Reino plantae[1]

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Reino plantae[1]

  1. 1. REINO PLANTAE FRANCISCO, KARIN, LUIS FELIPE, NATHÁLIA E VITOR.
  2. 2. CARACTERÍSTICAS GERAIS DA PLANTAS <ul><li>O reino plantae é formado por todas as espécies de plantas. Ele abrange os seres eucariontes, pluricelulares, autotróficos, que executam a fotossíntese.
  3. 3. O organismo vegetal é constituído por células. A estrutura do organismo das plantas constitui os seguintes órgãos: a raiz, o caule, a folha, a flor, o fruto e a semente. </li></ul>
  4. 4. DIVISÃO DAS PLANTAS <ul><li>Os vegetais foram divididos em três grupos, de acordo com a sua complexidade:
  5. 5. Vegetais inferiores : algas verdes, vermelhas e pardas.
  6. 6. Vegetais intermediários : briófitas e pteridófitas.
  7. 7. Vegetais superiores : gimnospermas e angiospermas. </li></ul>
  8. 8. ÓRGÃOS REPRODUTORES <ul><li>Pedúnculo Floral: é o ponto de ligação entre a flor e o caule, precede o fruto ou a flor.
  9. 9. Receptáculo Floral : é a região inchada do pedúnculo, onde estão contidos os órgãos florais: cálice, corola, gineceu e androceu.
  10. 10. Cálice : é o órgão formado por um conjunto de folhas estéreis denominadas sépalas.
  11. 11. Corola : é o órgão formado por um conjunto de folhas estéreis denominadas pétalas. </li></ul>
  12. 12. <ul><li>Gineceu: é o órgão reprodutor feminino denominado pistilo. Geralmente ficam localizados na parte central da flor.
  13. 13. Androceu : é o órgão reprodutor masculino denominado estame. Vem logo depois da corola, e é produtor de grãos de pólen.
  14. 14. Perianto : é o conjunto de cálice e a corola.
  15. 15. Perigônio : conjunto de corolas e de cálices que se apresentam iguais na forma, tamanho e cor.
  16. 16. Brácteas : são estruturas protetoras das flores e dos estróbilos em desenvolvimento. </li></ul>
  17. 19. HISTOLOGIA VEGETAL E FISIOLOGIA VEGETAL
  18. 20. REVESTIMENTO <ul><li>Epiderme: uma camada de células achatadas, sem clorofila, com os possíveis anexos: a cutícula (cera - de cutina, que evita a perda de água para o meio), o acúleo (&quot;espinho&quot; de defesa que sai do galho. ex: roseira), os estômatos (ou &quot;células-guarda&quot;: poros entre células, que realizam as trocas gasosas) e os pêlos (tricomas; para defesa, quando no caule ou na folha e para absorção, na raiz).
  19. 21. Periderme: casca; substitui a epiderme em algumas plantas e só aparece na raiz e no caule. Dividido em três camadas: súber (camada externa, morta), felogênio (camada central gordurosa, manutenção térmica) e a feloderme (interna). </li></ul>
  20. 22. PARÂNQUIMAS <ul><li>Células vivas, com função de fotossíntese ou reserva (ar, água ou amido).
  21. 23. Transporte: </li></ul><ul><li>Xilema ou lenho: conduz seiva bruta (sais e água). Células: traqueíde ou elemento de vaso (células mortas, compostas de lignina). Pode ser considerado um tecido de sustentação (é a própria madeira)
  22. 24. Floema ou líber: conduz seiva elaborada (açúcar e água). Células crivadas (sem núcleo, vivas). </li></ul>
  23. 25. SUSTENTAÇÃO <ul><li>Esclerênquima (esclero = duro): composto por células mortas em formato de &quot;estrela&quot; (escleréide) ou em forma de linhas (fibra).
  24. 26. Colênquima: composto por células vivas, em formato hexagonal, com reforços de celulose em seus vértices. </li></ul>
  25. 27. RAIZ <ul><li>FUNÇAO: Fixação e absorção </li></ul>
  26. 28. <ul><li>Coifa: tecido vivo de proteção.
  27. 29. Meristema apical: crescimento vertical.
  28. 30. Zona pilífera: pêlos de absorção de nutrientes do meio.
  29. 31. Área de distenção: crescimento vertical da área de absorção.
