16 abamec - rj

336 visualizações

Publicada em

0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
336
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
3
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
2
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

16 abamec - rj

  1. 1. Apresentação ABAMEC - RJ Dezembro 2005
  2. 2. INFORMAÇÕES OPERACIONAIS E ECONÔMICO-FINANCEIRAS
  3. 3. TRANSMISSÃO PAULISTA - ÁREA DE ATUAÇÃO S/E BRAGANÇA PAULISTA S/E ARARAQUARA S/E BOM (CEMIG) JARDIM (FURNAS) MINAS GERAIS UHE JOSÉ ERMÍRIO DE MORAES (ÁGUA VERMELHA) UHE JAGUARI MOGI CABREÚVA (FURNAS) S/E S. J. DOS (ELEKTRO) MAIRIPORÃ CAMPOS (SABESP) RIO GRANDE S/E BOTUCATU CARDOSO GUARULHOS (FURNAS) MOGI S/E TAUBATÉ (ELEKTRO) PIRITUBA NORDESTE ANHANGUERA ITAPETI NORTE JALES UHE ILHA (ELEKTRO) EDGARD DE R. REBERTE F. SOLTEIRA IBIÚNA S/E RIO SOUZA S/E BAURU (FURNAS) CENTRO PARDO STO. ÂNGELO ILHA ANHANGUERA ETR SOLTEIRA VOTUPORANGA II PROVISÓRIA CENTRO MATO GROSSO M. FORNASARO M. REALE LESTE TIJUCO PRETO (FURNAS) DO SUL (CPFL) XAVANTES BANDEIRANTES UHE ENG. BERTIOGA II SOUZA DIAS SUL (JUPIÁ) UHE S. JOSÉ DO INTERLAGOS JUPIÁ TRÊS RIO PRETO PIRATININGA S/E SÃO TRÊS IRMÃOS SEBASTIÃO IRMÃOS (CNEE) RIO (ENERSUL) PA UHE NOVA RD (CPFL) (ELEKTRO) O HENRY AVANHANDAVA (CPFL) (CPFL) BORDEN (CNEE) EMBU GUAÇU BAIXADA UBARANA CATANDUVA SANTISTA VALPARAÍSO VICENTE DE RIBEIRÃO CARVALHO PRETO (ELMA) P. TAQUES UHE MÁRIO (BE) LOPES LEÃO PENÁPOLIS (PROMISSÃO) ITAIPAVA (ELEKTRO) (CPFL) MOCOCA UHE EUCLIDES Á (CPFL) MONGAGUÁ N (CPFL) DA CUNHA RA UHE A. SALLES UHE CACONDE PA DRACENA (ELEKTRO) RIO OLIVEIRA RIO TIE (LIMOEIRO) FLÓRIDA TÊ (CAIUÁ) PAULISTA CASA BRANCA S/E PERUÍBE S. JOSÉ DO SÃO CARLOS I RIO PARDO (CPFL) DESCALVADO UHE IBITINGA ARARAQUARA (CPFL) POÇOS DE CALDAS PORTO FERREIRA (FURNAS) PRES. PRUDENTE II TUPÃ (CAIUÁ) (EEVP) (CPFL) (CAIUÁ) UHE A. SOUZA LIMA SÃO JOÃO DA PRES. PRUDENTE I (BARIRI) BOA VISTA II RANCHARIA (EEVP) SÃO CARLOS II PINHAL (CPFL) STA. LINA BAURU (CPFL)DOURADOS (EEVP) MOGI GUAÇU I(ENERSUL) UHE SERGIO MOTA (CESP) (ELEKTRO (PTO. PRIMAVERA) (CPFL) (CPFL) MOGI MIRIM II (CESP) (CTEO) ASSIS RIO CLARO I (EEVP) UHE BARRA MOGI MIRIM III BONITA RIO (CPFL)PTO. PRIMAVERA PA RAN (CTEO) APA LIMEIRA I NEM ASSIS UHE ESCOLA A POLITÉCNICA UHE ROSANA (TAQUARUÇU) (CPFL) STA. CABEÇA BERN. DE CAMPOS JAGUARIUNA UHE ESCOLA DE (CLFSC) STA. BARBARA ENG. MAK ENZIE (CPFL) D OESTE OURINHOS BOTUCATU (EEB) ÍBA (CAPIVARA) (CLFSC) (CLFSC) PA RA RIO DE (COPEL) (COPEL) RIO JANEIRO (FURNAS) APARECIDA UHE SUMARÉ BRAGANÇA UHE (EPTE) (BE) PAULISTA CANOAS I UHE CHAVANTES TAUBATÉ CANOAS II UHE LUCAS TIETÊ N. GARCEZ UHE (BE) AVARÉ (CPFL) (COPEL) (SALTO GRANDE) JAGUARI (CLFSC) BOM JARDIM UHE ARMANDO (ELEKTRO) CABREUVA MOGI A. LAYDNER CERQUILHO (FURNAS) UHE (JURUMIRIM) (COPEL) MOGI S. J. DOS PARAIBUNA MAIRIPORÃ CAMPOS (COPEL) (SABESP) ITAPETININGA I CBA ITAPETI (PETROBRÁS) UBATUBA EDGARD DE ITAPETININGA II IBIÚNA SOUZA STO. ÂNGELO RIO PARDO (ELEKTRO) TIJUCO (BE) (FURNAS) PRETO LEGENDA TERMINAL TERMINAL (FURNAS) CARAGUATATUBA (CSPE) OESTE SUL INTERLAGOS BERTIOGA II (BE) USINA HIDRELÉTRICA PARANÁ (ELEKTRO) SÃO SEBASTIÃO ITAPEVA BAIXADA (PETROBRÁS) CAPÃO BONITO EMBU GUAÇU SANTISTA USINA C/ SUBESTAÇÃO CTEEP ITARARÉ II VICENTE DE CARVALHO (ELMA) ITARARÉ I P. TAQUES SUBESTAÇÃO CTEEP (ELEKTRO) (BE) O MONGAGUÁ TIC SUBESTAÇÃO OUTRAS CIAS. ÂN (COPEL) A TL SUBESTAÇÃO INDUSTRIAL NO PERUÍBE EA OC REGISTRO LT FUTURA LT 230 kV LT 500 kV LT 230 kV SUBTERRÂNEA (ELEKTRO) LT 440 kV LT 138 kV LT 345 kV LT 88 kV LT 345 kV SUBTERRÂNEA LT 69 kV LT DE OUTRAS CONCESSIONÁRIAS SETEMBRO / 2001
  4. 4. INFORMAÇÕES OPERACIONAIS Setembro/05Linhas de transmissão Extensão de linhas 11.837 km Extensão de circuitos 18.267 kmSubestações Número de subestações 100 Número de transformadores 464 Número de reatores 70Energia transmitida em 2004 120.722 GWhCapacidade de transformação 38.515 MVANúmero de empregados 2.948 4
  5. 5. INFORMAÇÕES OPERACIONAIS Setembro/05Telecomunicações Estações de microondas 145 Centrais Telefônicas 108 Cabos de fibras óticas 1.400 kmCentros de controle Centro de Operação do Sistema 1 Bom Jardim Centros Regionais de Operação 3 Bauru Cabreúva São Paulo 5
  6. 6. ENERGIA TRANSMITIDA EM 2004 (GWh) 65.792 ELETROPAULO 36.341 BANDEIRANTE CESP ~ PIRATININGA 11.944 AES ~ 16.821 CPFL 11.167 DUKE ~ 11.549 ELEKTRO 1.424PETROBRÁS ~ 3.682 731 CBA + Carbocloro EMAE ~ 471 2.471 Grupo Rede CBA ~ 55.171 2.323 CPEE+CSPE+ FURNAS (T) CJE+CLFM 6.303 3.222 1.855 Enersul (ESD+ CEMIG (T) PPR+Selvíria) 831 600 Cia Luz e Força 9 120.722 Santa Cruz COPEL (T) 2.223 60 Petrobrás, R. Pardo 235 Outros ELETROSUL (T) 416 4.829 Perdas, Cons. Pp. 7 Serv. Auxiliar LIGHT (T) 967~ GERADORAS TRANSMISSORAS DISTRIBUIDORAS OUTROS 6
  7. 7. COMPOSIÇÃO DO CAPITAL SOCIAL Outubro 2005 Total: 149,3 bilhões de ações ON PN 42% 58% Total ON: 62,6 bilhões Total PN: 86,7 bilhões União Outros Metrô Pessoas 15% (PJ/ADR) 3% Físicas Fazenda 22% Estado SP 6% Eletrobrás 15% 10% Pessoas BNDES Físicas 3% 5% Fazenda OutrosEstado SP (PJ/ADR) Eletrobrás 61% 6% 54% 7
