Prof. Ms. Ricardo Sartorato
Além de outros professores aqui sentados...
13% o b e s o s
43,4% acima do peso
13%
(Ministério da Saúde, 2006)
IMC > 30kg/m^2
25kg/m^2 > IMC > 30kg/m^2
15,5%
19,3% 12,3%
> 2200kcal/sem = 314kcal/dia
Ministério da Saúde (2006)(Ministério da Saúde, 2006)
Leve
40%
Sedentário
56%
Moderado a
forte
4%
(Owen et al.2007)
(Mercúrio, 1997)
0
0-10
10-16
16-25
25-67
(SUS, 2009)
Rondônia = 1 tomógrafo e 2 aparelhos de ressonância magnética
Média nacional = 1,6 ap...
50
55
60
65
70
75
80
85
90
1980 1990 2000 2010 2020 2030 2040 2050
(IBGE, 2011)
POBRE APTIDÃO FÍSICA
BAIXO CONDICIONAMENTO AERÓBIO
PRÉVIOS EPISÓDIOS DE DOR
DIMINUÍDA FLEXIBILIDADE
FUMO
ÁLCOOL
PESO CORPO...
Pois são AS CAUSAS!
0
25
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125
55 60 65 70 75 80 85 90 95
(Wadell, 1998)
Dias perdidos (milhões)
ano
Nascimento (0 anos) Morte (100 anos)
50-60
31%
(Sartorato, 2002)
Crise (instante 0) 1 semana 4 semanas 3 meses
agudo
subagudo
crônico
(Sartorato, 2002)
Episódios múltiplos em 4 anos
(Adam...
0
10
20
30
40
50
60
70
80
90
100
0 6 12 18 24
% de voltar a trabalhar
Meses fora do trabalho
(Wadell, 1998)
2,3% do PIB brasileiro de 2010
8-20% de desistência
(Sartorato, 2002)
0
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20
25
20 30 40 50 60 70
% distribuição
Idade da cirurgia
(Pope et al., 1991)
0
20
40
60
80
100
20 30 40 50 60 70...
(Sartorato, 2002)
Incidência entre 1-30% em atletas
(Graw et al., 2008)
5% a 15% de todas as lesões
esportivas
(Borghuis et al., 2008)
79%
5...
Você ainda vai ter o seu!
DEFORMAÇÃO
Elasticidade “antes”
CARGA
Elasticidade “depois”
Quanto mais vezes um tecido passar por ciclos de carga e desca...
Limite elástico -> Início das lesões
Força máxima do tecido -> Ruptura total
DEFORMAÇÃO
CARGA
DANO – capacidade permanente...
0 50 100 150 200 250
tensão
compressão
cisalhamento
tensão
compressão
(Nigg, Herzog, 1999)
Resistência ao dano –
Específic...
Y= CARGA; X = TEMPO
b
(McGill, 2007)
c
d
TFT
a b
MS
a a a a
c a a d
a d
a
Meio ambiente
Psicológicos Sociais
Genética + +
Mudanças
biomecânicas
Mudanças
bioquímicas
(Kupural, 2011)
Indivíduos diferentes, mesmo tecido
(Adams et al., 2002)
200%
Muito tempo depois....
Não ocorre cicatrização discal,
apenas reabsorção do material
nuclear
Protrusão
Hénia extrusa ...
Mais fraco, mais rígido
Progressivo, cumulativo e
irreversível
Viscogênicas
Vasculogênicas
Neurogênicas
Espondilogênicas
Psicogênicas
Ósseas
Tecidos moles
(Salter, 1985; Kuritzky e Whit...
Viscogênicas
Vasculogênicas
Neurogênicas
Espondilogênicas
Póstero –lateral
Foraminal
Póstero –mediana
Canal
Neurogênicas
Espondilogênicas
(McGill, 2007)
Histórico -> Exames -> Fatores de risco -> Testes
ciatalgia
RX TC RMI
74% das RMI possuem anormalidade(s) sem dor!
(Jensen et al., 1994)
Atenção com os sintomas!
