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Direção de programas

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PROGRAMAS
2ª PARTE

Ricardo Barros
O diretor

DIREÇÃO DE PROGRAMAS
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Supervisiona a EDIÇÃO , o tratamento das imagens
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EFEITOS

Supervisiona a confecção de TRILHAS sonoras
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O diretor

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do roteiro.

É a DIVISÃO DAS CENAS EM PLANOS , com as
indicações de movimentos de lente
e posicionamentos das câmera, descrição da ação,
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É uma REFERÊNCIA visual,
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STORYBOARD

DIREÇÃO DE PROGRAMAS
PLANO DE GRAVAÇÃO
DIREÇÃO DE PROGRAMAS

Visa sempre à redução dos custos
através da otimização dos recursos
técnicos e artísticos.
Permite a visualização do CRONOGRAMA de gravação,
através de uma planilha contendo

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CENA 1 C1 Plano Geral
Secretária comendo
biscoito
CENA 2 C2 Plano Médio
Homem entra

ÁUDIO

CENA 3 C1 Close
Reação secretária
CENA 4 C4 Detalhe
Secretária esconde o
biscoito
CENA 5 C1 Close
Secretária olha para homem
e fala
CENA 6 C3 Plano Médio
Secretária disca um número
CENA 7

C2 Close

Secretária on:
’’Desculpe, preciso dar um
telefonema”
DIREÇÃO DE PROGRAMAS

ROTEIRO DE GRAVAÇÃO
DIREÇÃO DE PROGRAMAS

SEQUÊNCIA

“CONJUTO DE AÇÕES

que acontecem
uma após a outra, no mesmo lugar ou não,
mas todas relacionadas com um mesmo tema ou situação
formando uma ÚNICA AÇÃO DRAMÁTICA”
A sequência é formada por cenas.

Exemplo: Sequência de perseguição em um parque.
Um homem rouba a bolsa de uma mulher e inicia a fuga.
O marido vê o roubo e corre atrás do ladrão.
A ação começa na porta de casa, segue por um
parque, e termina em uma grande avenida,
Onde o marido não consegue pegar o ladrão.
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CENA

“Ações que acontecem em um MESMO LUGAR
formadas com estrutura de início meio e fim,
e que têm o mesmo tema ou UNIDADE DE AÇÃO”
“Um segmento que mostra uma ação unitária e
totalmente CONTÍNUA , sem elipse nem salto
de um plano para outro” Jacques Aumont
“O conjunto de planos situados no mesmo local ou cenário,
que se desenrolam dentro de um tempo determinado!”
Jean Mitry
Uma cena é dividida em diferentes planos.
DIREÇÃO DE PROGRAMAS

PLANO

Éa

ÁREA

em que a ação acontece.

É o que a câmera enxerga.
A figura humana é sempre utilizada como parâmetro.
A decupagem televisiva privilegia os enquadramentos fechados.

Plano Geral (PG)
Enquadramento feito com a câmera distante,
abrange todo o ambiente, frequentemente paisagens,
estabelece o conceito, definindo a locação.
Extreme long shot ou establishing shot

Plano Conjunto (PC)
Descreve a relação do(s) personagem(ns) com outros
elementos da cena. A figura humana ocupa uma maior
importância na tela se posicionando mais próximo da câmera.
DIREÇÃO DE PROGRAMAS

PLANO

Plano Aberto(PA)
Personagem(ns) ocupa(m) uma importância maior na tela,
sendo enquadrado por completo.

Plano Americano (PAm)
Personagem(ns) visualizado(s) pouco acima do joelho,
permite uma gesticulação livre.

Plano Médio (PM)
Personagem(ns) visualizado(s) pouco acima da cintura,
gesticulação reduzida.

Plano Fechado(PF)
Personagem visualizado a partir dos ombros,
normalmente contém uma pessoa.
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PLANO

Close-up
Rosto do personagem, destaca a expressão facial.

Detalhe, Super Close ou Primeiríssimo Plano (PPP)
Detalhes

CONTRAPLANO

É a imagem OPOSTA de um plano anterior.
Revela dois ângulos de uma mesma situação.
Serve para criar uma maior dinâmica em uma cena.
DIREÇÃO DE PROGRAMAS

PLANO

PLANO SEQUÊNCIA
É a gravação de uma

AÇÃO CONTÍNUA

sem cortes.

