A SOCIEDADE DE ORDENS <ul><ul><ul><ul><li>O PODER ABSOLUTO </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>ARTE BARROCA <...
A SOCIEDADE DE ORDENS <ul><li>O ANTIGO REGIME É HERDEIRO DA DIVISÃO TRINITÁRIA MEDIEVAL. </li></ul><ul><li>CLERO </li></ul...
ORDENS PRIVILEGIADAS  <ul><li>CLERO </li></ul><ul><ul><li>Possuía cerca de 1/3 das terras do país e recebia os Dízimos de ...
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O PODER ABSOLUTO <ul><li>DEUS, QUE DEU OS REIS AOS HOMENS, QUIS QUE ELES FOSSEM RESPEITADOS COMO SEUS LUGARES-TENENTES, RE...
Monarquia de Direito Divino <ul><li>O Rei passou a concentrar em si todos os poderes e a submeter todos os súbditos à sua ...
Imagem de poder <ul><li>Para melhor imporem a sua autoridade, os monarcas procuravam ostentar uma imagem de grandeza e esp...
A ARTE BARROCA <ul><li>A arte barroca estendeu-se por todo o século XVII e pelas primeiras décadas do século XVIII. A sua ...
Arquitectura  <ul><li>Características </li></ul><ul><ul><li>Fachadas animadas pelo jogo das saliências e reentrâncias, de ...
A ARQUITECTURA BARROCA
 
A ARQUITECTURA BARROCA <ul><li>INTERIORES MUITO DECORADOS:  </li></ul><ul><li>Talha dourada,  </li></ul><ul><li>utilização...
ESCULTURA BARROCA <ul><li>Transmite movimento e sentimentos fortes. </li></ul>Êxtase de Santa Teresa de Ávila, de Bernini ...
Pintura  <ul><li>Características </li></ul><ul><ul><li>Exuberância da cor e das formas </li></ul></ul><ul><ul><li>Magnífic...
A PINTURA BARROCA <ul><ul><li>Contraste de luzes e sombras </li></ul></ul>O percursor desta técnica foi o pintor italiano ...
Figuras do Barroco europeu <ul><li>Bernini </li></ul><ul><li>Rubens </li></ul><ul><li>Velásquez </li></ul><ul><li>Rembrand...
Pintura  Rubens encarna o aspecto faustoso e opulento do barroco. Os seus quadros caracterizam-se pelo grande dinamismo e ...
Pintura  Pintura baseada na perpectiva, enchia os tectos das igrejas e dos palácios dando a ilusão de espaço infinito. Não...
Pintura
Pintura <ul><li>Requintado mundanismo. </li></ul><ul><li>Retrato de Carlos I de Inglaterra – Anton Van Dyck </li></ul><ul>...
Pintura <ul><li>A Pesquisa psicológica. </li></ul><ul><li>Auto-retrato como São Paulo - Rembrandt </li></ul>Para além dos ...
Pintura <ul><li>A natureza morta </li></ul>Natureza Morta em Fra Gozalo de Illescas -Francisco de Zurbarán Natureza morta ...
O BARROCO EM PORTUGAL <ul><li>O espírito barroco penetrou profundamente em Portugal, manifestou-se sobretudo desde o sécul...
ARQUITECTURA
 
<ul><li>Séc. XVIII (1716) Carro triunfal. Trabalho italiano executado em Roma. (Inv. nº 10). Dim: 728x246x325 cm </li></ul...
Barroco do norte <ul><li>Devido à prosperidade alcançada no século XVIII, o barroco atingiu o seu maior arrojo decorativo....
 
Igreja da Madalena – Braga -Falperra Palácio de Mateus – Vila Real
ARQUITECTURA
Escultura  <ul><li>O maior escultor foi Machado de Castro, autor da estátua equestre de D. José. </li></ul><ul><li>Mas uma...
ESCULTURA Machado de Castro,  autor da estátua equestre de D. José.
O ABSOLUTISMO JOANINO (1707-1750)
“ ENCENAÇÃO DO PODER” <ul><li>FACTORES FAVORÁVEIS. </li></ul><ul><li>Impacto da figura e corte de Luís XIV. </li></ul><ul>...