Raízes nervosas
Discos intervertebrais
Articulações zigoapofisiais
Corpo vertebral
Ligamentos
Tecidos moles
O que acontece no segmento vertebral tem
implicações em todas as estruturas da coluna
A P
(Nordin e Frankel)
1F
1,5F
0,5F
5F
Anterior
Mais nervos
Colágeno tipo1
Colágeno tipo2
Elastina
Proteoglicanos
15 a 25 lamelas
7 a 10 mm
4 cm
(Pinheiro-Franco...
Y
(Panjabi, 1978)
0°
15°30°60°90°
15° 30° 60° 90°
0°
Y
+
+ + + +
+
+++
--
H h +
+ + + +
+
+++
+
400x
Pequena população de células
concentração
ácido lático
glicose
oxigênio
(Rothman-Simeone, 2011)
9000
células/mm³
5000
células/mm³
Placa terminal
NP NP
40 anos
(Pinheiro-Franco et al., 2010)
Condrócitos
Sulfato de condroitina
Sulfato de queratan
Ácido hialurônico
Pros...
Y
Estabilid
(Roudsari e Jarvik, 2010)
(Aebi et al., 2005)
P A
Distância interna no disco
2,5
2
1,5
1
0,5
0
P A
Distância interna no disco
2,5
2
1,5
1
0,5
0
Carg...
Os danos são irreversíveis!
(White e Panjabi, 1990)
Procure saber o que seu cliente tem
O estágio de degeneração da
coluna de nossos alunos
DOR DANO DESEJO
FASE? QUAL? REALISTA?
META: PERMITIR O ALUNO ATINGIR O DESEJO, RESPEITANDO
A FASE DA LESÃO E O DANO PERMAN...
Dano permanente
Risco 0
Certeza 100%
Risco >
1 a cada 11.000
6 mi nos EUA
550/ano
1 a cada 1.000.000
200 mi nos EUA
175/ano
(Levitt e Dubner, 2005)
A capacidade de int...
Analise o dia a dia de seu cliente e
proponha intervenções
Para isso use baixa sobrecarga, evite a
gravidade e mantenha a estabilidade
Nachemsom (1976)
330 N
693 N
908 N
462 N
Sem gravidade na coluna a carga é bem reduzida. Tanto sentando como
de pé, caso s...
Manobra de valsalva
Respiração contínua
Aumento agudo da PID (Sato, 1999)
A contração muscular FAZ aumentar a carga discal!
Menor risco Maior risco
+
+
+
+
+
+ + + +
+
+++
--
H h +
+ + + +
+
+++
+
+
+ + + +
+
+++
+ +
+
++
+
+
+
+
+
Flexão/Extensã...
Maiores cargas discais anteriores,
núcleos migram para trás
Maiores cargas posteriores geram
sobrecarga nas facetas e ligamentos
Evitar os extremos da amplitude
Os EC não funcionam
em flexão máxima,
elevando o risco
Caminhada
lenta
Caminhada
rápida
L5
L4
Com e sem o uso de tênis
0,53 até 0,65 MPa
Levantar de uma cadeira
(agachamento sem...
gravidade
sobrecarga
ângulos extremos
Restrinja os ângulos perigosos e use as
opções com menor sobrecarga
0 1 2 3 4
Tensão
100
50
0
a
b
c
AA
M
A A
AA
M
A A
M
AA
AA
a
b
c
(Neumann, 2010)
Joelho (ângulo de flexão)
Torque a 60 °/s (Nm/s)
(Knapik et al., 1983; Yoon et al., 2001)
0
20
40
60
80
100
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0
10
20
30...
45 49
57
65
0
20
40
60
80
0 50 100 150
Quadril (ângulo de flexão)
Joelho (ângulo de flexão)
Torque (Nm)
(Soderberg, 1997)
...
M
AA
AA AA
M
A A
?
>
30
70
30
É mais segura com amplitude
limitada a qualidade da execução
Flexora em pé
Glúteo em pé
Glúteo 4 apoios
Agachamento em pé
0
200
400
600
0 10 20 30
(Pope et al., 1991)
Cargas em L3 (N)
Inclinação do apoio em graus
Com um apoio de 5 cm na lombar
...