CÂMERA SUBJETIVA
A câmera comporta-se como se fosse o ,OLHAR DO PERSONAGEM
se tornando participante da ação.
Normalmente a personagem que estiver sendo filmada
olha diretamente para a lente, transformando a câmera
em uma outra personagem.
DIREÇÃO DE PROGRAMAS

MOVIMENTOS

MOVIMENTOS DE CÂMERA
Servem para dar FLUIDEZ

a ação dramática.

Panorâmica
Induz à ambientação estabelecendo diferentes
pontos de vista, olhar investigativo.
A câmera gira em torno da sua base.
Pan Horizontal
A câmera gira da esquerda para a direita ou vice-versa.
Pan Vertical (Tilt up / down)
A câmera se move de cima para baixo ou vice-versa.
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MOVIMENTOS

Travelling
Aproxima o espectador da ação principalmente
nos aspectos emocionais e psicológicos.
Movimentação lateral da câmera sobre um carrinho,
ou qualquer suporte móvel.
Eixo lateral ou frontal.
Travelling in
Câmera se aproxima do objeto no eixo vertical.

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Câmera se afasta do objeto no eixo vertical.
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MOVIMENTOS

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Direção de programas workshop

  • 1. Workshop Direção de programas direção de PROGRAMAS 2ª PARTE Ricardo Barros
  • 2. O diretor DIREÇÃO DE PROGRAMAS PÓS-PRODUÇÃO Supervisiona a EDIÇÃO , o tratamento das imagens e a correção de cores Define os créditos, tipos e tamanhos de fontes, EFEITOS Supervisiona a confecção de TRILHAS sonoras Supervisiona a sonorização e mixagem gráficos e visuais
  • 3. O diretor DIREÇÃO DE PROGRAMAS CUIDADOS CONSTANTES MONITORAMENTO dos fluxos de produção Execução de relatórios de gravação, continuidade, mídias, fichas técnicas A/V Relacionamento com as equipes FEEDBACK AUTOAVALIAÇÃO
  • 4. DIREÇÃO oferecer uma como DE PROGRAMAS EXPERIÊNCIA melhor Leve sua CRIATIVIDADE a sério!!! Use-a para fortalecer o projeto. Pense e repense. DUVIDE das suas ideias, Quanto MENOS CERTEZAS melhor! MENOS CERTEZAS
  • 5. criativo DIREÇÃO DE PROGRAMAS PROCESSO Uma busca constante de SOLUÇÕES, pesquisa de REFERÊNCIAS estéticas e linguagens: livros, internet, dvds... Vale tudo! Tente CONHECER o que está sendo produzido, pratique alguma atividade relacionada a artes ou diversão.
  • 8. BRIEFING DIREÇÃO DE PROGRAMAS Entendendo O PRODUTO Contextualização Levantamento de dados, informações, fatos, pesquisa, conversas com todos os envolvidos Objetivos de comunicação: informar ou persuadir Benefícios racionais e emocionais público-alvo O que o motiva? O que o inspira? Com o que ele se importa? O que queremos que ele pense?
  • 9. sinopse DIREÇÃO DE PROGRAMAS Qual é a MENSAGEM? Conteúdo Principais características, Valores, Atributos Temas e Formato Horário da transmissão Concorrência
  • 10. conceituação DIREÇÃO DE PROGRAMAS Análise ARTÍSTICA do roteiro. LEVANTAMENTO de todas as informações que possibilitem a criação de uma UNIDADE estética através da época, estilo, cores, locações, casting, cenografia, locações, vídeo-grafismo, iluminação, fotografia, direção de arte, figurino, maquiagem, edição, trilhas, sonorização.
