“Contrair a hanseníase não é apenas contrair umadoença que agride os nervos periféricos, contraímos tambémuma nova identid...
HANSENÍASE
Aspectos epidemiológicos:• Doença infecto-contagiosa;• Evolução lenta;• Sinais e sintomas dermato-neurológicos;• Lesões de...
Contexto biopsico-socialComprometimentonervo periféricoDeformidades eIncapacidadesfísicasRedução trabalhoe vida socialProb...
Hanseníase é doença curável.O diagnóstico e tratamento precocemais rapidamente curam os doentes.
Agente etiológico:• Mycobacterium leprae ou Bacilo de Hansen;• Parasita intracelular obrigatório;• Multiplicação celular l...
Modo de transmissão:• Via de eliminação: vias aéreas superiores;• Período de incubação: longo (2 a 7 anos);• Todas as idad...
Aspectos clínicos:• Sinais e sintomas dermatológicos:• Manchas pigmentares ou discromias;• Placa;• Tubérculo;• Nódulo.• Lo...
Slide clínico
Caso clínico
Caso clínico
As lesões de hanseníasesempre apresentam alteraçãoda sensibilidade:
Insensibilidade
Aspectos clínicos:• Sinais e sintomas neurológicos:• Neurites: processos inflamatórios dos nervosperiféricos;• Dor e espes...
Sintomas neurológicos:Alguns casos, porém, apresentam alterações dasensibilidade e alterações motoras (perda da força musc...
Diagnóstico:Um caso de hanseníase é uma pessoa que apresenta uma ou maisdas seguintes características:• Lesão (ões) de pel...
Diagnóstico Clínico:• Anamnese – história clínica e epidemiológica:• As pessoas que tem hanseníase queixam-se de manchas d...
Diagnóstico Clínico:• Avaliação dermatológica: pesquisa da sensibilidade – térmica,dolorosa e tátil.• A pesquisa de sensib...
Caso clínico:
Caso clínico:
Caso clínico:
Amiotrofias:
Tratamento:HANSENÍASE TEM CURA E DEVE SER TRATADA NAS UNIDADESBÁSICAS DE SAÚDE.Etapas do tratamento:• Tratamento quimioter...
Tratamento:• Tratamento poliquimioterápico – PQT• Esquema paucibacilar – PQT-PB:• Rifampicina: 600 mg/mês – supervisionada...
Tratamento:• Tratamento poliquimioterápico – PQT• Esquema multibacilar – PQT-MB:• Rifampicina: 600 mg/mes supervisionada;•...
Tratamento:• Casos multibacilares com numerosas lesões e/ou extensasáreas de infiltração cutânea poderão apresentar umareg...
Tratamento:• Efeitos colaterais da PQT:• Clofazimina: ressecamento cutâneo, icterícia,coloração da pele avermelhada e/ou a...
Tratamento:• Situações especiais:• Gestação e hanseníase: o tratamento pode serrealizado durante a gestação e a lactação;•...
Tratamento:• Prevenção e tratamento das incapacidades:• Devem iniciar precocemente e em conjunto com as outrasetapas do tr...
• Por que mudou o nome?A palavra lepra significa escamoso em grego e designava,na antigüidade, doenças que hoje conhecemos...
Em traduções da Bíblia, ainda se encontra apalavra lepra (Levítico, capítulos 13 e 14)descrevendo doenças que são diferent...
• Como se pega hanseníase?A hanseníase se pega somente de uma pessoainfectada apresentando forma contagiante, isto é, quee...
• Quem pega hanseníase?O bacilo de Hansen só ataca o ser humano. A maioria daspessoas quando entra em contato com o bacilo...
• Alguém nasce com hanseníase?Não. Nenhuma pessoa nasce com hanseníase. Se o pai oua mãe tem hanseníase, seu bebê nasce se...
• Quais os danos físicos que a doença pode causar?Se a doença não for tratada no início, podemaparecer mais manchas ou se ...
• Onde é feito o tratamento?Nos postos, centros de saúde, Programa de Saúdeda Família (PSF) e outras estratégias da atençã...
HanseníaseNo Brasil, apesar da redução drástica no número decasos, a hanseníase se constitui em um problema de saúdepúblic...
