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Caracterização do problema de Investigação<br />A informação na Universidade de Aveiro<br />A UA disponibiliza à comunidad...
Nos sítios Web,
Por correio electrónico,
Por contacto telefónico,
Na newsletter,
…</li></ul>DeCA | UA | 20 Janeiro 2010<br />
Caracterização do problema de Investigação<br />Diferentes Serviços<br />E como saber qual dos serviços trata do que prete...
Caracterização do problema de Investigação<br />Proposta: Ponto UA<br />Sistema Interactivo capaz de agregar a informação ...
O Problema de Investigação<br />A presente investigação contemplará o desenvolvimento do<br />Ponto Departamental, a imple...
Questões de Investigação<br />As principais questões de investigação, cujo desenvolvimento do ponto departamental e respec...
Finalidade e Objectivos<br />	A finalidade principal do projecto contempla o desenvolvimento de um Sistema Interactivo dep...
Enquadramento Teórico<br />Principais grandes áreas: <br />Sistemas Interactivos<br />	De forma sucinta, um Sistema Intera...
Enquadramento Teórico<br />Principais grandes áreas: <br />Interacção Humano-Computador (IHC)<br />	A IHC consiste, essenc...
Enquadramento Teórico<br />Principais grandes áreas: <br />Usabilidade<br />	À inexistência de uma definição concreta (e c...
Enquadramento Teórico<br />Principais grandes áreas: <br />Interacção em espaços públicos<br />	Apesar de os espaços públi...
Modelo de Análise<br />Identificaram-se 2 conceitos principais na questão de investigação.<br />O primeiro diz respeito ao...
Modelo de Análise<br />DeCA | UA | 20 Janeiro 2010<br />
Cronograma<br />	O cronograma representa, de um modo geral, as principais tarefas inerentes à concepção e desenvolvimento ...
Metodologia: Abordagem e Procedimento<br />No que diz respeito à abordagem metodológica, foi escolhida a vertente explorat...
Metodologia: Participantes<br />Uma vez que o contexto do projecto se cinge à comunidade académica da Universidade de Avei...
Metodologia: Recolha de Dados<br />Assumindo que os dados recolhidos serão tratados qualitativamente, torna-se relevante a...
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Ponto UA: Modelos e Paradigmas de Interacção em Sistemas Interactivos Públicos

  1. 1. PontoUA: Modelos e Paradigmas de Interacção em Sistemas Interactivos Públicos<br />Plano de Investigação<br />Ricardo Magalhães | DeCA | UA 2010<br />
  2. 2. Caracterização do problema de Investigação<br />A informação na Universidade de Aveiro<br />A UA disponibiliza à comunidade académica um vasto leque de serviços e conteúdo informacional relacionado com o contexto académico.<br />Mas como pode ser obtida esta informação?<br /><ul><li>Nos balcões de atendimento,
  3. 3. Nos sítios Web,
  4. 4. Por correio electrónico,
  5. 5. Por contacto telefónico,
  6. 6. Na newsletter,
  7. 7. …</li></ul>DeCA | UA | 20 Janeiro 2010<br />
  8. 8. Caracterização do problema de Investigação<br />Diferentes Serviços<br />E como saber qual dos serviços trata do que pretendemos?<br />“Onde me dirijo para saber como pagar as propinas?”<br /> “Onde posso encontrar um mapa do campus?”<br /> “Que serviço trata das ementas da cantina? Onde as encontro?”<br /> A informação está descentralizada.<br />=<br />Diferentes edifícios;<br />Diferentes sítios Web;<br />Diferentes contactos;<br />DeCA | UA | 20 Janeiro 2010<br />
  9. 9. Caracterização do problema de Investigação<br />Proposta: Ponto UA<br />Sistema Interactivo capaz de agregar a informação mais relevante para o dia-a-dia da comunidade académica, actuando como um ponto de acesso central à informação.<br />Oferece informação geral sobre a instituição (serviços, recursos, eventos, horários, etc), assim como informação personalizada para cada utilizador.<br />Envolve a criação de diferentes tipos de Pontos Interactivos:<br />1) Ponto Central (destinado a utilizadores visitantes)<br />2) Pontos Departamentais (para utilizadores residentes)<br />3) Utilização Personalizada pelo utilizador (através do seu reconhecimento pessoal)<br />DeCA | UA | 20 Janeiro 2010<br />
  10. 10. O Problema de Investigação<br />A presente investigação contemplará o desenvolvimento do<br />Ponto Departamental, a implementar no DeCA.<br /> Focar-se-á, para além dos requisitos funcionais, na análise dos aspectos relativos à interacção do Sistema Interactivo:<br />Usabilidade, paradigmas de interacção, eficiência da Interface, comunicação humano-computador…<br /> … são determinantes na experiência final de utilização.<br /> O enfoque nesta perspectiva pretende garantir o máximo grau de eficácia, eficiência e satisfação de uso por parte do sistema final.<br /> Pretende-se testar e avaliar o sistema quanto à adequação dos seus aspectos interactivos ao seu contexto de utilização como SIEP.<br />DeCA | UA | 20 Janeiro 2010<br />