A POLÍTICA CULTURAL DE D.JOÃO V (Verdadeiro instrumento da encenação do poder) <ul><li>LETRAS/HUMANIDADES/ENSINO </li></ul...
<ul><li>ARTES (BARROCO JOANINO DE INFLUÊNCIA ITALIANA) </li></ul><ul><li>ARQUITECTURA </li></ul><ul><li>- Palácio Convento...
<ul><li>MÚSICA /TEATRO </li></ul><ul><li>Criação em 1713 da Escola do Seminário Patriarcal para o ensino da música. </li><...
<ul><li>MOVIMENTO CIENTÍFICO </li></ul><ul><li>D. JOÃO V APOIOU: </li></ul><ul><li>Matemática </li></ul><ul><li>Geometria ...
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  1. 1. A SOCIEDADE DE ORDENS <ul><ul><ul><ul><li>O PODER ABSOLUTO </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>ARTE BARROCA </li></ul></ul></ul></ul></ul>
  2. 2. A SOCIEDADE DE ORDENS <ul><li>O ANTIGO REGIME É HERDEIRO DA DIVISÃO TRINITÁRIA MEDIEVAL. </li></ul><ul><li>CLERO </li></ul><ul><li>NOBREZA </li></ul><ul><li>POVO </li></ul><ul><ul><li>A lei e o costume fixavam para cada uma das ordens direitos e obrigações, e dentro delas poderíamos encontrar uma grande variedade de situações, no que diz respeito a rendimentos, prestígio e funções. </li></ul></ul>
  3. 3. ORDENS PRIVILEGIADAS <ul><li>CLERO </li></ul><ul><ul><li>Possuía cerca de 1/3 das terras do país e recebia os Dízimos de todos do reino. </li></ul></ul><ul><ul><li>Não pagavam impostos. </li></ul></ul><ul><ul><li>Dispunham de tribunais próprios. </li></ul></ul><ul><ul><li>Estavam isentos da justiça régia. </li></ul></ul><ul><li>NOBREZA </li></ul><ul><ul><li>Isenção da maior parte dos impostos. </li></ul></ul><ul><ul><li>Regime penal favorável. </li></ul></ul><ul><ul><li>Acesso exclusivo aos cargos superiores de governação e da Igreja. </li></ul></ul><ul><ul><li>Direitos senhoriais e tenças que o Rei lhes concedia. </li></ul></ul>
  4. 4. O TERCEIRO ESTADO <ul><li>O POVO, engloba situações distintas: </li></ul><ul><ul><li>Jornaleiros </li></ul></ul><ul><ul><li>Grandes mercadores </li></ul></ul><ul><ul><li>Rendeiros </li></ul></ul><ul><ul><li>Vendedores ambulantes </li></ul></ul><ul><ul><li>Pescadores </li></ul></ul><ul><ul><li>Artesãos </li></ul></ul><ul><ul><li>Camponeses </li></ul></ul><ul><li>Asseguram as actividades produtivas da nação </li></ul><ul><li>No terceiro estado destacou-se um grupo social a Burguesia. </li></ul><ul><li>Olhada com desconfiança pelo clero e pela nobreza, foi-se afirmando pelo seu poder económico. </li></ul><ul><li>Os reis recorreram muitas vezes aos grandes burgueses para a obtenção de empréstimos. </li></ul>
  5. 5. O PODER ABSOLUTO <ul><li>DEUS, QUE DEU OS REIS AOS HOMENS, QUIS QUE ELES FOSSEM RESPEITADOS COMO SEUS LUGARES-TENENTES, RESERVANDO PARA ELE O DIREITO DE JULGAR A SUA CONDUTA. É VONTADE DE DEUS QUE OS SÚBDITOS OBEDEÇAM SEM PENSAR; E ESTA LEI NÃO FOI FEITA APENAS PARA FAVORECER OS PRINCÍPES, MAS TAMBÉM PARA O BEM DOS QUE OBEDECEM. </li></ul><ul><li>Luís XIV, Memórias para a instrução do Delfim </li></ul>
  6. 6. Monarquia de Direito Divino <ul><li>O Rei passou a concentrar em si todos os poderes e a submeter todos os súbditos à sua autoridade – Absolutismo Régio. </li></ul><ul><li>O poder do monarca era independente de toda e qualquer autoridade existente na terra, provindo apenas de Deus. O rei não prestava conta das suas acções senão a Deus. </li></ul><ul><li>O modelo do absolutismo régio, foi o Rei de França Luís XIV e em Portugal D. João V e D. José </li></ul>