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Leis:PORTARIA CONJUNTA N.º 125, DE 26 DE MARÇO DE 2009Define ações de controle da hanseníase.
O Programa Nacional de Controle daHanseníase do Ministério da Saúde desenvolveum conjunto de ações que visam orientar aprá...
• Assistência• Diagnóstico de caso de hanseníase• O diagnóstico de caso de hanseníase éessencialmente clínico e epidemioló...
• A classificação operacional do caso dehanseníase, visando o tratamento compoliquimioterapia é baseada no número delesões...
Resumindo...• Tratamento especializado pelo SUS:A pessoa com hanseníase tem direito, peloSUS, a assistência, tratamento, r...
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• O Ministério da Saúde, em articulação com ossistemas de saúde dos Estados e Municípios,implementará ações específicas em...
Medicamentos disponíveis:Antidepressivos tricíclicos:• Cloridrato de Amitriptilina• Cloridrato de Nortriptilina• Embonato ...
Fenotiazínicos:• Cloridrato de Clorpromazina• Cloridrato de LevomepromazinaAnticonvulsivantes:• Carbamazepina• Oxicarbamaz...
Concluindo:“Um dia, em profundo sonoO SUS lhe apareceuFoi logo se apresentandoE explicações lhe deu:Que o SUS não é do gov...
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  1. 1. “Contrair a hanseníase não é apenas contrair umadoença que agride os nervos periféricos, contraímos tambémuma nova identidade que, não raro, é muito pior do que adoença em si. Até porque quando se diz: fulano é leproso,está-se atribuindo a ele um estado permanente. Não secompara com fulano está com hanseníase.”Francisco Augusto Vieira Nunes, o Bacurau, ex-paciente e ativista do Movimento de Reintegração das PessoasAtingidas pela Hanseníase (MORHAN).
  2. 2. HANSENÍASE
  3. 3. Aspectos epidemiológicos:• Doença infecto-contagiosa;• Evolução lenta;• Sinais e sintomas dermato-neurológicos;• Lesões de pele e nervos periféricos;• Olhos, mãos e pés.
  4. 4. Contexto biopsico-socialComprometimentonervo periféricoDeformidades eIncapacidadesfísicasRedução trabalhoe vida socialProblemaspsicológicosEstigma epreconceitos
  5. 5. Hanseníase é doença curável.O diagnóstico e tratamento precocemais rapidamente curam os doentes.
  6. 6. Agente etiológico:• Mycobacterium leprae ou Bacilo de Hansen;• Parasita intracelular obrigatório;• Multiplicação celular lento (11 a 16 dias);• Alta infectividade e baixa patogenicidade;• Fonte de infecção: homem.
  7. 7. Modo de transmissão:• Via de eliminação: vias aéreas superiores;• Período de incubação: longo (2 a 7 anos);• Todas as idades (menos comum nas crianças);• Ambos os sexos (homem>mulheres).• Risco de doença é influenciado por:• Condições individuais,• Níveis de endemia,• Condições socioeconômicas e• Condições precárias de vida (agrupamentos populacionais).
  8. 8. Aspectos clínicos:• Sinais e sintomas dermatológicos:• Manchas pigmentares ou discromias;• Placa;• Tubérculo;• Nódulo.• Localizadas principalmente na face, orelhas, nádegas,braços, pernas e costas (áreas frias da pele).
  9. 9. Slide clínico
  10. 10. Caso clínico
  11. 11. Caso clínico
  12. 12. As lesões de hanseníasesempre apresentam alteraçãoda sensibilidade:
  13. 13. Insensibilidade
  14. 14. Aspectos clínicos:• Sinais e sintomas neurológicos:• Neurites: processos inflamatórios dos nervosperiféricos;• Dor e espessamento dos nervos periféricos;• Perda da sensibilidade (olhos, mãos e pés);• Perda da força muscular (pálpebras, membrossuperiores e inferiores);
  15. 15. Sintomas neurológicos:Alguns casos, porém, apresentam alterações dasensibilidade e alterações motoras (perda da força muscular).