Pois sua biomecânica acelera o
processo de hérnia
Aumentou a força, mas não reduziu a gordura (oh!)
(2011)
85
15
(Giles e Singer, 2003)
85 15
1,75 mm
1,5 mm
(Panjabi, 1978)
?
>
30
6000
1500
1500
(Marshall e McGill, 2010)
85
15
Isométrico,
O aluno passa a maior parte de seu dia sentado, dificilmente
em posição ergonomicamente correta.
A flexão sustentada defor...
Genética para hipertrofia e finas camadas
até o músculo
Existem diversas outras opções
mais seguras
Objetivo deste exercício: MMII, paravertebrais
ou ambos?
A
B
0
50
100
150
200
0
20
40
60
80
100
80
60
40
20
0
Ângulo (graus)
(McKean et al., 2010)
Adicionar sobrecarga (50%
MC) no...
Mais Menos
Mais Menos
Mais Menos
Estética depende de carga; carga depende de
estabilidade. Opte pelo mais seguro.
L5
~ 6° - 29°
(Middleditch e Oliver, 2008)
L5
(Middleditch e Oliver, 2008)
L5
(Middleditch e Oliver, 2008)
70
30
(Giles e Singer, 2003)
?
> 30
(Giles e Singer, 2003)
70% da força gerada
suporta cisalhamento
10° 45°
(McGill, 2009)
Postura incorreta sobrecarrega ainda mais as facetas das
a...
30
70
(Giles e Singer, 2003)
Sejam eles desejados ou não
Marshall e McGill (2010)
Psoas
Permite rotação com
flexão
Possui um único
eixo de
movimento, que
não coincide com
a lombar
Grande dorsal
Amplitude ...
Em quem de fato precisa treinar
uma função
Lista de exercícios
Exercícios contraindicados
Poucos “personais”
Avaliação funcional
Lista de exercícios?
Exercícios func...
Treinamento esportivo geral
(Boyle, 2004)
Objetivo: reduzir lesões competitivas
Carece de evidências
científicas de qualid...
McGill
147
97%
Gray Cook
4
3%
Michael
Boyle
0
0%
Se a prescrição é baseada em evidência científica,
será que estou “ouvind...
Fácil de usar, fácil de abusar
Sinônimo de variação de treinamento
Tipos de treinamento
FUNCIONAL ?
Excesso de criatividade
28/07/12
FUNCIONAL ?
Desequilíbrio X força
Força Máxima
Estabilidade máxima
Fadiga voluntária
máxima
Cargas >60% CVM1
1- Hibbs et al. (2008); W...
AtléticoReabilitação
- Sobrecarga
+ Função
- Risco
+ Sobrecarga
+ Gesto motor
+ Risco
(Fenwick et al., 2011)
Benefícios?
Compressão
L4/L5
2300 N
3500 N
2400 N
Ativação muscular
% MCV
GD EC
80% 50%
55%
75%
60%
48%
(Fenwick et al., 2011)
“Bom dia” ~ 20° de flexão
mesmo com clara orientação de
não mexer a coluna.
(McGill et al., 2009)
mas altas cargas de cisalhamento
Elevada ativação do core,
(McGill e Marshall, 2011)
Conceito subvertido
Treinamento de força disfarçado
Figuração de academia
Com o objetivo de tratar e prevenir
Mais Menos
Panjabi (1992)
Lordose preservada = cargas bem distribuídas
CI
L4
CM
Core
training
Estabilidade
Força Resistência
Altas cargas!
(Hibbs et al., 2008)
Com o objetivo de tratar e prevenir
P
QL
M
(Anderson e Behm, 2005)(McGill, 2007) (McGill, 2007)
100 kg em L4/L5
(Bogduk et al., 1992)
Atuam juntos estabilizando a coluna
Comprime e desestabiliza a coluna, sendo
fundamental para a flexão do quadril
(Tomey e Taylor, 2000)
M
LT
IC
O vetor estabilizador dos M
não se alteração com a flexão-
extensão
Estabiliza
Rotaciona
Fl...
