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  1. 1. Voltamos então com o assunto: O “Despertamento” das Faculdades Mediúnicas.
  2. 2. Sintonia... “– Somando-se a esses desatinos de comportamento moral e psicológico – prosseguiu o nobre Mentor – advertimo-lo que os Mensageiros que o amparam têm encontrado dificuldades para manter o contato psíquico, porque os seus centros de captação mediúnica estão sintonizados com as faixas de baixa freqüência que decorrem das suas aspirações ocupadas por ativistas infelizes.” “A mente do médium deve sempre estar vinculada aos ideais de enobrecimento, impedindo, desse modo, a interferência dos Espíritos vulgares, que se comprazem na ilusão, estimulando conduta equivocada, para mais estreitarem a comunhão psíquica com aqueles que os albergam no mundo íntimo.” “Nunca faltam recursos preciosos para a preservação da saúde interior, tais: a oração, as leituras edificantes, o trabalho de socorro fraternal, tanto quanto o social que diz respeito aos valores existenciais, a meditação, o espairecimento sadio, a conversação edificante, o intercâmbio de pensamentos elevados...” “Somente dessa forma, é possível preservar o psiquismo das incursões desastrosas, propiciadas pelos servidores das paixões subalternas.” Página 261. FIM
  3. 3. “... Todos os seres vivos respiram na onda de psiquismo dinâmico que lhes é peculiar, dentro das dimensões que lhe são características ou na freqüência que lhes é própria.” “... a mente permanece na base de todos os fenômenos mediúnicos.” “Em mediunidade, portanto, não podemos olvidar o problema da sintonia. Atraímos os Espíritos que se afinam conosco, tanto quanto somos por eles atraídos: e se é verdade que cada um de nós somente pode dar conforme o que tem, é indiscutível que cada um recebe de acordo com aquilo que dá.” “... cada criatura humana vive no céu ou no inferno que edificou para si mesmo, nas reentrâncias do coração e da consciência, independentemente do corpo físico,...” “Elevemos nosso padrão de conhecimento pelo estudo bem conduzido e apuremos a qualidade de nossa emoção pelo exercício constante das virtudes superiores, se nos propomos recolher a mensagem das Grandes Almas.” O Instrutor Albério nos diz: FIM
  4. 4. “Despertamento” das Faculdades Mediúnicas Embora sejam situações desagradáveis (como taquicardia, ou, coração pulsando mais rápido, ansiedades injustificadas, enjôos, etc.) não há como mudá-las de imediato. O treino e adestramento mediúnico é que conferirão ao praticante o controle orgânico-mental sobre essa nova modalidade funcional. Só assim desaparecem os sintomas referidos. E “Quanto tempo isso pode demorar ?” Não há tempo padrão. Depende, variavelmente, de pessoa a pessoa, pois como ficou expresso acima, esse despertamento está diretamente relacionado à evolução do indivíduo, e evolução implica nas causas que deram motivo à encarnação que ele se encontra. Trocando de palavras: depende do que veio fazer nesta encarnação, e de sua disposição por atender seus encargos reencarnatórios. Sintonia Boa Sintonia Ruim
  5. 5. “Despertamento” das Faculdades Mediúnicas P l a n o F í s i c o Médium P l a n o A s t r a l P l a n o M e n t a l Mentor – Guia Mestre Uma criatura vivente no plano Mental tem a freqüência de pensamentos mais intensa que uma outra vivente no plano Astral. Isto é, maior número de ondas, vibrações, no mesmo espaço de tempo. É isso que vemos na figura em questão. E a freqüência mental dos humanos, as nossas, por sua vez, está em inferioridade à dos habitantes do Astral.
  6. 6. “Despertamento” das Faculdades Mediúnicas P l a n o F í s i c o Médium P l a n o A s t r a l P l a n o M e n t a l Mentor – Guia Mestre Freqüência C Lenta Freqüência B Veloz Freqüência A Velocíssima Recapitulando: no plano Mental as freqüências são velocíssimas, no Astral são velozes e no Físico são lentas. Devido a essas diferenças, e pelo fato de estar encarnada, uma pessoa da Terra terá de adaptar a forma de conduzir o pensamento para conseguir entrar em RESSONÂNCIA com as mentes viventes no plano Mental.
