27. 27. AS TEORIAS Crise de paradigmas
  28. 28. <ul><li>O naufrágio dos modelos antigos </li></ul><ul><li>O dilema da multidisciplinaridade </li></ul><ul><li>Construção/desconstrução do objeto </li></ul>
  29. 29. <ul><li>Utopias digitais (as novas ideologias da comunicação) </li></ul><ul><li>Novos modos de produção e consumo </li></ul>
  30. 30. <ul><li>A comunicação em múltiplos fluxos </li></ul><ul><li>(não mais em dois passos – two step flow) </li></ul><ul><li>Re-encontro com McLuhan </li></ul><ul><li>As hipermediações </li></ul>
  31. 31. Hipermediações (Carlos Scolari) <ul><li>Novas subjetividades espaço-temporais </li></ul><ul><li>O espaço das hipermediações </li></ul><ul><li>O tempo das hipermediações </li></ul><ul><li>A presença das hipermediações </li></ul>
  32. 32. FIM <ul><li>Obrigado! </li></ul><ul><li>Érico Abreu </li></ul><ul><li>Presente no Facebook, Orkut, Twitter (@ericoabreu), YouTube, Linkedin etc. </li></ul>

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