Exercícios direcionados para estes músculos demonstram efetividade
em reduzir episódios recorrentes de lombalgias
(McDonal...
O mais importante dos estabilizadores
Com o objetivo de tratar e previnir
torque(Rothman-Simeone, 2011)
normal
pós reabilitação
antes da reabilitação
Tolerância
Carga aplicada
Coluna
danificada
Atleta de
elite
Margem de
segurança
Carga
(McGill, 2009)
Maioria dos alunos
Desequilíbrio
Resistência
Peso
FuncionaisProtocolo McGill
U
1
2
3
4
5
1
2
3
4
5
6
7
1
2
3
4
5
6
7
1
2
3
4
5
6
7
8
9 10
Desequilíbrio
Resistência
Desequilíbrio
Força
Desequilíbrio
+
_
(National Geographic, 1984) (2002)
Em se tratando de
coluna...
...é sempre melhor prevenir
do que remediar!
Hernia discal e lombalgias
Hernia discal e lombalgias
Hernia discal e lombalgias
Hernia discal e lombalgias
Hernia discal e lombalgias
Hernia discal e lombalgias
Hernia discal e lombalgias
Hernia discal e lombalgias
Hernia discal e lombalgias
Hernia discal e lombalgias
Hernia discal e lombalgias
Hernia discal e lombalgias
Hernia discal e lombalgias
Hernia discal e lombalgias
Hernia discal e lombalgias
Hernia discal e lombalgias
Hernia discal e lombalgias
Hernia discal e lombalgias
Hernia discal e lombalgias
Hernia discal e lombalgias
Hernia discal e lombalgias
Hernia discal e lombalgias
Hernia discal e lombalgias
Hernia discal e lombalgias
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Hernia discal e lombalgias
Hernia discal e lombalgias
Hernia discal e lombalgias
Hernia discal e lombalgias
Hernia discal e lombalgias
Hernia discal e lombalgias
Hernia discal e lombalgias
Hernia discal e lombalgias
Hernia discal e lombalgias
Hernia discal e lombalgias
Hernia discal e lombalgias
Hernia discal e lombalgias
Hernia discal e lombalgias
Hernia discal e lombalgias
Hernia discal e lombalgias
Hernia discal e lombalgias
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Hernia discal e lombalgias
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Hernia discal e lombalgias
Hernia discal e lombalgias
Hernia discal e lombalgias
Hernia discal e lombalgias
Hernia discal e lombalgias
Hernia discal e lombalgias
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Hernia discal e lombalgias

  1. 1. Prof. Ms. Ricardo Sartorato
  2. 2. Além de outros professores aqui sentados...
  3. 3. 13% o b e s o s 43,4% acima do peso 13% (Ministério da Saúde, 2006) IMC > 30kg/m^2 25kg/m^2 > IMC > 30kg/m^2
  4. 4. 15,5% 19,3% 12,3% > 2200kcal/sem = 314kcal/dia Ministério da Saúde (2006)(Ministério da Saúde, 2006)
  5. 5. Leve 40% Sedentário 56% Moderado a forte 4% (Owen et al.2007)
  6. 6. (Mercúrio, 1997)
  7. 7. 0 0-10 10-16 16-25 25-67 (SUS, 2009) Rondônia = 1 tomógrafo e 2 aparelhos de ressonância magnética Média nacional = 1,6 aparelhos para cada 100.000
  8. 8. 50 55 60 65 70 75 80 85 90 1980 1990 2000 2010 2020 2030 2040 2050 (IBGE, 2011)
  9. 9. POBRE APTIDÃO FÍSICA BAIXO CONDICIONAMENTO AERÓBIO PRÉVIOS EPISÓDIOS DE DOR DIMINUÍDA FLEXIBILIDADE FUMO ÁLCOOL PESO CORPORAL GRAVIDEZ PROFISSÃO INDUMENTÁRIA INADEQUADA POSTURA SENTADA ENQUANTO SE TRABALHA FRAQUEZA DA MUSCULATURA DO TRONCO (Sartorato, 2002) (Riimäki, 1991) ACADEMIA
  10. 10. Pois são AS CAUSAS!