  7. 7. “Despertamento” das Faculdades Mediúnicas P l a n o F í s i c o Médium P l a n o A s t r a l P l a n o M e n t a l Mentor – Guia Mestre Freqüência C Lenta Freqüência B Veloz Freqüência A Velocíssima Entrar em ressonância, como já abordamos em sintonia, significa fazer com que sua onda mental tenha a mesma freqüência vibratória daquela com que se deseja entrar em contato. É isto que vemos na figura abaixo. Apesar das diferenças na origem, o humano da Terra, elevando sua vibração, conseguiu igualá-la com as do habitante do plano Mental. Realizar tal intento é resultado de um processo demorado, lento, do qual muitos desistem a meio caminho.
  8. 8. “Despertamento” das Faculdades Mediúnicas P l a n o F í s i c o Médium P l a n o A s t r a l P l a n o M e n t a l Mentor – Guia Mestre Freqüência C Lenta Freqüência B Veloz Freqüência A Velocíssima As razões das desistências têm origem na maneira de viver. Geralmente muita agitação, inconformismo e desregramentos. Os ingredientes perfeitos para desequilibrar qualquer pessoa que deles faça seu objetivo de vida. Uma vez submetida a esta sistemática, a pessoa perde o contato com as mentes superiores, mantendo-se ligada apenas com as iguais à sua, existentes nos planos Físico e Astral. Igualmente agitadas e confusas.
  9. 9. “Ressonância Mental” “O corpo mental é muito ou pouco refinado, na medida do grau de desenvolvimento intelectual e moral. Ao pensar, o Eu (Espírito) imprime vibração específica no campo ou estrutura mental, com o estado vibratório propagando-se em todas as direções — como, aliás, acontece com fenômenos de que se ocupa a Física. Ao receber essa energia com onda de comprimento fixo, todos os campos ou estruturas (corpos) mentais que estiverem na mesma freqüência, ou em harmonia com ela, entram em ressonância vibratória.” “Se o pensamento for de natureza elevada, os seres afinados vibrarão nessa nota tônica, reforçando a onda inicial. Com pensamentos maléficos ou de baixo nível moral acontece o mesmo. É fácil, por isso, compreender a importância de se manter a tão decantada higiene mental e os bons pensamentos, a pureza de coração recomendada por Mestres, iniciados e espíritos evoluídos de todas as eras. Vivemos atolados em ambiente de baixo nível vibratório, onde predominam emanações passionais e interesses materiais rasteiros, imediatistas: um oceano de baixas freqüências. Se cultivarmos pensamentos e atitudes de elevado padrão moral, essas emanações inferiores não nos atingirão. Mas se procedermos de modo inverso, estaremos sintonizando essas faixas negativas, rebaixando nosso tônus vibratório mental e, em conseqüência, afundando em processo de inferiorização que implica sofrimento, conflitos e doenças.” Página 76 e 77. FIM
  10. 10. Desenvolvimento Mediúnico Médium Desequilibrado (Obsediado) “– E se ele desenvolver a mediunidade. Como alguns aconselham, será que os problemas (processo obsessivo) passarão?” “– Esse conselho é muito utilizado por pessoas que não têm o conhecimento estruturado em bases eminentemente kardecistas, embora em muitos centros ditos espíritas vejamos constantemente alguns dirigentes induzirem certas pessoas portadoras de determinados desequilíbrios a desenvolverem a mediunidade. Mas todo o cuidado é pouco. Nesses casos a prudência aconselha que se faça um tratamento espiritual, com a afirmação de valores morais sólidos, a fim de que o companheiro possa se fortalecer espiritualmente.” “É preciso se reequilibrar, para depois se atender ao compromisso assumido na área mediúnica, se é que ele realmente existe.” “Não se deve desenvolver algo que está enfermo.” “É um irmão espiritualmente enfermo, e sua mediunidade guarda a característica de ser atormentada por espíritos que querem se vingar de um passado em que tiveram experiências em comum.” Pág. 73 e 74. FIM
