INTRODUÇÃO
Os objetivos da prática das lutas na escola é a compreensão por parte do educando
do ato de lutar, porque lutar...
com utilização de luvas, especiais, conforme as regras do Marques de Queensberry
(VIEIRA; FREITAS, 2007).
2. Origem
Segund...
regras para o esporte. Como as Regras de Queensberry introduzidas em 1867 entre
as quais, regularizava itens fundamentais ...
vez com influência da mídia televisiva.
No início dos anos oitenta, pela primeira vez no Brasil, uma rede de TV (a TV
Band...
atenção popular com o lutador baiano na categoria dos super.- penas Adelino
Freitas o popular “Popó” (VIEIRA; FREITAS, 200...
temas como a violência nos grandes centros urbanos.
O que se espera é que os alunos conheçam uma nova modalidade de luta, ...
ofertar a promoção da saúde, caracterizado pelo valor expressivo dos movimentos
e das atitudes corporais, sem deixar de vi...
Lutasxedu
Próximos SlideShares
Carregando em…5
×

Lutasxedu

180 visualizações

Publicada em

  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Lutasxedu

  1. 1. INTRODUÇÃO Os objetivos da prática das lutas na escola é a compreensão por parte do educando do ato de lutar, porque lutar, com quem lutar, contra quem ou contra o que lutar; a compreensão e vivência de lutas no contexto escolar, lutas x violência; vivência de momentos para a apreciação e reflexão sobre as lutas e a mídia; análise dos dados da realidade positivadas relações positivas e negativas com relação à prática das lutas e a violência na adolescência - luta como defesa pessoal e não para arrumar briga . Já a construção do gesto nas lutas, ainda sobre o prisma dos Parâmetros Curriculares Nacionais requer a vivência de situações que envolvam perceber, relacionar e desenvolver as capacidades físicas e habilidades motoras presentes nas lutas praticadas na atualidade; vivência de situações em que seja necessário compreender e utilizar as técnicas para as resoluções de problemas em situações de luta (técnica e táticas individuais aplicadas aos fundamentos de ataque e defesa); vivência de atividades que envolvam as lutas, dentro do contexto escolar, de forma recreativa. Dentro do que o grupo busca trabalhar, é contextualizar que as lutas de uma forma pedagogica dentro do âmbito escolar é trabalhar com o gesto do movimento do corpo, afins de que temos que ampliar o horizonte para temas conhecidos porém ainda não explorado pelos professores de educação física. 1. SOCIO-HISTORICO O boxe ou pugilismo é um esporte de combate, olímpico e profissional no qual os atletas denominados, lutadores usam apenas os punhos, tanto para a defesa, quanto para o ataque. A palavra deriva do inglês to Box, que significa bater (VIEIRA; FREITAS, 2007). Embora por ser um esporte extremamente técnico, o boxe, na prática, não é tão fácil e simples quanto parece. Pois Segundo Vieira; Freitas (2007, p.26) “a arte da modalidade é para poucos e consistem na conjugação adequada de golpes de ataque e de defesa, associados a estratégia, equilíbrio e máxima concentração”. A categoria de um Boxeador é determinada por seu peso corporal, evitando o confronto de forças desiguais, permitindo-se, como conteúdo técnico, golpes de ataques como: jab, direto, hook (gancho curto), upper-cut (gancho longo), cross (cruzado), swing, e suas respectivas defesas: esquivas diagonais, bloqueios hepáticos, recuos e pêndulos. Tendo como recurso técnico para o desenvolvimento da luta o clinch (abraço) e os deslocamentos laterais, onde os golpes devem ser aplicados, apenas na parte frontal e da cintura para cima do corpo do oponente,
  2. 2. com utilização de luvas, especiais, conforme as regras do Marques de Queensberry (VIEIRA; FREITAS, 2007). 2. Origem Segundo Vieira; Freitas (2007, p. 60) “o boxe está no grupo dos esportes mais antigos do planeta”. O pugilato inicialmente como era conhecido, foi à primeira forma organizada das lutas com o uso exclusivo das mãos, tendo sua origem surgida na Grécia Antiga, onde os combates constituíam uma prática informal, sem regras, onde os oponentes atacavam-se mutualmente com golpes desferidos com as mãos. As disputas tinham a marca do primitivismo, onde os lutadores utilizavam nas mãos os “cestus” que eram faixas de couro rígido incrustadas com esferas cortantes ou taxas pontiagudas, o que provocava graves ferimentos entre os lutadores (COLLI, 2004). 3. Evolução Do Boxe Com o domínio Romano sobre a Grécia o pugilato, transfere-se para Roma, sendo transformado em espetáculo selvagem, praticado por escravos e gladiadores (COLLI, 2004). Com a queda do império romano e com o avanço do cristianismo e devido à violência extrema gerada nos combates, o pugilato, quase desapareceu, ressurgindo, no final do século XVII, sendo admitido nos Jogos Olímpicos de Saint Louis 1904 (VIEIRA; FREITAS, 2007). Segundo Vieira e Freitas (2007) “credita-se aos europeus, em especial aos ingleses a responsabilidade pela manutenção e modernização do pugilato, num período em que não houve disputas olímpicas”. Acredita-se que foram os ingleses que rebatizaram a modalidade, passando a chama-la definitivamente de boxe. Com vistas a limitar a violência no esporte, impedindo eventuais mortes ocorridas nos combates, estabeleceram-se, normas e
