Acessibilidade urbana

5.541 visualizações

Publicada em

Apresentação realizada na Camara dos Vereadores de Cotia em 2009. Autoria da Apresentação: Renata Mello.
Para saber mais de acessibilidade acesse:
www.desenhouniversal.com

Publicada em: Design, Tecnologia
0 comentários
5 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
5.541
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
3
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
161
Comentários
0
Gostaram
5
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Acessibilidade urbana

  1. 1. ACESSIBILIDADE URBANA
  2. 2. ACESSIBILIDADE MEIO DE POSSIBILITAR PARTICIPAÇÃOCondição para utilização, comconforto, segurança eautonomia: NAS INFORMAÇÕES NOS MOBILIÁRIOS URBANOS NOS ESPAÇOS Por todas as pessoas, independente das suas condições de mobilidade, percepção e cognição. NOS EQUIPAMENTOS NOS TRANSPORTES URBANOS
  3. 3. DIVERSIDADEFONTE IMAGENS:WWW.CREATIVE.GETTYIMAGES.COM
  4. 4. DIVERSIDADE FONTE: ARQUIVO PESSOAL FONTE: IIDA, ITIRO. ERGONOMIA - PROJETO E PRODUÇÃO / 1993
  5. 5. DIVERSIDADE FONTE IMAGENS: CPA. GUIA DE ACESSIBILIDADE EM EDIFICAÇÕES / 2002 PESSOA COM MULETA DEFICIENTE VISUALDEFICIENTES FÍSICOS IDOSO COM ANDADOR IDOSO COM BENGALA FONTE IMAGENS: CPA. GUIA DE ACESSIBILIDADE EM EDIFICAÇÕES / 2002
  6. 6. DIVERSIDADE FONTE IMAGENS: CPA. GUIA DE ACESSIBILIDADE EM EDIFICAÇÕES / 2002DEFICIÊNCIAS SENSORIAIS DEFICIÊNCIAS FÍSICO - MOTORAS PERDAS NO PERDAS NO FONTE: GETTY IMAGES FONTE: GETTY IMAGES SISTEMA DE SISTEMA DE PERCEPÇÃO DO MOTRICIDADE DO AMBIENTE E DAS INDIVÍDUO PESSOASDEFICIÊNCIAS COGNITIVAS DEFICIÊNCIAS MÚLTIPLAS PERDAS NO QUANDO FONTE: GETTY IMAGES SISTEMA DE APRESENTA MAIS http://www.bbc.co.uk COMPREENSÃO E DE UMA TRATAMENTO DAS DEFICIÊNCIA AO INFORMAÇÕES MESMO TEMPO
  7. 7. CRONOLOGIADécada de 70 1973 – Congresso Norte Americano busca promover o acesso à pessoa com deficiência no espaço construído (Seção 504 da Lei de Reabilitação). Eliminação de barreiras físicas. - Na Europa também inicia-se o processo de regulamentação.Década de 80 1980 – Assembléia Geral da ONU na resolução n• 31/123 de 1979 declarou o ano de1981 como sendo “Ano Internacional da Pessoa Deficiente”. 1982- Programa Mundial de Ação para as Pessoas com Deficiência. 1982 – Nos EUA foi publicado o guia de normas mínimas para o desenho acessível. 1985 – Inicia-se na Europa elaboração da Norma Européia de Acessibilidade que só veio a ser apresentada em 1990. 1987- Nos EUA, Ron Mace desenvolve o conceito do Universal Design. NO BRASIL 1985 – A primeira NBR 9050 “Adequação das edificações e do mobiliário urbano à pessoa deficiente” 1988 – Constituição Brasileira – apresenta dispositivos de acessibilidade nas edificações e transporte.