  30. 32. Área de ramificação (em raízes de dicotiledôneas: axiais ou pivotadas).
  31. 33. Colo: transição raiz-caule. </li></ul>
  32. 34. <ul><li>Num corte transversal da raiz, podemos ver sua anatomia interna, dos cantos para o centro: 1. Epiderme 2. Parênquima 3. Endoderme: seleciona as células que entrarão no Cilindro vascular, criando uma faixa lateral de súber (também forma, junto com o parênquima, o Córtex) 4. Periciclo 5. Xilema 6. Floema (junto com o xilema e com o periciclo, forma o cilindro central ou vascular, que forma as raízes laterais - meristema 1°). </li></ul>
  33. 35. TIPOS DIFERENTES DE RAIZ <ul><li>• Axial ou pivotante (dicotiledôneas): raiz principal e raízes secundárias. • Fasciculada ou em cabeleira (monocotiledôneas). • Haustório (plantas parasitas): raiz sugadora. • Pneumatófaro (mangue): raiz respiratória, virada para cima. • Escora ou adventícea (mangue): raiz que sai do caule, dando sustentação • Raízes tuberosas (comestíveis): acúmulo de reservas - cenoura, mandioca, batata-doce, beterraba, entre outras. </li></ul>
  34. 36. • Axial ou pivotante (dicotiledôneas): raiz principal e raízes secundárias.
  35. 37. • Fasciculada ou em cabeleira (monocotiledôneas).
  36. 38. • Haustório (plantas parasitas): raiz sugadora.
  37. 39. • Pneumatófaro (mangue): raiz respiratória, virada para cima.
  38. 40. • Escora ou adventícea (mangue): raiz que sai do caule, dando sustentação
  39. 41. • Raízes tuberosas (comestíveis): acúmulo de reservas - cenoura, mandioca, batata-doce, beterraba, entre outras.
  40. 42. CAULE <ul><li>Analisando a estrutura anatômica externa, observamos 3 partes distintas no caule: </li></ul><ul><li>Meristema apical ou gema: no topo do caule, gera crescimento vertical.
  41. 43. Nó: divisão visível no caule (como no bambu e na cana).
  42. 44. Entrenó: região entre dois nós </li></ul>
  43. 45. <ul><li>Para analisarmos internamente, precisamos separar monocotiledôneas de dicotiledôneas. Nas mono, de fora para dentro: 1. Epiderme 2. Parênquima 3. Floema 4. Xilema </li></ul>
  44. 46. <ul><li>Nas dicotiledônaas (estrutura primária), de fora para dentro: 1. Epiderme 2. Parênquima 3. Floema 4. Xilema 5. Câmbio </li></ul>
  45. 47. <ul><li>Ao se desenvolver, a dicotiledônea passa a ter a seguinte estrutura (secundária): 1. Periderme (substituiu a epiderme) 2. Floema 3. Câmbio 4. Alburno (parte ativa proveniente do xilema, condutor) 5. Cerne (parte inativa proveniente do xilema, só sustenta)
  46. 48. Obs: através de anéis (de crescimento) no cerne, podemos definir a idade de uma dicotiledônea: • Anéis de verão ou estivais:: finos e nítidos, com mais lignina. • Anéis de primavera ou primaveris: largos, mais claros, com menos lignina. </li></ul>
  47. 50. TIPOS DISTINTOS DE CAULE <ul><li>• Tronco: tem crescimento secundário (para os lados) • Haste: só crescimento primário • Colmo (em gomos): pode ser cheio (cana) ou oco (bambu) • Estipe:: folhas em tufo, no topo do caule (palmeira) • Rizoma: caule subterrâneo (samambaia) - A batata (inglesa) é um rizoma com mais reservas, chamado tubérculo. • Gavinhos: de apreensão, em espiral (uva, chuchu, maracujá </li></ul>
  48. 51. FOLHA <ul><li>Absorve gases e luz solar, realiza fotossíntese, libera produtos da fotossíntese. Às vezes pode realizar o papel de pétalas(brácteas), sendo colorida e atraindo agentes polinizadores. Podem também estar modificada em espinho, como maneira de diminuir a sua superfície e evitar a perda de água por transpiração
  49. 52. É o caso dos cactos. É formado por um limbo, ou lâmina, um pecíolo, que é a haste que sustenta, e uma bainha, a base que envolve o caule. </li></ul>
  50. 54. <ul><li>Podemos observar padrões diferentes na organização das nervuras, que são os feixes vasculares realizando o transporte de seiva nas folhas. Aquelas com um padrão paralelo de nervuras são tipicamente monocotiledôneas. Já os padrões ramificados de nervuras são típicos das dicotiledôneas. </li></ul>
  51. 55. ALGAS
  52. 56. CARACTERÍSTICAS <ul><li>As algas não possuem tecidos e órgãos especializados. Sendo assim, não tem raiz, caule, folha e nem flor; seu corpo é um talo, e, por isso, são chamadas de talófitas.