  11. 11. Questões de Investigação<br />As principais questões de investigação, cujo desenvolvimento do ponto departamental e respectiva avaliação ao nível da usabilidade pretendem atribuir respostas. <br />O modelo e paradigma de interacção do Sistema Interactivo vão ao encontro das necessidades de utilização da comunidade académica?<br />A interface do sistema está adaptada às funcionalidades do mesmo, tendo em conta o seu contexto de interacção em espaço público?<br />Do ponto de vista das componentes de interacção e funcionalidade, a experiência de utilização do SIEP é satisfatória?<br />Quais os princípios relativos ao design de interacção que são fundamentais à construção de um SIEP em contexto académico?<br />DeCA | UA | 20 Janeiro 2010<br />
  12. 12. Finalidade e Objectivos<br /> A finalidade principal do projecto contempla o desenvolvimento de um Sistema Interactivo departamental. Este sistema deverá permitir aos seus utilizadores a obtenção de informação relativa aos diferentes serviços disponibilizados pela instituição, desempenhando o papel de sistema agregador de informação.<br /> A implementação desta componente deverá permitir a ocorrência de uma fase de experimentação por parte dos utilizadores participantes.<br />Conceber e implementar a estrutura do Sistema Interactivo departamental;<br />Desenhar e construir uma interface do Sistema adaptada à sua estrutura;<br />Testar, com recurso a participantes, a eficácia do paradigma de interacção multitouch e da interface, face às funcionalidades do Sistema;<br />Avaliar, recorrendo aos resultados da fase de testes e à verificação das respectivas métricas de estudo, a eficiência das mesmas componentes descritas anteriormente.<br />DeCA | UA | 20 Janeiro 2010<br />
  13. 13. Enquadramento Teórico<br />Principais grandes áreas: <br />Sistemas Interactivos<br /> De forma sucinta, um Sistema Interactivo pode ser definido como um sistema que é baseado em informação computacional que permite, através da interacção por parte do utilizador, com uma interface necessariamente intuitiva, o desencadeamento de acções pré-determinadas para o seu utilizador.<br /> O contexto de utilização destes sistemas representa uma variável essencial na sua definição: neste estudo, será considerado o contexto de uso em espaços públicos.<br />{<br />Sistemas Interactivos<br />Interacção Humano-Computador<br />Usabilidade<br />Interacção em Espaços Públicos<br />DeCA | UA | 20 Janeiro 2010<br />
  14. 14. Enquadramento Teórico<br />Principais grandes áreas: <br />Interacção Humano-Computador (IHC)<br /> A IHC consiste, essencialmente, numa disciplina que diz respeito ao design, avaliação e implementação de sistemas de computação interactivos para utilização humana (Hewettetal, 1996).<br /> Do ponto de vista do estudo, é importante compreender a relação entre a IHC face à perspectiva comunicacional do sistema, isto é, as trocas de informação entre o utilizador e o sistema, mediadas por uma interface. O foco aqui está na comunicação e como esta possibilita um eficiente diálogo entre homem – máquina.<br />{<br />Sistemas Interactivos<br />Interacção Humano-Computador<br />Usabilidade<br />Interacção em Espaços Públicos<br />DeCA | UA | 20 Janeiro 2010<br />
  15. 15. Enquadramento Teórico<br />Principais grandes áreas: <br />Usabilidade<br /> À inexistência de uma definição concreta (e completa) deste termo, é possível afirmar que a sua noção remete sempre para uma avaliação da qualidade da experiência por parte do utilizador enquanto este interage com um sistema (Nielsen etal, 1994).<br /> Apesar de alguma variância quanto aos seus métodos de acção, a usabilidade divide-se em 3 perspectivas essenciais: a avaliação centrada no produto/sistema (referente aos atributos ergonómicos), a avaliação centrada no utilizador e a avaliação centrada nas performances gerais do produto/sistema. Eficácia, eficiência e satisfação são métricas frequentes neste processo de avaliação.<br />{<br />Sistemas Interactivos<br />Interacção Humano-Computador<br />Usabilidade<br />Interacção em Espaços Públicos<br />