  7. 7. Imagem de poder <ul><li>Para melhor imporem a sua autoridade, os monarcas procuravam ostentar uma imagem de grandeza e esplendor. </li></ul><ul><li>A corte tornou-se o cenário dessa ostentação </li></ul><ul><li>Em Portugal, D. João V, procurou imitar o Rei Francês: a sua magnificência era sustentada pelo ouro do Brasil. </li></ul>
  8. 8. A ARTE BARROCA <ul><li>A arte barroca estendeu-se por todo o século XVII e pelas primeiras décadas do século XVIII. A sua difusão abrangeu quase toda a Europa e a América Latina. </li></ul><ul><li>À serenidade das formas clássicas renascentistas, sucedeu o gosto pelo movimento, pelo dramatismo e pela exuberância. </li></ul><ul><li>O barroco surgiu em Roma e procura glorificar a Igreja e exaltar a devoção dos fiéis. </li></ul>
  9. 9. Arquitectura <ul><li>Características </li></ul><ul><ul><li>Fachadas animadas pelo jogo das saliências e reentrâncias, de curvas e conta-curva. </li></ul></ul><ul><ul><li>Decoração opulenta, passou-se a cobrir o interior dos edifícios: </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Frontões quebrados </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Colunas torsas </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Revestimentos em talha dourada </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Tectos pintados simulando um espaço infinito. </li></ul></ul></ul>
  10. 10. A ARQUITECTURA BARROCA
  11. 12. A ARQUITECTURA BARROCA <ul><li>INTERIORES MUITO DECORADOS: </li></ul><ul><li>Talha dourada, </li></ul><ul><li>utilização de conchas </li></ul><ul><li>parras, uvas, </li></ul><ul><li>anjos, </li></ul><ul><li>colunas torsas, </li></ul><ul><li>azulejos (azul e branco), </li></ul><ul><li>esculturas e pinturas. </li></ul>
  12. 13. ESCULTURA BARROCA <ul><li>Transmite movimento e sentimentos fortes. </li></ul>Êxtase de Santa Teresa de Ávila, de Bernini (1646) Apolo e Dafne, 1622-1625, de Bernini, Galleria Borghese, Roma (243cm)
  13. 14. Pintura <ul><li>Características </li></ul><ul><ul><li>Exuberância da cor e das formas </li></ul></ul><ul><ul><li>Magníficos efeitos de luz e sombra </li></ul></ul>Velásquez
  14. 15. A PINTURA BARROCA <ul><ul><li>Contraste de luzes e sombras </li></ul></ul>O percursor desta técnica foi o pintor italiano Caravaggio (Michelangelo Merisi). Nas suas obras, às zonas vivamente iluminadas sucedem-se áreas de sombra escura e tais contrastes dão um extrordinário relevo às figuras, representadas com um extremo realismo.
  15. 16. Figuras do Barroco europeu <ul><li>Bernini </li></ul><ul><li>Rubens </li></ul><ul><li>Velásquez </li></ul><ul><li>Rembrandt </li></ul><ul><li>Vermeer </li></ul>
  16. 17. Pintura Rubens encarna o aspecto faustoso e opulento do barroco. Os seus quadros caracterizam-se pelo grande dinamismo e exuberância física dos personagens, quase sempre inseridos em esquemas rigorosos. Para ele a cor é, com um vigor sensual, o elemento de maior relevo.