  16. 16. Diagnóstico:Um caso de hanseníase é uma pessoa que apresenta uma ou maisdas seguintes características:• Lesão (ões) de pele com alteração da sensibilidade;• Acometimento de nervo(s) com espessamento neural;
  17. 17. Diagnóstico Clínico:• Anamnese – história clínica e epidemiológica:• As pessoas que tem hanseníase queixam-se de manchas dormentes,cãimbras, formigamento, dormência e fraqueza das mãos e pés;• Investigação epidemiológica importante para descobrir a fonte da infecçãoe diagnosticar novos casos entre os contatos.
  18. 18. Diagnóstico Clínico:• Avaliação dermatológica: pesquisa da sensibilidade – térmica,dolorosa e tátil.• A pesquisa de sensibilidade nas lesões de pele, ou em áreas suspeitas,é um recurso muito importante no diagnóstico da hanseníase e deveser executado com paciência e precisão.
  19. 19. Caso clínico:
  20. 20. Caso clínico:
  21. 21. Caso clínico:
  22. 22. Amiotrofias:
  23. 23. Tratamento:HANSENÍASE TEM CURA E DEVE SER TRATADA NAS UNIDADESBÁSICAS DE SAÚDE.Etapas do tratamento:• Tratamento quimioterápico específico (PQT);• Acompanhamento: tratamento das intercorrências e complicações;• Prevenção e tratamento das incapacidades.
  24. 24. Tratamento:• Tratamento poliquimioterápico – PQT• Esquema paucibacilar – PQT-PB:• Rifampicina: 600 mg/mês – supervisionada;• Dapsona: 100 mg/dia – auto-administrata;• Duração do tratamento: 6 dosessupervisionadas;• Critério de alta: 6 doses supervisionadas em até9 meses.
  25. 25. Tratamento:• Tratamento poliquimioterápico – PQT• Esquema multibacilar – PQT-MB:• Rifampicina: 600 mg/mes supervisionada;• Clofazemina: 300 mg/mes supervisionada e 50 mg/dia auto-administrada;• Dapsona: 100mg/dia auto-administrada;• Duração do tratamento: 12 doses supervisionadas;• Critério de alta: 12 doses supervisionadas em até 18 meses.
  26. 26. Tratamento:• Casos multibacilares com numerosas lesões e/ou extensasáreas de infiltração cutânea poderão apresentar umaregressão mais lenta das lesões.• A maioria destes doentes continuará melhorando após aconclusão das 12 doses supervisionadas.• É possível, no entanto, que alguns desses casos, necessitemdoses adicionais de PQT-MB a critério médico.
  27. 27. Tratamento:• Efeitos colaterais da PQT:• Clofazimina: ressecamento cutâneo, icterícia,coloração da pele avermelhada e/ou acinzentada,diminuição do peristaltismo e dor abdominal.• Dapsona: eritema multiforme major, eritrodermia,icterícia, anemia hemolítica e metahemoglobinemia,dispnéria, cianose, cefaléia, fraqueza.
  28. 28. Tratamento:• Situações especiais:• Gestação e hanseníase: o tratamento pode serrealizado durante a gestação e a lactação;• Tuberculose e hanseníase: é comum a associação e otratamento deve usar as doses de rifampicinapreconizadas para a tuberculose – 300 mg/dia;• Aids e hanseníase: o tratamento PQT não interfere notratamento da AIDS.
  29. 29. Tratamento:• Prevenção e tratamento das incapacidades:• Devem iniciar precocemente e em conjunto com as outrasetapas do tratamento;• Utilização de técnicas diversas, simples e/ou complexas,envolvendo fisioterapia, educação em saúde, auto-cuidado,etc.• Deve envolver toda a equipe de saúde.
  30. 30. • Por que mudou o nome?A palavra lepra significa escamoso em grego e designava,na antigüidade, doenças que hoje conhecemos por psoríase,eczema e outras dermatoses. À medida que suas causas foramdescobertas, essas doenças passaram a ter denominaçãoapropriada.
  31. 31. Em traduções da Bíblia, ainda se encontra apalavra lepra (Levítico, capítulos 13 e 14)descrevendo doenças que são diferentes dahanseníase. Por essas razões, e também porqueas palavras lepra e leproso estão associadas aidéias de impureza, vício, podridão, nojeira,corrupção e repugnância, é anticientífico,irracional e desumano considerá-las comosinônimos de hanseníase e de portador dehanseníase.