  16. 16. Enquadramento Teórico<br />Principais grandes áreas: <br />Interacção em espaços públicos<br /> Apesar de os espaços públicos não serem a representação mais óbvia face aos contextos de interacção, tipicamente associados a ambientes fechados (passíveis de serem controlados), é notório um consumo crescente de informação nestes espaços, em parte devido às tecnologias móveis e wi-fi. <br />Para promover a interacção tecnológica nestes espaços, é necessário compreender as limitações inerentes ao grau de controlo que um utilizador possui neste contexto, assim como este afecta a privacidade do utilizador. <br /> A tecnologia deverá assim modelar as regras de comportamento nestes espaços, ao mesmo tempo que responde às motivações e necessidades pessoais dos utilizadores com o seu uso. (Erikssonetal, 2007)<br />{<br />Sistemas Interactivos<br />Interacção Humano-Computador<br />Usabilidade<br />Interacção em Espaços Públicos<br />
  17. 17. Modelo de Análise<br />Identificaram-se 2 conceitos principais na questão de investigação.<br />O primeiro diz respeito ao Sistema Interactivo em Espaço Público (SIEP) como instalação, isto é, na sua vertente de implementação.<br />DeCA | UA | 20 Janeiro 2010<br />
  18. 18. Modelo de Análise<br />DeCA | UA | 20 Janeiro 2010<br />
  19. 19. Cronograma<br /> O cronograma representa, de um modo geral, as principais tarefas inerentes à concepção e desenvolvimento do produto, assim como a sua avaliação e redacção da dissertação. A primeira semana de Junho reserva-se para eventuais ajustes finais que se revelem necessários.<br />Fase de Investigação: de 01-10-2009 a 16-01-2010<br />Conceptualização Ponto UA: de 20-01-2010 a 28-01-2010<br />Definição Requisitos de Sistema: 20-01-2010 a 16-02-2010<br />Fase de Desenvolvimento: 01-02-2010 a 19-04-2010<br />Fase de Testes: 20-04-2010 a 30-04-2010<br />DeCA | UA | 20 Janeiro 2010<br />
  20. 20. Metodologia: Abordagem e Procedimento<br />No que diz respeito à abordagem metodológica, foi escolhida a vertente exploratória:<br /> O tema subjacente a esta investigação é apresentado sob uma perspectiva geral, através da consideração de estudos relacionados com as diversas áreas inerentes ao projecto, fundamentados essencialmente através da revisão bibliográfica de outros autores.<br /> Quanto ao procedimento metodológico, foi considerado o estudo de caso:<br />O estudo a efectuar contempla apenas um caso (contexto) de aplicação, de modo a permitir o seu conhecimento em detalhe. Desta forma, a investigação em causa poderá compreender de forma mais eficaz o seu domínio de aplicação, embora impedindo-a de extrapolar dados que se possam generalizar a outros contextos.<br />DeCA | UA | 20 Janeiro 2010<br />
  21. 21. Metodologia: Participantes<br />Uma vez que o contexto do projecto se cinge à comunidade académica da Universidade de Aveiro, em particular o DeCA, os participantes do estudo deverão representar este universo.<br />Devido a este factor, verificar-se-á uma selecção de uma amostra não-probabilística por conveniência.<br />Segundo Jacob (1994), a avaliação da usabilidade do sistema não exige um grande número de participantes, dado que os primeiro cinco serão capazes de identificar os principais problemas.<br />No entanto, dado que os objectivos da investigação não se limitam apenas à usabilidade da interface, a amostra deverá ser o mais representativa possível, almejando para um mínimo realista de 10 participantes.<br />DeCA | UA | 20 Janeiro 2010<br />
  22. 22. Metodologia: Recolha de Dados<br />Assumindo que os dados recolhidos serão tratados qualitativamente, torna-se relevante a definição de parâmetros de análise para minimizar a sua subjectividade. A análise das acções dos utilizadores será avaliada segundo métricas pré-definidas; <br />Para cada utilizador, serão registadas as métricas provenientes da execução das suas tarefas com o sistema, onde se incluem o número de tentativas, erros, tempo gasto, tempo de hesitação, e outras ainda por definir.<br />Numa fase posterior, os mesmos participantes serão convidados a responder a um questionário referente à sua sessão de experimentação. Este permitirá traçar um perfil de literacia tecnológica sobre o utilizador, compreender as suas emoções quanto à interacção com o sistema, assim como a descrição de dificuldades no uso do sistema.<br />DeCA | UA | 20 Janeiro 2010<br />