  8. 8. RECEITA DE USO DA REDE ELÉTRICA R$ Milhões 30.09.05 30.09.04REDE BÁSICA Ativos Existentes 632 472 Novos Investimentos 104 49 Antecipações 6 20 742 541RECEITA DE CONEXÃO DIT´s - Ativos Existentes 175 302 DIT´s - Novos Investimentos 7 3 182 305ENCARGOS REGULAMENTARES CCC 22 4 CDE 12 2 34 6PARCELA DE AJUSTE (4) (9) 954 843 8
  9. 9. DEMONSTRAÇÕES DOS RESULTADOS R$ Milhões 30.09.05 30.09.04 Variação %RECEITA LÍQUIDA 890,2 760,6 17,0DESPESAS OPERACIONAIS (425,1) (362,9) 17,1EBITDA 465,1 397,7 16,9 MARGEM EBITDA 52,3% 52,3% -DEPRECIAÇÃO (127,0) (123,7) 2,7LUCRO OPERACIONAL 338,1 274,0 23,4 MARGEM OPERACIONAL 38,0% 36,0% -RESULTADO FINANCEIRO 101,0 57,7 75,0RESULTADO NÃO OPERACIONAL 0,5 7,1 -LAIR 439,6 338,8 29,8IR E CSLL (104,2) (108,1) (3,6)LUCRO LÍQUIDO 335,4 230,7 45,3 MARGEM LÍQUIDA 37,7% 30,3% -LPA (R$ por mil ações) 2,25 1,55 45,3JUROS S/ CAP. PRÓPRIO DECLARADO 149,4 27,2 449,3 9
  10. 10. PRINCIPAIS INDICADORES - PERÍODO DE 9 MESES Em Percentuais 2005 2004DESPESA OPER. / REC.LÍQUIDA 62,0 64,0PESSOAL / RECEITA LÍQUIDA 28,2 30,1RESULT. SERVIÇO / REC. LÍQUIDA 38,0 36,0EBITDA / RECEITA LÍQUIDA 52,3 52,3LUCRO LÍQ. / RECEITA LÍQUIDA 37,7 30,4LUCRO LÍQ. ANUALIZADO / PL 11,5 8,5 10
  11. 11. BALANÇOS PATRIMONIAIS - ATIVO R$ Milhões 30.09.05CIRCULANTE 1.067REALIZÁVEL A LONGO PRAZO 369PERMANENTE 3.480 4.916 11
  12. 12. BALANÇOS PATRIMONIAIS - PASSIVO R$ Milhões 30.09.05CIRCULANTE 350EXIGÍVEL A LONGO PRAZO 562RESULTADO DE EXERC. FUTUROS 122PATRIMÔNIO LÍQUIDO 3.882 4.916 12
  13. 13. PASSIVO ONEROSO R$ Milhões CONTRATO AMORTI- TAXA SALDO PAGTOS NO SALDO INSTITUIÇÃO INI. / TER. ZAÇÕES JUROS 31.12.04 PERÍODO 30.09.05F CESP - CTEEP RES. 1997/2005 96 meses IGPDI + 6,00% 18 14 5F CESP - CTEEP BSPS 1997/2017 240 meses IGPDI + 6,00% 84 1 84F CESP - EPTE BSPS 1997/2017 240 meses IGPDI + 6,00% 150 8 150 252 23 239SOCIÉTÉ GÉNÉRALE(1) 1998/2006 10 sem. EURO + 9,59% 40 11 20ELETROBRÁS 1994/2021 80 trim. UFIR + 8,00% 1 - 1 41 11 21 TOTAL 293 34 260 (1) [6,38% + 15% IR] + 2,25% (comissão) 13
  14. 14. A RECEITA DA TRANSMISSÃO PAULISTA
  15. 15. MODELO DE TRANSMISSÃO RELAÇÕES CONTRATUAIS TRANSMISSORAS USUÁRIOS DA CUST CPST REDE BÁSICA ONS CCT Nº agentes (ONS) Nº agentes 1998: 43 1998: 13 2005: 141 2005: 35Fonte: ONS 15
  16. 16. BASE LEGAL: CONTRATO DE CONCESSÃO! reajuste anual em 1º de julho de cada ano! indexador: IGP-M (FGV)! revisão da receita a cada 4 anos, apenas para novos investimentos; primeira revisão em julho/2005 (adiada) para obras energizadas após dezembro/99 16
