SlideShare uma empresa Scribd logo
História da Igreja Moderna
(1517 em diante)
A Reforma na Suíça
A Suíça era o território mais livre da
Europa ao tempo da Reforma;
As cidades suíças eram também centros
de cultura;
Três tipos de teologia da Reforma se
desenvolveram em territórios suíços.
História da Igreja #22
Nos cantões alemães
do norte da Suíça
Ulrico Zuínglio (1484-1531);
Filho de fazendeiro e juiz de Wildhaus;
Recebeu boa educação, se formou em
bacharel em artes em 1504, vindo a receber
o grau de mestre dois anos depois, pela
Universidade da Basiléia;
Entre 1506 e 1516, Zuínglio serviu ao
papado como sacerdote de paróquia e
Entre 1516 e 1518, serviu como pastor em
Einsiedeln, onde começou a se opor a alguns
abusos do sistema romano das indulgências e da
imagem negra da Virgem Maria;
Em 1519 foi chamado para pastorear em
Zurique;
Nesse mesmo ano, uma epidemia de peste
bubônica e o contato com as ideias luteranas
levaram-no a uma experiência de conversão;
Em 1522, o reformador se casou às
escondidas com uma viúva, Anna Reinhard;
Em 1523 as autoridades católicas
resolveram promover um debate público em
que Zuínglio sozinho enfrentaria a todos;
Depois disso, os líderes civis eleitos pelo
povo escolheriam a fé que a cidade e o
cantão adotariam;
Depois do debate em Zurique, o conselho da
cidade decidiu-se pela vitória de Zuínglio, e suas
ideias ganharam logo condições de legalidade;
Berna foi conquistada para a Reforma através
de um debate semelhante ao de Zurique;
A partir de 1522, Zuínglio perdeu o apoio dos
seguidores que se tornaram conhecidos como
anabatistas, e também, o apoio de Lutero no
Colóquio de Marburg em 1529;
Em 1527, um sínodo das igrejas evangélicas
suíças foi formado, ao mesmo tempo, a
Bíblia foi traduzida para a língua do povo;
Em 1529, uma guerra aberta irrompeu
entre cantões protestantes e católicos;
Em 1531, Zuínglio juntou-se aos seus
soldados como capelão, e foi morto em
combate;
Zuínglio foi o mais humanista dos
reformadores;
Embora Calvino tenha se tornado o herói
da fé reformada, a igreja não pode
esquecer o papel de Zuínglio na
libertação da Suíça das correntes do
papado.
1525-1580
São os ancestrais espirituais diretos das
igrejas menonitas, amish e hutteritas hoje
espelhadas pelo mundo;
Surgiram primeiro na suíça em função da
liberdade que existia nesse país;
Conrad Grebel (1498-1526) pode ter sido o
fundador do movimento anabatista suíço;
Balthasar Hubmaier (1480-1528), um dos
primeiros anabatistas alemães;
Um padrão comunitário baseado na Igreja
Primitiva de Atos foi desenvolvido por
grupos de refugiados na Morávia;
A destruição do movimento anabatista foi
evitada pela sadia liderança de Menno
Simons (1496-1561);
É difícil sistematizar as crenças
anabatistas, porque houve muitos grupos
anabatistas diferentes em suas doutrinas.
História da Igreja #22
História da Igreja #22
História da Igreja #22
Kasper Schwemkfeld (1498-1561);
Valorizavam a experiência, eram
inclinados ao misticismo e criam numa
direção interior do Espírito Santo;
Ainda existe um pequeno grupo na
Pensilvânia.
São os precursores dos modernos
unitarianos;
Suas ideias se desenvolveram na Itália;
Os Jesuítas foram capazes de suprimir
esse movimento na Polônia, mas as
ideias socinianas espalharam-se pela
Holanda, Inglaterra, e daí para a
América.

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Os Puritanos - Prof. Altair Aguilar
Os Puritanos - Prof. Altair AguilarOs Puritanos - Prof. Altair Aguilar
Os Puritanos - Prof. Altair Aguilar
Altair Moisés Aguilar
 
Martinho Lutero - Prof. Altair Aguilar
Martinho Lutero - Prof. Altair AguilarMartinho Lutero - Prof. Altair Aguilar
Martinho Lutero - Prof. Altair Aguilar
Altair Moisés Aguilar
 
Novas igrejas na_europa
Novas igrejas na_europaNovas igrejas na_europa
Novas igrejas na_europa
Dirair
 
Reforma religiosa 2
Reforma religiosa 2Reforma religiosa 2
Reforma religiosa 2
Fatima Freitas
 
Identificar as correntes religiosas resultants da reforma protestante
Identificar as correntes religiosas resultants da reforma protestanteIdentificar as correntes religiosas resultants da reforma protestante
Identificar as correntes religiosas resultants da reforma protestante
Orlanda Felix Chirindja
 