  8. 8. CRONOLOGIAANO 2004 FONTE: ARQUIVO PESSOAL – FOTO EM CURITIBA - Decreto n•5296 de 02 de dezembro de 2004 que regulamentou a Lei Federal n• 10.098 de 19 de dezembro de 2000. No artigo 10, diz que: “a concepção e a implantação dos projetos arquitetônicos e urbanísticos devem atender aos princípios do Desenho Universal, tendo como referências básicas as norma técnicas de acessibilidade da ABNT, a legislação específica e as regras contidas nesse decreto.” - NBR 9050/04 – “Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos”.
  9. 9. DESENHO UNIVERSAL DESENHO DE PRODUTOS E AMBIENTES PARA SER USADOS POR TODAS AS PESSOAS, COM A MAIOR EXTENSÃO POSSÍVEL, SEM A NECESSIDADE DE ADAPTAÇÃO OU DESENHO ESPECIAL. UNIVERSIDADE CAROLINA DO NORTE ESTE CONCEITO COMPREENDE: TODAS AS PESSOAS, IDADES, TAMANHOS E HABILIDADES. ESTÉTICA QUALIDADE CULTURA
  10. 10. 7 PRINCÍPIOS 1 2 USO EQÜITATIVO FLEXIBILIDADE DE USOO DESENHO É UTILIZÁVEL POR DEVE ACOMODAR UM GRANDETODOS SEM DISTINÇÃO DE ARRANJO DE PREFERÊNCIASCATEGORIA INDIVIDUAIS E HABILIDADES FONTE : http://www.toto.co.jp/NATURAL HISTORY MUSEUM - LONDRESFONTE : ARQUIVO PESSOAL
  11. 11. 7 PRINCÍPIOS 3 4 USO SIMPLES E INFORMAÇÃO INTUITIVO PERCEPTIVACOMUNICA INFORMAÇÕES MELHORA A LEGIBILIDADE DENECESSÁRIAS EFETIVAMENTE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS.BANHEIRO ACESSÍVEL – AEROPORTO DE MADRI CENTRAL DE ALARME DE EMERGÊNCIAFONTE : ARQUIVO PESSOAL FONTE : www.arcobr.com.br
  12. 12. 7 PRINCÍPIOS 5 6 TOLERÂNCIA POUCO ESFORÇO AO ERRO FÍSICOMINIMIZANDO OS RISCOS E O USO DEVE SER CONFORTÁVEL ECONSEQUÊNCIAS DE AÇÕES EFICIENTE E COM O MÍNIMO DEACIDENTAIS FADIGA FONTE: GETTY IMAGES FONTE: ARQUIVO PESSOAL CLIENTE: APARECIDA INÊS
  13. 13. 7 PRINCÍPIOS 7 TAMANHO E ESPAÇO PARA APROXIMAÇÃO E USO GARANTE ACESSO PARA TODOS. TAMANHO E ESPAÇO APROPRIADO PARA ALCANCE E USO. FONTE: GETTY IMAGES
  14. 14. INCLUSÃO “ENVOLVER, FAZER PARTE , PERTENCER – REPRESENTA UMA AÇÃO DA SOCIEDADE PARA ENVOLVER PARTE DESSA SOCIEDADE QUE ESTÁ EXCLUÍDA POR FALTA DE CONDIÇÕES ADEQUADAS.” EUGÊNIA AUGUSTA GONZAGA FÁVERO FONTE: GETTY IMAGES
  15. 15. ACESSIBILIDADE URBANA ESPAÇOS MOBILIÁRIOS URBANOS EQUIPAMENTOS URBANOS TRANSPORTES INFORMAÇÕES
  16. 16. ESPAÇOSVIA PÚBLICA - BARREIRASFONTE: ARQUIVO PESSOAL – BUENOS AIRES FONTE: ARQUIVO PESSOAL – SÃO PAULO
  17. 17. ESPAÇOSVIA PÚBLICA FONTE: ARQUIVO PESSOAL – ZURIQUE
  18. 18. ESPAÇOS VIA PÚBLICA FAIXA DE ACESSO FONTE: ARQUIVO PESSOAL FAIXA DE SERVIÇO FAIXA LIVRECLIENTE: 25 TABELIÃO MILANI – SPFONTE: ARQUIVO PESSOAL
