Clipping do Varejo 22082011

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Clipping do Varejo 22082011

  1. 1. ing do VarejoClipp
  2. 2. Caros Leitores Caros Leitores, A Roda do Varejo é uma antiga teoria do Prof. M.P. McNair publicada em 1958 e esclarece como as empresas varejistas conseguem entrar e se firmar no mercado. A hipótese do modelo sustenta que novos varejistas ou novos formatos de varejo encontram espaço dentre seus rivais por meio de práticas baseadas em padrões operacionais mais simples, margens e preços baixos. Ao crescerem e progredirem acabam agregando custos em troca de melhores serviços e se equiparam `aqueles concorrentes que antes superavam em preço, perdendo entretanto competitividade. As notícias de hoje mostram que o formato atacarejo vem ocupando espaço dos hipermercados. Estes, há 40 anos surgiam, como surgiram há uma década os atacarejos, mas com o tempo, perderam competitividadeRicardo Pastore, Prof. Msc pois tornaram-se lojas luxuosas e sem foco em preço baixo. Os serviços agregados não tiveram valor percebido por parte dos clientes e o formatoCoordenador do Núcleo de naturalmente declinou, conforme previsto no teoria do Prof. McNair deEstudos do Varejo - ESPM 1958! Se os atacarejos descuidarem, entrarão na roda do varejo e daqui alguns anos sofrerão os mesmos efeitos vividos pelos hipers. Boa leitura! Abraços,
  3. 3. Super & HiperAtAcAdão já representA 50% dAs vendAs do cArrefourO atacarejo também está perto de ser responsável por 75% do lucro da rede no Brasil. Issorepresenta uma mudança profunda no perfil da rede francesa conhecida globalmente por seushipermercados.Lars Olofsson, presidente mundial do Carrefour, disse ontem, 16/08, em visita ao Brasil, que suacompanhia se divide em duas no País: há os hipermercados e há o Atacadão. O primeiro formato,nas palavras dele, “não evolui” como gostaria. Já o segundo é classificado como “um ótimonegócio”, com taxa de crescimento superior a 20%. “Por isso, a cadeia de atacado vai ser mais emais importante nas nossas vendas”, destacou.No Brasil, o Carrefour já conta com 108 hipermercados e 49 supermercados de bairro. Sob abandeira Atacadão, possui 74 lojas. Até o fim deste ano, serão abertos 17 novos pontos da bandeira.Desse total, seis são antigas lojas Carrefour convertidas em atacarejo.Segundo Olofsson, outras quatro ou cinco lojas ainda devem passar pelo mesmo processo. “Estamosacelerando o crescimento nesse formato. No ano passado, abrimos 12 lojas do Atacadão”, diz.A experiência brasileira animou tanto os franceses que já teve início o processo de expansãointernacional da bandeira. Hoje, a rede tem quatro lojas na Colômbia e vai abrir a segunda naArgentina em novembro.(O Estado de S. Paulo – 17/08/2011)
  4. 4. Super & HipercArrefour demite 800 funcionários no pAísA varejista francesa Carrefour demitiu 800 funcionários desde o início de maio de 2011 até aúltima sexta-feira. Essa decisão foi motivada pela conversão de seis hipermercados em unidadesAtacadão, lojas de atacarejo do grupo. As conversões ocorreram em São Paulo, Rio de Janeiro, RioGrande do Sul e Goiás. O Atacadão, hoje o principal negócio da empresa no Brasil, tem um modelode operação despojado, sem muitos serviços, portanto, dispensa o uso intensivo de mão de obra.Para o presidente do Sindicato dos Comerciários de São Paulo, Ricardo Patah, o número de cortesdevem chegar a mil até a próxima semana e grande parte das demissões está sendo feita emcargos como operador de caixa e gerente. O sindicato pretende se reunir com a alta diretoria doCarrefour para tentar um acordo.O presidente mundial da varejista, Lars Olofsson, veio ao Brasil na semana passada para acalmaros ânimos e disse que os investimentos no país continuam, Olofsson também negou a eventualvenda da empresa para o Walmart.(Brasil Econômico - 22/08/2011)