  32. 32. • Como se pega hanseníase?A hanseníase se pega somente de uma pessoainfectada apresentando forma contagiante, isto é, queesteja eliminando os bacilos de Hansen pelas viasrespiratórias e que não esteja fazendotratamento(quando inicia o tratamento deixa detransmitir). Existem formas de doença que não sãocontagiantes. A doença, de qualquer leito, não se peganum aperto de mão, num abraço ou usando diversosutensílios como copos, talheres ou pratos,compartilhados pela família.
  33. 33. • Quem pega hanseníase?O bacilo de Hansen só ataca o ser humano. A maioria daspessoas quando entra em contato com o bacilo nãodesenvolve a doença. As populações mais pobres estão maissujeitas não só a contrair hanseníase mas também todos ostipos de doença.
  34. 34. • Alguém nasce com hanseníase?Não. Nenhuma pessoa nasce com hanseníase. Se o pai oua mãe tem hanseníase, seu bebê nasce sem a doença. Se ospais não fizerem tratamento adequado para a doença, aí sim,a criança poderá apresentar hanseníase alguns anos maistarde.
  35. 35. • Quais os danos físicos que a doença pode causar?Se a doença não for tratada no início, podemaparecer mais manchas ou se tornarem maiores eficarem mais dormentes. O nariz entope, surgemformigamentos nas mãos e pés, ou inchaços nas mãos,pés, rosto e orelhas. Em alguns casos, os homens podemficar estéreis. Devido à dormência, a pessoa pode se ferirnas mãos e nos pés, e por não sentir surgem lesões nasáreas dormentes. Pode ser necessária atenção especialpara os problemas nos olhos.
  36. 36. • Onde é feito o tratamento?Nos postos, centros de saúde, Programa de Saúdeda Família (PSF) e outras estratégias da atenção básicade saúde da população, que devem estar preparadospara atender as pessoas que contraírem hanseníase. Aconsulta e todo o tratamento, até os medicamentos, sãogratuitos. E dever do governo atender a todas asnecessidades do tratamento, incluindo a prevenção deincapacidades e a reabilitação. O portador dehanseníase, seus familiares e a comunidade devem exigiresse direito.
  37. 37. HanseníaseNo Brasil, apesar da redução drástica no número decasos, a hanseníase se constitui em um problema de saúdepública que exige uma vigilância resolutiva, bem como ocompromisso de eliminar a hanseníase com o objetivo dealcançar o índice de menos de um doente em cada 10.000habitantes.
  38. 38. HanseníaseTrabalho envolvendo osprofissionais das Unidades Básicas deSaúde, das Equipes de Saúde daFamília, Agente Comunitário de Saúde.
  39. 39. HanseníaseQuando a pessoa doente inicia o tratamentoquimioterápico, ela deixa de ser transmissora da doença, poisas primeiras doses da medicação matam os bacilos, torna-osincapazes de infectar outras pessoas.
  40. 40. Duração do tratamento e critério dealta:O esquema de administração da dosesupervisionada deve ser o mais regular possível- de 28 em 28 dias.Porém, se o contato não ocorrer naunidade de saúde no dia agendado, a medicaçãodeve ser dada mesmo no domicílio, pois agarantia da administração da dosesupervisionada e da entrega dos medicamentosindicados para a automedicação é imprescindívelpara o tratamento adequado.
  41. 41. Vigilância Epidemiológica:• Detecção passiva e ativa• Notificação• Tratamento supervisionado e auto-administrado• Acompanhamento• Prevenção de deformidades e Incapacidades• Comunicantes: BCG (proteção 20 -80%) 2 dosesintervalo 6 meses, se cicatriz de BCG considerarcomo 1odose.
  42. 42. Vigilância Epidemiológica:Para descoberta de casos éfundamental que se divulgue junto àpopulação os sinais e sintomas dadoença e a existência de tratamento ede cura para a hanseníase.
  43. 43. Leis:PORTARIA CONJUNTA N.º 125, DE 26 DE MARÇO DE 2009Define ações de controle da hanseníase.
  44. 44. O Programa Nacional de Controle daHanseníase do Ministério da Saúde desenvolveum conjunto de ações que visam orientar aprática em serviço em todas as instâncias ediferentes complexidades, de acordo com osprincípios do SUS, fortalecendo as ações devigilância epidemiológica da hanseníase,promoção da saúde com base na educaçãopermanente e assistência integral aosportadores deste agravo.
