Doença de Crohn

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Doença de Crohn

  1. 1. Clínica Médica Doença de Crohn
  2. 2. Burrill Crohn (1884-1983)
  3. 3. A doença de Crohn é uma doença  inflamatória intestinal crônica, de origem  desconhecida, que atinge geralmente o íleo  e o cólon (mas que também pode afetar  qualquer parte do tubo gastrointestinal).
  4. 4. Imagens Endoscópicas do intestino.
  5. 5. Também pode ocorrer manifestações clínicas da Doença de Crohn na Região Perineal.
  6. 6. Sintomas      Dor Abdominal (geralmente no quadrante direito); Diarreia (com ou sem sinais de muco e sangue); Febre; Perca de peso; Enfraquecimento por causa da dificuldade para absorver os nutrientes.
  7. 7. Diagnóstico        História Clínica do paciente; Exame de sangue; Colonoscopia; Endoscopia; Raio X do trânsito intestinal; Tomografia; Ressonância Magnética.
  8. 8. Fase da Doença Ligeira e Moderada Os doentes que se enquadram nesta fase podem comer normalmente, sem sofrerem de desidratação, febre, dores abdominais, fístulas ou perda de peso superior a 10%. Moderada a grave (severa) Os doentes que se enquadram nesta fase não respondem ao tratamento da fase anterior ou sofrem de febre alta, perda de peso significativa, dores abdominais intensas, náuseas e vómitos ocasionais ou anemia. Os doentes que se enquadram nesta fase não respondem ao tratamento com corticosteróides, têm febres altas, vómitos persistentes, fístulas ou abcessos. Grave (severa) 
  9. 9. Tratamento Ainda não se conhece a cura para a doença de Crohn. O tratamento é instituído de acordo com a fase de evolução da doença, que pode ser classificada em leve, moderada e grave. Nas fases agudas, pode ser necessário administrar corticosteroides por via oral. Se o paciente não responder a esse tratamento, existem drogas imunossupressoras que induzem períodos de remissão clínica, mas podem ter efeitos colaterais adversos. Na maioria dos casos, a intervenção cirúrgica fica reservada para os quadros graves de obstrução intestinal, doença perineal, hemorragias e fistulas.
  10. 10. Recomendações       Não fumar; Praticar exercícios físicos; Evitar alimentos gordurosos de origem animal e alimentos ricos em fibras; Controlar o peso; Pedir orientações a um nutricionista para selecionar uma dieta balanceada; Verifique o aspecto das fezes sempre que utilizar o vaso sanitário. Se notar sinais de sangue e alterações sem justificativa aparente nos hábitos intestinais, consulte um médico.
  11. 11. Agradecemos sua atenção!! “Equipe Perseverantes” Alunos: Renata Araújo Tatiana Silva Pámella Cintya Leidiane Maria Moab Felipe

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