  5. 5. Super & HiperApós três Anos, hipermercAdos retomAm crescimentoQuem apostou que os hipermercados brasileiros estavam com os dias contados, cometeu umerrou. Pelo menos é o que indica um levantamento realizado pela Abras (Associação Brasileira deSupermercados). Depois de três anos de queda nas vendas, o formato acumula alta nas vendas emtodo o primeiro semestre de 2011.Nos meses de maio e junho, os hiper cresceram 4,5% em relação ao mesmo terceiro bimestre doano anterior. A alta supera, inclusive, a média do setor de autosserviço, cujas vendas cresceram3,4% no mesmo período.Analistas atribuem a recuperação do formato a dois aspectos principais. Um deles é a maior buscapor preços melhores em um momento de alta na inflação e nos níveis de endividamento da população.A outra razão apontada são os investimentos em adequação e renovação do modelo no Brasil.No acumulado de janeiro a junho deste ano, o crescimento dos hipermercados foi de 3,5%, índicealinhado à expansão média de todos os cinco formatos de loja auditados pela Abras.Vale dizer que a comparação é feita com uma base baixa, já que nos primeiros seis meses de2010 os hipermercados registraram retração de vendas da ordem de 7%. No entanto, varejistase consultores confirmam o bom momento do formato. “Há uma maior abertura desse modelo deloja no Nordeste e no Centro-Oeste, que ainda dispõem de terrenos de grande metragem. E sãoexatamente essas as regiões que mais têm crescido no País”, afirma André Cywinski, sócio daTecnovarejo, consultoria que cria projetos para lojas do setor.(Valor Econômico – 22/08/2011)
  6. 6. Economiaem 10 Anos, pAgAmentos com cArtões vão superAr dinheiroAté 2021, as compras pagas com cartões no Brasil irão superar, em valor, os pagamentos comdinheiro. Essa é a estimativa da Boanerges & Cia., consultoria em varejo financeiro.Segundo Boanerges Ramos Freire, presidente da consultoria, até lá, 46% do consumo privado serápago com cartões de crédito, débito, de loja ou de rede, um índice que, em 2011, deverá alcançar27%. “Essa quase duplicação relativa dos recursos movimentados por esses meios de pagamentovai impactar positivamente a vida de todos que vivenciam este mercado, já que cria uma pressãopara seu aperfeiçoamento”, explica.Em 2011, o mercado nacional deve fechar com 648 milhões de plásticos em circulação, incluindocartões de rede, loja, débito e crédito. O volume de transações poderá chegar a 8,5 bilhões, sendoque 87% desse total será feito com cartões do tipo crédito e débito. Isso deve fazer o setor de“plásticos” movimentar cerca de R$ 680 bilhões.O avanço dos cartões de crédito já provoca mudanças no cenário brasileiro de meios de pagamento.De acordo com Freire, as transações com cheques, por exemplo, que representavam 34% em 2001,não chegam hoje a 5% e devem cair para 2% em 2021. “O cheque pré-datado, uma invençãotipicamente brasileira, já foi praticamente substituído pelo parcelamento sem juros no cartão decrédito”, ressalta Freire.(Supermercado Moderno – 16/08/2011)
  7. 7. Economiasolteiros do BrAsil têm potenciAl de consumo em torno de r$418 milhões, diz pesquisAOs solteiros no Brasil apresentam um potencial de consumo em torno de R$ 418 milhões. Destetotal, os jovens entre 18 e 24 anos da classe C são responsáveis por 46%. É o que indica umestudo realizado pela Bridge Research, na cidade de São Paulo, que levantou as características dogrupo, formado por 47,1 milhões de brasileiros. A pesquisa também verificou que 45% dos solteirospertencem às classes A e B, enquanto 44% são membros das camadas C e D.A renda média está em torno de R$ 3.506,00, e supera em aproximadamente 14% os ganhos doscasados com mais de 40 anos. Em relação ao nível de instrução, os solteiros também ultrapassamos casados, com um total de 81% possuindo ensino médio ou superior completo, contra 59% doscasados. Mais de um terço (38%) aceitam pagar mais caro por produtos originais e 30% afirmamque preferem adquirir itens de marcas que possuam um compromisso com valores socioambientais.O estudo verificou ainda que a maioria dos solteiros da capital paulista está na faixa etária acima de40 anos (43%), seguida pelo grupo entre 30 e 39 anos (25%) e pelos jovens de 18 a 24 anos (19%).Por último, está a faixa etária de 25 a 29 anos, com apenas 13%..(Supermercado Moderno – 30/05/2011)
  8. 8. EconomiavArejo cresce 8,8% com diA dos pAisO Serasa Experian divulgou nesta segunda-feira, 15/08, que as vendas que antecederam a semanado Dia dos Pais cresceram 8,8% em relação ao mesmo período de 2010. O crescimento foi maiordo que os 6,9% na comparação entre 2010 e 2009.Segundo o levantamento, as vendas no final de semana do Dia dos Pais também apresentaramcrescimento, com uma elevação de 7,2% na comparação com o final de semana de 6 a 8 de agostode 2010. O aumento foi ligeiramente inferior aos 7,7% registrados do final de semana do Dia dosPais do ano passado em comparação com o período em 2009.Análise da Serasa Experian mostra que o bom desempenho é reflexo do aumento da renda, dodesemprego ainda em patamares baixos e das facilidades de crédito. As promoções do varejo etambém os parcelamentos de produtos de menor valor agregado facilitaram a compra, principalmentepor parte dos consumidores mais endividados..(Pequenas Empresas e Grandes Negócios – 17/08/2011)