Motivação - Luteranismo
Motivação - LuteranismoMotivação - Luteranismo
Motivação - Luteranismo
Alexandra Paz
 
Reforma anglicana
Reforma anglicanaReforma anglicana
Reforma anglicana
Cris Chaves
 
Anglicanismo
AnglicanismoAnglicanismo
Anglicanismo
Jonas Costa
 
Reforma protestante ok
Reforma protestante okReforma protestante ok
Reforma protestante ok
mundica broda
 
Luteranismo
LuteranismoLuteranismo
Luteranismo
nanasimao
 
A reforma protestante aula powerpoint
A reforma protestante aula powerpointA reforma protestante aula powerpoint
A reforma protestante aula powerpoint
Relton Avelino Dos Santos
 
Reforma e contra reforma
Reforma e contra reformaReforma e contra reforma
Reforma e contra reforma
Isabel Aguiar
 
Luteranismo, calvinismo, anglicanismo e a contrarreforma
Luteranismo, calvinismo, anglicanismo e a contrarreformaLuteranismo, calvinismo, anglicanismo e a contrarreforma
Luteranismo, calvinismo, anglicanismo e a contrarreforma
Guilherme Cardozo
 
A reforma religiosa
A reforma religiosaA reforma religiosa
A reforma religiosa
historiando
 
Renascimento show de bola
Renascimento show de bolaRenascimento show de bola
Renascimento show de bola
mundica broda
 
Reforma protestante
Reforma protestanteReforma protestante
Reforma protestante
Rodrigo HistóriaGeografia
 
173 dia da-reforma_protestante
173 dia da-reforma_protestante173 dia da-reforma_protestante
173 dia da-reforma_protestante
Robson Tavares Fernandes
 
A reforma protestante
A reforma protestanteA reforma protestante
A reforma protestante
Romulo Roosemberg
 
Reforma protestante
Reforma protestanteReforma protestante
Reforma protestante
Maria Gomes
 
161 abcd reforma e contrareforma anglicanismo
161 abcd reforma e contrareforma anglicanismo161 abcd reforma e contrareforma anglicanismo
161 abcd reforma e contrareforma anglicanismo
cristianoperinpissolato
 

Mais procurados (20)

Os Puritanos - Prof. Altair Aguilar
Os Puritanos - Prof. Altair AguilarOs Puritanos - Prof. Altair Aguilar
Os Puritanos - Prof. Altair Aguilar
 
Martinho Lutero - Prof. Altair Aguilar
Martinho Lutero - Prof. Altair AguilarMartinho Lutero - Prof. Altair Aguilar
Martinho Lutero - Prof. Altair Aguilar
 
Novas igrejas na_europa
Novas igrejas na_europaNovas igrejas na_europa
Novas igrejas na_europa
 
Reforma religiosa 2
Reforma religiosa 2Reforma religiosa 2
Reforma religiosa 2
 
Identificar as correntes religiosas resultants da reforma protestante
Identificar as correntes religiosas resultants da reforma protestanteIdentificar as correntes religiosas resultants da reforma protestante
Identificar as correntes religiosas resultants da reforma protestante
 
Motivação - Luteranismo
Motivação - LuteranismoMotivação - Luteranismo
Motivação - Luteranismo
 
Reforma anglicana
Reforma anglicanaReforma anglicana
Reforma anglicana
 
Anglicanismo
AnglicanismoAnglicanismo
Anglicanismo
 
Reforma protestante ok
Reforma protestante okReforma protestante ok
Reforma protestante ok
 
Luteranismo
LuteranismoLuteranismo
Luteranismo
 
A reforma protestante aula powerpoint
A reforma protestante aula powerpointA reforma protestante aula powerpoint
A reforma protestante aula powerpoint
 
Reforma e contra reforma
Reforma e contra reformaReforma e contra reforma
Reforma e contra reforma
 
Luteranismo, calvinismo, anglicanismo e a contrarreforma
Luteranismo, calvinismo, anglicanismo e a contrarreformaLuteranismo, calvinismo, anglicanismo e a contrarreforma
Luteranismo, calvinismo, anglicanismo e a contrarreforma
 
A reforma religiosa
A reforma religiosaA reforma religiosa
A reforma religiosa
 
Renascimento show de bola
Renascimento show de bolaRenascimento show de bola
Renascimento show de bola
 
Reforma protestante
Reforma protestanteReforma protestante
Reforma protestante
 
173 dia da-reforma_protestante
173 dia da-reforma_protestante173 dia da-reforma_protestante
173 dia da-reforma_protestante
 
A reforma protestante
A reforma protestanteA reforma protestante
A reforma protestante
 
Reforma protestante
Reforma protestanteReforma protestante
Reforma protestante
 
161 abcd reforma e contrareforma anglicanismo
161 abcd reforma e contrareforma anglicanismo161 abcd reforma e contrareforma anglicanismo
161 abcd reforma e contrareforma anglicanismo
 

