Tecnologia e Negócios de Rádio e TV - 12/3/2012

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Aula da disciplina Tecnologia e Negócios de Rádio e TV, do curso de Audiovisual do Centro Universitário Senac, em 12 de março de 2012

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Tecnologia e Negócios de Rádio e TV - 12/3/2012

  1. 1. Tecnologia e negócios de rádio e TV 12 de março de 2012
  2. 2. O mercado da TV paga (em milhões de assinantes) Janeiro/2012: 12.7 13 milhões 9.8 7.5 6.3 5.3 4.6 3.9 4.2 3.4 3.6 3.6 3.6 2.5 2.6 2.8 1.8 1.0 0.3 0.4 Fonte: Telebrasil e Teleco2 Renato Cruz – Senac – 12/3/2012
  3. 3. Participação de mercado (em %) 1.3 2.8 7.0 4.3 Net 37.0 Sky Embratel 17.9 Telefônica Oi Abril Outros 29.8 Fonte: Teleco3 Renato Cruz – Senac – 12/3/2012
  4. 4. Divisão por tecnologia (em %) 1.8 42.7 Cabo Satélite MMDS 55.5 Fonte: Teleco4 Renato Cruz – Senac – 12/3/2012
  5. 5. Cidades com cabo e MMDS Tecnologia Municípios Apenas MMDS 207 Apenas cabo 149 Cabo e MMDS 109 Total 465 Fonte: Anatel5 Renato Cruz – Senac – 12/3/2012
  6. 6. A legislação do setor  1962 – Código Brasileiro de Telecomunicações – Lei N.º 4.117  1995 – Lei do Cabo – N.º 8.977  1996 – Lei Mínima – N.º 9.295  1997 – Lei Geral de Telecomunicações – N.º 9.472  2011 – Lei de TV Paga – N.º 12.4856 Renato Cruz – Senac – 12/3/2012
  7. 7. Definições da nova lei Espaço Qualificado Espaço total do canal de programação, excluindo-se conteúdos religiosos ou políticos, manifestações e eventos esportivos, concursos, publicidade, televendas, infomerci ais, jogos eletrônicos, propaganda política obrigatória, conteúdo audiovisual veiculado em horário eleitoral gratuito, conteúdos jornalísticos e programas de auditório ancorados por apresentador Canal de Espaço Qualificado Canal de programação que, no horário nobre, veicule majoritariamente conteúdos audiovisuais que constituam espaço qualificado7 Renato Cruz – Senac – 12/3/2012
  8. 8. Definições da nova lei Canal Brasileiro de Espaço Qualificado Canal de espaço qualificado que cumpra os seguintes requisitos, cumulativamente:  ser programado por programadora brasileira;  veicular majoritariamente, no horário nobre, conteúdos audiovisuais brasileiros que constituam espaço qualificado, sendo metade desses conteúdos produzidos por produtora brasileira independente;  não ser objeto de acordo de exclusividade que impeça sua programadora de comercializar, para qualquer empacotadora interessada, os direitos de sua exibição ou veiculação.8 Renato Cruz – Senac – 12/3/2012
  9. 9. As cotas de conteúdo nacional  Nos canais de espaço qualificado, no mínimo 3h30 semanais dos conteúdos veiculados no horário nobre deverão ser brasileiros e integrar espaço qualificado, e metade deverá ser produzida por produtora brasileira independente.  Em todos os pacotes ofertados ao assinante, a cada 3 canais de espaço qualificado existentes no pacote, ao menos 1 deverá ser canal brasileiro de espaço qualificado.  Nos pacotes em que houver canal de programação gerado por programadora brasileira que possua majoritariamente conteúdos jornalísticos no horário nobre, deverá ser ofertado pelo menos um canal adicional de programação com as mesmas características no mesmo pacote ou na modalidade avulsa de programação.9 Renato Cruz – Senac – 12/3/2012
  10. 10. Não valem para cumprimento de cotas  Canais de distribuição obrigatória, ainda que veiculados em localidade distinta daquela em que é distribuído o pacote;  Canais que retransmitirem canais de geradoras detentoras de outorga de radiodifusão de sons e imagens em qualquer localidade;  Canais operados sob a responsabilidade do poder público;  Canais cuja grade de programação não tenha passado por qualquer modificação para se adaptar ao público brasileiro;  Canais dedicados precipuamente à veiculação de conteúdos de cunho erótico;  Canais ofertados na modalidade avulsa de programação;  Canais ofertados em modalidade avulsa de conteúdo programado.10 Renato Cruz – Senac – 12/3/2012

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