  9. 9. EconomiaperdAs no Autosserviço chegAm A 2,3% do fAturAmento em 2010Em valor o prejuízo foi de R$ 4,64 bilhões, segundo levantamento da FIA (Fundação Instituto deAdministração), ligado à Universidade de São Paulo. O índice de 2,3% superou o lucro médio dosetor, de 2,05% em 2010, conforme a pesquisa 40º Raking de Supermercados, de SM, publicadana revista de abril deste ano.De acordo com o estudo da FIA, os furtos respondem pela maior parcela das perdas (34,5%).Desse total, 19,5% são furtos praticados pelos clientes e 15%, por funcionários. Já as quebrasoperacionais responderam por 32,8% do prejuízo. Os 32,7% restantes são atribuídos a problemascom fornecedores e falhas administrativas.Dentro das quebras operacionais, o maior percentual coube aos produtos perecíveis, comolaticínios, frios, carnes, pães, frutas e verduras. No ano passado, os supermercados destinaram, emmédia, 0,6% do faturamento à prevenção de perdas, cerca de R$ 1,2 bi. O investimento, de acordocom o estudo da FIA, é concentrado nas grandes redes, que criaram departamentos dedicadosexclusivamente a combater o problema.A pesquisa também revela um avanço na capacidade dos supermercados identificarem as causasdas perdas. As ocorrências com motivos conhecidos, que eram 46,1% do total em 2008 e de 48,7%em 2009, chegaram a 49,5% no ano passado.(Valor Econômico – 17/08/2011)
  10. 10. Shopping CentermultiplAn prepArA desemBArque nA shopping iBirApuerA investe r$ 65região nordeste milhões em revitAlizAçãoO empresário José Isaac Peres prepara O Shopping Ibirapuera, em São Paulo,investimentos na região Nordeste. A Multiplan, investiu R$ 65 milhões em um amplo projetomaior empresa de shopping centers do país em de revitalização, que inclui a substituição devendas, vai construir o primeiro empreendimento pisos, forros, colunas, iluminação, sinalizaçãocom a bandeira BarraShopping na região. e reforma dos estacionamentos. Todo oAinda não está definido se o novo shopping trabalho será executado durante o período daserá aberto em Recife (PE) ou Salvador (BA). noite, sem interromper a operação comercial(Mercado & Consumo - 19/08/2011) do empreendimento. Os recursos financeiros vieram do próprio shopping, que apresentou em suas 435 lojas um crescimento de 11,8% nas vendas no Dia dos Pais, em relação ao mesmo período do ano passado. (Mercado & Consumo – 17/08/2011)
  11. 11. MercadoBoticário se tornA sócio de donA dAs mArcAs trifil e scAlAO Grupo Boticário comprou uma participação minoritária no Grupo Scalina, empresa de modaíntima que engloba a marca Trifil e a rede Scala.O valor e o percentual não foram revelados. A operação deve ser concluída em 30 dias.O presidente do Grupo Boticário, Artur Grynbaum, ressalta que a operação é o primeiro passoda empresa no segmento de moda. “A participação acionária contribui para a estratégia dediversificação dos negócios do grupo, que tem como objetivo ser reconhecido pela atuação nossetores de beleza e moda.”O grupo, criado em março de 2010, controla duas marcas de consumo atualmente: a rede defranquias de perfumaria e cosméticos O Boticário e a Eudora, lançada em fevereiro deste ano.Em agosto do ano passado, o Carlyle Group, segundo maior fundo de “private equity” (participaçãoem empresas) do mundo, fechou a compra do controle do grupo Scalina.(Folha.com - 19/05/2011)
  12. 12. MercadojBs tem prejuízo e decide investir menos em 2012No segundo trimestre do ano, a JBS, uma das maiores empresas de carnes do mundo, amargou umprejuízo de R$ 180,8 milhões. Em função disso, Wesley Batista, presidente-executivo da companhia,disse que os investimentos em 2012 ficarão abaixo dos cerca de R$ 1 bilhão deste ano.“O orçamento ainda não está definido, mas deve haver redução significativa dos níveis para opróximo ano, podendo cair para a casa dos R$ 500 milhões”, revelou em teleconferência comanalistas, feita ontem, 16/08.Esses investimentos são destinados a ampliação de unidades, melhorias de processos, modernizaçãoe manutenção. A JBS também espera uma melhora nos resultados da Pilgrim’s Pride, sua operaçãode aves nos EUA, a partir do quarto trimestre.De abril a junho, a JBS teve uma receita líquida de R$ 14,62 bilhões (alta de 3,6% sobre igualintervalo de 2010). Conforme a empresa, todas as unidades de negócios – espalhadas por Brasil,EUA, Austrália e Argentina – tiveram crescimento da receita no período, em moeda local, reflexo doaumento dos preços médios e da forte demanda nos países emergentes.(Valor Econômico – 17/08/11)