  19. 19. ESPAÇOS VIA PÚBLICA FONTE: ARQUIVO PESSOAL – BUENOS AIRESFONTE: ARQUIVO PESSOAL – LONDRES FONTE: ARQUIVO PESSOAL – ROMA
  20. 20. ESPAÇOS VIA PÚBLICA FONTE: ARQUIVO PESSOAL – VENEZA
  21. 21. MOBILIÁRIO URBANOBARREIRAS FONTE: ARQUIVO PESSOAL - SP
  22. 22. MOBILIÁRIO URBANOTELEFONE PÚBLICOFONTE: ARQUIVO PESSOAL – FONTE: ARQUIVO PESSOAL – ROMAVERSALHES
  23. 23. MOBILIÁRIO URBANO SANITÁRIO PÚBLICOFONTE: ARQUIVO PESSOAL – LONDRES FONTE: ARQUIVO PESSOAL – ZURIQUE
  24. 24. MOBILIÁRIO URBANO BEBEDOUROCLIENTE: 25 TABELIÃO MILANI - SP FONTE: ARQUIVO PESSOAL – PARISFONTE: ARQUIVO PESSOAL
  25. 25. MOBILIÁRIO URBANOILUMINAÇÃO FONTE: ARQUIVO PESSOAL – PARIS
  26. 26. EQUIPAMENTOSURBANOS BARREIRASFONTE: ARQUIVO PESSOAL – MADRID EMEB LOPES TROVÃO – SBC FONTE: ARQUIVO PESSOAL
  27. 27. EQUIPAMENTOSURBANOS ESCOLASESCOLA CASSIANO FARIA - SBCFONTE: ARQUIVO PESSOAL ESCOLA CASSIANO FARIA - SBC FONTE: ARQUIVO PESSOAL
  28. 28. EQUIPAMENTOSURBANOS SANITÁRIOS PÚBLICOS FONTE: ARQUIVO PESSOAL – LONDRESCLIENTE: 25 TABELIÃO MILANI / SP CLIENTE: 25 TABELIÃO MILANI / SPFONTE: ARQUIVO PESSOAL FONTE: ARQUIVO PESSOAL
  29. 29. EQUIPAMENTOSURBANOS HOTEL COSTÃO DO SANTINHO - SC COSTÃO DO SANTINHO - SC FONTE: ARQUIVO PESSOAL FONTE: ARQUIVO PESSOAL
  30. 30. EQUIPAMENTOSURBANOS MUSEUSFONTE: ARQUIVO PESSOAL FONTE: ARQUIVO PESSOAL – PARIS
  31. 31. TRANSPORTE ÔNIBUS FONTE: ARQUIVO PESSOAL – MADRID
  32. 32. TRANSPORTE ÔNIBUS TURÍSTICO FONTE: ARQUIVO PESSOAL – CURITIBA
  33. 33. TRANSPORTE METRÔ FONTE: ARQUIVO PESSOAL – MADRID FONTE: ARQUIVO PESSOAL – INTERNET
  34. 34. BARREIRA INFORMAÇÃO FONTE: ARQUIVO PESSOAL – LONDRESSESC POMPÉIA http://acontece.files.wordpress.comFONTE: ARQUIVO PESSOAL
  35. 35. INFORMAÇÃO MAPA TÁTIL FONTE: ARQUIVO PESSOAL – CURITIBA
  36. 36. INFORMAÇÃO TÁTIL FONTE: ARQUIVO PESSOAL – CURITIBA
  37. 37. INFORMAÇÃO SINALIZAÇÃO CLIENTE: 25 TABELIÃO DE NOTAS DA CAPITAL - SP FONTE: ARQUIVO PESSOAL
  38. 38. ACESSIBILIDADEACESSIBILIDADE PLENAPRECISA ASSEGURAR UMAREDE ARTICULADA ACESSÍVEL.Rota contínua, desobstruída,sinalizada, que conecte espaçosinternos com externos, permitindouma mobilidade na cidade deforma autônoma e segura paratodas as pessoas. FONTE: ARQUIVO PESSOAL HABITAÇÕES VIAS PÚBLICAS TRANSPORTES EDIFICAÇÕES MOBILIÁRIOS URBANOS
  39. 39. FAÇA A SUA PARTE!!!FONTE: CARTILHA SÃO PAULO SEM BARREIRAS – UMA CIDADE PARA TODOSPUBLICAÇÃO DA CET E DA CPA – COMISSÃO PERMANENTE DE ACESSIBILIDADE
  40. 40. www.desenhouniversal.comRENATA MELLOE-MAIL: renatamello@bioarq.com.brCEL. (11) 8139-4381

×