  11. 11. 0 25 50 75 100 125 55 60 65 70 75 80 85 90 95 (Wadell, 1998) Dias perdidos (milhões) ano
  12. 12. Nascimento (0 anos) Morte (100 anos) 50-60 31% (Sartorato, 2002)
  13. 13. Crise (instante 0) 1 semana 4 semanas 3 meses agudo subagudo crônico (Sartorato, 2002) Episódios múltiplos em 4 anos (Adams et al., 2002)
  14. 14. 0 10 20 30 40 50 60 70 80 90 100 0 6 12 18 24 % de voltar a trabalhar Meses fora do trabalho (Wadell, 1998)
  15. 15. 2,3% do PIB brasileiro de 2010 8-20% de desistência (Sartorato, 2002)
  16. 16. 0 5 10 15 20 25 20 30 40 50 60 70 % distribuição Idade da cirurgia (Pope et al., 1991) 0 20 40 60 80 100 20 30 40 50 60 70 L4-L5 L5-S1 % distribuição 0 2 4 6 8 20 30 40 50 60 70 % de todas as hérnias L2-L3 L3-L4
  17. 17. (Sartorato, 2002)
  18. 18. Incidência entre 1-30% em atletas (Graw et al., 2008) 5% a 15% de todas as lesões esportivas (Borghuis et al., 2008) 79% 55% 54% 36% 32% Ginastas Remador Levantador de peso Jogador de futebol Tenistas (Baranto et al., 2007)
  19. 19. Você ainda vai ter o seu!
  20. 20. DEFORMAÇÃO Elasticidade “antes” CARGA Elasticidade “depois” Quanto mais vezes um tecido passar por ciclos de carga e descarga, submáximas, menos elasticidade e força ele terá. (McGill , 2007)
  21. 21. Limite elástico -> Início das lesões Força máxima do tecido -> Ruptura total DEFORMAÇÃO CARGA DANO – capacidade permanentemente piorada de para resistir a deformação. (McGill , 2007) Microtraumas Plástica Elástica (Magee, 2007)
  22. 22. 0 50 100 150 200 250 tensão compressão cisalhamento tensão compressão (Nigg, Herzog, 1999) Resistência ao dano – Específico para cada tipo de tecido e em função do tipo de força aplicada
  23. 23. Y= CARGA; X = TEMPO b (McGill, 2007) c d TFT a b MS a a a a c a a d a d a
  24. 24. Meio ambiente Psicológicos Sociais Genética + + Mudanças biomecânicas Mudanças bioquímicas (Kupural, 2011)
  25. 25. Indivíduos diferentes, mesmo tecido (Adams et al., 2002)
  26. 26. 200% Muito tempo depois.... Não ocorre cicatrização discal, apenas reabsorção do material nuclear Protrusão Hénia extrusa ou prolapso discal Sequestro (Adams et al., 2002)
  27. 27. Mais fraco, mais rígido
  28. 28. Progressivo, cumulativo e irreversível
  29. 29. Viscogênicas Vasculogênicas Neurogênicas Espondilogênicas Psicogênicas Ósseas Tecidos moles (Salter, 1985; Kuritzky e White, 1997; Adams et al., 2002; Morris, 2006; McGill, 2007)
  30. 30. Viscogênicas
  31. 31. Vasculogênicas
  32. 32. Neurogênicas
  33. 33. Espondilogênicas
  34. 34. Póstero –lateral Foraminal Póstero –mediana Canal
  35. 35. Neurogênicas
  36. 36. Espondilogênicas
  37. 37. (McGill, 2007) Histórico -> Exames -> Fatores de risco -> Testes ciatalgia
  38. 38. RX TC RMI 74% das RMI possuem anormalidade(s) sem dor! (Jensen et al., 1994)
  39. 39. Atenção com os sintomas!