  11. 11. “(...) passou por nós uma ambulância, em marcha vagarosa, sirenando forte para abrir caminho.” “A frente, ao lado do condutor (do motorista), sentava-se um homem de grisalhos cabelos a lhe emoldurarem a fisionomia simpática e preocupada. Junto dele, porém, abraçando-o com naturalidade e doçura, uma entidade em roupagem lirial lhe envolvia a cabeça em suaves e calmantes irradiações de prateada luz.” “(...) quem será aquele homem tão bem acompanhado?” “– Nem tudo é energia viciada no caminho comum (esclareceu o mentor). Deve ser um médico em alguma tarefa salvacionista.” “(...) Deve ser, antes de tudo, um profissional humanitário e generoso que por seus hábitos de ajudar ao próximo se fez credor do auxílio que recebe. Não lhe bastariam os títulos de espírita e de médico para reter a influência benéfica de que se faz acompanhar. Para acomodar-se tão harmoniosamente com a entidade que o assiste, precisa possuir uma boa consciência e um coração que irradie paz e fraternidade.” “– É “médium” de abençoados valores humanos, mormente no socorro aos enfermos, no qual “incorpora” as correntes mentais dos gênios do bem, consagrados ao amor pelos sofredores da Terra.” FIM
  12. 12. “Despertamento” das Faculdades Mediúnicas Portanto, quem desejar reverter o fluxo desses acontecimentos terá que empreender uma luta gigantesca CONSIGO MESMO. Um trabalho de desbravamento. Esse desbravamento inicia-se pela meditação. Recolhido em si mesmo, evitando o vício das preces decoradas e repetitivas, permitir que sua consciência, espontaneamente, mude o fluxo dos pensamentos, enveredando-se pelo livre diálogo com possíveis mentes que o escutem. Inicialmente, como representado na figura abaixo a mente da pessoa vai se comportar como um cavalo selvagem que, pela primeira vez sente o uso do freio. O hábito de sua mente tem sido o de estar atenta só aos acontecimentos exteriores. A cada instante sendo impelida a novas sensações.
  13. 13. Aquietar uma mente dessas condições exigirá o esforço de um domador, pois tal como o animal acostumado à inteira liberdade de correr solto pelos campos, no primeiro instante que se vê conduzido, rebela-se e tenta soltar-se das rédeas. Entretanto, se o domador for enérgico e persistente, conseguirá domesticar o cavalo selvagem. Torná-lo dócil, como já o vemos no segundo quadro da figura abaixo. “Despertamento” das Faculdades Mediúnicas Antes Depois
  14. 14. “Despertamento” das Faculdades Mediúnicas Assim, também, terá de ser a ação do médium. Enérgica e persistente. Um pouco a cada dia, porém sem faltar ao treinamento. E, quando menos esperar, verá sua atividade mental inteiramente dócil, mantendo-se fixa por longo tempo em um só pensamento. Quando nesse ponto, e com a mente ocupada por objetivos de proveito elevado, estará o médium apto à ressonância com os Maiores. Por conseqüência, harmonizado. Deste ponto em diante, o ato mediúnico, apesar dos percalços e das incompreensões alheias que o ferem, será para ele uma doce alegria de servir. Sentir-se-á vivamente associado a mentores de elevado nível.
  15. 15. Educação Mediúnica “(...) o período inicial de educação mediúnica sempre se dá sob ações tormentosas. O médium, geralmente, é Espírito endividado em si mesmo, com vasta cópia de compromisso a resgatar, quanto a desdobrar, trazendo matrizes que facultam o acoplamento de mentes perniciosas do além-túmulo, que o impelem ao trabalho de autoburila- mento, quanto ao exercício da caridade, da paciência e do amor para com os mesmos.” “Além disso, em considerando os seus débitos, vincula-se aos cobradores que o não querem perder de vista, sitiando-lhe a casa mental, afligindo-o com o recurso de um campo precioso e vasto, qual é a percepção mediúnica, tentando impedir-lhe o crescimento espiritual, mediante o qual lograria libertar-se do jugo infeliz. Criam armadilhas, situações difíceis, predispõem mal aquele que os sofrem, cercam-no de incompreensões, porque vivem em diferente faixa vibratória, peculiar, diversa aos que não possuem disposições medianímicas.” “É um calvário abençoado a fase inicial do exercício e desdobramento da mediunidade. Outrossim, esse é o meio de ampliar, desenvolver o treinamento do sensitivo, que aprende a discernir o tom psíquico dos que o acompanham, em espírito, tomando conhecimento das leis dos fluidos e armando-se de resistência para combater as más inclinações que são os ímãs a atrair os que se encontram em estado de Erraticidade inferior.” Página 202 a 204. FIM