Semelhante a História da Igreja #22

História da Igreja II: Aula 3: Reforma na Suíça: Zuínglio e Calvino
História da Igreja II: Aula 3: Reforma na Suíça: Zuínglio e CalvinoHistória da Igreja II: Aula 3: Reforma na Suíça: Zuínglio e Calvino
História da Igreja II: Aula 3: Reforma na Suíça: Zuínglio e Calvino
Andre Nascimento
 
Da Reforma na Suíça até a Contrarreforma Católica
Da Reforma na Suíça até a Contrarreforma CatólicaDa Reforma na Suíça até a Contrarreforma Católica
Da Reforma na Suíça até a Contrarreforma Católica
betokg
 
Reformas Religiosas (novo)
Reformas Religiosas (novo)Reformas Religiosas (novo)
Reformas Religiosas (novo)
Valéria Shoujofan
 
A Reforma Protestante
A  Reforma  ProtestanteA  Reforma  Protestante
A Reforma Protestante
igrejaviva24horas
 
Ipb
IpbIpb
05 reforma protestante
05   reforma protestante05   reforma protestante
05 reforma protestante
Ciências Humanas e Suas Tecnologias
 
Reforma Protestante, João Calvino
Reforma Protestante, João CalvinoReforma Protestante, João Calvino
Reforma Protestante, João Calvino
Leandro Couto
 
Reforma protestante (1) rafael
Reforma protestante (1) rafaelReforma protestante (1) rafael
Reforma protestante (1) rafael
Tito Romeu Gomes de Sousa Maia Mendes
 
História da Igreja II: Aula 4: Reforma Radical: Muntzer e os Anabatistas
História da Igreja II: Aula 4: Reforma Radical: Muntzer e os AnabatistasHistória da Igreja II: Aula 4: Reforma Radical: Muntzer e os Anabatistas
História da Igreja II: Aula 4: Reforma Radical: Muntzer e os Anabatistas
Andre Nascimento
 
Reforma-Protestante-movimentos-e-solas.ppt
Reforma-Protestante-movimentos-e-solas.pptReforma-Protestante-movimentos-e-solas.ppt
Reforma-Protestante-movimentos-e-solas.ppt
varjaomelo
 
Protestantismo
ProtestantismoProtestantismo
Protestantismo
fespiritacrista
 
História da Igreja 2
História da Igreja 2História da Igreja 2
História da Igreja 2
semnazarenovirtual
 
Timothy george joão calvino
Timothy george   joão calvinoTimothy george   joão calvino
Timothy george joão calvino
LÊNIO GRAVAÇÕES
 
Reforma protestante
Reforma protestanteReforma protestante
Reforma protestante
Alexandre Guanaes Buongermino
 
Reformas Protestantes - Luterana, Anglicana e Calvinista
Reformas Protestantes - Luterana, Anglicana e CalvinistaReformas Protestantes - Luterana, Anglicana e Calvinista
Reformas Protestantes - Luterana, Anglicana e Calvinista
Luísa Duarte
 
Martinho Lutero
Martinho LuteroMartinho Lutero
Martinho Lutero
Hebertucci
 
Reforma protestante
Reforma protestanteReforma protestante
Reforma protestante
CAvancar
 
Reforma Protestante
Reforma ProtestanteReforma Protestante
Reforma Protestante
josepinho
 
Reforma protestante reforma_e_contra-reforma
Reforma protestante reforma_e_contra-reformaReforma protestante reforma_e_contra-reforma
Reforma protestante reforma_e_contra-reforma
rakeloliveiraborges
 
Reformas Religiosas - Século XVI
Reformas Religiosas - Século XVIReformas Religiosas - Século XVI
Reformas Religiosas - Século XVI
Valéria Shoujofan
 

Semelhante a História da Igreja #22 (20)

História da Igreja II: Aula 3: Reforma na Suíça: Zuínglio e Calvino
História da Igreja II: Aula 3: Reforma na Suíça: Zuínglio e CalvinoHistória da Igreja II: Aula 3: Reforma na Suíça: Zuínglio e Calvino
História da Igreja II: Aula 3: Reforma na Suíça: Zuínglio e Calvino
 
Da Reforma na Suíça até a Contrarreforma Católica
Da Reforma na Suíça até a Contrarreforma CatólicaDa Reforma na Suíça até a Contrarreforma Católica
Da Reforma na Suíça até a Contrarreforma Católica
 
Reformas Religiosas (novo)
Reformas Religiosas (novo)Reformas Religiosas (novo)
Reformas Religiosas (novo)
 
A Reforma Protestante
A  Reforma  ProtestanteA  Reforma  Protestante
A Reforma Protestante
 
Ipb
IpbIpb
Ipb
 
05 reforma protestante
05   reforma protestante05   reforma protestante
05 reforma protestante
 
Reforma Protestante, João Calvino
Reforma Protestante, João CalvinoReforma Protestante, João Calvino
Reforma Protestante, João Calvino
 