  3. 3. regras para o esporte. Como as Regras de Queensberry introduzidas em 1867 entre as quais, regularizava itens fundamentais do boxe, como: fixação de categorias de pesos entre os lutadores uso de ataduras e luvas especiais nas mãos, local para a luta (ringue) e duração dos combates (VIEIRA; FREITAS, 2007). Tornando a nobre-arte um ótimo produto de exportação para o mundo, inclusive no Brasil. 4. O boxe no Brasil O interesse do Brasil pelo boxe viria no ano de 1919, através de Góes Neto, carioca, marinheiro, viajante pela Europa, que aprenderá a técnica de boxear, vindo a influenciar figuras importantes da sociedade, como o então sobrinho do presidente da república, Rodrigues Alves, culminando na regulamentação e difusão do esporte pelo país (VIEIRA; FREITAS, 2007). Após décadas e muitos eventos de boxe realizados pelo Brasil e de tantos bons lutadores, o boxe brasileiro viria conhecer seu primeiro campeão mundial de boxe profissional, lutando pela categoria dos pesos galos, Eder Jofre. Em 1960 e após seu afastamento dos ringues, conquistaria novamente o título mundial dos pesos penas no ano. Ainda neste período o boxe brasileiro, conquistaria uma medalha olímpica (bronze) com o brasileiro Servílio de Oliveira nos jogos Pan-americanos de Winninpeg de 1958 e também, conheceria seu segundo campeão mundial, que conquistaria a coroa máxima de um lutador profissional, o cinturão. Através do peso médio-ligeiro Miguel de Oliveira no ano de 1975, destacado por ser um lutador de golpes potentes, e grande inteligência (CBBOXE, 2014). No final dos anos setenta o boxe viverá um período difícil com a saída de cena, de três dos maiores nomes do boxe brasileiro, Eder Jofre, Servílio de Oliveira Miguel de Oliveira e, quase que simultaneamente, aliado a isso e as transmissões de jogos de futebol pela TV funcionaram como uma ducha fria no boxe brasileiro, que mergulhou num período bastante negro, de ginásios vazios e poucas perspectivas (CBBOXE, 2014). A década seguinte o boxe ressurgia novamente no cenário popular, e pela primeira
  4. 4. vez com influência da mídia televisiva. No início dos anos oitenta, pela primeira vez no Brasil, uma rede de TV (a TV Bandeirantes), por iniciativa de seu diretor de esporte Luciano do Valle2 resolveu investir pesado no boxe, transformando-o em espetáculo de massa (FEBOXE, 2014). Entre vários bons lutadores dos anos oitentas, coube ao lutador peso pesado, Adilsom Rodriguez, o popular “Maguila”, transformar o boxe em um grande espetáculo de massa. Maguila estreia como profissional em 1983. Em 1986, já no auge da fama, passa a treinar com Miguel de Oliveira que alterou profundamente seu estilo de luta e corrigiu seus defeitos de defesa. Como consequência, em 1989, chegou a ser o segundo colocado no ranking do CMB e em rota de colisão com Mike Tyson, o campeão da época (FPBOXE, 2014). De acordo com a confederação Brasileira de boxe: o grande momento, contudo, nunca ocorreu. Maguila precisou enfrentar dois dos maiores pesos pesado do século XX: Evander Holyfield e George Foreman, vindo a perder essas duas lutas e isso lhe tiraram não só a chance de disputar o título como o encaminhou para a obscuridade. Para piorar, Maguila aumentou muito de peso, perdendo a forma física. Apesar disso, em 1995, chegou a ser campeão mundial pela WBF (Federação Mundial de Boxe), uma associação que ainda não havia conseguido grande respeitabilidade. Com falta de patrocínio, pouco tempo depois, Maguila foi destituído do título por inatividade (CBBOXE, 2014). Segundo Vieira; Freitas, (2007) “com isso, ficou comprometida boa parte do interesse que havia em torno do boxe e as transmissões feitas pela TV tornaram-se cada vez mais esparsas”. No final dos anos 1990, surge uma nova promessa e com ele uma nova esperança de fortalecimento do boxe brasileiro, permitindo que o boxe voltasse a contar com a