  16. 16. Educação Mediúnica “Ninguém, no campo da mediunidade nobre, que não experimente esse período de testemunhos silenciosos, em que a oração, o estudo e a meditação fazem-se indispensáveis para resguardar o iniciante, ao mesmo tempo pela ação do bem com que se faz respeitado, inclusive, pelos seus adversários ocultos.” “Nessa fase, aprende a preservar o silêncio, a discrição, controlando os ímpetos e estados da alma, de modo a manter a linha do próprio equilíbrio sem as oscilações e variações de humor que tipificam estado de obsessão simples. Tão habitual se lhe tornará a disciplina no comportamento, que superará as agressões mais fortes, como não se deixará conhecer quando nos momentos de maior efusão de bênçãos. Certamente que, numa ou noutra situação, terá expressões faciais, emocionais diversas, mas não a ponto de viver ou apresentar-se incorporado, em estado de transe fora das horas e das tarefas que assim o exijam.” “O exercício da mediunidade requer atenção e disciplina íntima, perseverança e assiduidade no exercício, estudo cuidadoso da Doutrina, da faculdade e de si mesmo, a fim de alcançar as finalidades superiores a que a mesma se destina.” Página 202 a 204. FIM
  17. 17. Educação Mediúnica “Quem assim não proceda, poderá ser, vez que outra, instrumento de comunicações salutares, por necessidades de emergência, todavia, a Espírito responsável algum, apraz lidar com médiuns levianos, indiscipli- nados e vulgares, como é fácil de compreender-se.” “Qualquer médium que fuja do estudo e do exercício correto das suas faculdades medianímicas, por mais empáfia com que se apresente, encontra-se em período de obsessão, sob comando equívoco... Permanece-lhe, quiçá, a mediunidade para o seu e o escarmento dos que afinem com tal disposição, no entanto, sob comando maléfico ou simplesmente alienado...” Página 202 a 204. FIM
  18. 18. “Quando o médium se evidencia no serviço do bem, pela boa-vontade, pelo estudo e pela compreensão das responsabilidades de que se encontra investido, recebe apoio mais imediato de amigo espiritual experiente e sábio, que passa a guiar-lhe a peregrinação na Terra, governando-lhe as forças.” FIM
  19. 19. “(...) a dor é o grande ministro da Justiça Divina. Vivemos a nossa grande batalha de evolução. Quem foge ao trabalho sacrificial da frente, encontra a dor pela retaguarda. O Espírito pode confiar-se à inação (falta de ação), mobilizando delituosamente a vontade, contudo, lá vem um dia a tormenta, compelindo-o a agitar-se e a mover-se para entender os impositivos do progresso com mais segurança. Não adianta fugir da eternidade, porque o tempo, benfeitor do trabalho, é também o verdugo da inércia.” FIM
  20. 20. “Mediunidade bem exercida...” "Sob outro aspecto, a mediunidade bem exercida faculta ao seu possuidor momentos de incomparável beleza e ventura, contatos espirituais insuperáveis, facultando a conquista de afeições duradouras e abençoadas, que se lhes tornam enriquecimento especial para os dias do futuro imortal.” “Ao mesmo tempo, como existem aqueles que criam dificuldades e sombreiam as horas do medianeiro com dores excruciantes, produzindo dificuldade de todo teor, aproximam-se também criaturas de elevada estatura moral, que o cercam de bondade e legítima afetividade, envolvendo-o em orações de reconforto moral e ânimo, a fim de que seja vitorioso no ministério desafiador.” “Não são poucos esses amigos ideais do servidor de Jesus na mediunidade dignificada, que estão sempre próximos para o ajudar sem qualquer interesse de retribuição, tocados pelos seus exemplos de fé e de coragem, de dedicação e de trabalho.” Página 192. FIM
  21. 21. “A Doutrina dos Imortais faz a proposta do autoconhecimento, para que o homem possa mergulhar na sua própria intimidade, autodescobrindo-se, e, de posse desse conhecimento de sua própria situação, da realidade de sua própria vida, poder reeducar seus impulsos, com conhecimento de causa, promovendo o reajustamento e o redirecionamento de suas energias, a revisão de seus valores, baseado em fatores reais, conquistas graduais e realizações corretamente orientadas, evitando cair nos despenhadeiros dos desajustes psicológicos ou emocionais, que caracterizam muitos que se enganam com fórmulas santificacionistas inúteis. Página 115. FIM