  45. 45. • Assistência• Diagnóstico de caso de hanseníase• O diagnóstico de caso de hanseníase éessencialmente clínico e epidemiológico,realizado por meio da análise da história econdições de vida do paciente, do examedermatoneurológico para identificar lesões ouáreas de pele com alteração de sensibilidadee/ou comprometimento de nervos periféricos(sensitivo, motor e/ou autonômico).
  46. 46. • A classificação operacional do caso dehanseníase, visando o tratamento compoliquimioterapia é baseada no número delesões cutâneas de acordo com os seguintescritérios:• PAUCIBACILAR (PB) - casos com até cinco lesõesde pele• MULTIBACILAR (MB) - casos com mais de cincolesões de pele
  47. 47. Resumindo...• Tratamento especializado pelo SUS:A pessoa com hanseníase tem direito, peloSUS, a assistência, tratamento, reabilitação eseguimento de seu caso, até o recebimento dealta.• - Portaria Conjunta n.º 125/MS/SVS, de 26 demarço de 2009;- Portaria nº 586 MS/GM, de 06 de abril de 2004,Artigo1º, Inciso III
  48. 48. • Seguimento de casos:Os pacientes devem ser agendados pararetorno a cada 28 dias. Nestas consultas elestomam a dose supervisionada no serviço desaúde e recebem a cartela com osmedicamentos das doses a seremautoadministradas em domicílio. Estaoportunidade deve ser aproveitada paraavaliação do(a) paciente, esclarecimento dedúvidas e orientações. Além disso, deve-sereforçar a importância do exame dos contatos eagendar o exame clínico e a vacinação do(s)contato(s).
  49. 49. Pensão:Toda pessoa com hanseníase que já foi submetida aisolamento ou a internação obrigatória, tem direito a receberuma pensão especial, no valor de R$ 750,00.- Lei nº 11.520, de 18 de setembro de 2007;- Decreto nº 6.438, de 22 de abril de 2008.
  50. 50. • Fica o Poder Executivo autorizado a conceder pensãoespecial, mensal, vitalícia e intransferível, às pessoasatingidas pela hanseníase e que foram submetidas aisolamento e internação compulsórios emhospitais-colônia, até 31 de dezembro de 1986, que arequererem, a título de indenização especial,correspondente a R$ 750,00 (setecentos e cinqüentareais).• § 1o A pensão especial de que trata o caput épersonalíssima, não sendo transmissível a dependentes eherdeiros, e será devida a partir da entrada em vigordesta Lei.
  51. 51. • O Ministério da Saúde, em articulação com ossistemas de saúde dos Estados e Municípios,implementará ações específicas em favor dosbeneficiários da pensão especial de que trataesta Lei, voltadas à garantia de fornecimento deórteses, próteses e demais ajudas técnicas, bemcomo na realização de intervenções cirúrgicas eassistência à saúde por meio do Sistema Únicode Saúde - SUS
  52. 52. Medicamentos disponíveis:Antidepressivos tricíclicos:• Cloridrato de Amitriptilina• Cloridrato de Nortriptilina• Embonato de Imipramina (Pamoato de Imipramina• Cloridrato de Clomipramina
  53. 53. Fenotiazínicos:• Cloridrato de Clorpromazina• Cloridrato de LevomepromazinaAnticonvulsivantes:• Carbamazepina• Oxicarbamazepina
  54. 54. Concluindo:“Um dia, em profundo sonoO SUS lhe apareceuFoi logo se apresentandoE explicações lhe deu:Que o SUS não é do governoQue o SUS também eraseu”.Obrigada!
  55. 55. Autarquia Educacional de Serra Talhada – AESETFaculdade de Ciências Humanas e Sociais de Serra Talhada – FACHUSST5.º Período de Serviço Social “B”Professora: Ilka Gieselle PereiraTema: HanseníaseEquipe:• Damiana Deodato da Silva,• Diane Lúcia de Souza Carvalho,• Joélia Alves Vasconcelos,• Maria Sandra Novaes da Silva,• Rita Jussara Rocha de Almeida Barros, e,• Rosilene Salvador de Souza.

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