Reforma protestante (1) rafael
Reforma protestante (1) rafaelReforma protestante (1) rafael
Reforma protestante (1) rafael
 
História da Igreja II: Aula 4: Reforma Radical: Muntzer e os Anabatistas
História da Igreja II: Aula 4: Reforma Radical: Muntzer e os AnabatistasHistória da Igreja II: Aula 4: Reforma Radical: Muntzer e os Anabatistas
História da Igreja II: Aula 4: Reforma Radical: Muntzer e os Anabatistas
 
Reforma-Protestante-movimentos-e-solas.ppt
Reforma-Protestante-movimentos-e-solas.pptReforma-Protestante-movimentos-e-solas.ppt
Reforma-Protestante-movimentos-e-solas.ppt
 
Protestantismo
ProtestantismoProtestantismo
Protestantismo
 
História da Igreja 2
História da Igreja 2História da Igreja 2
História da Igreja 2
 
Timothy george joão calvino
Timothy george   joão calvinoTimothy george   joão calvino
Timothy george joão calvino
 
Reforma protestante
Reforma protestanteReforma protestante
Reforma protestante
 
Reformas Protestantes - Luterana, Anglicana e Calvinista
Reformas Protestantes - Luterana, Anglicana e CalvinistaReformas Protestantes - Luterana, Anglicana e Calvinista
Reformas Protestantes - Luterana, Anglicana e Calvinista
 
Martinho Lutero
Martinho LuteroMartinho Lutero
Martinho Lutero
 
Reforma protestante
Reforma protestanteReforma protestante
Reforma protestante
 
Reforma Protestante
Reforma ProtestanteReforma Protestante
Reforma Protestante
 
Reforma protestante reforma_e_contra-reforma
Reforma protestante reforma_e_contra-reformaReforma protestante reforma_e_contra-reforma
Reforma protestante reforma_e_contra-reforma
 
Reformas Religiosas - Século XVI
Reformas Religiosas - Século XVIReformas Religiosas - Século XVI
Reformas Religiosas - Século XVI
 

Mais de Respirando Deus

Escola Bíblica: Os Puritanos - #06
Escola Bíblica: Os Puritanos - #06Escola Bíblica: Os Puritanos - #06
Escola Bíblica: Os Puritanos - #06
Respirando Deus
 
Escola Bíblica: Os Puritanos - #05
Escola Bíblica: Os Puritanos - #05Escola Bíblica: Os Puritanos - #05
Escola Bíblica: Os Puritanos - #05
Respirando Deus
 
Escola Bíblica: Os Puritanos - #04
Escola Bíblica: Os Puritanos - #04Escola Bíblica: Os Puritanos - #04
Escola Bíblica: Os Puritanos - #04
Respirando Deus
 
Escola Bíblica: Os Puritanos - #03
Escola Bíblica: Os Puritanos - #03Escola Bíblica: Os Puritanos - #03
Escola Bíblica: Os Puritanos - #03
Respirando Deus
 
Escola Bíblica: Os Puritanos - #02
Escola Bíblica: Os Puritanos - #02Escola Bíblica: Os Puritanos - #02
Escola Bíblica: Os Puritanos - #02
Respirando Deus
 
Escola Bíblica: Os Puritanos - #01
Escola Bíblica: Os Puritanos - #01Escola Bíblica: Os Puritanos - #01
Escola Bíblica: Os Puritanos - #01
Respirando Deus
 
Calendário de Eventos IBLM 2018
Calendário de Eventos IBLM 2018Calendário de Eventos IBLM 2018
Calendário de Eventos IBLM 2018
Respirando Deus
 
História da Igreja #20
História da Igreja #20História da Igreja #20
História da Igreja #20
Respirando Deus
 
História da Igreja #19
História da Igreja #19História da Igreja #19
História da Igreja #19
Respirando Deus
 
História da Igreja #18 - As Cruzadas
História da Igreja #18 - As CruzadasHistória da Igreja #18 - As Cruzadas
História da Igreja #18 - As Cruzadas
Respirando Deus
 
História da Igreja #17
História da Igreja #17História da Igreja #17
História da Igreja #17
Respirando Deus
 
História da Igreja #16
História da Igreja #16História da Igreja #16
História da Igreja #16
Respirando Deus
 
História da Igreja #15
História da Igreja #15História da Igreja #15
História da Igreja #15
Respirando Deus
 
História da Igreja #14
História da Igreja #14História da Igreja #14
História da Igreja #14
Respirando Deus
 
História da Igreja #13
História da Igreja #13História da Igreja #13
História da Igreja #13
Respirando Deus
 
História da Igreja #12
História da Igreja #12História da Igreja #12
História da Igreja #12
Respirando Deus
 
História da Igreja #11
História da Igreja #11História da Igreja #11
História da Igreja #11
Respirando Deus
 
História da Igreja #10
História da Igreja #10História da Igreja #10
História da Igreja #10
Respirando Deus
 