  17. 18. Pintura Pintura baseada na perpectiva, enchia os tectos das igrejas e dos palácios dando a ilusão de espaço infinito. Não se sabe onde acaba a arquitectura e começa a pintura. <ul><li>Perspectiva em Trompe l’oeil </li></ul><ul><li>Aurora, fresco do tecto do Palácio de Villa Ludovisi (1621-23) de Guercino, Roma. </li></ul>
  18. 19. Pintura
  19. 20. Pintura <ul><li>Requintado mundanismo. </li></ul><ul><li>Retrato de Carlos I de Inglaterra – Anton Van Dyck </li></ul><ul><li>(Museu do Prado) </li></ul>Retratos mostrando o requinte do conjunto. Aqui o rosto do soberano e a alva pelagem do cavalo.
  20. 21. Pintura <ul><li>A Pesquisa psicológica. </li></ul><ul><li>Auto-retrato como São Paulo - Rembrandt </li></ul>Para além dos contrastes, luz e sombra introduz uma vertente pelo retrato “moral”, além do retrato físico.
  21. 22. Pintura <ul><li>A natureza morta </li></ul>Natureza Morta em Fra Gozalo de Illescas -Francisco de Zurbarán Natureza morta em Bacco Carvaggio. Galeria dos Uffizi (florença) Vaso de Flores Breughel, o Velho (Munique, Alte Pinakothek
  22. 23. O BARROCO EM PORTUGAL <ul><li>O espírito barroco penetrou profundamente em Portugal, manifestou-se sobretudo desde o século XVII e atinge o seu auge no reinado de D. João V, graças ao ouro brasileiro. </li></ul><ul><li>Uma das primeiras grandes obras é a Igreja de Santa Engrácia, em Lisboa, notável pela complexidade do seu traçado. </li></ul><ul><li>O imponente Convento de Mafra de autoria de Ludovice, reflecte a influência do barroco italiano. </li></ul>
  23. 24. ARQUITECTURA
  24. 26. <ul><li>Séc. XVIII (1716) Carro triunfal. Trabalho italiano executado em Roma. (Inv. nº 10). Dim: 728x246x325 cm </li></ul><ul><li>Fazia parte do conjunto de cinco coches temáticos e dez de acompanhamento que integraram o cortejo da Embaixada enviada pelo rei D. João V ao Papa, em 1716. Alusivo ao tema da coroação de Lisboa, capital do Império, vitoriosa na defesa da Fé cristã. </li></ul><ul><li>O exterior apresenta caixa aberta forrada a seda vermelha, decorada com esculturas de talha dourada, em estilo barroco. </li></ul><ul><li>No jogo dianteiro apresenta uma alegoria em que um génio parece conduzir o carro, tendo a seu lado as figuras simbólicas do Heroísmo e da Imortalidade. </li></ul><ul><li>No cabeçal, do jogo traseiro, a figura de Lisboa coroada pela Fama e pela Abundância que segura uma elegante cornucópia de flores e frutos. Aos pés de Lisboa, o dragão alado, símbolo da Casa Real, quebra o crescente muçulmano, perante a figura de dois escravos agrilhoados representam a África e a Ásia. O interior é forrado a seda vermelha com decoração a amarelo e motivos florais a fio de ouro. </li></ul>
  25. 27. Barroco do norte <ul><li>Devido à prosperidade alcançada no século XVIII, o barroco atingiu o seu maior arrojo decorativo. </li></ul><ul><li>Igreja dos Clérigos, no Porto, construída por Nasoni, veio a influenciar numerosas igrejas e solares da região </li></ul><ul><ul><li>Utilização de ornamentos escultóricos de pedra brancas e do azulejo – típicos da última fase designada de rococó. </li></ul></ul>
  26. 29. Igreja da Madalena – Braga -Falperra Palácio de Mateus – Vila Real
  27. 30. ARQUITECTURA
  28. 31. Escultura <ul><li>O maior escultor foi Machado de Castro, autor da estátua equestre de D. José. </li></ul><ul><li>Mas uma das mais originais manifestações do barroco português reside na escultura decorativa: </li></ul><ul><ul><li>O esplendor da talha dourada que cobre os retábulos das Igrejas. </li></ul></ul><ul><ul><li>As peças de ourivesaria e de mobiliário ou os coches. </li></ul></ul><ul><ul><li>A pintura não deixou obras-primas, mas o azulejo, arte tipicamente portuguesa atingiu um grande desenvolvimento. </li></ul></ul>
  29. 32. ESCULTURA Machado de Castro, autor da estátua equestre de D. José.
