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Capítulo 02
Evolução do Pensamento Econômico
1
Fundamentos de Economia – www.ricardoabreubarbosa.com.br
PANORAMA
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Precursores
• Antiguidade
• Mercantilismo
• Fisiocracia
• Os clássicos:
• David Ricardo, Stuart
Mill, Say, Malthus,
Teoria Neoclássica
• Teoria Marginalista
• Alfred Marshall
Teoria Keynesiana
• Período da Grande
Depressão
• James Tobin,
• Anthony Samuelson
Abordagens
Alternativas
• Marxismo
• Institucionalismo
PRECURSORES
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IDADE ANTIGA
• Aristóteles (384-322 A.C.) – estudou aspectos de administração privada e das
finanças públicas.
• Platão (427-347 A.C.) – enfatizava a necessidade da divisão do trabalho e da
especialização.
PRECURSORES (cont.)
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IDADE MODERNA
• Mercantilismo (séc. XVI) -
• Ênfase sobre a acumulação de riqueza de uma nação, por meio de estoque de
metais preciosos (metalismo) . Estímulo ao período das grandes navegações.
• Política econômica baseada em constante intervenção governamental
• Princípios: balança comercial favorável, exportar mais que importar,
protecionismo alfandegário, taxar significativamente produtos importados para
proteger os produtos nacionais, pacto colonial (o comércio externo da colônia é
monopólio da metrópole.
PRECURSORES (cont.)
Fundamentos de Economia – www.ricardoabreubarbosa.com.br
IDADE MODERNA
• Fisiocracia (séc. XVIII) -
• Também chamada “o governo da natureza”.
• Foi uma reação ao mercantilismo.
• A riqueza advinha da atividade econômica como lavoura, pesca e mineração
(com ajuda da natureza).
• Valorização da terra, a única capaz de multiplicar a riqueza.
• Defendia a não intervenção do Estado na Economia
PERÍODO CLÁSSICO: ADAM SMITH (1723 – 1790)
Fundamentos de Economia – www.ricardoabreubarbosa.com.br
• “Mão Invisível” – a atuação da livre concorrência, sem qualquer interferência, levaria
a sociedade ao crescimento econômico, como que guiada por uma mão invisível.
• Princípio do liberalismo – O mercado é o regulador das decisões econômicas e isso
traz muitos benefícios para a coletividade, independentemente da ação do Estado.
• Laissez-Faire – A causa da riqueza das nações é o trabalho humano (valor-trabalho) e
um dos fatores decisivos para aumentar a produção é a especialização do trabalho.
• Ao Estado caberia o papel de proteção da sociedade contra ataques e à manutenção
de obras e instituições necessárias, mas não a intervenção nas leis de mercado.
Ampliação
dos mercados
Troca
Divisão do
trabalho
Produtividade
PERÍODO CLÁSSICO
Fundamentos de Economia – www.ricardoabreubarbosa.com.br
• Adam Smith escreveu em 1776 a obra “An inquiry into the nature and cause of the
wealth of nations”.
• Neste obra, defendeu o polinômio [formação – acumulação – distribuição – consumo
da riqueza] tornou-se a base do conceito econômico clássico.
• Diversos economistas clássicos, contemporâneos da transição dos séculos XVIII e XIX
defendiam a economia a partir desses quatro fluxos.
• Dentre os economistas podem-se citar:
• O pastor Thomas Malthus
• O financista John Law
• O político Stuart Mill
• O banqueiro Richard Cantillon
• O negociante David Ricardo
• O teórico Jean Baptiste Say
PERSPECTIVAS CONTEMPORÂNEAS
(*) cf. Vicente Bagnoli, Direito Econômico, p. 284.
Fundamentos de Economia – www.ricardoabreubarbosa.com.br
Rerum Novarum – trata das
condições dos operários,
tornando-se contraponto
entre as ideias do
liberalismo e comunismo.
Escolas Hedonistas
(matemática e psicológica),
que estudariam os fatos
econômicos livres de
qualquer influência
Escola Sociológica (ou
Institucionalismo), cuja
compreensão dos fatos
econômicos relaciona-se às
instituições
Keynesianismo – o maior
problema econômico é
suprimir o desemprego.
Estudou as reações
psicológicas individuais dos
grandes sujeitos
econômicos, como
consumidor, poupador e
empresário.
Outras Perspectivas
Baseia-se no binômio:
produção / distribuição (ou
repartição).
A atividade humana
consiste em adaptar os
recursos e as forças da
natureza a fim de atender
as suas necessidades,
designada pela expressão
produção fundamentada no
trabalho.
