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Notas sobre a metodologia da Corrente crítica

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  1. 1. Gerenciamento de Projetos com Corrente Crítica (CCPM) André Ribeiro Winter
  2. 2. Teoria das Restrições (TOC) Identificar Explorar Repetir Elevar Subordinar Quando um elemento deixa de ser um gargalo, outro elemento se torna a restrição. A melhoria contínua vem da repetição do ciclo Identificar o recurso superalocado: gargalo Maximizar a alocação do gargalo Subordinar o funcionamento do sistema à velocidade do gargalo Aumentar a capacidade do gargalo
  3. 3. Corrente crítica • Principal benefício: realização do projeto dentro do prazo. Prazo Custo Riscos RH Qualidade
  4. 4. Corrente crítica • Corrente crítica são os princípios da teoria das restrições aplicados à gestão de projetos. • Sistema = Projeto • Contrapõe-se à prática do “caminho crítico” onde o gerente de projeto deve administrar as atividades com “folga zero”, que são críticas para o cumprimento do prazo do projeto.
  5. 5. Corrente crítica 4 mecanismos levam ao desperdício do tempo de segurança Síndrome do estudante Uma tarefa só é realizada quando se torna extremamente urgente “Nada mais produtivo quanto o último minuto” Lei de Parkinson O trabalho se expande de forma a preencher todo o tempo disponível Multitarefas Tentar fazer várias atividades ao mesmo tempo aumenta significativamente a duração de cada uma Interdependência entre atividades Os atrasos são acumulados mas os adiantamentos são desperdiçados no método do caminho crítico (CPM)
  6. 6. Corrente crítica Corrente Crítica Caminho Crítico • Recursos com folga zero • Incertezas de cronograma inseridos em cada atividade • Atividades com folga zero • Incertezas de cronograma inseridas nos “pulmões” (buffers)
  7. 7. Corrente crítica Identificar Explorar Repetir Elevar Subordinar
  8. 8. Corrente crítica Identificar Explorar Repetir Elevar Subordinar
  9. 9. Corrente crítica O primeiro passo na corrente crítica é nivelar os recursos, o que reduz o problema da multitarefa Identificar Repetir A Corrente Crítica (CCPM) é o caminho mais longo do projeto após o nivelamento dos recursos que inclua as atividades realizadas pelo recurso restrição (gargalo) Atividade 5 Lina 15 d. Atividade 1 Joe 10 d. Atividade 6 Joe 10 d. Atividade 7 Suzy 5 d. Atividade 8 Suzy 12 d. Atividade 9 Anny 5 d. Atividade 2 Lina 1 d. Atividade 3 Rob 2 d. Atividade 4 Suzy 1 d. Exemplo Explorar Elevar Subordinar
  10. 10. Identificar Caminho crítico Repetir Corrente crítica Corrente crítica Atividade 5 Lina 15 d. Atividade 1 Joe 10 d. Atividade 6 Joe 10 d. Paralelismos! Atividade 5 Lina 15 d. Atividade 7 Suzy 5 d. Atividade 8 Suzy 12 d. Atividade 9 Anny 5 d. Atividade 2 Lina 1 d. Atividade 3 Rob 2 d. Atividade 4 Suzy 1 d. Atividade 1 Joe 10 d. Atividade 6 Joe 10 d. Atividade 7 Suzy 5 d. Atividade 8 Suzy 12 d. Atividade 9 Anny 5 d. Atividade 2 Lina 1 d. Atividade 3 Rob 2 d. Atividade 4 Suzy 1 d. Nivelamento de recursos Exemplo Explorar Elevar Subordinar
  11. 11. Corrente crítica Após identificado a corrente crítica, coloca-se toda a incerteza do calendário no final da corrente, criando o “Pulmão do Projeto” (Project Buffer). Duração originalmente planejada Repetir Duração originalmente planejada 50% Exclui do prazo da atividade para formar o pulmão do projeto Atividade A Atv. A O pulmão do projeto terá 50% do prazo de segurança das atividades. Atividade B Atividade C Atv. B Atv. B Pulmão do projeto Duração original reduzida em 50% 50% do prazo de segurança das atividades da corrente Redução do prazo total Identificar Explorar Elevar Subordinar
  12. 12. Corrente crítica Atividades que não são dependentes do time do projeto não podem ter suas durações reduzidas! Exemplos: • Licenciamento ambiental ou autorização pública • Operação de um equipamento • Fornecimentos ou transportes de terceiros Repetir A corrente crítica atribui uma estimativa de prazo agressiva mas não impossível para a equipe. O trabalho é iniciado quando todos os inputs estiverem disponíveis O recurso trabalha 100% do tempo nas atividades do projeto quando alocado A atividade seguinte começa assim que a atual for concluída As atividades da corrente crítica são prioritárias. As atividades cujos pulmões estiverem mais em perigo Trabalhos não relacionados ao projeto possuem baixa prioridade Identificar Explorar Elevar Subordinar
  13. 13. Corrente crítica Proteger a corrente crítica de atrasos em correntes não críticas = pulmões de convergência (feeding buffers) Repetir Os pulmões de convergência são calculados como o pulmão do projeto, porém para as atividades que convergem à corrente crítica As correntes de convergência (não críticas) são programadas para iniciar o mais tarde possível Reduz o impacto das mudanças de escopo Retarda desembolsos Maior foco na corrente crítica (que iniciou mais cedo) Elimina a ocorrência de multitarefas Eliminação de milestones intermediários (gestão dos pulmões) Identificar Explorar Elevar Subordinar
  14. 14. Corrente crítica: Sumário Interdependências entre atividades Restrições dos recursos Caminho mais longo do projeto Passo a passo: 1. Construção do diagrama de rede usando estimativas não conservadoras 2. Cálculo do caminho crítico 3. Carregar os recursos ao cronograma 4. Recalcular o caminho crítico 5. Determinar os pulmões e inserir no diagrama de rede 6. Programar as atividades com as datas mais tarde de início (considerando os pulmões) 7. Gerenciar as atividades pulmão
  15. 15. Corrente crítica: quebra de paradigmas O sucesso depende de: Patrocínio da diretoria da organização Disponibilização dos meios para adoção da metodologia O time do projeto precisa assumir a metodologia A metodologia deve ser adotada por todos A incerteza não é gerenciada colocando uma “folga” em cada atividade. A segurança é colocada para proteger a data de conclusão do projeto, não das atividades. Foco na data de início e na duração, não na entrega de cada atividade. Incentivo ao término antecipado de uma atividade Considera a disputa por recursos (humanos) e o comportamento dos mesmos As atividades não críticas são programadas para começar mais tarde (as late as possible – ALAP)
  16. 16. Fontes • Eliyahu M. Goldratt: Corrente Crítica (1997) • Eliyahu M. Goldratt: A meta (1984) • Material de estudo Prof. Vera Coelho (IETEC) • Ricardo Vargas: 5 minutes PM Podcast – Corrente crítica em projetos (2007)

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