A decisão e o sucesso em software de gestão

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Apresentação da tese de mestrado "A decisão e o sucesso em software de gestão – uma abordagem institucional do caso PHC"

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  • Boa tarde
  • Vamos dar inicio á apresentação da tese como nome: a decisão e o sucesso em software de gestão – uma abordagem institucional do caso PHC
  • Para uma exposição mais clara esta apresentação foi dividida em 3 partes distintas. Porquê em que apresentamos a fase inicial do trabalho e as razões para o mesmo.Como – a teoria e a metodologia orientadorasAfinal – as principais conclusões
  • No mercado de software, temos 2 tipos distintos de empresas
  • As que fabricam software e as que implementam software.A interacção entre as 2 não se limita à compra e venda do software, mas também a tabelas de preços, exigência de certificação, acções de marketing.As software-houses, as empresas que fabricam, promovem uma maior proximidade com as que implementam
  • E tem vindo a dar frutos
  • Os laços são cada vez mais fortes
  • E as empresas dos 2 tipos tornam-se mais próximas
  • Mas…Qual a influência que isto tem nas decisões das empresas implementadoras?
  • Compreender a tomada de decisão das empresas implementadoras e as suas motivações.
  • Conhecer a relação entre as práticas das empresas fornecedoras e as das implementadoras.
  • Identificar se a tomada de decisão quanto às políticas e práticas das empresas fornecedoras influenciam o sucesso das empresas implementadoras.
  • Foram estes os objectivos que nortearam este trabalho. Dando ainda origem a
  • 4 questões de investigação
  • Que factores têm influência na definição da estratégia das empresas que constituem um canal de distribuição?
  • Qual a influência das políticas e acções da empresa fornecedora nas políticas e acções da empresa implementadora?
  • O que leva as empresas implementadoras a seguir, ou não, as políticas e acções da empresa fornecedora?
  • Qual o impacto nas questões anteriores, da empresa implementadora comercializar mais que uma marca de software de gestão?
  • Com estas questões é definido o porquê do trabalho
  • Após temos definido o nosso porquê passámos ao como
  • À luz da Teoria Institucional as organizações interagem em busca de legitimação. Principais autores e Investigadores do neoinstitucionalismo
  • Mas a legitimação nem sempre coincide com a eficiênciaEsta situação leva a que as suas decisões entrem em conflito com a eficiência que as empresas pretendem buscar.
  • Assim, são influenciadas por inércia ambiental, no que concerne a conformidade às regras, às normas e às crenças institucionalizadas.
  • Esta teoria apresenta então o conceito de isomorfismo para explicar a forma como as organizações se adaptam para se compatibilizarem com a envolvente ambiental. Os isomorfismos assumem que as empresas respondem de maneira análoga às restantes empresas do seu campo.
  • Para testarmos estas hipóteses aplicámos então o estudo de caso à software house PHC e à sua rede de Parceiros
  • Da primeira parte do questionário faziam parte as questões que permitam traçar o perfil da empresa, como a antiguidade, a antiguidade dos colaboradores e o número de marcas de software que a empresa trabalha.
  • Caracterização das Empresas da Amostra
  • Outro dado de mercado comprovado pelo estudo é a rotatividade da mão-de-obra. Através da comparação das frequências observadas de antiguidade da empresa e média de antiguidade dos colaboradores comprovamos que apesar da média ponderada da antiguidade da empresa ser entre 5 e 9 anos a de antiguidade de colaboradores é apenas entre 1 e 4 anos.
  • dos resultados obtidos sobressai que a inércia e o aumento da eficácia são as principais motivações das empresas nas suas tomadas de decisão
  • Confirmou-se através do estudo que a maioria das empresas (62,5%) comercializa duas ou mais marcas de software de gestão.
  • Já os objectivos que relacionam as práticas e a tomada de decisão das software houses e as das implementadoras são considerados atingidos já que é confirmado que a tomada de decisões das empresas implementadoras sofre a influência da tomada de decisões da software house.