  40. 40. Raízes nervosas Discos intervertebrais Articulações zigoapofisiais Corpo vertebral Ligamentos Tecidos moles
  41. 41. O que acontece no segmento vertebral tem implicações em todas as estruturas da coluna
  42. 42. A P (Nordin e Frankel) 1F 1,5F 0,5F 5F
  43. 43. Anterior Mais nervos Colágeno tipo1 Colágeno tipo2 Elastina Proteoglicanos 15 a 25 lamelas 7 a 10 mm 4 cm (Pinheiro-Francoetal.,2010) Raiz dorsal n. sinovertebral Disco lombarDisco típico Posterior
  44. 44. Y (Panjabi, 1978) 0° 15°30°60°90° 15° 30° 60° 90° 0°
  45. 45. Y + + + + + + +++ -- H h + + + + + + +++ +
  46. 46. 400x Pequena população de células
  47. 47. concentração ácido lático glicose oxigênio (Rothman-Simeone, 2011) 9000 células/mm³ 5000 células/mm³
  48. 48. Placa terminal
  49. 49. NP NP 40 anos (Pinheiro-Franco et al., 2010) Condrócitos Sulfato de condroitina Sulfato de queratan Ácido hialurônico Prostaglandina Fosfolipase Ácido nítrico Placa terminal (0,6mm) Lâminas crivosas Na fase adulta, mais de 50% dos condrócitos do disco estão mortos. (Kupural e Kim, 2011)
  50. 50. Y Estabilid
  51. 51. (Roudsari e Jarvik, 2010)
  52. 52. (Aebi et al., 2005) P A Distância interna no disco 2,5 2 1,5 1 0,5 0 P A Distância interna no disco 2,5 2 1,5 1 0,5 0 Carga compressiva (Mpa)
  53. 53. Os danos são irreversíveis!
  54. 54. (White e Panjabi, 1990)
  55. 55. Procure saber o que seu cliente tem
  56. 56. O estágio de degeneração da coluna de nossos alunos
  57. 57. DOR DANO DESEJO FASE? QUAL? REALISTA? META: PERMITIR O ALUNO ATINGIR O DESEJO, RESPEITANDO A FASE DA LESÃO E O DANO PERMANENTE
  58. 58. Dano permanente
  59. 59. Risco 0 Certeza 100% Risco >
  60. 60. 1 a cada 11.000 6 mi nos EUA 550/ano 1 a cada 1.000.000 200 mi nos EUA 175/ano (Levitt e Dubner, 2005) A capacidade de interpretar o risco não aparente é pequena e frequentemente distorcida
  61. 61. Analise o dia a dia de seu cliente e proponha intervenções
  62. 62. Para isso use baixa sobrecarga, evite a gravidade e mantenha a estabilidade
  63. 63. Nachemsom (1976) 330 N 693 N 908 N 462 N Sem gravidade na coluna a carga é bem reduzida. Tanto sentando como de pé, caso seja mantida a lordose fisiológica, as cargas serão menores Contrair, adicionar e alterar o ângulo lombar (especialmente no extremo do movimento) aumenta a pressão intradiscal A coluna nunca descansa
  64. 64. Manobra de valsalva Respiração contínua Aumento agudo da PID (Sato, 1999) A contração muscular FAZ aumentar a carga discal!