As relações e formas de
distribuição são o anverso
da produção.
O Estado figura como
detentor da propriedade e
controlador dos meios de
produção.
Não chegou a ser
implantado totalmente,
pois foi atropelado pela
“ditadura do proletariado”.
Perspectiva Socialista
Diante das contradições
entre a proposta socialista
e o processo de
acumulação de riquezas,
esta escola defende um
equilíbrio do processo
econômico.
Trinômio: (a) riqueza, (b)
pobreza e (c) bem-estar
Marshall: “Constitui o fim
último da economia
descobrir como se pode
combinar o latente ativo
social das virtudes humanas
com as forças da
concorrência para a
promoção do bem estar
social”.
Escola Neoclássica
A verdadeira fonte de
riqueza é o trabalho
(diverge da fisiocracia que
defende a terra).
Todavia, como os
fisiocratas franceses,
defende a laissez-faire.
Progresso econômico e
social assentado na
iniciativa individual.
Outros princípios: livre
concorrência, liberdade da
empresa, propriedade
privada, liberdade
contratual, lei da oferta e
demanda.
Escola Clássica, Liberal
ou Individualista
Quadro Resumo
Fundamentos de Economia – www.ricardoabreubarbosa.com.br
Teoria Neoclássica – Alfred Marshall – teoria marginalista – O
desejo do consumidor de maximizar sua utilidade e do produtor
de maximizar seu lucro são a base para dedução do equilíbrio de
mercado, determinado por curvas de utilidade e produção
Teoria keynesiana –
O nível de produção nacional é responsável pelo volume de
emprego. Ele é determinado pela demanda agregada ou
efetiva. Como não existe auto-ajuste, é necessária a
intervenção do Estado por meio de políticas de gastos públicos
Monetaristas - Milton
Friedman – Escola de Chicago
- privilegiam o controle da
moeda e um baixo grau de
intervenção do Estado
Pós Keynesianos - enfatiza o
papel da especulação
financeira e também
defendem um papel ativo do
Estado na condução da
atividade econômica.
Keynesianos - Paul Anthony
Samuelson – Harvard e MIT -
Recomendam o uso de
políticas fiscais ativas e
acentuado grau de
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Evolução do Pensamento Econômico Capítulo 02

  • 1. Capítulo 02 Evolução do Pensamento Econômico 1 Fundamentos de Economia – www.ricardoabreubarbosa.com.br
  • 2. PANORAMA Fundamentos de Economia – www.ricardoabreubarbosa.com.br Precursores • Antiguidade • Mercantilismo • Fisiocracia • Os clássicos: • David Ricardo, Stuart Mill, Say, Malthus, Teoria Neoclássica • Teoria Marginalista • Alfred Marshall Teoria Keynesiana • Período da Grande Depressão • James Tobin, • Anthony Samuelson Abordagens Alternativas • Marxismo • Institucionalismo
  • 3. PRECURSORES Fundamentos de Economia – www.ricardoabreubarbosa.com.br IDADE ANTIGA • Aristóteles (384-322 A.C.) – estudou aspectos de administração privada e das finanças públicas. • Platão (427-347 A.C.) – enfatizava a necessidade da divisão do trabalho e da especialização.
  • 4. PRECURSORES (cont.) Fundamentos de Economia – www.ricardoabreubarbosa.com.br IDADE MODERNA • Mercantilismo (séc. XVI) - • Ênfase sobre a acumulação de riqueza de uma nação, por meio de estoque de metais preciosos (metalismo) . Estímulo ao período das grandes navegações. • Política econômica baseada em constante intervenção governamental • Princípios: balança comercial favorável, exportar mais que importar, protecionismo alfandegário, taxar significativamente produtos importados para proteger os produtos nacionais, pacto colonial (o comércio externo da colônia é monopólio da metrópole.