  5. 5. atenção popular com o lutador baiano na categoria dos super.- penas Adelino Freitas o popular “Popó” (VIEIRA; FREITAS, 2007). O boxe brasileiro, ainda viria conhecer um ilustre desconhecido, integrar o seleto time de campeões, através do também Baiano, da cidade de Cruz das Almas - Bahia, Valdemir Pereira, o popular “Sertão”, na categoria dos pesos penas em 2006 (CBBOXE, 2014). Com a aposentadoria dos lutadores, “Popó” e “Sertão”, e com o aparecimento de novas diversificações de lutas, como o The Ultimate Fighter- MMA, o boxe brasileiro viria novamente perder seu espaço no gosto popular, mas não caindo em descrédito, como outrora na história já escrito neste capítulo. A confederação brasileira de boxe continua o desenvolvimento da modalidade e com respectivas bem sucedidas representações em torneios nacionais e internacionais. A história de uma modalidade esportiva rica e diversificada como o boxe, aqui lavrada e fundamentada através de literatura bibliográfica, vistos neste capitulo, são alguns dos motivos que justificam apresentar, discutir e compreender o boxe como manifestação da cultura de movimento, conteúdo maior deste trabalho acadêmico, proposto nas aulas de EFe, no que tange sua pedagogia do movimento. 5. Boxe Na Escola A inclusão do boxe nas aulas de EFe norteia – sendos aspectos, desenvolvimentista, em progressividade com o cronograma pedagógico escolar. A inclusão do boxe no que tange a diversidade nas aulas de EFe, visando contribuir para diminuição do déficit de evasão por parte dos alunos. Quanto à relevância da diversidade e pluralidade na Educação Física, vistas nos Parâmetros Curriculares Nacionais, Daólio (1996) . Sabe-se que as lutas pouco se fazem presentes nas aulas de EFe, mas é possível inclui-las como conteúdo, nos moldes propostos deste trabalho acadêmico. Além da prática em si, as lutas podem servir de ponto de partida para o debate de
  6. 6. temas como a violência nos grandes centros urbanos. O que se espera é que os alunos conheçam uma nova modalidade de luta, sua história, suas principais técnicas/táticas, anulando por completo a possibilidade de confronto entre os mesmos, como a realização dos gestos (golpes), dos tipos de equipamento ou acessórios utilizados para o desenvolvimento do boxe, bem como seus extraordinários benefícios à saúde, que serão demonstrados a frente (SÃO PAULO, 2014 - 2017). O professor, através do boxe poderá desenvolver no aluno, domínios psicomotores, como: coordenação motora, viso-motora e óculo-manual, executando os exercícios com fluência, do seu jeito e no seu tempo, a execução com naturalidade de exercícios de orientação espacial, temporal, lateralidade e bilateralidade. A atividade motora global deve proporcionar a necessidade da criança de se movimentar, de investigar e de se expressar (LE BOULCH,1992). Para o desenvolvimento do boxe, é necessária uma série de equipamentos, visando o aperfeiçoamento do atleta, para que possa obter um bom desempenho em combate, visto assim em academias de alto rendimento. Porém o objetivo da proposta do boxe na escola é o de desenvolvê-lo em um contexto educacional a luz dos conteúdos escolares e suas dimensões pedagógicas: “conceituais, procedimentais e atitudinais”, sugerido e incluso no bloco de lutas, nos Parâmetros Curriculares Nacionais - PCN (BRASIL, 2002), analisados mais a frente, neste trabalho. CONSIDERAÇÕES FINAIS A proposta do boxe no aspecto educativo na escola, sem a necessidade de combates entre os alunos em aulas, configurar-se-á através do ensinamento e correção técnica do gesto, proporcionando objetivos educacionais para que o aluno vivencie a modalidade, permitindo revigorar aspectos da autoestima, na superação do bullying. Visto, na quebra de paradigmas, com a oportunidade da mulher também desenvolver a modalidade, permitindo a sociabilização, bem como de modo geral
  7. 7. ofertar a promoção da saúde, caracterizado pelo valor expressivo dos movimentos e das atitudes corporais, sem deixar de visar à eficácia gestual. Logicamente e como já dito anteriormente, devem ser adaptados à realidade atual escolar, quanto ao espaço físico e dos alunos. Neste sentido tem-se a necessidade de abrir espaço nas aulas de Educação Física a fim de proporcionar aos alunos do ensino fundamental II e ensino médio a oportunidade de vivenciar o boxe e extrair desta modalidade milenar, seus benefícios, concomitante ao processo pedagógico da EFe, servindo como mais um elemento de alicerce na formação do indivíduo. A proposta desse trabalho não é de modo que termine com práticas de modalidades de esporte já habituada dentro do contexto escolar como, voley, futebol, handebol e basquete, mas de modo que acrescente aulas dinâmica e diferenciadas com uma perpesctiva de um plano dimensional das aulas inserido assim os processos conceitual, atitudinal e procedimental nas aulas de educação física. RICARDO ATÉ AQUI FOI FEITO UMA SINTESE DOS SEGUINTES TOPICOS A PARTIR DO TCC INTRODUÇÃO SOCIOHISTORICO,A HISTORIA DO BOX ORIGEM, DE ONDE E ANO QDO EVOLUÇÃO COMO FOI O BOXE NA TRAJETORIA ATÉ NOS DIA ATUAIS O BOXE NO BRASIL, COMO ERA COMO É COMO ESTÁ O BOXE NA ESCOLA PRA , PORQUE E COM QUEM LUTAR CONSIDERAÇÃO LEVANDO EM CONSIDERAÇÃO O TRABALHO DAS LUTAS NÃO O TCC

×