  17. 17. RECEITA ANUAL PERMITIDA RAP = RPB + RPC + PARAP = receita anual permitida RPB = receita permitida de rede básica RPB = RBSE + RBNI + RBNIA RBSE = receita de rede básica de serviços existentes em 31/12/99 RBNI = receita de rede básica de investimentos concluídos após 31/12/99 até 30/06/05 RBNIA = receita de rede básica de investimentos concluídos após 30/06/05 17
  18. 18. RECEITA ANUAL PERMITIDA RAP = RPB + RPC + PARPC = receita permitida de demais instalações de transmissão (DIT’s) e de conexão DIT’s = instalações de transmissão reconhecidas pela ANEEL como integrantes do ativo imobilizado da transmissora, não integrantes da rede básica e disponibilizadas às distribuidoras ou geradoras CONEXÃO = conjunto de equipamentos de manobra, proteção, controle, medição, destinados e necessários a conectar a instalação de um ou mais usuários ao sistema de transmissãoPA = parcela de ajuste - déficit ou superávit de receita da transmissora no período anterior (Junho / Maio) 18
  19. 19. RESOLUÇÃO ANEEL Nº 149/2005 CRITÉRIOS UTILIZADOS PELA ANEEL! Revisão Periódica da Receita Considerando que a regulamentação sobre o assunto não foi definida pela ANEEL, a revisão periódica será efetuada em data futura! Reajuste a partir de 1º de julho de 2005 9,0752% (variação do IGP-M de junho/04 a maio/05) 19
  20. 20. RECEITA ANUAL PERMITIDA - RAP Ciclo 01/07/05 a 30/06/06 - R$ Milhões 01/07/04 01/07/05 Variação Res. 70/04 Res. 149/05 %1. Rede Básica - RB 785,7 1.030,2 31,12 1.1- RB - SE 670,9 903,3 34,64 1.1.1- Valor-Base 687,7 750,1 9,07 1.1.2- Reclassificação -16,8 153,2 - 1.2- RB - NI 114,8 126,9 10,54 1.2.1- Valor-Base 33,5 93,3 178,51 1.2.2- Reclassificação -12,4 - - 1.2.3- NI após 30/06/03 93,7 - - 1.2.4- NI após 30/06/04 - 33,6 -2. Demais Instalações de Transmissão - DIT 399,8 291,5 -27,09 2.1- DIT - SE 379,7 285,0 -24,94 2.1.1- Geradoras 6,4 5,1 -20,31 2.1.2- Distribuidoras 309,0 433,1 40,16 2.1.3- Reclassificação 64,3 -153,2 -338,26 2.2- DIT - NI 20,1 6,5 -67,66 2.2.1- Distribuidoras 7,7 6,5 -15,58 2.2.2- Reclassificação 12,4 - -3. Parcela de Ajuste -7,4 5,8 -178,384. Total da Receita 1.178,1 1.327,5 12,68 20
  21. 21. CONTEXTO DO ORÇAMENTO EMPRESARIAL 2006