  • o número de software house com que as empresas trabalham condiciona a sua actuação. Nomeadamente através dos acordos de comercialização que assinamIsto porque, tal como referido anteriormente, as empresas implementadoras estão condicionadas na sua actuação por acordos de comercialização com as diversas marcas de software de gestão que comercialização. Pela análise efectuada, a forma como as decisões são tomadas, tendo em conta o que a empresa considera melhor para si, diminui à medida que começa a trabalhar com mais empresas de software.
  • a forma como as decisões são tomadas, tendo em conta o que a empresa considera melhor para si, diminui à medida que começa a trabalhar com mais empresas de software.
  • A principal conclusão é que : As empresas de software têm uma notória influência nas actividades das empresas que constituem o seu canal de distribuição, no entanto, este impacto é afectado pela co-existência de diversas marcas concorrentes a serem comercializadas por uma mesma empresa implementadora.
  • Apesar das confirmações acima obtidas, os resultados obtidos estão condicionados a um conjunto de limitações próprias de um trabalho de pesquisa como o realizado. Desde logo pela representatividade da amostra de trabalho, dadas as imposições conhecidas já no decorrer da investigação no campo. Desta forma, a amostra compreende apenas 40% das empresas.Além disso, outros condicionalismos na obtenção de informação e dados de mercado que nos levaram a recorrer a bases de dados privadas e aos dados fornecidos pelas empresas à imprensa que carecem sempre de alguma validação.A qualidade da informação pode também ter sido condicionada pelas condições de resposta aos questionários, já que estas são desconhecidas.Por último, a utilização da média como forma de construção das variáveis de análise no teste de hipótese está sujeita às limitações de utilização de uma média, já que pode induzir em erro no caso da observação de valores muito extremos.
  • Os resultados obtidos, em conjugação com as limitações ao mesmo que fomos enunciando ao longo do trabalho, sugerem várias perspectivas de aprofundamento a esta temática. Desta forma podemos enunciar os seguintes:- Um aspecto que merece uma pesquisa mais aprofundada é o da confirmação do sucesso destas empresas implementadoras. Seria, nesta perspectiva, interessante aplicar às mesmas uma técnica de medida do sucesso e performance empresarial, como a metodologia BSC, com vista a confirmar a validade dos resultados aqui obtidos.- Por outro lado, e à luz da Teoria Institucional, seria uma linha de investigação pertinente abordar a semelhança entre as empresas deste campo organizacional. Ou seja, estudar a semelhança destas empresas e a forma como reagem à mudança.- Tendo em conta a existência de diversas software houses com uma forma de actuação semelhante, seria útil em trabalhos futuros efectuar um estudo comparativo do processo de decisão e das suas motivações em empresas implementadoras de duas software houses distintas.
  • Estou à disposição para as questões que tenham.
  • Ainda bem que coloca essa questão. Tenho todo o prazer em explicar.O modelo do balancedscorecard incide em 4 áreas fundamentais:- investigação e desenvolvimento, seja em formação, investimento em novas tecnologias, sistema de avaliação, ou seja, tudo o que pode ser feito para a manter e aumentar a capacidade da empresas inovar e prosperar.os processos internos da empresa são outro ponto os clientesE o aspecto financeiroCada umas destas áreas define objectivos que são sendo acompanhados e medidos.Isto porque se atingirmos os objectivos de investigação e desenvolvimento vamos atingir melhores processos internos que nos permitem satisfazer melhor os nossos clientes, assim os resultados financeiros aparecem. Com esses resultados podemos investir em investigação e desenvolvimento.Assim, a investigação e desenvolvimento funciona como um impulso para o desenvolvimento de toda a empresa e negócio. Ou seja, é um motor contra a inércia que foi identificada como uma tendência das empresas alvo deste estudo.