  53. 57. Existem algas pluricelulares de diferentes formas e tamanhos. Elas podem ter a forma de filamentos, lâminas ou ramos. Muitas vezes, tem a forma de uma folha. Mas, se as examinarmos no microscópio, veremos que elas não apresentam a estrutura das folhas verdadeiras. </li></ul>
  54. 58. COMO VIVEM <ul><li>As algas são encontradas em muitos lugares: nos mares, nos rios, nas lagoas, sobre pedras, troncos de árvores e outras superfícies muito úmidas.
  55. 59. Elas podem viver fixas, por exemplo, no fundo dos mares, dos rios e sobre rochas. Podem também flutuar na água; neste caso, podem possuir bolinhas como bóias e não as deixam afundar.
  56. 60. As algas absorvem os sais minerais de que precisam através de toda a superfície de seu corpo. </li></ul>
  57. 61. COR, FATOS DE CLASSIFICAÇÃO <ul><li>A cor de uma alga é dada por pigmentos especiais. Entre eles, destacam-se os seguintes exemplos:
  58. 62. clorofila - possui cor verde;
  59. 63. ficoeritrina - possui cor vermelha;
  60. 64. fucoxantina - possui cor marrom.
  61. 65. De acordo coma predominância de um certo tipo de pigmento nas suas células, as algas podem ter várias cores. Assim, as algas pluricelulares compreendem as clorofíceas, rodofíceas e feofíceas. </li></ul>
  62. 66. Clorofíceas (algas verdes): <ul><li>Por possuírem clorofila, como pigmento predominante em suas células, as clorofíceas são verdes. Este grupo compreende muitas espécies, que são predominantemente aquáticas, podendo viver em água salgada e em água doce. </li></ul>
  63. 68. Rodofíceas (algas vermelhas) <ul><li>As rodofíceas possuem bastante ficoeritrina, embora tenham também clorofila. São algas vermelhas e geralmente macroscópicas e marinhas, mas existem formas que vivem na água doce. </li></ul>
  64. 70. Feofíceas (algas pardas ou marrons) <ul><li>As feofíceas possuem bastante fucoxantina e são geralmente macroscópicas e marinhas. São as algas pardas ou marrons. Algumas espécies podem medir mais de 50 metros de comprimento. </li></ul>
  65. 72. REPRODUÇÃO <ul><li>As algas podem se reproduzir de forma sexuada ou assexuada.
  66. 73. A reprodução assexuada se dá, principalmente, através de esporos. Outra forma de reprodução assexuada ocorre com pedaços destacados da alga, que brotam originando novas algas.
  67. 74. A reprodução sexuada é feita através dos gametas, que são trocados pelas algas. </li></ul>
  68. 75. BRIÓFITAS E PTERIDÓFITAS
  69. 76. BRIÓFITAS <ul><li>São plantas pequenas, geralmente com alguns poucos centímetros de altura, que vivem em lugares úmidos e sombrios.
  70. 77. Uma das características mais marcantes das briófitas é a ausência de vasos para a condução de nutrientes. Estes são transportados de célula a célula por todo o vegetal. É por isso que não existem briófitas muito grandes. O transporte de água de célula a célula é muito lento e as células mais distantes morreriam desidratadas. </li></ul>
  71. 78. <ul><li>O musgos e as hepáticas são os principais representantes das briófitas. O conjunto de musgos forma uma espécie de &quot;tapete&quot; esverdeado, observado comumente nos solos, muros e barrancos úmidos. Podem formar uma ampla cobertura sobre o solo, protegendo-o contra a erosão.