  22. 22. EVOLUÇÃO DA REDE BÁSICA DE TRANSMISSÃO (em Km) Modelo vigente Modelo Anterior Modelo Anterior Leis no 9.648/98 e 10.848/04 90.000 88.471 87.500 86.187 85.000 Taxa Média = 0,8% a.a. Taxa Média = 0,8% a.a. Taxa Média = 3,8% a.a. Taxa Média = 3,8% a.a. 82.012 82.500 80.022 80.000 77.642 77.500 75.000 72.506 Taxa Média = Taxa Média = 72.500 3,4% a.a. 3,4% a.a. 70.033 (Previsto) 70.000 69.034 (Previsto) 67.048 67.500 65.000 63.971 63.110 62.486 62.500 61.571 60.000 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2005 2006 2007Fonte: ONS 22
  23. 23. SISTEMA DE PLANEJAMENTO DA TRANSMISSÃO PLANOS SETORIAIS DE EXPANSÃO TRANSMISSÃO PAULISTA CCPE ONS GESTÃO DAS INSTALAÇÕES EM PDET PAR - PAM OPERAÇÃO (5 / 10 anos) (3 anos) TRANSMISSÃO MELHORIAS PAULISTA ORÇAMENTO PLANOS CONSOLIDADOS REFORÇOS PLURIANUAL 2005 - 2008 M.M.E. / ANEEL / ONS AMPLIAÇÕES NOVAS LICITAÇÕESPAR - Plano de Ampliação e ReforçosPAM - Plano de Adequações e MelhoriasCCPE - Comitê Coord. do Planej. da Expansão do Sistema ElétricoPDET - Plano Determinativo de Expansão da Transmissão 23
  24. 24. ORÇAMENTO EMPRESARIAL 2006 (*) COMPOSIÇÃO DOS INVESTIMENTOS R$ milhões 1. Investimentos sem Receita Adicional 78,0 Modernização e Adequação do Sistema 2. Investimentos com possível Receita Adicional 56,0 Reforços Resolução ANEEL nº 158/2005 3. Investimentos com Receita Adicional 460,0 Reforços com Resoluções ANEEL publicadas 4. Outros Investimentos Corporativos 1,3 TOTAL 595,3(*) Aprovado pelo CA em 05/12/2005 24
  25. 25. RESOLUÇÃO NORMATIVA ANEEL 158/2005 DE 23 DE MAIO DE 2005ESCOPOESTABELECE DEFINIÇÕES PARA REFORÇOS E MELHORIAS PARASEREM APLICADAS NO ÂMBITO DOS CPST, CUST, CCT E PROPOSTASANUAIS PARA EXPANSÃO DOS SISTEMAS DE TRANSMISSÃO, BEMCOMO REGRAS QUANTO À NECESSIDADE DE AUTORIZAÇÃO PRÉVIADA ANEEL E INÍCIO DE RECEBIMENTO DA RESPECTIVA RECEITAANUAL PERMITIDA 25
  26. 26. RESOLUÇÃO NORMATIVA ANEEL 158/2005"A RESOLUÇÃO ESTABELECE QUE DETERMINADOS REFORÇOS E MELHORIAS, INCLUSIVE VINCULADOS COM A SEGURANÇA DO SISTEMA, DEVERÃO SER IMPLANTADOS PELOS TRANSMISSORES E OS INVESTIMENTOS CONSIDERADOS PARA FINS DE RECEITA NAS SUBSEQUËNTES REVISÕES PERIÓDICAS CONTRATUAIS A CADA 4 ANOS 26
  27. 27. EVOLUÇÃO DE INDICADORESECONÔMICO - FINANCEIROS
  28. 28. DESPESA OPERACIONAL / RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA - % 90,0 83,2 75,3 62,2 62,0Dez/01 Dez/02 Dez/03 Dez/04 Set/05 28
  29. 29. PESSOAL / RECEITA LÍQUIDA - % 40,7 37,6 36,7 28,9 28,2Dez/01 Dez/02 Dez/03 Dez/04 Set/05 29
  30. 30. MARGEM DE EBITDA - % (EBITDA / RECEITA LÍQUIDA) 52,8 52,3 43,7 39,1 37,1Dez/01 Dez/02 Dez/03 Dez/04 Set/05 30
  31. 31. MARGEM OPERACIONAL - % (LUCRO OPERACIONAL / RECEITA LÍQUIDA) 38,0 37,8 24,7 16,8 12,7Dez/01 Dez/02 Dez/03 Dez/04 Set/05 31