História da Igreja #9
História da Igreja #9História da Igreja #9
História da Igreja #9
Respirando Deus
 
História da Igreja #8
História da Igreja #8História da Igreja #8
História da Igreja #8
Respirando Deus
 

Mais de Respirando Deus (20)

Escola Bíblica: Os Puritanos - #06
Escola Bíblica: Os Puritanos - #06Escola Bíblica: Os Puritanos - #06
Escola Bíblica: Os Puritanos - #06
 
Escola Bíblica: Os Puritanos - #05
Escola Bíblica: Os Puritanos - #05Escola Bíblica: Os Puritanos - #05
Escola Bíblica: Os Puritanos - #05
 
Escola Bíblica: Os Puritanos - #04
Escola Bíblica: Os Puritanos - #04Escola Bíblica: Os Puritanos - #04
Escola Bíblica: Os Puritanos - #04
 
Escola Bíblica: Os Puritanos - #03
Escola Bíblica: Os Puritanos - #03Escola Bíblica: Os Puritanos - #03
Escola Bíblica: Os Puritanos - #03
 
Escola Bíblica: Os Puritanos - #02
Escola Bíblica: Os Puritanos - #02Escola Bíblica: Os Puritanos - #02
Escola Bíblica: Os Puritanos - #02
 
Escola Bíblica: Os Puritanos - #01
Escola Bíblica: Os Puritanos - #01Escola Bíblica: Os Puritanos - #01
Escola Bíblica: Os Puritanos - #01
 
Calendário de Eventos IBLM 2018
Calendário de Eventos IBLM 2018Calendário de Eventos IBLM 2018
Calendário de Eventos IBLM 2018
 
História da Igreja #20
História da Igreja #20História da Igreja #20
História da Igreja #20
 
História da Igreja #19
História da Igreja #19História da Igreja #19
História da Igreja #19
 
História da Igreja #18 - As Cruzadas
História da Igreja #18 - As CruzadasHistória da Igreja #18 - As Cruzadas
História da Igreja #18 - As Cruzadas
 
História da Igreja #17
História da Igreja #17História da Igreja #17
História da Igreja #17
 
História da Igreja #16
História da Igreja #16História da Igreja #16
História da Igreja #16
 
História da Igreja #15
História da Igreja #15História da Igreja #15
História da Igreja #15
 
História da Igreja #14
História da Igreja #14História da Igreja #14
História da Igreja #14
 
História da Igreja #13
História da Igreja #13História da Igreja #13
História da Igreja #13
 
História da Igreja #12
História da Igreja #12História da Igreja #12
História da Igreja #12
 
História da Igreja #11
História da Igreja #11História da Igreja #11
História da Igreja #11
 
História da Igreja #10
História da Igreja #10História da Igreja #10
História da Igreja #10
 
História da Igreja #9
História da Igreja #9História da Igreja #9
História da Igreja #9
 
História da Igreja #8
História da Igreja #8História da Igreja #8
História da Igreja #8
 

Último

Oração Para Pedir A Bondade
Oração Para Pedir A BondadeOração Para Pedir A Bondade
Oração Para Pedir A Bondade
Nilson Almeida
 
A VIDA SEGUNDO O EVANGELHO - MICHAEL HORTON.pdf
A VIDA SEGUNDO O EVANGELHO - MICHAEL HORTON.pdfA VIDA SEGUNDO O EVANGELHO - MICHAEL HORTON.pdf
A VIDA SEGUNDO O EVANGELHO - MICHAEL HORTON.pdf
marcusviniciussabino1
 
1.3 - Criação. Considerações e concordâncias bíblicas no tocante à criação.
1.3 - Criação. Considerações e concordâncias bíblicas no tocante à criação.1.3 - Criação. Considerações e concordâncias bíblicas no tocante à criação.
1.3 - Criação. Considerações e concordâncias bíblicas no tocante à criação.
Marta Gomes
 
edgard-armond-passes-e-radiacoes.pdf rad
edgard-armond-passes-e-radiacoes.pdf radedgard-armond-passes-e-radiacoes.pdf rad
edgard-armond-passes-e-radiacoes.pdf rad
carla983678
 
Biblia em ordem cronologica-Edward Reese e Frank Klassen-NVI-pdf.pdf
Biblia em ordem cronologica-Edward Reese e Frank Klassen-NVI-pdf.pdfBiblia em ordem cronologica-Edward Reese e Frank Klassen-NVI-pdf.pdf
Biblia em ordem cronologica-Edward Reese e Frank Klassen-NVI-pdf.pdf
AndreyCamarini
 
Lição 2 O Livro de Rute - CPAD Adultos.pptx
Lição 2 O Livro de Rute - CPAD Adultos.pptxLição 2 O Livro de Rute - CPAD Adultos.pptx
Lição 2 O Livro de Rute - CPAD Adultos.pptx
Celso Napoleon
 
