Atlântico negro na rota dos orixás

2.944 visualizações

Publicada em

Publicada em: Educação
0 comentários
1 gostou
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
2.944
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
1
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
26
Comentários
0
Gostaram
1
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Atlântico negro na rota dos orixás

  1. 1.  Atlântico Negro: na rota dos orixás faz uma viagem no espaço e no tempo, em busca das origens africanas da cultura brasileira. Partindo das mais antigas tradições religiosas afro-brasileiras: o Candomblé da Bahia e o Tambor de Mina do Maranhão, Atlântico Negro - Na Rota dos Orixás transporta os espectadores para a terra de origem dos orixás e voduns: o Benim, onde estão as raízes da cultura jêje-nagô. Poucos brasileiros ouviram falar do Benim, o antigo Daomé. No entanto, muitos têm na história de seus antepassados estreitos vínculos com esse país. A cidade de Uidá foi um dos mais importantes portos de embarque de escravos para o Brasil.
  2. 2.  Atlântico Negro é um documentário que mostra as afinidades culturais existentes dos dois lados do Atlântico, entre Brasil e África. Mostra quais foram as principais rotas do tráfico de escravos e destaca as grandes contribuições que os africanos incorporaram à cultura brasileira em seu período de formação. Aborda também o tema do retorno à África, empreendido por cerca de dez mil ex-escravos que da Bahia e de Pernambuco voltaram para terras africanas em diferentes momentos do século XIX, com ênfase para a história dos Agudás, brasileiros do Benin.Vários descendentes de escravos brasileiros foram entrevistados nesse país africano, onde sobrevivem elementos da cultura brasileira do tempo do Império: na alimentação, na música, no vestuário, na religiosidade. O filme também aborda o tema das origens das religiões afrobrasileiras, candomblé e vodu, trazendo para o espectador imagens surpreendentes de rituais filmados em Keto, Abomei e Uidá. No Brasil, o documentário destaca rituais e depoimentos gravados no Maranhão, na Casa Fanti-Ashanti, de Pai Euclides, e na Bahia, no terreiro de Mãe Estela de Oxossi. O filme foi elogiado no 31º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro e participou de eventos como o Dia Nacional da Consciência Negra. Foi selecionado e exibido no Festival Internacional de Cinema de Cannes, em
  3. 3.  Poucos brasileiros ouviram falar do Benim, o antigo Daomé. No entanto, muitos têm na história de seus antepassados estreitos vínculos com esse país. A cidade de Uidá foi um dos mais importantes portos de embarque de escravos para o Brasil. Historiadores, antropólogos e sacerdotes africanos e brasileiros relatam fatos históricos e dados surpreendentes sobre as inúmeras afinidades culturais que unem os dois lados do Atlântico. Filmado nos estados do Maranhão e Bahia, bem como no BenimÁfrica.
  4. 4.                       ATLÂNTICO NEGRO – NA ROTA DOS ORIXÁS País de Origem: Brasil Ano: 1998 Duração: 75min Consultoria: Alberto da Costa e Silva Direção: Renato Barbieri Pesquisa: Victor Leonardi Narração: João Acaíbe Roteiro: Renato Barbieri, Victor Leonardi Fotografia: Carlos André Salazik Montagem: Saulo Lamounier Moretti Direção de arte: Carmem Figueredo, Fabiano Maciel Trilha sonora: Kodiak Bachine Som: Samuel Braga Produção: Albina C. Ayala, Itaú Cultural, Renato Barbieri, Videografia, Idioma: Português Ano: 1998 Local: Brasília DF – Brasil Duração: 54 minutos Cor: Cor Bitola: 35mm Gêneros: Documentário

×