  30. 33. O ABSOLUTISMO JOANINO (1707-1750)
  31. 34. “ ENCENAÇÃO DO PODER” <ul><li>FACTORES FAVORÁVEIS. </li></ul><ul><li>Impacto da figura e corte de Luís XIV. </li></ul><ul><li>Época de paz e prosperidade (ouro e diamantes do Brasil). </li></ul><ul><li>- Vontade régia para criar uma imagem de grandeza e admiração no estrangeiro. </li></ul><ul><li>COMO SE MANIFESTAVA: </li></ul><ul><li>Realce da sua personalidade através da magnificiência, autoridade e etiqueta. </li></ul><ul><li>Controlo pessoal sobre a administração pública. </li></ul><ul><li>Subordinação das ordens sociais </li></ul><ul><li>(recusou-se a reunir cortes) </li></ul><ul><li>Apoio às artes e letras. </li></ul><ul><li>(Ex. Criação da Biblioteca da Uni. de Coimbra </li></ul><ul><li>e da Real Academia de História) </li></ul><ul><li>Envio de embaixadas ao estrangeiro </li></ul><ul><li>Distribuição de moedas de ouro pela população. </li></ul><ul><li>Política de grandes construções </li></ul><ul><li>(Ex. Palácio Convento de Mafra) </li></ul>
  32. 35. A POLÍTICA CULTURAL DE D.JOÃO V (Verdadeiro instrumento da encenação do poder) <ul><li>LETRAS/HUMANIDADES/ENSINO </li></ul><ul><li>- Criação da “Academia Real da História” (1720) e Bilioteca da Uni. De Coimbra. </li></ul><ul><li>- Peças literárias barrocas </li></ul><ul><li>Ex. “A Fénix renascida” </li></ul><ul><li>- Surgiu o primeiro jornal </li></ul><ul><li>“ A Gazeta de Lisboa”. </li></ul><ul><li>- Publicação da obra “O verdadeiro método de estudar “ de Verney que abre perspectivas novas na cultura, filosofia e ensino. </li></ul><ul><li>Concedeu uma escola aos Oratoraianos para aí se utilzarem novos métodos no ensino das Humanidades. </li></ul><ul><li>Lenta introdução das ideias de progresso e razão, através de diplomatas que trabalhavam em cortes estrangeiras. </li></ul>
  33. 36. <ul><li>ARTES (BARROCO JOANINO DE INFLUÊNCIA ITALIANA) </li></ul><ul><li>ARQUITECTURA </li></ul><ul><li>- Palácio Convento de Mafra. </li></ul><ul><li>- Aqueduto das Águas Livres. </li></ul><ul><li>- Basílica Patriarcal de Lisboa. </li></ul><ul><li>- Igreja das Necessidades. </li></ul><ul><li>- Igreja de S. Roque. </li></ul><ul><li>PINTURA –Vieira Lusitano. </li></ul><ul><li>ESCULTURA – </li></ul><ul><li>- José de Almeida </li></ul><ul><li>- Jacinto Vieira </li></ul><ul><li>- Manuel Dias. </li></ul><ul><li>TALHA DOURADA. </li></ul><ul><li>AZULEJARIA. </li></ul>
  34. 37. <ul><li>MÚSICA /TEATRO </li></ul><ul><li>Criação em 1713 da Escola do Seminário Patriarcal para o ensino da música. </li></ul><ul><li>Produção de farsas, comédias e tragédias. </li></ul><ul><li>Inúmeros concertos e óperas </li></ul><ul><li>Principais Músicos: Marcos Portugal e Carlos Seixas. </li></ul>
  35. 38. <ul><li>MOVIMENTO CIENTÍFICO </li></ul><ul><li>D. JOÃO V APOIOU: </li></ul><ul><li>Matemática </li></ul><ul><li>Geometria </li></ul><ul><li>Ciências Naturais </li></ul><ul><li>Física </li></ul><ul><li>Astronomia </li></ul><ul><li>Medicina </li></ul><ul><li>Experiências / Maquinarias </li></ul><ul><li>(Ex: a Passarola) </li></ul>

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