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 143 - Não Tiranizes
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 143 - Não TiranizesSérie Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 143 - Não Tiranizes
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 143 - Não Tiranizes
Ricardo Azevedo
 
quem e essa pessoa. Rogerio Augusto Ayres de Araújo
quem e essa pessoa. Rogerio Augusto Ayres de Araújoquem e essa pessoa. Rogerio Augusto Ayres de Araújo
quem e essa pessoa. Rogerio Augusto Ayres de Araújo
Rogério Augusto Ayres de Araujo
 
Lição 3 Rute e Noemi - Entrelaçadas pelo Amor.pptx
Lição 3 Rute e Noemi - Entrelaçadas pelo Amor.pptxLição 3 Rute e Noemi - Entrelaçadas pelo Amor.pptx
Lição 3 Rute e Noemi - Entrelaçadas pelo Amor.pptx
Celso Napoleon
 
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 142 - Revides
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 142 - RevidesSérie Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 142 - Revides
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 142 - Revides
Ricardo Azevedo
 
A Parábola da Figueira Seca - Grupo Espírita Rafael
A Parábola da Figueira Seca - Grupo Espírita RafaelA Parábola da Figueira Seca - Grupo Espírita Rafael
A Parábola da Figueira Seca - Grupo Espírita Rafael
DavidBertelli3
 
21 Dias - Jejum de Daniel Copyright ©️ de Joel Engel.pdf
21 Dias - Jejum de Daniel Copyright ©️ de Joel Engel.pdf21 Dias - Jejum de Daniel Copyright ©️ de Joel Engel.pdf
21 Dias - Jejum de Daniel Copyright ©️ de Joel Engel.pdf
AlailzaSoares1
 

Último (12)

Oração Para Pedir A Bondade
Oração Para Pedir A BondadeOração Para Pedir A Bondade
Oração Para Pedir A Bondade
 
A VIDA SEGUNDO O EVANGELHO - MICHAEL HORTON.pdf
A VIDA SEGUNDO O EVANGELHO - MICHAEL HORTON.pdfA VIDA SEGUNDO O EVANGELHO - MICHAEL HORTON.pdf
A VIDA SEGUNDO O EVANGELHO - MICHAEL HORTON.pdf
 
1.3 - Criação. Considerações e concordâncias bíblicas no tocante à criação.
1.3 - Criação. Considerações e concordâncias bíblicas no tocante à criação.1.3 - Criação. Considerações e concordâncias bíblicas no tocante à criação.
1.3 - Criação. Considerações e concordâncias bíblicas no tocante à criação.
 
edgard-armond-passes-e-radiacoes.pdf rad
edgard-armond-passes-e-radiacoes.pdf radedgard-armond-passes-e-radiacoes.pdf rad
edgard-armond-passes-e-radiacoes.pdf rad
 
Biblia em ordem cronologica-Edward Reese e Frank Klassen-NVI-pdf.pdf
Biblia em ordem cronologica-Edward Reese e Frank Klassen-NVI-pdf.pdfBiblia em ordem cronologica-Edward Reese e Frank Klassen-NVI-pdf.pdf
Biblia em ordem cronologica-Edward Reese e Frank Klassen-NVI-pdf.pdf
 
Lição 2 O Livro de Rute - CPAD Adultos.pptx
Lição 2 O Livro de Rute - CPAD Adultos.pptxLição 2 O Livro de Rute - CPAD Adultos.pptx
Lição 2 O Livro de Rute - CPAD Adultos.pptx
 
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 143 - Não Tiranizes
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 143 - Não TiranizesSérie Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 143 - Não Tiranizes
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 143 - Não Tiranizes
 
quem e essa pessoa. Rogerio Augusto Ayres de Araújo
quem e essa pessoa. Rogerio Augusto Ayres de Araújoquem e essa pessoa. Rogerio Augusto Ayres de Araújo
quem e essa pessoa. Rogerio Augusto Ayres de Araújo
 
Lição 3 Rute e Noemi - Entrelaçadas pelo Amor.pptx
Lição 3 Rute e Noemi - Entrelaçadas pelo Amor.pptxLição 3 Rute e Noemi - Entrelaçadas pelo Amor.pptx
Lição 3 Rute e Noemi - Entrelaçadas pelo Amor.pptx
 
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 142 - Revides
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 142 - RevidesSérie Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 142 - Revides
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 142 - Revides
 
A Parábola da Figueira Seca - Grupo Espírita Rafael
A Parábola da Figueira Seca - Grupo Espírita RafaelA Parábola da Figueira Seca - Grupo Espírita Rafael
A Parábola da Figueira Seca - Grupo Espírita Rafael
 
21 Dias - Jejum de Daniel Copyright ©️ de Joel Engel.pdf
21 Dias - Jejum de Daniel Copyright ©️ de Joel Engel.pdf21 Dias - Jejum de Daniel Copyright ©️ de Joel Engel.pdf
21 Dias - Jejum de Daniel Copyright ©️ de Joel Engel.pdf
 