  23. 23. Metodologia: Instrumentos <br />Os métodos de recolha de dados considerados dizem respeito essencialmente a dois momentos:<br />Durante a fase de testes com os utilizadores, cada sessão de interacção será gravada em vídeo de modo a permitir uma análise detalhada e sem constrangimento temporal da acção dos utilizadores. <br />Para as sessões de teste, será fornecida uma lista de tarefas a cada utilizador de modo a realizarem acções pré-determinadas no sistema.<br />Após a fase de testes, será aplicado um questionário relativo à sessão do utilizador. O principal motivo da utilização destes questionários diz respeito ao complemento informacional relativo a problemas, dificuldades ou sugestões dos participantes que estes são capazes de providenciar directamente. (Abras, Krichmar e Preece, 2004). <br />DeCA | UA | 20 Janeiro 2010<br />
  24. 24. Plano de Contingência<br />Existem essencialmente duas áreas críticas que se revelam como mais vulneráveis a falhas de recursos temporais.<br /> A primeira área diz respeito ao desenvolvimento e implementação do paradigma de interacção do sistema, o hardware multitouch.<br /> A segunda relaciona-se com a fase de testes de utilização junto dos participantes seleccionados e respectiva recolha de dados. <br /> No caso da tecnologia multitouch, a implementação desta terá que ser efectuada em paralelo com a criação do próprio software inerente do sistema. Caso se revele tecnologicamente inviável, o plano de contingência para este ponto passa então pela adaptação do sistema interactivo a um terminal que recorra aos métodos tradicionais de interacção, tipicamente mediados por rato/teclado.<br />DeCA | UA | 20 Janeiro 2010<br />
  25. 25. Plano de Contingência<br />No caso da fase de testes com os utilizadores, esta estará eventualmente relacionada com eventuais deslizes no desenvolvimento do projecto, que possam comprometer o tempo disponível para dedicar a esta fase.<br />Estando a selecção de participantes limitada à sua disponibilidade, no caso de eventuais deslizes no cronograma de desenvolvimento do projecto o tempo estará também limitado à análise aprofundada de apenas alguns participantes. <br />O plano de contingência referente a este processo passa pela eventual selecção de uma amostra de participantes cuja disponibilidade seja mais garantida nas datas de teste designadas, com a possibilidade de diminuição de participantes consoante a disponibilidade temporal verificada.<br />DeCA | UA | 20 Janeiro 2010<br />
  26. 26. Resultados Esperados<br />Estão contemplados dois níveis diferentes de resultados esperados:<br />A um nível de perspectiva global, espera-se obter um protótipo funcional de um Sistema Interactivo, implementado no Campus da Universidade de Aveiro, capaz de providenciar aos seus utilizadores informações relativas aos diversos serviços da instituição.<br />Os resultados focalizados nesta investigação, por sua vez, dizem respeito ao estudo de comportamento do protótipo do sistema quanto às suas componentes relacionadas com a interacção e métodos de manipulação da informação. <br />Com base nas sessões de teste com participantes, esperam-se obter dados que permitam verificar se os princípios de design, interacção e interactividade, bem como a aplicação do paradigma multitouch, são eficientes tendo em conta os propósitos do sistema e expectativas dos utilizadores, e principalmente, o contexto de utilização do SIEP.<br />DeCA | UA | 20 Janeiro 2010<br />
  27. 27. Bibliografia<br />Abras, C., Maloney-Krichmar, D., & Preece, J. (Eds.). (2004) Encyclopedia of Human-Computer Interaction. Thousand Oaks: Sage Publications.<br />Hewett, B., Card,C., Gasen, M., Perlman, S. & Verplank. (1996). ACM SIGCHI Curricula for Human-Computer Interaction. Chap. 2: Human Computer Interaction. Disponívelemhttp://old.sigchi.org/cdg/cdg2.html<br />Jacob, R.J. K. (1994). New Human-Computer Interaction Techniques. Human-Machine Communication for Educational Systems Design, M.D. Brouver-Janse and T.L. Harrington, Springer-Verlag, p. 131-138. Recolhido a 28 de Novembro de 2009 em http://citeseerx.ist.psu.edu/viewdoc/download?doi=10.1.1.17.6543&rep=rep1&type=pdf<br />Nielsen, R.J. K. (1994). New Human-Computer Interaction Techniques. Human-Machine Communication for Educational Systems Design, M.D. Brouver-Janse and T.L. Harrington, Springer-Verlag, p. 131-138. Recolhido a 28 de Novembro de 2009 em http://citeseerx.ist.psu.edu/viewdoc/download?doi=10.1.1.17.6543&rep=rep1&type=pdf<br />Shneiderman, B. (1998). Designing the user interface: Strategies for effective human-computer interaction (3ª ed.). Addison-Wesley.<br />DeCA | UA | 20 Janeiro 2010<br />

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