  32. 32. LUCRO LÍQUIDO / RECEITA LÍQUIDA - % 37,7 31,8 24,7 16,8 12,7Dez/01 Dez/02 Dez/03 Dez/04 Set/05 32
  33. 33. Lucro Líquido / PL - % 11,5 8,5 6,5 5,0 3,0Dez/01 Dez/02 Dez/03 Dez/04 Set/05 (ANUALIZADO) 33
  34. 34. EVOLUÇÃO DE MERCADO 28/12/01 a 02/12/05580540 TRPL3 459,2 % Índice 100 em 28/12/2001500460420380 TRPL4 280,0 %340300260 IBOV. 141,8 %220180 IEE 120,3 %1401006020 dez/01 abr/02 ago/02 dez/02 abr/03 ago/03 dez/03 abr/04 ago/04 dez/04 abr/05 ago/05 dez/05 TRPL3 (ON) TRPL4 (PN) IBOVESPA IEE 34
  35. 35. EVOLUÇÃO DE MERCADO R$ por lote de mil 28,80 TRPL3 (ON) 24,70 TRPL4 (PN) 14,60 13,85 11,40 12,10 6,505,15 5,45 5,612001 2002 2003 2004 2005 (02/12) 35
  36. 36. DESESTATIZAÇÃO
  37. 37. DESESTATIZAÇÃOFATO RELEVANTE - 03 de fevereiro de 2005Projeto de lei sobre a desestatização da CTEEP encaminhado à Assembléia LegislativaFATO RELEVANTE - 19 de maio de 2005Assembléia Legislativa aprova projeto de lei da desestatizaçãoCOMUNICADO AO MERCADO - 24 de maio de 2005Governador promulga lei da desestatização da CTEEPFATO RELEVANTE - 12 de julho de 2005PED incumbe a CESP das atividades preparatórias à privatização da CTEEPFATO RELEVANTE - 14 de outubro de 2005CESP contrata consultores para o processo de desestatização da CTEEPCOMUNICADO AO MERCADO - 02 de dezembro de 2005Governo de SP publica edital de aviso de audência pública a ser realizada em 21/12/2005COMUNICADO AO MERCADO - 05 de dezembro de 2005Governo de SP comunica a abertura da sala de informações 37
  38. 38. DESESTATIZAÇÃO EVENTOS SUBSEQÜENTESEm decorrência dos procedimentos referidos nos Fatos Relevantes publicadossobre o assunto, os serviços de avaliação da Companhia e modelagem de vendaestão em desenvolvimento, conduzidos pelos consórcios contratados pela CESPpara essa finalidadeDe acordo com o cronograma tentativo do processo elaborado pelos consultores,prevê-se para 8 de fevereiro de 2006 a realização do leilão de alienação do controleda CTEEPSegundo a legislação em vigor, as definições de preço mínimo e demais condiçõesda alienação serão aprovadas oportunamente pelo Conselho Diretor do ProgramaEstadual de Desestatização – PED, que estabelecerá também a data para arealização do leilão de alienaçãoTodas as futuras informações relevantes sobre o processo de desestatização daCTEEP serão oferecidas ao mercado, oportunamente, pela própria Companhia 38
  39. 39. www.cteep.com.brwww.transmissaopaulista.com.br RELAÇÕES COM INVESTIDORES ri@cteep.com.br 39

×