História da Igreja #22

  • 1. História da Igreja Moderna (1517 em diante) A Reforma na Suíça
  • 2. A Suíça era o território mais livre da Europa ao tempo da Reforma; As cidades suíças eram também centros de cultura; Três tipos de teologia da Reforma se desenvolveram em territórios suíços.
  • 4. Nos cantões alemães do norte da Suíça
  • 5. Ulrico Zuínglio (1484-1531); Filho de fazendeiro e juiz de Wildhaus; Recebeu boa educação, se formou em bacharel em artes em 1504, vindo a receber o grau de mestre dois anos depois, pela Universidade da Basiléia; Entre 1506 e 1516, Zuínglio serviu ao papado como sacerdote de paróquia e
  • 6. Entre 1516 e 1518, serviu como pastor em Einsiedeln, onde começou a se opor a alguns abusos do sistema romano das indulgências e da imagem negra da Virgem Maria; Em 1519 foi chamado para pastorear em Zurique; Nesse mesmo ano, uma epidemia de peste bubônica e o contato com as ideias luteranas levaram-no a uma experiência de conversão;
  • 7. Em 1522, o reformador se casou às escondidas com uma viúva, Anna Reinhard; Em 1523 as autoridades católicas resolveram promover um debate público em que Zuínglio sozinho enfrentaria a todos; Depois disso, os líderes civis eleitos pelo povo escolheriam a fé que a cidade e o cantão adotariam;
  • 8. Depois do debate em Zurique, o conselho da cidade decidiu-se pela vitória de Zuínglio, e suas ideias ganharam logo condições de legalidade; Berna foi conquistada para a Reforma através de um debate semelhante ao de Zurique; A partir de 1522, Zuínglio perdeu o apoio dos seguidores que se tornaram conhecidos como anabatistas, e também, o apoio de Lutero no Colóquio de Marburg em 1529;
  • 9. Em 1527, um sínodo das igrejas evangélicas suíças foi formado, ao mesmo tempo, a Bíblia foi traduzida para a língua do povo; Em 1529, uma guerra aberta irrompeu entre cantões protestantes e católicos; Em 1531, Zuínglio juntou-se aos seus soldados como capelão, e foi morto em combate;
  • 10. Zuínglio foi o mais humanista dos reformadores; Embora Calvino tenha se tornado o herói da fé reformada, a igreja não pode esquecer o papel de Zuínglio na libertação da Suíça das correntes do papado.
  • 12. São os ancestrais espirituais diretos das igrejas menonitas, amish e hutteritas hoje espelhadas pelo mundo; Surgiram primeiro na suíça em função da liberdade que existia nesse país; Conrad Grebel (1498-1526) pode ter sido o fundador do movimento anabatista suíço; Balthasar Hubmaier (1480-1528), um dos primeiros anabatistas alemães;
  • 13. Um padrão comunitário baseado na Igreja Primitiva de Atos foi desenvolvido por grupos de refugiados na Morávia; A destruição do movimento anabatista foi evitada pela sadia liderança de Menno Simons (1496-1561); É difícil sistematizar as crenças anabatistas, porque houve muitos grupos anabatistas diferentes em suas doutrinas.
  • 17. Kasper Schwemkfeld (1498-1561); Valorizavam a experiência, eram inclinados ao misticismo e criam numa direção interior do Espírito Santo; Ainda existe um pequeno grupo na Pensilvânia.
  • 18. São os precursores dos modernos unitarianos; Suas ideias se desenvolveram na Itália; Os Jesuítas foram capazes de suprimir esse movimento na Polônia, mas as ideias socinianas espalharam-se pela Holanda, Inglaterra, e daí para a América.