  65. 65. Menor risco Maior risco + + + + + + + + + + +++ -- H h + + + + + + +++ + + + + + + + +++ + + + ++ + + + + + Flexão/Extensão >>> Flexão lateral >>> Rotação >>> Rotação com flexão
  66. 66. Maiores cargas discais anteriores, núcleos migram para trás
  67. 67. Maiores cargas posteriores geram sobrecarga nas facetas e ligamentos
  68. 68. Evitar os extremos da amplitude
  69. 69. Os EC não funcionam em flexão máxima, elevando o risco
  70. 70. Caminhada lenta Caminhada rápida L5 L4 Com e sem o uso de tênis 0,53 até 0,65 MPa Levantar de uma cadeira (agachamento sem carga) 1,10 MPa Wilke et al. (1999) Corrida rápida 0,35 até 0,95
  71. 71. gravidade sobrecarga ângulos extremos
  72. 72. Restrinja os ângulos perigosos e use as opções com menor sobrecarga
  73. 73. 0 1 2 3 4 Tensão 100 50 0 a b c AA M A A AA M A A M AA AA a b c (Neumann, 2010)
  74. 74. Joelho (ângulo de flexão) Torque a 60 °/s (Nm/s) (Knapik et al., 1983; Yoon et al., 2001) 0 20 40 60 80 100 120 0 10 20 30 40 50 60 70 80 90 100 110 120 Zona de risco
  75. 75. 45 49 57 65 0 20 40 60 80 0 50 100 150 Quadril (ângulo de flexão) Joelho (ângulo de flexão) Torque (Nm) (Soderberg, 1997) PS: o cinto não evita a hiperextensão
  76. 76. M AA AA AA M A A ? > 30 70 30
  77. 77. É mais segura com amplitude limitada a qualidade da execução
  78. 78. Flexora em pé Glúteo em pé Glúteo 4 apoios Agachamento em pé
  79. 79. 0 200 400 600 0 10 20 30 (Pope et al., 1991) Cargas em L3 (N) Inclinação do apoio em graus Com um apoio de 5 cm na lombar SEM 0 5 10 15 20 10 20 30 40 50 60 EMG (mV) Inclinação do apoio em graus REDUZ INCÔMODO REDUZ INCÔMODO SELECTION Cargas reduzidas com o banco inclinado e o apoio lombar favorecem a realização de exercícios mais seguros
  80. 80. Pois sua biomecânica acelera o processo de hérnia
  81. 81. Aumentou a força, mas não reduziu a gordura (oh!) (2011)
  82. 82. 85 15 (Giles e Singer, 2003)
  83. 83. 85 15 1,75 mm 1,5 mm (Panjabi, 1978)
  84. 84. ? > 30 6000 1500 1500 (Marshall e McGill, 2010) 85 15 Isométrico,
  85. 85. O aluno passa a maior parte de seu dia sentado, dificilmente em posição ergonomicamente correta. A flexão sustentada deforma os discos, tornando-os mais frágeis aos ciclos de flexão. (Panjabi, 1976)
  86. 86. Genética para hipertrofia e finas camadas até o músculo
  87. 87. Existem diversas outras opções mais seguras
  88. 88. Objetivo deste exercício: MMII, paravertebrais ou ambos?
  89. 89. A B 0 50 100 150 200 0 20 40 60 80 100 80 60 40 20 0 Ângulo (graus) (McKean et al., 2010) Adicionar sobrecarga (50% MC) no agachamento aumentou os ângulos de flexão do quadril e joelho A amplitude dos ângulos são ainda maiores no agachamento feito por homens Maior ângulo de quadril, maior alavanca na coluna e maior a sobrecarga
  90. 90. Mais Menos
  91. 91. Mais Menos
  92. 92. Mais Menos
  93. 93. Estética depende de carga; carga depende de estabilidade. Opte pelo mais seguro.
  94. 94. L5 ~ 6° - 29° (Middleditch e Oliver, 2008)
  95. 95. L5 (Middleditch e Oliver, 2008)
  96. 96. L5 (Middleditch e Oliver, 2008)
  97. 97. 70 30 (Giles e Singer, 2003)
  98. 98. ? > 30 (Giles e Singer, 2003)
  99. 99. 70% da força gerada suporta cisalhamento 10° 45° (McGill, 2009) Postura incorreta sobrecarrega ainda mais as facetas das articulações vertebrais
  100. 100. 30 70 (Giles e Singer, 2003)
  101. 101. Sejam eles desejados ou não
  102. 102. Marshall e McGill (2010)
  103. 103. Psoas Permite rotação com flexão Possui um único eixo de movimento, que não coincide com a lombar Grande dorsal Amplitude de movimento? Gravidade Muita carga
  104. 104. Em quem de fato precisa treinar uma função
  105. 105. Lista de exercícios Exercícios contraindicados Poucos “personais” Avaliação funcional Lista de exercícios? Exercícios funcionais Muitos “personais” Avaliação funcional? “Restritivo” “Abrangente” Perda de uniformidade entre profissionais e aumento na quantidade de exercícios questionáveis
  106. 106. Treinamento esportivo geral (Boyle, 2004) Objetivo: reduzir lesões competitivas Carece de evidências científicas de qualidade
  107. 107. McGill 147 97% Gray Cook 4 3% Michael Boyle 0 0% Se a prescrição é baseada em evidência científica, será que estou “ouvindo” a pessoa certa? até dez/12
  108. 108. Fácil de usar, fácil de abusar Sinônimo de variação de treinamento
  109. 109. Tipos de treinamento FUNCIONAL ?