  • 5. PRECURSORES (cont.) Fundamentos de Economia – www.ricardoabreubarbosa.com.br IDADE MODERNA • Fisiocracia (séc. XVIII) - • Também chamada “o governo da natureza”. • Foi uma reação ao mercantilismo. • A riqueza advinha da atividade econômica como lavoura, pesca e mineração (com ajuda da natureza). • Valorização da terra, a única capaz de multiplicar a riqueza. • Defendia a não intervenção do Estado na Economia
  • 6. PERÍODO CLÁSSICO: ADAM SMITH (1723 – 1790) Fundamentos de Economia – www.ricardoabreubarbosa.com.br • “Mão Invisível” – a atuação da livre concorrência, sem qualquer interferência, levaria a sociedade ao crescimento econômico, como que guiada por uma mão invisível. • Princípio do liberalismo – O mercado é o regulador das decisões econômicas e isso traz muitos benefícios para a coletividade, independentemente da ação do Estado. • Laissez-Faire – A causa da riqueza das nações é o trabalho humano (valor-trabalho) e um dos fatores decisivos para aumentar a produção é a especialização do trabalho. • Ao Estado caberia o papel de proteção da sociedade contra ataques e à manutenção de obras e instituições necessárias, mas não a intervenção nas leis de mercado. Ampliação dos mercados Troca Divisão do trabalho Produtividade
  • 7. PERÍODO CLÁSSICO Fundamentos de Economia – www.ricardoabreubarbosa.com.br • Adam Smith escreveu em 1776 a obra “An inquiry into the nature and cause of the wealth of nations”. • Neste obra, defendeu o polinômio [formação – acumulação – distribuição – consumo da riqueza] tornou-se a base do conceito econômico clássico. • Diversos economistas clássicos, contemporâneos da transição dos séculos XVIII e XIX defendiam a economia a partir desses quatro fluxos. • Dentre os economistas podem-se citar: • O pastor Thomas Malthus • O financista John Law • O político Stuart Mill • O banqueiro Richard Cantillon • O negociante David Ricardo • O teórico Jean Baptiste Say
  • 8. PERSPECTIVAS CONTEMPORÂNEAS (*) cf. Vicente Bagnoli, Direito Econômico, p. 284. Fundamentos de Economia – www.ricardoabreubarbosa.com.br Rerum Novarum – trata das condições dos operários, tornando-se contraponto entre as ideias do liberalismo e comunismo. Escolas Hedonistas (matemática e psicológica), que estudariam os fatos econômicos livres de qualquer influência Escola Sociológica (ou Institucionalismo), cuja compreensão dos fatos econômicos relaciona-se às instituições Keynesianismo – o maior problema econômico é suprimir o desemprego. Estudou as reações psicológicas individuais dos grandes sujeitos econômicos, como consumidor, poupador e empresário. Outras Perspectivas Baseia-se no binômio: produção / distribuição (ou repartição). A atividade humana consiste em adaptar os recursos e as forças da natureza a fim de atender as suas necessidades, designada pela expressão produção fundamentada no trabalho. As relações e formas de distribuição são o anverso da produção. O Estado figura como detentor da propriedade e controlador dos meios de produção. Não chegou a ser implantado totalmente, pois foi atropelado pela “ditadura do proletariado”. Perspectiva Socialista Diante das contradições entre a proposta socialista e o processo de acumulação de riquezas, esta escola defende um equilíbrio do processo econômico. Trinômio: (a) riqueza, (b) pobreza e (c) bem-estar Marshall: “Constitui o fim último da economia descobrir como se pode combinar o latente ativo social das virtudes humanas com as forças da concorrência para a promoção do bem estar social”. Escola Neoclássica A verdadeira fonte de riqueza é o trabalho (diverge da fisiocracia que defende a terra). Todavia, como os fisiocratas franceses, defende a laissez-faire. Progresso econômico e social assentado na iniciativa individual. Outros princípios: livre concorrência, liberdade da empresa, propriedade privada, liberdade contratual, lei da oferta e demanda. Escola Clássica, Liberal ou Individualista
  • 9. Quadro Resumo Fundamentos de Economia – www.ricardoabreubarbosa.com.br Teoria Neoclássica – Alfred Marshall – teoria marginalista – O desejo do consumidor de maximizar sua utilidade e do produtor de maximizar seu lucro são a base para dedução do equilíbrio de mercado, determinado por curvas de utilidade e produção Teoria keynesiana – O nível de produção nacional é responsável pelo volume de emprego. Ele é determinado pela demanda agregada ou efetiva. Como não existe auto-ajuste, é necessária a intervenção do Estado por meio de políticas de gastos públicos Monetaristas - Milton Friedman – Escola de Chicago - privilegiam o controle da moeda e um baixo grau de intervenção do Estado Pós Keynesianos - enfatiza o papel da especulação financeira e também defendem um papel ativo do Estado na condução da atividade econômica. Keynesianos - Paul Anthony Samuelson – Harvard e MIT - Recomendam o uso de políticas fiscais ativas e acentuado grau de intervenção do Estado Abordagens alternativas marxismo institucionalismo