Notas do Editor

  1. A Suíça é dividida em cantões, atualmente são 26, na época da reforma eram 13, são membros federativos do Estado Federal da Suíça, eles mantém larga autonomia e soberania sobre os seus domínios. Como o governo de cada cantão tinha autonomia, estavam livres para aceitar a forma de religião que quisessem. A Basiléia possuía uma das maiores universidades da época, foi lá que Erasmo editou o seu NT em grego, houve grande influência do humanismo na cultura suíça. Os cantões do norte, de fala alemã, liderados por Zurique, seguiram Zuínglio. Os de fala francesa, liderados por Genebra, seguiram Calvino, os radicais da Reforma, chamados anabatistas, liderados por Menno Simons, alcançou o restante da Suíça, chegando também a Alemanha e a Holanda.
  2. Faz parte da primeira geração dos reformadores. Foi com Zuínglio que todo o descontentamento com Roma se transformou em igreja realmente nascida da Reforma. Família rica, o que lhe possibilitou a melhor educação possível para a época. Aqui teve contato com o humanismo, as ciências humanas eram o seu maior interesse, ele pouco se interessava por teologia nesse período. Ele interpretava a bíblia a luz da filosofia, enfatizava bastante as questões morais, começou a se opor ao serviço mercenário, a não ser que esse serviço fosse prestado ao papa.
  3. - Mais uma vez ele se posicionou contra os mercenários e Zurique acabou proibindo a prática em 1521. Declarou que o dízimo não era uma exigência divina, mas uma questão voluntária, isso abalou as estruturas financeiras de Roma.
  4. Esse foi um fato bastante estranho na história de Zuínglio. Apenas dois anos depois que ele legitimou publicamente, se casando oficialmente com Anna. Curioso aqui foi o motivo que levaram os católicos a promoverem esse debate, um homem chamado Christopher Froschauer em 1522, deu salsichas para os seus trabalhadores comerem durante a quaresma, ele citou o ensino de Zuínglio sobre a autoridade exclusiva da Bíblia para justificar seu ato. No debate, Zuínglio preparou 67 artigos, onde falava da salvação pela fé somente, a autoridade da bíblia, supremacia de Cristo na igreja e no direito dos sacerdotes ao casamento. Além de condenar diversas práticas romanas sem respaldo bíblico.
  5. Eles pararam de cobrar taxas para batismo e sepultamento, monges e freiras tiveram permissão para se casarem, uso de imagens e relíquias foi proibido, em 1525, o ponto alto em Zurique, onde houve o fim da missa. Zuínglio foi ao debate novamente, e em 1528 Berna adotou os princípios da reforma. Em 1529 a missa também foi abolida na Basiléia por influência de um amigo de Zuínglio. Que nós veremos com mais detalhes mais para frente.
  6. Até esse momento o papa não havia feito nada a respeito da reforma na Suíça, porque ele precisava dos serviços mercenários vindos da suíça. Mas os cantões que continuavam fiéis a Roma resolveram se unir e criaram a União Cristã de Cantões Católicos e... Depois de um tempo de guerras, houve um acordo de paz, onde ficou resolvido que a maioria dos cidadãos de cada cantão escolheria sua religião, garantindo a tolerância aos protestantes nos cantões papais e vice-versa. Nesse ano Zuínglio tentou conquistar Genebra para a sua causa, o que causou uma nova guerra. Só mais tarde em 1549, zuinglianos e calvinistas unem esforços nas Igrejas Reformadas da Suíça.
  7. Para ele filósofos gregos como Sócrates e Platão estavam no céu. Para ele, somente os que ouvissem e rejeitassem o evangelho estavam predestinados à condenação. O pecado original era uma doença moral e por isso as crianças poderiam ser salvas, pois não havia a culpa. Embora mais liberal que Lutero, foi tão corajoso quanto o grande reformador.
  8. - Nem o feudalismo, nem o papado tinham sido capazes de estabelecer domínio nessas terras, isso por causa dos soldados mercenários. De família nobre, trabalhou ao lado de Zuínglio de 1522 a 1525, quando romperam. O ensino inicial de Zuínglio de que o batismo infantil não tinha base bíblica atraiu Grebel, mas depois Zuínglio desistiu de bater o pé nessa questão por conta das consequências, muitas pessoas perderiam sua cidadania. Os anabatistas também eram contra o controle da religião pelo Estado. Foi aluno de Johann Eck, adversário de Lutero. Líder de todos os que haviam fugido da perseguição de Zuínglio na Morávia. Foi queimado em uma estaca em 1528 por ordem do imperador e sua mulher afogada no danúbio, pelas autoridades católicas romanas. Ensinava a separação do Estado e igreja, autoridade da bíblia e o batismo de crentes. Os profetas de Zwinckau, que causaram problemas a Lutero em Wittemberg, eram geralmente associados ao movimento anabatista.
  9. Tinham ideias socialistas, incentivavam a venda das propriedades para ajudar aos pobres. Muitos ingressavam aos grupos anabatistas na expectativa que o milênio chegaria a qualquer momento. Há casos de poligamia, faziam isso para imitar os patriarcas. Diziam que a nova Jerusalém seria na cidade em Estrasburgo, depois mudaram, falaram que iria ser em outra cidade. Essa expectativa fanática pela vinda do reino dos céus logo levou-os ao caos. Por casos assim acabaram condenados a perseguição, tanto por parte dos protestantes como dos católicos romanos. 2) Se firmaram na Holanda, conseguiram liberdade religiosa em 1676, com o nome de menonitas. 3) Eram pessoas humildes, artesãos, camponeses, iletrados que interpretavam a bíblia literalmente, o que os levou a excessos. Influenciaram os puritanos e os batistas no seu conceito de igrejas livres.
  10. Hutteritas, seguidores de Jacó Hutter.
  11. Menonitas, Menno Simons
  12. Amish – Jacob Amman
  13. Outro grupo radical da reforma. Da Itália migrou para a Polônia. De acordo com os socinianos, Cristo deve ser adorado como um homem que obteve a divindade por sua vida superior. A morte de Jesus foi simplesmente um exemplo de obediência. O pecado original, a divindade de Cristo, a Trindade, a predestinação foram negados.