  72. 79. As briófitas não tem raízes. Fixam-se ao solo por meio de filamentos chamados rizóides, que absorvem a água e os sais minerais de que o vegetal necessita. Também não possuem verdadeiro caule. Tem uma haste denominada caulóide que não apresenta vasos para a condução da seiva. Suas &quot;folhas&quot; denominam-se filóides e são apenas partes achatadas do caulóide. </li></ul>
  73. 81. REPRODUÇÃO <ul><li>A reprodução das briófitas apresenta duas fases: uma assexuada e outra sexuada.Os musgos verdes que podemos ver num muro úmido são plantas sexuadas que representam a fase chamada de gametófito, isto é, fase produtora de gametas.
  74. 82. O gametófito masculino produz gametas móveis, com flagelos, chamados de anterozóides. Já o feminino produz gametas imóveis, chamados de oosferas. Levados pelas gotas de chuva, os anterozóides alcançam a planta feminina e nadam em direção à oosfera. Da união de um anterozóide com uma oosfera, surge o zigoto, que, sobre a planta feminina cresce e forma um embrião, que se desenvolve originando a fase assexuada chamada de esporófito, isto é, fase produtora de esporos. </li></ul>
  75. 83. <ul><li>O esporófito possui uma haste e uma cápsula, no interior da qual formam-se os esporos. Quando maduros, os esporos são liberados e podem germinar no solo úmido. Cada esporo, então, pode formar uma espécie de &quot;broto&quot; chamado de protonema. Cada protonema, por sua vez, desenvolve-se e origina um novo musgo verde (gametófito). </li></ul>
  76. 84. PTERIDÓFITAS <ul><li>             Na evolução das plantas, as pteridófitas foram os primeiros vegetais a apresentar um sistema de vasos para conduzir nutrientes. Assim, possuem raiz, caule e folha verdadeiros. Seu caule é geralmente subterrâneo e é denominado rizoma. A samambaia e a avenca são exemplos desse grupo de vegetais.
  77. 85.             A maioria das pteridófitas é terrestre e habita, de preferência, lugares úmidos e sombrios. A samambaia e a avenca podem viver sobre outras plantas, mas sem prejudicá-las. O dendezeiro é uma das hospedeiras preferidas dessas pteridófitas.
  78. 86. A reprodução nas pteridófitas e parecida com a das briófitas. </li></ul>
  79. 88. ANGIOSPERMAS E GIMNOSPERMAS
  80. 89. GIMNOSPERMAS <ul><li>Vivem em ambientes de clima frio ou temperado.
  81. 90. Possuem raízes, caule e folhas,
  82. 91. Há produção de sementes:se originam nos estróbilos femininos, mas não há frutos. São sementes “nuas”
  83. 92. Pinheiros, sequóias e ciprestes são exemplos de gimnospermas </li></ul>
  84. 94. REPRODUÇÃO <ul><li>Sexos separados
  85. 95. O estróbilo masculino se abre e libera grãos de pólen, que são levados para o estróbilo feminino
  86. 96. Forma-se o tubo polínico, que cresce até a alcançar o óvulo, onde introduz o núcleo espermático
  87. 97. No óvulo, desenvolve-se a oosfera, que é fecundada e forma o zigoto, que por sua vez forma o embrião. </li></ul>
  88. 99. ANGIOSPERMAS <ul><li>Produzem raiz, caule, folha, flor, semente e fruto
  89. 100. Os frutos se originam das flores(podem ser coloridas e perfumadas). Contém e protegem as semente, auxiliam sua dispersão
  90. 101. Subdivididas em monocotiledôneas e dicotiledôneas
  91. 102. Monocotiledôneas=capim, milho. Arroz, alho, banana, cebola...
  92. 103. Dicotiledôneas= feijão, amendoim, ervilha, café, margarida. </li></ul>
  93. 105. BIBLIOGRAFIA <ul><li>http://www.portalbrasil.net/educacao_seresvivos_plantas_briofitas.htm
  94. 106. http://www.portalbrasil.net/educacao_seresvivos_plantas_algas.htm
  95. 107. http://resumosfelix.blogspot.com/2008/09/histologia-vegetal-ii-e-fisiologia.html </li></ul>
  96. 108. CRÉDITOS <ul><li>ALUNOS:FRANCISCO, KARIN, LUIS FELIPE, NATHÁLIA E VITOR
  97. 109. PROFESSOR ROBERTO BAGATINI </li></ul>

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