  • 11. conceituação DIREÇÃO DE PROGRAMAS Análise TÉCNICA do roteiro. É a DIVISÃO DAS CENAS EM PLANOS , com as indicações de movimentos de lente e posicionamentos das câmera, descrição da ação, das locuções offs, sonoras, trilhas, ruídos, e o levantamento das necessidades técnicas, EQUIPAMENTOS de iluminação, maquinaria, elétrica, efeitos especiais, microfones, mesas de som.
  • 12. STORYBOARD DIREÇÃO DE PROGRAMAS É uma REFERÊNCIA visual, feita através de desenhos, para facilitar a VISUALIZAÇÃO DAS CENAS a serem gravadas.
  • 15. PLANO DE GRAVAÇÃO DIREÇÃO DE PROGRAMAS Visa sempre à redução dos custos através da otimização dos recursos técnicos e artísticos. Permite a visualização do CRONOGRAMA de gravação, através de uma planilha contendo agendamento, datas e contatos cenários e locações sequências e cenas definição da luz dia/noite casting objetos de cena equipamentos equipe
  • 16. DIREÇÃO DE PROGRAMAS MAPA DO POSICIONAMENTO DAS CÂMERAS https://www.celtx.com/index.html http://storytouch.com/index.html
  • 17. DIREÇÃO DE PROGRAMAS MAPA DO POSICIONAMENTO DAS CÂMERAS
  • 18. DIREÇÃO DE PROGRAMAS MAPA DO POSICIONAMENTO DAS CÂMERAS
  • 19. DIREÇÃO DE PROGRAMAS MAPA DO POSICIONAMENTO DAS CÂMERAS Planta Baixa
  • 20. DIREÇÃO DE PROGRAMAS ROTEIRO DE GRAVAÇÃO VÍDEO CENA 1 C1 Plano Geral Secretária comendo biscoito CENA 2 C2 Plano Médio Homem entra ÁUDIO CENA 3 C1 Close Reação secretária CENA 4 C4 Detalhe Secretária esconde o biscoito CENA 5 C1 Close Secretária olha para homem e fala CENA 6 C3 Plano Médio Secretária disca um número CENA 7 C2 Close Secretária on: ’’Desculpe, preciso dar um telefonema”
  • 22. DIREÇÃO DE PROGRAMAS SEQUÊNCIA “CONJUTO DE AÇÕES que acontecem uma após a outra, no mesmo lugar ou não, mas todas relacionadas com um mesmo tema ou situação formando uma ÚNICA AÇÃO DRAMÁTICA” A sequência é formada por cenas. Exemplo: Sequência de perseguição em um parque. Um homem rouba a bolsa de uma mulher e inicia a fuga. O marido vê o roubo e corre atrás do ladrão. A ação começa na porta de casa, segue por um parque, e termina em uma grande avenida, Onde o marido não consegue pegar o ladrão.
  • 23. DIREÇÃO DE PROGRAMAS CENA “Ações que acontecem em um MESMO LUGAR formadas com estrutura de início meio e fim, e que têm o mesmo tema ou UNIDADE DE AÇÃO” “Um segmento que mostra uma ação unitária e totalmente CONTÍNUA , sem elipse nem salto de um plano para outro” Jacques Aumont “O conjunto de planos situados no mesmo local ou cenário, que se desenrolam dentro de um tempo determinado!” Jean Mitry Uma cena é dividida em diferentes planos.
  • 24. DIREÇÃO DE PROGRAMAS PLANO Éa ÁREA em que a ação acontece. É o que a câmera enxerga. A figura humana é sempre utilizada como parâmetro. A decupagem televisiva privilegia os enquadramentos fechados. Plano Geral (PG) Enquadramento feito com a câmera distante, abrange todo o ambiente, frequentemente paisagens, estabelece o conceito, definindo a locação. Extreme long shot ou establishing shot Plano Conjunto (PC) Descreve a relação do(s) personagem(ns) com outros elementos da cena. A figura humana ocupa uma maior importância na tela se posicionando mais próximo da câmera.