  110. 110. Excesso de criatividade
  111. 111. 28/07/12
  112. 112. FUNCIONAL ?
  113. 113. Desequilíbrio X força Força Máxima Estabilidade máxima Fadiga voluntária máxima Cargas >60% CVM1 1- Hibbs et al. (2008); Willardson (2007) Resistência Desequilíbrio Fadiga técnica Cargas <25% CVM1 Redução na força isométrica máxima de ~60% (Anderson e Behm, 2004). Aumento na co-contração (~30- 40%) e coordenação muscular alterada (Anderson e Behm, 2005).
  114. 114. AtléticoReabilitação - Sobrecarga + Função - Risco + Sobrecarga + Gesto motor + Risco (Fenwick et al., 2011) Benefícios?
  115. 115. Compressão L4/L5 2300 N 3500 N 2400 N Ativação muscular % MCV GD EC 80% 50% 55% 75% 60% 48% (Fenwick et al., 2011)
  116. 116. “Bom dia” ~ 20° de flexão mesmo com clara orientação de não mexer a coluna. (McGill et al., 2009)
  117. 117. mas altas cargas de cisalhamento Elevada ativação do core, (McGill e Marshall, 2011)
  118. 118. Conceito subvertido Treinamento de força disfarçado Figuração de academia
  119. 119. Com o objetivo de tratar e prevenir
  120. 120. Mais Menos
  121. 121. Panjabi (1992)
  122. 122. Lordose preservada = cargas bem distribuídas
  123. 123. CI L4 CM
  124. 124. Core training Estabilidade Força Resistência Altas cargas! (Hibbs et al., 2008)
  125. 125. Com o objetivo de tratar e prevenir
  126. 126. P QL M (Anderson e Behm, 2005)(McGill, 2007) (McGill, 2007) 100 kg em L4/L5 (Bogduk et al., 1992)
  127. 127. Atuam juntos estabilizando a coluna
  128. 128. Comprime e desestabiliza a coluna, sendo fundamental para a flexão do quadril
  129. 129. (Tomey e Taylor, 2000) M LT IC O vetor estabilizador dos M não se alteração com a flexão- extensão Estabiliza Rotaciona Flexão-extensão Flexão-extensão Os M são segmentares O vetor estabilizador dos LT IC diminui com a extensão
  130. 130. Exercícios direcionados para estes músculos demonstram efetividade em reduzir episódios recorrentes de lombalgias (McDonald et al., 2006). “Manguito rotador” da coluna (Tomey e Taylor, 2000)
  131. 131. O mais importante dos estabilizadores
  132. 132. Com o objetivo de tratar e previnir
  133. 133. torque(Rothman-Simeone, 2011) normal pós reabilitação antes da reabilitação
  134. 134. Tolerância Carga aplicada Coluna danificada Atleta de elite Margem de segurança Carga (McGill, 2009) Maioria dos alunos
  135. 135. Desequilíbrio Resistência Peso FuncionaisProtocolo McGill
  136. 136. U 1 2 3 4 5 1 2 3 4 5 6 7 1 2 3 4 5 6 7 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
  137. 137. Desequilíbrio
  138. 138. Resistência Desequilíbrio Força Desequilíbrio + _
  139. 139. (National Geographic, 1984) (2002)
  140. 140. Em se tratando de coluna... ...é sempre melhor prevenir do que remediar!

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