  13. 13. Mercadoetti e AssolAn continuAm sem comprAdoresA Hypermarcas ainda não conseguiu passar para frente as marcas Etti, de atomatados, e Assolan, deprodutos para limpeza. Ambas foram colocadas à venda em maio deste ano. Segundo informaçõesda companhia, ainda não existe nenhuma posição firme de negócio que possa ser anunciado nomercado. Apesar disso, a empresa garante que há boas perspetivas.Enquanto não negocia definitivamente as linhas, a companhia continua tocando normalmente essesnegócios. “Eles estão indo muito bem. No final do ano passado, fizemos algumas mudanças paraaumentar as vendas desses produtos que hoje estão surtindo efeito”, disse Martim Prado Mattos,diretor de relações com investidores, nesta segunda-feira (15/8), em teleconferência com analistas.De acordo com notícias publicadas pela imprensa ontem, a JBS estaria interessada em comprara marca Assolan, bem como a Assim, a fim de tornar sua divisão de higiene e limpeza, a Flora, amaior do segmento no País.(Portal Exame – 28/08/11)
  14. 14. E-CommercefrAncesA sephorA reforçA estrAtégiA de m-commerceA rede francesa de cosméticos Sephora, pertencente ao grupo LVMH, colocou no mercado umaplicativo para iPad que permite aos clientes comprar produtos em uma espécie de catálogoeletrônico que apresenta não apenas o sortimento da marca, como também informações de belezae os feeds mais recentes dos canais da empresa no Facebook, YouTube e Twitter. O aplicativo,disponível para download gratuito no iTunes, também conta com um catálogo de verão, disponívelapenas para iPad.(Mercado & Consumo - 19/08/2011)
  15. 15. InternacionalmAcy’s extends qr code fAshion video effortAs seasons change and people begin to think about fall fashion trends, Macy’s is expanding anexisting in-store experience and, in turn, hopes its customers continue using their mobile devices toaccess video content while they shop.Originally launched in February 2011 for its spring collections, Macy’s Backstage Pass QR codeprogram now includes additional videos for the fall season featuring celebrity designers KennethCole, Sean “Diddy” Combs, Tommy Hilfiger, Michael Kors, Rachel Roy, Jessica Simpson, andMartha Stewart. The idea behind the campaign is to help customers “put it all together to assist inunderstanding and navigating seasonal trends,” according to Macy’s.In order to access this content in-store, customers must spot a QR code display, and scan the codewith a mobile device to view an approximately 30-second video on their phones. Content is focusedon Macy’s Home, Men’s, Young Contemporary and Cosmetics departments. A Macy’s spokespersonsaid the retailer saw these particular areas expanding and wanted to add more informative videos.Now these categories have “over two dozen” videos.See more in here.(ClickZ - 18/08/2011)
  16. 16. Marca PrópriamArcAs própriAs já representAm 4,6% dAs vendAs do vArejoO dado é de uma pesquisa da Nielsen sobre o varejo mundial. O período avaliado vai de janeiro aabril deste ano. A comparação é com o mesmo período de 2010.Ainda segundo o estudo o que também subiu foi o faturamento do setor com os produtos de marcaspróprias. A alta chegou a 14,7%, entre janeiro e abril deste ano, em relação ao mesmo período doano passado.O melhor desempenho dos últimos três anos foi em 2008, quando o share em valor das marcaspróprias ficou em 5,1%.A pesquisa foi realizada junto às cadeias colaboradoras da Nielsen, que inclui autosserviço.(Meio & Mensagem – 19/08/2011)
  17. 17. //2011 ade de é destinad o à comunidEst e informativo alunos, ex bre varejo, formada porinteresse so empresas ores e fun cionários de alu nos, profess io de Varejo Retail Lab , o laboratór parceiras do da ESPM. e Estud os de Varejo do Núcleo d : Coordenação or: Produzido p astore Pro f. Ricardo P mo João do Car ndes Tatiana Fagu

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