  • Boa tarde
  • A decisão e o sucesso em software de gestão

    1. 1. A DECISÃO E O SUCESSO EM SOFTWARE DE GESTÃO<br />- Uma abordagem institucional do caso PHC<br />
    2. 2. A DECISÃO E O SUCESSO EM SOFTWARE DE GESTÃO<br />- Uma abordagem institucional do caso PHC<br />Orientada pelo Professor Doutor Casimiro Ramos<br />Ana Rita Forte Alcobia Gomes<br />
    3. 3. AGENDA<br />
    4. 4. Porquê<br />Introdução<br />Software <br />
    5. 5. Porquê<br />Introdução<br />Fabrica<br />Implementa<br />
    6. 6. Porquê<br />Introdução<br />Fabrica<br />Implementa<br />
    7. 7. Porquê<br />Introdução<br />Fabrica<br />Implementa<br />
    8. 8. Porquê<br />Introdução<br />Fabrica<br />Implementa<br />
    9. 9. Porquê<br />Introdução<br />?<br />Influência nas decisões<br />das empresas implementadoras<br />
    10. 10. Porquê<br />Objectivos<br />3 Objectivos<br />
    11. 11. Objectivo 1 <br />Compreender <br />a tomada de decisão das <br />empresas implementadoras<br />e as suas motivações.<br />
    12. 12. Objectivo 2 <br />Conhecer a relação<br /> entre as práticas das empresas fornecedoras e as das implementadoras.<br />
    13. 13. Objectivo 3 <br />Identificar se a tomada de decisão das empresas fornecedorasinfluenciao sucesso das empresas implementadoras.<br />
    14. 14. Porquê<br />Objectivos<br />Compreender a tomada de decisão das empresas implementadoras e as suas motivações.<br />Conhecer a relação entre as práticas das empresas fornecedoras e as das implementadoras.<br />Identificar se a tomada de decisão quanto às políticas e práticas das empresas fornecedoras influenciam o sucesso das empresas implementadoras.<br />
    15. 15. Porquê<br />Questões<br />4 questões de <br />investigação<br />
    16. 16. Questão 1<br />Que factores têm influência na definição da estratégia das empresas que constituem um canal de distribuição?<br />
    17. 17. Questão 2<br />Qual a influência das políticas e acções da empresa fornecedora nas políticas e acções da empresa implementadora?<br />
    18. 18. Questão 3<br />O que leva as empresas implementadoras a seguir, ou não, as políticas e acções da empresa fornecedora? <br />
    19. 19. Questão 4<br />Qual o impacto da empresa implementadora comercializar mais que uma marca de software de gestão?<br />
    20. 20. Porquê<br />Questões<br />Que factores têm influência na definição da estratégia das empresas que constituem um canal de distribuição?<br />Qual a influência das políticas e acções da empresa fornecedora nas políticas e acções da empresa implementadora?<br />O que leva as empresas implementadoras a seguir, ou não, as políticas e acções da empresa fornecedora? <br />Qual o impacto nas questões anteriores, da empresa implementadora comercializar mais que uma marca de software de gestão?<br />
    21. 21.