  22. 22. Capítulo 28 Mediunidade e Mediunismo Para que o ser entre em contato com inteligências extrafísicas há que modificar o seu padrão vibracional. Somente em estado diferenciado daquele observado na vigília física ordinária será possível ao sensitivo perceber os elementos, paisagens ou habitantes de outras dimensões. Isso ocorre porque o corpo físico e o cérebro humanos funcionam como poderoso campo inibidor, que amortece as energias psíquicas. Esse aparato impede que, em estado de consciência ordinário, o homem esteja permanentemente conectado ao mundo extrafísico. Torna-se imperativo, portanto, o adestramento das faculdades psíquicas, que visa capacitar o sensitivo a alcançar estados alterados de consciência e, dessa forma, perceber os fluidos, as energias, as vibrações e os pensamentos que povoam o mundo espiritual. Para estabelecer contato mais ou menos duradouro com o plano extracorpóreo, o psicossoma e os demais corpos energéticos aceleram suas vibrações, a fim de escapar à característica lenta do corpo humano e, assim, acessar outras consciências, que operam além dos limites da matéria. As sensações vibracionais próprias do chamado transe mediúnico são inconfundíveis. CONTINUA
  23. 23. Capítulo 28 Mediunidade e Mediunismo O estudo de suas peculiaridades poderia favorecer os pesquisadores sérios, capacitando-os a detectar e compreender com clareza quando há ou não fundo mediúnico ou anímico. A conscientização desses aspectos será de grande utilidade para que meus irmãos não se vejam vítimas de "achismos“ e modismos, tão a contento de pessoas pretensamente espiritualizadas e de pseudomédiuns. O estado vibracional que propicia o transe mediúnico e o conseqüente intercâmbio entre as consciências físicas e extrafísicas advém de um ponto essencial: a intensificação do desprendimento e da expansão do psicos- soma e do duplo etérico. Alguns estados vibracionais são produzidos pelas inteligências desencarnadas, que atuam di- retamente nos chacras de seus médiuns, auxiliando o desprendimento energético e a expan- são da consciência. Todavia, tais estados podem ser comandados pela vontade, ocasião em que se observa o pul- sar de ondas internas de vibrações expansivas e indolores, cuja freqüência e intensidade são direcionadas pelos benfeitores da vida maior junto aos sensitivos. A resposta energética dos médiuns ao comando superior extrafísico pode ser denominada freqüência de ressonância. Esse processo é variável em diferentes médiuns, embora facilmente constatado e, portanto, inconfundível. CONTINUA
  24. 24. Capítulo 28 Mediunidade e Mediunismo Dependendo da faculdade a ser trabalhada, a freqüência de ressonância poderá variar, ocorrendo desde uma sensação íntima e sutil até ruídos intracranianos, bem como estímulos visuais e auditivos. Mas atenção: estados vibracionais podem ser provocados devido à influên- cia de fatores emocionais, que produzem artificialmente certas sensações. Cautela e experiência impedirão que tais sintomas sejam confundidos com o início do transe mediúnico. O período de educação e de conhecimento da faculdade mediúnica que eclode nos sensitivos é de extrema relevância, a fim de que não se com- fundam certos fenômenos de origem física com aqueles de ordem psíquica e espiritual. Em circunstância diversa, são os fenômenos anímico-mediúnicos que de fato ocorrem, tanto na clarividência comum quanto em outros contatos e conexões extrafísicas que o sensitivo experimenta, transcendendo os limites do campo físico. Eis algumas delas: E mais adiante... * Vidências além do tempo e do espaço. * Imagens de paisagens. * Imagens de pessoas conhecidas ou desconhecidas. * Psicografia mecânica ou semimecânica (não catalogamos neste trabalho as manifestações da psicografia intuitiva, por ser um fenômeno muito facilmente confundido com elementos anímicos). * Ectoplasmias e materializações. FIM
  25. 25. Veremos a seguir: O Fenômeno da Incorporação. Périclis Roberto pericliscb@hotmail.com http://vivenciasespiritualismo.net/index.htm Luiz Antonio Brasil

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