  • 25. DIREÇÃO DE PROGRAMAS PLANO Plano Aberto(PA) Personagem(ns) ocupa(m) uma importância maior na tela, sendo enquadrado por completo. Plano Americano (PAm) Personagem(ns) visualizado(s) pouco acima do joelho, permite uma gesticulação livre. Plano Médio (PM) Personagem(ns) visualizado(s) pouco acima da cintura, gesticulação reduzida. Plano Fechado(PF) Personagem visualizado a partir dos ombros, normalmente contém uma pessoa.
  • 26. DIREÇÃO DE PROGRAMAS PLANO Close-up Rosto do personagem, destaca a expressão facial. Detalhe, Super Close ou Primeiríssimo Plano (PPP) Detalhes CONTRAPLANO É a imagem OPOSTA de um plano anterior. Revela dois ângulos de uma mesma situação. Serve para criar uma maior dinâmica em uma cena.
  • 27. DIREÇÃO DE PROGRAMAS PLANO PLANO SEQUÊNCIA É a gravação de uma AÇÃO CONTÍNUA sem cortes. CÂMERA SUBJETIVA A câmera comporta-se como se fosse o ,OLHAR DO PERSONAGEM se tornando participante da ação. Normalmente a personagem que estiver sendo filmada olha diretamente para a lente, transformando a câmera em uma outra personagem.
  • 28. DIREÇÃO DE PROGRAMAS MOVIMENTOS MOVIMENTOS DE CÂMERA Servem para dar FLUIDEZ a ação dramática. Panorâmica Induz à ambientação estabelecendo diferentes pontos de vista, olhar investigativo. A câmera gira em torno da sua base. Pan Horizontal A câmera gira da esquerda para a direita ou vice-versa. Pan Vertical (Tilt up / down) A câmera se move de cima para baixo ou vice-versa.
  • 29. DIREÇÃO DE PROGRAMAS MOVIMENTOS Travelling Aproxima o espectador da ação principalmente nos aspectos emocionais e psicológicos. Movimentação lateral da câmera sobre um carrinho, ou qualquer suporte móvel. Eixo lateral ou frontal. Travelling in Câmera se aproxima do objeto no eixo vertical. Travelling out Câmera se afasta do objeto no eixo vertical.
  • 30. DIREÇÃO DE PROGRAMAS MOVIMENTOS Zoom O conjunto de lentes com distância focal variável Permite PASSAR DE UM PLANO PARA OUTRO. . Zoom in Aumento da distância focal, aproximação do elemento. Zoom out Diminuição da distância focal, afastamento do elemento. Chicote Movimento muito rápido da câmera.
  • 31. ÂNGULOS Frontal DIREÇÃO DE PROGRAMAS Câmera posicionada na mesma altura do nariz Alto (Plongee) Enquadramento de cima para baixo. Baixo(Contra-plongee) Enquadramento de baixo para cima. 3/4 Câmera forma um ângulo de aproximadamente 45° com a pessoa, com o olhar voltado para dentro do enquadramento. Perfil Câmera forma um ângulo de aproximadamente 90° com a pessoa que está deslocada para a lateral do enquadramento.
  • 32. DIREÇÃO DE PROGRAMAS PROFUNDIDADE DE CAMPO Área de uma cena EM FOCO. Varia de acordo com a iluminação e o diafragma. DISTÂNCIA FOCAL Indica a AMPLITUDE do campo visual. Distância focal curta=grande angular
  • 33. DIREÇÃO DE PROGRAMAS CUIDADOS Procurar equilibrar os 1ºs planos e os FUNDOS. É possível realçá-los ou desfocá-los. Se necessário melhore o fundo, busque outros ângulos.
  • 34. DIREÇÃO DE PROGRAMAS FORA DE CAMPO É o espaço NÃO MOSTRADO porém suposto a partir de indícios do campo.
  • 35. DIREÇÃO E PROGRAMAS SIMETRIA DELINEARIDADE É necessário buscar o nos enquadramentos. EQUILÍBRIO Evite imagens monótonas, crie o ritmo desejado. Utilize 1ºs, 2°s e 3°s planos.
  • 36. DIREÇÃO DE PROGRAMAS PROPORÇÕES DE TELA RETÂNGULO ÁUREO
  • 37. DIREÇÃO DE PROGRAMAS EIXO DE AÇÃO É uma linha imaginária onde acontece a ação dramática.
  • 39. DIREÇÃO DE PROGRAMAS EIXO EIXO DE AÇÃO