    22. 22. Como<br />Teoria Institucional<br />L. ZuckerPaulDiMaggio W. PowellP. Selznick<br />as organizações interagem no contexto em que estão inseridas na busca de legitimação<br />
    23. 23. Como<br />Teoria Institucional<br />legitimação <br />eficiência<br />Mas…<br />
    24. 24. Como<br />Teoria Institucional<br />organizações <br />
    25. 25. Como<br />Teoria Institucional<br />isomorfismo<br />explica como as organizações se compatibilizam<br />com a envolvente<br />PaulDiMaggio W. Powell<br />
    26. 26. Como<br />Metodologia<br />hipóteses<br />4 grupos<br />
    27. 27. Como<br />Metodologia<br />H1 Existe uma relação positiva entre os factores de influência e a tomada de decisão nas empresas implementadoras.<br />H1a: decisões da software house<br />H1b: exigências dos clientes<br />H1c: imposições legais<br />H1d: formação<br />
    28. 28. Como<br />Metodologia<br />H2A justificação das empresas implementadoras para as suas decisões centra-se na inércia, obrigação moral, imposição legal e aumento da eficácia.<br />H2a: inércia<br />H2b: obrigação moral<br />H2c: imposição legal<br />H2d: aumento da eficácia<br />
    29. 29. Como<br />Metodologia<br />H3As decisões tomadas pelas empresas contribuem para o seu desempenho.<br />H3a: lucro<br />H3b: angariação de clientes<br />H3c: recompra<br />H3d: retenção de colaboradores<br />
    30. 30. Como<br />Metodologia<br />H4<br />Quando a empresa trabalha mais do que uma marca de software existe uma variância na tomada de decisão.<br />
    31. 31. Como<br />Metodologia<br />Justificação<br />H2<br />H1<br />H4<br />Decisão empresas Implementadoras<br />Factores de Influência<br />Nº de Softwares<br />H3<br />Desempenho<br />
    32. 32. Como<br />Metodologia<br />Estudo de Caso<br />PHC<br />Rede de Parceiros<br />40empresas <br />inquiridas<br />
    33. 33. Como<br />Metodologia<br />Parte I<br />traçar o perfil da empresa <br />Parte II<br />factores fundamentais e motivações da tomada de decisão<br />Parte III<br />medidas de sucesso do negócio<br />
    34. 34. Como<br />Metodologia<br />Amostra<br />40% <br />50% <br />50% <br />têm mais de<br /> 10 e menos <br />de 19 anos<br />colaboradores têm em média entre 5 e 9 anos de antiguidade<br />comercializa <br />2 ou 3 marcas <br />de software<br />de gestão<br />
    35. 35.
    36. 36. Afinal<br />Conclusões<br />
    37. 37. Afinal<br />Conclusões<br />inércia e o aumento da eficácia são as principais motivações nas suas tomadas de decisão<br />
    38. 38. Afinal<br />Conclusões<br />62,5% <br />comercializa <br />duas ou + marcas <br />de software de gestão<br />
    39. 39. Afinal<br />Conclusões<br />a tomada de decisões das empresas implementadorassofre a influência da tomada de decisões da software house<br />
    40. 40. Afinal<br />Conclusões<br />Logo, <br />o número de softwares com que as empresas trabalham condiciona a sua actuação<br />
    41. 41. Afinal<br />Conclusões<br />
    42. 42. Afinal<br />Conclusões<br />Diversas marcas<br />Software house<br />Canal<br />
    43. 43. Afinal<br />Conclusões<br />Hipóteses<br />aceites<br />H1a<br /> H2a<br />H3<br />H3b<br />H3c<br />H3d<br />H4<br />6 rejeitadas<br />1 sem relevância<br />
    44. 44. Afinal<br />Limitações<br />Representatividade da amostra de trabalho<br />Obtenção de informação e dados de mercado<br />Condições de resposta aos questionários<br />Utilização da média na construção das variáveis de análise no teste de hipótese<br />
    45. 45. Afinal<br />Futuro<br />Aplicar BalancedScorecard a empresas implementadoras<br />Semelhança entre as empresas do campo<br />Estudo comparativo do processo de decisão e das suas motivações em empresas implementadoras de duas software houses distintas<br />
    46. 46. A DECISÃO E O SUCESSO EM SOFTWARE DE GESTÃO<br />- Uma abordagem institucional do caso PHC<br />FIM<br />Obrigada<br />
    47. 47. BalancedScorecard<br />Objectivo 1<br />Objectivo…<br />Objectivo n<br />Financeiro<br />Objectivo 1<br />Objectivo…<br />Objectivo n<br />Clientes<br />Objectivo 1<br />Objectivo…<br />Objectivo n<br />Processo<br />Objectivo 1<br />Objectivo…<br />Objectivo n<br />Investigação &<br />Desenvolvimento<br />
    48. 48. A DECISÃO E O SUCESSO EM SOFTWARE DE GESTÃO<br />- Uma abordagem institucional do caso PHC<br />

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